A apresentar mensagens correspondentes à consulta festas ordenadas por relevância. Ordenar por data Mostrar todas as mensagens
A apresentar mensagens correspondentes à consulta festas ordenadas por relevância. Ordenar por data Mostrar todas as mensagens

Como as autarquias arruínam Portugal. Exemplos...

autarquias salários esbanjam
É A LOUCURA TOTAL!!! NESTA ALTURA DE CRISE, O QUE LEVA AS AUTARQUIAS AO ESBANJAMENTO DESMEDIDO DOS DINHEIROS PÚBLICOS? 
NÓS, AS GRANDES VÍTIMAS, CÁ ESTAREMOS PARA PAGAR, SEM NINGUÉM NOS CONSULTAR!

A Empresa Municipal de Educação e Cultura de Barcelos, E. M., gastou cerca de 30 mil euros em fogo de artifício de 27 Abril a 3 de Maio ( Claro que o dia 25 de Abril e o 1º Maio foram excluídos dos dias com direito a fogo de artifício) ver documento.
Esta empresa municipal é MÁ PAGADORA e envergonha o nome de Portugal ao não honrar contratos com artistas de renome mundial. Pois, esta empresa é parte num processo de execução judicial, no qual lhe são reclamados 224.950 euros, por conta do concerto de JÚLIO IGLESAS na inauguração do Estádio Cidade de Barcelos (2004),tendo unicamente pago 194 mil euros.Ver documento.

Em Portimão, depois da festa e, apesar dos elevados custos, vamos gastar mais para saber como correram as festas!! Mais um contrato de Março de 2012.
Foram 20.800 euros para saber qual o impacto das festas de Verão de Portimão (Meo Spot Summer Sessions. Festival da Sardinha e Mundialito de Futebol de Praia). Aparentemente ninguém na Portimão Urbis SGU ou na Câmara Municipal de Portimão, que lidera o top "dívidas dos Municípios", conseguia assegurar este trabalho. Já se sabe que vai demorar (e muito) a pagar este estudo.Ver documento

O VERGONHOSO caso do parque de estacionamento do Cartaxo 
É um parque subterrâneo que o Presidente da República inaugurou no princípio de Outubro, está há seis meses sem funcionar, mas que na verdade ainda não abriu ao público. Boa parte das infra-estruturas do Parque Central do Cartaxo não funcionam. A câmara ainda não conseguiu encontrar formas de obter financiamento bancário para os 690 mil euros que lhe cabem no investimento global de 4,5 milhões de euros, nem reunir condições para pôr a funcionar o parque de estacionamento subterrâneo com perto de 200 lugares” (Fonte: Público)
Este projecto está a cargo da empresa municipal do Cartaxo Rumo 2020. Uma pesquisa rápida detectou que mais de 300 mil euros, em menos de 2 anos, foram gastos em outsorcing de serviços jurídicos (aqui - ver documento- e aqui -ver documento-).
Como se não chegasse, a "31 de Dezembro de 2010, a empresa estava em incumprimento com o empréstimo da Caixa Geral de Depósitos de €2.000.000,00 ", conforme se pode pode ler no Relatório e Contas de 2010 daquele município, do qual também consta a dívida de 1,6 milhões a fornecedores, valor que triplicou relativamente a 2009. Por coincidência, após o falatório, actualmente não é possível aceder ao dito relatório de contas e a mensagem que aparece é : Este site está em fase de reformulação. Pedimos desculpa se alguma informação se encontrar desactualizada.

Relva sintética a leasing? Parece mentira, mas é mais uma loucura dum empresa municipal. A Matosinhos Sport - Empresa de Gestão e Equipamentos Desportivos e de Lazer, E.M., pagou mais de 186 mil euros por relva sintética e equipamentos desportivos para o Campo da Bataria. Só ISTO porque o contrato teve a duração de um mês. Ver documento

Se acha que com a crise, há autarquias sem dinheiro para megalomanias, engana-se...
O concelho de Chaves,  decide construir um centro de exposições com 996,83 m2 e a câmara municipal lá decidiu reconstruir o Pavilhão da Associação Empresarial do Alto Tâmega (ACISAT) criando, assim, o Centro de Exposições - Expoflávia. "Acoplado a este espaço, será também criado um para serviços administrativos, apoio jurídico, empresarial e de reuniões, com dois pisos e uma área total de 600,00 m2", informa a autarquia.
Está em causa uma empreitada com um valor (inicial) de 849.183,70 €.
Em Setembro do ano passado, e no mês seguinte à adjudicação da empreitada do megalómano Centro de Exposições Expoflávia, a autarquia de Chaves decidiu investir 244.994,77 € na remodelação do campo de treinos de futebol de 11 que integra o estádio municipal. fonte

AS FESTAS DAS CIDADE DA AMADORA NO ANO DE 2011 NÃO FORAM PAGAS PELO MUNICÍPIO, MAS PELO SMAS DE OEIRAS/AMADORA
A missão dos SMAS consiste em garantir o abastecimento de água e a prestação de serviços de saneamento básico às populações residentes nos Concelhos de Oeiras e Amadora,(...)", lê-se no site oficial dos Serviços Municipalizados dos dois concelhos. E o que se escreve e inscreve. Mas nada disso parece interessar, pois estes serviços gastaram mais de 73 mil euros em espectáculos musicais para a festa do Município da Amadora.Ver documento
ESTES SMAS são famosos pelo despesismo: 
Jantar de convívio com o módico custo de € 23.512,50, vidé este blog
Os cabazes de Natal custaram € 7.000 e os bilhetes para o circo € 6.000, conforme este blog

Já ouviu falar de Alquerubim? É uma freguesia do concelho de Albergaria-a-Velha, com 2375 habitantes, onde não falta o clássico estádio municipal mas que nem um site institucional tem. O município de Albergaria-a-Velha acabou de lançar o concurso público para relvar este estádio por 270 mil euros (+IVA). Prioridades. 

Em Braga foram mais generosos, 43 milhões para relvar, em forma de renda que rende mais?

Mais despesismo, a roçar o abuso... 
Se quiser conhecer mais casos, basta ir lendo a coluna ao lado direito... devagar para não se assustar.

6 mil milhões de euros em 5 anos de ajustes directos, sempre a abrir


O povo é que paga!
A democracia tem estes momentos de anarquia e libertinagem, em que OS GESTORES do dinheiro público, nem precisam de realizar concursos públicos, afim de obterem melhores preços, eles gostam mesmo é de ajustes directos. Oferecem o negócio a quem bem lhes apetecer e pelo preço que se quiser.
Mas o povo nada pode contra eles, nem contra o despesismo, e é forçado a trabalhar cada vez mais e mais, para pagar os abusos da liberdade, deles. Assim temos que, a excessiva liberdade de uns é a escravatura dos outros.

"Tudo serve em Portugal para gastar dinheiro dos contribuintes. 
Seja em festas, seja em brindes, seja a fazer pequenos favores a amigos, a realidade dos ajustes directos custa todos os dias muitos euros que saem dos bolsos de quem paga impostos. O pior é que muitas destas despesas, no mínimo, são de interesse duvidoso. Veja alguns exemplos eventualmente chocantes...

É profundo e recheado, o bolso do contribuinte, quando chega a hora de pagar despesa pública. E quem paga e não bufa nem sequer questiona se realmente precisa do serviço que acabou de comprar.
A listagem dos ajustes directos, feitos por organismos públicos, empresas do estado e autarquias, é um manancial de más despesas que o contribuinte, sem saber, paga. E paga bem.

A crise deixa os autarcas loucos pelo poleiro... a vergonha é nula.


Este video exibe a anedota que são, muitos dos candidatos.. a competência o currículo e a inteligência, em foco.



Em baixo os casos caricatos, sobre campanhas eleitorais, que deveriam continuar a afrontar os eleitores.
São histórias que marcam as campanhas eleitorais por esse país fora, onde a cultura da idade média ainda domina eleitores e candidatos... um esmolinha aqui, um roubozinho, mas por uma boa causa... subornar idosos e carenciados em época de eleições, sempre foi um trunfo da hipocrisia, que pauta aqueles que fazem tudo pelo poleiro. Inclusive falir o poleiro.
As campanhas que deveriam ser proibidas pois continuam a ser apenas manipulações, mentiras e falsas promessas, proferidas por parasitas agarrados ao tacho, e pagas pelos inocentes que são enganados. Quem quisesse saber o programa eleitoral dos partidos deveria consulta-lo e este deveria estar acessível e ser de fácil compreensão.
Mas as campanhas são óptimas para enganar os mais idosos e também os mais incautos.
São também uma forma de fortalecer os candidatos, que são premiados com um poleiro, se conseguirem ser o melhor mentiroso e o melhor abusador do dinheiro do estado.
Candidatos que se fortalecem discretamente em sociedades secretas. Não importa ser honesto, competente ou ter currículo em alguma área... basta ter muito dinheiro à disposição, de preferência, dinheiro alheio, geralmente desviado dos impostos, ou embolsado com o apoio de empresas que pagam favores adiantados...  Nas campanhas eleitorais, à portuguesa... vale tudo e não custa nada.
(Atenção - alguns são casos recentes outros são anteriores)
"O conhecido ex-jogador de futebol João Vieira Pinto é candidato à freguesia da Campanhã (Porto) pelo PSD. João Pinto considerou irrecusável o desafio lançado por Luís Filipe Menezes e o Má Despesa até compreenderia (ambos) não fosse o facto do ex-futebolista ter sido condenado a um ano e meio de prisão (pena suspensa) por fraude fiscal qualificada. Ao menos, e a título de agradecimento ao país que tanto lhe permite, espera-se que João Pinto cumpra a sentença judicial antes das eleições e pague ao Estado os 600 mil euros, acrescidos de juros de mora, devidos a título de indemnização a todos nós. E vamos ver como correm as contas da campanha nesta freguesia... fonte

CLIQUE NAS IMAGENS PARA AMPLIAR
"Menezes paga rendas e outras despesas a moradores de bairros do Porto.
Candidato do PSD reuniu-se esta semana na Câmara de Gaia com moradores com dificuldades económicas que residem em bairros da cidade onde se candidata e tem pago algumas facturas. fonte
CNE: Menezes arrisca pena de prisão por aliciamento dos eleitores.
Presidente da Comissão Nacional de Eleições considera que candidato pode estar a cometer dois crimes ao pagar rendas e outras despesas aos portuenses. Fonte
"A 15 dias da candidatura de Menezes lançar a sua campanha de outdoors, a Gaianima, empresa municipal paga com o dinheiro de nós, gaienses. E é gerida por Ricardo Almeida, o presidente da Concelhia (e agora n 4 de Menezes à Câmara do Porto), que anda atrás de Menezes como um rafeirinho, em campanha.
Além de não estar a trabalhar onde devia, este Ricardo Almeida já este ano contratou duas agências de comunicação. Ambas têm como dono o mesmo senhor... Luís Paixão Martins, um guru das campanhas que
também trabalha com Tocha. 
A NextPower gaba-se no seu facebook do trabalho que tem feito para o PSD de Gaia e para Carlos Abreu Amorim. Sabe-se que está também a trabalhar com Menezes em Gaia. Aqui fica o contrato da NextPower. Brevemente voltaremos ao tema, com o da outra empresa. PS: um pormenor, a Gaianima está em liquidação e vai ser extinta!!!. 

O ajuste anterior foi estabelecido no mesmo dia que este outro. Os dois somados ultrapassam o limite máximo permitido por lei. Tudo bem se os contratos em si não fossem leoninos e se a Boston não fosse a dona da NextPower. Uma ilegalidade que esconde um crime de contratação pública feito a céu aberto por Ricardo Almeida, presidente do PSD Porto, actualmente dedicado a tempo inteiro à campanha de Menezes. Estes ajustes, feitos sempre sem concorrentes, têm uma particularidade: a Boston vende comentadores em programas no Porto Canal, onde o director de relações públicas é o mesmo que dirige a NextPower, recentemente mudada para... GAIA

E de repente as Águas de Gaia - empresa municipal onde se empregam as tias, os tios, as amigas, os amigos e até a mulher do diretor do JN - contrata uma empresa de sondagens de opinião por 35 MIL EUROS! Dá para umas 10 sondagens eleitorais. 
(Os textos sobre Menezes têm origem no site do facebook )
(As imagens são da base de dados do Governo)

FAM: fundo de 650 milhões para ajudar as câmaras que mais mal gastaram os nossos impostos?

Os que melhor geriram o dinheiro público sentem-se injustiçados.
Estradas esburacadas. Parques de skate às moscas. Operações às cataratas em Cuba. Centro cultural com salas para centenas de pessoas em localidade de 7000 residentes.
Saneamento básico de 3º mundo...
Apenas para ganhar votos, esbanjam-se os impostos em megalomanias. 
Vale Geão em Vila Nova de Poiares, distrito de Coimbra. "Mas há casas, nas aldeias, onde é necessário retirar a janela [sic] para colocar as mangueiras, atravessar a sala de jantar e limpar a fossa", assegura o trabalhador que faz a extração. Aqui, apenas 20% do município está coberto por esgotos - a maioria da população, até mesmo na sede do concelho, depende do trator da Câmara para a cíclica limpeza das fossas. Os que as têm chegam a pagar mais pelo serviço do que os cinco euros mensais cobrados na fatura da água aos que têm esgotos.

Um dos municípios mais desequilibrados do ponto de vista financeiro, com cerca de 20 milhões de euros em dívida, Vila Nova de Poiares é um local sui generis. Tem piscina municipal, centro cultural, parque de desportos radicais, uma imponente "Alameda" onde se realizam eventos ao ar livre, uma enorme cruz no centro da localidade, um jardim com estátuas que evocam profissões tradicionais da região e um sem número de outras coisas vistosas. Mas não tem saneamento básico. Em média, cada um dos 7200 habitantes deve 2776 euros mas a Câmara só recolhe receitas de 890 euros por munícipe. Por isso, quase todos os impostos locais e taxas estão no máximo. Para Alfredo Pinto, do PCP de Coimbra, falta apurar as responsabilidades da antiga gestão. "Porque no fundo, é o povo que paga o descontrolo das câmaras".
Face à situação, este é um dos primeiros municípios a recorrer ao Fundo de Apoio Municipal, o programa do Governo para acudir às autarquias falidas. "Não estamos a fazer qualquer tipo de investimento ou quaisquer obras. Só temos os trabalhadores necessários à manutenção dos serviços mínimos essenciais. Poupamos até na luz: a partir das cinco horas, cortamos a iluminação pública", nota o presidente da Câmara, João Henriques, eleito pelo PS em 2013, depois de 37 anos de gestão do social-democrata Jaime Marta Soares.

Mais 2 milhões de impostos para o lixo, no país onde os partidos nunca são responsabilizados porque os eleitores não usam o voto


Treze anos depois de a obra ter sido entregue a uma empresa de um amigo de Sócrates, o edifício que se destinava à PSP de Cascais está em vias de ir abaixo.
O edifício de grandes dimensões que começou a ser construído há 13 anos para acolher a Divisão da PSP de Cascais e nunca foi acabado vai provavelmente ser demolido, afirmou ontem o presidente da câmara local, Carlos Carreiras. Em alternativa, a polícia, que se encontra há décadas num espaço sem quaisquer condições, irá ocupar, em data ainda desconhecida, o antigo Quartel Militar da Bateria da Parede, recentemente comprado pela câmara ao Estado.

Carlos Carreiras já tinha manifestado, no início do mês, a intenção de contribuir para que a PSP deixasse as instalações "degradantes" e provisórias em que está há mais de 60 anos, confirmou agora à Lusa que a divisão vai ser transferida para o antigo Quartel da Parede. "Já fechámos o acordo com o Ministério da Administração Interna (MAI), que apoiou também a decisão camarária de fornecer à PSP um conjunto de materiais de segurança dos agentes", disse o autarca. Segundo noticiou na semana passada o Jornal da Região, citando o autarca, o edifício da antiga Brigada Fiscal, junto à lota de Cascais, acolherá também uma esquadra territorial e um serviço policial de apoio aos turistas. A decisão de realojar a PSP, disse Carlos Carreiras à Lusa, deverá obrigar à demolição do controverso "edifício amarelo", um complexo de seis pisos que começou a ser construído em 1999 na Av. Engenheiro Adelino Amaro da Costa, perto do tribunal da vila, para acolher todos os serviços da divisão de Cascais.

Os Boys da Câmara de Loures. Jamais permitirão acabar com as autarquias!!


Assembleia república deputados parasitas
Porque é que em Portugal ninguém deixa acabar com as autarquias? Verdadeiros centros de distribuição do dinheiro público, por familiares e amigos, dos que ganham o poleiro??
"O Jornal Expresso publicou um artigo sobre o Presidente da Câmara Municipal de Loures, com o seguinte título:
"AUTARCA DE LOURES COLOCA A FAMÍLIA NA CÂMARA"
Os familiares referenciados pelo Jornal, são os seguintes:

-Graça Teixeira(mulher)------------------Directora Delegada do SMAS
-Joana Calçada(filha)---------------------Adjunta da Vereadora Sónia Paixão
-Maria Montserrat(namorada do filho)----Adjunta do Presidente da Câmara
-Constantino Teixeira(irmão)----Era assessor de um Vereador, mas saiu para a Valor Sul, empresa participada pela Câmara
-António Baldo(cunhado)---------Chefe de gabinete do Presidente
-Paulo Gualdino(cunhado)----------Chefe de Gabinete do SMAS
A última nomeada presidencial é a espanhola Maria Montserrat, namorada do filho de Carlos Teixeira, escolhida em Março deste ano como adjunta do gabinete da presidência.

A crise e as obras megalómanas de gestores inconsequentes

obras despesistas
Futuro Centro Cultural de Viana do Castelo
Foi nestas coisas indescritíveis, que o dinheiro que chegava a jorros da UE, se esbanjou. Em vez de se investir na indústria, na criação de postos de trabalho, nas empresas, ou tudo o mais que possuísse benefícios a longo prazo para a economia, para a sociedade e para a sustentabilidade, Portugal opta por obras despesistas, sem futuro, improdutivas, e a maior parte das vezes, laçadas ao abandono por falta de utentes e por falta de verbas para manutenção. Este é apenas um exemplo entre as centenas deles que se espalham pelo país. 

"Obras do Coliseu de Viana do castelo foram suspensas por falta de financiamento.
A autarquia já investiu sete milhões de euros no pavilhão multiusos que foi desenhado por Souto Moura mas faltam outros sete, que ainda não estão garantidos.
Estava prevista a conclusão da obra para o verão de 2011 e orçada para 11,2 milhões de euros, contudo as derrapagens já atiraram com os 11,2 milhões para cerca de 14 milhões, até ver... e o prazo de conclusão foi atirado para o vazio ... pois o financiamento, que não se encontra, impede a conclusão da obra.
Este era o quadro em Fevereiro de 2011, como mostra o video

Entretanto foi garantido um financiamento comunitário na ordem dos 80%. O custo da obra vai agora nos 13,1 milhões de euros, em que o município de Viana do Castelo terá de assumir a responsabilidade de 2,6 milhões de euros, sendo os fundos comunitários na ordem dos 10,5 milhões de euros. Durante o tempo de suspensão, a Martifer recebe 25 mil euros por mês para suportar o custo de manutenção do estaleiro que permaneceu no local. "
Quem nunca sai a perder são os privados, os contribuintes tudo pagam, 25 mil euros por mês só para manter o estaleiro à espera que chegue o dinheiro??? Só poderia ser anedota se vivêssemos num país com eleitores responsáveis.

2013 - "Vai ser inaugurado no próximo domingo, dia 14 de Julho, às 12h00, o Centro Cultural de Viana Castelo, com a presença do Arqtº Souto Moura, autor do projecto.
O valor desta obra, considerando os arranjos exteriores no valor de 1,1 milhões de euros e que contemplam novos acessos pedonais e rodoviários, uma zona relvada e arbórea, além do prolongamento, para a foz, das escadarias de acesso ao rio Lima e de um aparcamento específico para autocarros e ligeiros, orçou em 13,1 milhões de euros.Este equipamento de características únicas na região, tem uma área de implantação e de construção de 4.425 m2, um volume de escavação de 19.000 m3, um volume de betão de 5.000 m3, utilizou 900 toneladas de aço para betão, tendo uma estrutura metálica de 1.200 toneladas.
Construído pela Martifer SA e Paínhas SA em consórcio, esta obra iniciada em 2008 e concluída em Julho de 2013 só foi possível com apoio de fundos comunitários, contando com o apoio e solidariedade dos dez Municípios do Alto Minho."

Mais exemplos de despesismo e má gestão, que sustentamos e legitimamos.

Desvia 115 mil euros da Junta, para uso pessoal.



A corrupção alastra-se a todos os níveis, gente honesta, precisa-se. Urgem leis capazes de desincentivar e travar os desonestos.
É impossível segurar a corrupção quando as leis a permitem ou mesmo apoiam. É impossível travar a corrupção num país onde os cidadãos acreditam, cegamente, que democracia e cidadania é apenas ir votar sem pensar, sem julgar, sem penalizar, sem fazer justiça, sem estar informado e sem mudar nada.


"Ex-autarca confessa que "desenrascou" amigos com dinheiro da Junta.
Ministério Público acusa Domingos Oliveira dos crimes de falsificação de cheques e peculato, por alegadamente se ter apropriado de quase 115 mil euros. O ex-presidente da Junta de Perelhal, em Barcelos, confessou em tribunal ter utilizado dinheiros públicos para resolver problemas pessoais e para "desenrascar" amigos, mas garantiu que já devolveu tudo.
Domingos Oliveira, que esteve na Junta de Perelhal durante 33 anos, os três primeiros como secretário e os restantes como presidente, disse que o dinheiro foi usado não só para ultrapassar "circunstâncias" da sua vida, nomeadamente relacionadas com o divórcio, mas também para "desenrascar" amigos.
"Considero que não cometi crime algum, porque não me apropriei de valor algum da Junta. É verdade que usei algum dinheiro da Junta em circunstâncias especiais da minha vida, mas devolvi tudo. Nada devo neste momento", referiu Domingos Oliveira.
A um amigo "que estava aflito" emprestou 35 mil euros da Junta, um empréstimo que seria apenas "por dois ou três dias", mas que até hoje continua por saldar. "Eu é que fiquei sem o dinheiro, a Junta já o tem", ressalvou, sublinhando que "nunca" foi sua intenção ficar com o dinheiro público que, quando precisava, utilizava para fins pessoais.
Segundo a acusação, em causa estão cheques enviados pela Câmara de Barcelos, que o arguido depositaria na sua conta pessoal, depois de os endossar falsificando a assinatura dos outros membros do seu executivo e de colocar o carimbo da Junta.
Ainda segundo a acusação, Domingos Oliveira manipulou as contas de gerência da Junta de 2005, 2006 e 2007, fazendo constar na rubrica "receitas da Câmara" valores "muito abaixo" dos efectivamente transferidos pelo município.
O processo foi espoletado por uma queixa apresentada no Ministério Público pela líder da oposição na assembleia de freguesia de Perelhal, Maria Madalena, após notar "sistemáticas discrepâncias" nas contas que eram apresentadas pela Junta.
Domingos Oliveira foi presidente da Junta, eleito pelo PSD, até 2009." fonte

O poder local despesista e corrupto
Os milhões para as autárquicas
As bombas de combustível 
As câmaras invertidas 
Exemplos de despesismo 
Relvados de Braga
Império de Braga
Luxos de Braga
Seixal generoso
O imperador Valentim Loureiro
Loures um albergue de boy
A incompetencia sai muito cara
Sociedades e fusões
Ajudar amigos
As birras
Familia Madeirense
O abuso
O abuso continua
Vinhos, festas e afins
Festas e festejos
Computadores de diamante?
O caso da piscina de Braga.
O caso dos candeeiros do Siza Vieira
O caso do pombal escolar
O caso da casa de cinema
O caso do pavilhão de Viana
O caso das pistas para carros (de brincar)
O auditório de Viana
As piscinas da Azambuja
O caso da Madeira
O exagero
Enriquecer amigos

As bombas de gasolina de autarquias, com fugas de combustível!?

bombas de gasolina  autarquias fugas de combustível!
Mais duas bafejadas com bombas
de gasolina privadas

O descaramento dos abusadores em todo o seu esplendor.
Mais um exemplo de como se esvai o dinheiro público, através dos famosos antros de rapinagem, mais conhecidos por autarquias. Um covil de tachos e boys, regalias e luxos, despesismo e incompetência.
As autarquias possuem bombas de combustível para... sabe-se lá que libertinagens. 
Para a frota da autarquia? Para todos os amigos da autarquia? Para todos os que fazem favores aos do poleiro da autarquia? Para familiares? Para funcionários, e afins?
Uma bomba de gasolina no posto de trabalho, nos tempos que correm, deve ser um luxo caro... um luxo que todos os portugueses gostavam de ter, mas não tendo, têm que pagar a dos outros?
É exemplar o abuso do poder e dinheiro, dedicam-se a enganar os fracos, rapinar os desprevenidos, abusar dos que lhe dão a mão e o pão, explorar o estado/cidadãos, iludir os colegas, trair o estado. 
Já percebemos que este é o modus operandi mais comum, daqueles que são pagos para servir o estado. Culmina quase sempre no efeito perverso e inverso - eles a servirem-se do estado.
Quantos abusadores se abastecerão neste tipo de bombas, que todos sustentamos?

JUVENTUDE PERDIDA - A IMORALIDADE E AMORALIDADE DA JUVENTUDE ACADÉMICA


Encontrei o artigo que se segue, por recomendação de um leitor do blog, e decidi partilhar.
Aborda um assunto que muitos evitam falar.
Mas a falta de valores e a degradação que envolve o meio académico e o ensino em Portugal, tem que ser motivo de reflexão.
A ignorância de um povo é a melhor arma dos corruptos. Contribuir ou alhear-se da degradação que cria gerações amorais, é ajudar a manter o sistema e a saga de Portugal.
Portugal precisa de pessoas informadas, com valores, com espírito cívico e altruístas, que lutem pelo bem comum, e as escolas e universidades devem contribuir para incutir esses valores, não para o oposto.
Em Portugal, o ensino, a saúde e outras instituições seculares, estão em auto gestão. Os desgovernos andam demasiado ocupados nos seus jogos de corrupção. Não há planos, nem estratégias a curto ou a longo prazo, não há estudos nem fiscalização, não há propostas de novas metodologias ou novas regras... é o abandono total. Todos os governos se preocupam em extorquir dinheiro ao estado, fazer favores aos grandes grupos económicos e assim garantir o seu futuro pessoal. O resto que se vá degradando, quem se importa? Neste artigo, o caos gerado pela ausência de gestão, no ensino.

Pavilhão de Portugal, mais uma obra despesista ao abandono... gestores sérios e competentes, exigem-se!


O desrespeito pelo dinheiro e pelo património público continua a ser algo desagradavelmente evidente nas atitudes de quem nos desgoverna.
O despesismo é a marca de referencia, impostos desviados e inutilizados em inutilidades que todos pagamos, já em grande sacrifício, invariavelmente exigido aos que nunca são consultados mas sempre chamados a pagar.

Um pavilhão de 23 milhões, ao abandono, e que o próprio autor acha melhor demolir.
"A solução mais lógica, depois de tantos anos passados, é demoli-lo". Álvaro Siza Vieira
antecipa um futuro sombrio para o Pavilhão de Portugal, que projectou antes da Expo 98.
Uma coisa é certa: não faz sentido deixá-lo como está, vazio e praticamente abandonado. A utilização actual do pavilhão, residual e esporádica, "aumenta ainda mais a degradação".

Quando questionado sobre a seriedade da ideia de mandar abaixo o edifício, o arquitecto reforça a intenção. "Em vez de se deixar o tempo demoli-lo, ao menos devia tomar-se a iniciativa para demolir e poupar trabalho ao tempo".
Diz não estar triste com o estado a que chegou o Pavilhão de Portugal. Diz que muitos dos seus edifícios já estão em ruínas. "Talvez seja culpa minha".
A obra de Lisboa, celebrada pela pala suspensa sobre uma praça, foi pensada sem um destino exacto. Tanto poderia albergar um conjunto de escritórios como um museu.

O pavilhão de Portugal custou 23,5 milhões de euros, agora ao abandono. Em 2010, foi classificado como monumento de interesse público, mas as portas estão fechadas ao público. com video

Uma obra megalómana há 13 anos à espera de ser útil
Edificado para a Expo’98, o edifício destinado ao pavilhão de Portugal deveria cumprir 3 funções no seu programa. Um espaço expositivo, um espaço de representação cerimonial e uma estrutura passível de desempenhar outras funções após o encerramento da exposição. Foram as linhas seguidas pelo autor, Siza Vieira, ao dividir o programa em dois espaços: um percurso expositivo interior e uma simbólica praça coberta, para os eventos oficiais.
Premiado pela sua arquitectura logo em 1998, classificado como Monumento de Interesse Público pelo IGESPAR em 2010, o edifício permanece hoje como destacado ponto turístico. A pala da praça coberta tornou-se um ex-líbris da nova cidade e as suas arcadas voltadas ao rio são usadas por turistas e transeuntes. O seu interior, desenhado por Souto de Moura, permanece contudo encerrado e sem uso desde 1998.
Os planos para a terceira fase contemplada no projecto foram já vários: Presidência do Conselho de Ministros, Museu de Arte Moderna, Agência Internacional para os Oceanos ou museu a designar, após a sua aquisição pela Câmara Municipal de Lisboa. Todos sem seguimento até hoje.

Propriedade da Parque Expo, S.A, a sua avaliação em 2004 foi de 20 milhões de euros, aquando do estudo de compra do edifício pela CML, mas a dívida prévia de 140 milhões da Câmara Municipal de Lisboa à Parque Expo liquidou o negócio. Apenas exposições esporádicas têm utilizado o edifício. Notícias recentes referem já um novo projecto de utilização “cultural e multidisciplinar” integrado na oferta turística da zona.
Será talvez um futuro para uma caixa oca, em processo de degradação do seu interior, após 13 anos sem uso. Monumento simbólico do evento que acolheu, o pavilhão de Portugal é por enquanto apenas outro cenário para postais.

Mais exemplos de despesismo e má gestão, que sustentamos
  1. As 10 câmaras mais endividadas
  2. O caso da piscina de Braga.
  3. O caso dos candeeiros do Siza Vieira
  4. O caso do pombal escolar
  5. O caso da casa de cinema
  6. O caso do pavilhão de Viana
  7. O caso das pistas para carros 
  8. O auditório de Viana 
  9. As piscinas da Azambuja
  10. O caso da Parque escolar 
  11. Piscina dos Olivais. 
  12. António Costa, faz mas desfaz?
  13. O caso do Novo edifício da Policia Judiciária em Lisboa. A segunda tentativa.
  14. Mais piscinas sem nadadores, só para fazer dinheiro?
  15. Parque empresarial... sem empresas? 
  16. O despesismo do poder local
  17. Relvados de Braga
  18. Império de Braga
  19. Luxos de Braga
  20. Seixal generoso
  21. Ajudar amigos
  22. As birras 
  23. O abuso
  24. O abuso continua
  25. Vinhos, festas e afins 
  26. Festas e festejos 
  27. Computadores de diamante?
  28. O caso da Madeira
  29. O exagero
  30. Enriquecer amigos
  31. Aeroporto de Beja, ás moscas
  32. As derrapagens criminosas
  33. Madeira, por ser pobre, recebe subsidio de insularidade? Pago pelos continentais?



930 mil euros em jardim de Muge, votados ao abandono.


"Zona de lazer que custou 930 mil euros em Muge votada ao abandono.
A zona do Rossio de Muge está num completo estado de abandono perto de nove meses depois da empreitada de arranjo urbanístico realizada. 
A presidente da Câmara de Salvaterra de Magos, Ana Cristina Ribeiro (BE), justifica a ausência de manutenção com a chuva.
As ervas daninhas invadiram os passeios e os cardos tomaram conta do que já foi em tempos um jardim. Existem já munícipes a quererem usufruir do espaço com a melhoria do tempo, mas em vez de uma zona aprazível deparam-se com o espaço abandonado. No dia em que O MIRANTE esteve no local, apesar do bom tempo encontrou apenas um grupo de pessoas com alguma idade, sentadas num banco, que criticaram o "desleixo" e "abandono" do Rossio de Muge."
* Notícia completa de O MIRANTE. Imagens do local aqui.

Este não é um exemplo isolado da incompetência de quem gere os dinheiros públicos. 
É apenas mais um a somar à longa a lista de obras despesistas que por este país fora vão nascendo e morrendo sem chagarem a ser úteis aos contribuintes, apenas foram muito úteis aos construtores e dirigentes, envolvidos.
São inúmeros os casos de obras ao abandono, obras demolidas várias vezes, obras iniciadas e não acabadas, obras acabadas mas sem verba para serem mantidas ou utilizadas, obras descabidas, exageradas megalomanas, insustentáveis e ruinosas, etc etc... tudo serve para exibir a incompetência e corrupção de quem nos desgoverna.

Mais exemplos de despesismo e má gestão, que sustentamos

  1. As 10 câmaras mais endividadas
  2. O caso da piscina de Braga.
  3. O caso dos candeeiros do Siza Vieira
  4. O caso do pombal escolar
  5. O caso da casa de cinema
  6. O caso do pavilhão de Viana
  7. O caso das pistas para carros 
  8. O auditório de Viana 
  9. As piscinas da Azambuja
  10. O caso da Parque escolar 
  11. Piscina dos Olivais. 
  12. António Costa, faz mas desfaz?
  13. O caso do Novo edifício da Policia Judiciária em Lisboa. A segunda tentativa.
  14. Mais piscinas sem nadadores, só para fazer dinheiro?
  15. Parque empresarial... sem empresas? 
  16. O despesismo do poder local
  17. Relvados de Braga
  18. Império de Braga
  19. Luxos de Braga
  20. Seixal generoso
  21. Ajudar amigos
  22. As birras 
  23. O abuso
  24. O abuso continua
  25. Vinhos, festas e afins 
  26. Festas e festejos 
  27. Computadores de diamante?
  28. O caso da Madeira
  29. O exagero
  30. Enriquecer amigos
  31. Aeroporto de Beja, ás moscas
  32. As derrapagens criminosas
  33. Madeira, por ser pobre, recebe subsidio de insularidade? Pago pelos continentais?

Até o Carnaval escapa à crise. O contribuinte paga milhões, e não escapa aos impostos que pagam o Carnaval?

pedintes despesismo torres vedras ovar carnavalMais despesas típicas de um país em crise? Podem fechar escolas e até podemos arruinar o país, mas estes gestores do dinheiro público é que sabem como gastar os impostos. Não fossem eles os responsáveis por um dos maiores buracos nas finanças públicas. Esta sub espécie de gestores, analfabetos oportunistas sem um pingo de vergonha ou competência, chegam ao poleiro, apenas porque vivemos em Portugal. O resultado nem podia ser outro: Dívida das autarquias é de 8 mil milhões de euros! Continuem a votar em incompetentes e criminosos isentos de responsabilidade!

2011 - Em Torres Vedras vai ser construído o Centro de Artes do Carnaval. Só o projecto de arquitectura, custou 200 mil euros.
“O edifício principal do antigo Matadouro, no qual se organizam os espaços do Centro de Artes mais directamente relacionados com o exterior – o átrio, o auditório, o centro de documentação e a sala de exposições temporárias –, é reabilitado. Um novo corpo, suspenso sobre este edifício e a ele verticalmente ligado a partir da sua charola original, acolhe a exposição permanente que, pontuada por uma sequência de vistas enquadradas para o exterior e para a cidade, se estende até ao espaço exterior esculpido pela pedreira”, descreve o vencedor do concurso de arquitectura.

2012 -  Em Ovar a construção da Aldeia do Carnaval chega aos 1,5 milhões de euros. Vale a pena ler esta descrição do projecto que “é um sonho de 60 anos”: “O empreendimento pretende garantir a todas as colectividades de Ovar que se dedicam em exclusivo ao Carnaval um espaço que reúna as condições necessárias ao trabalho que desenvolvem ao longo de todo o ano – a maior parte das vezes em espaços exíguos ou, então, ao ar livre, sob condições climatéricas adversas, quando a dimensão dos carros alegóricos a isso obriga. A Aldeia do Carnaval vai nascer junto da Rua da Guiné, terá cerca de 4.000 metros quadrados de área coberta, onde vão ser erguidos 27 módulos, três dos quais destinados a oficinas. Do projecto, José Américo Sá Pinto destaca um palco para concertos e espectáculos e uma praça de 1.500 metros quadrados, e, ainda, dois outros pavilhões vocacionados para a formação.”
2012 - Madeira gastou meio milhão com o Carnaval
2014 - O município de Elvas pagou 6 mil euros ao vencedor da Casa dos Segredos 4 para ser Rei do Carnaval durante cinco dias. São 1200 euros diários para andar na folia.

Os exemplos de despesismo e má gestão, que sustentamos, continuam... 
As 10 câmaras mais endividadas
O caso da piscina de Braga.
O caso dos candeeiros do Siza Vieira
O caso do pombal escolar
O caso da casa de cinema
O caso do pavilhão de Viana
O caso das pistas para carros
O auditório de Viana
As piscinas da Azambuja
O caso da Parque escolar
Piscina dos Olivais.
António Costa, faz mas desfaz?
O caso do Novo edifício da Policia Judiciária em Lisboa. A segunda tentativa.
Mais piscinas sem nadadores, só para fazer dinheiro?
Parque empresarial... sem empresas?
O despesismo do poder local
Relvados de Braga
Império de Braga
Luxos de Braga
Seixal generoso
Ajudar amigos
As birras
O abuso
O abuso continua
Vinhos, festas e afins
Festas e festejos
Computadores de diamante?
O caso da Madeira
O exagero
Enriquecer amigos
Aeroporto de Beja, ás moscas
As derrapagens criminosas
Pavilhão de Portugal, para demolir?
Madeira, por ser pobre, recebe subsidio de insularidade? Pago pelos continentais?


Banco de Portugal, eles querem, eles sonham e a obra nasce...

Resumo do artigo que ocupava as
pg 44 à 47 da revista do Expresso, 
clique na imagem para ampliar. 

Entre privilégios e esbanjamentos, o Banco de Portugal ergue-se omnipotente, qual ilha paradisíaca exclusiva, para os afortunados que têm a sorte de arranjar, por ali, um "tacho" dourado.
É um nicho isolado que contrasta com a paisagem do país onde se insere, país em crise profunda, com empresas carentes e decadentes, vitimas da austeridade. Portugueses empobrecidos vitimas do desemprego, dos cortes nos direitos, dos cortes nos benefícios e aumento dos impostos, taxas e preços.
Mas o governo achou que o BdP merecia mais benefícios, e pouco antes de sair a lei que obrigava os portugueses a perder os subsídios, o governo providenciou para que o Banco de Portugal ficasse de fora.
Por entre os muitos privilégios, abaixo listados, do BdP, encontra-se mais este recém adquirido, é o nrº 19 na lista.

Os privilégios e despesismo do BdP, prolongam-se numa lista longa, ridiculamente ofensiva. 
1 - Usufruem de uma Quinta da Fonte Santa, em Caneças, para festas de aniversário dos funcionários ou filhos e para convívios com amigos, serve ainda para aprenderem equitação etc. Tem piscinas e áreas de desporto, tem um picadeiro para utilização dos seus colaboradores e familiares. No site oficial da instituição, apenas são referidas as instalações de Lisboa (edifícios Portugal e Adamastor), o complexo do Carregado, a filial do Porto e ainda alguns delegações regionais de agências. A quinta não consta. 

Milhões ao abandono há 4 anos, mas eles insistem em tornar a vida em Portugal, num inferno.

VEJA NESTE VIDEO MAIS UMA DAS FORMAS MUITO USADAS PELOS NOSSOS ELEITOS DESGOVERNANTES, PARA FALIR O PAÍS E OS CONTRIBUINTES - GESTÃO DANOSA


Com a desculpa de que é para o bem dos munícipes, os gestores incompetentes dos munícipes insistem em criar um inferno aos munícipes, Um inferno insuportável de impostos. Um caos de amontoados de obras inúteis e insustentáveis, que muitas vezes servem apenas para ajudar empreiteiros amigos e caçar subsídios.
Depois transformam-se num encargo de despesas incomportáveis e num monstro de betão inútil.
Por vezes é uma mera birra: se os outros municípios têm, eu também quero ter... as dos outros estão ao abandono? Não faz mal, o importante é ter, fazer e favorecer.
"As piscinas e a biblioteca do Tabuaço, no distrito da Viseu, foram construídas há quatro anos, custaram três milhões de euros mas estiveram sempre ao abandono. A Câmara quer agora pôr os equipamentos a funcionar mas vai ser necessário gastar mais dinheiro em obras de recuperação."
Após as obras de recuperação e as despesas inerentes, descobrem que não há interessados em frequentar os espaços e retomam ao abandono.

MAS ELES NÃO DESISTEM... 
Há por todo o país, câmaras a queixar-se que as piscinas estão ás moscas, que são um encargo insustentável, que só a manutenção das piscinas são incomportáveis, mas eles insistem... em endividar os contribuintes e em tornar a sua vida num inferno.
Porque não referendam eles estas coisas?? Porque será? Porque não perguntam aos cidadãos se preferem uma piscina ou ficar com menos dividas? Se preferem uma piscina ou um infantário?  Uma piscina ou mais um médico? Uma piscina magalomana ou pão na mesa?
Um país onde impera a corrupção, jamais se conhece a razão.
O que passa pela cabeça desta gente? Pensam que vivemos no Dubai?

PARA ONDE VAI O NOSSO DINHEIRINHO! APENAS MAIS UM EXEMPLO



Partilho este artigo para exemplo de muitos outros casos semelhantes que se multiplicam aos milhares por esse país fora.
O artigo é do conhecido blog "Olhão Livre" que denuncia a corrupção de Olhão, e que já foi perseguido pela policia, pela coragem com que denuncia o poder local. 

"A imagem reproduz uma das paginas do balancete analítico do Centro de Cultura e Desporto do Pessoal da Câmara Municipal de Olhão.
Se repararem na ultima parcela, poderão constatar que o CCD gastou 5.133 euros na Boutique dos Relógios, que como é natural, vende relógios de marca, pulseiras da Pandora e cosméticos da Calvin Klein. Daquilo que conseguimos apurar nenhum destes produtos chegou às mãos dos trabalhadores, ficando antes nas mãos de um grupo restrito de pessoas, escolhidas a dedo.

SNS - Se o governo continua a cortar, inocentes continuarão a tombar?

Continuem a ver novelas e a bola...

A incompetência dos sucessivos governos destrói a saúde dos portugueses, os lares dos portugueses, as famílias, a carteira e a vida dos portugueses. 

"Insuficiência de equipamentos impede radioterapia. 
Entre três mil e quatro mil doentes de cancro por ano não fazem tratamento de radioterapia devido à insuficiência deste tipo de equipamentos no País, segundo especialistas ouvidos pelo CM. Na União Humanitária dos Doentes com Cancro, são recebidos diariamente reclamações e protestos de doentes, que se queixam de esperar semanas ou meses por uma consulta de oncologia ou tratamentos.
A denúncia da insuficiência de equipamentos de radioterapia em Portugal surgiu ontem num estudo publicado na prestigiada revista científica ‘Lancet Oncology'.
Segundo a investigação, o nosso país tem uma taxa de 4,6 aparelhos de radioterapia por milhão de habitantes, um número abaixo da média europeia, que é de 5,3. Isto significa que 19 por cento dos tratamentos oncológicos não são realizados.
O problema é do conhecimento de especialistas portugueses. O coordenador da unidade de Radioterapia do Hospital Cuf Descobertas, Rui Rodrigues, afirmou ao CM que, "segundo o número de equipamentos e de doentes, chega-se à estimativa de que entre três mil e quatro mil doentes não terão acesso a radioterapia".
A sobrecarga dos equipamentos, aceleradores lineares, pode originar avarias, deixando os doentes em listas de espera, quando não são referenciados para outras unidades de saúde.
Como os recursos não são suficientes, alguns doentes terminais são tratados com morfina para o alívio das dores, em vez de fazerem sessões de radioterapia.
A psicóloga Cláudia Costa, da União Humanitária dos Doentes com Cancro, recebe inúmeras chamadas de doentes a perguntar "se é normal" esperar semanas por uma consulta ou tratamento". "Houve doentes que esperaram meses pela reparação da avaria de um equipamento. Além do diagnóstico têm de lidar com a dificuldade no tratamento", afirmou a psicóloga." fonte (25/1/2013)

- Educação: "Governo corta o triplo do que a troika mandou. "
- SNS: "A ‘troika’ mandou cortar 550 milhões e o Governo cortou mais 650 milhões e este ano vai cortar mais”, sublinhou.
- Camas - Passos Coelho pretende reduzir o numero de camas, no SNS.

A gestão incompetente e em regime de regabofe, permitida pelos sucessivos governos, transformaram o SNS num monstro despesista e ineficaz.

  1. Milhões ainda em caixotes, no IPO.
  2. Cirurgiões fantasmas? 
  3. Médico espanhol arrasa, listas de espera do SNS.
  4. Médicos preferem o privado, paga mais?
  5. Médico de Alberto João Jardim, em esquemas?
  6. Pico de mortes, jornal "The Guardian", denuncia misérias de Portugal.
  7. Médicos sem fronteiras... No salário!
  8. As anedotas do SNS
  9. O SNS, o antes e o depois de estar no poleiro
  10. As conquistas de Passos Coelho pagam-se com sangue, dor e a vida
  11. Morrer de cancro por não ter dinheiro para se tratar?
  12. Passos Coelho poupa nas reformas e no SNS, genial?
  13. Cortar nas camas dos doentes
  14. Abortos de luxo.
  15. Péssima gestão de stocks.
  16. Tachos.
  17. Ordenados de luxo e festas.
  18. Veja neste video a péssima gestão
  19. Mudar de marca, um serviço público? 
  20. Hospitais fantasma.... tenham medo
  21. ADSE é sustentável?

Milhões de impostos em derrapagens, as ilegalidades consentidas. O TC detecta, mas ninguém faz nada?

Muitas das obras públicas, em países corruptos como Portugal, servem para camuflar avultados desvios de dinheiro público, já para não falar nos casos das obras públicas inúteis que só por si, já são um desvio de dinheiro público.

Oriente/ Aeroporto - As empreitadas do Metro de Lisboa relativas ao troço entre Oriente/Aeroporto da Linha Vermelha apresentam um desvio financeiro de 18 milhões de euros.
Esta auditoria, relativa ao período entre 2006 e 2012, surge na sequência de uma denúncia anónima remetida ao Tribunal de Contas dando conta de eventuais ilegalidades cometidas pelo Metropolitano de Lisboa (ML). Foram denunciadas várias situações que, alegadamente, configuravam a violação da lei vigente em matéria de contratação pública e de empreitadas de obras públicas e reflectiam irregularidades graves na gestão dos dinheiros públicos, segundo revela a auditoria.
Segundo dados de facturação disponibilizados pela empresa Metro de Lisboa ao Tribunal de Contas, o valor contratual inicial para a linha vermelha era de 118,105 milhões de euros sendo que o valor final pago foi de 136,183 milhões de euros, correspondentes a um desvio de 15,3%. O desvio financeiro é detectável quer no contrato de elaboração do projecto, quer na prestação de serviços de revisão de projecto e na execução da empreitada.

Prometeram cortar gorduras, mas apenas cortaram a "carne" ao povo. As gorduras, deles, continuam a sorver os nossos impostos.


O que a troika mandou cortar e o governo não cortou... Preferiu dirigir os cortes para quem mais lhe convinha....
Afinal a culpa é de quem? 

Cá vai um importante contributo, para que o Ministro das Finanças não continue a fazer de nós parvos, dizendo com ar sonso que não sabe em que mais cortar.

Não subestimem o povo que começa a ter conhecimento do que nos têm andado a fazer, do porquê de chegar ao ponto de ter de cortar na comida dos filhos! Estamos de olhos bem abertos e dispostos a fazer -quase-tudo, para mudar o rumo deste abuso.

1. Reduzir as mordomias (gabinetes, secretárias, adjuntos, assessores, suportes burocráticos respectivos, carros, motoristas, etc.) dos três ex-Presidentes da República.

2. Redução do número de deputados da Assembleia da República para 80, profissionalizando-os como nos países a sério. Reforma das mordomias na Assembleia da República, como almoços opíparos, com digestivos e outras libações, tudo à custa do pagode.

3. Acabar com centenas de Institutos Públicos e Fundações Públicas que não servem para nada e, têm funcionários e administradores com 2º e 3º emprego.

4. Acabar com as empresas Municipais, com Administradores a auferir milhares de euro/mês e que não servem para nada, antes, acumulam funções nos municípios, para aumentarem o bolo salarial respectivo.

5. Por exemplo as empresas de estacionamento não são verificadas porquê? E os aparelhos não são verificados porquê? É como um táxi, se uns têm de cumprir porque não cumprem os outros? e se não são verificados como podem ser auditados?

6. Redução drástica das Câmaras Municipais e Assembleias Municipais, numa reconversão mais feroz que a da Reforma do Mouzinho da Silveira, em 1821.

7. Redução drástica das Juntas de Freguesia. Acabar com o pagamento de 200 euros por presença de cada pessoa nas reuniões das Câmaras e 75 euros nas Juntas de Freguesia.

8. Acabar com o Financiamento aos partidos, que devem viver da quotização dos seus associados e da imaginação que aos outros exigem, para conseguirem verbas para as suas actividades.

9. Acabar com a distribuição de carros a Presidentes, Assessores, etc, das Câmaras, Juntas, etc., que se deslocam em digressões particulares pelo País;.

10. Acabar com os motoristas particulares 20 h/dia, com o agravamento das horas extraordinárias... para servir suas excelências, filhos e famílias e até, os filhos das amantes...

11. Acabar com a renovação sistemática de frotas de carros do Estado e entes públicos menores, mas maiores nos dispêndios públicos.

12. Colocar chapas de identificação em todos os carros do Estado. Não permitir de modo algum que carros oficiais façam serviço particular tal como levar e trazer familiares e filhos, às escolas, ir ao mercado a compras, etc.

13. Acabar com o vaivém semanal dos deputados dos Açores e Madeira e respectivas estadias em Lisboa em hotéis de cinco estrelas pagos pelos contribuintes que vivem em tugúrios inabitáveis.

14. Controlar o pessoal da Função Pública (todos os funcionários pagos por nós) que nunca está no local de trabalho. Então em Lisboa é o regabofe total. HÁ QUADROS (directores gerais e outros) QUE, EM VEZ DE ESTAREM NO SERVIÇO PÚBLICO, PASSAM O TEMPO NOS SEUS ESCRITÓRIOS DE ADVOGADOS A CUIDAR DOS SEUS INTERESSES, QUE NÃO NOS DÁ COISA PÚBLICA.

15. Acabar com as administrações numerosíssimas de hospitais públicos que servem para garantir tachos aos apaniguados do poder - há hospitais de província com mais administradores que pessoal administrativo. Só o de PENAFIEL TEM SETE ADMINISTRADORES PRINCIPESCAMENTE PAGOS... pertencentes ás oligarquias locais do partido no poder.

16. Acabar com os milhares de pareceres jurídicos, caríssimos, pagos sempre aos mesmos escritórios que têm canais de comunicação fáceis com o Governo, no âmbito de um tráfico de influências que há que criminalizar, autuar, julgar e condenar.

17. Acabar com as várias reformas por pessoa, de entre o pessoal do Estado e entidades privadas, que passaram fugazmente pelo Estado.

18. Pedir o pagamento dos milhões dos empréstimos dos contribuintes ao BPN e BPP.

19. Perseguir os milhões desviados por Rendeiros, Loureiros e Quejandos, onde quer que estejam e por aí fora.

20. Acabar com os salários milionários da RTP e os milhões que a mesma recebe todos os anos.

21. Acabar com os lugares de amigos e de partidos na RTP que custam milhões ao erário público.

22. Acabar com os ordenados de milionários da TAP, com milhares de funcionários e empresas fantasmas que cobram milhares e que pertencem a quadros do Partido Único (PS + PSD).

23. Assim e desta forma, Sr. Ministro das Finanças, recuperaremos depressa a nossa posição e sobretudo, a credibilidade tão abalada pela corrupção que grassa e pelo desvario dos dinheiros do Estado.

24. Acabar com o regabofe da pantomina das PPP (Parcerias Público Privado), que mais não são do que formas habilidosas de uns poucos patifes se locupletarem com fortunas à custa dos papalvos dos contribuintes, fugindo ao controle seja de que organismo independente for e fazendo a "obra" pelo preço que "entendem".

25. Criminalizar, imediatamente, o enriquecimento ilícito, perseguindo, confiscando e punindo os biltres que fizeram fortunas e adquiriram patrimónios de forma indevida e à custa do País, manipulando e aumentando preços de empreitadas públicas, desviando dinheiros segundo esquemas pretensamente "legais", sem controlo, e vivendo à tripa forra à custa dos dinheiros que deveriam servir para o progresso do país e para a assistência aos que efectivamente dela precisam;

26. Controlar rigorosamente toda a actividade bancária por forma a que, daqui a mais uns anitos, não tenhamos que estar, novamente, a pagar "outra crise".

27. Não deixar um único malfeitor de colarinho branco impune, fazendo com que paguem efectivamente pelos seus crimes, adaptando o nosso sistema de justiça a padrões civilizados, onde as escutas VALEM e os crimes não prescrevem com leis à pressa, feitas à medida.

28. Impedir os que foram ministros de virem a ser gestores de empresas que tenham beneficiado de fundos públicos ou de adjudicações decididas pelos ditos.

29. Fazer um levantamento geral e minucioso de todos os que ocuparam cargos políticos, central e local, de forma a saber qual o seu património antes e depois.

30. Pôr os Bancos a pagar impostos.
31. Acabar com os consultores nas câmaras municipais, governo e empresas públicas.
32. Acabar com os estudos e planos (estratégicos, mobilidade...etc.)
33. Acabar com as ajudas de custo dos executivos camarários quando estes se deslocam pelo pais nos carros das câmaras ou quando se ausentam do pais.
34. Acabar com as fiscalizações em obras camarárias quando estas têm fiscais de obras sem terem que fazer.
35. Acabar com a decoração e flores nas câmaras e edifícios públicos.
36. Acabar com os fundos de maneio do governo, das câmaras e empresas públicas.
37. Dar a gerência das piscinas municipais, campos, pavilhões, bibliotecas, abastecimento de água, recolha do lixo, etc. ... ás câmaras.
38. Acabar com todos os institutos e empresas públicas inúteis.
39. Acabar com a entrega da cobrança de portagens a empresas tais como a ASCENDI que é da Mota-Engil. (neste ponto acho piada como é que o estado diz que paga 700 milhões € por ano pelas 7 SCUT, quando este valor dá para executar 700Km de auto-estrada com 6 vias)
40. Renegociar os contractos com as empresas concessionárias das SCUT.
41. Definir um tecto máximo de 25000€ de ordenado em empresas públicas ou com capitais públicos.
42. Subir os impostos pagos pelo sector bancário.
43. Taxar em 0.2% as transacções financeiras para paraísos fiscais.
44. Taxar em 0.2% as transacções bolsistas.
45. Tributação das mais-valias bolsistas.
46. A tributação do património imobiliário de luxo com valores acima dos 250.000€
47. Redução substancial dos membros de administração das empresas públicas ou com capitais públicos.
48. Redução dos gabinetes ministeriais.
49. Acabar com o contracto da Liscont (que é uma vergonha para o pais mais uma da Mota Engil)
50. Acabar com as transferências de dinheiro da ADSE para hospitais privados.
51. Tirar do orçamento de estado obras como o TGV que vai ser mais uma obra como a do metro do sul onde as previsões de utentes estão muito abaixo das previstas pelos estudiosos do estado e agora estamos todos a pagar mais uma vez á Mota Engil.
52. Acabar com o rendimento mínimo garantido, e o CDS que era contra e agora não se houve falar neste e outros assuntos…
53. Pôr os presidiários a limpar as matas nacionais e os baldios e a executar caminhos florestais.
54. Acabar com as viagens de membros do governo, empresas públicas ou camarários em Executiva.
55. Acabar com as deslocações dos deputados, secretários de Estado e Ministros da Madeira, Açores ou países estrangeiros.
56. Implementar a uni-dose nos medicamentos.
57. Implementar a prescrição dos medicamentos por substância activa.
58. Acabar com cursos universitários cuja saída profissional está sobrecarregada.
59. Acabar com as festas e inaugurações de obras (algumas sem começar e outras nem sequer acabadas)
60. Passar para metade os Deputados da Assembleia.
61. Acabar com a entrega da manutenção dos jardins e a limpeza das estradas municipais e nacionais a empresas privadas.
62. Acabar com os abonos variáveis /indemnizações por cessão de funções.
63. Acabar com a participação das Forças Armadas em operações no estrangeiro.
64. Legalização da prostituição e casas de lazer para que sejam tributadas.
65. Acabar com o aborto no sistema nacional de saúde. (pode ser legal, mas quem o quiser praticar pode faze-lo e fazendo-se pagar por isso)
66. Aumento do imposto de actos jurídicos.
67. Taxa de turismo (por exemplo quem viaja em turismo para Portugal á saída nos aeroportos deveriam pagar 50€ a semelhança de vários países de destinos de férias).
68. Acabar com as polícias municipais, e dar melhores condições a GNR e PSP.
69. Acabar com os Orçamentos de estado, das câmaras municipais e empresas públicas com base no anterior e executar sim orçamentos credíveis com bases sólidas e reais que é para depois não se ver o que está a acontecer que é ministérios e câmaras a executar obras e a renovar frotas, sistemas e materiais informáticos para não baixar o seu valor orçamental.
70. Acabar com todas a juntas de freguesia do país e passar as suas competências para as câmaras municipais, pois as condições agora são completamente diferentes do que eram quanto as juntas de freguesia foram criadas pois o acesso ás vilas era inexistente. ( 4650 juntas * 3 representantes * 250€ cada dá um total de 3487500€ mês e de 41850000€ por ano)

Exemplos da justiça do governo

  1. Os carros de luxo
  2. Nos grandes não corta, oferece rendas
  3. O orçamento para a AR sofreu aumentos e não cortes
  4. Cortes para os fracos, doentes, idosos, estudantes, etc
  5. As elites protegidas dos cortes
  6. O esbanjamento descarado
  7. Mais cortes nas reformas
  8. Só os cortes nas rendas ilegais das PPP, evitavam os cortes nas reformas
  9. Os cortes e a corte