21 setembro, 2013

A anedota da politica que merecemos... o país onde tudo é possível.


Este é um video incrível .. Só vendo, porque contado ninguém acreditaria... 



O VIDEO QUE SE SEGUE, não fica atrás. Deixa bem claro a forma como se faz politica em Portugal. O nível vai descendo, à medida que eles percebem o que os eleitores gostam e precisam.
Assim, fazem-se campanhas apelando ao voto por o candidato ser sexy? Em Lamego os valores andam a rolar pela lama? Vale tudo?
FOI ASSIM QUE O SÓCRATES E COELHO GANHARAM AS ELEIÇÕES E RESPECTIVO JACKPOT. OUVE-SE POR TODO O LADO AS SENHORAS MAIS IDOSAS, AFIRMAR QUE, TANTO UM COMO OUTRO, SÃO SEXYS!! AGORA JÁ SABEM PORQUE ESTAMOS FALIDOS... SÃO ESTES OS CRITÉRIOS DE ESCOLHA QUANDO SE CHEGA ÁS URNAS. VEJA O VIDEO NESTE LINK... PASME
AS CAMPANHAS SÃO ESTUDADAS À MEDIDA DA CULTURA DO ELEITOR E A PENSAR NOS ELEITORES... 


E depois olhamos para as capacidades, competências ou currículo desta gente, e é o espanto, ou melhor, a confirmação de que somos um caso perdido.
Os exemplos estão em todas as hierarquias do desgoverno. Desde o primeiro-ministro Passos Coelho, que passou uma vida à sombra de cargos arranjados pelo partido ou pelo padrinho, Ângelo Correia, até Miguel Relvas, que subiu na hierarquia política à conta também da sua passagem pela JSD e aproveitando as vantagens que o uso do avental lhe trouxeou ainda o suspeito engenheiro técnico, Sócrates, tudo exemplos de malta bem preparada para gerir o futuro de uma nação.
As boas intenções são uma mais valia, mas não são suficientes, é preciso que se comece e exigir profissionalismo, competência, currículo, experiência, provas...
Já basta de gozarem com um país sedento de gente honesta e competente, faminto de justiça e racionalidade. Não somos palhaços, somos milhões... somos seres humanos, famílias, crianças, idosos, trabalhadores e exigimos respeito. Exigimos ter direito a que respeitem a politica que nos governa.

Entre governantes e políticos poucos chegaram ao poleiro pelo seu currículo académico ou profissional.
Os partidos do centrão são exemplo disso - PSD, PS e CDS - continuam a produzir fornadas de inúteis parasitas do Estado (e que não se cansam de pedir menos Estado), forjados nas juventudes partidárias, gente que, se não fossem os tachos, poucas possibilidades teria de se evidenciar ou ter uma carreira independente do apoio dos partidos a que pertence.

A Finlândia tem sido reconhecida internacionalmente como um dos  países menos corruptos do mundo, uma parte desse sucesso está na moralidade que impera no país, apesar disso, e para facilitar a transparência, tem também um conjunto de princípios com vista a evitar abuso de poder, princípios que são raros na cultura Portuguesa.  
Modelo de luta que a Finlândia usa contra a corrupção e incompetência:

PRIMEIRO: Em qualquer compra feita na Finlândia, o governo quer compre uma caneta ou um edifício, devem ser adquiridos a preços de mercado e, forçosamente, incluir três ofertas de fornecedores diferentes para escolher o mais competitivoNão é legal, permitido ou justificável pagar fortunas por obras ou serviços que ultrapassam o razoável, e que mesmo depois de se tornar publicamente conhecido os preços descabidos, não acontece nada aos envolvidos. Como tem sido em Portugal. 


SEGUNDO: O princípio da transparência total da administração pública.  
Qualquer decisão de um funcionário público no exercício da sua profissão (excepto as relacionados com a segurança) pode ser conhecido pelos cidadãos. Não pode recusar-se a satisfazer as necessidades de informação não só dos jornalistas, como dos eleitores. 
 
TERCEIRO: O princípio da transparência total nas contas dos cidadãos.  

Os finlandeses podem saber quais são os rendimentos declarados de todos os residentes no país, seja de  uma pessoa que recebe o subsidio de  desemprego, ou do artista de maior sucesso da nação ou mesmo o CEO da Nokia.
 
QUARTANão existem presidentes de Câmara.

O governo dos municípios na Finlândia encontra-se nas mãos de  "gestores da cidade", ou seja, funcionários públicos com experiência na administração de tais entidadesAssim, o público pode distinguir claramente o responsável e que até podem ser despedidos ou substituídos, pela Câmara Municipal ( órgão eleito nas urnas pelo povo e que possui a representatividade da soberania popular). Helsínquia é a excepção a este modelo.

QUINTO: Ausência de cargos de designação politica:

Na Finlândia, os secretários de estado  fazem carreira sendo sujeitos e superando avaliações e provas objectivas, em vez de designação partitocrática como em Portugal. Em 2005 fez-se uma reformulação do sistema para permitir que organizações políticas pudessem escolher os secretários de Estado novamente, mas muitos deles ainda são funcionários públicos, actualmente continuam a ser  promovidos por mérito.

SEXTAA estrutura do poder é de coligação: 

Corrupção espalha-se mais facilmente quando o poder está concentrado em apenas (em Portugal o poder está cada vez mais concentrado apesar de fingirem que se divide em 3 partidos)  é por isso que na Finlândia se promove a tomada de decisão através do debate e consenso. O Conselho de Ministros tem mais poder que o Presidente da República. A responsabilidade das decisões é dividida por vários, e não por 1 ou 2.

SÉTIMOO princípio do livre acesso ao poder.  

A possibilidade de se tornar um membro do poder politico ou de ministérios, finlandês não está circunscrito numa elite intelectual formada em instituições educacionais concretas (como na França), nem em  pessoas que tem  a capacidade de atrair investidores de diferentes empresas para financiar suas campanhas ( EUA exemplo) ou membros de partidos e organizações políticas públicas cujo único mérito foi alcançado internamente e apenas no seu partido (caso espanhol e português) 
Na Finlândia, as posições no poder, são ocupadas  por funcionários públicos (seguindo uma escala de mérito) e cuja escalada na carreira está aberta ao conhecimento de todos os finlandeses. 
 
OITAVO: O princípio da proporcionalidade no castigo mesmo na corrupção. 

As multas ou sanções  por violar as regras é geralmente proporcional ao rendimento dos indivíduos e empresas. Em 2001, Anssi Vanjoki, executivo sênior da Nokia, foi multado ao passar o limite de velocidade, na sua mota  Harley Davidson e a multa foi cerca de 104.000 dólares na época. Este princípio da proporcionalidade no castigo, leva os políticos  tentados a participar num caso de corrupção,  a pensar duas vezes antes de serem tentados a cruzar o limite da legalidade. E tem resultado.

5 comentários :

  1. Comparando o nosso país ao Japão, neste momento acho que o nosso país está a viver a era do Shogunato, em que os grandes senhores feudais (políticos) estão acima de tudo e de todos, acho que estamos a precisar de um Bakumatsu (revolução que deu origem ao sistema japonês corrente) para pôr o país na trilha correcta e fora das mãos dos interesses estrangeiros.

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  2. Vamos então colaborar para que tudo mude;com eficiencia e sem lamurias: Votar nas proximas eleições é prioritário; 2ºcolaborar na formação de cidadaos (começando por nós) conhecedores das leis a nivel local e nacional, bemcomo os principios de gestão publica para que as opinioes e decisoes sejam mais escrutinadas e eficientes; colaborar para que apareçam ideias e pessoas dispostas a limpar a vida publica dos votos daquelas Brigadas de Colheres que primam à volta do tacho público a zelar para que abasteçamos a tacho da paparoca que as grandes/pequenas colheres rapam, mudar a filosofia de que boa gestão é fazer melhor com menos orçamento e não aumentar orçamento com mais impostos; implantar a regra de avaliação permanente de todos os escaloes e premiar o mérito.
    Eu vou começar já no proximo dia de eleiçoes a colaborar para que não aconteça que com 19% dos votos o executivo camarario diga com voz grossa etoda a razao que foram eleitos com maioria absoluta. desfio todos a terem conciencia da colaboração que podem dar para limpar esta seita.

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    1. Votar? Isso é alguma piada? Tens lido este blog? Votar apenas serve para alimentar o sistema corrupto desta parasitocracia. E já agora vais votar em quem? Leste algum programa eleitoral que mostrava o que é que ia ser feito na localidade onde vives? Um programa que não fosse apenas um conteúdo vazio do tipo "vamos melhorar as condições de vida e vamos combater o desemprego" e depois as medidas para fazer isso nem sequer lá estão?

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  3. ''Defender a discriminação entre os pobres.'' Acho que ele não sabe, mas o que disse foi que vai manter a discriminação e não combatê-la.

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  4. Votar em quem? Por ex. Em Lisboa estão a ser cometidos enormes crimes e burlas (Matinha - terrenos de aterro que deveriam reverter para a CML e ainda por cima altamente contaminados cujo ver e filho propõem 15 mil fogos), a fundação eDP prepara-se para roubar um terreno do domínio público em cima do rio e do Museu da electricidade, fazendo mais um mamarracho moderno desastroso, a privatização dos jardins quer em termos de manutenção, quer em termos de uso (ver a vergonha que está a ser feita no campo grande), tem descaracterizado e amaricado os espaços verdes matando árvores em barda ou podadando-as desnecessáriamente, os crimes imobiliários com o património da CML cujo director até se ri à frente dos funcionários dos idiotas da Assembleia Municipal que tudo aprovam, recentemente no BM verificou-se mais um favor ao Hospital da Luz e grupo Bes e c.lda. Enfim, só não vê quem não quer ver. Os candidatos nem sequer sabem o que estão a dizer, cada um é mais impreparado do que outro. Votar? Nestes idiotas incompetentes e mal formados que querem fazer mais mamarrachos para nós termos de os sofrer e pagar? Não já não vou nessa estupidez.

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