30 setembro, 2013

GRUPO BES GANHA CONCURSO ONDE É O ÚNICO CONCORRENTE E TEM DIREITO A ALTERAÇÕES DE PDM


Um negócio com receita superior a 60 milhões e com terrenos avaliados por 14 milhões, vendido por 7 milhões?
Segundo os jornais de 6ª feira e Sábado, 13 e 14 de Novembro de 2009, eis alguns números que interessa serem ponto de partida para aprofundar a crítica ao processo “Demolição do Bairro do Aleixo”.

1.1 - Valor estimado do valor dos terrenos do Bairro do Aleixo: 14,8 milhões de euros.
1.2 - Valores médios de venda estimados para T3 e T4 no bairro do Aleixo: 450 mil euros(T3) e 582 mil euros (T4).
1.3 - Valor estimado do custo total da Urbanização (sem o valor do terreno): 30,7 milhões de euros.
1.4 - Valor estimado do lucro total de venda das futuras habitações (de luxo): 63,4 milhões de euros.
1.5 - N.º de habitações previstas serem necessárias para Realojamento dos actuais moradores: 300 habitações.
1.6 - Área necessária para o realojamento (300 habitações): 22.390 m2.
1.7 - Área conseguida pela Câmara noutros bairros até Novembro de 2009 para o Realojamento dos actuais moradores: 16.996 m2.
1.8 - Área que falta conseguir para realojar os restantes habitantes: 5.394 m2.
1.9 - Número total de novas habitações (de luxo) a construir: 120 habitações.
- Construir cada torre custou, 3,9 milhões de impostos.
- A demolição custará à câmara perto de 20 milhões.
- Até 2013 os privados não cumpriram as contrapartidas.

29 setembro, 2013

Mais reformados de luxo e precoces para sustentarmos...



Há realmente quem viva acima das nossas possibilidades... Há também certamente, quem receba muito acima do que descontou, e esses serão sempre os reformados precoces, bafejados por tachos com privilégios exclusivos, que eles próprios fabricam para cada classe e tacho... privilégios que permitem que ao fim de alguns anos de descontos, possam optar por viver regaladamente do parasitismo, durante 20, 30 ou mais anos, penalizando aqueles que são obrigados a trabalhar e a descontar até aos 65 anos.

"Ex-chefe da ASAE reforma-se aos 59 anos
O ex-inspetor-geral da ASAE, António Nunes, o deputado socialista José Junqueiro e o ex-ministro dos Negócios Estrangeiro António Martins da Cruz passam à condição de reformados a partir de maio. No total, são mais de 1500 funcionários públicos que saem do Estado no próximo mês, segundo a lista publicada ontem pela Caixa Geral de Aposentações (CGA).
O polémico dirigente da ASAE, de 59 anos, já tinha anunciado que tinha entregado os papéis para a reforma, mas só agora é que a CGA validou a sua aposentação, com uma pensão de 3652,30 euros por mês.
José Junqueiro, reeleito pelo Partido Socialista para a Assembleia da República nas últimas eleições de 2011 e candidato dos socialistas à câmara de Viseu, também se reformou com 2470 euros. O deputado, de 59 anos, é também professor na Universidade de Aveiro.
O embaixador e ex-ministro dos Negócios Estrangeiro António Martins da Cruz, 67 anos, também integra a lista dos aposentados de maio, com uma pensão de 3844,69 euros mensais. No total, incluindo funcionários das empresas públicas, reformam-se a partir de maio mais 1534 profissionais, entre administrativos, técnicos superiores, militares e juízes. A pensão mais elevada da listagem vai para o vice-presidente do Supremo Tribunal Administrativo, com uma reforma de 5516 euros.
Da lista, destacam-se as saídas no Ministério da Saúde, que vai perder 358 profissionais, e no Ministério da Educação, com menos 321 pessoas."  CM.

Mais privilégios fabricados à medida, para elitistas 
  1. Subvenções vitalícias dos políticos, duplicam aos 60 anos
  2. Marinho Pinto denuncia como se reforma quem faz a lei
  3. Lista dos reformados de luxo da justiça
  4. A injustiça da lei dos injustos
  5. depois disto, que mais podemos esperar da justiça?
  6. Denuncia ainda nepotismo da Ministra da Justiça.
  7. Portugal no top 3 das desigualdades-
  8. Ex-ministério da Justiça com crédito de luxo.
  9. Justiça para ricos e pobres?
  10. Justiça só para estúpidos?
  11. Desigualdades na morte
  12. As elites da CGD
  13. Desigualdades na saúde
  14. Lei à medida das necessidades
  15. Lei do financiamento dos partidos
  16. Mudar a lei para facilitar o saque?
  17. Mudar a lei para fazer swaps?
  18. ERSE a lutar pelos seus privilégios

28 setembro, 2013

A MAÇONARIA AGIGANTA-SE E O POVO COLABORA - 81 maçons "atacam" cargos autárquicos.



"As duas maiores obediências maçónicas nacionais têm mais candidatos do que várias forças
políticas inscritas no Tribunal Constitucional. Há 24 'candidatos irmãos' à presidência de autarquias, 20 a vereadores, 31 à assembleia municipal e seis ajuntas de freguesia.

Por muito que os grão-mestres insistam que a maçonaria não se intromete na política, o que é certo é que há forças políticas com menos candidatos às próximas eleições autárquicas do que as duas principais obediências nacionais. São mais de 80 os maçons que vão tentar conquistar cargos autárquicos em 43 autarquias um pouco por todo País (incluindo ilhas) entre candidatos a presidentes de câmara, vereadores, deputados municipais e presidentes de junta. Há 24 maçons que concorrem mesmo à presidência de autarquias maioritariamente em listas do PS e do PSD, mas também como independentes. Existem igualmente casos em que "irmãos" da mesma loja se enfrentam em listas contrárias dos partidos do "centrão" e favoritas à vitória. Ou seja: PS e PSD podem não ter representantes na gestão da autarquia, mas é quase garantido que a loja maçónica local terá.

A solidariedade maçónica até já fez uma baixa, e logo ao mais alto nível, durante o período eleitoral: levou à demissão do presidente do Conselho Nacional de Eleições (CNE). Tudo começou com a tentativa de impugnação da candidatura de Francisco Moita Flores - que pertence à Loja Acácia do Grande Oriente Lusitano (GOL) - à Câmara Municipal de Oeiras. Os seus opositores alegavam que havia atingido o limite de mandatos e o caso foi - como muitos outros - parar a tribunal.

Até aqui tudo normal, não fosse Moita Flores contratar Nuno Godinho de Matos - advogado de profissão e"irmão" do GOL - para o defender, tendo este confidenciado ao DN que aceitou o pedido sem pensar duas vezes. O problema é que Godinho de Matos (Loja Liberdade e Justiça) era também presidente da CNE e, como não podia deixar de representar o seu amigo e cliente, demitiu-se da presidência da CNE. Godinho de Matos sofreu críticas do seu partido (o PS) por defender e pôr-se em xeque pelo candidato do PSD. Porém, a solidariedade maçónica e a amizade falaram mais forte. Ao DN, Godinho de Matos admite que "o facto de sermos os dois irmãos da maçonaria e sermos amigos há muitos anos pesou muito na minha decisão de o defender". Mas prontamente acrescenta: "A principal razão que me levou a representar Moita Flores foi ver que ele tinha canadas de razão e que alguém estava a querer ganhar eleições na secretaria Achei incrível e reagi epidermicamente. Decidi defendê-lo sem pensar no problema ético que daí advinha."

A candidatura à Câmara de Oeiras é, aliás, um campo de batalha entre as duas principais obediências nacionais, o GOL e a Grande Loja Legal de Portugal (GLLP). Candidato do PSD, Moita Flores é do GOL e tem trocado tentativas de impugnação com a candidatura de Paulo Vistas (Isaltino Oeiras Mais à Frente), o delfim de Isaltino Morais, que é figura de proa da maçonaria regular e, embora detido, chegou ser indicado candidato à Assembleia Municipal (foi travado pelo Constitucional). A entourage da candidatura de Paulo Vistas conta até com um antigo adversário de Isaltino e "irmão" da GLLP: Emanuel Martins. O agora administrador de uma empresa municipal em Oeiras foi candidato do PS contra Isaltino, mas aliou-se ao adversário (e "irmão"), tendo perdido confiança dos socialistas.

O PS não fica, porém, sem maçons nas suas fileiras, equilibrando as contas com dois conceituados membros do GOL na disputa pela autarquia. O candidato do PS à Assembleia Municipal de Oeiras é nada mais na menos que o antigo secretário-geral da UGT João Proença (Loja Montanha), e o mandatário da candidatura é o ex-ministro e figura de destaque do GOL Rui Pereira (Loja Luís Nunes de Almeida).

Estas guerras de forças vão-se repetindo por diversas câmaras. Estão em causa autarquias e lugares importantes. Se ganhassem a contenda, os maçons conseguiriam ter 24 presidentes de câmara, 20 vereadores (incluindo cinco "vices") e 31 deputados municipais (incluindo dez presidentes). Só em Lisboa, os maçons do GOL e da GLLP tentam conquistar 12 lugares (ver texto ao lado).

Viseu é um dos exemplos em que há dois "irmãos" da mesma loja em candidaturas distintas. Tanto o candidato do PSD à presidência da autarquia, Almeida Henriques, como o candidato do PS à Assembleia Municipal, Ribeiro de Carvalho pertencem à Alberto Sampaio, a loja maçónica do GOL instalada em terras de Viriato.

Na Figueira da Foz, a história das batalhas maçónicas repete-se. O candidato do PSD, Miguel Almeida (Loja Madrugada), enfrenta nas umas Carlos Monteiro (Loja Coerência), que é o atual vice-presidente da autarquia e volta a ser o n.°2 na lista do PS à autarquia. Os socialistas contam ainda com João Moura Portugal, que pertence à GLLP, e José Guedes Correia, do GOL, como candidatos a vereadores.

Além de Lisboa, existem ainda outras grandes autarquias "atacadas" por maçons. No Porto, Ricardo Almeida surge bem posicionado como candidato a vereador na lista de Luís Filipe Menezes, contando com o apoio do "irmão" de obediência e mandatário da candidatura: o ex-líder da JSD Pedro Duarte. Carlos Carreiras ,em Cascais, João Nunes em Loures (GOL, Loja liberdade e Justiça), Manuel Machado, em Coimbra (GOL, Loja a Revolta), Almeida Henriques, em Viseu, Moita Flores, em Oeiras, Júlio Meirinhos (vice-grão-mestre da GLLP), em Bragança, Elísio Summavielle (GOL, Loja Sympatia e União), em Mafra, ou Fernando Anastácio (GOL, Loja Utopia) em Albufeira mostram que os candidatos da maçonaria concorrem em autarquias grandes e que, muitos deles, são os mais bem posicionados para vencer.

'Irmãos' concorrem lugares na capital

São pelo menos 12 os maçons que concorrem a lugares autárquicos em Lisboa, que sempre teve uma tradição de ter "irmãos" na gestão. A cidade, que até já teve dois presidentes de câmara maçons (Aquilino Ribeiro Machado e João Soares), terá provavelmente agora pelo menos um vereador bem colocado. As candidaturas dos dois maiores partidos - António Costa, pelo PS, e Fernando Seara, pelo PSD - têm, curiosamente, maçons na mesma posição: o sexto lugar, que é perfeitamente elegível, pelo menos para quem vencer as eleições de 29 de setembro.

Do lado da candidatura laranja trata-se de Cal Gonçalves, da Loja Prometeu (GLLP), que até já esteve na autarquia como chefe de gabinete de Carmona Rodrigues, que, embora "profano" (não-maçon), recebeu nessa altura uma distinção maçónica da maçonaria regular. Já do lado do PS, o "candidato da maçonaria" é Duarte Cordeiro, que, ao contrário da esmagadora maioria dos socialistas maçons, não é do GOL, pois pertence à mesma obediência de Cal Gonçalves: a GLLP.

Duarte Cordeiro é, aliás, da mesma loja de Rui Paulo Figueiredo, que é o venerável mestre da loja e vice-presidente da obediência, sendo também o primeiro nome do PS na lista à Assembleia Municipal de Lisboa (AML). Rui Paulo Figueiredo só fica atrás de Helena Roseta na lista à AML - primeira da lista que entra na "quota" da plataforma de cidadãos que a arquiteta dirige - tendo a companhia dos "irmãos" Diogo Campos Rodrigues, Manuel Lage, Miguel Teixeira, Ricardo Saldanha e José Manuel Rosa do Egipto, este último como suplente. O PSD aqui perde na contenda tendo apenas Rodrigo Gonçalves da Silva como candidato à AML, embora posicionado num relevante quarto lugar.

Há ainda quatro candidatos a presidentes de juntas de freguesia do concelho de Lisboa que são maçons. O social-democrata Nuno Jordão (Loja Nova Luz, da GLLP) é candidato a presidente da junta de freguesia da Ajuda. Por sua vez os golistas Miguel Coelho (Loja Liberdade e Cidadania) e Dimas Pestana (Loja Século XXI), candidatam-se às juntas de Santa Maria Maior e Santo António, respetivamente.

Também do Grande Oriente Lusitano é o músico Carlos Mendes, que, embora não, seja candidato, é o mandatário da candidatura do Bloco de Esquerda à Câmara de Lisboa, liderada por um dos líderes do partido: João Semedo. Independentemente de quem vença a corrida aos órgãos autárquicos na capital, é certo que haverá maçons nas sessões da assembleia e do executivo."

Encontra-se aqui > Entrada / ImprensaNotícias do dia / 81 maçons "atacam" cargos autárquicos em 43 municípios

Artigos sobre o poder da Maçonaria
  1. Património ultrapassa os 30 milhões!!
  2. Confissões de tráfico de influências 
  3. Vantagens da maçonaria, elites superiores?
  4. Nova loja
  5. Emidio Rangel
  6. O governo e a maçonaria 
  7. Decorações maçonicas
  8. Universidade maçónica Lusófona 
  9. Relvas
  10. Novo chefe 
  11. Impostos servem interesses da maçonaria 

27 setembro, 2013

NOVO PARTIDO POLITICO - Partido de Políticos Reformados (PPR), O maior e mais poderoso.



Este artigo deveria ser lido por todos os portugueses... Portugal é gerido por um só partido, o partido que defende os políticos e amigos escravizando e enganado o país.
Portugal continua a pagar todos estes abusos e a sustentar os roubos, serenamente e mansamente recostado no sofá a ver novelas e futebol ou a dar ouvidos aos comentadores políticos como o Marcelo Rebelo, que falam falam, mas não dizem nada, não denunciam ninguém, não explicam ao povo como está a ser roubado e enganado... um falador oco e bacoco, puro entretainer, de portugueses que acham que escutando o Marcelo, estão a par da politica. 
Portugal continua tranquilo enquanto os ratos roem a dispensa, o sótão e os alicerces da casa. Iludidos por promessas ocas e mentiras, aguardam que um dia os ratos se cansem de roubar e viver parasitamente felizes. 
Neste video Passos Coelho auto elogia-se pelos cortes que fez no roubo aos portugueses. E acha que todos devemos explodir de gratidão e alegria, por ele ter reduzido o saque, em vez de acabar com ele. (Ironia do video) - Portugueses, sou o maior, agora os larápios dos vossos impostos, apenas poderão roubar 90 mil milhões, e não os 92 que roubavam até agora... sou ou não sou justo e generoso? 

Eu sei que os portugueses desconhecem o que isto significa mas eu explico melhor:
"Os portugueses vão precisar de trabalhar este ano mais de cinco meses, até ao dia 4 de Junho, para pagar impostos e só daí em diante o salário se torna verdadeiro rendimento líquido, segundo um estudo." fonte ( Não esquecer que pagamos impostos e serviços públicos, e existem outros países onde se pagam mais impostos, mas não se pagam serviços públicos, e de má qualidade.)

"Portugal é presentemente governado por políticos já reformados pelo exercício de anteriores cargos públicos, é uma situação única no mundo.
Para além do vencimento que recebem pelos cargos públicos que continuam a exercer, podem acumular este vencimento com mais uma, duas, três, quatro ou mais reformas e pensões vitalícias do Estado. Um roubo praticado por políticos de todos os quadrantes.
Os partidos políticos em Portugal desde 1974, criaram um sistema de roubo legal para os seus membros e respectivas clientelas partidárias, baseado na acumulação de reformas e pensões vitalícias.

A Assembleia da República produziu ao longo dos anos leis que permitem que Presidentes da República, Presidentes da Regiões Autónomas, primeiros-ministros, ministros, deputados, autarcas, administradores de institutos, empresas ou bancos públicos, usufruírem de um privilégio que nenhum outro cidadão possui.
As reformas ou pensões vitalícias, conforme os cargos e as instituições, podem ser obtidas ao fim de alguns meses ou de poucos anos de serviço. No caso dos deputados, actualmente os mais "prejudicados" pelo sistema, o tempo exigido só agora aumentou para 8 anos, findos os quais passam à categoria de reformados do Estado.

A Assembleia da República, o governo central ou das regiões autónomas, as autarquias, empresas e institutos públicos estão repletas de reformados do Estado. Eles estão por todo lado activíssimos, trabalhando para acumularem novas reformas.
Que confiança podem inspirar estes políticos? E a Assembleia da República que institucionalizou estes privilégios ?

Madeira, o paradigma do roubo institucional
Como se tudo isto não bastasse, nas Assembleias Regionais dos Açores e da Madeira, foram criados idênticos mecanismos de atribuição de reformas vitalícias. Em 2005, surgiram as primeiras fornadas de reformados das ilhas. Desde então o seu número não pára de aumentar.
Fruto desta autonomia, cada uma delas é um caso:
Na Madeira, por exemplo, a regra é a acumulação sem limites. O presidente Alberto João Jardim, para além de uma reforma do Estado de 4.124 euros, obtida num serviço público onde nunca trabalhou (Secretaria Regional de Turismo), recebe um ordenado por inteiro de 84 mil euros. Acresce a este valor mais 40% de despesas de representação, o que dá 94.467 euros , muito mais do que ganha o primeiro-ministro em Espanha (Dados de 2010).
Para tornar tudo isto legal, o parlamento madeirense, aprovou uma norma no seu Estatuto Político-Administrativo que impede, "em matéria de vencimentos, subsídios e subvenções, lesar direitos adquiridos".

Quem disse que Portugal é um país pobre? Para que precisa a Madeira de apoios da República para fazer frente às catástrofes se o dinheiro é depois esbanjados pelos políticos e clientelas regionais ?
Para além de reformas vitalícias, os deputados quando abandonam a Assembleia da República recebem ainda generosos "subsídios de reintegração" que facilmente atingem as largas dezenas de milhares de euros.

Câmaras e Juntas de Reformados
Calculam-se que sejam largos milhares o número de autarcas reformados nas câmaras municipais (308) e Juntas de Freguesia (4.260), muitos dos quais acumulam com outras reformas do Estado ou do "sector privado". Está em marcha um processo para obterem novas reformas pelo trabalho prestado nas empresas municipais que eles próprios criaram...

Presidenciais de Reformados
As eleições em Portugal são entre reformados, para elegerem um reformado. Trata-se de um caso sem paralelo no Mundo.
As eleições presidenciais de 2011 serão disputadas por dois ilustres reformados:
Cavaco Silva (PSD) - Quatro Reformas do Estado:  Banco de Portugal (€ 4.152,00 ), UNL ( € 2.328,00), primeiro-ministro ( € 2.876,00) e a de Presidente da República.
Manuel Alegre (PS) - Duas reformas do Estado: RDP, por ter trabalho apenas 1 ano (1974/1975), no valor de € 3.219,95;  Deputado da Assembleia da República. Candidata-se portanto a mais uma reforma do Estado.

De acordo com a conjuntura política, e os interesses em jogo, algumas destas reformas podem ser pontualmente suspensas pelo beneficiário. Uma estratégia muito seguida por políticos no activo.
Cavaco Silva, por exemplo, em Outubro de 2010, recebia apenas duas reformas - uma do Banco de Portugal e outra da UNL, que somavam cerca de cinco mil euros - e o vencimento enquanto Presidente da República, que ultrapassa os sete mil euros.

Presidentes da Assembleia da República Reformados
O universo dos políticos reformados em Portugal ultrapassa o que a mente mais criativa seria capaz de imaginar. Todos os ex-presidentes da Assembleia da República foram ilustre acumuladores de reformas do Estado, mas a actual (2011), ilustra bem a razão da bancarrota a que o país chegou:
Assunção Esteves (PSD), adquiriu a sua primeira reforma com apenas 42 anos, após 10 (dez anos) de trabalho, pela qual recebe 2.445 euros/mês. Desde então tem vindo a acumular outras reformas. Com o dinheiro dos contribuintes, contratou um motorista particular, cujo ordenado é um verdadeiro escândalo público..

Influência na Sociedade Portuguesa do Partido de Políticos Reformados (PPR)
O sistema que está criado interessa aos membros e clientelas de todos os partidos políticos, sejam de esquerda ou de direita. Nesse sentido todos na prática se opõem a qualquer mudança profunda nas estruturas que lhes dão acesso a cargos públicos.
Daqui resulta que se tenha constituído na sociedade portuguesa um partido oculto, transversal a todos os outros, cuja lógica de acção se centra na preservação das estruturas do Estado que garantem o acesso a mordomias e pensões de reformas acumuláveis.

Alguns exemplos:
1. Assembleia da República. O número de deputados é consensualmente excessivo (230), mas o PPR opõem-se à sua redução.

2. Câmaras Municipais e Juntas de Freguesia. O número é excessivo, as suas funções são desadequadas, senão aberrantes. O PPR opõem-se qualquer alteração.
3. Governos Civis. É consensual que os mesmos deviam ser extintos. O PPR opõem-se à sua extinção.

4. Empresas Públicas, incluindo Empresas Municipais. As grandes empresas públicas possuem estruturas perdulárias, onde é patente o elevado número de chefias a todos os níveis sem qualquer justificação funcional. As câmaras municipais criarem um sem número de empresas municipais, onde se multiplicam os cargos e as mordomias. O interesse geral do país exigia a extinção da esmagadora maioria destas empresas.
O PPR considera a preservação do seu número como um activo estratégico, logo opõem-se a qualquer alteração, a não seja aceite a seguinte condição:
- A empresa publica que seja extinta deve ser substituída por outra empresa pública que se encarregue da extinção da primeira.

5. Institutos Públicos e Fundações. Ninguém sabe ao certo quantas instituições publicas existem em Portugal. Os seus encargos aparecem, em geral, escondidos nas contas do Estado. O importante não são as suas funções, mas os cargos e mordomias que os mesmos proporcionam. O PPR apenas aceita a extinção de um instituto, na condição de ser criado outro para estudar a extinção do primeiro.
As fundações proliferaram com a democracia. Em 1974 existiam cerca de 10. Em 2012, calculava-se que fossem mais de 700, a maior parte das quais eram privadas. A esmagadora maioria foram constituídas não para prestarem um serviço social à comunidade, mas para fugirem ao fisco ou sacarem apoios do Estado e da UE.
As fundações publicas têm sido um expediente largamente utilizado para encaixarem políticos e suas clientelas, "melhorarem" os ordenados de autarcas, ou transferirem verbas para os partidos políticos.
Perante tanta roubalheira, o PPR aceita alguma mudança no quadro das fundações, desde que tudo possa continuar na mesma.

6. Serviços Públicos. Todos os estudos sobre a Administração Publica constam à décadas a pulverização de organismos públicos na mesma área de competências. A única justificação plausível para a sua existência resume-se a uma ideia simples: contemplar todo o tipo de clientelas.
Todas as reformas da Administração Pública tem-se resumido a seguir a velha lei Siciliana: É preciso mudar alguma coisa para que tudo fique na mesma.
Depois de qualquer "Profunda Reforma" constata-se para espanto de todos, que o enorme desperdício não apenas continua, mas é agora maior do que nunca o fora no passado. Esta é uma das áreas de maior influência do PRP no aparelho de Estado, e a que lhe tem garantido uma sólida implantação nas suas chefias.

7. Segurança Pública. A racionalidade de recursos e uma melhor coordenação no combate à criminalidade exigiria a fusão da PSP com a GNR. Apesar de sensata a medida conta com a total oposição do PPR, pois isso poderia significar menos cargos para distribuir.

8. Forças Armadas. As forças armadas de um país como Portugal não necessitam de tantos generais e oficiais superiores. Não faz sequer sentido existirem três academias militares, uma para cada ramo das forças armadas, mas a sua redução implicaria menos mordomias e cargos para distribuir. A lógica corporativa sobrepõem-se aos interesses do país, uma ideia com a qual o PPR está de acordo..

9. Universidades e Politécnicos. Num país com a dimensão de Portugal não faz qualquer sentido existirem 15 Universidades e 15 Institutos Politécnicos públicos. O desperdício que está pulverização representa é incalculável. Atendendo a que uma parte significativa dos políticos portugueses dá aulas nestas instituições públicas, qualquer alteração no seu número e pulverização é sentida como uma ameaça aos possíveis acumulações, e potenciais reformas. O PPR não abdica de nenhum delas, a não ser que se crie uma nova configuração em que tudo fique na mesma.

10. Justiça. A Justiça em Portugal está completamente desacreditada, porque mais do que ser lenta, está partidarizada e os agentes da justiça andam em roda livre. Os juízes são dos mais bem pagos do Estado, possuem regalias únicas no país. 9 em cada 10 aposentados com mais de 5.000 euros mensais foram juízes e Notários (dados de 2005).
Não contentes com isto, também se dedicam a acumular outros cargos, nomeadamente em clubes de futebol, associações disto e daquilo, onde amealham mais uns cobres e o reconhecimento social que não possuem na função que exercem. O PPR limita-se a preservar o existente, evitando que sejam introduzidas mudanças no sistema, por mínimas que sejam, como um novo mapa judiciário, uma nova gestão nos tribunais, etc.

Estes são apenas alguns das inúmeras áreas onde o PPR tem uma influência decisiva na sociedade portuguesa, mas não se pense que são as únicas.

Fidelidades Partidárias muito voláteis
A verdadeira fidelidade dos políticos não é com os respectivos partidos, mas com o PPR. Uma vez atingida uma ou mais reformas do Estado é vê-los a afastarem-se dos partidos onde militaram, em rupturas mais ou menos violentas. A obtenção das reformas, tem levado também muitos membros do PPR a adoptarem uma atitude menos critica nos respectivos partidos, pois de certa forma conseguiram o que pretendiam.

Efeitos das reformas:
Freitas do Amaral, ao saber que lhe faltava pouco tempo para obter a reforma vitalícia de deputado, desligou-se do CDS, mas não da Assembleia da Republica enquanto não completou o tempo necessário para a obter (1993).

Carlos Brito, quando obteve a sua reforma, mandou às ortigas o PCP, onde durante décadas militou, passando a considerá-lo publicamente um partido de mentecaptos.

Fernando Rosas, dirigente do Bloco de Esquerda, quando atingiu os 8 anos necessários para solicitar a sua reforma de deputado, mandou a Assembleia às malvas, sob o pretexto que necessitava de investigar (Outubro de 2010).

Santana Lopes, o eterno menino rebelde do PSD, depois de obter uma reforma de primeiro-ministro após seis meses de trabalho, que acumulou depois com a reforma de deputado. Uma situação que o tornou mais comedido nas intervenções.

Acumulações Meteóricas
O comum os cidadãos só pode obter uma reforma completa com 40 anos de trabalho e 65 anos de idade. Esta regra não se aplica em Portugal aos políticos.
A Assembleia da República, não tem faltado deputados reformados com pouco mais de 30 ou 40 anos de idade. Outros mal fizeram 50 trataram de pedir a reforma.
Marques Mendes, antigo lider do PSD, mal fez 50 anos de idade, tratou de requerer uma pensão de 2.905 euros (2008), e foi tratar da vida para outro lado...
O sistema tem-lhes permitido reformarem-se com qualquer idade, e saltarem da Assembleia da Republica ou do governo para empresas ou bancos dos Estado, para encurtarem o tempo necessário para acumularem novas reformas. É sempre a somar.
Mira Amaral, antigo ministro de Cavaco Silva (PSD), depois de obter uma reforma de deputado, em 21 meses obteve uma reforma da Caixa Geral de Depósitos no valor de 18.000 euros mensais.
Campos e Cunha, ministro das finanças de Sócrates, após ter trabalhado 6 anos no Banco de Portugal, e com apenas 49 anos, obteve uma reforma de € 114 784,00 (2008). Em breve irá obter uma nova reforma do Estado, desta vez na UNL. É sempre a facturar.
Diogo Leite Campo, vice-presidente do PSD. À semelhança de outros camaradas de partido, bastarem-lhe 6 anos no Banco de Portugal (1994-2000) para obter a segunda reforma do Estado.
Vasco Franco, figura de proa do PS, após ter passado pela Câmara Municipal de Lisboa, com os resultados que se conhecem (Lisboa, perdeu 41% da sua população entre 1981 e 2008), tendo pouco mais do que 50 anos de idade, obteve uma reforma de deputado de 3.035 euros. Recebe ainda uma outra do Estado, desta vez por ter sido ferido em Moçambique depois de 1974. O PS arranjou-lhe de seguida vários cargos no Estado e em empresas públicas municipais para lhe compor o ordenado ao fim do mês, e fazer tempo para obter novas reformas.

As actuais e futuras gerações de contribuintes portugueses irão suportar por muitos e bons anos estas reformas douradas.

Mundos à Parte
No mundo das reformas publicas, existem instituições blindadas ao escrutínio público que têm sido um maná para os políticos em Portugal: Banco de Portugal (BP) e a Caixa Geral de Depósitos (CGD). As reformas são fixadas pelos próprios interessados. Dezenas de governantes e deputados de todos os quadrantes, independentemente da sua idade ou da sua competência, tem sido contemplados com estas reformas, que acumulam depois com outras do Estado e de empresas privadas.
Ernâni Lopes, com apenas 47 anos, obteve uma choruda reforma do BP (1989). Tornou-se desde então um paladino a necessidade de aumentar o tempo de reforma, e cortar no vencimentos dos funcionários públicos.

Publico versus Privado
As idades com que os políticos se reformam em Portugal permitem-lhes prosseguirem ainda uma longa vida política activa, auferindo novos vencimentos e obterem novas reformas em outros cargos públicos. O grande objectivo de qualquer político de esquerda ou de direita é todavia outro:
- Obterem um cargo num banco ou numa grande empresa de privada, de preferência no sector do imobiliário, energia ou telecomunicações.
Estudos recentes (1) mostram que a maioria dos governantes em Portugal, ministros ou secretários de Estado, após saírem do Governo transferiram-se para bancos privados. Os conhecimentos e os contactos que obtiveram no exercício de cargos públicos são pagos a peso de ouro no "privado". A promiscuidade entre o público e o privado é completa.

Cleptocracia
A esmagadora maioria dos políticos em Portugal comportam-se como simples cleptocratas, cujo único objectivo é encontrarem formas de se apropriarem dos recursos do Estado. O resultado deste roubo generalizado é um país bloqueado no seu desenvolvimento, com um nível de endividamento que não pára de aumentar.
A justificação para semelhante roubo ao país é sempre a mesma:

- Direitos Consagrados. Todas as acumulações de reformas e mordomias são direitos legalmente consagrados. Os políticos limitam-se, portanto a reclamarem aquilo a que tem direito. Não dizem é que quem, consagrou estes direitos foram eles próprios.

- Custo da Democracia. A democracia é mais cara do que a ditadura, trata-se de um facto que ninguém contesta. O problema é que facilmente se passa da despesa justificada, ao desperdício e ao roubo oportunista.

- Mal Pagos. Os políticos em Portugal afirma que são mal pagos pelo exercício dos seus cargos públicos (2), o que justificaria só por si, a apropriação que fazem de tudo o que podem da coisa publica, como compensação dos sacrifícios que fazem pelo país. Nesse sentido, consideram legitimo a titulo de compensação, trocarem entre si cargos públicos, ou distribui-los pelos seus familiares, os grandes sacrificados por tanta dedicação (3).
O cúmulo deste sistema é todavia a moralidade que passam a apregoar depois de terem garantido o seu sustento, assim como dos seus familiares e amigos para o resto da vida.
A maioria passa a sustentar na praça pública que o povo português vive acima das suas possibilidades, e por isso tem que trabalhar mais para assegurar o Estado Social, garantindo-lhes dessa as suas reformas e mordomias." Fonte: lusotopia

Acumular cargos

  1. António Nogueira Leite um grande exemplo
  2. 62 cargos para um só?
  3. Mais exemplos de papa cargos e tachos
  4. 20 administradores ocupam mil cargos
  5. Trampolim para o sucesso e a impunidade
  6. Descontam misérias para reformas milionárias
  7. Assunção Esteves... 
  8. Lista de algumas reformas
  9. Reformados de luxo, aumentam 400%
  10. Evolução das reformas
  11. Os salários estrondosos dos que arruínam Portugal
  12. Comunidades intermunicipais, novos albergues?

Fundações

  1. Salários de luxo nas fundçaões
  2. Video dos escândalos e trafulhices das fundações
  3. Lista das fundações que recebem ajuda do estado
  4. Passos Coelho perdeu a pica toda nos cortes?
  5. Fundação de Mário Soares.
  6. Fundações gordurosas
  7. Continuam a criar novas, há poucas.
  8. Mais parasitas
  9. Fundação do Magalhães, esse caco de lixo.

Notas:
(2) Almeida Santos (presidente do PS):  «defendi sempre que os políticos ganhassem mais, porque como sabem os políticos ganham mal e a minha reforma de político é de 700 contos (3.500 €uros) por mês. É ridículo !». O salário mínimo nessa altura era de 415 €uros (83 contos). Expresso,17-05-08
(3) Para se ter uma ideia do que a actual Assembleia da Republica custa os cidadãos, publicamos alguns números fornecidos pela casa da democracia:
Diário da República nº 28 – I série- datado de 10 de Fevereiro de 2010 – RESOLUÇÃO da Assembleia da República nº 11/2010.

Algumas rubricas do orçamento da Assembleia da Republica

1 – Vencimento de Deputados ………………………12 milhões 349 mil Euros
2 – Ajudas de Custo de Deputados……………………2 milhões 724 mil Euros
3 – Transportes de Deputados ………………………3 milhões 869 mil Euros
4 – Deslocações e Estadas …………………………2 milhões 363 mil Euros
5 – Assistência Técnica ………………………2 milhões 948 mil Euros
6 – Outros Trabalhos Especializados ……………3 milhões 593 mil Euros
7 – RESTAURANTE,REFEITÓRIO,CAFETARIA…………..961 mil Euros
8 – Subvenções aos Grupos Parlamentares……………..970 mil Euros
9 – Equipamento de Informática …………………….2 milhões 110 mil Euros
10- Outros Investimentos ……………………..2 milhões 420 mil Euros
11- Edifícios ……………………………………2 milhões 686 mil Euros
12- Transferências Diversos ………………….13 milhões 506 mil Euros
13- SUBVENÇÃO aos PARTIDOS na A. R. ………………16 milhões 977 mil Euros
14- SUBVENÇÕES CAMPANHAS ELEITORAIS ….73 milhões 798 mil Euros

Em resumo e NO TOTAL a DESPESA ORÇAMENTADA para o ANO de 2010, é : € 191 405 356,61 (191 Milhões 405 mil 356 Euros e 61 cêntimos) – Ver Folha 372 do acima identificado Diário da República nº 28 – 1ª Série -, de 10 de Fevereiro de 2010.

Cada deputado, em vencimentos e encargos directos e indirectos custa ao País, cerca de 700.000 Euros por ano, ou seja, cerca de 60.000 Euros mês.

26 setembro, 2013

Pais Jorge, suspeito mas com livre acesso ao dinheiro público?




Para aqueles que são especialistas em lesar os portugueses, há sempre uma vaga disponível e com salários chorudos, nas empresas dos portugueses, mexendo nos impostos dos portugueses.
Pais Jorge ou Maria Luis Albuquerque, são dois exemplos disso mesmo. Deixam bem exposta a prepotência dos governos, usando e abusando do poder para nos impor pessoas com cadastro, a gerir as nossas vidas e as nossas contas. A prepotência do governo e a impotência de quem paga isto tudo... O povo. 

Será que a qualidade do profissional desta gente, se mede pelo rasto de destruição, deixado no sector público e pelos impérios construídos a titulo privado ou em benefícios de privados?
Não importa o partido que se serve, nem importa as incompetências/ crimes cometidos no percurso profissional?
Transitam do governo PS para o governo PSD, lesam empresas públicas e passeiam entre cargos na gestão pública, na banca e no governo. 
José Gomes Ferreira denuncia neste video a falta de honestidade de Pais Jorge. Mostra-nos as provas do rasto criminoso, que ele deixou no passado, já no governo PS, onde foi o responsável por negociações ruinosas nas PPP e nas SCUT... Assim como mostra a sua ligação com os SWAP e a banca que beneficiou desses SWAP. 
Gomes Ferreira questiona o que fazia um pessoa assim no governo? E questiona a honestidade de quem o escolheu. 
Tal como Maria Luis Albuquerque, também este elemento nefasto, deixou um rasto de maus negócios para os portugueses, que se arrastam desde o governo Sócrates. 

MAS... para estes há sempre tacho
Estradas de Portugal abre portas ao regresso de Joaquim Pais Jorge. Ex-secretário de Estado do Tesouro ainda é quadro da empresa.
(...), o presidente da Estradas de Portugal considera-o um «quadro de altíssima qualidade».
«O senhor ex-secretário de Estado do Tesouro é um quadro de altíssima qualidade da Estradas de Portugal e terei muito gosto em recebê-lo», declarou António Ramalho em Bragança, à margem da visita à auto-estrada transmontana.
Antes de ser convidado para o Executivo, Pais Jorge era presidente da Parpública, empresa que gere as participações do Estado em empresas públicas, desde outubro de 2012. Antes disso, entre 2009 e 2012, esteve à frente da direção financeira da Estradas de Portugal.
O governante abandonou o cargo na sequência do escândalo que o envolveu à venda de “swaps” ao Estado e a declarações contraditórias que fez sobre o caso, devido às funções que ocupou enquanto funcionário do Citigroup (onde esteve 19 anos antes de ingressar na Estradas de Portugal). fonte

PARPÚBLICA
  1. 980 milhões para enganar o deficit e lesar as contas públicas
  2. Ajudar os amigos, é preciso
  3. De confiança?
  4. Na EDP também deixa dúvidas
  5. Maria Luis Albuquerque a EDP e a Parpública??
  6. Parpública e o BES?
  7. Sá Fernandes critica os crimes, contra interesse nacional, da Parpública
  8. Salários de luxo
  9. António Borges e a Parpublica
PARA INCOMPETENTES OU CRIMINOSOS HÁ SEMPRE BONS SALÁRIOS? 
"O Presidente do Conselho de Administração da Parpública SGPS recebeu 249.896,78 Euros;
- O Presidente do Conselho de Administração da Parpública SGPS ganha por mês 22,3 anos de salário médio de cada português". Artigo completo

"A folha salarial total das empresas públicas detidas pela Parpública recuou apenas 0,95% no primeiro semestre do ano, isto quando o objectivo exigido pelo Estado às suas empresas aponta para um corte global de 5% nas remunerações este ano.
Segundo o relatório da Parpública relativo ao primeiro semestre do ano, as empresas detidas por esta gestora de participações do Estado gastaram 416 milhões de euros em custos com pessoal, valor que compara com os 420 milhões de euros registados no período homólogo de 2010. A redução apresentada é de 0,95% e os valores incluem remunerações, encargos sociais, outros gastos com pessoal e benefícios de reforma. Considerando apenas as remunerações, a poupança conseguida chegou aos 1,07%, passando de 318,7 milhões de euros nos primeiros seis meses de 2010, para 315,4 milhões de euros até Junho deste ano. Entre as empresas que compõem o portfolio da Parpública encontra-se o grupo TAP, a ANA - Aeroportos, Companhia das Lezírias, Águas de Portugal ou Casa da Moeda. " fonte

25 setembro, 2013

A solução é votar na alternativa? Os independentes? Branquear cadastros dos partidos?




Quando os lobos vestem a pele de cordeiros.
Neste video desmascara-se a, mal disfarçada dependência dos independentes que se candidatam ás autárquicas.
Descubra os laços que unem os dependentes que se declaram independentes, apenas para se libertarem da má fama que ensombra os partidos a que pertencem e que representam, mas em segredo... por isso não diga nada a ninguém, vamos fingir que são independentes e honestos e que nada têm a ver com os corruptos que nos desgovernam há 3 décadas.

Há alternativas? 
Talvez os que nunca lá estiveram?
Porque se desunham estes senhores, aperaltados de fato e gravata, andando pelas ruas, feiras e romarias a pedir votos? Será o desemprego? O amor aos tachos? Amor ao poder e dinheiro público? Paixão por servir o país?
Verdadeiras madres Teresas que imploram para que as deixem ir praticar o bem para um poleiro público?
O bem que eles praticarão é uma realidade... irão ser bondosos, generosos e brilhantes a gerir o dinheiro público e o poder público, mas em beneficio privado e dos privados.

Mais uma vez  se repete o velho truque dos políticos, que resulta sempre... dividir para reinar. Fingir que existem alternativas. Atrair carneiros ao matadouro.
Os eleitores ficam assim indecisos entre votar no PSD ou no PS ou então nos independentes que trabalham para o PSD e o PS. No final ganham os de sempre... e os portugueses, mais uma vez são tratados como verdadeiros atrasados mentais... enganados e manipulados por políticos que demonstram acima de tudo falta de respeito pela verdade, pela lealdade... gente sem moral e sem ética, sem vergonha de enganar e mentir para alcançar o poder e o dinheiro alheio.

Há alternativas? 
- Justiça é protegida no cortes de subsídios?
1º - Os reformados da justiça vão ser poupados aos cortes exigidos aos reformados de Portugal?
2º - Isto é estranho e mais estranho fica quando por detrás desta aprovação, esteve uma proposta do PCP!? ARTIGO COMPLETO
- "Extinção das fundações aprovada -
A maioria PSD/CDS-PP aprovou hoje na generalidade a proposta de lei para a extinção preventiva das fundações públicas, com os votos contra do PS e a abstenção do PCP, BE e PEV." Fonte 
- O PCP votou a favor de que fosse dada autorização à CGD para financiar o BPN sem limite e com o aval do Estado. Artigo completo
E muitos mais exemplos haveria... alternativas é que há poucas.

E é aqui que os eleitores falham.
Os eleitores não usam o voto para lutar contra o pior que há na politica, os eleitores abstém-se ou desperdiçam o voto em punições ilusórias. Quando os bons se calam os maus avançam, quando não há punição, não há medo...
Quando não há medo, roubam-nos tudo, até a capacidade de nos defendermos.
O voto democrático poderia travar e punir os criminosos.
Vamos tomar o voto a nosso favor e votar contra os que corrompem o sistema. Vamos finalmente votar e deixar-nos de mentiras e crenças falsas de que o voto nulo, branco ou abstenção, possuem algum poder ou valor.
Os corruptos fazem tudo para levar os eleitores a acreditar que a abstenção e o voto nulo e branco, possuem um valor sentimental muito grande e poderoso... Pois mas esse valor, é apenas o que o eleitor vê, porque na realidade não possuem valor nenhum. Serve apenas para desviar e desperdiçar milhões de votos que poderiam ser usados contra eles, que são desviados para o vazio. Para a nulidade.
Está bem explicito na lei que apenas os votos válidos possuem valor e legitimam aquele que tiver mais votos válidos, independentemente dos brancos, dos nulos, da abstenção e dos que os eleitores rabiscam com piadinhas de ódio ou de descontentamento...
Para os políticos corruptos, enquanto o povo estiver entretido a manifestar o seu descontentamento de forma inócua, e inofensiva, eles estão tranquilos a ganhar eleições sem qualquer luta ou esforço, bastam os militantes e amigos votarem, que o poleiro está garantido... nada nem ninguém se opõe. Os eleitores continuam a brincar ás revoltinhas ilusórias pensando que estão a punir os políticos com votos nulos e com a abstenção...
Votem contra, não deixem de participar e fazer justiça nas urnas. Só com o julgamento e a punição se eliminam os criminosos/ maus políticos e se apoiam os bons. Chegamos a um ponto em que os bons já nem se atrevem a disputar as eleições, porque perceberam que a injustiça e inércia do povo, não os compensa na luta, não os valia nem julga correctamente.
  1. Mentirosos sem escrúpulos 
  2. Há alternativas, vamos punir a classe de corruptos
  3. Candidatos loucos pelo poleiro
  4. Militantes aderem aos corruptos, a jorros?
  5. A anedota de quem sem competência ou juízo se oferece para nos governar
  6. Os autarcas habilidosos
  7. Ainda não basta de teatro? Ainda não perceberam?
  8. Governados por parasitas e charlatões
  9. A lista dos grande feitos políticos em Portugal
  10. A lista de como e quem nos desgoverna
  11. Até os ratos já perceberam, o embuste
  12. Um exemplo da razão porque todos querem o poleiro desesperadamente
  13. Isaltino Morais, continua a fazer estragos, nos impostos
  14. Veja ainda esta compilação de vídeos sobre a desonestidade das campanhas.

24 setembro, 2013

Governo coloca Portugal ao serviço dos agiotas.


Neste video, Paulo Morais garante que estamos a ser escravizados, e não resgatados.


"Servos da dívida
O desígnio maior das políticas do governo é o pagamento de juros.
Os governantes reduzem assim cidadãos e empresas à condição de escravos ao serviço de agiotas.
A intervenção externa, a que estamos condenados desde 2011, já teve por primeiro objetivo garantir que o estado português disporia de recursos para pagar os juros usurários a que se tinha comprometido ao longo dos anos, em particular nos últimos meses da era Sócrates.
Os sucessivos empréstimos da troika não vieram resgatar o estado português, mas sim os bancos a quem este devia dinheiro.
Com o resgate da banca veio o sequestro do estado português. A maior das despesas públicas é agora o pagamento de serviço da dívida, que orça em cerca de oito mil milhões de euros anuais. Mais do que à educação, à saúde ou à segurança social, os impostos dos portugueses destinam-se ao pagamento de dívidas mal contratualizadas ao longo dos anos.
Gastar mais em juros do que em qualquer área social é irracional. Seria o equivalente, em termos de economia doméstica, a uma família despender mais em perfumes do que em alimentação.
Para sustentar um orçamento monstruoso e enviesado, o governo endurece a carga fiscal, agrava o IVA na restauração, aumenta o IRS a quem ganha mil euros, baixa as pensões e as reformas. A quebra do poder de compra reflete-se na diminuição do consumo e consequente redução da riqueza do país. Fecham empresas, aumenta o desemprego. O modelo de gestão das finanças públicas destrói a economia.
Cidadãos e empresas ficam assim sujeitos ao empobrecimento e reduzidos à condição de servidores do orçamento de estado.
Até as verbas da segurança social são, de forma perversa, desviadas para títulos de dívida pública. Ao obrigar os pensionistas à condição de credores do estado, o governo inviabiliza qualquer renegociação de dívida. Pois doravante a redução de juros ou o alargamento da maturidade dos empréstimos virá prejudicar fortemente as reformas e pensões.
Voltamos ao sistema feudal. Assim como na Idade Média rural os portugueses eram servos da gleba, hoje, em época de predomínio financeiro, estamos condenados à condição de meros servos da dívida." Paulo Morais

Apenas um escravo suporta tanto abuso; 
"Os portugueses vão precisar de trabalhar este ano mais de cinco meses, até ao dia 4 de Junho, apenas para pagar impostos e só daí em diante o salário se torna verdadeiro rendimento líquido, segundo um estudo." fonte

23 setembro, 2013

Os cordeiros correm em massa para o covil do lobo. 20 mil militantes novos, para o PS?

Ainda há pessoas que não possuem vergonha de mostrar que apoiam a corrupção e os partidos que nos destroem há mais de 3 décadas. 
Será por cegueira? Burrice? Ou falta de emprego e moral? Quem procura emprego está inscrito no centro de desemprego, quem procura vida fácil, parasitismo e tachos, está inscrito nos partidos?
 "Num momento em que tanto se fala do divórcio entre eleitos e eleitores, os partidos apresentam números que parecem contrariar a leitura. Nomeadamente o PS
. (...)
Em 2 anos, o número de militantes daquele partido aumentou significativamente com a entrada de 20.627 novos militantes.
Em 2011 tinham aderido 16.144 pessoas. Um número bem acima dos 4483 que entraram em 2012. De acordo com a publicação do PS, mais de 15 mil entraram após as eleições legislativas de 2011 que colocaram o PSD e o CDS no poder.

Foi também em 2011 que o PSD registou um número elevado de adesões.
Segundo dados cedidos pela direcção social-democrata, o PSD registou 9464 novas adesões em 2011, tendo no ano seguinte ficado pelas 5390. No final de 2012, os militantes sociais-democratas eram 112.009.
Também o CDS aumentou o seu número de militantes em 2011. Os centristas somavam mais 4260 militantes no final desse ano. Mas em 2012 entraram apenas mais 1914 novos militantes. No final do ano passado, o CDS contava com um total de 29.655 militantes. 
Quanto ao PCP,(...) entre 2009 e 2012 os comunistas recrutaram mais de 5800 novos militantes. Que, somados aos militantes mais antigos, faziam o PCP contar com 60.484 membros à data daquele congresso.
O Bloco de Esquerda contava aquando da sua última convenção, no final do ano de 2012, com 9600 militantes. Um acréscimo de 600 novos membros em relação à anterior actualização, feita em Abril de 2011, na altura da convenção do BE.
Os números do PS estão longe, ainda assim, de outros momentos da história do partido. De acordo com alguns dados compilados pelo PÚBLICO, em 2000, o PS contabilizava 124.611 militantes. O ano em que aquele partido registou maior número foi em 1982, quando chegou aos 125.648 membros.
O partido com o recorde de número de militantes é, contudo, o PCP. Em 1983, contabilizava 200.753 membros, tendo, desde aí, registado uma tendência decrescente que o levou até aos 58.928 em 2008. Mas tanto o PS como o PSD têm registado ao longo dos anos significativas variações no número de militantes. Em 1996, por exemplo, o PSD contava com 183.630 militantes. Em 1999, já contabilizava 77.055 membros. E, em 2008, enumerava 153.000 inscritos, embora apenas 71 mil tivessem quotas pagas.
Os quatro maiores partidos anunciam aumento de militância. Contudo, o número com quotas em dia revela retrato diferente.
No Largo do Rato, por exemplo, em 2005, cinco anos após ter chegado aos 124.611 militantes, o PS já só contava com 90.629 membros.
(...)Dos mais de 83 mil inscritos, apenas 48.905 tinham as contas saldadas com o partido. O PSD assumia os mais de 112 mil membros como "activos". fonte

O jogo está feito para que os interesses dos partidos, se sobreponham sempre, aos do país e do povo.
Mas nós tardamos a entender que através do voto, não conseguimos mudar nada.
Nenhum partido, para além dos do costume PSD, CDS e PS consegue chegar ao poder, porque mais nenhum possui a capacidade de competir com o numeroso rebanho de militantes que estes partidos angariaram, ao longo de muitas décadas, a espalhar a palavra do senhor. Foram muitos anos de lavagem cerebral realizada por verdadeiros missionários, angariadores de votos, que se apoderam de freguesias, câmaras, igrejas, escolas, reformados, etc, para espalharem a sua palavra, a sua demagogia, as suas mentiras, as suas promessas, os seus favores, tachos e boys, e assim ganharem votos e devotos. Possuem um verdadeiro exército de missionários estrategicamente bem espalhados e bem pagos.
Para isso serve o poder local, e por isso os governos se recusam a tocar ou a contrariar esse ninho de vespas despesista e corrupto, um dos maiores responsáveis pela divida que afunda o país, mesmo contrariando uma das exigências da troika, que era reduzir o nº de autarquias.
São eles os angariadores de votos mais eficazes, ao utilizarem o dinheiro público para favorecer o partido que representam, ao utilizarem as instituições públicas sob o seu poder, para propagandearem o partido que quiserem. 
E tal como afirma Paulo Morais, a partir do minuto 5 deste video, são estes senhores todos poderosos, que decidem quem tem direito a emprego e quem passa fome, quem tem negócio e quem vai à falência, já que os maiores empregadores destas terras são as câmaras, as santas casas da misericórdia, e quem mais contrata serviços a empresas, são também as câmaras. Por isso quem quer sobreviver, tem de se submeter. 
Ao minuto 3 deste video, Medina critica a falta de força do governo para acabar com o despesismo do poder local. "Não teve força para contrariar os compadres dos municípios e não cortou nos municípios."
Conseguem votos gastando muitos milhões de impostos em campanhas, em obras inúteis, a oferecer excursões aos idosos, etc.
Aparentemente jamais será pelo voto que se derrubarão os corruptos de sempre. O poder deles está bem assegurado.

22 setembro, 2013

Governo continua a perseguição dos mais fracos... protegendo os ricos.



CONTRA A EVASÃO FISCAL DOS RICOS, O GOVERNO NÃO FAZ NADA... MAS CONTRA A EVASÃO FISCAL DO POBRE, NA BICA E NA CARCAÇA, O GOVERNO É TOTALITÁRIO.
Paulo Morais expõe mais uma vez a forma como as medidas do governo são anti democráticas e injustas, acabando por piorar sempre a situação do país em geral e das classes mais fracas/desprotegidas. Já que os mais ricos e responsáveis pela crise, permanecerão intocáveis.
Obrigar a pedir factura a todo o tipo de transacção é apenas fingir que se está a lutar contra a evasão fiscal. Iludir o povo... pois a grande evasão fiscal, aquela que abala e fere de morte a receita fiscal, essa continua protegida, e nem sequer se dignam a falar sobre o assunto.
Ai de quem se atreva a tocar nos grandes evasores fiscais, que mandam e controlam os políticos que nos desgovernam.

"Fartura de faturas
Perversa e cara, a obrigatoriedade da entrega de fatura em qualquer transação no pequeno comércio é, além de tudo, uma prática inútil.
É apenas mais uma forma de o regime mostrar que é forte com os fracos, mas fraco face aos poderosos.
O ministro Vítor Gaspar deveria deixar de se preocupar com os impostos devidos pela compra de um jornal ou de um café. Não é agravando as taxas de imposto e apertando o cerco aos que cumprem que se aumenta a coleta. Pelo contrário, é alargando a base de tributação, obrigando a contribuir os que não pagam. 
Gaspar deveria, isso sim, perseguir os especuladores imobiliários que estão isentos de pagamento de IMI e IMT, porque têm propriedades tituladas em fundos imobiliários; bem como extinguir benefícios a fundações e outros setores fiscalmente favorecidos.
Esta moda das faturas é, além do mais, perversa, porque lança sobre todos os contribuintes o anátema de criminosos fiscais. Este controlo sistemático, num sistema de "big brother", é totalitário e contamina o ambiente social.
Nas democracias evoluídas, a fiscalização é habitualmente de caráter aleatório. Todos, cidadãos e empresas, sabem que em determinado momento podem ser selecionados, à sorte, para uma ação de inspeção. Esta prática tem um efeito muito mais dissuasor do que uma verificação sistemática e universal. Por outro lado, esta modalidade de encharcar os contribuintes com faturas é dispendiosa para os comerciantes, que tiveram de renovar os seus equipamentos e atualizar o "software". Mas, ainda pior, é o tempo imenso que os funcionários gastam a preencher números fiscais em faturas ridículas. Tempo, muito tempo, que representa custos para as empresas. Apesar desta fartura de faturas, a coleta de impostos irá mais uma vez diminuir, ao contrário do que parece pretender-se.
A receita fiscal, de novo, será inferior a sessenta mil milhões, o défice orçamental subsiste.
Gaspar está ferido de morte e, com ele, está o governo condenado ao fracasso. Até porque o que realmente convenceria os portugueses a pagarem regularmente os seus impostos, sem quererem sequer fugir, seria um argumento de que este governo jamais disporá: o de que os políticos andam a gastar bem e a distribuir equitativamente o dinheiro dos nossos impostos." Paulo Morais
  1. Evasão fiscal dos ricos, se fosse travada resolvia a crise.
  2. Especuladores imobiliários
  3. Medina Carreira afirma que o governo continua a não ter coragem de sacrificar os ricos
  4. Fundações servem para os ricos receber dinheiro do estado e ainda ficarem isentos de vários impostos
  5. A balança não se equilibra, os fracos pagam
  6. Mais ricos protegidos dos sacrifícios 
  7. Quando a corrupção é legalizada, está tudo perdido
  8. Fingir que se luta contra a evasão fiscal tal como se finge que se luta contra a corrupção.
  9. Se Passos Coelho os tivesse no sitio...
- Em 2011, 25% da riqueza produzida em Portugal, não pagou impostos.
- Num só ano, excedeu mais de metade do valor do empréstimo pedido à Troika. 43,5 mil milhões de rendimentos não tributados.
- Este tipo de evasão fiscal é perpetuado na maior impunidade, pela chamada economia oculta. Na maioria através da corrupção, de negócios ruinosos para o estado e de facturação falsa com empresas fantasmas. -  Estas fortunas, resultantes destes negócios ilícitos, são transferidas para offshores, e regressam a Portugal livres de impostos, através de complexas operações de branqueamento de capital.
- Portugal com 25% de economia paralela, está muito acima da média dos países da OCDE, que é de 16%. Artigo completo



21 setembro, 2013

A anedota da politica que merecemos... o país onde tudo é possível.


Este é um video incrível .. Só vendo, porque contado ninguém acreditaria... 



O VIDEO QUE SE SEGUE, não fica atrás. Deixa bem claro a forma como se faz politica em Portugal. O nível vai descendo, à medida que eles percebem o que os eleitores gostam e precisam.
Assim, fazem-se campanhas apelando ao voto por o candidato ser sexy? Em Lamego os valores andam a rolar pela lama? Vale tudo?
FOI ASSIM QUE O SÓCRATES E COELHO GANHARAM AS ELEIÇÕES E RESPECTIVO JACKPOT. OUVE-SE POR TODO O LADO AS SENHORAS MAIS IDOSAS, AFIRMAR QUE, TANTO UM COMO OUTRO, SÃO SEXYS!! AGORA JÁ SABEM PORQUE ESTAMOS FALIDOS... SÃO ESTES OS CRITÉRIOS DE ESCOLHA QUANDO SE CHEGA ÁS URNAS. VEJA O VIDEO NESTE LINK... PASME
AS CAMPANHAS SÃO ESTUDADAS À MEDIDA DA CULTURA DO ELEITOR E A PENSAR NOS ELEITORES... 


E depois olhamos para as capacidades, competências ou currículo desta gente, e é o espanto, ou melhor, a confirmação de que somos um caso perdido.
Os exemplos estão em todas as hierarquias do desgoverno. Desde o primeiro-ministro Passos Coelho, que passou uma vida à sombra de cargos arranjados pelo partido ou pelo padrinho, Ângelo Correia, até Miguel Relvas, que subiu na hierarquia política à conta também da sua passagem pela JSD e aproveitando as vantagens que o uso do avental lhe trouxeou ainda o suspeito engenheiro técnico, Sócrates, tudo exemplos de malta bem preparada para gerir o futuro de uma nação.
As boas intenções são uma mais valia, mas não são suficientes, é preciso que se comece e exigir profissionalismo, competência, currículo, experiência, provas...
Já basta de gozarem com um país sedento de gente honesta e competente, faminto de justiça e racionalidade. Não somos palhaços, somos milhões... somos seres humanos, famílias, crianças, idosos, trabalhadores e exigimos respeito. Exigimos ter direito a que respeitem a politica que nos governa.

Entre governantes e políticos poucos chegaram ao poleiro pelo seu currículo académico ou profissional.
Os partidos do centrão são exemplo disso - PSD, PS e CDS - continuam a produzir fornadas de inúteis parasitas do Estado (e que não se cansam de pedir menos Estado), forjados nas juventudes partidárias, gente que, se não fossem os tachos, poucas possibilidades teria de se evidenciar ou ter uma carreira independente do apoio dos partidos a que pertence.

A Finlândia tem sido reconhecida internacionalmente como um dos  países menos corruptos do mundo, uma parte desse sucesso está na moralidade que impera no país, apesar disso, e para facilitar a transparência, tem também um conjunto de princípios com vista a evitar abuso de poder, princípios que são raros na cultura Portuguesa.  
Modelo de luta que a Finlândia usa contra a corrupção e incompetência:

PRIMEIRO: Em qualquer compra feita na Finlândia, o governo quer compre uma caneta ou um edifício, devem ser adquiridos a preços de mercado e, forçosamente, incluir três ofertas de fornecedores diferentes para escolher o mais competitivoNão é legal, permitido ou justificável pagar fortunas por obras ou serviços que ultrapassam o razoável, e que mesmo depois de se tornar publicamente conhecido os preços descabidos, não acontece nada aos envolvidos. Como tem sido em Portugal. 


SEGUNDO: O princípio da transparência total da administração pública.  
Qualquer decisão de um funcionário público no exercício da sua profissão (excepto as relacionados com a segurança) pode ser conhecido pelos cidadãos. Não pode recusar-se a satisfazer as necessidades de informação não só dos jornalistas, como dos eleitores. 
 
TERCEIRO: O princípio da transparência total nas contas dos cidadãos.  

Os finlandeses podem saber quais são os rendimentos declarados de todos os residentes no país, seja de  uma pessoa que recebe o subsidio de  desemprego, ou do artista de maior sucesso da nação ou mesmo o CEO da Nokia.
 
QUARTANão existem presidentes de Câmara.

O governo dos municípios na Finlândia encontra-se nas mãos de  "gestores da cidade", ou seja, funcionários públicos com experiência na administração de tais entidadesAssim, o público pode distinguir claramente o responsável e que até podem ser despedidos ou substituídos, pela Câmara Municipal ( órgão eleito nas urnas pelo povo e que possui a representatividade da soberania popular). Helsínquia é a excepção a este modelo.

QUINTO: Ausência de cargos de designação politica:

Na Finlândia, os secretários de estado  fazem carreira sendo sujeitos e superando avaliações e provas objectivas, em vez de designação partitocrática como em Portugal. Em 2005 fez-se uma reformulação do sistema para permitir que organizações políticas pudessem escolher os secretários de Estado novamente, mas muitos deles ainda são funcionários públicos, actualmente continuam a ser  promovidos por mérito.

SEXTAA estrutura do poder é de coligação: 

Corrupção espalha-se mais facilmente quando o poder está concentrado em apenas (em Portugal o poder está cada vez mais concentrado apesar de fingirem que se divide em 3 partidos)  é por isso que na Finlândia se promove a tomada de decisão através do debate e consenso. O Conselho de Ministros tem mais poder que o Presidente da República. A responsabilidade das decisões é dividida por vários, e não por 1 ou 2.

SÉTIMOO princípio do livre acesso ao poder.  

A possibilidade de se tornar um membro do poder politico ou de ministérios, finlandês não está circunscrito numa elite intelectual formada em instituições educacionais concretas (como na França), nem em  pessoas que tem  a capacidade de atrair investidores de diferentes empresas para financiar suas campanhas ( EUA exemplo) ou membros de partidos e organizações políticas públicas cujo único mérito foi alcançado internamente e apenas no seu partido (caso espanhol e português) 
Na Finlândia, as posições no poder, são ocupadas  por funcionários públicos (seguindo uma escala de mérito) e cuja escalada na carreira está aberta ao conhecimento de todos os finlandeses. 
 
OITAVO: O princípio da proporcionalidade no castigo mesmo na corrupção. 

As multas ou sanções  por violar as regras é geralmente proporcional ao rendimento dos indivíduos e empresas. Em 2001, Anssi Vanjoki, executivo sênior da Nokia, foi multado ao passar o limite de velocidade, na sua mota  Harley Davidson e a multa foi cerca de 104.000 dólares na época. Este princípio da proporcionalidade no castigo, leva os políticos  tentados a participar num caso de corrupção,  a pensar duas vezes antes de serem tentados a cruzar o limite da legalidade. E tem resultado.

20 setembro, 2013

Paços Ferreira com muitas dividas mas com luxos! O povo paga

O edifício Cidade Tecnológica de Paços de Ferreira 

O município de Paços de Ferreira tem uma dívida total assumida de cerca de 50 milhões de euros. A autarquia recorreu, inclusive, ao PAEL - Programa de Apoio à Economia Local, pedindo um empréstimo no valor de 6,3 milhões de euros. Entretanto, a PFR Invest, Sociedade de Gestão Urbana- empresa municipal de Paços de Ferreira, lançou o concurso público para a construção do edifício administrativo da Cidade Tecnológica de Paços de Ferreira (CITEC). Esta obra tem um custo (inicial) de 4.293.819.00 €.
Mais um caso em que a austeridade nada pode perante a vontade de um autarca português. fonte

Mais exemplos de despesismo que os autarcas tanto gostam