10 agosto, 2013

FIM ÀS EMPRESAS MUNICIPAIS - OS ALBERGUES DE PARASITAS



Entre os muitos albergues de boys, que temos que sustentar, as empresas municipais, são mais um exemplo, que serve para passar um atestado de estupidez ao contribuinte.

"Uma parte substancial da divida publica nacional provem das autarquias, convindo corrigir ou anular as batotas que levaram a esse endividamento e que todos nós somos chamados a pagar.
De há uns anos a esta parte, as autarquias com a conivência do administração central criaram as empresas municipais, mas sem nunca ter explicado ao Povo qual a necessidade dessas empresas e que benefícios trariam para as populações. Na verdade, as empresas criadas mais não passaram do que de um expediente, de uma engenharia financeira, para que os autarcas pudessem endividar os municípios com projectos megalómanos e de utilidade duvidosa sem ter em conta as reais carências dos governados.
O próprio Código dos Contratos Públicos dá ao sector empresarial do Estado uma margem de manobra maior do que às autarquias, elevando os limiares substancialmente, um regime altamente favorável para os desmandos da administração local.
A dispersão de contas por um universo empresarial, uma contabilidade habilidosa para alem de nuances legais como a anulação de transacções entre as empresas do grupo aliada à permeabilidade da contratação publica, permite às autarquias aumentarem significativamente o endividamento. Exemplo esclarecedor é o recente caso da Câmara Municipal de Portimão e da sua empresa Portimão Urbis.
E nas restantes autarquias como será? Alguma delas não terá telhados e vidro?
Em Olhão, a Câmara desde o inicio da era democrática, gerida por socialistas, criou algumas delas e já extinguiu outras e ainda participou noutras.
O Business Inovation Center em cujo conselho de administração tinha assento Francisco Leal, fechou portas e passados dois anos ainda devia o dinheiro das rendas. Quem pagou? O Povo de Olhão!
A Fesnima e a Mercados de Olhão, todos apresentam resultados negativos que só os subsídios disfarçam. E a Ambiolhão que apesar de apresentar resultados positivos, vê o seu endividamento aumentar de ano para ano?
Perguntamos nós, o que é que a Câmara Municipal de Olhão deixaria de fazer sem as empresas municipais? E para que queremos nós empresas e mais empresas, se em nada beneficiam a população?
Estas empresas servem para que os partidos que detêm o Poder, gastem o dinheiro dos munícipes sem justificar a necessidade de pessoal, de viaturas, de consumíveis e de outros artifícios, para alem de dar de mamar a uns quantos amigos do cartão.
Sem uma explicação plausível da necessidade destas empresas, não nos resta outra proposta que não o fim delas. E à administração central, à troika e a outros palhaços que entendem uma Reforma da Administração do Estado, cujo objectivo é a redução dos direitos dos trabalhadores da administração publica, era melhor que cortassem nos lugares de nomeação politica a qualquer nível.
Até quando vamos ter de suportar isto?
Pelo fim da FESNIMA, MERCADOS DE OLHÃO E AMBIOLHÃO.
REVOLTEM-SE, PORRA!"  fonte

Autarca de Portimão tirou documento a polícia e engoliu-o
"O principal suspeito de corrupção e branqueamento de capitais na Câmara de Portimão engoliu um documento. O vice-presidente da câmara, Luís Carito, tirou o documento das mãos de um agente da Judiciária e comeu-o, presumivelmente por conter matéria comprometedora. Carito passou o dia no Campus de Justiça, em Lisboa, onde foram agora definidas as medidas de coação dos cinco suspeitos". fonte

Paulo Morais... 
"As empresas municipais estão hoje completamente descredibilizadas. Na sua esmagadora maioria, delapidam recursos públicos, servem para distribuir empregos pelos "boys" dos partidos e até para favorecer umas negociatas. Em apenas dez anos de existência, acumularam milhares de vícios. Chegou pois a hora de moralizar o sector empresarial local, mantendo apenas aquelas entidades que cumpram um mínimo de requisitos.
Em primeiro lugar, qualquer empresa municipal deve atingir um volume de negócios significativo. Deve ter uma carteira de clientes, pagar a fornecedores, gerar emprego, representar um factor positivo na actividade do concelho em que se integre. No contexto actual, terão razão de ser empresas municipais de habitação responsáveis pela gestão de milhares de fogos, mas já não faz qualquer sentido manter estruturas cujo objecto de negócio seja apenas um pavilhão gimnodesportivo e uma piscina, como acontece por esse país fora.
Devem extinguir-se aquelas que não são mais do que serviços administrativos municipais mascarados, como é o caso das que apenas emitem licenças ou autorizações de construção.
Por último - e esta é a questão central! - uma empresa deve sobreviver se gerar lucro e não necessitar de subsídios ou indemnizações compensatórias. Uma empresa municipal à qual seja atribuída, por exemplo, a gestão de um parque habitacional, deve garantir que as receitas provenientes das rendas pagam a conservação e manutenção dos edifícios e das habitações, a gestão dos condomínios e os próprios custos de gestão.
 As empresas municipais que cumpram as condições acima devem dispor de uma gestão profissional, não podem acolher "boys" partidários e obrigam-se a entregar os seus lucros anualmente aos municípios, para além de manterem e valorizarem o património que têm sob a sua responsabilidade.
Cumprindo estes critérios, o sector empresarial municipal ficará reduzido a menos de dez por cento, mas Portugal ficará menos pobre. E mais sério." FONTE

O DESPESISMO INCONTROLÁVEL
  1. 695 milhões em ajustes directos.
  2. Só chefes para o povo sustentar
  3. Criar mais albergues de boys
  4. O polvo come e o povo passa fome
  5. 343 empresas municipais
  6. Quanto custam as autarquias?
  7. Fundações
  8. Observatórios

3 comentários :

  1. A CML está cheia desses maus exemplos, na Gebalis, na EGeac, etc., mas parece que o Costa e os seus amigos da Maçonaria e gang do turismo, etc, tem tudo bem controlado, nada sai cá para fora, só sai propaganda.

    ResponderEliminar
  2. Pois, mas não se esqueçam tambem que além de darem emprego á população essas empresas também servem para ir buscar dinheiro aos fundos comunitários, aos quais as camaras nao tem acesso, para poderem, além de realizarem vários projectos, manter as infraestruturas que estão concluidas de modo a não chegarem ao um estado de degradação!

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. E acha correcto os portugueses todos terem que sustentar empregos improdutivos , apenas para angariar votos, e muitos deles apenas familiares e amigos?
      E acha bem esses fundos serem usados para beneficiar empresas amigas e não para fomentar o desenvolvimento a longo prazo e criar emprego ?

      Eliminar