28 agosto, 2011

Se o governo fizesse justiça, não precisava de se vender Portugal.

salários de luxo a gestoresTropecei neste texto algures num forum, resolvi partilhar para os que questionam para onde vão tantos impostos. E onde deveriam ser feitos os cortes.
Porque razão se pagam salários de luxo a gestores que dão milhões de prejuízo? Porque razão estes senhores se queixam de ter as empresas públicas falidas e precisam de aumentar as tarifas da água, luz, transportes e impostos, no entanto não se envergonham de ganhar salários que chegam a ser ofensivos para o caos em que estamos e para o pobre país que temos sido.


ORDENADOS
  • - Mata da Costa: presidente CTT, 200 200,00 €
  • - Carlos Tavares: CMVM, 245 552,00 €
  • - António Oliveira Fonseca: Metro do Porto, 96 507,00 €
  • - Guilhermino Rodrigues: ANA, 133 000,00 €
  • - Fernanda Meneses: STCP, 58 859,00 €
  • - José Manuel Rodrigues: Carris, 58 865,00 €
  • - Joaquim Reis: Metro de Lisboa, 66 536,00 €
  • - Vítor Constâncio: Banco Portugal, 249 448,00 €
  • - Luís Pardal: Refer, 66 536,00 €
  • - Amado da Silva (ex-chefe de gabinete de Sócrates): Anacom, Autoridade Reguladora da Comunicação Social, 224 000,00 €
  • - Faria de Oliveira: CGD, 371 000,00 €
  • - Pedro Serra: AdP, 126 686,00 €
  • - José Plácido Reis: Parpública, 134 197,00 €
  • - Cardoso dos Reis: CP, 69 110,00 €
  • - Vítor Santos: ERSE, Entidade Reguladora da Energia, 233 857,00 €
  • - Fernando Nogueira (este não é o ex-PSD que se encontra em Angola): ISP, Instituto dos Seguros de Portugal, 247 938,00 €
  • - Guilherme Costa: RTP, 250 040,00 €
  • - Afonso Camões: Lusa, 89 299,00 €
  • - Fernando Pinto: TAP, 420 000,00 €
  • - Henrique Granadeiro: PT, 365 000,00 €

E ainda poderemos incluir no pacote a EDP, SMAS, etc... e ultrapassávamos os 50 milhões a brincar...
Claro que se recusassem poderiam tentar ganhar o mesmo ou mais em empresas 100% privadas, que se forem assim tão bons, com certeza que lhes pagariam!
Entretanto o que não faltariam seriam técnicos altamente qualificados que não se importassem de ganhar a "miséria" de 5.000€/mês para desempenhar as funções acima referidas.
Não resolvia tudo, mas ajudava. E nesse caso 100% dos portugueses apoiariam o PEC.
Haja moralidade!!!APERTEM O CINTO, APERTEM.... " fonte

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