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10 março, 2013

9 milhões para piscinas na Madeira, combatem a pobreza!

9 milhões piscina madeira

25% da população portuguesa, em risco de cair na pobreza.
Mas, os gestores do dinheiro público jamais permitirão, que os pobres fiquem sem piscinas aquecidas. A fome que alastra, os tectos que são perdidos, os doentes que não possuem dinheiro para se tratar, os hospitais que fecham, os impostos que empurram para a pobreza quem trabalha, o desemprego contagioso, tudo isso é esquecido quando o governo nos garante muitas piscinas....

"Mais 50 mil euros para uma piscina que só funcionou uma semana.
Edgar Silva (CDU) denuncia “incontinência na loucura por parte do jardinismo”
O líder da CDU, Edgar Silva, denunciou esta manhã, no Curral das Freiras, aquilo que designou como “um novo berbicacho” do Governo Regional: a piscina local, que foi inaugurada há cerca de ano e meio, só funcionou durante uma semana e no próximo ano vai necessitar de mais obras no valor de 50 mil euros.
“Com a inauguração, em Abril de 2011, decidiram-se pela instalação do aquecimento das piscinas a gás. Um ano e pouco depois dão-se conta que o investimento feito é insuficiente e então agora decidem-se por mais dinheiro e mais outra instalação de painéis solares para aquecer esta piscina”, descreveu o dirigente comunista. “Quando numa situação de crise por que passa a Madeira poderia recomendar alguma contenção na loucura, está provada a completa incontinência na loucura por parte do jardinismo”, completou o porta-voz da CDU." fonte

"A Madeira tem 21 piscinas construídas com dinheiros públicos e o Governo Regional inscreveu nove milhões de euros no Orçamento de 2013 para construir mais quatro.

11 agosto, 2014

Milhões ao abandono há 4 anos, mas eles insistem em tornar a vida em Portugal, num inferno.

VEJA NESTE VIDEO MAIS UMA DAS FORMAS MUITO USADAS PELOS NOSSOS ELEITOS DESGOVERNANTES, PARA FALIR O PAÍS E OS CONTRIBUINTES - GESTÃO DANOSA


Com a desculpa de que é para o bem dos munícipes, os gestores incompetentes dos munícipes insistem em criar um inferno aos munícipes, Um inferno insuportável de impostos. Um caos de amontoados de obras inúteis e insustentáveis, que muitas vezes servem apenas para ajudar empreiteiros amigos e caçar subsídios.
Depois transformam-se num encargo de despesas incomportáveis e num monstro de betão inútil.
Por vezes é uma mera birra: se os outros municípios têm, eu também quero ter... as dos outros estão ao abandono? Não faz mal, o importante é ter, fazer e favorecer.
"As piscinas e a biblioteca do Tabuaço, no distrito da Viseu, foram construídas há quatro anos, custaram três milhões de euros mas estiveram sempre ao abandono. A Câmara quer agora pôr os equipamentos a funcionar mas vai ser necessário gastar mais dinheiro em obras de recuperação."
Após as obras de recuperação e as despesas inerentes, descobrem que não há interessados em frequentar os espaços e retomam ao abandono.

MAS ELES NÃO DESISTEM... 
Há por todo o país, câmaras a queixar-se que as piscinas estão ás moscas, que são um encargo insustentável, que só a manutenção das piscinas são incomportáveis, mas eles insistem... em endividar os contribuintes e em tornar a sua vida num inferno.
Porque não referendam eles estas coisas?? Porque será? Porque não perguntam aos cidadãos se preferem uma piscina ou ficar com menos dividas? Se preferem uma piscina ou um infantário?  Uma piscina ou mais um médico? Uma piscina magalomana ou pão na mesa?
Um país onde impera a corrupção, jamais se conhece a razão.
O que passa pela cabeça desta gente? Pensam que vivemos no Dubai?

07 maio, 2014

"GESTORES" IRRESPONSÁVEIS DESTROEM IMPOSTOS. ESTAÇÃO DE LUXO, DE 30 MILHÕES, ÁS MOSCAS


AS IMAGENS DE MAIS UMA OBRA QUE TODOS PAGAMOS E AS MOSCAS USUFRUEM 



Depois admiram-se que a dívida da REFER já se eleva a mais de 6 mil milhões de euros. 
"O ‘stock' da dívida Refer atingiu 6,551 mil milhões de euros no final do ano passado, de acordo com o relatório e contas da empresa, a que o Diário Económico teve acesso, e que ainda aguarda aprovação do Governo. Em relação a 2010, verificou-se um acréscimo de 8,7%, o que supera o limite de 6% imposto ao Sector Empresarial do Estado (SEE)." fonte

Estação de Castanheira do Ribatejo (3 km de Vila Franca de Xira). Custou 30 milhões de euros e está às moscas. Foi um luxo!
2009 - "Em Castanheira do Ribatejo, um caso quase insólito. A REFER gastou 30 milhões de euros numa estação inaugurada em 2006, mas a adesão da população (10 mil habitantes) é manifestamente fraca.
Ainda assim, os luxos são vários mas como agora os tempos são de poupança e há que cortar nos gastos. Por exemplo, das várias escadas rolantes existentes na estação praticamente todas estão paradas, com o objectivo de poupar na electricidade. 
Parece uma estação de uma grande metrópole mas na prática não é.
Vários elevadores, escadas rolantes, acabamentos quase luxuosas, esperando pelo desenvolvimento da plataforma logística do Ribatejo, que vai nascer mesmo em frente.
Três anos após a inauguração o tráfego continua muito abaixo do esperado. 

06 novembro, 2013

A gestão que nos arruína. 10 milhões ao abandono, povoações sem comboio.




NESTE VIDEO A REPORTAGEM QUE EXEMPLIFICA A FORMA MAIS RÁPIDA DE FALIR UM PAÍS, E ESGOTAR OS COFRES PÚBLICOS.
NO MEIO DE TANTA INCOMPETÊNCIA E INCOERÊNCIA QUEM SE LIXA É O MEXILHÃO, O CONTRIBUINTE, QUE DESTA FEITA FICOU SEM O DINHEIRO, E SEM COMBOIO. ELES CONTINUAM POR AÍ À SOLTA A CAUSAR MAIS ESTRAGOS, A DISCURSAR E A FINGIR QUE NÃO TÊM CULPA DE NADA.
Governo PS, investiu 10 milhões em linha entre a Guarda e Covilhã que agora está parada.
O "Jornal de Notícias" escreve que "a linha férrea da Beira Baixa, inaugurada há 120 anos, está mais curta. Desativado há seis anos, o troço entre a Covilhã e a Guarda já absorveu 10 milhões de euros mas continua uma linha-fantasma. Adjudicado ao consórcio Somafel, o troço Caria-Belmonte, com uma extensão de 10 quilómetros, foi intervencionado em 2009 com um custo que rondou os cinco milhões de euros. A intervenção no túnel do Barracão aconteceu em 2010 e teve um custo superior a dois milhões de euros. Segundo a REFER, a estrutura com 398 metros de extensão ganhou mais 50 anos de vida. Além das obras propriamente ditas, a eletrificação da linha entre a Covilhã e a Guarda ainda absorveu cerca de três milhões de euros gastos em pequenas remodelações de pontes e nos projetos. Numa fase inicial, a REFER ainda disponibilizou autocarros para efetuar o transporte de passageiros entre a Guarda e a Covilhã, mas pôs fim à media no ano passado por razões económicas". fonte

Casos de demolição ou venda de património, sem respeito pelo contribuinte.
  1. Pavilhão atlântico.
  2. Navio de 50 milhões ao abandono?
  3. Lamego,Pavilhão demolido antes de inaugurado?
  4. Ribeira da Naus e António Costa
  5. Venda de hospitais e não só??
  6. Piscina olímpica da Maia
  7. Auditório de Viana do Castelo
  8. Piscinas dos Olivais
  9. Piscinas de Braga
  10. Edifício da PJ, e as obras embargadas
  11. Pistas de carros!
  12. Piscinas sem nadadores, só para fazer dinheiro?
  13. Parque empresarial... sem empresas?
  14. Enriquecer amigos
  15. Muitas e muitas obras sem sustentabilidade
  16. Picoas, Torre PT
  17. Aeroporto ao abandono, 35 milhões, mais..... 
  18. A LISTA COMPLETA DE MÁ GESTÃO, INCOMPETÊNCIA OU CORRUPÇÃO
Mais investimentos insustentáveis
  1. Câmaras mais endividadas do país
  2. Mais estádios insustentáveis 
  3. Benfica sai caro
  4. Relvados de Braga, quem paga? Quem ganha?
  5. Empreendedores ou caçadores de subsídio?
  6. Parque escolar, escolas públicas passam a pagar renda?
  7. Madeira insustentável 
  8. Derrapagens incalculáveis 
  9. Piscinas insustentáveis. 
  10. Piscina dos Olivais
  11. Grandes obras sem sustento
  12. O caso da piscina de Braga.
  13. As piscinas da Azambuja
  14. Faz e desfaz, o povo paga.
  15. Mais piscinas
  16. Coimbra com dívida de 72 milhões
etc ..etc etc ...

11 julho, 2013

Obras insustentáveis, enriquecem quem? Acorda povo!



O regabofe continua, a gestão ruinosa prossegue. As obras avançam, para enriquecer os amigos do regime (Banca, empreiteiros, engenheiros, arquitectos, políticos) com a desculpa de que são obras para melhorar a vida das populações.
Mas se a população fosse questionada, jamais aceitaria que um edifício da GNR custasse perto de 5 milhões de euros. De certeza que o povo saberia decidir melhor destino para tanto dinheiro, já que é ao povo que custa ganhar e é ao povo que ele faz falta. Mas o povo, continua silenciado, ignorado e cada vez mais enganado e roubado.

"O concelho de Reguengos de Monsaraz tem 10.828 habitantes (CENSOS 2011).
A autarquia decidiu construir um novo quartel para a GNR, recuperando o edifício da antiga adega da Cartuxa. No passado mês de Janeiro, foi lançado o concurso público para a empreitada desta obra, a qual tem um custo (inicial) superior a 2 milhões de euros (2.279.735,20 €).
Estamos, mais uma vez, perante um dos municípios que recorreu à ajuda financeira do PAEL - Programa de Apoio à Economia Local, tendo obtido um empréstimo de 4.872.327,01 €. E, não obstante, da leitura da acta (n.º3) da reunião ordinária da Câmara Municipal, realizada no dia 6 de Fevereiro de 2013, ficamos a saber que esta autarquia recorreu a outro empréstimo bancário no valor de de 670.000,00€, "considerando as pontuais e eventuais dificuldades de gestão de tesouraria desta Autarquia Local e considerando que durante o ano de 2013 pode, eventualmente, justificar-se o recurso a um novo empréstimo de curto prazo". fonte : Má Despesa Pública.

21 setembro, 2015

Mais 2 milhões de impostos para o lixo, no país onde os partidos nunca são responsabilizados porque os eleitores não usam o voto


Treze anos depois de a obra ter sido entregue a uma empresa de um amigo de Sócrates, o edifício que se destinava à PSP de Cascais está em vias de ir abaixo.
O edifício de grandes dimensões que começou a ser construído há 13 anos para acolher a Divisão da PSP de Cascais e nunca foi acabado vai provavelmente ser demolido, afirmou ontem o presidente da câmara local, Carlos Carreiras. Em alternativa, a polícia, que se encontra há décadas num espaço sem quaisquer condições, irá ocupar, em data ainda desconhecida, o antigo Quartel Militar da Bateria da Parede, recentemente comprado pela câmara ao Estado.

Carlos Carreiras já tinha manifestado, no início do mês, a intenção de contribuir para que a PSP deixasse as instalações "degradantes" e provisórias em que está há mais de 60 anos, confirmou agora à Lusa que a divisão vai ser transferida para o antigo Quartel da Parede. "Já fechámos o acordo com o Ministério da Administração Interna (MAI), que apoiou também a decisão camarária de fornecer à PSP um conjunto de materiais de segurança dos agentes", disse o autarca. Segundo noticiou na semana passada o Jornal da Região, citando o autarca, o edifício da antiga Brigada Fiscal, junto à lota de Cascais, acolherá também uma esquadra territorial e um serviço policial de apoio aos turistas. A decisão de realojar a PSP, disse Carlos Carreiras à Lusa, deverá obrigar à demolição do controverso "edifício amarelo", um complexo de seis pisos que começou a ser construído em 1999 na Av. Engenheiro Adelino Amaro da Costa, perto do tribunal da vila, para acolher todos os serviços da divisão de Cascais.

11 agosto, 2013

Pavilhão de Lamego, uma PPP inaugurada há pouco mais de 1 ano, e já demolida?




O pavilhão multiusos de Lamego ainda nem tinha sido inaugurado oficialmente, e já mostrava graves problemas na construção. Uma das grandes estruturas metálicas cedeu e a obra teve que ser desmantelada.
30 milhões de euros!!!! Inaugurado a 4 de janeiro de 2012 demolido a 8 de agosto de 2013, o polémico, mamarracho, teve que ser demolido!! As deficiências na estrutura eram graves. Tão graves quanto as deficiências dos que nos desgovernam. 

"Lamego: uma PPP, um pavilhão desmoronado, e muitas ilegalidades em benefício de uma empresa.
Mais um pertinente alerta de um leitor:
"A CML decidiu construir um pavilhão multiusos sem olhar a custos, realizou uma série de engenharias financeiras para o conseguir, todas estas engenharias financeiras foram arrasadas pelo Tribunal de Contas como se pode ver no relatório (no link http://www.tcontas.pt/pt/actos/rel_auditoria/2011/2s/audit-dgtc-rel002-2011-2s.pdf,) e que vai acarretar um custo de 150 mil euros mês de renda, ao abrigo da PPP realizada para exploração do dito pavilhão.
Para pouparem dinheiro, desligaram as luzes de todas as freguesias, todos os dias, durante 3 horas na madrugada. Pois a CML pensa que só os habitantes da cidade são contribuintes com direitos, estes foram poupados, e mantêm a iluminação sem cortes. Estes cortes originaram um aumento da insegurança no concelho. Resultaram numa poupança na ordem dos 650 mil euros, ou seja, quatro meses de renda do dito pavilhão."

Demolição do Multiusos de Lamego, após abatimento do tecto.
A incompetência que condena os nossos impostos e iliba os criminosos - a impunidade.
As artimanhas para ser sempre o zé povinho a pagar...
Um blog local, o "CASPER" faz a critica ao despesismo, à incompetência e irresponsabilidade... e à demolição.

"A obra de marca de Francisco Lopes & C.ª … é um escarranchamento !
O multiusos escarrachou-se !!!!
Mais de 30 milhões de euros escarrachados …..
A coisa estava tão escanrachada, que Francisco Lopes & C. ª  face da eminência de um BUM de toda a estrutura que faria Lamego pensar, que o estrondo aterrador e ensurdecedor era o rebentamento de uma bomba, não teve outro remédio ……..  demolir antes da realização das eleições autárquicas  !!!!!
Os bailados com que a Câmara de Francisco Lopes, as suas Lamego Convida e Lamego Renova andaram a encher os olhos dos Lamecenses está agora à vista … um multiusos de milhões transformado num monte de entulho!

07 junho, 2015

Lamego e a chaga dos políticos incompetentes... ou engenheiros amadores

CAVACO SILVA VAI FESTEJAR O 10 DE JUNHO, DIA DE PORTUGAL, EM LAMEGO. VAI CONDECORAR 33 PERSONALIDADES. SERÁ QUE A CERIMÓNIA VAI SER REALIZADA NO FAMOSO PAVILHÃO MULTIUSOS QUE CUSTOU MILHÕES AOS CONTRIBUINTES, MAS TEM O TECTO EM VIAS DE RUIR? UM PAVILHÃO QUE CONTINUA FECHADO DESDE O DIA DA INAUGURAÇÃO?
Em Lamego o Pavilhão Multiusos fechado há 4 anos está envolvido numa ruinosa PPP onde participam os Irmãos Cavaco, Lda empresa envolvida no caso BPN. Francisco Lopes, o grande entusiasta da "obra" é presidente da Câmara e do PSD.
E será que entre as personalidades condecoradas, estão os políticos de Lamego, que esbanjaram impostos nesse mesmo pavilhão e assinaram com a empresa construtora um contrato que obrigou os contribuintes a já ter pago rendas de 4 milhões apesar de o edifício estar sem uso e a ruir?



O caso do pavilhão de Lamego retratado neste video, mais parece uma anedota, mas de mau gosto. Expõe a forma como os nossos impostos são esbanjados em obras inúteis, despesistas e levadas a cabo de forma incompetente. Enquanto as escolas fecham, os hospitais ficam sem médicos, os infantários e lares desaparecem e os pobres ficam cada vez mais pobres, os autarcas continuam a construir inutilidades tais como museus, pavilhões, piscinas, etc, etc. Não sabem defender o interesse público nem conhecem as prioridades das populações que servem. E muito menos sabem o que significa investir para desenvolver a economia.

20 setembro, 2013

Paços Ferreira com muitas dividas mas com luxos! O povo paga

O edifício Cidade Tecnológica de Paços de Ferreira 

O município de Paços de Ferreira tem uma dívida total assumida de cerca de 50 milhões de euros. A autarquia recorreu, inclusive, ao PAEL - Programa de Apoio à Economia Local, pedindo um empréstimo no valor de 6,3 milhões de euros. Entretanto, a PFR Invest, Sociedade de Gestão Urbana- empresa municipal de Paços de Ferreira, lançou o concurso público para a construção do edifício administrativo da Cidade Tecnológica de Paços de Ferreira (CITEC). Esta obra tem um custo (inicial) de 4.293.819.00 €.
Mais um caso em que a austeridade nada pode perante a vontade de um autarca português. fonte

Mais exemplos de despesismo que os autarcas tanto gostam


17 agosto, 2013

As prioridades de quem não sabe gerir o dinheiro público.



Casa de Artes para esquecer a fome e o desemprego.
A Casa das Artes de Miranda do Corvo, a inaugurar em ano de crise profunda e de eleições autárquicas, e cujo valor (inicial) da obra ultrapassa os 2 milhões de euros. 
«Construir uma Casa das Artes em Miranda do Corvo era uma dos grandes desejos da autarquia. Fátima Ramos, presidente da Câmara Municipal, lembra, no entanto, que havia “outras obras prioritárias”, como “uma pré-primária e um centro educativo”, lê-se no jornal "O Despertar".
E, apesar da existência de outras obras prioritárias e da crise que devasta o país, em 2013 este desejo da autarquia vai tornar-se realidade, por 2.075.000,00 € (preço inicial).
O concelho de Miranda do Corvo tem 13.098 habitantes (CENSOS 2011) . 

Mas há mais obras prioritárias... 
A autarquia de Miranda do Corvo lançou o concurso público para a 1.ª fase da empreitada do parque das Moitas. Está em causa a construção do jardim da Paz, cuja empreitada tem um valor (inicial) de 566100.00 €. Mais uma fita para cortar em ano de eleições autárquicas. FONTE

E mais... 
"São 288 mil euros previstos para a construção da Casa do Design de Miranda do Corvo. A informação oficial da Câmara sobre o assunto é bastante escassa, nomeadamente sobre a rentabilidade do projecto.
Mas a pertinente obra faz parte da Rede Urbana de Competitividade e a Inovação dos Castelos e Muralhas Medievais do Mondego que une oito concelhos – Coimbra, Figueira da Foz, Pombal ,Lousã, Miranda do Corvo, Montemor-o-Velho, Penela e Soure. “Em Coimbra, um dos projectos previstos passa pela valorização da Torre de Anto e a sua transformação num Museu da Guitarra e do Fado, um investimento de 700 mil euros. Para Penela, está pensada a Casa da Noz. Para Miranda do Corvo, a Casa do Design”, escreve o jornal As Beiras."  Fonte
E continua...
A Autarquia apoia, ainda, com 750 mil euros, a construção do hospital privado, com dinheiro público?

O despesismo que mina o país.


23 julho, 2013

A dívida autárquica e a romaria eleitoral de setembro. Não faltes, eles precisam do teu dinheiro!

Continuamos a eleger carrascos?

Sumário
1 - Objetivo – Indicadores globais das contas autárquicas
3 – A dívida das câmaras a médio/longo prazo
            3.1 – Endividamento por habitante e 2004 e 2011
            3.2 – Endividamento e rendimento em 2011
1 - Objetivo
Falta pouco para a redistribuição do conteúdo dos potes autárquicos pelos partidos políticos, seus membros, simpatizantes e convidados. Dentro em breve vai começar a habitual defesa da obra, pelos que defendem a gestão finda e o rol de promessas apresentadas pelos candidatos à substituição dos autarcas em final de mandato.

Não há muito mais a dizer sobre o folhetim das manobras do governo para perpetuar uns quantos mandarins como autarcas de profissão, prontos para o exercício do poder em qualquer câmara; e da falhada e relvada ideia de criar novos cargos de superintendência regional para uns quantos dinossauros autárquicos do partido-estado. Já se sabe que mandarim é, em grande maioria, um indivíduo que sem saber nada de nada, preenche qualquer cargo, desde que bem remunerado; e  dizemos cargo porque funções que o configurem nem sempre existem. Finalmente, a sua ação pode classificar-se de legal ou ilegal mas, raras vezes dotada de legitimidade, uma vez que esta só pode resultar de melhorias no bem-estar da população.

Pelas razões expostas, todo o espectro partidário mostra-se muito circunspecto sobre a gestão autárquica, uma vez que todos sabem de atropelos e corrupção na autarquia vizinha, gerida pela concorrência; e … quem tem telhas de vidro não manda pedras ao vizinho. Todos concordam com o modelo eleitoral em que as pessoas votam num elenco, em geral partidário, sem poder discordar ou repudiar um candidato, mesmo que seja o mais acabado corrupto ou incapaz. E, para manter esse monopólio, o pentapartido luso aplaude o afunilamento, no âmbito da lei eleitoral, para candidaturas partidárias, com o estabelecimento de dificuldades enormes para o aparecimento de listas não partidárias. Vive-se no seio de uma democracia tutelada por partidos, financiados pelo Estado, que toma as pessoas comuns como eunucos políticos, afastados como sujeitos de ação política, incapazes de organização política autónoma.  Uma tutela política que coexiste com a tutela económica e financeira centrada no sistema financeiro. Essa harmónica coexistência contra os povos é o que designamos por democracia de mercado. (...)
  ..........................................................................................................

09 julho, 2013

Coimbra com dívida de 72 milhões. Geridos pela incompetência?

corrupção governo estádiosOs governantes que elegemos para nos empenharem o futuro. Quantos desempregados haverá em Coimbra? E em Leiria? Quantos haverá que estão com rendas em atraso e refeições em atraso? Temendo o dia de perder tudo?
Porque construir estádios dá votos, dá dinheiro à banca e aos construtores reis das derrapagens ainda distrai os portugueses com jogos e picardias de futebol. E enquanto o povo dorme, eles esvaziam-lhes os bolsos e a dispensa. Enquanto o povo continuar desinteressado da politica e a faltar no dia de votar contra os corruptos, eles continuam satisfeitos e impunes, a roubar, a desviar e a esbanjar.
Mais uma, entre as muitas Câmaras, que em vez de servirem e atenderem as necessidades da população, são escravizadas e servem a ganância da banca.
Serventia à banca que persiste, com o apoio do governo, pois não coloca um travão de decência nestes antros de usura e abuso.
Fazem o que querem, cobram o que querem, impõem maus negócios a quem querem, como o foi o caso das swaps e da especulação imobiliária, que lesou os portugueses, desvalorizando o seu património em cerca de 20 a 30%, nos últimos anos.



Leiria empenhada e encurralada.
Estádio de Leiria custa 16.750 euros por dia à Câmara. Foram pagos 4,6 milhões de serviço da dívida relativos ao estádio, no ano passado. "Pecado" está a "penalizar os leirienses durante anos e anos". Mais de dez anos volvidos sobre a remodelação do estádio que, com juros, superou os 100 milhões de euros. O Estádio Municipal de Leiria, remodelado e ampliado para o Euro2004, num investimento de 88 milhões de euros, custa à autarquia diariamente 16.750 euros, estando ainda por pagar 48 milhões de euros de empréstimos. fonte

COIMBRA ASFIXIADA POR UM ESTÁDIO E PELA BANCA.
"O empréstimo contraído pela Câmara de Coimbra para construir o Estádio Municipal para o Euro’2004 representa quase 43% da dívida total da autarquia, que ascende a 72 milhões de euros. Só em amortizações de capital pelo empréstimo do estádio está previsto para este ano o pagamento de 1,5 milhões. Mas este valor não inclui os juros, que, em 2012, ascenderam a 243 mil euros.
A dívida do estádio, que no final do ano era superior a 23 milhões, "continua a pesar, mas temos de cumprir os compromissos assumidos no passado", diz o presidente da câmara, João Paulo Barbosa de Melo, ao lembrar que o projeto não foi da sua responsabilidade. Com uma dívida total de 72 milhões de euros, da qual 55 milhões são à Banca, a autarquia vê "reduzida a sua capacidade de manobra", reconhece o autarca. (...)" fonte

Mais investimentos insustentáveis
  1. Câmaras mais endividadas do país
  2. Mais estádios insustentáveis 
  3. Benfica sai caro
  4. Relvados de Braga, quem paga? Quem ganha? 
  5. Empreendedores ou caçadores de subsídio?
  6. Parque escolar, escolas públicas passam a pagar renda?
  7. Madeira insustentável 
  8. Piscinas insustentáveis. 
  9. Piscina dos Olivais
  10. Derrapagens incalculáveis 
  11. O caso da piscina de Braga. 
  12. As piscinas da Azambuja
  13. Grandes obras sem sustento
  14. Faz e desfaz, o povo paga.
  15. Mais piscinas
etc etc etc


13 setembro, 2012

Como esbanjar muitos milhões e fingir que se é amigo do cidadão.

O video é antigo mas a corrupção e o caso que retrata é bem actual... Helena Roseta denuncia onde são esbanjados e desprezados muitos milhões de impostos dos portugueses.

Já quase todos sabemos, é verdade... mas nunca é demais divulgar uma explicação simples, de como funciona a contratação pública e como se esbanjam milhões e milhões dos impostos, dos portugueses. 

A incompetência e falta de moral, leva a que se invistam muitos milhões para enriquecer construtores. No entanto pura e simplesmente as construções são depois dotadas ao abandono. E tudo porque os objectivos de quem construiu e de quem encomendou,  já foram alcançados.
As piscinas e muitas outras obras, não se constroem para ser utilizadas, para melhorar a vida dos portugueses ou visando o interesse de quem as paga - o cidadão. As obras públicas, na sua maioria servem, acima de tudo, os interesses das construtoras e dos autarcas/políticos.
Nas muitas obras públicas as coisas funcionam em forma de abuso: 
# - Abre-se o concurso para o estado seleccionar o melhor orçamento. Por vezes é mesmo sem concurso. 
- A construtora "amiga" do autarca/politico fará sempre o orçamento mais baixo e vence o concurso. 
- Posteriormente, com as famosas derrapagens, o tal orçamento fictício inicial, e mais barato, consegue ficar mais caro que o apresentado por todas as outras concorrentes eliminadas e por vezes duplica ou triplica... já é hábito... todos sabemos. 
- Entretanto a construtora beneficiará os autarcas/políticos por estes a terem escolhido para a obra, com as famosas "luvas".
- O autarca/politico beneficia o construtor escolhendo-o e pagando sempre mais que o necessário e que o orçamentado, de forma a haver dinheiro extra para as luvas. No meio de tudo isto o lesado é sempre o mesmo - o cidadão. 
- Feita a obra, inaugura-se com pompa e circunstância... o povo, ingénuo, agradece a generosidade do politico... 
- Poucos anos ou meses depois o politico farta-se da obra porque já não lhe dá dinheiro, e abandona-a ou tenta-a demolir para dar inicio, de novo, a todo este processo de enriquecimento ilícito. 
Para quando a criminalização da gestão criminosa do dinheiro público?? Quem defende o erário público destes gestores impunes e incompetentes?? Não há travão? Não há limite? Não há responsabilizados?

Obras públicas prejuízos privados.
Quando um político português reclama obras públicas está-se mesmo a ver o que lhe vai na alma: a choruda comissão que vai receber do empreiteiro amigo a quem vai ser adjudicada a feitura daquelas obras por meio de um fraudulento concurso que de público só o foi de nome, realizadas durante de uma complexa e demorada empreitada com um orçamento flutuante e de duração incerta e que, no final, vai apresentar inúmeras derrapagens financeiras, muitos defeitos e com onerosos encargos perpétuos para os contribuintes.

Mais obras... despesismo?
Os casos de derrapagens... 
INCOMPETÊNCIAS E ILEGALIDADES
"Segundo contas do DN, o valor perdido nas derrapagens das grandes obras na última década -1393 milhões de euros.O DN fez as contas: somando os custos acima do previsto nas obras das auto-estradas sem custos para o utilizador (Scut, 838 milhões de euros), dos estádios municipais do Euro 2004 (187 milhões), da Linha Amarela do Metro de Lisboa, Campo Grande-Odivelas (127 milhões), do Aeroporto Francisco Sá Carneiro (93 milhões), da Casa da Música (69 milhões), da Ponte Rainha Santa Isabel (38 milhões), do Túnel do Terreiro do Paço (29 milhões) e do Túnel do Rossio (12 milhões) chega-se aos tais 1393 milhões." fonteFaltou somar ainda a derrapagem do aeroporto de Beja que passou dos 35 milhões para os 74 milhões.
E ainda 17 milhões nos Açores de derrapagens em obras de recuperação de escolas.
TRIBUNAL DE CONTAS CONCORDA 
"O relatório do Tribunal de Contas é claro quanto à legalidade das derrapagens efectuadas para concluir os projectos. Metade delas não tem justificação e em 30% dos casos aconteceram por vontade do próprio dono da obra. Além de que muitos dos trabalhos foram realizados sem qualquer autorização prévia e sem ter sido efectuada uma previsão antecipada dos encargos adicionais.O novo código é considerado demasiado permissivo e poderá contribuir para um acréscimo ainda maior dos desvios financeiros verificados nas obras públicas." Fonte
Os muitos casos de derrapagens juntamente com outros típicos crimes dos nossos políticos, continuam impunes, a arruinar Portugal e os portugueses. 

PS - Por favor, tentem abstrair-se de criticar a senhora do video apenas porque é do PS, ou do PCP, ou do pai dela... concentrem-se apenas no importante e comentem o importante... a verdade e o que se denuncia. 
As pessoas perdem tanto tempo com coisas que não interessam enquanto Portugal se afunda. E este meu aparte prende-se com os comentários que fizeram aqui, a uma denúncia grave feita por esta mesma senhora... onde grande parte dos comentadores se preocupou com tudo menos com a verdade e a gravidade do que se divulga.

02 agosto, 2012

A UE é a culpada da má gestão dos que nos desgovernam. Oferece dinheiro para investir... sem instruções!!!!

Os responsáveis, mas impunes, pela construção irresponsável, ruinosa e inútil que se espalhou pelo país, desculpam-se que a culpa foi da UE pois incentivou a construção e disponibilizou fundos para esse efeito.!!?? Argumento brilhante...
Ora se alguém usa mal o dinheiro que lhe dão, a culpa é de quem o deu, não de quem o usou mal? Se alguém dá dinheiro para desenvolver um país e esse dinheiro é usado para causar mais despesismo e monstros inúteis, a culpa é de quem o deu, porque devia ter dado instruções de uso!!! " a UE deve oferecer instruções aos nossos gestores da "treta", sempre que lhes passa dinheiro para a mão.

Paulo Campos, a ser investigado, por  lesar o estado em muitos milhões, usou esta mesma desculpa...
A UE é que mandou construir... defende-se, quando lhe perguntam se não achou ruinoso tanta construção no meio de uma grave crise:
Mas não terá sido uma aventura avançar com novas concessões no meio de uma grave crise?
"Sabíamos que teriam impacto financeiro, mas os ganhos que introduzimos no sistema eram superiores a esse sobrecusto", sustenta Campos, defendendo a governação com as "orientações e decisões recebidas da União Europeia": "naquela altura [dizia a UE] devia ser colocado no terreno investimento público para substituir o falhanço do investimento privado". Público

Já um autarca, citado no artigo em baixo, usa a mesma desculpa: 
"Domingos Torrão garante que a culpa de tantas obras é de Bruxelas: “Agora é fácil apontar o dedo aos autarcas, mas há uns anos éramos empurrados pela União Europeia para que fizéssemos determinados investimentos”, recorda."

Estes senhores esquecem é que a UE disponibilizou fundos e incentivou a construção para promover determinados sectores da economia e colmatar falhas no sector social.
Talvez a UE nunca esperasse que o dinheiro fosse usado de forma inútil e despesista.
A UE nunca supôs que estivessem pessoas irresponsáveis e incompetentes, a decidir o que era prioritário e o que era inútil. Pessoas que optaram por investir em Obras que não trouxeram benefícios ao povo.
Citando uma autarca ainda no artigo em baixo... não se deve construir um campo de futebol se não temos pessoas para a equipa.
O mesmo se passou com o nosso Alberto João Jardim, brindou a ilha, de gente pobre e carenciada, com infraestruturas de ricos...  Inclusive a Madeira já foi citada além fronteiras, como um mau exemplo da aplicação dos fundos estruturais europeus, pois naquela região as verbas «serviram para construir túneis e auto-estradas, mas não para aumentar a competitividade».(Merkel)

A LISTA DA INUTILIDADE E DESPESISMO 
Os 10 municípios mais endividados do país perderam, nos últimos dez anos, quase mil habitantes. Todos os autarcas ouvidos pelos i concordam que a construção de equipamentos pode ter melhorado a qualidade de vida dos munícipes, mas não foi suficiente para travar a fuga de população para outras zonas do país. Alguns admitem mesmo que se gastou demasiado em algumas obras, agora difíceis de rentabilizar. “Construíram-se edifícios magníficos, recorrendo a fundos comunitários, sem que se tenha tido a noção (entenda-se competência) de que a sua manutenção viria a custar dinheiro”, concorda José Junqueiro, ex-secretário de Estado da Administração Local.

1-Fornos de Algodres, concelho com menos de 5 mil habitantes, liderava em 2009 o ranking das câmaras mais endividadas do país e nos últimos dez anos perdeu quase 700 moradores. Nos últimos anos, a pequena vila construiu
  1. um novo palácio da justiça, 
  2. um centro de saúde, 
  3. uma central de camionagem, 
  4. um novo quartel da GNR, 
  5. um estádio de futebol, 
  6. um quartel dos bombeiros e, 
  7. um centro escolar.
  8. uma biblioteca. (arrancou mas a obra foi adiada porque o empreiteiro faliu). 
Possui ainda dois espaços destinados à cultura, já tinha um cine-auditório, construído para uma associação local, mas mesmo assim a câmara “mandou fazer um novo centro cultural, inaugurado há cerca de quatro anos e que tem servido apenas para albergar um espaço internet”.
2-Alfândega da Fé, está em 4º lugar no ranking do endividamento. Em 2008  inaugura um Centro de Formação Desportiva que custou 1,7 milhões de euros. E a presidente da câmara, Berta Nunes, é a primeira a reconhecer que o investimento pode ter sido “excessivo”. construíram equipamentos “necessários, mas não prioritários” e sem que se tenha avaliado os custos futuros: “Durante muito tempo, tivemos a mania de que éramos ricos”, diz.
3-Ourique, 6º lugar no endividamento, o Cine-teatro inaugurado em 2009, representou um investimento de mais de 1,5 milhões de euros. Quase três anos depois, só passa cinema de 15 em 15 dias. O presidente da câmara, Pedro do Carmo, concorda que o uso do edifício “não é o esperado”, mas garante que não se arrepende do investimento: (Nem precisa de se arrepender, ninguém lhe vai pedir justificações nem o vai responsabilizar) “Hoje vive-se melhor no interior do que nas grandes cidades”. Também construiu um centro de convívio que  custou 1,2 milhões e uma biblioteca em que se gastou perto de 1 milhão de euros. Já o pavilhão municipal, que é usado apenas seis vezes por ano, custou 581 mil euros.
4-Sardoal, 16.º lugar no ranking do endividamento, no distrito de Santarém, perdeu quase 200 habitantes na última década. A câmara mandou erguer o Centro Cultural Gil Vicente, uma obra que custou 3 milhões de euros, comparticipada em 75%. O espaço foi inaugurado em 2004 (no mesmo dia em que abriu uma piscina coberta que custou mais de meio milhão de euros), mas no ano passado só projectou 13 filmes.
5-Penamacor, onde já só restam menos de seis mil habitantes, construíram-se piscinas aquecidas, orçadas em 1,35 milhões. Apesar de fecharem aos fins-de-semana, o presidente da autarquia, Domingos Torrão, diz que a obra tem servido para “atrair visitantes de Espanha”. O autarca reconhece, no entanto, que será difícil “rentabilizar o projecto”, mas defende que as populações do Interior “devem ter direito às mesmas infra-estruturas que existem no litoral”. 
Domingos Torrão garante que a culpa de tantas obras é de Bruxelas: “Agora é fácil apontar o dedo aos autarcas, mas há uns anos éramos empurrados pela União Europeia para que fizéssemos determinados investimentos”, recorda.
6-Portalegre perdeu mais de mil habitantes.Apesar do despesismo.
O centro de congressos, custou 7,4 milhões de euros. 
O museu de 1,7 milhões
o centro de espectáculos 8,7 milhões
7-Seia a que mais habitantes perdeu entre 2001 e 2010, construíram-se dois museus e um centro de interpretação. Três obras que o actual presidente, Carlos Camelo, admite serem “particularmente difíceis de rentabilizar”.
8-São Romão no mesmo município, um gimnodesportivo custou 1,9 milhões de euros. Uma obra que se justifica, garante o autarca, “porque não havia nada do género no concelho”.
9-Torre de Moncorvo gastaram-se 1,3 milhões de euros numa ecopista para “amantes de caminhadas”. O autarca Fernando Ferreira garante que o projecto, apesar de ter custado “muito dinheiro”, é um “verdadeiro caso de sucesso”. Primeiro, porque tem tido “muita utilização”. E depois “porque não implica custos de manutenção avultados”.
Na sede do município transmontano ainda há cinema uma vez por semana, no cine-teatro inaugurado em 2005 e que custou cerca de 700 mil euros. No entanto, no último sábado a sessão contou com pouco mais de 20 espectadores. Fernando Ferreira garante que mesmo assim não se arrepende de nenhuma das obras que construiu, embora admita que não devesse ter feito alguns investimentos. A câmara facultou, a dada altura, miniautocarros para que os munícipes se pudessem deslocar no centro histórico. “Fizemos isso porque 12,5% da nossa população tem mais de 75 anos, mas tivemos de cortar em 2010 porque não tínhamos dinheiro”, recorda.
10-Nisa, que perdeu mais de 1100 habitantes, também está na lista dos municípios mais endividados. Culpa, diz a presidente, da construção de um complexo termal que custou 10 milhões de euros, comparticipados em 25% pela autarquia e que obrigou à contracção de um empréstimo. Quase três anos depois da inauguração, Maria Tsukamoto admite que o retorno não tem sido “o esperado”, essencialmente por causa da “crise que o país atravessa”. Quando chegou ao município, a actual autarca já tinha obra feita: o seu antecessor mandou construir as piscinas e a biblioteca municipal. Mas o essencial estava por fazer: “A rede de águas e de saneamento estava completamente obsoleta e com problemas gravíssimos”, recorda Maria Tsukamoto, que diz não querer repetir o erro do anterior executivo. “É preciso avaliar quais são os equipamentos mais importantes. As pessoas têm de entender que antes de se construir um campo de futebol é preciso, primeiro, pessoas para constituir uma equipa.”
11-Fundão, 9ª no ranking do endividamento, perdeu mais de 2 mil habitantes na última década. Em 2005, a autarquia inaugurou uma biblioteca que custou 2,5 milhões de euros. No ano seguinte, ficou concluído o espaço cultural “A Moagem”, que custou 5 milhões. Em 2007, apareceu um novo museu que custou 750 mil euros. Em 2009 foi recuperado o Palácio do Picadeiro, cujas obras estavam orçadas em 2,1 milhões de euros. ionline.

CONTINUAÇÃO DO DESPESISMO

08 julho, 2013

Barbaridade confirmada em Picoas... António Costa condena 10 milhões de euros dos nossos impostos, para o lixo

clique nas imagens para ampliar e ler

Aval de Costa para torre da PT
Num apertado perímetro das Picoas, o edifício, de 27 pisos, ergue-se entre a atual sede da empresa e o mercado lisboeta 31 de Janeiro - que será extinto. Controvérsia, adivinha-se.
Mais uma manobra despesista de António Costa. Uma obra pública que custou a todos nós 22,8 milhões, vai ser vendido aos amigos da PT, por 12 milhões?
Alguém consulta ou informa o pagante? O contribuinte? O otário do costume?

Tudo começou quando a PT indagou o Executivo camarário de Lisboa acerca das possibilidades de construir uma nova sede, onde concentrasse os serviços espalhados por prédios arrendados na capital. Ouro sobre azul: António Costa e o seu vereador do Urbanismo, arquiteto Manuel Salgado, apostam em fixar na cidade as grandes empresas e, também, em chamar de volta as que saíram para municípios vizinhos, sobretudo Oeiras.
Conta Manuel Salgado que, das três hipóteses consideradas, venceu a última, a das Picoas (as outras eram os terrenos da Feira Popular e os da Marconi). A razão principal reside no Data Center instalado no telhado do conhecido edifício laranja do Fórum Picoas, a atual sede da PT, que a empresa preferia não desativar.
Do projeto de edificabilidade apresentado pela autarquia à PT, consta uma torre de 27 pisos, a construir mesmo ao lado do Fórum Picoas, de maneira a que a empresa ali se mantenha e facilmente estenda as suas operações entre os dois edifícios.
A altura da nova sede da PT terá, no entanto, de ficar um pouco abaixo dos 100 metros do vizinho Hotel Sheraton (de 1972), por forma a respeitar a chamada "cota máxima definida pela aproximação ao aeroporto" da Portela, hoje em vigor.Manuel Salgado assegura que o Plano Diretor Municipal, publicado em agosto de 2012, "permite o projeto" da torre. Mas o dossiê implica a sentença de morte para o mercado 31 de Janeiro, situado demasiado perto (e inaugurado, há cerca de 17 anos, por um presidente socialista da CML, João Soares), que deverá ser alienado pela autarquia à empresa de telecomunicações por €12 milhões, e alvo de demolição, dando lugar a um outro edifício de dois pisos, para "lojas PT". visão

REINCIDENTE E SEM VERGONHA?
Vejamos: o vereador da Câmara de Lisboa Manuel Salgado vai fechar o quartel de bombeiros mais moderno de Lisboa para vender o terreno (público) à (privada) Espírito Santo Saúde, para extensão do Hospital da Luz, cujo arquitecto projectista é o próprio... Manuel Salgado.
O Arquitecto Manuel Salgado, que é primo direito de Ricardo Espírito Santo (esse mesmo!). ARTIGO COMPLETO: 

António Costa e o amiguismo com os grandes interesses...
Mais uma vez o património construído com os nossos impostos, os nossos sacrifícios e sem o nosso consentimento, são vendidos ou demolidos sem o menor respeito pelos nossos impostos, pelos nossos sacrifícios e sem o nosso consentimento!! E há quem ainda se atreva a não ir ás urnas lutar contra estes partidos que nos desgraçam há 40 anos?
António Costa, O homem  que queria colocar câmaras de filmar para vigiar entrada de carros velhos no centro da cidade de Lisboa, "preocupado" com a poluição... É o mesmo que negoceia às escondidas contra os serviços da CML um acordo de "cavalheiros" para melhor destruir a cidade de Lisboa, autoriza construir uma gigantesca torre de 27 pisos, na zona Picoas?.
Para isso tem que ser destruído o Mercado 31 de Janeiro? Mas o mais engraçado é que ao lado, tinham o antigo edifício Imaviz e seu centro comercial, que esses sim precisavam de ser demolidos e têm décadas, estão em maior decadência e esvaziamento, mas eles preferem o Mercado 31 de Janeiro, para vender por metade do valor próprio...
Um investimento que custou 22,8 milhões e que vai ser vendido por 12.

Joana Cardoso fez um artigo sobre os jardins suspensos e o jardim que era suposto envolver o CTT- Picoas. Também é engraçado ver o que os condóminos do mamarracho do lado que está ilegal (entradas das garagens por cima de terreno privado da CML - que vão ser inviabilizadas em parte por este projecto) vão fazer depois desta notícia.
Os comerciantes já se mexeram  a bem da Nação e dos seus negócios e o resto da população?
Leia as imagens, que contem outro artigo sobre o assunto, basta clicar em cima delas, para ampliar.

MAIS ESCÂNDALOS SOBRE ANTÓNIO COSTA
  1. Costa aprova mesquita que nos custará 3 milhões de euros
  2. Os despesismo e incompetências de António Costa
  3. As prioridades de António Costa, isenta Rock&Rio de 3 milhões de impostos?
  4. António Costa a grande ilusão, que serve a rede de clientes/parasitas do estado.
  5. Património oculto de António Costa
  6. AS CÂMARAS MUNICIPAIS E OS BOYS DE LISBOA
  7. António Costa gasta 92 mil euros em homenagem a colega. É a crise
  8. Director do SEF, suspeito dos vistos gold, foi nomeado por António Costa no governo Sócrates.
  9. António Costa é um email que traz consigo um insustentável anexo chamado "déjà vu".
  10. A mãe de António Costa também tem tacho?
  11. Os amigos e os favores, que o povo paga.
  12. Fazer que faz, mas desfaz... 
  13. PPP que não conseguiu travar
  14. Ribeira das Naus, o desperdício de 2 milhões, por birra?
  15. Habitação Social, 3000 casas oferecidas por cunha?
  16. Lista de vídeos sobre gestão pública danosa 
  17. O BES está em todas
Outros casos de demolição ou venda de património, sem respeito pelo contribuinte.
  1. Pavilhão atlântico.
  2. Ribeira da Naus e António Costa
  3. Venda de hospitais e não só??
  4. Piscina olimpica da Maia
  5. Auditório de Viana do Castelo
  6. Piscinas dos Olivais
  7. Piscinas de Braga
  8. Edifício da PJ, e as obras embargadas
  9. Pistas de carros!
  10. Piscinas sem nadadores, só para fazer dinheiro?
  11. Parque empresarial... sem empresas?
  12. Enriquecer amigos
  13. Muitas e muitas obras sem sustentabilidade

29 março, 2012

Madeira e continente aliados ou adversários? Despesismo descontrolado


AS LOUCURAS DE ALBERTO JOÃO JARDIM QUE TODOS PAGAMOS



Na adversidade entre a Madeira e o continente, imperam rasgos de desafio do Srº Alberto João Jardim. Pretende provar que faz o que quer dono e senhor do seu império, e afirma mesmo que gasta para colocar os Madeirenses ao mesmo nível que os continentais, e que isso não é roubar.
Omite, contudo, que toda a sua obra foi feita sem rigor e sem contexto e não coloca os madeirenses ao nível de nada pois não desenvolveu a economia, apenas construiu infraestruturas de luxo, para pobres.  
Omite ainda que grande parte dos milhões, que ele assegura que não roubou, esgotaram-se em obras que acabaram por não servir ninguém. Importou apenas exibir que tem poder e que fez obra, campos de golfe, heliportos as moscas, marinas ás moscas, estádios ás moscas, pavilhões ás moscas, piscinas ás moscas, estradas e túneis ás moscas e o povo à fome e ao relento...  Quem paga estas loucuras impunes, é o mesmo de sempre... o Zé Povinho.
Avançou cego de poder, instigado pela fúria de gastar tanto como os continentais,  mostrando que pode... pode, mas não sabe.
Alberto J. Jardim dispara em todas as direcções, irracional e devastador, eis a sua obra:

1- Construiu 2 heliportos (2 milhões+700 mil euros) a poucos km um do outro pois o espaço é pequeno e o dinheiro é muito... já os voos foram zero.
2- Estádios sem valor oficial, o ultimo pavilhão desportivo custou 5,2 milhões para um clube de 2ª divisão mas com infraestruturas de luxo; 5 milhões de euros por ano são oferecidos pelo governo aos 3 clubes profissionais. Existe 1 estádio por cada 20 mil habitantes e foram construídos 12 nos últimos anos.
Obras joao jardim despesa buraco3- Piscina de 2 milhões de euros, com 25 m2, obra que deu lugar a expropriações despesista, no entanto está quase sempre fechada.
4- Fóruns sem comércio e sem clientes com infraestruturas para uma grande cidade mas está ás moscas. (70 milhões).
5- Marinas sem barcos o caso da Marina do Lugar de Baixo, que já terá custado 105 milhões de euros, "tem capacidade para 291 embarcações" mas "está às moscas".
Para agravar todos os invernos esta marina é semi destruida pelo mar, situação que não foi acautelada por incompetência, o que resulta em manutençoes  anuais despesistas, para uma marina deserta... cujo único utilizador são as ondas que a destroem e os técnicos que persistemente a reconstroem. ACTUALIZAÇÃO/2015.- Marina vai ser destruída, 100 milhões de impostos para o lixo. "A Marina do Lugar de Baixo, com um orçamento inicial estimado em 29,7 milhões de euros, o valor final fixou-se nos 100 milhões devido a constantes intervenções que foram necessárias. O presidente do Governo Regional da Madeira, Miguel Albuquerque, revelou ao jornal Público que vai “desmantelar” a Marina do Lugar de Baixo. 
Segundo a mesma fonte, o empreendimento foi construído apesar de vários estudos indicarem que a sua construção não seria viável, tendo em conta as condições do mar naquele local.
6-  Túneis colossais para desviar transito de vilas sem transito, o Túnel no Seixal (Madeira) feito para desviar o trânsito de uma freguesia com 700 habitantes, rompeu um lençol freático que desde há cinco anos corre directamente para o mar. Água doce que até então ficava retida no solo.
7- Escolas básicas com conservatório de música, A Escola Básica da Ribeira Brava vai construir um Centro de Apoio Psico-Pedagógico e um Conservatório de Música. A obra está orçada em aproximadamente cinco milhões de euros e está preparada para acolher cerca de 300 alunos. A infra-estrutura contemplou, ainda, a construção de um campo polidesportivo exterior, zonas de recreio, jardins, parque de estacionamento coberto e no exterior.

09 julho, 2014

Até o Carnaval escapa à crise. O contribuinte paga milhões, e não escapa aos impostos que pagam o Carnaval?

pedintes despesismo torres vedras ovar carnavalMais despesas típicas de um país em crise? Podem fechar escolas e até podemos arruinar o país, mas estes gestores do dinheiro público é que sabem como gastar os impostos. Não fossem eles os responsáveis por um dos maiores buracos nas finanças públicas. Esta sub espécie de gestores, analfabetos oportunistas sem um pingo de vergonha ou competência, chegam ao poleiro, apenas porque vivemos em Portugal. O resultado nem podia ser outro: Dívida das autarquias é de 8 mil milhões de euros! Continuem a votar em incompetentes e criminosos isentos de responsabilidade!

2011 - Em Torres Vedras vai ser construído o Centro de Artes do Carnaval. Só o projecto de arquitectura, custou 200 mil euros.
“O edifício principal do antigo Matadouro, no qual se organizam os espaços do Centro de Artes mais directamente relacionados com o exterior – o átrio, o auditório, o centro de documentação e a sala de exposições temporárias –, é reabilitado. Um novo corpo, suspenso sobre este edifício e a ele verticalmente ligado a partir da sua charola original, acolhe a exposição permanente que, pontuada por uma sequência de vistas enquadradas para o exterior e para a cidade, se estende até ao espaço exterior esculpido pela pedreira”, descreve o vencedor do concurso de arquitectura.

2012 -  Em Ovar a construção da Aldeia do Carnaval chega aos 1,5 milhões de euros. Vale a pena ler esta descrição do projecto que “é um sonho de 60 anos”: “O empreendimento pretende garantir a todas as colectividades de Ovar que se dedicam em exclusivo ao Carnaval um espaço que reúna as condições necessárias ao trabalho que desenvolvem ao longo de todo o ano – a maior parte das vezes em espaços exíguos ou, então, ao ar livre, sob condições climatéricas adversas, quando a dimensão dos carros alegóricos a isso obriga. A Aldeia do Carnaval vai nascer junto da Rua da Guiné, terá cerca de 4.000 metros quadrados de área coberta, onde vão ser erguidos 27 módulos, três dos quais destinados a oficinas. Do projecto, José Américo Sá Pinto destaca um palco para concertos e espectáculos e uma praça de 1.500 metros quadrados, e, ainda, dois outros pavilhões vocacionados para a formação.”
2012 - Madeira gastou meio milhão com o Carnaval
2014 - O município de Elvas pagou 6 mil euros ao vencedor da Casa dos Segredos 4 para ser Rei do Carnaval durante cinco dias. São 1200 euros diários para andar na folia.

Os exemplos de despesismo e má gestão, que sustentamos, continuam... 
As 10 câmaras mais endividadas
O caso da piscina de Braga.
O caso dos candeeiros do Siza Vieira
O caso do pombal escolar
O caso da casa de cinema
O caso do pavilhão de Viana
O caso das pistas para carros
O auditório de Viana
As piscinas da Azambuja
O caso da Parque escolar
Piscina dos Olivais.
António Costa, faz mas desfaz?
O caso do Novo edifício da Policia Judiciária em Lisboa. A segunda tentativa.
Mais piscinas sem nadadores, só para fazer dinheiro?
Parque empresarial... sem empresas?
O despesismo do poder local
Relvados de Braga
Império de Braga
Luxos de Braga
Seixal generoso
Ajudar amigos
As birras
O abuso
O abuso continua
Vinhos, festas e afins
Festas e festejos
Computadores de diamante?
O caso da Madeira
O exagero
Enriquecer amigos
Aeroporto de Beja, ás moscas
As derrapagens criminosas
Pavilhão de Portugal, para demolir?
Madeira, por ser pobre, recebe subsidio de insularidade? Pago pelos continentais?