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Porque no teu país, ser português é lixado.

Se és um jovem português
Atravessa a fronteira do teu País
E parte destemido
Na procura de um futuro com Futuro

Porque no teu País
A Educação é como uma licenciatura
Tirada sem mérito e sem trabalho
Arquitectada por amigos docentes
E abençoada numa manhã dominical

Porque no teu País
É mais importante a estatística dos números
Que a competência científica dos alunos
O que interessa é encher as universidades
Nem que seja de burros

Portugal precisava de um Sócrates sete anos à frente do Governo para fazer uma reforma do sistema judicial.

CARTA A JOSÉ SÓCRATES.

Caro eng. José Sócrates, Espero que esta o encontre bem. Li com atenção as suas cartas e foi apenas por falta de tempo que não respondi mais depressa.
Parece-me importante manter o contacto com as pessoas do nosso passado, como antigos colegas e antigos primeiros-ministros.
Tenho pensado bastante nas observações que vai fazendo.
Esta última carta sensibilizou-me especialmente, na medida em que criticava a cobardia dos políticos, a cumplicidade dos jornalistas, o cinismo dos professores de Direito e o desprezo das pessoas decentes.
Como creio que sabe, não pertenço a nenhuma das categorias citadas, e por isso fui deixado de fora do seu olhar crítico, pelo que lhe agradeço.

As críticas que faz ao funcionamento da justiça parecem-me muito pertinentes. Portugal precisava que um homem como o sr. estivesse, digamos, sete anos à frente do Governo, talvez quatro dos quais com maioria absoluta, para fazer uma reforma séria do sistema judicial.
É uma pena não termos essa possibilidade.
Na minha opinião, os primeiros-ministros deviam ser presos antes, e não depois dos mandatos. Estagiavam durante dois meses numa cadeia, três num hospital e um semestre numa escola. O contacto directo com a realidade dá-nos perspectivas novas, mais informadas, e acirra o ímpeto reformista.

Julgo que é possível estabelecer um paralelo entre o processo de Josef K., a personagem de Kafka, e o de José Sócrates, ou Josef S. - sendo que a sua história é mais complexa: tanto Josef K. como Josef S. se vêem confrontados com decisões judiciais autoritárias e, em certos aspectos, até grotescas, mas Josef K. nunca teve amigos como Alberto Martins e Alberto Costa a tutelar a justiça, nem governou o seu país. Era apenas vítima.
Ser simultaneamente vítima e carrasco deve ser mais perturbador.
Ao contrário do que muitas vezes se diz, Joseph-Ignace Guillotin, o inventor da guilhotina, não foi guilhotinado. Essa ironia foi reservada para si, que é agora acusado por um sistema que ajudou a conceber e conservar.

Compreendo quase todas as suas queixas. Na verdade, a ironia que identifiquei acima não é a única do seu caso.
Ao que parece, o facto de um amigo lhe ter disponibilizado um apartamento de 225 metros quadrados em Paris fez com que o Ministério Público lhe disponibilizasse um apartamento de 9 metros quadrados em Évora.
Obrigam-no a aceitar aquilo que o acusam de ter aceitado. É duro. E irónico. Uma pessoa tolera tudo, menos figuras de estilo.
Considero, no entanto, que algumas das suas análises são menos acertadas. Por exemplo, quando diz, sobre a intenção da prisão preventiva: "(...) já não és um cidadão face às instituições; és um 'recluso' que enfrenta as 'autoridades': a tua palavra já não vale o mesmo que a nossa."
Aqui para nós, se lhe roubaram o valor da palavra não terão levado grande tesouro, uma vez que a sua palavra já não valia o mesmo que a nossa desde aquela promessa dos 150 mil empregos.
Espero que não leve a mal esta franqueza. Estou certo de que voltaremos a falar.
Cumprimentos,
Ricardo (Por RICARDO ARAÚJO PEREIRA)

Só é pena ele não aproveitar as cartas para denunciar os corruptos do BPN que ele ajudou a salvar, quando ofereceu o BPN e os 9 mil milhões de dividas aos portugueses.
Só é pena ele não usar as cartas para denunciar como é que o Constâncio deixou o BPN roubar tantos anos.
Só é pena ele não usar as cartas para denunciar os tais que ele diz que o andam a tramar.
Só é pena ele não denunciar quem são os corruptos das PPP, dos SWAP, da EDP, etc... ele que denuncie tudo o que sabe, ele sabe... ele estava lá...


MAIS FEITOS DO GRANDIOSO SÓCRATES
(não se esqueça de consultar o blog para conhecer mais grande feitos do PS e de outros partidos)
  1. Campus de Justiça, mais uma PPP de Sócrates
  2. Deixa buraco de 3,5 mil milhões no SNS
  3. Destruição do SNS
  4. Destruição do património nacional 
  5. Destruição da Segurança Social
  6. Sócrates e a EDP

Em Cuba os cidadãos são obrigados a escolher "socialismo ou morte", mas em Braga podemos ter "socialismo e morte", tudo ao mesmo tempo. O melhor de 2 mundos: este e o outro.

clube dos socialistas mortos visão ricardo araujo
Já nem os falecidos escapam à desesperada guerra pelo apetecido poder em Portugal. Um "trono" onde tudo lhes é permitido e todos os crimes perdoados.
Profanar o sossego dos mortos é mais uma medida desesperada para engrossar as fileiras da seitas partidárias e exibir poder.
Aos gladiadores de poleiros milionários, já não lhes bastavam as mentiras, as promessas falsas, a manipulação, a demagogia e até as simuladas guerras internas.
Agora partiram para atacar no além!?
Vale tudo para alcançar o poleiro em Portugal. Ricardo Araújo Pereira, expõe o ridículo das hienas esfomeadas.

"Exmo. Sr. Presidente da Federação do PS de Braga,
Na qualidade de socialista falecido em 2005, venho felicitar a sua federação por possibilitar a
participação de mortos no processo eleitoral.
Durante demasiado tempo, só pessoas vivas eram chamadas a votar, pelo que se saúda o alargamento do espectro eleitoral a espectros eleitores.
A iniciativa de V. Exa. produz efeitos ideológicos que, tenho a certeza, hão-de marcar a história do socialismo.

Cavaco Silva não se dava com o presidente do BES porque o médico, recomendou-lhe evitar os salgados.

corrupção espirito santo suspeitos banco
"Coluna de alterne
Cavaco - o que o Presidente sabe sobre o BES
A pedido de Sua Excelência (sua dele) e de várias famílias residentes no estrangeiro, em especial na Suiça, Luxemburgo, Panamá e Ilhas Caimão, somos a publicar um comunicado inteiramente falso - mas mesmo falso a sério - do inquilino do Palácio de Belém

O Presidente Cavaco Silva não sabe quase nada sobre o BES e tudo o que sabe foi-lhe dito pelo primeiro-ministro Passos Coelho e pelo Governador do Banco de Portugal Carlos Costa.
O que o Presidente Cavaco Silva não sabe sobre o BES dava para fazer um livro do tamanho da lista telefónica de Tóquio antes da invenção do telemóvel, mas o Presidente Cavaco Silva fez-nos saber que confia nas informações do primeiro-ministro Passos Coelho e do Governador do Banco de Portugal Carlos Costa.
O Presidente Cavaco Silva nem sabia bem o que era o BES. Confessou a um colaborador que pensava ser um clube de futebol chamado Benfica E Saudade ou, em contrapartida, um acrónimo de Banco do Estado Sólido.

Novo canal de TV do PSD, vai revolucionar a informação.

O PSD vai ter um Canal próprio de TV
portas coelho apodrecetugaPrevisão da Programação do novo canal de TV do PSD.
A equipa técnica, que está ainda em debate, deverá incluir:
  1. Para Presidente nem poderia deixar de ser o experiente e bem sucedido, Cavaco Silva. 
  2. Director Financeiro: Oliveira e Costa, uma garantia que sairão sempre a ganhar. 
  3. Provedor de Ética: Miguel Relvas, um exemplo único, um currículo raro
  4. Para além dos normais Telejornais, conduzidos por Manuela Moura Guedes, a programação deverá incluir, no prime-time, uma série de “talk shows”:
  5. Segunda: “CSI Oeiras”, com Isaltino de Morais
  6. Quarta: “Moda e Elegância”, com Carlos Abreu Amorim
  7. Quinta: “Macho Latino”, com Paulo Portas e Pedro Mota Soares

Aprenda a reconhecer artistas, só pelo estilo (Anedota).


Aqui vai uma lição de como reconhecer artistas pelo seus quadros.
Ou seja reconhecer características comuns que identificam algo.
Não vou colocar nenhuma pintura famosa, já que essas
nós conhecemos das aulas de artes.

01) Se o plano de fundo do quadro for escuro e todos estão com cara
de tortura, é do Ticiano



02) Se todos tem rabo Grande é do Rubens
Peter Paul Rubens

03) Se todos os homens têm olhos de vaca e parecem donas-de-casa, é do Caravaggio

E os 4 meninos cresceram e fundaram bancos que há décadas vendem burros mortos. (anedota)

Uma pequena história que permite perceber como funciona a banca que com a permissividade dos políticos continua a realizar lucros absurdos através da usura, exploração e mentira.
A versão dos slides e a versão apartidária em baixo, em texto


E os 4 meninos cresceram !

A RIFA DO BURRO... versão apartidária...

4 rapazes foram ao campo e, por 100 euros, compraram o burro de um velho camponês. O homem combinou entregar-lhes o animal no dia seguinte.

Mas, quando eles voltaram para levar o burro, o camponês disse:

- Tenho uma má notícia. O burro morreu.

- Então devolva-nos o dinheiro!

- Não posso, já o gastei todo.

- Então, de qualquer forma, queremos o burro.

- E para que o querem? O que vão fazer com ele?

- Nós vamos rifá-lo.

- Estão loucos? Como vão rifar um burro morto?

- Obviamente, não vamos dizer a ninguém que ele está morto..

Um mês depois, o camponês encontrou novamente os quatro rapazes e perguntou:

- E então, o que aconteceu com o burro?

- Como lhe dissemos rifamos o burro. Vendemos 500 números a 2 euros cada um e arrecadamos 1.000 euros.

- E ninguém se queixou?

- Só o vencedor. Mas devolvemos-lhe os 2 euros que tinha gasto e ficou tudo resolvido.

Os quatro meninos cresceram e fundaram um banco chamado o BES, BPN e BCP. O 4º menino mantém-se há anos, em altos cargos no Banco de Portugal...



E foi assim que Portugal começou a funcionar… mal. O desperdício de impostos.





Isto deveria ser uma anedota, mas para os nossos desgovernantes é a base de toda a gestão do país.
A desperdiçar impostos e a adjudicar serviços a terceiros.

Nos tempos em que os reis mandavam, numa noite escura, à entrada de dezembro, o rei veio à varanda do seu iluminado palácio e reparou que a cidade estava escura como breu.
Chamou o seu primeiro-ministro e ordenou-lhe:
- Antes do natal quero ver a cidade toda iluminada. Toma lá uns cem contos e trata já de resolver o problema.

"Assunção Esteves nunca foi tida como muito sã da cabeça" !!




Video hilariante...
A somar aos exemplos de senilidade exibidos, neste video e da falta de pragmatismo e realismo, eis mais uma algumas provas das suas estranhas limitações:
“O mundo é, agora, um ‘sistema de sistemas’, vivendo o método de um trabalho em rede, da sociedade económica em passo mais avançado, da sociedade política em modo mais reticente. A relação entre particular e universal deixou a sua lógica clássica de oposição para abraçar uma lógica de comunicação e eficiência, que é ao mesmo tempo definidora de uma espécie de novo existirético”.
Perceberam? Sim, ela disse mesmo isto. No seminário diplomático, perante uma plateia de diplomatas. (site do Parlamento).

Qualquer semelhança entre o comportamento do video e o seguinte sintoma de esquizofrenia, não é da minha responsabilidade. E dado que desconheço a pessoa, isto só por si não é prova. Mas não deixa de ser curioso... 
"Transtornos do pensamento são maneiras não usuais e disfuncionais de pensar. Uma forma de transtorno do pensamento é o "pensamento desorganizado." Isto dá-se quando a pessoa tem dificuldades em organizar seus pensamentos ou conectá-los de maneira lógica. Eles podem falar de uma maneira confusa que é difícil de entender. Outra forma é a chamada de "bloqueio do pensamento." Finalmente, uma pessoa com transtorno do pensamento pode inventar palavras sem sentido, chamado de "neologismos." fonte
Outros sintomas - Preocupação extrema com religião, filosofia, o paranormal, etc.; ou mesmo tornar-se membro de uma seita ou culto; Alterações do pensamento: argumentos incoerentes, ilógicos ou demasiadamente abstractos; medo excessivo fonte

"Assunção Esteves nunca foi tida como muito sã da cabeça", diz ao Expresso o ex-deputado socialista, reagindo às declarações da Presidente da Assembleia da República, que disse que se os militares querem discursar, sem terem sido convidados para tal, "o problema é deles".
"Disparou estupidamente. Há um sentimento geral de agradecimento no país com os militares de Abril, porque foram eles que acabaram com o anterior regime", acrescentou Henrique Neto.
"Qualquer decisão deveria ser sensata e não ofensiva, e o que a Presidente fez foi abuso de poder, foi 'quem manda sou eu'. É só má pedagogia democrática", afirma." Fonte

MEDIDAS DO GOVERNO PARA AUMENTAR A NATALIDADE. CAVACO SILVA TENS AÍ A RESPOSTA

corrupção apodrecetuga natalidade incentivo
"O Presidente da República, está preocupado com a desertificação do Interior do País, preocupação que registou numa visita ao distrito da Guarda. No fim da iniciativa, questionou-se: “Por que é que nascem tão poucas crianças? 
O que é preciso fazer para que nasçam mais crianças em Portugal?” 
Em jeito de desabafo, o Chefe de Estado frisou: 
“Eu não acredito que tenha desaparecido nos portugueses o entusiasmo por trazer novas vidas ao Mundo”. FONTE

Gostaria de comunicar ao ilustre cómico, Cavaco Silva, que os portugueses gostam de ter filhos como as pessoas normais, e sabem perfeitamente o que é preciso fazer para terem filhos.
O que os portugueses não gostam é de saber que vão sujeitar os seus próprios filhos a viver num país onde o futuro é emigrar, destroçar e isolar famílias, viver miseravelmente e sempre na eminência do desemprego e ainda trabalhar para sustentar corruptos!
Onde o futuro apenas oferece garantias e conforto para os que roubam o estado e vivem disso.
Onde o futuro e a esperança é um privilégio cada vez mais restrito para elites, e quem não pertence ao clube, aceita a submissão e a escravatura infligida por impostos.
Impostos esses que nunca servem o seu propósito, não servem para melhorar o país e a vida das pessoas, mas para sustentar larápios e fazer milionários parasitas.
Um país onde os criminosos em vez de irem para as cadeias, vão para a politica.
Um país onde se roubam 9 mil milhões de euros, aos contribuintes e ninguém é responsabilizado, preso ou electrocutado. Mas se roubares uma lata de feijões porque tens fome e vives num país falido pela corrupção, tens a justiça à perna.

Para os políticos o dia 1 de abril é 365 dias por ano, há 40 anos.


O PS mais uma vez veio mentir aos portugueses. Através de um video, quis mostrar aos portugueses que Passos Coelho mentiu, e eles não. Esqueceu-se foi de que também eles, PS, mentem, não cumprem e manipulam o povo.



No video que se segue, tentei reunir alguns desses casos, onde Sócrates mente descaradamente, ridiculamente e criminosamente. Não deixe de ver. Haverá muitos mais, mas foi o que consegui arranjar.



SOMOS UM PAÍS DIZIMADO PELOS VOTOS IRRESPONSÁVEIS.
"Votar não tem preço, mas tem consequências."
"É mais perigoso o voto nas mãos de irresponsáveis, que uma arma."
É urgente e muito importante que o povo desperte e perceba que está mais uma vez a ser manipulado.

O regresso de Relvas... Aquilo que vem nos jornais já não demite ministros??


Quando nada os detém... nem justiça, nem vontade popular, nem comunicação social, nem vergonha...
O voto é a arma do povo, dizem alguns crentes e ingénuos,  mas não sabem como usa-lo e passam a vida a dar tiros no próprio pé e a deixar ilesos quem a arma deveria abater, os que o enganam e roubam à descarada.
Se o voto é a arma do povo, porque saem os criminosos que roubam e enganam o povo, ilesos? Ricos? Risonhos? Felizes? E regressam sempre, ao local do crime, sem medos e sem vergonha?

Ricardo Araújo Pereira escreveu sobre "No tempo em que os jornais contavam", eu sinto-me tentada a escrever, um dia, sobre "Os países onde o voto conta para alguma coisa"
Mas enquanto o povo repete e assimila estas ideias idiotas de que está armado, de que está livre, de que vive em democracia, de que tem o poder... jamais lutarão para que isso seja verdade, a mentira-lha basta-lhes.
Se a democracia é isto, porque o povo a defende? Se a democracia é ser roubado e enganado por pessoas impunes, com morada identificada, com o gang montado e organizado de forma permanente há 40 anos, sem medo, sem vergonha e sem justiça... será isto democracia ou gagsterismo?

"No tempo em que os jornais contavam
No tempo em que os animais falavam, havia tamanha quantidade de ocorrências alegóricas que
ninguém se lembrava de assinalar que a existência de animais falantes também era notável. Os fabulistas eram gente que se maravilhava mais depressa com os prodígios morais do que com os prodígios naturais, e por isso deram muita atenção aos primeiros e nenhuma aos segundos. Como se não fosse mais frequente encontrar na natureza uma lebre fanfarrona, uma cigarra preguiçosa ou uma raposa hipócrita do que um único bicho falante.

O tempo em que os jornais contavam parece agora tão distante como o das fábulas. Não sei se o leitor se lembra: um jornal dava uma notícia que embaraçava um membro do Governo e este, movido por vergonha própria ou pressão alheia, demitia-se. Hoje, há pouca pressão e ainda menos vergonha. Aquilo que vem nos jornais já não demite ministros.

Tanto no tempo em que os animais falavam como no tempo em que os jornais contavam, as histórias acabavam com uma moralidade. As histórias de hoje, sendo menos morais, não deixam de ser instrutivas. Tão pedagógica é uma história moral como uma história imoral. E talvez sejam mais divertidas porque, embora ouvir um ser irracional proferir declarações sensatas dê vontade de rir, ouvir um ser racional proferir declarações absurdas também é humorístico.

Talvez por se terem desabituado de ler fábulas, os analistas não foram capazes de captar a verdadeira lição da história de Miguel Relvas. 
O grande escândalo do Portugal contemporâneo não é que um ministro queira controlar a comunicação social. O escândalo é não haver razão para controlar a comunicação social.
O nosso problema não é termos políticos prepotentes, é termos políticos que perdem tempo com tarefas inúteis.
Parece óbvio que Miguel Relvas tentou pressionar um jornal. E toda a gente pergunta: "Como se atreve?" Ora, a questão é: "Para quê?" Desperdiçou energia que teria sido mais bem aplicada em novas trapalhadas - ou até, quem sabe, na governação. Se Relvas não caiu depois destas notícias, não há nada que se publique em letra de forma que o possa fazer cair. Para quê preocupar-se com o que sai na imprensa? Tanto faz. O ministro deve dar às notícias que lhe apontam contradições gravíssimas o mesmo destino que deu ao clipping sobre a viagem de George Bush ao México: lixo com elas.  Ricardo Araújo Pereira

Mais, algumas compilações sobre o suspeito passado do Relvas
  1. Terá algo de fiável no currículo de Relvas?
  2. As teias de Relvas, Branquinho e Aguiar Branco
  3. Relvas de confiança?
  4. Relvas o artista e Angola... 
  5. Relvas o abusador
  6. Relvas e o currículo... 
  7. A Lusófona muito bem ligada
  8. Relvas doutorado em banha da cobra
  9. Relvas arrogante
  10. Relvas e Passos Coelho... que passado?
  11. Relvas e o BPN (nrº40 desta lista)
  12. Relvas o capanga de Passos Coelho?
  13. BES e a Lusófona
  14. Relvas e a RTP

Isto é para enganar o utente? Ou é para fazer saltar os olhos das órbitas?


tac craneoencefalica taxa moderadora
"Tirei o curso de medicina no Hospital de topo no "ranquing"; fiz a cadeira de Anatomia com o mestre Arménio Cardoso! Andei a fazer medicina hospitalar durante 37 anos!
Mas... peço desculpa a todos os meus doentes...só hoje me apercebi que AS ÓRBITAS FICAM FORA DO CRÂNIO!"
Rui Pato

Os estranhos seres, a quem ouvimos mais que a familia



O ESTRANHO
 Alguns anos antes de eu nascer, o meu pai conheceu um estranho, recém-chegado à nossa pequena cidade.
Desde o princípio, meu pai ficou fascinado com este encantador personagem, e em seguida convidou-o para viver com a nossa família.
O estranho aceitou e desde então tem estado connosco.
Enquanto eu crescia, nunca questionei o seu lugar na minha família; na minha mente jovem já tinha um lugar muito especial.
Meus pais eram professores: minha mãe ensinou-me o que era bom e o que era mau e meu pai ensinou-me a obedecer.
Mas o estranho era o nosso visitante narrador. Mantinha-nos enfeitiçados por horas com aventuras, mistérios e comédias.

Assunção Esteves passou-se? Ou é mesmo assim? Um video inacreditável.

Um discurso que intriga os portugueses
Eu não consigo - tu desconsegues - ela inconsegue...
No fundo, Assunção Esteves tem razão e reflecte, porventura através de reminiscências de alguma sua cultura germanófila, o que de mais hiperbólico (des)grassa em Portugal: o inconseguimento frustracional derivado da crise, articulado com o espasmódico facto da Europa não projectar para o mundo o seu soft-power sagrado.





Estamos condenados?? Presidente da Assembleia da Republica, passou-se?
Partilhem esta vergonhosa demência de pessoas que mostram um desfasamento agudo da realidade e que ocupam lugares de responsabilidade nas decisões nacionais.
O país tem que saber que tipo de gente nos governa.
Portugal precisa de pessoas competentes e empáticas a governar.
Alguém tem conseguimento para encontrar coerência neste discurso?
Ou apenas estão como eu, num nível frustacional?
Esta srª precisa de espaços de energia, será que vem daí o bom relacionamento, dos governos com o Mexia, da EDP?
Esta srª está deslocada, trabalha no local errado, anda a confundir pensamento politico com criatividade??? Misticismo? Softpower sagrado? Alucinações? Joana Solnado?
("Parlamento cancelou palestra sobre "Vidas Passadas" que Alexandra Solnado, ia fazer hoje na AR!! ) Alguém chamou Assunção Esteves à razão!
Será que ela sabe que é presidente da assembleia da republica?
Espero que ela veja este video e perceba que há tratamentos para casos assim.
Como é que esta gente chega ao poder? Agora se compreende porque chama de carrascos aos cidadãos... deve alucinar.
Agora já se sabe como é que os deputados têm liberdade para exercer duplas funções e representar duplos interesses... como diz o Paulo Morais e não só, neste link ..
O seu inconseguimento mete mesmo muito medo, mas aos portugueses ...
Há quantos anos foi esta personagem tomada pela loucura? Terá sido por isso que se reformou do tribunal? Lá não dava para disfarçar?

Reformou-se aos 42 anos de idade.
E mais uma vez a generosidade dos dinheiros públicos não tem limites. A alma de rapina, que serve de conduta para todos os nossos grandiosos e nobres políticos, esvazia os cofres do estado desalmadamente..
Uns têm que trabalhar até aos 65 anos com reformas cortadas em 20%, mesmo que tenham descontado para a reforma durante 40 anos ou mais.
Esta generosa senhora, personagem importante na quadrilha que governa Portugal, recebe 7.255 euros de pensão por dez anos de trabalho como juíza do Tribunal Constitucional. Por não poder acumular esse valor com o ordenado de presidente do Parlamento, Assunção Esteves abdicou de receber pelo exercício do actual cargo, cujo salário é de 5.219,15 euros. Mantém, no entanto, o direito a ajudas de custo no valor de 2.133 euros.
Podem aposentar-se com 12 anos de serviço, independentemente da idade, ou com 40 anos de idade e dez anos de serviço.

Afinal quem é que não desconta o suficiente para as reformas que recebe? Ainda tem muitos anos de vida, pela frente, e já ultrapassou em muito o que descontou.
"Assunção Esteves tem direito a uma reforma de 7255 Euros pelos 10 anos de serviço como juíza do Tribunal Constitucional, entre 1989 e 1998. Ser juiz do Tribunal Constitucional deve ser uma profissão de desgaste rápido, mas só para ter uma ideia de como estamos a ser roubados, fui fazer umas contas.
O ordenado de juiz do Tribunal Constitucional era, em 2009, de 5957 euros. Sobre esse valor, uma taxa de Segurança Social de 34,75% resulta num desconto de 2070 Euros. Por ano são quase 29 mil euros de descontos (14 meses). Fazendo as contas aos 10 anos de serviço, temos um total de descontos de 290 mil euros. Isto são contas a valores de 2009, que foram os que encontrei numa pesquisa rápida. Também não incluí o IRS nas contas, mas servem perfeitamente para o propósito do exercício.
Assunção Esteves é reformada desde 98 ou 99. Vou considerar Janeiro de 1999. Recebendo a reformaARTIGO COMPLETO
em 14 meses temos, até 2012, 196 meses. Ao valor actual da reforma dá um total de 1 421 980 euros. Um milhão e quatrocentos mil euros. Ou seja, SÓ até 2012 a Segurança Social teria pago a Assunção Esteves, a valores de 2009, para cima de um milhão de euros a mais que os descontos realizados durante os 10 anos de serviço."

FIQUEM AINDA COM O INCONSEGUIMENTO DE CAVACO SILVA, UMA ANEDOTA, FRUSTRACIONAL ...VIDEO





Cavaco Silva tem-se demitido quase todos os dias, desde que foi eleito


"O museu da presidência

O Presidente da República foi homenageado por centenas de figuras notáveis do País, que lhe elogiaram a honestidade e a nobreza de carácter.
Infelizmente, foi o Presidente da República que chefiou o Estado entre 1976 e 1986. Antes disso, na semana passada, o Presidente da República tinha mobilizado centenas de cidadãos, de todos os quadrantes políticos, para um combate em defesa da lei e da justiça. Infelizmente, foi o Presidente da República que exerceu as funções entre 1986 e 1996.
O actual Presidente da República não mobilizou ninguém nem recebeu louvores. Uma injustiça. Por azar, Marcel Marceau, requintado apreciador de silêncios, morreu em 2007, e por isso não pode organizar homenagens a distintos companheiros de profissão.
A Escola Superior de Artes Decorativas da Fundação Ricardo Espírito Santo Silva continua a adiar o tributo ao homem que, juntamente com o naperon sobre o televisor e os cães de loiça, mais fez pela decoração lusa. Sobretudo numa altura de ressurgimento do kitsch, não se entende que Cavaco Silva continue a ser esquecido, quer pela academia, quer pela sociedade civil.

A recusa, tão injusta quanto obstinada, de reconhecer o valor e o mérito do actual Presidente, manifesta-se no pedido absurdo para que Cavaco Silva se demita.
Cavaco Silva tem-se demitido quase todos os dias, desde que foi eleito: demite-se de responsabilidades no estado do País, apesar de ter ocupado os mais altos cargos durante cerca de 20 anos; demite-se das suas funções sendo conivente com tendência do Governo para a ilegalidade; demite-se do seu papel de árbitro protegendo sempre os mesmos. O Presidente não tem feito outra coisa senão demitir-se. Exigir-lhe que se demita, francamente, é embirração.
Além do mais, pede-se demasiado a Cavaco Silva. Pretende-se que o Presidente seja mais activo a pedir ao Tribunal Constitucional a fiscalização preventiva de leis manifestamente iníquas. No entanto, é aí que reside um dos problemas fundamentais da nossa democracia. Toda a gente já percebeu que o funcionamento das instituições devia estar invertido: tudo seria mais fácil e rápido se o Tribunal Constitucional pudesse pedir a fiscalização preventiva do Presidente da República. Concluía-se que não estava conforme à Constituição e íamos todos para casa."
 Ricardo Araújo Pereira 


PASSOS COELHO O BARÍTONO BEM FALANTE QUE QUERIA SER ARTISTA.


QUEM DIRIA, QUE O NOSSO PASSOS COELHO QUERIA SER ARTISTA...
Tentou enveredar pelo caminho da arte, mas as portas fecharam-se e logo o Relvas lhe mostrou que o caminho da politica corrupta abre mais portas, com menos esforço e maior ganho.
Pedro Passos Coelho, que cantava o fado na Adega do Ribatejo com os seus companheiros da JSD, na altura em que viveu com a cantora das "Doce" ainda tentou aperfeiçoar a sua voz de barítono, em aulas com uma professora de canto lírico. E até chegou a participar num casting para entrar num musical de Filipe La Féria.

"Remorsos de um encenador de teatro
Muita gente me acusa de ser o culpado do estado de desgraça do nosso país por ter reprovado Pedro Passos Coelho numa audição em que eu procurava um cantor para fazer parte do elenco de My Fair Lady.
Até o espertíssimo gato fedorento Ricardo Araújo Pereira já afirmou que eu devia ser chicoteado em público todos os dias até Passos Coelho desistir de ser primeiro-ministro, como insistentemente o aconselha o Dr. Soares.
Na verdade, confesso que em 2002, quando preparava os ensaios para levar à cena My Fair Lady fiz uma série de audições a cantores para procurar o intérprete do galã apaixonado por Elisa Doolittle, a pobre vendedora de flores do Covent Garden, personagem saída da cabeça brincalhona e maniqueísta de Bernard Shaw, genial dramaturgo que no seu tempo se fartou de gozar com políticos.
Entre muitos concorrentes à audição, apareceu Pedro Passos Coelho dejeans, voz colocada, educadíssimo e bem-falante.
Era aluno de Cristina de Castro, uma excelente cantora dos tempos de glória do São Carlos que tinha sido escolhida por Maria Callas para contracenar com a diva na Traviata quando da sua passagem histórica por Lisboa. As recomendações portanto não podiam ser melhores e a prova foi convincente.
Porém, Passos Coelho era barítono e a partitura exigia um tenor. Foi por essa pequena idiossincrasia vocal que Passos Coelho não foi aceite, o que veio a ditar o futuro do jovem aspirante a cantor que, em breve, ascenderia a actor protagonista do perverso musical da política.
Se não fosse a sua tessitura de voz de barítono, hoje estaria no palco do Politeama na Grande Revista à Portuguesa a dar à perna com o João Baião, a Marina Mota, a Maria Vieira, e talvez fosse muitíssimo mais feliz. Diria mal da forma como o Estado trata a cultura em Portugal, revoltar-se-ia com os impostos que o teatro é obrigado a pagar, saberia que um bilhete que é vendido ao público a dez euros, sete vão para o Estado, teria um ataque de nervos contra os lobbies da Secretaria de Estado da Cultura, há quarenta anos sempre os mesmos... não saberia sequer o nome do obscuro e discretíssimo secretário da Cultura oficial, não perceberia porque em Portugal não há uma Lei do Mecenato que permita aos produtores de espectáculos cativar os mecenas, tal é a volúpia cega dos impostos, saberia que cada vez mais há artistas no desemprego em condições miserabilistas e degradantes, que fazer teatro, cinema ou arte em Portugal se tornou um acto de loucura e de militância esquizofrénica.
Mas a cantar no palco do Politeama estaria bem longe da bomba-relógio do Dr. Paulo Portas, cada vez mais fulgurante como pop-star, da troika, agora terrível e pós-seguramente medonha, das reuniões de quinta-feira com o Senhor Professor, do Gaspar que se pisgou para o Banco de Portugal, dos enredos do partido bem mais enfadonhas do que as animadas tricas dos bastidores do teatro, das reuniões intermináveis com os alucinados ministros, das manifestações dos professores, dos polícias, dos funcionários públicos, dos pescadores, dos estivadores, dos reformados, dos trabalhadores de tudo o que mexe e não mexe em cima deste desgraçado país, ah!, e das sentenças do Palácio Ratton que agora são chamadas para tudo, só para tramarem a cabeça intervencionada do pobre Pedrinho... não bastava já as constantes birrinhas do Tó Zé Seguro, as conversas da tanga do Dr. Durão Barroso, o charme cínico e discreto de Madame Christine Lagarde, as leoninas exigências da mandona da Europa para Bruxelas assinar a porcaria do cheque. Valha-me o Papa Francisco que tudo isto é de mais para um barítono!
Assumo o meu mais profundo remorso. Devia ter proporcionado ao rapaz um futuro mais insignificante mas mais feliz. Mas, tal como Elisa Doolittle, que depois de ser uma grande dama prefere voltar a vender flores no mercado de Covent Garden, talvez o nosso herói renegue todas as vaidades e vicissitudes da política e suba ao palco do Politeama para interpretar a versão pobrezinha mas bem portuguesa de Os Miseráveis!
PS. O artigo foi escrito em português antigo. No Teatro Politeama nem as bailarinas russas aderiram ao Acordo Ortográfico."

FILIPE LA FÉRIA*


Primeiro-Ministro julgado por corrupção e assaltado? ( Anedota)


O ex Primeiro-Ministro, José Sócrates, aguardava impaciente o resultado do julgamento onde era acusado de corrupção. 
O advogado estava muito contente pois o Sócrates tinha sido ilibado, ele telefona ao seu cliente e diz euforicamente:
- Senhor Primeiro -Ministro! Já sei a sentença. Foi feita justiça... e...
Responde imediatamente José Sócrates:
- Ai é? Pois então vamos recorrer… Esses gajos estão parvos? Quem pensam eles que são?

Assalto ao outro Primeiro Ministro
Um ladrão, sem reconhecer o Primeiro Ministro, aproxima-se do Passos Coelho e diz:
- Isto é um assalto! Passe para cá todo o seu dinheiro!
Espertos como são os políticos, o Primeiro Ministro tenta safar-se:
- Calma, não sabe quem eu sou? Eu sou o seu Primeiro Ministro, Passos Coelho…
Ao que o ladrão responde:
- Nesse caso, passe para cá o meu dinheiro!



Politico e advogado não mentem. (Anedota)



... UM ADVOGADO tinha 12 filhos e precisava sair da casa onde morava e alugar outra, mas não conseguia por causa de ter muitos filhos.
Quando ele dizia que tinha 12 filhos, já ninguém queria alugar porque sabiam que a a casa iria ser destruída com tanta criança.
Mas ele não podia dizer que não tinha filhos, não podia mentir, afinal os ADVOGADOS não podem mentir.
Ele estava a ficar desesperado, o prazo para se mudar estava esgotado.
Então teve uma ideia: mandou a mulher ir passear para o cemitério com 11 filhos.
Pegou no filho que sobrou e foi procurar casas.
Gostou de uma e o agente perguntou-lhe quantos filhos ele tinha.
Ele respondeu que tinha 12.
E quando o agente perguntou: onde estão os outros?!
Ele respondeu, com um ar muito triste: “Estão no cemitério, junto com a mãe deles”.
E foi assim que ele conseguiu alugar uma casa sem mentir... e ainda com desconto, por comover o agente.
Não é necessário mentir, basta escolher as palavras certas, para esconder a verdade.
Assim são os políticos, não é por acaso, que quase todos são advogados... e os que não o são, não dispensam os serviços de um bom escritório deles.

E assim se resume a história de um país devastado pela mentira e pela falta de ética.