31 Outubro, 2011

Jorge Coelho e o percurso atribulado e duvidoso da Mota-Engil.

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Por incrível que pareça ao consultar esta compilação irá perceber que em Portugal os "suspeitos" reincidem uma e outra vez, sem pudor, o que reflecte falta de medo, de vergonha e excesso de impunidade. 
Salta à vista que todos os personagens interagem em promiscuidade entre o sector público e o privado, entre a politica e os negócios, lesando o estado e esgueirando-se entre as malhas da lei, demasiado esburacada, diga-se.
Neste caso os protagonistas são Jorge Coelho, Paulo Campos e a Mota-Engil... 
O acumular de "fumo" pode ser um forte indicio de "fogo". Mas que fumegam muito isso é um facto consumado e revelado pelas noticias que inundam a imprensa.

Jorge Coelho. Nasceu em Viseu, 1954
Licenciado em Organização e Gestão de Empresas (UTL). Militante do PS.
Chefe de gabinete do secretário de Estado dos Transportes  (1983 a 1985)
Deputado (1987 a 1995)
Chefe de gabinete do secretário de Estado adjunto dos Assuntos Sociais, Educação e Juventude do Governo de Macau (1988 a 1989)
Secretário adjunto para a Educação e Administração Pública do Executivo de Macau (1989 e 1991)
XIII Governo Constitucional (1995 a 1999):
- Ministro Adjunto - Ministro da Administração Interna
XVI Governo Constitucional (1999 a 2002):
- Ministro Adjunto
- Ministro de Estado e do Equipamento Social. Na pasta das Obras Públicas atribuiu à Mota-Engil as concessões de duas Scut. Ninguém colocou um travão nesta sociedade paralela entre politicos e empresários que se tem prolongado e lesado o estado, até hoje.
Demitiu-se em 2001 em consequência do acidente de Entre-os-Rios.
Ex-consultor das empresas Martifer, Visabeira e Novabase
Administrador da CONGETMARK

Um acumular de estranhas "coincidências" que falam por si, nas citações abaixo. 
Sinta-se livre de navegar neste oceano de abusos, se se sentir enjoado, basta mudar de página. Se gostou repita, e navegue no caso BPN.
cargos favores mota engil
CLIQUE NA IMAGEM PARA AMPLIAR.
MAIS COINCIDÊNCIAS ESTRANHAS..
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VANTAGEM DE TER SIDO MINISTRO
VENDE-SE CARGO A TROCO DE OBRA


1- Jorge Coelho‘deu’ à Mota-Engil maiores negócios das SCUT e posteriormente tornou-se presidente executivo da Mota-Engil.
Não há ilegalidade, mas há muita promiscuidade. A construtora passou a ter dois ex-ministros e um ex-secretário de Estado das Obras Públicas na direcção
a) - Jorge Coelho atribuiu mais de mil milhões de euros em concessões rodoviárias a consórcios liderados pela Mota-Engil enquanto ministro. E agora prepara-se para liderar aquela que é a maior construtora portuguesa- Mota Engil . Ilegal? Não. Mas levanta questões de ética e de potenciais conflitos de interesses.
João Cravinho, o antecessor de Jorge Coelho na pasta das Obras Públicas disse ao Expresso, sem querer comentar este caso em particular, que “é intolerável definir parcerias público-privadas e depois gerir esses interesses particulares”. Mas a Mota-Engil é uma empresa de ex-governantes.
b) - Durante a sua passagem pelo Ministério do Equipamento Social (Obras Públicas), 1999 e 2001, Jorge Coelho tem intervenção em duas das principais auto-estradas SCUT atribuídas à Mota-Engil: Na altura, era secretário de Estado Luís Parreirão, que há quase seis anos é um dos principais gestores da Mota-Engil e responsável pelas concessões.
c) - Com uma extensão total de 104,8 km, a SCUT IC1 foi adjudicada por 293 milhões de euros. A SCUT do antigo IP5,  foi adjudicada por 717 milhões de euros. O concurso arrastou-se e acabou por ser adjudicado um mês depois pelo seu sucessor Ferro Rodrigues, mas foi totalmente conduzido por Coelho.
d) - É também Jorge Coelho que assina o segundo acordo de reequilíbrio financeiro com a Lusoponte, onde a Mota-Engil é accionista de referência.
e) - A Mota tem tradição em contratar ex-ministros das Obras Públicas. O social-democrata Valente de Oliveira é vogal da administração da Mota-Engil, onde entrou depois de protagonizar aquele que ficou conhecido como o caso ‘Grande Porto’. Esta SCUT, com 537 milhões de investimento, acabou nas mãos da Mota depois da Ferrovial ter ganho o concurso decidido por Ferro Rodrigues e ter sido desclassificada por questões processuais. No final, o Estado desembolsou 100 milhões de euros adicionais.

2 - De um dia para o outro, concessões rodoviárias, que custavam nicles ao tesouro público, passaram a custar 600 milhões. Quem saiu beneficiado? Uma empresa do universo Mota-Engil, essa entidade omnipresente.
a) -  Sócrates e Paulo Campos mudam a lei para beneficiar objectivamente uma construtora em total prejuízo do dinheiro público. Perante este facto objectivo, o Ministério Público não pode actuar, não pode perguntar, não pode indagar?
b) - Paulo Campos. O autor moral desta governação-amiga-da-construtora-amiga está no parlamento, aliás, está nas comissões que tratam directamente de obras públicas. 
c) - "Marques Mendes afirma que renegociação de concessão de auto-estradas entre o Governo de José Sócrates e o grupo da Mota-Engil, em 2010 representam 1,4 mil milhões de euros de prejuízos para o Estado.
"A não haver uma justificação muito clara e muito objectiva, eu diria que estamos perante um caso de polícia", avisou Marques Mendes. E as pessoas podem ser levadas a pensar que se está perante um caso de “promiscuidade ou de negociata pelo meio”.
d) - Os números foram apontados, a propósito da polémica com Paulo Campos, ex-secretário de Estado e agora deputado do PS, na comissão de Economia e Obras Públicas. O caso ganhou nova polémica com a empresa KPMJ a frisar que os dados que Campos usou , não era da sua responsabilidade, ao contrário do que inicialmente se pensava.
No negócio de 2010 que passou de custos zero para prejuízos para o Estado de 1,42 mil milhões Euros por exigências (aceites) da Mota Engil.
e) - Para Mendes, que o Grupo Mota Engil “faça uma exigência dessas é um problema seu”, porque “está a defender o seu interesse particular”. “Agora, que o Governo tivesse aceitado aquela exigência isso é que é absolutamente irresponsável. Porque é suposto o Governo defender não o interesse particular mas sim o interesse público”, acrescentou.
“Assim se fez a gestão ruinosa e irresponsável de José Sócrates e Paulo Campos [ex-secretário de Estado das Obras Públicas]”, concluiu.
3 - O Ministério Público apreendeu documentos no âmbito da Operação Furacão que indiciam o envolvimento da Mota-Engil no pagamento de ‘luvas’ a decisores políticos.
Num total de seis milhões de euros a quatro decisores políticos, que directa ou indirectamente estiveram relacionados com o concurso daquela SCUT.

4 - COMPRAR POR 60 MILHÕES, AO ESTADO, TERRENO QUE VALIA MAIS DO DOBRO.
"O Bloco de Esquerda (BE) solicitou esclarecimentos sobre a venda dos terrenos da Tertir em Matosinhos (zona do Freixieiro) e em Alverca.
Helena Pinto, autora do documento, suscita dúvidas sobre a forma como decorreu o processo, nomeadamente o valor pago ao Estado pela empresa, cerca de 60 milhões de euros, "só o terreno onde está instalado o Terminal do Freixieiro está avaliado em cerca de 130 milhões de euros".
O responsável  assegura que os 60 milhões pagos ao Estado pelos dois terminais foram calculados através "de uma avaliação efectuada pela própria Parpública".(Parpublica, o garante da defesa dos interesses do estado!!)
a) - Entrega de Alcântara a empresa da Mota-Engil pode ser inconstitucional. O prolongamento do prazo de concessão do maior terminal de contentores no porto de Lisboa até 2042, assinado entre a administração portuária e uma empresa da Liscont ( grupo Mota-Engil) e defendido pelo Governo, sem concurso público, é fortemente criticado.
Para o fiscalista, o polémico negócio pode pôr em causa o princípio constitucional da concorrência.
"O Estado não pode vincular-se de forma quase perpétua a uma empresa" diz ainda que o contrato com a Liscont "pode ser lesivo para o erário público".
b) - "Não assinaria este contrato." É desta forma que Damião de Castro, presidente do porto de Lisboa entre 2002 e 2004, reage ao documento que o PÚBLICO lhe pediu para analisar, sem entrar em mais pormenores. Numa intervenção pública recente Damião de Castro disse ser inútil a longo prazo o alargamento do terminal de contentores de Alcântara e defendeu a sua transferência para a Trafaria, na Margem Sul, até por causa da contestação que existe ao alargamento do terminal, que já motivou a entrega de uma petição com mais de dez mil assinaturas no Parlamento.
c) - A Administração do Porto de Lisboa (APL) revelou que o MP interpôs uma ação judicial para pedir a "anulação e a nulidade" da prorrogação do contrato de concessão do terminal de contentores de Alcântara.
d) - BE Referindo que ficou "muito claro que este era um péssimo negócio para o Estado português, onde não estavam acautelados os interesses públicos, e que era um negócio que ia dar muitos milhões de lucro à Liscont".
d) - "Estamos perante um contrato que levanta as maiores dúvidas sobre a sua legitimidade e o seu interesse para o país" , sustentou o deputado comunista Manuel Tiago, acrescentando que o "interesse da empresa" Liscont "está bem acima nas prioridades desse contrato" .

5 - PJ fez buscas a empresa da Mota-Engil, ao Porto de Lisboa, a consultoras e a um arquitecto.
Ao todo, apurou o DN, foram realizadas 15 buscas, nas quais foram recolhidos vários documentos com interesse para a investigação, que suspeita de favorecimento do Estado ao grupo empresarial liderado pelo ex-dirigente socialista Jorge Coelho.

6 - Mota-Engil controla 70% das operações portuárias. É a maior e mais importante empresa do ramo da construção civil e obras públicas em Portugal, mas a Mota-Engil detém uma liderança ainda mais evidente e incontestada no complexo e diversificado ramo da operação logística, e o transporte ferroviário de mercadorias.
Esta predominância na actividade portuária foi conseguida com a compra do grupo Tertir, anunciada em 2006.
"Já agora vai uma achega sobre a negociata dos terrenos da Tertir.
1 - Os terrenos eram da TERTIR.
2 - Os terrenos e a Tertir foram comprados pela MOTAENGIL.
3 - O JORGE COELHO passou a ser um dos patrões da MOTAENGIL.
4 - O JORGE COELHO foi Ministro das Obras Públicas, quando NARCISO MIRANDA foi seu Secretário de Estado.
5 - O projecto da nova sede da MOTA-ENGIL terá sido encomendado ao GENRO do NARCISO MIRANDA. (Jaime Paulo Oliveira Resende)
fonte

7 - O director geral da Takargo garantiu que o uso de combustível mais barato pelos comboios da empresa não representa nenhum favorecimento, uma vez que a transportadora da Mota Engil está apenas a utilizar uma isenção permitida pela legislação nacional.
A Takargo, o único operador ferroviário privado licenciado para o transporte de mercadorias, pertence ao universo Mota-Engil. 
De acordo com a edição de hoje do DN a utilização deste combustível representa para o Estado menos 200 mil euros de receitas fiscais todos os meses.

8 - António Mota, presidente do grupo Mota-Engil, está a ser ouvido no DCIAP, pela equipa de investigação da Operação Furacão, tendo sido constituído arguido por indícios da prática de crimes de fraude fiscal agravada e branqueamento de capitais, soube o SOL.
Detectou-se, em buscas efectuadas em 2005 a quatro bancos (BPN, Finibanco, BES e BCP), um esquema de fuga ao fisco e branqueamento de capitais, descobriram-se facturas falsas emitidas a sociedades offshore pela Lusoscut – o consórcio de empresas liderado pela Mota-Engil.
a) - Mota já liquidou parte dos impostos devidos ao fisco, mas falta-lhe pagar centenas de milhares de euros. Mas uma fonte próxima do inquérito Furacão acrescentou, ao JN, que "a situação da Mota-Engil não é fácil de deslindar, envolve valores muito elevados e continua em investigação", pelo que ainda podem vir a ser apurados novos valores em dívida.
b) - Esta versão é diferente da que Proença de Carvalho, advogado do presidente da Mota-Engil comunicou aos jornalistas, ao lado de António Mota: "A empresa regularizou a situação fiscal que está em causa há vários anos".
c) - O processo tem mais de 500 arguidos e, como os esquemas engendrados pela Mota-Engil para fugir ao fisco eram muito complexos, a administração fiscal só recentemente apurou novos valores da alegada fraude do grupo. Na primeira fase da investigação, contabilizara um valor na ordem dos milhões de euros, que a Mota-Engil já liquidou.

9 - A Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) está a investigar a Mota-Engil, para perceber se terá havido abuso de informação privilegiada.
Em causa está um acordo entre o Estado e a AENOR, uma empresa da Mota-Engil responsável pelas concessões de duas SCUT que o Governo quer portajar.
O contrato que prevê as alterações nestas SCUT foi assinado em Julho, mas só foi tornado público em meados de Outubro
Neste intervalo de tempo, as acções da construtora valorizaram 42,4 por cento. Ganhos que geraram as suspeitas da CMVM. (Fonte salteadoresdaarca.com)
Sobre uma queda geral na bolsa a imprensa afirma que "A destoar completamente desta razia, esteve a Mota-Engil que viu a sua capitalização engordar em 5 milhões de euros."
a) - O Governo já adjudicou a concessão da Grande lisboa, disse Paulo Campos, secretário de Estado das Obras Públicas e Comunicações.
"Hoje mesmo recebi o relatório da Comissão de avaliação da Concessão e hoje mesmo já o despachei",
"Daqui a alguns dias saberão quem é o feliz adjudicatário", acrescentou.
Mota-Engil é apontada, como vencedora. Alguns dealers têm, inclusivamente, justificado a recente
valorização da Mota-Engil com a possibilidade de vitória da concessão
da Grande Lisboa. 

10 - A GNR vai levantar dois autos de contraordenação à construtora Mota-Engil por extração de inertes em dois locais não licenciados no concelho de Alijó, disse hoje à Lusa fonte daquela força policial.
A extraçao do saibro estaria a ser utilizado nas obras de construção do IC5.  Era extraído numa extração em zona de Reserva Ecológica Nacional (REN).
"A extração de saibro, está sujeita a processos de regulamentação muito exigentes. Esta exploração não obedeceu a qualquer tipo de licença", salientou.
O vereador salientou que se trata de uma "atividade que gera fortes impactos ambientais e que, exercida ilegalmente, se revela altamente lucrativa".

11 - «Jorge Coelho entrou no capital da Valor Alternativo, empresa que gere um fundo cujos titulares estão a ser investigados por burlas com o IVA, por sugestão de Dias Loureiro. O ex-ministro da Administração Interna do PS investiu cerca de cem mil euros, o que corresponde a uma participação de 7,5%. Dias Loureiro também é sócio minoritário, com uma quota de 30,5%.» [Correio da Manhã]

12 - Dias Loureiro e Jorge Coelho são accionistas da Valor Alternativo, uma sociedade anónima gestora que administra e representa o Fundo de Investimento Imobiliário Valor Alcântara, que foi constituído com imóveis adquiridos com o produto de reembolsos ilícitos de IVA, no montante de 4,5 milhões de euros. A Valor Alternativo e o Fundo Valor Alcântara têm a mesma sede social, em Miraflores, Algés, e os bens deste último já foram apreendidos à ordem de um inquérito em que a Polícia Judiciária e a administração fiscal investigam uma fraude fiscal superior a cem milhões de euros.» in “Publico

13 - A situação não deixa de chocar o sector perante o cenário que se desenha. Na facturação da Mota, o peso das encomendas do Estado ronda os 60%, e a empresa não esconde a ambição de assegurar uma boa parte dos 20 mil milhões de euros de investimento em infra-estruturas públicas já anunciado pelo Governo para os próximos cinco anos. A construtora está a preparar-se para concorrer a todas as concessões rodoviárias, ao aeroporto, à nova ponte sobre o Tejo, ao TGV, às barragens e a todos os grandes projectos em curso.

FONTES CONSULTADAS
Parpublica.Outra história de gestão destrutiva da nação e de impunidade. video
http://www.rtp.pt/noticias/?t=GNR-levanta-dois-autos-de-contraordenacao-a-Mota-Engil-
Negócios que corrompem o dinheiro do povo. video
Mudaram a lei para legalizar estes crimes contra o povo. video
http://aeiou.expresso.pt/e-que-tal-reestruturar-o-dr-jorge-coelho
http://aeiou.expresso.pt/capitalismo-chico-esperto
http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=3696
http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/scut-portagens-estradas-
http://2010.sol.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=3578
http://fliscorno.blogspot.com/2008/04/jorge-coelho-perfil-cv-biografia.html
http://vagaliberdade.forumotion.com/t3219-coelho-deu-a-mota-engil-maiores-negocios-das-scut
http://sicnoticias.sapo.pt/pais/2010/04/19/contentores-mppede-anulacao-e-nulidade-da-prorrogacao-
ttp://www.destakes.com/redir/01496a538d85594983170aa3f7f4c2e1
fonte fonte, fonte fonte
http://caldeiraodebolsa.jornaldenegocios.pt/
http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1665326
http://www.dn.pt/bolsa/interior.aspx?content_id=1686692

2 DESABAFOS DE PORTUGUESES TRAÍDOS.:

  1. Sabia que Portugal tinha uns políticos fruto da revolução dos cravos, que não valem o ar que respiram, mas e após começar a ler esta matéria, foi-me subindo uma onda de revolta na minha mente e tal qual uma tsunami foi ganhando elevadas proporções. Antes de chegar ao fim da leitura, uma vontade bem cimentada estava em minha mente: acabar com essa raça de gente é uma obra de caridade e quem o fizer deve ser tratado como herói pelo serviço prestado à Nação Portuguesa.
    Começo a entender os porquês das torres gêmeas irem abaixo a 11 de setembro 2001, segundo dizem (os americanos são trambiqueiros até dizer chega) as noticias relacionadas com o facto, Osama bin Laden, foi o responsável . Portugal necessita de ter os seus Osamas Bin Laden, que planejem uma boa estratégia para acabar com essa raça duma só vez.
    Estou disponível, e como é por uma boa causa, ponho desde já o meu esqueleto ao serviço da dita cuja. Apareçam os homens e as Bristes de Almeida e vamos a eles que se faz tarde.
    O que já fez esse salafrário do Jorge Coelho é mais do que suficiente para arrastar para a miséria todos os portugueses, que fruto do seu trabalho carregam o país nas costas durante gerações, e ainda anda esse ladrão de colarinho branco cheio de GÓ GÓ a pavonear-se nas “passarelas” do poder e não lhe acontece nada?
    Os nossos antepassados do TEMPO DAS CARAVELAS, devem estar a dar volta nos túmulos morrendo de raiva, vendo o que se está a passar com o legado que nos deixaram ficar já todo desbaratado, mais o país completamente falido.

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    1. Obrigado desde já pelas palavras e pela ajuda e incentivo que incutem.
      É realmente estranho saber que existe esta sub espécie de cancro que corrói as entranhas das sociedades, e ninguém se escandaliza, ninguém levanta uma mão contra.
      A impunidade é sem dúvida o seu maior alimento.. Prossegue o seu percurso doentio sem medo de nada nem ninguém, reincidindo no crime e nos actos imorais... intocável.
      A classe politica e a justiça servem-lhe de tapete, para atenuar os solavancos que possam dificultar-lhe o percurso na ascensão.
      A revolta é o sentimento natural que isto provoca, mas mais revoltante são aqueles que não se revoltam e acatam pacificamente, todos os sacrifícios que este tipo de empresas impõem a uma sociedade. Submissão, sobrecarga de impostos, perdas de direitos e de autonomia etc.
      A nação é destes lordes da economia e da politica, que a usurparam e que usam o povo apenas como escravos dos impostos e figurantes de uma democracia teatral.
      Obrigado mais uma vez pela partilha, pelo desabafo que permite a mais portugueses sentirem que é normal sentir-se revolta quando o descaramento ultrapassa tudo e todos.

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