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Como é que os politicos nos sugam tudo e não deixam nada.


Lusófona ao serviço da Maçonaria?
evolução grafico subvenções vitalícias vasco franco
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O Sr.Dr. Vasco Franco há 4 anos atrás tinha o antigo 5º ano do Liceu (9º ano de escolaridade actual) por equiparação do Curso Comercial. Entretanto, formou-se com 18 valores na Lusófona
Assim, a Lusófona  propriedade de um dos chefões da Maçonaria, cuja mulher foi eleita deputada pelo PS nestas legislativas e fez parte das listas autárquicas de 2009 em Lisboa (coincidências), cidade onde tem várias obras embargadas nos seus colégios e escolas (mais coincidências, é claro), o sr. Franco passa a Sr. Dr. Franco, tal como o Sr. Eng. Sócrates e o Sr. Dr. Vara, ambos na Independente.

Ou seja, continuamos e aprimoramos. 
Com o 9º ano, 50 anos de idade e reforma de mais de 3.000 euros... até parece gozo...
ENTÃO É ASSIM! Apesar de ter apenas 50 anos de idade e de gozar de plena saúde, o socialista Vasco Franco, número dois do PS na Câmara de Lisboa durante as presidências de Jorge Sampaio e de João Soares, já está reformado.
A pensão mensal que lhe foi atribuída ascende a 3.035 euros (608 contos), um valor bastante acima do seu vencimento como vereador.

Mais um reformado de luxo aos 50 anos. Vasco Franco.

reformado luxo vasco franco
"APESAR de ter apenas 50 anos Vasco Franco, número dois do PS na Câmara de Lisboa está já reformado. 3.035 euros um valor bastante acima do seu vencimento como vereador.
A generosidade estatal decorre da categoria com que foi aposentado - técnico superior de 1ª classe , segundo o «Diário da República» - apesar de as suas habilitações literárias ser o 9º ano de escolaridade.
O dirigente entrou para os quadros do Ministério em 1972, e dos 30 anos passados só ali cumpriu sete de dedicação exclusiva; Vasco Franco diz que é tudo legal e que a lei o autoriza a contar a dobrar 10 dos 12 anos como vereador a tempo inteiro.
Já reformado, Vasco Franco vai para administrador da Sanest , com um ordenado líquido de 4000 euros mensais Trata-se de uma sociedade de capitais públicos, comparticipada pelas Câmaras da Amadora, Cascais, Oeiras e Sintra. O convite partiu do reeleito presidente da Câmara da Amadora, Joaquim Raposo, cuja mulher é secretária de Vasco Franco.
A acumulação de vencimentos foi autorizada pelo Governo mas, nos termos do acordo, o salário de administrador é reduzido em 50% - para 2000 euros - a partir de Julho, mês em que se inicia a reforma, disse ao EXPRESSO Vasco Franco.
A somar aos mais de 5000 euros da reforma e do lugar de administrador, recebe ainda mais 900 euros de outra reforma, por ter sido ferido em combate em Moçambique já depois do 25 de Abril (????????), hahahahahah... DEMAIS!!!! e cerca de 250 euros em senhas de presença pela actuação como vereador sem pelouro.

Contas feitas, o novo reformado triplicou o salário que auferia no activo, ganhando agora mais de 1200 contos limpos. Além de carro, motorista, secretária, assessores e telemóvel. "
MAIS UMA VEZ O CICLO REPETE-SE, ELE DEU EMPREGO À MULHER DO OUTRO E O ESPÍRITO DE ENTREAJUDA, LEIA-SE CUNHAS E TACHOS NÃO PARAM. AJUDAM-SE UNS AOS OUTROS.

Reformas de luxo em ascensão. 5.448 reformados de luxo.

SUIÇA: país onde os reformados não são lixo, nem há reformados de luxo 

Muitos reformados de luxo, acumulam ordenados e outros bónus, a maioria deles nem declarados. Para agravar esta situação começam a receber reformas muito antes do previsto e do sustentável, pela lei geral, o que faz com que recebam reformas durante 30, 40 ou 50 anos, que se torna claramente corrosivo para a saúde e estabilidade da segurança social, pessoas que descontaram poucos anos, ficarem a receber 50 anos, pensões de luxo e vitalícias?
Qualquer seguradora se riria pelo conceito ruinoso que alberga.
É mesmo para falir, não há volta a dar.
É inviável e financeiramente insustentável, receber 4 mil ou 2 mil euros durante 40 ou 50 anos quando se descontam 8 anos ou 12. Mas é isso mesmo que se faz em Portugal, precisamente com os que deveriam dar o exemplo.

Neste momento,  existem 5.448 Reformados do Estado com pensões de luxo, 4 mil euros.
Feitas as contas, estas reformas custam à caixa Geral de Aposentações (CGA) cerca de 20 milhões de euros por mês, o que dá ao fim do ano perto de 285 milhões de euros, se ao valor da reforma somarmos os subsídios de férias e de Natal.
Em 2000 eram pouco mais de 1000 os pensionistas a quem a CGA pagava mais de 4000 EUROS por mês de reforma. Em 2004 ja ascendiam para 3.521 reformas de luxo .

Património da maçonaria ultrapassa 30 milhões... Os maçons têm acesso ao dinheiro público?




Fundações e organismos do oculto secretos e onde proliferam nomes ligados a casos obscuros, casos pendentes na justiça ou que já prescreveram, poderão ser considerados de utilidade pública???
Em Portugal sim... Fundações da Maçonaria são de utilidade pública.
Portugal é o paraíso dos corruptos, com um povo obtuso, cego pela fraca literacia politica e desligado da politica, permite tudo isso, e muito mais. Um povo que se queixa da justiça, mas que é incapaz de fazer justiça, quando chega a hora de votar. E insiste em eleger corruptos ou deixar que sejam eleitos por um punhado minoritário de eleitores, os tais eleitores favorecidos pela corrupção e despesismo.

Vale tudo... se o Al Capone vivesse em Portugal, teria direito a albergar o seu gang ao abrigo do estatuto de fundação, teria direito a ser eleito a Primeiro Ministro ou Presidente da República? Teria abrigo na Maçonaria? E sairia ileso na nossa justiça, de qualquer saque ao estado, de muitos mil milhões.
Os nossos impostos mais parecem um fundo ao serviço do crime, em Portugal. 
Os nossos impostos servem os ricos, os parasitas e os criminosos mas não são suficientes para o seu propósito inicial e social. Onde se esgotam? Será que não sabemos? 

-"Mais de 80 maçons em cargos influentes - 12 novembro 2011
Miguel Relvas, um dos ministros mais influentes, Carlos Zorrinho, líder da bancada do PS, autarcas como Moita Flores ou Isaltino Morais, ex-ministros como Rui Pereira, ex-presidentes da AR como Almeida Santos, empresários como Jorge Coelho, deputados e muitas personalidades da sociedade fazem parte desta organização semi-secreta. As figuras, a história, os valores, as cerimónias e as polémicas". Fonte

-Investigação do DN sobre a maçonaria- 28/01/1013
Conhecida como 'maçonaria branca', o Opus Dei tem mais de 1500 membros em Portugal. Apesar de negar a existência de uma estratégia de poder, conta com figuras de destaque na banca e na política. Há mais de dez anos que um governo não tinha um elemento ligado à obra, mas a última mini remodelação pôs no Executivo um cooperador que até há três meses geria a financeira da Escola de Negócios da obra.
O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, colocou recentemente uma das mais importantes áreas da governação nas mãos de um cooperador do Opus Dei: o secretário de Estado Manuel Rodrigues. O novo homem-sombra de Vítor Gaspar nas Finanças junta assim duas áreas às quais a obra é constantemente associada: a política e a banca, nas quais sempre teve membros influentes." Fonte

Um palácio avaliado, por um perito, em 10 milhões de euros, mas para efeitos de IMI vale 983 827 euros???
-"Os valiosos imóveis da Fundação do Grande Oriente Lusitano.
O Grande Oriente Lusitano (GOL), maior obediência da maçonaria em Portugal, terá um património imobiliário com um valor superior a 30 milhões de euros. A escritura de constituição da GOL, à qual o CM teve acesso, revela que esta entidade, mesmo sem ter ainda todos os bens do GOL no seu acervo, já conta com um valioso conjunto de prédios urbanos e rústicos.
A escritura da Fundação GOL, que foi constituída em Lisboa a 24 de Março de 2008, apresenta como património desta entidade um conjunto de 
12 imóveis dispersos por Lisboa, Porto, Coimbra, Alcobaça e Évora. E os mais valiosos estão concentrados na capital, em particular no Bairro Alto, na Praça da Figueira e na Lapa, três das zonas mais caras da capital.

"OS PARTIDOS EXISTEM PARA SERVIR LOBIES E SOCIEDADES SECRETAS."





Neste video, Elisabete Tavares, jornalista do Expresso e Exame, afirma que os partidos não servem o país nem a economia, servem a banca e as sociedades secretas. 
Garante ainda que não podemos esperar que sejam os partidos a mudar o caos, pois eles gostam e da-lhes jeito, temos que ser nós a mudar.

Portugal é o paraíso dos corruptos, com um povo obtuso e desligado da politica, um povo que odeia falar de politica e odeia que lhe falem de politica. Desta forma tornou-se num  país onde tudo é permitido, porque os portugueses não querem saber de nada. 
Um povo que se queixa, porque a justiça não faz justiça , mas é ele próprio incapaz de fazer justiça, quando chega a hora de votar, insiste em eleger os corruptos que há décadas, criminosamente, nos destroem.

O povo permite tudo... se o Al Capone vivesse em Portugal, teria direito a albergar o seu gang ao abrigo do estatuto de fundação, teria direito a ser Primeiro Ministro ou Presidente da República? Teria abrigo na Maçonaria? E sairia ileso na nossa justiça, de qualquer saque ao estado, por muitos mil milhões, que roubasse. E o mais impressionante, é que seria eleito pelos que roubaria?
Os nossos impostos mais parecem um fundo ao serviço do crime, em Portugal. 
Os nossos impostos servem os ricos, os parasitas e os criminosos, por isso jamais serão suficientes para o seu propósito inicial e social. Onde se esgotam? Será que não sabemos? 
A lista, à sua direita, neste mesmo blog, mostra alguns exemplos, de como se desvanecem, em vão, os impostos dos portugueses. 

"Mais de 80 maçons em cargos influentes - 12 novembro 2011
Miguel Relvas, um dos ministros mais influentes, Carlos Zorrinho, líder da bancada do PS, autarcas como Moita Flores ou Isaltino Morais, ex-ministros como Rui Pereira, ex-presidentes da AR como Almeida Santos, empresários como Jorge Coelho, deputados e muitas personalidades da sociedade fazem parte desta organização semi-secreta. As figuras, a história, os valores, as cerimónias e as polémicas". Fonte

Assunção Esteves com 10 anos de serviço tem direito a reforma de mais de 7 mil euros.

Assunção esteves reforma abuso
   SOMOS OS MAIORES  
Reformou-se aos 42 anos de idade.
E mais uma vez a generosidade dos dinheiros públicos não tem limites. A alma de rapina, que serve de conduta para todos os nossos grandiosos e nobres políticos, esvazia os cofres do estado desalmadamente..
Uns têm que trabalhar até aos 65 anos com reformas cortadas em 20%, mesmo que tenham descontado para a reforma durante 40 anos ou mais.
Esta generosa senhora, personagem importante na quadrilha que governa Portugal, recebe 7.255 euros de pensão por dez anos de trabalho como juíza do Tribunal Constitucional. Por não poder acumular esse valor com o ordenado de presidente do Parlamento, Assunção Esteves abdicou de receber pelo exercício do actual cargo, cujo salário é de 5.219,15 euros. Mantém, no entanto, o direito a ajudas de custo no valor de 2.133 euros.
Podem aposentar-se com 12 anos de serviço, independentemente da idade, ou com 40 anos de idade e dez anos de serviço.

Afinal quem é que não desconta o suficiente para as reformas que recebe? Ainda tem muitos anos de vida, pela frente, e já ultrapassou em muito o que descontou.
"Assunção Esteves tem direito a uma reforma de 7255 Euros pelos 10 anos de serviço como juíza do Tribunal Constitucional, entre 1989 e 1998. Ser juiz do Tribunal Constitucional deve ser uma profissão de desgaste rápido, mas só para ter uma ideia de como estamos a ser roubados, fui fazer umas contas.
O ordenado de juiz do Tribunal Constitucional era, em 2009, de 5957 euros. Sobre esse valor, uma taxa de Segurança Social de 34,75% resulta num desconto de 2070 Euros. Por ano são quase 29 mil euros de descontos (14 meses). Fazendo as contas aos 10 anos de serviço, temos um total de descontos de 290 mil euros. Isto são contas a valores de 2009, que foram os que encontrei numa pesquisa rápida. Também não incluí o IRS nas contas, mas servem perfeitamente para o propósito do exercício.
Assunção Esteves é reformada desde 98 ou 99. Vou considerar Janeiro de 1999. Recebendo a reforma em 14 meses temos, até 2012, 196 meses. Ao valor actual da reforma dá um total de 1 421 980 euros. Um milhão e quatrocentos mil euros. Ou seja, SÓ até 2012 a Segurança Social teria pago a Assunção Esteves, a valores de 2009, para cima de um milhão de euros a mais que os descontos realizados durante os 10 anos de serviço." FONTE

REPARE-SE QUE A GENEROSIDADE DA  SRª,  ALASTRA-SE AOS COLEGAS, OFERECE 2 GABINETES DO PALÁCIO DE S.BENTO UM BMW 320, UMA SECRETÁRIA E UM MOTORISTA A UM EX-PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA DA REPUBLICA... MOTA AMARAL??? E PORTUGAL AGUENTA? AH POIS AGUENTA.! QUEM CALA CONSENTE.
DESPACHO DO OFERECIDO AO SENHOR MOTA AMARAL 
"Despacho n.º 1/XII -- Relativo à atribuição ao ex-Presidente da Assembleia da República Mota Amaral de um gabinete próprio, com a afectação de uma secretária e de um motorista do quadro de pessoal da Assembleia da República. Ao abrigo do disposto no artigo 13.º  determino o seguinte: 
a) Atribuir ao Sr. Deputado Mota Amaral, que foi Presidente da Assembleia da República, gabinete próprio no andar nobre do Palácio de São Bento; 
b) Afectar a tal gabinete as salas n.º 5001, para o ex-Presidente da Assembleia da República, e n.º 5003, para a sua secretária; c)
Destacar para o desempenho desta função a funcionária do quadro da Assembleia da República, com a categoria de assessora parlamentar, Dr.a Anabela Fernandes Simão; 
d) Atribuir a viatura BMW, modelo 320, com a matrícula 86-GU-77, para uso pessoal do ex-Presidente da Assembleia da República; 
e) Encarregar da mesma viatura o funcionário do quadro de pessoal da Assembleia da República, com a qualificação de motorista, Sr. João Jorge Lopes Gueidão;  21 de junho de 2011 
A Presidente da Assembleia da República, Maria da Assunção Esteves. FONTE

Casada com José Lamego, ex-dirigente socialista com quem esteve casada 15 anos. O casal nunca teve filhos. fonte
Não contente pelos esbanjamentos e parasitismos acima descritos, ainda achando que deve lesar mais os contribuintes, usa e abusa dos seus direitos...  como pode ler na imagem anexa.
Foi no governo de Sócrates que se criou a lei para beneficiar e proteger políticos. fonte






Portugal foi conquistado. Foi-nos roubado por um gang de políticos e seus amigos. 
D. Afonso Henriques deve estar a dar voltas na tumba. Um povo submisso que nada faz para contrariar a ditadura que se apossa de Portugal e o molda há 40 anos, à sua medida. Um povo incapaz de se opor aos partidos que dominam o país, ou parar de votar neles. Um povo silencioso, que se revolta em lutas inócuas e sem consequência. A revolta da abstenção?
Quando é que o povo se ergue contra eles e os escorraça do poder? Quando é que nos unimos e votamos contra eles? 
Alguns reformados de luxo a somar 
  1. 400% aumento de reformados de luxo
  2. Justiça também tem imensos direitos
  3. Reformas de políticos duplicam aos 60 anos
  4. Miguel Relvas 
  5. Vasco Franco
  6. Marques Mendes

LISBOAGATE-Casas sociais para cunhas, em bairros de luxo e palácios alugados a preços de lixo.



A moral destes marajás que nos desgovernam é aberrante e ultrajante. Distribuem casas sociais a quem não precisa, apenas por cunha, deixando desesperados os verdadeiros carenciados e atolados em impostos os contribuintes, que não param de ser chamados a pagar um estado social que pouco tem de social e quase já nem existe.
Mas também se dão ao desplante de alugar os nossos palácios nacionais por uma bagatela, demonstrando uma constante falta de respeito pelo património nacional, pelos contribuintes, pelos portugueses e pela história do país.
Tudo isto foi descoberto e levado à justiça, mas claro, ninguém foi condenado.
Para cumulo e como exemplo da falta de escrúpulos desta gentinha, alguns dos presidentes da CML, acusados em processos prontamente arquivados, tiveram o descaramento de se gabar que os casos deles já tinham prescrito e outro teve o desplante de dizer que era uma inutilidade andarem a investigar casos passados...
A arrogância, o abuso, a falta de humanismo e justiça social dos nossos desgovernantes, em todo o seu esplendor, sem pudor e sem vergonha. Uma verdadeira afronta conheça os nomes de alguns dos artistas sem ética.

O escândalo da atribuição arbitrária de casas camarárias pela câmara municipal de Lisboa, incluindo o arrendamento por valores irrisórios a personalidades da vida publica portuguesa com posses (políticos, funcionários do estado e da própria câmara, artistas e intelectuais) ficou conhecida como Lisboagate.
O caso que rebentou em 2007 onde foram expostas as práticas pouco claras, adoptadas pelos responsáveis da CML, na atribuição de casas camarárias a pessoas que não deveriam ter direito a estas, em detrimento dos realmente necessitados. O número do processo é 3712/07.4TDLSB.

Até o "carenciado" presidente da EPUL teve casa da câmara na Quinta do Lambert.
Um antigo director dos serviços de estudos e planeamento da Câmara de Lisboa, que depois foi presidente da EPUL e hoje é administrador de várias empresas financeiras e imobiliárias do grupo Espírito Santo, também beneficiou de uma casa da autarquia nos anos 80. José Manuel de Sousa confirmou-o ao PÚBLICO, mas sublinhou que não se tratava de uma habitação social, embora a renda, cerca de 100 euros, fosse muito inferior à que se praticava no mercado.
A história do prédio em que José Manuel de Sousa residiu na Quinta do Lambert, ao Lumiar, é uma das mais significativas da discricionariedade que vigora há décadas na atribuição do chamado património disperso do município e foi contada no jornal Tal & Qual em Dezembro de 1989.
O caso, que o JN ressuscitou ontem, depois de o DN ter aludido a ele na véspera, remonta a 1986, ano em que o então presidente da câmara Kruz Abecasis decidiu entregar os 14 apartamentos daquele edifício de sete pisos a funcionários superiores do município e a outras pessoas sem particulares carências económicas.
Entre os contemplados com uma casa nova e com rendas entre os 20 e os 140 euros contavam-se não só José Manuel de Sousa, como o então jornalista da RTP José Cândido de Sousa, o antigo seleccionador nacional de futebol Ruy Seabra e o assessor de imprensa de Abecasis, Veríssimo Pires.
Um exemplo entre muitos é o de um prédio, na Rua da Madalena, onde João Soares entregou uma loja e um andar ao pintor Inácio Matsinhe, os quais se encontram hoje em dia desocupados e sem préstimo.fonte

Lisboagate
Fuga de informação para a wikileaks. Em Outubro de 2008 o site wikileaks publicou uma lista das casas arrendadas pela CML: A lista aqui.
A Listagem das casas e dos inquilinos da câmara municipal de Lisboa fora dos bairros sociais em Outubro de 2008. Lista completa com habitações de renda social, ateliers municipais e palácios municipais. Inclui nome dos inquilinos, valor da renda e freguesia de localização.

Lista dos reformados milionários de Portugal.


Esta lista circula pela internet e até agora não há desmentidos, as provas, também não poderão existir, num país democrático, onde eles, os ditadores decidem ocultar quanto recebem. 
Para facilitar o saque.... 
Lei do sigilo dos privilégios dos políticos. Aprovada!!
"Foi aprovada no passado dia 24 de Julho de 2013 pela Assembleia da República, com os votos favoráveis do PSD e do CDS, a Proposta de Lei 150/XII, por meio do Decreto nº 166/XII, enviado já para promulgação pelo Presidente da República e depois para posterior publicação no Diário da República, a nova lei que regula a a obrigatoriedade de publicitação dos benefícios concedidos pela Administração Pública a todos os particulares.
Esta lei procede à primeira alteração ao Decreto-Lei n.º 167/2008, de 26 de agosto, e revoga as Leis n.ºs 26/94, de 19 de agosto e 104/97, de 13 de setembro.
Esta nova lei, agora aprovada pela AR, no seu art.º 2, n.º 4, alínea b) exceciona propositadamente da publicitação "os subsídios, subvenções, bonificações, ajudas, incentivos ou donativos cuja decisão de atribuição se restrinja à mera verificação objetiva dos pressupostos legais", ou seja, coloca de fora do conhecimento público, portanto ficam protegidas pelo sigilo, as subvenções vitalícias dos titulares de cargos políticos. fonte

Vejam os nomes dos principais beneficiários das pensões milionárias do Estado, quase todos ex-políticos.
LISTA DOS PRINCIPAIS "COVEIROS" DO DESASTRE FINANCEIRO PORTUGUÊS PÓS 25 DE ABRIL.
Muitos deles acumulam reformas com salários e pensões vitalícias. (Email enviado ao blog)

PARTIDO - NOME DO POLITICO - TACHOS - CARGO ACTUAL- SUBVENÇÃO/REFORMAS 

P.S.D. Alberto João Jardim P. Gov Reg. Madeira S.V. 94.000 Euros/ano
P.S. Alberto Martins Ex-Dep Ex-Min Adv. Prof. Prof. UN S.V. 2.905 Euros acresce vários venc.
P.S. Alberto Souto de Miranda Ass. Estag. UN/Ex-Pres. C. Vice Presid. Anacom 14.198 Euros acresce S.V. Câmara Aveiro
P.S. Alda Borges Coelho Ex-Dir Fed Port Rugby Adm. ANA/NAER 110.000 Euros/ ano c/carro, telem. Desp. Desl.
P.S. Alexandre Rosa Ex-Sec. Est Ex. Ch. Gab. Vice Pres. IEFP 79.000 Euros/ano carro c/mot., telef. Desp rep.
P.S. Almerindo Marques Ex- Dep. Bancário/Gestor Gestor da Opway S.V. ???? 200.000 Euros/ano
P.S.D. Álvaro Barreto Ex-Ministro Reformado S.V. 3.400 Euros ref. 3.500 Euros/mês
P.S. Ana Benavente Ex-Sec. Est. Sub. Reint. 62.000 Euros
P.S. Ana Catarina Mendes Ex-Dep. Sub Reint. 24.000 Euros
P.S.D. Ana Manso Ex-Dep. Sub. Reint.
P.S. Ana Sofia Tomaz Aces. Sec. Est. Vogal C.Adm. E.P. 151.000 Euros/ano mais carro+telef. (o que faz?)
P.S.D. Ângelo Correia Ex-Dep Ex-Ministro Presid. Empresas S.V. 2.200 EUROS acresce vários vencimentos
P.S.D. Aníbal Cavaco Silva Ex- Dep. Ex-Ministro P.Rep. Pres. República 140.000 Euros/ano Prescindiu venc PR 6.523 Eu

NOVO PARTIDO POLITICO - Partido de Políticos Reformados (PPR), O maior e mais poderoso.



Este artigo deveria ser lido por todos os portugueses... Portugal é gerido por um só partido, o partido que defende os políticos e amigos escravizando e enganado o país.
Portugal continua a pagar todos estes abusos e a sustentar os roubos, serenamente e mansamente recostado no sofá a ver novelas e futebol ou a dar ouvidos aos comentadores políticos como o Marcelo Rebelo, que falam falam, mas não dizem nada, não denunciam ninguém, não explicam ao povo como está a ser roubado e enganado... um falador oco e bacoco, puro entretainer, de portugueses que acham que escutando o Marcelo, estão a par da politica. 
Portugal continua tranquilo enquanto os ratos roem a dispensa, o sótão e os alicerces da casa. Iludidos por promessas ocas e mentiras, aguardam que um dia os ratos se cansem de roubar e viver parasitamente felizes. 
Neste video Passos Coelho auto elogia-se pelos cortes que fez no roubo aos portugueses. E acha que todos devemos explodir de gratidão e alegria, por ele ter reduzido o saque, em vez de acabar com ele. (Ironia do video) - Portugueses, sou o maior, agora os larápios dos vossos impostos, apenas poderão roubar 90 mil milhões, e não os 92 que roubavam até agora... sou ou não sou justo e generoso? 

Eu sei que os portugueses desconhecem o que isto significa mas eu explico melhor:
"Os portugueses vão precisar de trabalhar este ano mais de cinco meses, até ao dia 4 de Junho, para pagar impostos e só daí em diante o salário se torna verdadeiro rendimento líquido, segundo um estudo." fonte ( Não esquecer que pagamos impostos e serviços públicos, e existem outros países onde se pagam mais impostos, mas não se pagam serviços públicos, e de má qualidade.)

"Portugal é presentemente governado por políticos já reformados pelo exercício de anteriores cargos públicos, é uma situação única no mundo.
Para além do vencimento que recebem pelos cargos públicos que continuam a exercer, podem acumular este vencimento com mais uma, duas, três, quatro ou mais reformas e pensões vitalícias do Estado. Um roubo praticado por políticos de todos os quadrantes.
Os partidos políticos em Portugal desde 1974, criaram um sistema de roubo legal para os seus membros e respectivas clientelas partidárias, baseado na acumulação de reformas e pensões vitalícias.

A Assembleia da República produziu ao longo dos anos leis que permitem que Presidentes da República, Presidentes da Regiões Autónomas, primeiros-ministros, ministros, deputados, autarcas, administradores de institutos, empresas ou bancos públicos, usufruírem de um privilégio que nenhum outro cidadão possui.
As reformas ou pensões vitalícias, conforme os cargos e as instituições, podem ser obtidas ao fim de alguns meses ou de poucos anos de serviço. No caso dos deputados, actualmente os mais "prejudicados" pelo sistema, o tempo exigido só agora aumentou para 8 anos, findos os quais passam à categoria de reformados do Estado.

A Assembleia da República, o governo central ou das regiões autónomas, as autarquias, empresas e institutos públicos estão repletas de reformados do Estado. Eles estão por todo lado activíssimos, trabalhando para acumularem novas reformas.
Que confiança podem inspirar estes políticos? E a Assembleia da República que institucionalizou estes privilégios ?

Madeira, o paradigma do roubo institucional
Como se tudo isto não bastasse, nas Assembleias Regionais dos Açores e da Madeira, foram criados idênticos mecanismos de atribuição de reformas vitalícias. Em 2005, surgiram as primeiras fornadas de reformados das ilhas. Desde então o seu número não pára de aumentar.
Fruto desta autonomia, cada uma delas é um caso:
Na Madeira, por exemplo, a regra é a acumulação sem limites. O presidente Alberto João Jardim, para além de uma reforma do Estado de 4.124 euros, obtida num serviço público onde nunca trabalhou (Secretaria Regional de Turismo), recebe um ordenado por inteiro de 84 mil euros. Acresce a este valor mais 40% de despesas de representação, o que dá 94.467 euros , muito mais do que ganha o primeiro-ministro em Espanha (Dados de 2010).
Para tornar tudo isto legal, o parlamento madeirense, aprovou uma norma no seu Estatuto Político-Administrativo que impede, "em matéria de vencimentos, subsídios e subvenções, lesar direitos adquiridos".

Quem disse que Portugal é um país pobre? Para que precisa a Madeira de apoios da República para fazer frente às catástrofes se o dinheiro é depois esbanjados pelos políticos e clientelas regionais ?
Para além de reformas vitalícias, os deputados quando abandonam a Assembleia da República recebem ainda generosos "subsídios de reintegração" que facilmente atingem as largas dezenas de milhares de euros.

Câmaras e Juntas de Reformados
Calculam-se que sejam largos milhares o número de autarcas reformados nas câmaras municipais (308) e Juntas de Freguesia (4.260), muitos dos quais acumulam com outras reformas do Estado ou do "sector privado". Está em marcha um processo para obterem novas reformas pelo trabalho prestado nas empresas municipais que eles próprios criaram...

Presidenciais de Reformados
As eleições em Portugal são entre reformados, para elegerem um reformado. Trata-se de um caso sem paralelo no Mundo.
As eleições presidenciais de 2011 serão disputadas por dois ilustres reformados:
Cavaco Silva (PSD) - Quatro Reformas do Estado:  Banco de Portugal (€ 4.152,00 ), UNL ( € 2.328,00), primeiro-ministro ( € 2.876,00) e a de Presidente da República.
Manuel Alegre (PS) - Duas reformas do Estado: RDP, por ter trabalho apenas 1 ano (1974/1975), no valor de € 3.219,95;  Deputado da Assembleia da República. Candidata-se portanto a mais uma reforma do Estado.

De acordo com a conjuntura política, e os interesses em jogo, algumas destas reformas podem ser pontualmente suspensas pelo beneficiário. Uma estratégia muito seguida por políticos no activo.
Cavaco Silva, por exemplo, em Outubro de 2010, recebia apenas duas reformas - uma do Banco de Portugal e outra da UNL, que somavam cerca de cinco mil euros - e o vencimento enquanto Presidente da República, que ultrapassa os sete mil euros.

Presidentes da Assembleia da República Reformados
O universo dos políticos reformados em Portugal ultrapassa o que a mente mais criativa seria capaz de imaginar. Todos os ex-presidentes da Assembleia da República foram ilustre acumuladores de reformas do Estado, mas a actual (2011), ilustra bem a razão da bancarrota a que o país chegou:
Assunção Esteves (PSD), adquiriu a sua primeira reforma com apenas 42 anos, após 10 (dez anos) de trabalho, pela qual recebe 2.445 euros/mês. Desde então tem vindo a acumular outras reformas. Com o dinheiro dos contribuintes, contratou um motorista particular, cujo ordenado é um verdadeiro escândalo público..

Influência na Sociedade Portuguesa do Partido de Políticos Reformados (PPR)
O sistema que está criado interessa aos membros e clientelas de todos os partidos políticos, sejam de esquerda ou de direita. Nesse sentido todos na prática se opõem a qualquer mudança profunda nas estruturas que lhes dão acesso a cargos públicos.
Daqui resulta que se tenha constituído na sociedade portuguesa um partido oculto, transversal a todos os outros, cuja lógica de acção se centra na preservação das estruturas do Estado que garantem o acesso a mordomias e pensões de reformas acumuláveis.

Alguns exemplos:
1. Assembleia da República. O número de deputados é consensualmente excessivo (230), mas o PPR opõem-se à sua redução.

2. Câmaras Municipais e Juntas de Freguesia. O número é excessivo, as suas funções são desadequadas, senão aberrantes. O PPR opõem-se qualquer alteração.
3. Governos Civis. É consensual que os mesmos deviam ser extintos. O PPR opõem-se à sua extinção.

4. Empresas Públicas, incluindo Empresas Municipais. As grandes empresas públicas possuem estruturas perdulárias, onde é patente o elevado número de chefias a todos os níveis sem qualquer justificação funcional. As câmaras municipais criarem um sem número de empresas municipais, onde se multiplicam os cargos e as mordomias. O interesse geral do país exigia a extinção da esmagadora maioria destas empresas.
O PPR considera a preservação do seu número como um activo estratégico, logo opõem-se a qualquer alteração, a não seja aceite a seguinte condição:
- A empresa publica que seja extinta deve ser substituída por outra empresa pública que se encarregue da extinção da primeira.

5. Institutos Públicos e Fundações. Ninguém sabe ao certo quantas instituições publicas existem em Portugal. Os seus encargos aparecem, em geral, escondidos nas contas do Estado. O importante não são as suas funções, mas os cargos e mordomias que os mesmos proporcionam. O PPR apenas aceita a extinção de um instituto, na condição de ser criado outro para estudar a extinção do primeiro.
As fundações proliferaram com a democracia. Em 1974 existiam cerca de 10. Em 2012, calculava-se que fossem mais de 700, a maior parte das quais eram privadas. A esmagadora maioria foram constituídas não para prestarem um serviço social à comunidade, mas para fugirem ao fisco ou sacarem apoios do Estado e da UE.
As fundações publicas têm sido um expediente largamente utilizado para encaixarem políticos e suas clientelas, "melhorarem" os ordenados de autarcas, ou transferirem verbas para os partidos políticos.
Perante tanta roubalheira, o PPR aceita alguma mudança no quadro das fundações, desde que tudo possa continuar na mesma.

6. Serviços Públicos. Todos os estudos sobre a Administração Publica constam à décadas a pulverização de organismos públicos na mesma área de competências. A única justificação plausível para a sua existência resume-se a uma ideia simples: contemplar todo o tipo de clientelas.
Todas as reformas da Administração Pública tem-se resumido a seguir a velha lei Siciliana: É preciso mudar alguma coisa para que tudo fique na mesma.
Depois de qualquer "Profunda Reforma" constata-se para espanto de todos, que o enorme desperdício não apenas continua, mas é agora maior do que nunca o fora no passado. Esta é uma das áreas de maior influência do PRP no aparelho de Estado, e a que lhe tem garantido uma sólida implantação nas suas chefias.

7. Segurança Pública. A racionalidade de recursos e uma melhor coordenação no combate à criminalidade exigiria a fusão da PSP com a GNR. Apesar de sensata a medida conta com a total oposição do PPR, pois isso poderia significar menos cargos para distribuir.

8. Forças Armadas. As forças armadas de um país como Portugal não necessitam de tantos generais e oficiais superiores. Não faz sequer sentido existirem três academias militares, uma para cada ramo das forças armadas, mas a sua redução implicaria menos mordomias e cargos para distribuir. A lógica corporativa sobrepõem-se aos interesses do país, uma ideia com a qual o PPR está de acordo..

9. Universidades e Politécnicos. Num país com a dimensão de Portugal não faz qualquer sentido existirem 15 Universidades e 15 Institutos Politécnicos públicos. O desperdício que está pulverização representa é incalculável. Atendendo a que uma parte significativa dos políticos portugueses dá aulas nestas instituições públicas, qualquer alteração no seu número e pulverização é sentida como uma ameaça aos possíveis acumulações, e potenciais reformas. O PPR não abdica de nenhum delas, a não ser que se crie uma nova configuração em que tudo fique na mesma.

10. Justiça. A Justiça em Portugal está completamente desacreditada, porque mais do que ser lenta, está partidarizada e os agentes da justiça andam em roda livre. Os juízes são dos mais bem pagos do Estado, possuem regalias únicas no país. 9 em cada 10 aposentados com mais de 5.000 euros mensais foram juízes e Notários (dados de 2005).
Não contentes com isto, também se dedicam a acumular outros cargos, nomeadamente em clubes de futebol, associações disto e daquilo, onde amealham mais uns cobres e o reconhecimento social que não possuem na função que exercem. O PPR limita-se a preservar o existente, evitando que sejam introduzidas mudanças no sistema, por mínimas que sejam, como um novo mapa judiciário, uma nova gestão nos tribunais, etc.

Estes são apenas alguns das inúmeras áreas onde o PPR tem uma influência decisiva na sociedade portuguesa, mas não se pense que são as únicas.

Fidelidades Partidárias muito voláteis
A verdadeira fidelidade dos políticos não é com os respectivos partidos, mas com o PPR. Uma vez atingida uma ou mais reformas do Estado é vê-los a afastarem-se dos partidos onde militaram, em rupturas mais ou menos violentas. A obtenção das reformas, tem levado também muitos membros do PPR a adoptarem uma atitude menos critica nos respectivos partidos, pois de certa forma conseguiram o que pretendiam.

Efeitos das reformas:
Freitas do Amaral, ao saber que lhe faltava pouco tempo para obter a reforma vitalícia de deputado, desligou-se do CDS, mas não da Assembleia da Republica enquanto não completou o tempo necessário para a obter (1993).

Carlos Brito, quando obteve a sua reforma, mandou às ortigas o PCP, onde durante décadas militou, passando a considerá-lo publicamente um partido de mentecaptos.

Fernando Rosas, dirigente do Bloco de Esquerda, quando atingiu os 8 anos necessários para solicitar a sua reforma de deputado, mandou a Assembleia às malvas, sob o pretexto que necessitava de investigar (Outubro de 2010).

Santana Lopes, o eterno menino rebelde do PSD, depois de obter uma reforma de primeiro-ministro após seis meses de trabalho, que acumulou depois com a reforma de deputado. Uma situação que o tornou mais comedido nas intervenções.

Acumulações Meteóricas
O comum os cidadãos só pode obter uma reforma completa com 40 anos de trabalho e 65 anos de idade. Esta regra não se aplica em Portugal aos políticos.
A Assembleia da República, não tem faltado deputados reformados com pouco mais de 30 ou 40 anos de idade. Outros mal fizeram 50 trataram de pedir a reforma.
Marques Mendes, antigo lider do PSD, mal fez 50 anos de idade, tratou de requerer uma pensão de 2.905 euros (2008), e foi tratar da vida para outro lado...
O sistema tem-lhes permitido reformarem-se com qualquer idade, e saltarem da Assembleia da Republica ou do governo para empresas ou bancos dos Estado, para encurtarem o tempo necessário para acumularem novas reformas. É sempre a somar.
Mira Amaral, antigo ministro de Cavaco Silva (PSD), depois de obter uma reforma de deputado, em 21 meses obteve uma reforma da Caixa Geral de Depósitos no valor de 18.000 euros mensais.
Campos e Cunha, ministro das finanças de Sócrates, após ter trabalhado 6 anos no Banco de Portugal, e com apenas 49 anos, obteve uma reforma de € 114 784,00 (2008). Em breve irá obter uma nova reforma do Estado, desta vez na UNL. É sempre a facturar.
Diogo Leite Campo, vice-presidente do PSD. À semelhança de outros camaradas de partido, bastarem-lhe 6 anos no Banco de Portugal (1994-2000) para obter a segunda reforma do Estado.
Vasco Franco, figura de proa do PS, após ter passado pela Câmara Municipal de Lisboa, com os resultados que se conhecem (Lisboa, perdeu 41% da sua população entre 1981 e 2008), tendo pouco mais do que 50 anos de idade, obteve uma reforma de deputado de 3.035 euros. Recebe ainda uma outra do Estado, desta vez por ter sido ferido em Moçambique depois de 1974. O PS arranjou-lhe de seguida vários cargos no Estado e em empresas públicas municipais para lhe compor o ordenado ao fim do mês, e fazer tempo para obter novas reformas.

As actuais e futuras gerações de contribuintes portugueses irão suportar por muitos e bons anos estas reformas douradas.

Mundos à Parte
No mundo das reformas publicas, existem instituições blindadas ao escrutínio público que têm sido um maná para os políticos em Portugal: Banco de Portugal (BP) e a Caixa Geral de Depósitos (CGD). As reformas são fixadas pelos próprios interessados. Dezenas de governantes e deputados de todos os quadrantes, independentemente da sua idade ou da sua competência, tem sido contemplados com estas reformas, que acumulam depois com outras do Estado e de empresas privadas.
Ernâni Lopes, com apenas 47 anos, obteve uma choruda reforma do BP (1989). Tornou-se desde então um paladino a necessidade de aumentar o tempo de reforma, e cortar no vencimentos dos funcionários públicos.

Publico versus Privado
As idades com que os políticos se reformam em Portugal permitem-lhes prosseguirem ainda uma longa vida política activa, auferindo novos vencimentos e obterem novas reformas em outros cargos públicos. O grande objectivo de qualquer político de esquerda ou de direita é todavia outro:
- Obterem um cargo num banco ou numa grande empresa de privada, de preferência no sector do imobiliário, energia ou telecomunicações.
Estudos recentes (1) mostram que a maioria dos governantes em Portugal, ministros ou secretários de Estado, após saírem do Governo transferiram-se para bancos privados. Os conhecimentos e os contactos que obtiveram no exercício de cargos públicos são pagos a peso de ouro no "privado". A promiscuidade entre o público e o privado é completa.

Cleptocracia
A esmagadora maioria dos políticos em Portugal comportam-se como simples cleptocratas, cujo único objectivo é encontrarem formas de se apropriarem dos recursos do Estado. O resultado deste roubo generalizado é um país bloqueado no seu desenvolvimento, com um nível de endividamento que não pára de aumentar.
A justificação para semelhante roubo ao país é sempre a mesma:

- Direitos Consagrados. Todas as acumulações de reformas e mordomias são direitos legalmente consagrados. Os políticos limitam-se, portanto a reclamarem aquilo a que tem direito. Não dizem é que quem, consagrou estes direitos foram eles próprios.

- Custo da Democracia. A democracia é mais cara do que a ditadura, trata-se de um facto que ninguém contesta. O problema é que facilmente se passa da despesa justificada, ao desperdício e ao roubo oportunista.

- Mal Pagos. Os políticos em Portugal afirma que são mal pagos pelo exercício dos seus cargos públicos (2), o que justificaria só por si, a apropriação que fazem de tudo o que podem da coisa publica, como compensação dos sacrifícios que fazem pelo país. Nesse sentido, consideram legitimo a titulo de compensação, trocarem entre si cargos públicos, ou distribui-los pelos seus familiares, os grandes sacrificados por tanta dedicação (3).
O cúmulo deste sistema é todavia a moralidade que passam a apregoar depois de terem garantido o seu sustento, assim como dos seus familiares e amigos para o resto da vida.
A maioria passa a sustentar na praça pública que o povo português vive acima das suas possibilidades, e por isso tem que trabalhar mais para assegurar o Estado Social, garantindo-lhes dessa as suas reformas e mordomias." Fonte: lusotopia

Acumular cargos

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Fundações

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  9. Fundação do Magalhães, esse caco de lixo.

Notas:
(2) Almeida Santos (presidente do PS):  «defendi sempre que os políticos ganhassem mais, porque como sabem os políticos ganham mal e a minha reforma de político é de 700 contos (3.500 €uros) por mês. É ridículo !». O salário mínimo nessa altura era de 415 €uros (83 contos). Expresso,17-05-08
(3) Para se ter uma ideia do que a actual Assembleia da Republica custa os cidadãos, publicamos alguns números fornecidos pela casa da democracia:
Diário da República nº 28 – I série- datado de 10 de Fevereiro de 2010 – RESOLUÇÃO da Assembleia da República nº 11/2010.

Algumas rubricas do orçamento da Assembleia da Republica

1 – Vencimento de Deputados ………………………12 milhões 349 mil Euros
2 – Ajudas de Custo de Deputados……………………2 milhões 724 mil Euros
3 – Transportes de Deputados ………………………3 milhões 869 mil Euros
4 – Deslocações e Estadas …………………………2 milhões 363 mil Euros
5 – Assistência Técnica ………………………2 milhões 948 mil Euros
6 – Outros Trabalhos Especializados ……………3 milhões 593 mil Euros
7 – RESTAURANTE,REFEITÓRIO,CAFETARIA…………..961 mil Euros
8 – Subvenções aos Grupos Parlamentares……………..970 mil Euros
9 – Equipamento de Informática …………………….2 milhões 110 mil Euros
10- Outros Investimentos ……………………..2 milhões 420 mil Euros
11- Edifícios ……………………………………2 milhões 686 mil Euros
12- Transferências Diversos ………………….13 milhões 506 mil Euros
13- SUBVENÇÃO aos PARTIDOS na A. R. ………………16 milhões 977 mil Euros
14- SUBVENÇÕES CAMPANHAS ELEITORAIS ….73 milhões 798 mil Euros

Em resumo e NO TOTAL a DESPESA ORÇAMENTADA para o ANO de 2010, é : € 191 405 356,61 (191 Milhões 405 mil 356 Euros e 61 cêntimos) – Ver Folha 372 do acima identificado Diário da República nº 28 – 1ª Série -, de 10 de Fevereiro de 2010.

Cada deputado, em vencimentos e encargos directos e indirectos custa ao País, cerca de 700.000 Euros por ano, ou seja, cerca de 60.000 Euros mês.

Fartam-se de poupar nas gorduras do estado!! As fundações não fecham?

Passos Coelho farta-se de cortar na despesa provocada por parasitas.
Das 800 fundações, vai encerrar 4, ele não brinca!!! E a medo... ainda sugere mais 13!!
"O Governo anunciou a extinção de quatro fundações, recomendando também a extinção de 13 entidades do mesmo género ligadas a instituições de ensino superior público e 21 outras cuja "competência decisória se encontra cometida" às autarquias locais. De acordo com o Diário da República, a Fundação Casa de Guimarães, Fundação Museu do Douro, Côa Parque e a Fundação para a Proteção e Gestão das Salinas do Samouco serão extintas.
A Fundação Paula Rego, no município de Cascais, é uma das entidades que o Executivo pretende também extinguir.
O documento hoje revelado aponta ainda as entidades que verão o seu apoio financeiro reduzido ou o seu estatuto de utilidade pública retirado." .noticiasaominu

Apenas extinguirão 4 porque andam a gozar com quem trabalha para as sustentar, ou então estão a contar com os 22 milhões de euros (uma fartura) que Paulo Portas anda a realizar, vendendo o nosso património... Ora 22 milhões nem dá para sustentar uma fundação!!! Andam a gozar com quem afinal? Não sabem nem querem ajudar o país?
O estado corta sem dó nem piedade nos parcos salários dos que ainda trabalham, mas quando chega aos parasitasnão é homem para proceder a cortes que se vejam.

LISTA DAS FUNDAÇÕES RECENSEADAS  

  1. Abrigo Infantil de Nossa Senhora da Conceição
  2. ADIL - Associação para o Desenvolvimento Integral de Lordelo
  3. Agência de avaliação e acreditação do Ensino Superior (A3ES)
  4. ALTI Cepões

Confissão de Camarate em texto, Farinha Simões.


Texto integral:
1- Eu, Fernando Farinha Simões, decidi finalmente, em 2011, contar toda a verdade sobre Camarate. No passado nunca contei toda a operação de Camarate, pois estando a correr o processo judicial, poderia ser preso e condenado. Também porque durante 25 anos não podia falar, por estar obrigado ao sigilo por parte da CIA, mas esta situação mudou agora, ao que acresce o facto da CIA me ter abandonado completamente desde 1989. Finalmente decidi falar por obrigação de consciência.
Fiz o meu primeiro depoimento sobre Camarate, na Comissão de Inquérito Parlamentar, em 1995. Mais tarde prestei alguns depoimentos em que fui acrescentando factos e informações. Cheguei a prestar declarações para um programa da SIC, organizado por Emílio Rangel, que não chegou contudo a ir para o ar. Em todas essas declarações públicas contei factos sobre o atentado de Camarate, que nunca foram desmentidos, apesar dos nomes que citei e da gravidade dos factos que referi. Em todos esses relatos, eu desmenti a tese oficial do acidente, defendida pela Polícia Judiciária e pela Procuradoria Geral da Republica. Numa tive dúvidas de que as Comissões de Inquérito Parlamentares estavam no caminho certo, pois Camarate foi um atentado. Devo também dizer que tendo eu falado de factos sobre Camarate tão graves.e do envolvimento de certas pessoas nesses factos, sempre me surpreendeu que essas pessoas tenham preferido o silêncio. Estão neste caso o Tenente Coronel Lencastre Bernardo ou o Major Canto e Castro. Se se sentissem ofendidos pelas minhas declarações, teria sido lógico que tivessem reagido. Quanto a mim, este seu silêncio só pode significar que, tendo noção do que fizeram, consideraram que quanto menos se falar no assunto, melhor.