O "Correio da Manhã" escreve que Jaime Paulo Oliveira Resende, (Genro de Narciso Miranda) deputado de Matosinhos, eleito pela lista independente encabeçada por Narciso Miranda, conseguiu uma mais-valia superior a 16 milhões de euros num negócio de compra e venda de terrenos em Alfena, Valongo. Comprou um lote por quatro milhões e vendeu por vinte, a alteração do PDM que permite a construção da zona industrial que está agora em discussão pública, depois do Governo ter desafectado o terreno como Reserva Ecológica Nacional.
O deputado desmente o lucro, garantindo que apenas ganhou meio milhão de euros após o pagamento de impostos. Diz que o fundo que avaliou o terreno em 20 milhões só lhe pagou seis e nega que vá receber o remanescente que conta da escritura ( 14 milhões)."
O deputado desmente o lucro, garantindo que apenas ganhou meio milhão de euros após o pagamento de impostos. Diz que o fundo que avaliou o terreno em 20 milhões só lhe pagou seis e nega que vá receber o remanescente que conta da escritura ( 14 milhões)."
Para que não se duvide que este é já um "modus operandi", típico e muito difundido entre os nossos políticos, aqui vão mais exemplos flagrantes, descarados e impunes.
Imóveis em mirabolantes negócios.
A PROMISCUIDADE ENTRE NEGÓCIOS E POLÍTICOS CONTINUA, O ESTADO É O ABUSADO DE SEMPRE, O POVO O ROUBADO DO COSTUME.
"Já agora vai uma achega sobre a negociata dos terrenos da Tertir.
1 - Os terrenos eram da TERTIR.
2 - Os terrenos e a Tertir foram comprados pela MOTAENGIL.
3 - O JORGE COELHO passou a ser um dos patrões da MOTAENGIL.
4 - O JORGE COELHO foi Ministro das Obras Públicas, quando NARCISO MIRANDA foi seu Secretário de Estado.
5 - O projecto da nova sede da MOTAENGIL terá sido encomendado ao GENRO do NARCISO MIRANDA. (Jaime Paulo Oliveira Resende)
6 - Mais palavras para quê?
E ainda vêm falar de sondagens, de carisma autárquico, de competência, de isenção, de defensor do Povo, de isto, de aquilo... Verborreia meus senhores!!!"fonte
A PROMISCUIDADE ENTRE NEGÓCIOS E POLÍTICOS CONTINUA, O ESTADO É O ABUSADO DE SEMPRE, O POVO O ROUBADO DO COSTUME.
"Já agora vai uma achega sobre a negociata dos terrenos da Tertir.
1 - Os terrenos eram da TERTIR.
2 - Os terrenos e a Tertir foram comprados pela MOTAENGIL.
3 - O JORGE COELHO passou a ser um dos patrões da MOTAENGIL.
4 - O JORGE COELHO foi Ministro das Obras Públicas, quando NARCISO MIRANDA foi seu Secretário de Estado.
5 - O projecto da nova sede da MOTAENGIL terá sido encomendado ao GENRO do NARCISO MIRANDA. (Jaime Paulo Oliveira Resende)
6 - Mais palavras para quê?
E ainda vêm falar de sondagens, de carisma autárquico, de competência, de isenção, de defensor do Povo, de isto, de aquilo... Verborreia meus senhores!!!"fonte
COMPRAR POR 60 MILHÕES, AO ESTADO, TERRENO QUE VALIA MAIS DO DOBRO.
"O Bloco de Esquerda (BE) solicitou à Direcção-Geral do Património, esclarecimentos sobre a venda dos terrenos da Tertir em Matosinhos (zona do Freixieiro) e em Alverca.
Helena Pinto, autora do documento, suscita dúvidas sobre a forma como decorreu o processo, nomeadamente o valor pago ao Estado pela empresa, cerca de 60 milhões de euros. A administração da Tertir diz estar "tranquila". Mas "só o terreno onde está instalado o Terminal do Freixieiro está avaliado em cerca de 130 milhões de euros".
Este responsável vai mais longe e assegura que os 60 milhões pagos ao Estado pelos dois terminais foram calculados através "de uma avaliação efectuada pela própria Parpública". (Parpublica, a protectora dos interesses do povo)
No requerimento enviado ao ministro das Finanças, Helena Pinto questiona ainda se "foi feito algum concurso público, ou acto administrativo equivalente, que possibilitasse a outros agentes a participação na alienação dos terminais" e se a Tertir apresentou, ao abrigo do previsto na cláusula 18.ª do acordo de concessão, uma proposta de aquisição dos terrenos e imobilizado. fonte
Este responsável vai mais longe e assegura que os 60 milhões pagos ao Estado pelos dois terminais foram calculados através "de uma avaliação efectuada pela própria Parpública". (Parpublica, a protectora dos interesses do povo)
No requerimento enviado ao ministro das Finanças, Helena Pinto questiona ainda se "foi feito algum concurso público, ou acto administrativo equivalente, que possibilitasse a outros agentes a participação na alienação dos terminais" e se a Tertir apresentou, ao abrigo do previsto na cláusula 18.ª do acordo de concessão, uma proposta de aquisição dos terrenos e imobilizado. fonte

O artista em questão é genro do narciso miranda e por isso já tá habituado
ResponderEliminarE sabemos todos disto, sabe você mais ainda, no entanto não podemos fazer nada contra o abuso e roubo do estado.
ResponderEliminarQuando é que nos iremos convencer que já não temos uma democracia em Portugal, mas sim uma ditadura.
Que votar não é um direito mas um crime pois pactua-se com criminosos.
Ditadores que ditam regras e leis para se auto favorecer e tornar mais poderosos, leis que despojam o povo de todo e qualquer poder de intervenção.