Presidente da Comissão Europeia envolvido em escândalo de mega fraude fiscal: Luxleaks





Luxleaks: único acusado é o jovem que denunciou a fraude.
O francês Antoine Deltour trabalhava na auditora PwC e diz ter agido "por convicção" ao denunciar os acordos fiscais secretos entre o Luxemburgo e as grandes empresas. Em entrevista ao diário francês Libération, o homem que é agora acusado no Luxemburgo por roubo, violação de segredo comercial e acesso proibido a dados da auditora PricewaterhouseCoopers (PwC) diz que não se arrepende do que fez.
"Desde o início agi por convicção, pelas minhas ideias e não porque quisesse aparecer nos jornais", afirmou o ex-funcionário da PwC.
Hoje com 28 anos, Deltour começou a trabalhar como estagiário na multinacional de auditoria e em 2008 tornou-se auditor. Dois anos depois demitiu-se, desencantado com o seu trabalho. "Fui descobrindo que a realidade do sistema é o seu radicalismo: uma prática generalizada de otimização fiscal. Não queria contribuir para isso", disse Deltour na entrevista ao Libération.

O ex-auditor diz que nunca pediu qualquer compensação em troca das informações que copiou na empresa em 2010 e depois ofereceu a várias ONG que lutam contra a fraude fiscal e pela justiça na economia. Mas só depois, quando foi contactado por um jornalista do canal France 2, é que esses documentos vieram a público. Depois da emissão do programa em 2012, a PwC apresentou queixa, mas só na quinta-feira passada o autor da fuga de informação foi ouvido pela justiça luxemburguesa.
presidente união europeia fraude corrupçãoO caso "Luxleaks" envolve o atual presidente da Comissão Europeia que foi responsável por alguns dos acordos secretos quando chefiava o governo luxemburguês. O escândalo foi publicado pelo Consórcio Internacional de Jornalistas de Investigação, que junta jornalistas de vários países, mas não conta apenas com os documentos de Antoine Deltour, que diz nunca ter contactado com o Consórcio. A investigação divulgou casos de acordos secretos promovidos pelas outras grandes multinacionais da auditoria, como a KPMG, Deloitte e Ernest & Young.

O custo da energia em Portugal, é 40% superior à de França.





De visita a Portugal, após ser empossado presidente da PSA Peugeot Citroën, Carlos Tavares estará reunido com o secretário de Estado dos Transportes, Sérgio Monteiro, para falar sobre energia e logística.
Um dos assuntos que será tratado durante o encontro será o desnível de preços da electricidade praticados pela indústria a nível europeu. "Os preços da electricidade em Portugal são 40% mais altos do que em França", afirmou Carlos Tavares durante uma mesa redonda com jornalistas portugueses.

“O custo da energia é 40% superior a França o que é uma penalidade muito grande, porque a indústria automóvel usa muita electricidade sobretudo na pintura. Os custos de energia para um país como o nosso têm de ser os mais baixos possíveis e é difícil, obviamente.”
“Este é um factor de não competitividade. Tudo o que puder ser feito para melhorar os preços da energia vai ajudar não só a indústria automóvel mas muitas outras indústrias. Temos uma força que é a nossa energia renovável, e podemos trabalhar para fazer com que a energia limpa baixe os custos para sermos mais competitivos”, salientou.
O presidente executivo do grupo de automóvel francês levantou o véu sobre os temas que discutirá com o secretário de Estado, Sérgio Monteiro, que além da energia incluirá assuntos relacionados com a logística. Neste aspecto, Carlos Tavares considera de vital importância a construção de uma linha ferroviária que permita escoar os automóveis da fábrica de Mangualde para o Porto de Vigo, onde posteriormente serão exportados.
Recorde-se que a PSA possui uma fábrica de produção automóvel localizada em Mangualde onde são produzidos os comerciais Berlingo e Partner.

EM BAIXO, OS VIDEOS QUE EXPLICAM COMO A EDP POSSUI MAIS FORÇA QUE O INTERESSE NACIONAL

António Costa a grande ilusão, que serve a rede de clientes/parasitas do estado.



Em baixo, deixo-os com algumas opiniões sobre o que António Costa fará a Portugal, quando ganhar o poleiro.
A comunicação social já tomou o seu partido, e essa opção será seguida cegamente pelos eleitores.
A comunicação social é uma máquina de manipulação que em Portugal não tem travão, pois possui a liberdade e o poder de transformar, aos olhos do povo, o mais cobarde criminoso, num herói.
“Se você não for cuidadoso, os jornais farão você odiar as pessoas que estão sendo oprimidas, e amar as pessoas que estão oprimindo.” Malcolm X
A comunicação social que como sabemos está nas mãos dos poderosos e dos partidos mais ricos, consegue fazer ganhar eleições a quem defender os interesses gananciosos das clientelas e não os interesses dos cidadãos.

"A grande ilusão
A comunicação social está a fazer um esforço tremendo para impingir António Costa ao povo português como se ele tivesse a varinha mágica para a solução dos problemas nacionais – como se ele fosse a salvação do país.
Está em marcha uma gigantesca campanha de propaganda apoiada numa imensa teia clientelar criada em torno da Câmara de Lisboa, tudo para dar a vitória ao PS nas próximas eleições legislativas.
Não importa que grande parte dos problemas políticos e financeiros com que Portugal se debate tenha sido originada por governos em que Costa participou;
não importa que o PS e um governo seu tenham criado no passado uma tal rede de promiscuidades políticas e económicas que levou à demissão do próprio líder socialista e primeiro-ministro de então.
O que importa é que o PS chegue rapidamente ao poder para distribuir pela sua clientela faminta e vingativa os milhares de lugares bem remunerados no aparelho de Estado e empresas públicas.

Gaia financia 75 bolsas de cursos de línguas a colégio privado com dividas ao fisco.

Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia, irá oferecer no dia 21 de Fevereiro (2014) 75 bolsas de estudo à empresa Lancaster College de Mitchell & Sousa Lda.
As bolsas em cursos de línguas, são destinadas a famílias carenciadas? 
Toda a gente sabe que o sonho e a urgência de qualquer família carenciada é uma bolsa para aprender línguas. Até porque isso é algo que não existe na escola obrigatória.
E é assim que assistimos ao desbaratar de dinheiro público, fingindo que se ajudam as famílias carenciadas, quando na verdade se está a ajudar empresas de amigos carenciadas/ falidas e incumpridoras?1º Esta empresa encontra-se insolvente;
2º Não tem a situação contributiva regularizada quer na Segurança Social, quer na Autoridade Tributária;
3º Não entregou o modelo de IRC e IES nos anos de 2010, 2011 e 2012 à Autoridade Tributária.

O convite do evento:




Fonte: Página Facebook Wikileaks


"Sócrates representava uma bomba relógio para a qualidade da democracia portuguesa."


Henrique Neto deixa uma mensagem de aviso a António Costa. Está na hora de mudar, começando por limpar a casa no próximo congresso. Mas se ele optar por seguir em frente, mantendo os mesmos que conduziram Portugal à falência, dentro de algum tempo rebobinaremos o mesmo filme de tráfico de influências e de promiscuidade entre a política e os negócios, colocando com isso em risco o próprio regime democrático.

Por Henrique Neto (Deputado na AR pelo Partido Socialista, 1995-1999.)

A Encruzilhada do Partido Socialista
Na manhã de sábado passado recebi, como presumo todos os militantes socialistas, uma mensagem do novo Secretario Geral do PS António Costa, iniciada como segue: “Caras e Caros Camaradas, Estamos todos chocados com a notícia da detenção de José Sócrates”.
A mensagem está muito bem escrita, mas confesso que não fiquei chocado e há muitos anos que esperava os acontecimentos do passado fim de semana, na convicção de que José Sócrates representava uma bomba relógio para o prestígio do PS e para a qualidade da democracia portuguesa.
Escrevi-o vezes sem conta, na tentativa de chamar à razão os socialistas e com o objectivo de defender o PS do opróbrio público e de proteger o regime democrático. Não por quaisquer razões de inimizade pessoal.

Por isso mesmo, não retiro qualquer satisfação pessoal com a detenção de José Sócrates, que é inocente até prova em contrário, deixando que a justiça portuguesa decida de forma justa e de acordo com os factos encontrados na investigação, se for esse o caso. Todavia, já não faço o mesmo relativamente ao julgamento político dos governos de José Sócrates e daqueles que, de forma indigente, o seguiram em muitas das decisões erradas que conduziram Portugal à ruína e ao empobrecimento dos portugueses.

TAP dá prejuízo porque foi usada para comprar empresas falidas: uma brasileira falida e uma portuguesa do GES?

Qual a sua opinião sobre a privatização da TAP? Deixo-o com algumas opiniões e factos que o podem ajudar a formar a sua.
Em baixo poderão ler alguns exemplos de gestão danosa, na TAP, que lesaram a empresa, os trabalhadores e o país. Mas o mais grave, é que após a leitura dos dados abaixo expostos, ficamos ainda mais cientes da nossa impotência como cidadãos, incapazes de travar as injustiças, os crimes e os criminosos.
E é perante essa impotência e impunidade que devemos analisar e perceber a privatização da TAP.
Esta é a minha opinião baseada nos dados fornecidos em baixo, e tendo em conta o país corrupto em que vivemos e vamos continuar a viver, já que as sondagens das intenções de voto, assim o indicam.
Seja por gestão danosa, por incompetência, ou seja pelo que for, o Grupo TAP dá prejuízo, é um facto. A única maneira de evitar que ela seja gerida de forma danosa e evitar que dê prejuízo, talvez seja privatiza-la. Porque é também um facto que as empresas privadas, procuram maximizar o lucro, têm incentivo em cortar custos, tentam ser mais eficientes e não compram empresas falidas, como se fez na TAP, que comprou a Portugália falida, a peso de ouro, 140 milhões (do grupo GES) e a VEM (Empresa de manutenção da falida Varig, sediada no Brasil que já custou 500 milhões). 
Os próprios funcionários da TAP, reconhecem que a empresa já está a ser "injusta" para os trabalhadores mas ainda não foi privatizada? Então eles querem travar a privatização para proteger quem se actualmente já:
-Não se protegem os interesses dos trabalhadores, 
-Não se protege o interesse nacional 
-Não se protege o interesse da empresa 
-Não se protege o interesse dos passageiros, 
-Não se protegem os postos de trabalho
Reconhecem portanto que a TAP está já caótica, vulnerável a mãos criminosas ou/e incompetentes, apesar de não ter sido ainda privatizada. 
O problema da TAP não é vir a ser privatizada, é estar num país onde a corrupção e a má gestão é premiada e protegida.
Os responsáveis pela má gestão ou gestão danosa, não são responsabilizados escapam sempre impunes e até são premiados. O ideal seria penalizar os responsáveis pelos negócios ruinosos da TAP, e substitui-los, mas como se pode constatar, ninguém fala sequer em responsáveis ou responsabilidade pelas compras danosas da TAP.
Neste país, os responsáveis apenas têm uma responsabilidade, que é a de receber os salários dourados e os bónus. 
Se a TAP está a ser mal gerida e a ser usada para salvar empresas falidas de "amigos", está a lesar o interesse nacional, a lesar os trabalhadores e a empresa... se a privatizarem, o que pode piorar?
Será que apenas temos duas opções? Privatizar e lesar o interesse nacional ou não privatizar e continuar a lesar o interesse nacional?
Por isso é importante perceber o que é que já está a funcionar mal, e como é que a privatização o pode melhorar ou piorar.
A defesa dos direitos dos trabalhadores e da sustentabilidade da TAP, não me parece estar ameaçada pela privatização, porque pelo que vemos, essas ameaças já existem agora. 
Lutar pelos direitos dos trabalhadores e exigir uma boa gestão é um luta que se pode travar tanto numa empresa privatizada como noutra qualquer. O problema é que a privatização da TAP, significa também perda de poder dos seus 11 sindicatos?
Esta foi a minha opinião, em baixo partilho a dos trabalhadores... Mas não se esqueça, todos os casos referidos em baixo, injustos, graves, lesivos e estranhos, se passam na TAP actualmente, ou seja, antes de ela ser privatizada..
 
- As privatizações são feitas por todo mundo, por exemplo no Reino Unido, com a venda aos privados de muitas empresas anteriormente detidas pelo Estado, designadamente a British Petroleum (BP), British Telecom (BT) e a British Airways, mas as privatizações das empresas estatais, significam também perda de poder dos sindicatos.
- Fernando Pinto, que era presidente da brasileira Varig (entretanto falida), é escolhido para liderar a comissão executiva a companhia nacional (Outubro de 2000, Diário de Notícias)
- A aquisição da VEM teve lugar sem a necessária autorização do Governo. Em causa está uma falha que poderá obrigar a que o negócio – que já custou à TAP cerca de 500 milhões de euros desde 2007 – seja nulo do ponto de vista jurídico. Ao Diário Económico, fonte oficial da TAP assegurou apenas que "todo o processo da VEM foi acompanhado pela tutela directa da TAP [Ministério das Obras Públicas à altura liderado por Mário Lino], merecendo a sua concordância".

Texto de Ricardo Garcia Pereira. 
Desafio todos os que se opõem à greve e apoiam a privatização a ler o resto do texto para que fiquem a conhecer a realidade da TAP.
Saberão certamente que esta é a segunda greve do Sindicato dos Tripulantes de Bordo em 14 anos. Desta vez juntaram-se os outros 11 sindicatos, dos 12 000 trabalhadores da TAP.
Saberão, também, que a TAP andava a ludibriar o Acordo da Empresa há anos, e não cumpria o estipulado relativamente a:
- descansos entre voos;
- ao direito a passar um a cada 7 fins-de-semana com a família;
- ao reforço de tripulações em voos maiores;
- redução de horário de mães lactantes;
- horas de voo contínuas;-etc.

Director do SEF, suspeito dos vistos gold, foi nomeado por António Costa no governo Sócrates.


Paulo Macedo não queria manter Palos quando tomou posse, mas foi o CDS, de Portas, que se opôs à sua substituição no cargo, quando este governo entrou em funções. 
Entre os 11 detidos pela PJ estão também o presidente dos Registos e Notariado e a secretária-geral da Justiça, além de três chineses. Todos são suspeitos de corrupção na atribuição de vistos gold.
Secretária-geral do Ministério do Ambiente apresentou demissão.
O director do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), Manuel Jarmela Palos, e o presidente do Instituto dos Registos e Notariados (IRN), António Figueiredo, foram detidos na sequência de uma investigação por suspeitas de crime na atribuição de vistos gold.

Na megaoperação Labirinto, que mobilizou 200 inspectores da PJ em todo o país, foi ainda detida a secretária-geral do Ministério da Justiça (MJ), Maria Antónia Anes. A PJ interceptou-a à saída da secretaria, na Rua do Ouro, na Baixa de Lisboa.
A PJ fez também buscas na secretaria-geral do Ministério do Ambiente (MA), liderada por Albertina Gonçalves. Esta responsável, que é sócia do ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, num escritório de advogados, não foi detida. O ministro, como nenhum outro membro membro do Governo, não é visado neste inquérito, salientou já a Procuradoria-geral da República (PGR).

(...)No total, a PJ deteve 11 suspeitos de participarem no esquema relacionado com a atribuição de vistos. Uma outra foi detida por posse de arma proibida. Entre os detidos estão funcionários e dirigentes do IRN e três cidadãos chineses ligados a empresas que agilizam as atribuições de Autorização de Residência para Investimento (ARI), mais conhecidas por vistos gold.
A PJ realizou 60 buscas e demorou-se principalmente no IRN e em instalações dos ministérios da Justiça, da Administração Interna e do Ambiente. Centenas de documentos foram apreendidos. Ao início da noite, os inspectores analisavam ainda essas provas que podem vir a ser relevantes para consolidar as suspeitas relativas a crimes de corrupção, tráfico de influências, peculato e branqueamento de capitais. A sede do SEF em Porto Salvo, Oeiras, foi um dos locais alvo de buscas assim como a sua Direcção Regional de Lisboa, Vale do Tejo e Alentejo.

Enquanto não tivermos um povo critico, com educação e um grau de exigência que exija políticos sérios, não teremos políticos sérios.

Neste video:
Henrique Neto - Os eleitores exercem a cidadania como se a politica fosse "clubismo", agarram-se a um partido para a vida, de forma acrítica, façam eles os erros que fizerem, os fieis elegem sempre o "seu" partido.
Medina Carreira - Não adianta renovar todos os partidos, fazer uma revolução e acabar com estes partidos, porque a Itália já fez isso e voltou tudo ao mesmo. Enquanto não tivermos um povo critico, com educação e um grau de exigência que exija políticos sérios, não teremos políticos sérios.



A pedagogia politica será a única forma de combater a corrupção politica, de forma eficaz e duradoura.
- E Portugal está a mudar? João Cravinho responde que sim, e diz que isso se deve também à menor tolerância e resignação da opinião pública com a corrupção.
- Maria José Morgado salientou a importância da blogosfera e de alguma comunicação social, na denúncia de "enriquecimentos súbitos de titulares de cargos políticos, esbanjamento de dinheiros públicos, crimes financeiros e porosidade entre poder político e poder empresarial".

Para aqueles que continuam a acreditar que a corrupção só se resolve com sangue, tumultos e lutas de rua, aqui ficam algumas opiniões que mostram que o combate também deve ser feito através da informação/divulgação e pedagogia de forma a despertar, naturalmente, a indignação e a intolerância do povo, à corrupção.
É fundamental expor de forma clara, a todos os cidadãos, como se processa e perpetua a corrupção em Portugal. Denunciar os crimes, a impunidade, o descaramento e descontracção dos corruptos é um acto de cidadania. 
Ao divulgar a forma como os nossos impostos e o nosso bem estar, são constantemente ameaçados pelos corruptos, as pessoas começam a perceber que os políticos foram os responsáveis por danos inimagináveis ao país e aos portugueses. A sustentabilidade e soberania do país está ameaçada, gerações inteiras empenhadas e endividadas, que viverão escravizadas, para pagar constantes saques de impostos, idosos a passarem dificuldades para pagar politicas incompetentes, adultos condenados ao desemprego e humilhação graças aos governos sem visão e sem escrúpulo que fingem que gerem o país.
O combate à corrupção começa em cada um de nós, com a nossa vigilância, com as nossas manifestações de indignação, a intolerância aos abusos e saques. A nossa desatenção, inércia e silêncio perpetua e alimenta a corrupção. 
Temos o dever de passar a palavra para que o máximo possível de portugueses conheça os contornos e a gravidade do descaramento dos corruptos, por forma a que os eleitores sejam capazes de punir nas urnas, os que merecem ser punidos e apoiar aqueles que lutam pelo povo. Só sendo justos defenderemos a democracia e o país. 
Esta é a fórmula mágica dos países onde a corrupção foi praticamente eliminada. Nos países nórdicos, as leis não são muito diferentes das nossas... a diferença está na atitude dos cidadãos, que são atentos, defendem o país e não toleram corruptos. São eleitores interessados e informados. Essa deveria ser a função de todos nós, mas nós insistimos em nos demitir da nossa principal função como protectores da democracia e justiça, pois tal como diz o povo e bem... "Patrão fora, dia santo na loja" Isto é Portugal, o povo é o patrão que está sempre ausente, os corruptos estão como querem e fazem o que querem.

Vale tudo para que o poleiro não saia das mãos dos corruptos.


A CORRUPÇÃO EM ESPANHA VERSUS PORTUGAL
Novo programa de Paulo Morais e Marinho Pinto, na CMTV. Alguém acredita que o BES está falido? O BES fazia lavagem de dinheiro, um negócio que só dá lucro. 




Em Espanha já abriram os olhos e deram inicio à caça ao corrupto, para que a podridão do sistema seja varrida de raiz.
Paulo Morais e Marinho Pinto, neste video, sem papas na língua explicam porque em Portugal os políticos corruptos e outros criminosos de colarinho branco, ficam sempre impunes. A lei é feita por escritórios de advogados que dominam o parlamento. E todos se protegem porque todos têm telhados de vidro e sabem que se um for apanhado pela justiça irá arrastar com ele, muita gente importante. Denunciam ainda o caso BES e a mentira de que o BES está sem dinheiro.
Fogo contra fogo, analisa escândalo no Luxemburgo e bes
Marinho Pinto explica ainda porque é que os honestos e sérios se afastam da politica. Porque aqueles que querem combater e denunciar a corrupção são atacados pelos corruptos, pela comunicação social e até pelos cidadãos. Por isso se afastam os honestos da politica.
Tanto na justiça como na politica é difícil ser honesto e justo e fazer um bom trabalho, porque perde-se muito estar contra os corruptos, somos perseguidos atacados.
Existe em Portugal um défice elevadíssimo de cidadania, as pessoas em vez de punirem e censurarem os corruptos, elegem-nos e punem e censuram os honestos.

Em Espanha a justiça continua a prender centenas de políticos corruptos, em Portugal continuamos a ver processos atrás de processos a prescrever ou a serem inocentados.
Em Portugal tudo continua na mesma, o povinho adora o sistema podre, que há 40 anos saqueia o país. Um gang de partidos, unidos que se apoderaram do país, que se sustentam com os nossos impostos e que para manter tudo isso alimentam uma farsa onde fingem defender o povo e opor-se aos ladrões.
Mas tudo não passa de uma farsa bem montada, que em 40 anos mantém este sistema onde todos os partidos da velha guarda, saíram a ganhar e o país a perder.
Os partidos que ganham o poleiro usufruem do pote dos impostos e distribuem esses mesmos impostos para garantir a manutenção do sistema. Subsídios milionários de milhões de euros a partidos e sindicatos... que supostamente deveriam defender o povo mas têm que manter-se amigos e em paz com os governos... enfim, ainda há quem acredite que isto funciona.
Compram também a comunicação social, essa máquina impune de fazer eleitores cegos e acríticos, que facilmente fabricam cidadão que adoram o opressor e a odeiam quem os quer libertar.
Inventam qualquer coisa para derrubarem e desacreditar aqueles que lutam contra o sistema. E o zé povinho nem percebe que está a colaborar na farsa e no saque do seu próprio dinheiro e país.
Vale tudo para que o poleiro não saia das mãos daqueles que há décadas o parasitam. Incluindo empurrar os eleitores para a abstenção quando já existem alternativas de voto que oferecem a mudança.
Em Espanha "SI PODEMOS" em Portugal não poderemos, porque "si", continuaremos a cometer os mesmos erros de sempre e a esperar resultados diferentes. Os fanáticos e beneficiários dos partidos do sistema, continuarão a votar nos partidos do sistema, o que será suficiente para os legitimar, e esses mesmos partidos pagam a muita gente para convencerem os eleitores descontentes a continuarem a votar nulo, branco ou abster-se, e o país terá garantido os de sempre no poleiro.
A abstenção faria sentido se não tivéssemos alternativas, mas agora há. Si Podemos, votem diferente e em quem tem o cadastro limpo. O passado limpo. 

Quem vive muito acima das suas possibilidades é o Estado, a classe política e os gestores públicos

85% da divida foi gerada pela corrupção de décadas. PS, PSD, CDS... 


Quem vive muito acima das suas possibilidades é o Estado, a classe política, os gestores públicos.
A mentira mais repetida na vida política portuguesa é a de que os portugueses vivem acima das suas possibilidades, trabalham pouco, ganham demasiado e deveriam poupar mais. Nada de mais errado: este conjunto de mitos constitui um embuste.
O primeiro mito é o de que os portugueses vivem acima das suas possibilidades, fazem férias caras e compram bens que não deviam. Um logro. Quando adquirem bens ou serviços, os cidadãos fazem-no ou com o seu dinheiro ou a crédito. No primeiro caso, estão no seu direito. Na segunda hipótese, a responsabilidade será sempre do cliente; ou, se resulta de má avaliação ou ganância por parte da banca, é por esta que deve ser assumido o prejuízo.
Muito pelo contrário, quem vive muito acima das suas possibilidades é o Estado, a classe política, os gestores públicos e todos os que comem da manjedoura que é o orçamento do estado. O português comum, esse, infelizmente, tem vivido muito abaixo do nível médio do europeu.

O segundo mito, em Portugal trabalha-se pouco. 
Uma falsidade. Os nossos trabalhadores cumprem horários semanais dos mais extensos da Europa. Estão é mal enquadrados e são mal dirigidos. Na administração pública, a gestão é fraca, os dirigentes, "boys" partidários, são, na sua maioria, habilidosos caciques e organizadores de campanhas, mas péssimos gestores.

Gomes Ferreira pede à REN e GALP para ensinarem todo o país a também escapar aos impostos.


Neste video José Gomes Ferreira explica quais são os poderes e interesses que realmente comandam Portugal.


"GALP e REN não pagam contribuição extraordinária sobre o sector energético. Em causa estão 60 milhões de euros. Com a contribuição extraordinária sobre o sector energético, o Estado esperava arrecadar 150 milhões de euros."

A GALP e a REN conseguiram arranjar alçapões nas leis que lhes permitiu fugir a um imposto, ou seja lesar o estado e ganhar milhões.
Os maiores escritórios de advogados do país, pagos a peso de ouro para fazerem as leis que supostamente deveriam proteger o estado, deixam alçapões/falhas nas leis que depois vendem ás grandes empresas para lesar o estado, legalmente. Claro depois lucram milhões a trabalhar "para" o estado e ganham mais milhões a ensinar os ricos a poupar milhões, com esses alçapões deixados nas leis.
Um regabofe que nenhum governo mostrou vontade de travar.
José Gomes Ferreira, desolado com a impotência que já todos sentimos, perante a injustiça e a inércia dos que deveriam defender o estado de direito, deixa uma mensagem onde já nem apela à justiça, pelo contrário, apela aos prevaricadores que ensinem a todos os cidadãos a prevaricar.
Se está tudo perdido que roubem todos, Portugal está a saque?

Peço à Galp e à REN que façam um grande favor aos contribuintes
Exmos Srs Presidentes executivos da Galp e da REN, Engenheiro Ferreira de Oliveira e Dr. Rui Vilar:
Peço-vos encarecidamente que divulguem, o mais rapidamente possível, os pareceres jurídicos que vos levam a não pagar a contribuição extraordinária sobre o sector energético de 2014.
Será um grande favor, um verdadeiro serviço público, que farão a todos os contribuintes portugueses.

Os juristas que trabalharam para as vossas empresas, pagos a preço de ouro, são, certamente, grandes especialistas.
Tão bons especialistas que conseguem arranjar argumentos para não cumprir uma lei da República, a Lei do Orçamento do Estado de 2014, onde o imposto extraordinário está previsto.
Por favor, divulguem esses pareceres para todos nós, contribuintes portugueses, podermos deixar de pagar a sobretaxa de IRS ao Estado.
Sabem, é que os contribuintes normais não têm possibilidade de pagar estudos desses. E certamente que os argumentos invocados para não pagar a sobretaxa de IRC, são certamente utilizáveis para nós não pagarmos a sobretaxa de IRS. Basta copiá-los.

O Orçamento de 2015 distribui os impostos pelos grupos económicos que capturaram a politica e finanças públicas. Paulo Morais

Paulo Morais "traduz" para linguagem criminal, o que realmente significa o Orçamento de 2015 e claro os muitos Orçamentos em Portugal. A submissão dos contribuintes, que por ordem dos governos, são obrigados a pagar impostos para sustentar o regabofe dos ricos e parasitas.

"Orçamento de esbulho
O Orçamento de Estado de 2015 (OE 2015) é um documento incompreensível para a maioria dos cidadãos. E opaco. Mas o pouco que se lhe adivinha é trágico: garante negócios milionários às empresas do regime, banca e construtores, e vem introduzir ainda mais alterações a um sistema fiscal hipercomplexo em constante mudança.

(Neste video Paulo Morais garante que o OE favorece "padrinhos")


Uma das maiores despesas será com juros da dívida pública, mais de 8 mil milhões, que consomem 60% da coleta do IRS! O estado gasta em juros mais do que gasta com todo o sistema de educação (7,7 mil milhões). Um absurdo! Esta situação, crónica, provoca uma sangria nas finanças públicas que urge estancar de uma vez por todas.

(Os juros e quem ganha com eles?) 

Diogo Quintela: "O leitor tem opinião sobre o caso José Sócrates? Não tenha"

socrates preso estrangeiro
"O governante que legalizou a sua própria fraude fiscal"
O leitor tem opinião sobre o caso José Sócrates? Não tenha.
Isso configura um delito de julgamento na praça pública.
A não ser que ache que José Sócrates está a ser vítima de justicialismo.
Nesse caso, tem licença de porte de opinião.

Para não haver dúvidas, aqui vai uma cartilha com o que é admissível pensar:
  • a) Avaliar a hipótese de José Sócrates ser culpado? Não se pode.
  • b) Levantar dúvidas sobre a idoneidade do juiz Carlos Alexandre? Pode-se.
  • c) Questionar as reais motivações do procurador Rosário Teixeira? Pode-se.
Em termos de limitação à liberdade de opinião, só é proibido achar que José Sócrates pode ser culpado
  • d) Sugerir que Joana Marques Vidal orquestrou este charivari? Pode-se.
  • e) Desconfiar de um propósito tenebroso do sistema judicial? Pode-se.
  • f) Suspeitar de manipulação obscura pela comunicação social? Pode-se.
  • g) Insinuar que o Passos Coelho lucra com isto? Pode-se.
  • h) Alvitrar que Portas é que devia ir preso por causa dos submarinos? Pode-se.
  • i) Considerar que Cavaco Silva tem negócios ilícitos com os seus amigos do BPN? Pode-se.
  • j) Conjecturar que isto é tudo uma cabala montada pelo PSD para distrair dos vistos gold? Pode-se.
Em termos de limitação à liberdade de opinião, só é proibido achar que José Sócrates pode ser culpado. Quem violar esta disposição tem de se haver com a brigada de trânsito em julgado. De resto, é tudo debatível.

António Costa é um email que traz consigo um insustentável anexo chamado "déjà vu".


"António Costa é do pior que há na politica" o servidor de clientelas famintas. 


Neste video Marinho e Pinto compara António Costa a "eucalipto que seca tudo à volta". O advogado dá como exemplo o que aconteceu na autarquia de Lisboa com Helena Roseta e Sá Fernandes.
Marinho e Pinto refere ainda que acredita que António Costa negociou a liderança parlamentar do PS com Ferro Rodrigues um mês antes das eleições primárias do partido.
O líder do novo Partido Democrático Republicano afirma que para ter de novo “o pântano em todo o seu esplendor” só falta agora que António Costa ganhe as eleições legislativas com maioria absoluta e que António Guterres seja Presidente da República – o que seria “a cereja sobre o bolo”.
António José Seguro dava mais garantias de honestidade política do que os atuais dirigentes do PS.

"Com os mesmos bacilos não se conseguem vacinas diferentes.

António Costa é "empratamento" novo de cozinhado requentado; altamente indigesto e propenso a intoxicações alimentares fatais; traz consigo uma legião de bactérias gulosas também elas idosas, uma verdadeira "praga parlamentar", financeira e assessora parasita.
António Costa é a continuidade da degradação nacional onde ela ainda é possível; a continuidade da mentira despudorada, o costas voltadas aos interesses nacionais; o perpetuar do banditismo organizado nas mais altas esferas do poder nacional.
António Costa é o 2º turno de Passos Coelho que foi o segundo turno de José Sócrates, e assim sucessivamente.

Qualquer pessoa sabia não haver justificação para a vida de luxo de Sócrates em Paris. Menos ele...


Por JOÃO MIGUEL TAVARES
Durante muitos anos, eu fiz parte do grupo dos “obcecados”.
De cada vez que falava em José Sócrates num texto – e falei muitas vezes –, as pessoas suspiravam, os leitores criticavam, os amigos gozavam, os colegas bocejavam.
Diziam: lá vem ele outra vez, mas porquê esta obsessão?, Sócrates já nem sequer está no governo, este tipo nunca lhe perdoou tê-lo processado, a fulanização em política é uma forma de populismo.
E durante muitos anos, eu tentei explicar pacientemente, persistentemente, teimosamente, que José Sócrates era diferente, que era único, que não se podia comparar a ninguém, que ele era a pior coisa que nos tinha acontecido desde o PREC. Porque se é certo que o ex-primeiro-ministro teve muitos opositores, boa parte deles, de Daniel Oliveira a Pacheco Pereira, sempre se recusaram a ver em Sócrates o que não se via em nenhum outro – por muitas falhas que lhe fossem apontadas, ele era tratado como mais um, os problemas eram menos dele do que do “sistema”, os seus erros e as suas mentiras, diziam os grandes intelectuais anti-fulanização, eram partilhados por muitos mais.

Ministro Grego que comprou os submarinos, apanha 20 anos de prisão, em Portugal é a inércia.

CASO DOS SUBMARINOS ARQUIVADO, NOTICIA FRESQUINHA.
Ministério Público arquiva processo dos submarinos.

Corrupção, a alma do negócio. Submarinos afundam estaleiros de Viana. 



"Portugal esplendoroso
Há cerca de dez anos, os governos dos dois países mais pobres da União Europeia, Portugal e a Grécia, gastaram mil milhões de euros, cada um, em armamento sofisticado. Cada país comprou, então, dois submarinos topo de gama. Um consórcio francês e outro alemão candidataram-se a vender a mercadoria, mas ambos os países escolheram o alemão.
Muita gente se indignou, então, pois entendia que deveria ter havido um debate nacional sobre a necessidade desse armamento ou sobre se a quantia astronómica que ele custava não seria mais bem empregue noutros serviços públicos, tanto mais que o ministro da defesa andara antes das eleições a fazer promessas aos idosos, chegando até a ir, de madrugada, para filas de utentes nos centros de saúde. Mas nada! O primeiro-ministro e o ministro da Defesa mantiveram-se inflexíveis quanto à realização do negócio. E ele, claro, consumou-se.

Na altura falou-se que havia subornos mas, como sempre, não havia provas. Porém, algumas vozes continuaram a questionar o negócio e sobretudo a falar de indícios de crime. Então, as autoridades alemãs decidiram investigar e rapidamente concluíram que, sim senhor, houvera subornos. E mais: que, para ser escolhida, a empresa vendedora dos submarinos pagara 30 milhões de euros aos gregos e outros 30 milhões aos portugueses. E acusaram, julgaram e condenaram os administradores dessa empresa por um crime que, entre nós, corresponderia a corrupção ativa.
As autoridades da Grécia também investigaram e logo descobriram o lado grego do binómio, ou seja, quem é que tinha sido corrompido. E então prenderam, julgaram e condenaram o seu ministro da Defesa a 25 anos de prisão. Em Portugal, porém, nunca se descobriu nada e o ministro português da Defesa que comprara os submarinos é hoje o "irrevogável" vice-primeiro-ministro que todos conhecemos.
Síntese para distraídos: A justiça alemã condenou cidadãos alemães por corromperem cidadãos gregos e portugueses. A justiça grega condenou pelo menos um cidadão grego, nada mais que o seu antigo ministro da Defesa, por se ter corrompido; a justiça portuguesa anda, há mais de cinco anos, a tentar descobrir quem é que, em Portugal, foi corrompido. Portugal é mesmo um país esplendoroso!

Negócios em que não houve crime
Na véspera das eleições, ministros atribuem a urbanização de luxo interesse público.
Portucale: Em 2005, nas vésperas de eleições, dois ministros do CDS e um do PSD atribuem a uma urbanização de luxo, em reserva ecológica, o interesse público que vinha sendo negado nos 15 anos anteriores. Nesse dia, são abatidos mais de mil sobreiros. O MP investigou, mas concluiu que… não houve crime.

Edifício é vendido de manhã por 14 milhões e à tarde é revendido por 19 milhões.
Edifício dos CTT: Um edifício público é vendido, às 10 horas, por cerca de 14 milhões de euros e às 15 horas do mesmo dia é revendido por cerca de 19 milhões de euros. Logo a seguir, os revendedores levantam um milhão de euros em dinheiro que desaparece. Os tribunais concluíram que… não havia crime.

Clara Ferreira Alves critica a detenção de Sócrates. Coitado foi detido na manga do avião?

Afinal Sócrates tinha bilhetes de avião para o Brasil para 24 de Novembro.
Espero que agora, alguns dos que atacaram a justiça em defesa de um politico (entre outros) que arruinou o país, tenham vergonha de ter perseguido os que estão a tentar fazer justiça.

É nos momentos de aflição que se vê quem são os amigos.
Os amigos de Sócrates, claro. Andavam disfarçados de comentadores isentos e patriotas para conquistarem o seu público, mas eram afinal mais uns dos que à socapa manipulam o povo, pró PS. Fingindo que são contra a corrupção, e que são pelo país, pela justiça e verdade.
É nestas alturas que se vê quem são os "amigos" e quem são os isentos e verdadeiros.
Porque o momento é grave para a corrupção mas radioso para a democracia, por isso alguns não conseguiram ocultar de que lado estão. Porque é agora que se deixam cair as máscaras e o espírito de seita vem ao de cima.
Antes clamava-se por justiça e criticava-se a inércia da justiça, mesmo quando esta está a investigar o processo submarinos, BPN, Monte Branco, etc mas agora que ela actua (no pobre srº), exigem que ela recue e tudo fazem para a desacreditar.
De repente está tudo preocupado com o Sócrates e não com o país? Torcem para que a justiça falhe e seja suave?
Exigem saber quais as provas,, mas também exigem que se respeite o segredo de justiça. Exigem saber porque é que houve prisão preventiva, mas depois queixam-se da violação do segredo de justiça. Criticam o juiz, a policia, o tribunal, os jornalistas, todos são criminosos do 3º mundo, agora repudiados, que maçam o desgraçadinho do Sócrates.
Só a malta do PS é pode falar do assunto, ou os que defendem o Sócrates, todos os outros que se calem porque estão a fazer "julgamento em praça pública"?? Vale tudo para salvar o desgraçadinho. 
Então e os que comentam a favor dele, como o artigo que se segue, a manipular a informação inocentando-o, também não é julgamento em praça pública? Os julgamentos tanto o são para condenar como para ilibar... mas ao que parece os defensores de Sócrates são tão cegos, que a incoerência é já o único prato do dia.

Clara Ferreira Alves no Expresso a propósito da detenção de José Sócrates: 
(A azul coloquei a minha opinião/critica em relação ao que a CFA, afirma)
"A Justiça é antes de mais um código e um processo na sua fase de aplicação. Ou seja, obediência cega, essa sim cega, a um conjunto de regras que protegem os cidadãos da arbitrariedade. Do abuso de poder. Do uso excessivo da força. Essas regras têm, no seu nó central, uma ética. Toda e qualquer violação dessa ética é uma violação da Justiça. E uma negação dos princípios do Direito e da ordem jurídica que nos defendem.
Num caso de tanta gravidade como este, o da suspeita de crimes graves e detenção de um ex-primeiro-ministro do Partido Socialista, verifico imediatamente que o processo foi grosseiramente violado. Praticou-se, já, o linchamento público. Como?
(A justiça é tudo isso e já agora o que é a politica? A politica enquanto exercício de cargos públicos tem, no seu nó central, uma ética. Serve para proteger os cidadãos do abuso do poder, do saque dos impostos, da bancarrota, dos interesses que lesam o bem comum. Serve ainda para proteger o país de toda e qualquer violação dessa ética pois violar essa ética é uma violação da democracia, uma violação do estado de direito, uma violação da integridade da soberania do país, uma violação do contrato sagrado entre eleito e eleitores, uma violação dos direitos humanos, uma ameaça ao estado social e a todos os valores que alicerçam uma nação autónoma e justa.. uma traição. 
Mas isso não a preocupa? 
Essa ética tem sido constantemente violada de forma cobarde e descarada e isto não é uma opinião é um facto que está à vista de todos. Basta olhar para um país inteiro falido e empobrecido, para o provar, infelizmente isso não serve de prova na justiça, caso contrário poderíamos prender todos os que directa ou directamente gerem Portugal há décadas danosamente ou irresponsavelmente. 
Mas isso não a preocupa?
O País está sempre falido ou em vias de, enquanto políticos e amigos enriquecem de forma inexplicável. 

Mas isso não a preocupa? 
Critica-se a justiça porque agora é tudo culpa da justiça? Porque não fazia... porque faz, porque não pode fazer. Mas poucos sabem que a corrupção em Portugal, tal como reconhece o presidente da TIAC, é sistémica (video em baixo),  anula o poder dos organismos reguladores e legisladores, porque a corrupção em Portugal já atinge esses mesmos organismos ou está dentro deles.
Linchamento público é o que se tem feito aos portugueses que há muito foram sumariamente condenados a pagar o saque de que são vitimas e não autores, em toda a comunicação social e comunicados de políticos, se acusam os portugueses de viverem acima das suas possibilidades e agora vão ter que pagar. 
Mas isso não a preocupa?)

1) Detendo o suspeito numa operação de coboiada cinemática, parecida com as de Carlos Cruz e Duarte Lima, a uma hora noturna e tardia, num aeroporto, quando não havia suspeita de fuga, pelo contrário. O suspeito chegava a Portugal. Porque não convocá-lo durante o dia para interrogatório ou levá-lo de casa para detenção?  
(Uma saída discreta num carro normal ás escuras e sem acesso a ninguém só um relance de uma câmara que nada mostra, é uma coboiada? Cinemática? A uma hora tardia? Foi a policia que lhe marcou o voo e o adiou? Esta senhora sempre foi fã secreta de Sócrates e agora caiu a máscara. Condoída de pena do sr milionário? Não havia perigo de fuga? Ele adiou a viagem e vive fora do país, claro que não havia perigo de fuga. Perigo de destruir provas, algumas fontes afirmam que ainda teve tempo de pedir à empregada para ir esconder o seu computador.(!!!).) 

Ferro Rodrigues: “Tou-me cagando para o segredo de Justiça” Escutas mostram o verdadeiro espírito PS?


As famosas escutas que mostram como os partidos tudo fazem para livrar os seus comparsas da cadeia.


Agora com o Sócrates preso querem fragilizar a justiça a todo custo, até pela violação do segredo de justiça pegam, no entanto quando lhes convém a eles violar o segredo de justiça, fica bem há vista o desprezo e desrespeito pela lei.
"António Costa diz que não tem qualquer comentário a fazer aos excertos de escutas telefónicas entre dirigentes do PS que foram revelados pela SIC.
A estação de Carnaxide revelou novos excertos de escutas telefónicas entre Ferro Rodrigues, António Costa e Paulo Pedroso que terão estado na origem da ordem de prisão preventiva decretada pelo juiz Rui Teixeira.
Trata-se de uma série de telefonemas que o Ministério Público entendeu como «tentativa de perturbação do inquérito». Os excertos das conversas reveladas pela SIC referem-se ao dia da detenção de Paulo Pedroso.
A SIC afirma que Ferro se referia a um almoço entre Jorge Sampaio e o Procurador-Geral da República.

FRASES DAS CONVERSAS 
Às 09h02 António Costa diz a Pedroso: “Já fiz o contacto”.
O deputado responde: “Sim”. Costa disse que ía falar imediatamente com o procurador do processo, “portanto, o Guerra”. “Receio que a coisa já esteja na mão do juiz visto que é o juiz que tem de se dirigir à Assembleia. Pá, talvez o teu irmão seja altura de procurar o Guerra”.
Às 10h50 João Pedroso disse ao irmão: “O João Guerra está incontactável. Tá numa reunião, mas penso que é aquela que nós sabemos”.

Empresa de amigo de Vítor Gaspar contratada para assessorar privatização da EDP e da REN

Terá sido o próprio ministro das Finanças, Vítor Gaspar, a dar indicações à CGD para subcontratar a empresa Perella Weinberger Partners para assessorar o Estado na venda da EDP e da REN. 
Paulo Cartucho Pereira, amigo de Vítor Gaspar e sócio da Perella Weinberger Partners.
A notícia conta que os administradores da Caixa Geral de Depósitos António Nogueira Leite e Nuno Fernandes Thomaz manifestaram a sua discordância com todo o processo, que está a ser investigado pelo Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP).

"A contratação da firma norte-americana esteve desde o início envolta em polémica. Não só por se tratar de uma empresa, alegadamente, sem experiência em privatizações e sem historial de conhecimento da área da energia, mas também porque o seu nome foi posto em cima da mesa pelo ministro das Finanças", escreve o Público. 
"E já depois de ter sido elaborada uma lista restrita, com nomes de assessores financeiros, que não incluía a Perella. A exclusão dos candidatos portugueses, como o BESI (que seria contratado pelos grupos que venceram as duas privatizações), o BCP e estrangeiros, levou alguns deles a questionar a opção governamental."

Os esquemas e rastos que incriminaram Sócrates, passo a passo até à prisão.

Alegadamente foram encontrados 25 milhões numa conta secreta na Suiça, em nome do amigo de Sócrates, Santos Silva.
Sócrates utilizava o amigo, a mãe, o motorista, a ex mulher e outras pessoas como testas de ferro para "lavar" e fazer circular o dinheiro. Um dos esquemas usados, era a compra e venda de casas, comprava casas a ele próprio ou à mãe e ex mulher baratas, e vendia muito mais caras a Santos Silva, que alegadamente era quem tinha o dinheiro de Sócrates, portanto comprava-as com o próprio dinheiro.
Para justificar a vida de luxo, utilizou também um esquema com a Octapharma, onde ganhava 12 mil euros, mas como já nem os 12 mil euros eram suficientes, para disfarçar as suas despesas, Sócrates daria dinheiro ao Joaquim Lalanda de Castro, o seu amigo dentro da Octapharma, para que este lhe pagasse esse dinheiro disfarçado de bónus da empresa.
Conheça em baixo os muitos esquemas obscuros que compõem este escândalo do caso Marquês.

@@ Actualizações 26/9/15 - Carlos Santos Silva, amigo de José Sócrates, tinha "dezenas de contas" na Suíça, segundo as informações enviadas pelas autoridades daquele país. Essa informação consta do acórdão da Relação, que subscreveu o entendimento do Ministério Público quanto aos prazos do inquérito – 18 meses mais nove, devido à especial complexidade e aos pedidos de cooperação internacional. "O acesso à informação bancária e sobre os procedimentos necessários para a reconstituição de circuitos financeiros, em particular quando refletidos em dezenas de contas, cujo conhecimento foi sendo sucessivamente obtido, é, por vezes, muito complexo e moroso", lê-se no acórdão que teve como relator Rui Rangel, explicando que, face à quantidade de informação remetida pela Suíça, a carta rogatória enviada em novembro de 2013 só foi concluída em fevereiro de 2015. Durante 15 meses, foram sucessivamente enviadas novas informações pelo banco UBS, à medida que eram identificadas "novas contas" em nome do amigo de José Sócrates. Esta situação é descrita pelos juízes para contrariar o alegado pela defesa de que os prazos do inquérito já tinham sido ultrapassados. Ler mais em: 

@@ Actualizações 28/08/2015. Esquemas de Sócrates para ocultar origem do dinheiro. 
Facturas e quadros tramam Sócrates. Quando José Sócrates viajava, as agências de viagens começavam por emitir a factura em seu nome, depois anulavam-na e substituíam-na por uma nota de crédito. Passado algum tempo, emitiam uma nova factura mas já em nome do seu amigo Carlos Santos Silva ou da XLM, uma das suas empresas, que só depois pagavam a despesa das viagens à agência.
Este esquema para ocultar a proveniência do dinheiro foi detectado pelos investigadores da Operação Marquês em buscas a agências e hotéis efectuadas já depois da prisão de Sócrates e é um dos motivos por que este continua em prisão preventiva...

Os vampiros milionários do SNS. O estado ao serviço dos negócios privados.




Neste video é deixado a nu como os favores, o poder promiscuo, e os interesses privados, destroem e desvirtuam o SNS. 
Grupo Sanfil em destaque, uma reportagem chocante que dava um filme, não deixe de ver e divulgar, Portugal precisa.

Fraudes e indícios de corrupção na Grande Reportagem da SIC sobre o Grupo Privado de Saúde Sanfil.
Este é o quarto maior grupo privado de Saúde em Portugal, sendo detido por cinco famílias da região de Coimbra: Amaral Dias, Mira, Fânzeres da Mota, Serpa Oliva e Cardoso. O seu administrador é Henrique Amaral Dias que acumula cargos de administrador em 27 empresas.
A facturação deste Grupo registou um grande crescimento a partir de 2007 com o programa SIGIC (Sistema Integrado de Gestão de Inscritos para Cirurgia), programa que visa encaminhar doentes para cirurgia nos hospitais públicos para os privados por alegada incapacidade do SNS.
Este grupo que facturava 4 milhões em 2001, passou a facturar 44 milhões, em 2012??Video original.

Entre 2008 e 2012 a Sanfil, foi o mais procurado operador do SIGIC, tendo sido responsável por 17.000 operações, o equivalente a 13,5% de todas as operações realizadas ao abrigo deste programa. Como referência, o segundo operador com mais operações realizou menos 7.000 operações. Também é de assinalar que durante este período, o Grupo contava somente com 2 blocos operatórios e 30 camas.
Após a emissão desta reportagem, o Ministro da Saúde Paulo Macedo decidiu enviar o caso à IGAS para proceder a averiguações acerca da gestão do SIGIC e da separação entre o exercício da medicina pública e privada.

A reportagem focou os pontos que se seguem:
@ - Fraude com a ADSE
A Sanfil facturou indevidamente à ADSE medicamentos e equipamentos em colonoscopias e endoscopias, comparticipados em 80% pela ADSE e facturados aos doentes os restantes 20%.
Após averiguação dos medicamentos e equipamentos em causa com profissionais do sector, foi concluído que os medicamentos nunca poderiam ter sido utilizados nesse tipo de intervenções e que as pinças de cirurgia facturadas são equipamento reutilizável, logo não passível de facturação. Nas facturas existentes ainda se detectou que o mesmo equipamento aparece facturado com preços diferentes. Tudo isto para receber do estado, dinheiro que não se gastou. Há quanto tempo e quantas vezes fazem isto? Não se sabe, a reportagem apenas se focou num caso.
Confrontada com esta situação a Administração diz ter encontrado o responsável, alguém de confiança e com uma posição alta no Grupo, garante que lhe instaurou um processo disciplinar e que vai creditar o valor de 69.000€ aos lesados.(!!)
Independentemente do processo disciplinar esta situação é um crime evidente que deveria ser tratado pelo Ministério Público.
A restituição do dinheiro, que não se chega a compreender se é o total ou se é só a parte dos 20% referentes aos doentes, nem como o ADSE aceitará o dinheiro sem qualquer reacção, não iliba a Sanfil.

@@ - Funcionamento sem licença de um TAC
O Grupo manteve em funcionamento um equipamento de TAC sem a devida licença emitida pela Administração Regional de Saúde (ARS).
Confrontado com este facto a Sanfil justificou-se com um Decreto de 2009, que segundo a Sanfil esse decreto exigia apenas ser necessário comunicar a existência do aparelho. No entanto, os equipamentos previsto no referido Decreto não contemplam o TAC devido à radiação envolvida.
O serviço de TAC foi suspenso, após a investigação da SIC, sem qualquer justificação, estando o caso a ser investigado pela ARS desde Dezembro de 2013.

@@ - Aquisição do Centro Hospitalar São Francisco em Leiria barato e limpo
Em Dezembro de 2012 o Grupo adquiriu por 4,1M€ o Centro Hospitalar São Francisco no seguimento do processo de privatização do BPN, sem herdar qualquer das dívidas do Centro. 
Ao assumir a gestão o Grupo procedeu à demissão em bloco da equipa de enfermagem que foi substituída por pessoal com pouca experiência e recém licenciado, assim como de outros quadros médicos, situação já noticiada no Jornal de Leiria.

@@ - Concorrência desleal e investimentos em perigo?
A Idealmed e a Clínica Particular, candidataram-se ao programa SIGIC para colocarem ao serviço do SNS as suas instalações médica e assim dar mais liberdade de escolha aos doentes. O estado paga despesas fixas por cada tipo de cirurgia quando encaminham os doentes para hospitais privados. Mas como a entrada destas clínicas/hospitais traria concorrência à Sanfil até então inexistente, o processo arrasta-se há mais de um ano de forma inexplicável.
No entanto, aquando da reportagem estas empresas aguardavam resposta à 13 meses e 7 meses respectivamente.
Após a SIC ter contactado a Administração Regional de Saúde do Centro (ARSC), estas empresas foram convidadas para uma reunião onde lhes foi comunicado que os processos seriam concluídos em breve. Contudo, ambos os processos teriam de ser submetidos ao visto prévio do Tribunal de Contas, que no caso da Idealmed só aconteceu 11 meses depois da entrada do processo.
O responsável do ARSC não quis ser entrevistado.

@@ - Os facilitadores? 
-- Rita Cristóvão foi contratada em 2013 como Directora de Operações da Sanfil.
Até então era quadro na Autoridade Central de Sistemas de Saúde (ACSS) com o pelouro do SIGIC.
Conflito de interesses com o principal fornecedor de cirurgias. O principal fornecedor de cirurgias ao Grupo Sanfil é o Centro Hospitalar da Universidade de Coimbra. Por coincidência, várias pessoas com ligações estreitas ao Grupo ocupam posições relevantes no Hospital:
-- José Martins Nunes, antigo Secretário de Estado da Saúde do XII Governo Constitucional liderado por Cavaco Silva, Presidente do Conselho de Administração desde 2011 e director do serviço de anestesiologia e coordenador do bloco operatório central desde 2005. Em 2011 pertenceu ao grupo técnico criado pelo XIX Governo Constitucional, liderado por Passos Coelho, para a Reforma Hospitalar.
Foi durante vários anos colaborador da Sanfil, embora não seja encontrada qualquer referência a tal no seu Curriculum. É contudo possível encontrar uma ligação à Sanfil, neste link.
José Martins Nunes foi convidado de honra no jantar de Natal de 2012 sa Sanfil, semanas antes da Sanfil adquirir o Centro Hospitalar São Francisco.
-- João Manuel da Serpa Oliva, membro de uma das famílias, é deputado do CDS com mandato suspenso e foi até Outubro de 2008 chefe do serviço de ortopedia do Hospital.
-- Joaquim Mira, outro membro das famílias, foi oftalmologista no Hospital até se aposentar em 2012.
-- Alfredo Fânzeres da Mota, outro membro das famílias, é o director de urologia e transplante renal.
Mas segundo Henrique Amaral Dias, não passa tudo de uma coincidência... 
Isto traz-nos à memória o famoso caso dos colégios privados, que também padece de muitas... demasiadas coincidências...  

Colecção de vídeos e links sobre casos suspeitos de Sócrates.

A corrupção dos políticos é um crime hediondo e cobarde. Aqueles que são eleitos para representar o país e o povo, vendem-se e traem os que confiaram neles. Aceitam ser pagos/subornados para lesarem o país e o povo e beneficiarem aqueles que os subornam e a enriquecerem-se a eles próprios.
Mas o mais grave é que os corruptos aceitam 20 milhões de euros para lesarem o país e os contribuintes, em 70 mil milhões de euros. Para ganharem alguns milhões não se importam de devastar um país inteiro. Porque para eles nunca há nada a perder, os que perdem, os cidadãos, estão afastados destas negociatas. Tudo se passa entre corrupto e corruptor e nenhuma das partes tem vantagem em denunciar nunca porque ambos cometem um crime e ambos ganham, por isso a corrupção é tão difícil de provar. O povo esse nada sabe e muitas vezes ainda os defende e apoia votando neles ou deixando-os ganhar, com elevados níveis de abstenção. O eleitor português é incapaz de mostrar aos corruptos o verdadeiro poder do voto porque o eleitor não o usa. O voto é a voz do povo mas somos um povo muito calado.

(clique no link para ir para o video)
socrates corrupção vende hospitais segredo

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antonio mexia favores edp corrupção

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O Cavaco Silva desconhecido dos portugueses, em livro.




«Quanto mais sabemos sobre quem foi Cavaco Silva, menos sabemos quem realmente é´, afirma o autor Frederico Duarte Carvalho em «Cavaco Versus Cavaco», livro que estará à venda a partir de 19 de Julho, data simbólica na carreira política do atual Presidente da República, que ostenta no seu currículo três mandatos enquanto primeiro-ministro e outras duas vitórias em eleições presidenciais.
Foi a 19 de julho de 1987 que Cavaco Silva conquistou a sua primeira maioria absoluta e, 25 anos depois, Frederico Duarte Carvalho analisa «todas as polémicas e factos escondidos/esquecidos sobre o político mais influente da democracia portuguesa».
O autor investigou artigos, notícias, entrevistas e declarações públicas reveladoras das contradições e da personalidade de Cavaco Silva ao longo da sua carreira como político, que começou no dia em que se filiou no PPD, a 7 de julho de 1974. Uma data que a maioria dos portugueses desconhece e um facto omisso na autobiografia de Cavaco Silva. Talvez por se tratar de um domingo, dois dias antes de Sá Carneiro se demitir do I Governo Provisório em solidariedade com o então primeiro-ministro Adelino da Palma Carlos.
Para além das mais conhecidas e recentes polémicas, ficaremos ainda a conhecer factos que Cavaco Silva omitiu na sua autobiografia política, tais como:

• O escândalo das benesses do Banco de Portugal, pouco depois de ter sido eleito líder do PSD e que envolvia a oferta de uma viatura para serviço pessoal. Possivelmente, a mesma viatura na qual diz ter ido fazer a rodagem ao congresso da Figueira da Foz.
• O escândalo do tráfico de armas que ficou esquecido graças à moção de censura que lhe deu depois a primeira maioria absoluta em 1987.
• O «Tabu» e a polémica das obras em sua casa, em novembro de 1994, e a acusação de difamação colocada por um jornalista e que obrigou Cavaco a ir prestar declarações como arguido.
• «A traição a Fernando Nogueira e a armadilha a Santana Lopes».
• As ligações com o BPN antes de ser candidato a Presidente da República»
• As palavras de Pinto Balsemão quando Cavaco não aceitou continuar no governo após a morte de Sá Carneiro.

Blindados de 344 milhões que tu pagaste, "apodrecem" em armazém, um caso de polícia.




Há dezenas de Blindados a ganhar ferrugem e a apodrecer num armazém do Barreiro. Foram comprados em 2005. O povinho paga.

 A investigação da SIC teve acesso a documentos que indiciam ilegalidades nas contrapartidas. Em causa estão pelo menos 40 milhões de euros.
Uma fábrica com mais de 60 blindados a apodrecer, que já deveriam estar ao serviço das Forças Armadas, a corrupção e impunidade dá nisto.
A Fabrequipa está parada há quase um ano, com mais de 150 funcionários a receber subsídio de desemprego, por causa de um diferendo que opõe esta empresa a uma outra americana, a quem o Estado português comprou 260 carros de combate PANDUR. O dono da Fabrequipa, que reclama cerca de 100 milhões de euros em contrapartidas à Steyr-GD, diz que este é um verdadeiro caso de polícia, pior que o caso dos submarinos e afirma que o estado é um bando de malfeitores.
Recorde-se que os Estaleiros de Viana também foram uma vitima da corrupção das compras de armamento, mais especificamente os submarinos. Veja o video no final do artigo. 

Portas adjudicou 344 milhões depois de já ter sido demitido.  
O despacho com o nome do vencedor do concurso foi assinado depois de Jorge Sampaio demitir o Executivo. Negócio dos Pandur foi assinado por Governo de gestão.
A adjudicação da compra dos blindados Pandur à empresa austríaca STeyr, em 2004, aconteceu seis dias depois de Jorge Sampaio ter feito saber que ia dissolver o Parlamento. Portugal comprometia-se a gastar 344 milhões de euros na compra de 260 viaturas para o Exército e Marinha., segundo o Correio da Manhã. O contrato foi denunciado no final de 2012 pelo ministro da Defesa, José Pedro Aguiar Branco. DN
No caso dos Pandur, ‘as luvas’ são de 10 milhões e foram colocados em paraísos fiscais. Quanto aos submarinos, as comissões chegam aos 30 milhões e foram pagos à Escom.
O jornal i noticiou ontem que a família Espírito Santo também estaria envolvida na comissão pela compra dos submarinos mas desconhece-se se tiveram alguma participação nos blindados.
Os submarinos comprados ao German Submarine Consortium, em 2004, e os 260 Pandur adquiridos à empresa austríaca Steyr, em 2005, custaram cerca de 1,1 mil milhões de euros, sem juros. Os submarinos custaram 769 milhões de euros – a comprar mais cara de sempre – e os Pandur 344 milhões. SOL
De notar que por questões de segurança nacional, (dizem eles, os fazedores de leis que tão bem os servem), que as compras hiper-milionárias do ministério da defesa estão, por lei, isentas de concurso público? (Segredo militar?) Ficará assim mais claro porque razão se efectuam numerosas compras milionárias e inúteis, quase sempre envoltas em suspeitas de corrupção, neste mesmo sector?

Amigo de Portas ganha 50 milhões.

"3 junho 2013-  o dono da fábrica dos Pandur chega a acordo com firma que processou Estado Português. Fabrequipa recebe contrapartidas.
Francisco Pita, amigo de Paulo Portas e proprietário da fábrica onde eram montados os Pandur, ganhou 50 milhões de euros em dinheiro com o acordo obtido com a General Dynamics, empresa norte-americana que forneceu aquelas viaturas blindadas a Portugal, avança hoje o Correio da Manhã.
A cessação do contrato de fornecimento dos Pandur, que foi assinado quando Paulo Portas era ministro da Defesa, aconteceu seis anos após Francisco Pita ter adquirido a GOM - Gestão e Operações Matalomecânicas, empresa constituída por quadros da antiga Bombardier para ser a destinatária das contrapartidas da aquisição dos Pandur. Segundo o Correio da Manhã pela GOM, o proprietário da Fabriequipa, que era então uma fábrica de semirreboques, terá pago cerca de três milhões de euros em 2006. fonte

Empresa que forneceu 'Pandur' é suspeita de corromper políticos, será por isso que em Portugal tudo correu mal para os contribuintes e pouco se fez por eles?
República Checa tem indícios de que a austríaca Steyr corrompeu políticos. 
'Pandur' chegaram a Portugal no meio de polémica.
A polícia anticorrupção da República Checa está a investigar a empresa austríaca Steyr, que em 2004 vendeu 260 viaturas blindadas Pandur de oito rodas a Portugal, por suspeitas de subornar políticos locais (de dois partidos) envolvidos na compra do mesmo material.
O caso aparenta ser em tudo semelhante ao que ocupa as autoridades alemãs, na polémica sobre a venda de submarinos a Portugal. Segundo o jornal Prague Post, a investigação - a que se juntaram, a pedido do primeiro-ministro, os serviços de informações de segurança - "vai centrar-se em duas questões principais: o alegado suborno de políticos e as razões militares para pagar três vezes mais pelas Pandur do que Portugal".
O jornal adianta que Portugal investiu cerca de 1,4 milhões de euros por cada viatura (em média), ao passo que a República Checa adquiriu 107 por quase 5,3 milhões de euros cada. 
Segundo Lisboa, a razão para a diferença de custos resultou do facto de Portugal ser o primeiro País a comprar um modelo novo de oito rodas. Praga avança outro argumento, segundo o Prague Post: a "inclusão de tecnologia que os portugueses não pediram para as suas viaturas."
Uma fonte lusa precisou que os checos compraram dezenas de viaturas de uma versão "muito mais cara" (torre equipada com canhão, lança-mísseis, lança-granadas e metralhadora, etc).
Portugal, através do então ministro da Defesa, Paulo Portas, comprou 260 viaturas blindadas de rodas (VBR) Pandur 8x8, num processo também envolto em polémica pelo resultado e pelo número. 

Escolha do modelo que chumbou nos testes?
Por um lado, a comissão técnica do concurso tinha recomendado o já comercializado modelo Piranha - da empresa suíça Mowag - e a exclusão da Pandur. Entre outras razões, porque a primeira passou nos testes operacionais e a segunda (viatura nova) chumbou.
Mas a comissão classificou a proposta da Steyr em primeiro lugar porque (num negócio de 364 milhões) era inferior em cerca de 12 milhões de euros à da Mowag. Acresce que o fabricante austríaco aceitava o fabrico das viaturas em Portugal - o que permitia salvar, segundo Portas, a Bombardier e os respectivos postos de trabalho.

Outro aspecto curioso nesse concurso foi o número. 
Segundo a Lei de Programação Militar (LPM) aprovada em Novembro de 2001, o programa das VBR para o Exército previa só 60 viaturas: 10 de reconhecimento e 50 para combate de infantaria. Mas a revisão da lei que se seguiu, já com Portas como ministro, levou à transformação do programa. Na LPM de Maio de 2003 estava inscrita a "aquisição de cerca de 300 viaturas" de emprego imediato nas operações de apoio à paz em que Portugal participa" (o que até hoje não aconteceu).
Mais, quando Portugal já começara a reduzir o número de militares no estrangeiro, as "Grandes Opções de Política para 2004" citam o "exemplo do lançamento do concurso para o fornecimento de 322 viaturas blindadas de rodas". No fim desse ano, acabaram por ser compradas apenas 260, com opção de compra por mais 33 com canhão de 105 mm. Cinco anos depois, as entregas estão muito atrasadas e os defeitos de fabrico por corrigir. DN

Portas perdoou 189 M€ de contrapartidas na compra dos Pandur.
A empresa que forneceu as viaturas blindadas Pandur para o Exército e Marinha apresentou, em Novembro de 2004, uma proposta em que oferecia 705 milhões de euros de contrapartidas, mas o contrato assinado estabeleceu um valor de incentivos à economia de apenas 516 M€, ou seja, menos 189 milhões do que a oferta inicial, escreve o Diário de Notícias (DN).
Os 705 milhões de euros de compensações foram corrigidos para 687 milhões e, posteriormente, no contrato de compartidas assinado por Paulo Portas, então ministro da Defesa do Executivo liderado por Pedro Santana Lopes, o valor voltou a baixar, desta feita para 516 milhões.
De acordo com o jornal, quer a Comissão Permanente de Contrapartidas (CPC) quer Paulo Portas recusaram esclarecer a questão.
O DN refere um estudo de um professor do ISCTE no qual são levantadas dúvidas sobre os critérios que a CPC utilizou e que foram homologados pelo ministro. DiárioDigital

Os vídeos que expõem a exploração e abusos da EDP, apoiados pelos governos PS e PSD.



O ambientalista Joanaz de Melo diz que as novas barragens são inúteis e que a construção deve ser suspensa.
O dirigente da GEOTA, defendeu que o Plano Nacional de Barragens é a terceira maior PPP do país. Já Medina Carreira diz que o sector de produção de energia devia ser nacionalizado.
«Todo o Plano Nacional de Barragens e a barragem do Tua é totalmente inútil e deve ser parado», disse, considerando que «as novas barragens têm um custo elevadíssimo e produzem muito pouco».
Por fim, Joanaz de Melo considerou que «os nossos governantes têm todos um medo terrível da EDP».
Ouçam bem a anedota ao MINUTO 2.30 ... engenheiro a mentir ao país?? AINDA BEM QUE O SÓCRATES É ENGENHEIRO (SERÁ?) PORQUE ASSIM O POVINHO ACREDITA NELE 
"COM ESTAS BARRAGENS VAMOS DIMINUIR A NOSSA DEPENDÊNCIA DO PETRÓLEO E A IMPORTAÇÃO DE PETRÓLEO"... DIZ O SRº ENGENHEIRO, PARA JUSTIFICAR A SUA DECISÃO DE AVANÇAR COM AS 9 BARRAGENS INÚTEIS. 
NO ENTANTO O PROFESSOR DO I.S.T, DESARMA A TEORIA DO SR ENGENHEIRO SÓCRATES, POIS GARANTE QUE JÁ HÁ MUITOS ANOS QUE NÃO SE UTILIZA PETRÓLEO PARA PRODUZIR ELECTRICIDADE!!!! 
VEJAM OS VIDEOS QUE SE SEGUEM E PASMEM... SEREMOS SEMPRE OS OTÁRIOS?

Gastamos milhões de impostos a travar o avanço do mar, privados lucram milhões, por o deixar avançar





O efeito dos obstáculos à circulação de areias ao longo da costa é bem conhecido.
Alguém lucra com a areia que faz falta nas praias. Onde é que ela anda? Fica presa nas barragens inúteis para o país mas úteis para a os lucros dos privados. 
As causas são também as barragens e a exploração de inertes nos rios. 
Dados dos anos 90 do século XX indicam reduções no transporte de sólidos para o litoral após a construção de barragens que chegam aos 80% no Douro, 82% no Tejo e 84% no Minho. Dragagens para manter a segurança e a operacionalidade na barras e portos, com a venda das areias ou a descarga no alto mar também contribuíram para diminuir as afluências sedimentares ao litoral. Prolongadas explorações de areias de praia adelgaçaram-nas e diminuíram ainda mais o transporte de sedimentos pela deriva marítima.
Por outro lado, a construção de edifícios e infra-estruturas sobre praias, em plena duna ou cordão dunar agravou o problema e tornou muitas vezes irreversível o recuo da linha de costa, ao destruir essas defesas naturais, que deixaram de reter as areias empurradas pelo vento e pelas marés.
Decisores políticos e técnicos discutem o que fazer: continuar a construir e a manter regularmente obras de engenharia pesada de elevados custos, ou proceder à realimentação artificial de praias e dunas. A primeira parece ser indispensável para proteger grandes aglomerados consolidados; a segunda está a dar resultados em troços não urbanizados, mas também como complemento à engenharia. JN
Antes das barragens entravam 1,8 milhões de metros cúbicos de areia no mar, agora entram apenas 250 mil metros cúbicos, agora imaginem quando se construírem as 12 barragens!!! que estes gananciosos querem construir para dar dinheiro aos amigos.

BARRAGENS - 16 mil milhões para produzir zero energia?? (Video)

59.590 portugueses, vitimas de penhoras do fisco em processos de venda de imóveis, só este ano.

São centenas de milhares os casos como este ou semelhantes a este. Pessoas perseguidas pelo fisco por razões pouca justas, relacionadas com a falta de informação e ausência de uma justiça acessível a todos, por igual.
Enquanto centenas de milionários PORTUGUESES bem informados, fogem ao fisco e enganam as finanças em milhões, com a ajuda de exércitos poderosos de advogados de renome... o zé povinho é empurrado para a miséria, sem dó nem piedade e sem oportunidade de se defender, por uns tostões. Muitas vezes encurralados pelos serviços públicos e pelas finanças em vez de ajudados.
A mera falta de informação é muitas vezes a culpada porque não permite que as pessoas tenham noção de que as coisas chegaram a este ponto.
Uma viúva com 3 filhos e 2 netas arriscava ficar sem a sua humilde casinha porque durante 5 anos acumulou juros de um imposto gerado apenas porque se esqueceu de cumprir uma das diversas partes da burocracia.
Se ela tivesse roubado 43 mil milhões ao fisco como fazem os corruptos, nada lhe aconteceria... mas assim é imperdoável, roubar trocos e "sem ser por mal" ou roubar sem ter exércitos de advogados a ajudar, é crime... roubar milhões "por mal" e com ajuda de exércitos de advogados, é apenas mais um dos "negócios" sujos que minam o país e são apoiados por quem decide o futuro deste país. Estes até podem ter 10 mansões que o fisco nem uma lhes leiloa... Assim é que é. A democracia e a justiça dominada pelo capital.

A punção fiscal e o destino do saque. A ilegitimidade dos governos.


O Estado é o beneficiário de uma relação única.
As pessoas são coagidas a entregar-lhe parte substancial do seu rendimento sem qualquer explicação credível ou especificação que denote a sua futura utilização; nem as pessoas têm qualquer intervenção sobre o seu destino concreto. 
O autoritarismo estatal verifica-se na recolha do imposto e na sua aplicação prática; não há uma relação bilateral, de direitos e deveres, apenas a perpetração de um saque.

As pessoas são consideradas tecnicamente como “obrigados fiscais” designação que expressa essa profunda desigualdade entre as pessoas e o Estado, dito representante de “todos nós”. Por isso, quem precisar de uma escola nas imediações, ao pagar os seus impostos, provavelmente terá o seu contributo “investido” num tanque de guerra, num pagamento de consultadoria, num banco em dificuldades ou em juros de dívida; e não terá qualquer via para contestar um gasto considerado inútil, excessivo ou um investimento não efetuado, mesmo se inscrito no orçamento.

A classe política sabe-se com poder para usar o dinheiro dos impostos como quiser. 
Sabe que pode gastar mais do que o que lhe foi entregue, contrair empréstimos, proceder a contratos ruinosos ou conceder benefícios fiscais, atribuir rendas e privilégios (incluindo aos seus próprios membros), sem qualquer mandato para além das votações genéricas do orçamento, efetuadas em sessões parlamentares teatralizadas entre membros da classe política. O espetáculo transforma-se em farsa quando se sabe que o orçamento é previamente aprovado (sem recurso) pela Comissão Europeia, enquanto a dívida pública ultrapassar os 60% do PIB, situação que, de modo otimista se sabe irá ter uma vigência de dezenas de anos.
Podem ainda referir-se as promessas feitas em campanha eleitoral que todos sabem (votantes e mandarins) ser uma encenação, cujo conteúdo todos irão esquecer ou, se necessário, revogado por algum estudo elaborado à medida ou outro subterfúgio, para justificar o não cumprimento do prometido.

O partido-estado é um meta-partido, uma espécie de guardião deste regime


Os políticos destroem os impostos dos portugueses para ganhar votos, e os portugueses apoiam e premeiam. 



NESTE VIDEO, Medina Carreira explica como o estado tem vivido acima das nossas possibilidades.
Ou seja os políticos portugueses, verdadeiros gestores criminosos, conseguem gastar sempre mais do que aquilo que pagamos de impostos, mais do que o que existe para se gastar.
Nunca se equilibra a balança. A receita é sempre inferior à despesa e o endividamento é imparável, até se tornar incontornável e insuportável.
Os políticos prometem benefícios aos cidadãos, benefícios esses pagos por todos nós, com o objectivo único de ganharem eleições. Mas o mais grave é que esses benefícios são muitas vezes insustentáveis e corroem a sustentabilidade e o futuro do estado social.
Os políticos são irresponsáveis, não possuem uma visão a longo prazo, ganham eleições esbanjando os impostos dos portugueses. Prometendo aquilo que já ninguém consegue pagar.
Os políticos sabem que existem cerca de 6 milhões de pessoas em Portugal que, de uma forma ou de outra, recebem rendimentos do estado e para poderem ganhar eleições, basta-lhes prometer subsídios, benesses e aumentos a esses 6 milhões e já sabem que ganham eleições.
Tem sido assim que se gere o Orçamento do estado, em Portugal. O dinheiro dos impostos é para esbanjar sem qualquer seriedade ou responsabilidade.
Este é mais um dos embustes de que os incompetentes políticos usam e abusam e que contribuiu para levar Portugal à falência, aumentando a despesa até níveis insustentáveis.
Para eles apenas importa o presente e ganhar o poleiro a todo o custo.
Para eles também não importa que um dia as pessoas a quem deram subsídios, benesses e aumentos sejam os que vão sofrer mais com os cortes. Que como podem perceber é o que está a acontecer. Os reformados, os desempregados, os subsidiados, os carenciados, de repente assistem aterrorizados e impotentes a cortes injustos, porque os demagogos políticos, em quem votaram por prometerem o paraíso, faliram o estado social.
E claro os próprios trabalhadores perdem empregos e os que não perdem, pagam cada vez mais impostos...
É ISTO QUE MEDINA CRITICA, ESTES GOVERNOS QUE DESPREZAM AS CONSEQUÊNCIAS DO MAL QUE FAZEM E DESPREZAM AS PESSOAS QUE VITIMAM.

SOMOS UM DOS PAÍSES DA UE QUE MAIS GASTA EM PENSÕES MAS TAMBÉM SOMOS DOS QUE TÊM O MAIS ELEVADO RISCO DE POBREZA ENTRE OS IDOSOS.
AFINAL O DINHEIRO VAI PARA QUEM?
Ao que parece e segundo um relatório do FMI, Repensar o Estado - Opções Seleccionadas de Reforma de Despesa), as ajudas e apoios sociais distribuídos na fúria cega e irresponsável das campanhas, nem sequer chegam a quem mais precisam ou melhoram a vida dos mais carenciados.  
Por exemplo, uma das criticas do FMI, entre as muitas contidas no relatório:
"44. Contudo, o sistema português de pensões de reforma não representa uma protecção adequada face à pobreza na terceira idade, permanecendo fora dos parâmetros de equidade. Enquanto que Portugal tem, no contexto da UE, um dos mais elevados ratios de despesa com pensões, tem também um elevado valor de risco de pobreza entre os mais velhos (partindo do indicador relativo aos indivíduos com 65 e mais anos cujos rendimentos se situam abaixo dos 60% da média do rendimento das famílias)... "
56. Há espaço para melhorar o modelo de muitos benefícios, e as reformas devem visar principalmente o reforço da protecção social com base no custo-eficácia. Por exemplo, benefícios de
assistência social, que não estão ligados a contribuições para a segurança social, não vão apenas para aqueles com baixo rendimento: de facto, os dados disponíveis mostram que 56,4 por cento foi gasto com pessoas que não os 20 por cento mais pobres da população em 2009 (Tabela 5.1). Em particular, subsídios à habitação e abonos de família / criança, embora atribuídos em função do rendimento, poderiam ser melhor direccionados."

O partido-estado
O partido-estado é um partido transversal, é um transpartido que acolhe cerca de 6 milhões de portugueses que, directa ou indirectamente, dependem das suas remunerações, benefícios, prestações e contratos.
O partido-estado pode ser definido como uma constelação de interesses e poderes que vivem e sobrevivem acoplados aos diversos aparelhos do poder do Estado e que, para o efeito, construíram uma rede de interdependências de tal ordem que estão, para o melhor e o pior, prisioneiros desse mesmo Estado dos interesses.

Num outro registo, podemos definir o partido-estado, em sentido amplo, como o conjunto de agentes prestadores e beneficiários, directos e indirectos, permanentes e circunstanciais, que vivem dentro e à volta do Estado e que, por via do orçamento e através dele, estruturam uma rede arterial e capilar de tal modo densa e fina que vivem permanentemente o “dilema do prisioneiro”.
Numa terceira aceção, podemos definir o partido-estado como um campo de forças que providencia expectativas positivas, de estabilidade, previsibilidade, permanência e segurança, que suscita e estimula a nossa adesão, de tal modo que legitimam e justificam a existência de um meta-partido para lá das divisões político-ideológicas dos partidos do sistema em vigor. O partido-estado é, pois, um meta-partido, uma espécie de guardião do regime e de todos os direitos adquiridos, sempre ausente mas sempre omnipresente, o partido-constituição por natureza.

No feudalismo os vassalos têm os deveres e os senhores têm os direitos. Portugal é um feudo?

politicos corruptos clara ferreira alves"POR FAVOR NÃO DÊ MILHO AOS POMBOS

Não se espera que os chefes de clã das dinastias desapareçam de um dia para o outro. Mas temos, definitivamente, de deixar de dar milho aos pombos.
O feudalismo é um sistema de senhorio e vassalagem, em que os vassalos têm os deveres e os senhores têm os direitos. Grosso modo. Pensava que o sistema tinha sido abolido e na era do capitalismo democrático liberal éramos todos mais ou menos constitucionalmente iguais. Sendo uns mais iguais do que outros.