O NOSSO RESIDENTE DA REPÚBLICA, INÚTIL E DESPESISTA




O presidente da República, que se comporta como um mero Residente da República... A caricatura de um personagem que foi eleito, por razões que a própria razão desconhece.

Por Paulo Morais
"Residente da República
Este regime constitucional está agonizante: a Assembleia da República, sede da democracia, abastardou-se, os governantes mentem todos os dias, o povo tem sede duma justiça que nunca chega.
O representante máximo do sistema, Cavaco Silva, já não exerce as suas funções presidenciais.
Ao Parlamento está atribuída a função constitucional de legislar. Mas os deputados entretêm-se apenas a fazer negócios.
Várias dezenas acumulam a função parlamentar com a de administrador, diretor ou consultor de grupos económicos que beneficiam de favores do estado. Os restantes pactuam com esta promiscuidade.
A Assembleia também não fiscaliza, como lhe competiria, a atividade governativa. Os deputados da maioria apoiam acriticamente as atitudes do governo, os da oposição são cadeias de transmissão das direções partidárias, os grupos parlamentares estão reduzidos à condição de claques.
Entretanto, a legislação de maior relevância económica é produzida nas grandes sociedades de advogados. Os seus associados apresentam-se nos tribunais a litigar com base em leis que eles próprios produziram, violando o princípio constitucional da separação de poderes.

O governo, esse, está sem rumo. As medidas mais relevantes deste executivo são contrárias ao que Passos Coelho havia prometido em campanha, rompem o compromisso assumido com o eleitorado.
Passos mentiu-nos e é, afinal, um mero seguidor das políticas de José Sócrates: reduz pensões e salários, fustiga cidadãos e empresas com impostos. Continua a beneficiar os bancos, aos quais garante elevada remuneração pela dívida pública e fundos para recapitalização; mantém os privilégios dos especuladores imobiliários, nomeadamente isenções fiscais, a nível de IMI e IMT. Garante taxas de rentabilidade obscenas nas parcerias público-privadas
Entretanto, o sistema judicial claudica. Sem independência e sem meios, revela-se incapaz de combater a corrupção que sequestrou o regime.
Só uma intervenção da Presidência da República poderia agora desencadear um processo de regeneração. Mas o residente de Belém, que jurou a Constituição e é o responsável pelo regular funcionamento das instituições, assiste, imóvel, ao estertor desta democracia moribunda. Paulo Morais

Mas Cavaco Silva garante que...
"EU SOU MUITO RIGOROSO EM RELAÇÃO AO CUMPRIMENTO DA LEI
NÃO QUERO QUE NINGUÉM FIQUE IMPUNE PELO QUE FIZEREM DE MAL A PORTUGAL"
Palavras de Cavaco Silva no video...
Palavras leva-as o vento... malvado vento que não te leva a ti.



Não era preciso muito para salvar Portugal. Um politico honesto, bastaria.

passos hino letra novo corruptos
AI SE PASSOS COELHO FOSSE HONESTO !

SE Passos Coelho começasse por congelar as contas dos bandidos do seu partido que afundaram o país,
era hoje um primeiro ministro que veio para ficar.

Se Passos Coelho congelasse as contas dos offshore de Sócrates que apenas se conhecem 380 milhões de euros (falta o resto) era hoje considerado um homem de bem.

Se Passos Coelho tivesse despedido no primeiro dia da descoberta das falsas habilitações o seu amigo Relvas, era hoje um homem respeitado.

Se Passos Coelho começasse por tributar os grandes rendimentos dos tubarões, em vez de começar pela classe média baixa, hoje toda a gente lhe fazia um vénia ao passar.

Se Passos Coelho cumprisse o que prometeu, ou pelo menos tivesse explicado aos portugueses porque não o fez, era hoje um Homem com H grande.

Se Passos Coelho, tirasse os subsídios aos políticos quando os roubou aos reformados, era hoje um homem de bem. 

Se Passos Coelho tivesse avançado com o processo de Camarate, era hoje um verdadeiro Patriota.

Se Passos coelho reduzisse para valores decimais as fundações e os observatórios, era hoje um homem de palavra. 

Se Passos Coelho avançasse com uma Lei anti- corrupção de verdade doa a quem doer, com os tribunais a trabalharem nela dia e noite, era já hoje venerado como um Santo.
...etc etc etc.

MAS NÃO !!!!
PASSOS COELHO É HOJE VISTO COMO UM MENTIROSO, UM ALDRABÃO, UM YES MAN AO SERVIÇO DAS GRANDES EMPRESAS, DA SRª MERKEL, DE DURÃO BARROSO, DE CAVACO SILVA, MANIPULADO A TORTO E A DIREITO PELO MAIOR VIGARISTA DA HISTÓRIA DAS FALSAS HABILITAÇÕES MIGUEL RELVAS, E UM ROBOT DO ROBOT SEM ALMA E CORAÇÃO, VITOR GASPAR.

In Facebook- Por Joaquim Letria

Parlamento ou Câmara dos horrores? Local onde se destrói a vida de milhões de portugueses.


A deslealdade dos deputados, é a mais descarada ofensa à democracia e que ridiculariza e revela a farsa das eleições, para onde somos encaminhados enganosamente.
Onde deveriam estar os eleitos pelo povo para representar o povo, estão os eleitos dos poderosos grupos que dominam Portugal, a representar esses mesmos grupos.

Paulo Morais explica... Quem representa o povo? 


"No local onde deviam estar os eleitos do povo estão deputados que acumulam a sua função com a de administrador, director, consultor ou até advogado nas empresas privadas com grandes negócios com o Estado.
Os negócios controlam hoje totalmente a vida política. A promiscuidade entre agentes políticos e grupos económicos é obscena. O tráfico de influências generalizou-se e o símbolo maior desta degenerescência é mesmo o Parlamento.
São várias dezenas os deputados que acumulam a sua função parlamentar com a de administrador, director, consultor ou até advogado nas empresas privadas que desenvolvem grandes negócios com o Estado.

Deputados como Miguel Frasquilho representam o sector financeiro, em particular do grupo Espírito Santo. Pedro Pinto personifica os interesses da EDP, José Manuel Canavarro os do Montepio Geral, Couto dos Santos está com o “lobby” das empresas de construção, Matos Correia representa na Assembleia o escritório de advogados de Rui Pena e respectivos interesses na área da Defesa.
Os exemplos sucedem-se.
O sonho de um Parlamento eleito pelo povo e para o povo esfumou-se.
A câmara dos deputados devia chamar-se Câmara dos Horrores."
A Câmara dos horrores
  1. Deputados ignorantes
  2. Deputados egocêntricos 
  3. Deputados com excesso de trabalho, extra
  4. Deputados são pessoas de palavra.
  5. Deputados representam o interesse dos deputados
Os maiores responsáveis pela crise, são os poupados à austeridade? 


Um convite aos corruptos de Portugal... por Paulo Morais.

Em Portugal, a corrupção será uma tara genética?


Mais uma brilhante compilação de "Grazia Tanta"... 
Em baixo, deixo alguns trechos do trabalho realizado por este cidadão, para agudizar o apetite dos leitores interessados no tema, que nos é tão caro ($): A CORRUPÇÃO. 
Para os que gostarem de saber mais, podem consultar os slides incorporados no final do artigo, que apresenta o trabalho completo completo.
Ou seguir o link para o site do autor original.

Sumário
1 - A corrupção é tara genética?2 – Corrupção e estruturas políticas e económicas
3 - Corrupção e a falta de democracia
4 – Há soluções!

Súmula
Não há pessoas naturalmente corruptas e, muito menos a corrupção é imanente à natureza humana. O que existe são meios sociais mais permissivos que outros, em relação a procedimentos corruptos;
Quer os poderes tradicionais, quer as alternativas “de esquerda” colocam a corrupção no âmbito da moral individual, retirando-lhe a característica sistémica, política;
Não sendo sistémica a corrupção não é argumento relevante para alargar a democracia e, para efeitos de propaganda, esse aprofundamento cinge-se a uma folclórica “democracia participativa”;
A corrupção sempre esteve associada ao poder dos senhores feudais mas é o capitalismo que a faz alastrar para toda a esfera da economia real, mais disfarçada sobre a forma de lobbying para satisfazer sensibilidades luteranas, menos mascarada noutras culturas;
Os factores sistémicos que incutem procedimentos corruptos ou, são seus instrumentos são a concorrência, a incerteza, a posse do aparelho estatal e a globalização;
A corrupção é uma forma de privatização, à medida, da atuação do Estado como materializador e reprodutor das desigualdades. O seu caráter endémico torna letra morta o primado da lei e portanto a democracia sai, forçosamente, em perda;

Num contexto global de inerência ao capitalismo, a corrupção é mais necessária nos países dependentes, menos dotados para a competição global; e daí a sua ligação a modelos de baixos salários, menor qualidade de vida, redução de direitos e menos democracia;
A corrupção demonstra a inconsistência da democracia dita representativa, a irrealidade da concorrência, a inoperacionalidade programada do sistema judicial;
Os sistemas informáticos reduzem a pequena corrupção e centralizam-na nas grandes empresas, nas sociedades de advogados, por um lado e, nas altas esferas do poder estatal e dos partidos que o ocupam;
Essa centralização torna a corrupção programada, institucional pois tudo se passa com … “certificação” legal e contratual.

A apropriação do Estado pela associação entre poder financeiro, empresas de regime e o partido-estado há uma normalização da corrupção, passando a questão a colocar-se ao nível da legitimidade da classe política e da nulidade ou anulabilidade dos seus actos;
A financiarização com a insana criação de capital-dinheiro, associada à grande concentração de capitais na economia dita “real” altera o plano da corrupção para uma escala global e densifica o tráfico de influências;
Manipulada por esses interesses a democracia desaparece da vida da população e os sistemas políticos resvalam para ditaduras que se mostram tolerantes na exacta medida em que mantêm as pessoas politicamente infantilizadas;
É muito duvidoso que a corrupção possa ser extirpada num quadro de capitalismo e por isso é preciso construir com caráter de urgência um regime político efetivamente democrático. Que contemple estes aspetos:

· Responsabilidades individuais na representação política e não grupais ou partidárias;
(...)
· Possibilidade de cassação de mandato a todo o instante, por referendo
(...)
· Períodos curtos de mandato e a sua eventual repetição
(...)
· Ausência de classe política
(...)
· Total transparência da gestão das necessidades coletivas
(....)
· Estado é sinónimo de autoridade, desigualdade, hierarquia
(...)
· Independência do aparelho judicial e seu controlo democrático
(...)

3 - Corrupção e a falta de democracia

A corrupção é, em suma, uma forma de deturpar a concorrência, de ganhar mercado e reduzir a incerteza, de privatizar, à medida, a atuação do Estado, como materializador e reprodutor das desigualdades, função que está na sua essência.
Num âmbito nacional, há a registar diversas hierarquias, tendo como componentes o poder financeiro, as multinacionais, o capital mafioso, os sectores vocacionados para a exportação ou para o mercado interno, uns mais dependentes do que outros das compras públicas, outros mais dotados de capital e tecnologia e outros viciados em baixos salários. E, dentro de cada sector há pequenas, médias e grandes empresas, (para não falar nas micro, nano…) todas necessitando e lutando pelos apoios públicos – compras, contratos, subsídios, instrumentos fiscais diferenciadores - tendo ainda em conta a dimensão da punção fiscal e a autonomia do mandarinato face ao poder económico, ambos ciosos do seu quinhão no “pote”.(...)

4 – Há soluções!
A corrupção para a obtenção de favores, preferências, excepções, adultera totalmente as regras formais do “mercado” tal como definido pelos pais criadores da economia política, no século XVIII; e a cartelização de empresas, a existência de corporações gigantescas, com enormes meios financeiros e de influência, não estavam previstas na visão de um capitalismo concorrencial de pequenos capitalistas, teorizada por Adam Smith.
Como a concorrência pura não passa de uma imagem teórica, o que existe são mercados em monopólio, oligopólio ou oligopsónio (as grandes cadeias de supermercados face aos seus fornecedores, são um exemplo). Por outro lado, o sistema financeiro, com os novos e insanos modelos de criação de capital-dinheiro assumiu um papel de liderança na condução do capitalismo global, o que não era compaginável no século XVIII. E a luta entre esses gigantes está marcada pelo tráfico de influências, pela constituição de gangs, pela corrupção mascarada de lobbying. (...) 

Em suma, há alguns elementos essenciais na prevenção da corrupção, muitos das quais com uma aplicação que pode ser imediata;

1·         O acesso de todos à informação sobre a gestão pública, nomeadamente, contratos, gestão financeira, quadros de pessoal, sob a forma de divulgação regular e actualizada de informação, quer pela disponibilidade de elementos a qualquer pessoa que a requeira, como membro de uma coletividade social;

2·         A separação entre administração pública e governo, não podendo este nomear ou demitir qualquer trabalhador, incluindo nos lugares de chefia, acabando-se portanto, com a promiscuidade resultante da nomeação pelo governo de elementos dos partidos e quadros de empresas para cargos de direção dos órgãos públicos. O funcionamento das instituições desenhadas para a satisfação das necessidades coletivas pode ser assegurado sob fórmulas de auto-gestão, em sintonia com a população, num quadro democrático e colaborativo;

3·         A existência de trabalhadores na administração pública dotados de meios técnicos e competências elevadas associadas a práticas salariais justas e que dispensem a presença atual de incrustrações empresariais sob a forma de consultores dentro da administração pública ou, de fornecedores externos de estudos que deveriam ser desenvolvidos internamente. Uma administração pública nessas condições constitui a principal assessoria do governo, sem o uso e abuso de enxames de consultores e advogados mafiosos ou de ajustes directos injustificáveis. (...)

GRAZIA TANTA




Ou nas seguintes ligações:
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Promiscuidade dos autarcas... Rodando o poleiro entre família e amigos




O Autarca. 
Senhor de Lisboa e Algarves, Senhor do Minho e Beiras, Estremadura, Alentejo e Ribatejo, Conquistador Saltimbanco de Regiões em geral:

"1) O autarca faz três anos em Lisboa, três em Oeiras, três em Cascais e volta à casa partida (ainda tem a hipótese de Mafra e Loures, sem sair da margem Norte). Leva com ele a equipa, os fornecedores, os vereadores com pelouros específicos, os construtores civis... é uma alegria!

2) O autarca associa-se a um vizinho (Porto e Gaia, por exemplo) e trocam ao fim de nove anos. Esta é uma estratégia de partilha. Tudo é partilhado e como ambos trocam, podem partilhar também os eventuais ganhos.

3) O autarca é peripatético e obsessivo. Dá menos segurança, mas tem um certo charme ser sucessivamente presidente de Viana, Viseu, Vila Real, Vouzela e Vagos. A colecção de autarquias com a mesma inicial pode até ser valiosa.

4) O autarca é lapa. Está sempre na mesma autarquia, mas ao fim de nove anos passa para a Assembleia Municipal, onde faz mais nove anos até voltar à presidência.

5) O autarca é persistente. Quando estiver a completar três mandatos consegue que o Parlamento aprove uma lei complicada com a qual fica mais três mandatos."

6) O autarca acha que os outros são estúpidos. Candidata-se como vereador e põe um familiar a candidatar-se a presidente. fonte

Fernando Seara, um exemplo, candidato por Lisboa, a maior e mais mediática Câmara do país. Gente que é autarca num Concelho e vai concorrer a outro, não por ter mudado de residência, muitas vezes nem residindo em nenhum deles, mas por interesses partidários e eleitorais. 
O correcto era as autarquias serem a representação dos cidadãos nas suas terras e a sua forma mais democrática de participação activa. Mas a guerra partidária é a guerra partidária e tudo isso é esquecido em seu nome. 
Para as maiores Câmaras não interessa se o candidato escolhido reside nessa terra, não interessa sequer se alguma vez por lá passou, ou se conhece algum dos seus problemas, o que interessa é o efeito mediático e a tentativa de ganhar a Câmara a qualquer custo, muito dinheiro e poder em jogo. 
Inventa-se uma morada para o candidato no Conselho e está feito. É melhor que os outros para justificar mais esta aposta em mais uma vigarice facilmente tornada legal pela simples mudança de casa? Provavelmente não, mas como é ou foi, já nem sei, comentador desportivo numa televisão, é do Benfica que tem muitos adeptos, passa a ser um bom candidato. Esta é a politica que temos e a democracia que nos oferecem. 
Mas, como disse o mesmo se passa um pouco por todo o país e só assim se justifica a confusão colocada com nova lei de limitação de mandatos, em que uns dizem que se o for num outro Conselho essa limitação não existe. São autarcas profissionais? Não deveriam representar a sua terra? Como é possível irem concorrer para outro lado? 
Defendo que necessitamos urgentemente de mais democracia e de uma democracia mais directa e participativa. Uma democracia verdadeira em que os cidadãos tenham a palavra e o poder de decidir sobre o seu futuro. O que se passa com as autárquicas é a prova de que isso é urgente e necessário. Vivemos uma democracia de mentira de embustes e de golpes partidários, tão grave a nível da vida do país como da mais pequena autarquia.

"Observar nem que seja por uma semana este país, que tantos consideram estar mais próximo dos parâmetros de uma república sul-americana do que de uma nação europeia, pode tornar-se um exercício deprimente. 
Estes dias foram pródigos em exemplos. Confirmamos que temos uma lei de limitação de mandatos autárquicos que, na prática, limita muito pouco. 
Percebemos que basta que o autarca profissional defina, ao sabor das suas circunstâncias e da política do momento, a autarquia que pretende dirigir e assim, seja essa a vontade dos eleitores, seguir em frente. Passados os três mandatos consecutivos que a lei hipocritamente impõe, a solução é concorrer à câmara ao lado (ou a seiscentos quilómetros, não importa) antes de regressar à de origem. Um absurdo que os candidatos aproveitaram legitimamente e que o Tribunal Constitucional dificilmente poderia impedir. 
Então, onde está o problema? Na lei, seguramente. Mas, sobretudo, na prática impostora dos partidos que pretenderam alimentar a sua equívoca dualidade interpretativa a ter coragem de a clarificar no Parlamento". (...) fonte


César das Neves "A nossa dívida, é das maiores do mundo, nunca poderá ser paga"



César das Neves tem fama de ser da Opus Dei. 
Escreve coisas que chocam... e por isso, decidi publicar este artigo, da sua autoria, pois tento perceber o que chocará, cada um dos que lerem estas afirmações... e se haverá alguns, entre nós, que concordam. Mais uma vez espero que percebam que divulgar um artigo de uma determinada pessoa não significa que se seja fã dessa pessoa.
Estaremos todos a ver mal?
Sou daquele tipo de pessoa que gosto de questionar... Evito ir atrás da corrente. E por essa razão decidi citar César das Neves... que segundo a corrente, é um ser abominável que diz coisas abomináveis e inconvenientes. Defende a ditadura, é desumano, é frio e cruel...
Por isso deixo estes artigos para permitir que se pense de forma oposta à que é habitual, criticando e comentado, de forma a poder conhecer as opiniões dos que aqui vierem e se depararem com estas afirmações, que sempre foram consideradas, tão inconvenientes. Serão verdades?

Verdades incómodas. Por César das Neves.
Existem algumas verdades sobre a crise que muitos tentam esconder.
Os reformados...
Os reformados estão hoje entre os críticos mais vociferantes. Mas seria bom que notassem que não descontaram o suficiente para as reformas que agora gozam.
Basta uma continha simples para perceber que a contribuição de uma pequena parcela do ordenado nunca permitiria vir a receber um montante quase igual a essa remuneração durante um período quase igual ao do desconto. Isto chama-se "crise da segurança social" e é tema de estudos e debates há décadas.
Pode dizer-se que têm direito a receber o que diz a lei, aliás escrita pela geração agora reformada. Mas o que não faz sentido é protestar abespinhado contra o corte como se fosse um roubo dos montantes acumulados. Desde 1974 que o nosso sistema de pensões não é de capitalização, sendo pagas as reformas pelos descontos dos trabalhadores do momento.
Quando uma geração concede a si própria benesses superiores ao que pôs de parte, não se deve admirar que mais tarde isso seja cortado, por falta de dinheiro.
Se alguém pode dizer-se roubado, não são os actuais pensionistas, mas os nossos filhos e netos, que suportarão as enormes dívidas dos últimos 20 anos, e não apenas na segurança social.

Funcionários públicos

Outro mito cómodo é o que diz que os direitos dos trabalhadores e o Estado social estão a ser desmantelados. De facto, os direitos que a lei pretendeu conceder nunca foram dos trabalhadores, mas de alguns trabalhadores.
Muitos empregados no privado nunca tiveram aquilo que agora cortam aos funcionários públicos. Além disso, a percentagem média de contratados a prazo é, desde 1983, quase 18%, ultimamente sempre acima dos 20%. Somando isto aos desempregados, inactivos, clandestinos, etc, vemos a larga privação dos supostos direitos. Os exageros das regulamentações neste campo são só benefícios que um grupo atribuiu a si mesmo. Como isso aumenta os custos do trabalho, prejudica fortemente o crescimento e o emprego, agravando as condições dos mais necessitados.

Estado  social
Quanto ao Estado social, ele teve como principais inimigos aqueles que durante décadas acumularam supostos direitos sem nunca se preocuparem com o respectivo financiamento. Aproveitaram os aplausos como defensores do povo, receberam benefícios durante uns tempos e, ao rebentar a conta, zurzem agora aqueles que limpam a sujidade que eles criaram.
Em todos os temas políticos, como no campo ambiental, esquecer a sustentabilidade é atentar contra aquilo mesmo que se diz defender.

Dívida 

Finalmente, no que toca à dívida, é importante considerar que a maior parte não é do Estado. As empresas estão descapitalizadas, as famílias endividadas, os bancos desequilibrados. Todos participámos da loucura dos últimos 20 anos; não apenas os políticos. As maiores responsabilidades são dos dirigentes, mas o povo não foi só vítima inocente de uma festa de que gozou durante décadas. (...)
A culpa até é dos credores, que alimentaram a mesma loucura. Esta é a última verdade incómoda.
A nossa dívida, das maiores do mundo, nunca poderá ser paga.  fonte

Quanto à dívida, os factos parecem apontar para alguma falta de coerência, nas afirmações de César das Neves. 
Basta consultar o artigo que se segue, para perceber de quem é a maior parte da dívida.
"A dívida total portuguesa – canibalização de um povo
Sumário:
1 - O endividamento da economia portuguesa
2 - Endividamento das empresas não financeiras
3 - Endividamento das sociedades financeiras
4 - Endividamento das administrações públicas
5 - Endividamento dos particulares
6 – Os direitos de crédito do exterior sobre a sociedade portuguesa
7 – Resumo da evolução dos vários tipos de passivos em cada agregado económico
8 - Tipos de responsabilidades por agregado económico
Os gráficos, os factos e o desenvolvimento dos pontos referidos no sumário, neste link.

Paulo Morais também discorda de César das Neves.
A dívida está dividida em dívida pública e privada. 
15% da divida poderá ser atribuída ao consumo dos portugueses, mas 85% da divida é certamente devido à corrupção.
A divida Pública foi gerada por que factores?
- Criaram albergues de boys que nascem por todo o lado, repleto de incompetentes, que gerem mal o dinheiro público e ainda têm que ser pagos.
- Criaram-se fundações, institutos, empresas municipais, observatórios, que albergam milhares e milhares de pessoas que custam muito dinheiro.
- Depois temos a corrupção que tem sido um fartar de vilanagem e de roubos e mais roubos, do dinheiro dos portugueses.
O caso da Expo 98, como é possível que um projecto que gerou milhões e mais milhões em mais valias, possa ter dado prejuízos?
Mas este foi apenas o primeiro escoador de dinheiro público. Seguiu-se a Ponte Vasco da Gama. E muitos outros projectos onde claramente se nota que houve corrupção e roubo. E é óbvio que tanta gente a roubar ao longo de tantos anos, inevitavelmente as contas tinham que chegar a este estado.
A divida privada é outro embuste, e nada teve a ver com os portugueses comprarem telemóveis e férias, como nos fazem crer, pois 70% da divida privada era imobiliária, ou seja compra da casa. Tudo pela especulação que os envolvidos criaram no sector imobiliário, mais uma vez de forma corrupta, como explica Paulo Morais no minuto 4,20. Chama-lhe mesmo "tríades de mafiosos", compostas por promotores imobiliários, banqueiros e autarcas que em compadrio descarado actuaram em beneficio privado e contra os interesses nacionais.
E grande parte do empréstimo da TROIKA vai servir precisamente para tapar esta bolha imobiliária, que afecta os bancos. Paulo Morais

85% da divida foi gerada pela corrupção de décadas. PS, PSD, CDS... 

Outro tema polémico... do mesmo autor
"Elite antidemocrática
A essência da democracia, na política como na economia, é competição, alternativa, desportivismo. Que todos tenham oportunidade de se apresentarem e ganhe, não o melhor, que ninguém sabe quem é, mas aquele que a sociedade preferir.
Ora, os nossos pensadores e dirigentes há séculos que são eminentemente proteccionistas, corporativos, clientelares. A sua visão é aristocrática, egoísta, manipuladora. Consideram-se geniais e desprezam as massas ignaras e o País, que nunca os mereceu. Visceralmente avessos à incerteza das eleições e mercados, preferem arranjinhos de bastidores, batota do árbitro comprado, garantia de programas de apoio.
Esta atitude de fundo sempre se manifestou no campo económico com uma posição abertamente anticapitalista. Do jacobinismo republicano ao corporativismo salazarista e à social-democracia do PS e do PSD, a elite nacional repudia sem rebuço a incerta economia de mercado, preferindo a versão dirigista e regulamentar. No campo político, pelo contrário, o discurso tem sido mais diversificado. Aí é preciso ir ajustando as expressões, para não chocar as conveniências de cada época.
É verdade que mesmo após Abril permaneceu viva, sobretudo na extrema-esquerda, uma doutrina claramente antidemocrática. A corrente principal da elite, no entanto, dizia-se nominalmente defensora de um regime aberto e europeu. Isso não impediu, naturalmente, a captura corporativa do sistema que alimentou a dívida galopante.Agora que os resultados da loucura rebentaram, vemos as personalidades mais insuspeitas apregoarem propostas perversas, sem a menor vergonha de negarem aquilo que sempre disseram defender.
As actuais imprecações antidemocráticas partem sempre do repúdio do Governo, alegadamente povoado de mentecaptos perversos empenhados na demolição nacional. O facto de essas políticas virem não do arbítrio de ministros tolos, mas da orientação de instituições internacionais reputadas, a quem os críticos sempre proclamaram uma adesão incondicional, não parece fazer a menor diferença. A única solução, segundo eles, é subverter as instituições, derrubar a maioria legítima, convocar eleições subversivas.Nem sequer entendem que essa mesma proposta minaria a legitimidade do Governo daí resultante, o qual, aliás, não teria outro remédio senão continuar na mesma linha de austeridade.
As nossas elites são profundamente antidemocráticas. É por isso que durante séculos esse regime nunca vingou por cá. Desta vez talvez haja esperança. O povo, que sempre teve uma saudável desconfiança das elites, já vive o 40.º ano depois de Abril." fonte

Juízes do TC, não admitem desigualdades... apenas quando lhes convém.



A incoerência dos juízes do Tribunal Constitucional. Dois pesos e duas medidas.
Exigem igualdade... mas apenas para os outros, para eles está bem assim e para as elites que protegem, não há problema haver desigualdades, se forem eles os favorecidos por essas mesmas desigualdades.
Neste país a justiça é um colosso...  um colosso de injustiça, de desigualdade, de incoerências ao serviço das elites de Marajás.
Deixo-os com este artigo que explica como os Juízes do TC lutam pela  injustiça e pela desigualdade, a começar por eles próprios, claro.

"Os juízes do Tribunal Constitucional (TC) falaram em "equidade" para bloquear uma série de medidas relativas ao funcionalismo público e ao sistema de pensões. Como já tentei explicar 3445 vezes , não existe logo à partida qualquer equidade entre funcionalismo público e os restantes trabalhadores. 
Da mesma forma, é difícil ver equidade entre os 10% de reformados mais abonados e o resto da população que começa, finalmente, a perceber uma coisa: este sistema de segurança social só beneficia quem já tem reforma. A culpa não é dos reformados, mas da própria insustentabilidade demográfica do sistema. 
É por isso que o debate não devia estar no campo do ajuste financeiro temporário, mas sim no campo da reforma geracional. A falta de "equidade" está a dinamitar o futuro de quem ainda está no activo, e não o inverso.

Galilei, ex SLN/BPN beneficia de negócios com o estado de 50 milhões, apesar da divida ao estado de 1,5 mil milhões... no minimo

corrupçao galilei sln dias loureiro
Como é possível que os portugueses sejam roubados e enganados, já de forma tão descarada?
Ex-donos da BPN/SLN, mantêm negócios milionários e tranquilos, e com o estado? Mudaram o nome DA EMPRESA, ofereceram os prejuízos ao povo português, com a ajuda do Sócrates, e montaram novo negócio, com os lucros.
E o estado apoia? O estado ainda lhe oferece negócios? E não resgata o dinheiro que é de todos os portugueses, e que anda a circular, à descarada, na mão dos criminosos que montaram a nova empresa?
Condenarem Oliveira e Costa o que participou num roubo de 9 mil milhões, a pagar uma multa de 950 mil euros... é gozar com os contribuintes/vitimas. Mas permitir que ele "esconda" o fruto do roubo na conta da esposa de quem se divorcia, é uma afronta, principalmente quando alega que está falido e não pode pagar a multa... Quando tem 18 milhões na Galilei, como podem ver nas imagens.
Mas a falta de vergonha não é apenas de quem nos rouba... mas também de quem nos governa. Que ainda tem o descaramento de colocar os portugueses como clientes dos larápios...
Jamais o povo aceitaria favorecer alguém que o rouba? Negociar com alguém que não lhe paga as dívidas e o roubou?

CLIQUE NAS IMAGENS PARA AMPLIAR
Uma reportagem da revista Visão, denuncia que o estado mantém negócios com o gang do BPN/SLN/ agora Galilei
"Contas feitas por baixo, a Galilei - grupo que sucedeu à SLN, ex-dona do BPN - já cobrou ao Serviço Nacional de Saúde mais de €50 milhões. Isto apesar da dívida, superior a €1,5 mil milhões, que o Tesouro atribui àquela holding e aos seus acionistas de referência, em créditos e ativos tóxicos
Parecia que estávamos a tratar de segredos de Estado. Após dias a fio de troca de "e-mails" e telefonemas, o gabinete do ministro da Saúde, Paulo Macedo, lá "libertou" a informação de que o SNS, em 2011 e 2012, tinha pago, no âmbito dos cuidados primários (Unidades de Saúde Familiar/Centros de Saúde), perto de €5 milhões à IMI e à Cedima, clínicas de exames complementares de diagnóstico detidas a 100% pela Galilei, que as herdou da SLN.
Mas a VISÃO, através de fontes absolutamente fidedignas, descobriria, numa escala financeira bem maior, mais €46,5 milhões em contratos hospitalares públicos com a Galilei, que até incluem uma PPP e a gestão de um Serviço de Imagiologia. Assunto polémico - no mínimo." fonte
Veja a reportagem da Visão, nas imagens, clique para ampliar. Onde andam muitos dos nossos milhões. 

Reportagem da revista mostra que Oliveira e Costa e outros donos do ex-BPN continuam a controlar negócios milionários na área do imobiliário, da saúde, do cimento e até do petróleo através da Galilei, a antiga SLN, que mudou de nome e se beneficiou de uma reestruturação da sua dívida com o Estado.
Em julho do ano passado, quando o Banco de Portugal multou José de Oliveira e Costa em 950 mil euros, o ex-presidente do Conselho de Administração do BPN alegou que está à beira da falência. O principal responsável pelo buraco do BPN está a ser julgado há mais de dois anos por burla qualificada, fraude fiscal e branqueamento de capitais, junto com outros 15 arguidos. Ele é hoje um homem falido, destruído, que passou o seu património para a mulher, de quem se divorciou para salvar alguma coisa. Certo?
Errado. Segundo uma investigação da revista Visão, Oliveira e Costa é o segundo principal acionista da Galilei, a antiga Sociedade Lusa de Negócios, a SLN, que mudou de nome para se livrar da conotação negativa que tinha e está bem, muito obrigado.
A Galilei é agora presidida pelo advogado Fernando Lima, que já esteve à frente da Mota & Engil e da Abrantina, e que é Grão-Mestre da Maçonaria. E é uma empresa que, apesar de ter uma dívida milionária com a Parvalorem – está a fazer prósperos negócios em diversas áreas, principalmente empreendimentos imobiliários e saúde.

Dívida de 1.321 milhões
De acordo com o que apuraram os jornalistas Pedro Coelho e Luís Pinto, na famosa série de reportagens da SIC sobre o caso BPN, a Galilei tem uma dívida com a Parvalorem de 1.321.107.782,26 euros. Uma dívida que, se não for paga, irá aumentar o mais famoso buraco financeiro da história portuguesa. Mas a Parvalorem permitiu a reestruturação desta dívida “prorrogando significativamente prazos de reembolso que se encontravam ultrapassados, capitalizando juros vencidos” e oferecendo “períodos de carência para juros vicendos”, segundo se lê no Relatório e Contas da Galilei, citado pela Visão.
Ou seja: em vez de tentar recuperar uma parte do que foi roubado, o Estado, através da Parvalorem, fez uma reestruturação aparentemente muito benéfica para os acionistas da Galilei. Por que não confiscou as fortunas dos seus acionistas? Por que não expropriou ativos da Galilei?
A verdade é que entre os acionistas da Galilei estão boa parte das figuras da SLN. Oliveira e Costa, que era o presidente do Conselho de Administração, agora é o 2º maior acionista; Almiro Silva, que era membro do Conselho Superior da SLN, é o 3º maior acionista da Galilei, Joaquim Coimbra era também do Conselho Superior da SLN, e agora é o 8º maior acionista da Galilei. Na lista figuram também António Cavaco e Manuel Eugénio Neves dos Santos.

Negócios lucrativos
A Galilei Imobiliária prepara o lançamento de um condomínio de luxo em Alcântara, Lisboa, com projeto do arquiteto Souto Moura, 32 apartamentos construídos com materiais de luxo; construiu o Boavista Prime Office, no Porto, junto à Casa da Música, com 25 espaços para serviços e oito comerciais, que já foi totalmente vendido; também no Porto, outro condomínio de luxo com 12 apartamentos; e a joia da coroa, o Monte da Quinta Resort, a ser lançado no Algarve, Quinta do Lago, com 132 suites e 178 moradias.
A Galilei Saúde tem o British Hospital, a IMI – Imagens Médicas Integradas, a Microcular.
A Galilei Capital, que detém uma fábrica de castanha em Bragança, uma empresa de software em Lisboa, a Datacomp, outra de cenografia virtual, a VANTeC, e dois hotéis.
E a Galilei Internacional, com negócios de petróleo em Angola e construção no mesmo país – dois condomínios, um no Lobito e outro em Luanda, e uma fábrica de cimento.
O universo de negócios, para uma empresa que nasceu na holding falida SLN, é impressionante. fonte

Os Senhores do BPN e suas fortunas.
Neste património e nestas fortunas o Governo não pode tocar, porquê? Ora porquê.
Porque quem tem uma pensão ou um salário de 300, 600, 1000, 2000 ou 5000 euros, não pode achar que é igual aos Senhores que ganham 50.000, 100.000, 200.000 por mês além de prémios anuais de 1 ou mais milhões, e auferem por ano, resultado de muito trabalho e inteligência 10, 20 ou 30 milhões em dividendos?
Vamos ver então a situação financeira da malta da SLN/Galilei dona do BPN, que fez desaparecer entre 7 a 10 mil milhões de euros, e que o sr Sócrates decidiu que os portugueses deviam pagar. E os Srs Passos, Gaspar, Portas e Cavaco concordam.

Por onde anda o dinheiro roubado pelo BPN
Todos acreditamos que os governos protegiam os gangsters do BPN mas que disfarçavam com a desculpa de que, não podiam devolver aos portugueses o dinheiro roubado, porque os saqueadores ou tinham posto os bens no nome da mulher (Oliveira e Costa) ou fugiram com a massa para os offshore ou para Cabo Verde (Dias Loureiro). Desta forma o que é que os governos, os tribunais, o Presidente da República, podiam fazer?
Mas não. Os amigos, colegas e vizinhos (na Coelha) do PR continuam por aí nos grandes negócios. Mas o mais interessante e vergonhoso, é que o estado, o tal que foi roubado e enganado pela pandilha da SLN/BPN, é um dos seus grandes clientes? Claro que mudou de nome, para os portugueses não perceberem... mas sem grande preocupação... pois já todos sabem que a SLN se chama agora Galilei.
A Galilei através da sub-holdind Galilei Saúde já cobrou ao Serviço Nacional de Saúde 50 milhões de euros de serviços que o Estado lhe encomendou.
Apesar de ser do conhecimento público que a Galilei deve ao Estado 1.300 milhões de € (fora o que não se sabe), o estado gosta de ser roubado e enganado e continua a fazer negócios com esta malta.
"É insustentável o Estado alimentar negócios com empresas alegadamente ligadas a um dos mais gigantescos casos de fraude no País, acarinhando e premiando os seus autores"  comentou José Manuel Silva -Bastonário da Ordem dos Médicos.
A SLN/Galilei deve ao Estado 1.300 milhões que não tem qualquer intenção de pagar tem um valiosíssimo património. Mas os Governos nunca mostraram qualquer intenção de lhe exigir o pagamento das dívidas.

BRANQUEAR COMPETÊNCIAS, QUE AS INCOMPETÊNCIAS O POVO PAGA



AGOSTINHO BRANQUINHO... DE NOME?
Como é que estas coisas que se passam? Os cargos top na politica em Portugal, não são para todos. São cargos que exigem especificações, muito especificas e de elevada qualidade e ainda, experiência em áreas muito requintadas.
Por exemplo convém ter alguma relação com a Maçonaria, convém ainda estar relacionado com algum caso em julgamento ou um outro crime que já esteja arquivado. Tipo BPN, submarinos, tecnoforma, freeport, face oculta, monte branco, casa pia, parque escolar, PPP, SWAP, etc.
Convém ainda ter ocupado cargos parasitas, em várias empresas do estado ou ligadas a estes mesmos grupos referidos.
Ou seja é importante possuir uma pitada de ligações à área da criminologia, um boa dose de ligações a sociedades secretas, qb de parasitismo, e claro, muita lata.
Um Email trocado pelos cabecilhas do BPN, mostra como se escolhem os cargos top. Competência? Isso é para meninos... não interessa para nada. Os parasitas gostam é de influência... os parasitas vivem do dinheiro alheio e não do que ganham. Portanto precisam de alguém com influência nos partidos, pois são esses que alimentam os parasitas, como bem sabemos. 
Veja este Email, caso tenha dúvidas...

Agostinho Branquinho, que ganhou fama em 2010 por não saber o que era a Ongoing, foi ocupar o cargo de Marco António Costa, à frente da secretaria de Estado da Segurança Social.
Apesar da sua nomeação para o ministério tutelado por Mota Soares, não se conhecem especializações técnicas na área da Segurança Social; apenas um ano de experiência como gestor/consultor na Santa Casa da Misericórdia do Porto.
Do Porto, com 58 anos a completar em agosto, formado em História com média 15 valores, a sua experiência profissional está essencialmente
ligada à gestão de empresas, organizações e de recursos humanos.
É "consultor de empresas", diz a sua biografia no site do Parlamento.
Entre as entidades por onde passou contam-se a Casa da Música, BE Natural (produtos dietéticos), Norvital (clínicas dentárias), Quinta dos Sete Sonhos (agroturismo), NTM (publicidade).
Branquinho tem ainda um curso de jornalismo para televisão e outro de realizador de informação, ambos pelo centro de formação da RTP, e foi esta área dos média que acabou por convencê-lo a abandonar a política ativa. Em 2010, trocou o lugar de deputado do PSD por um cargo de topo na Ongoing Brasil .

Ficou famoso em fevereiro desse ano, na comissão de ética do Parlamento criada para analisar o estado da liberdade de imprensa em Portugal, por ter questionado: "O que é a Ongoing? É um grupo de media?".
A Ongoing é uma holding de investimentos "estratégicos", com um portefólio muito diversificado, que vai da comunicação social (detém o Diário Económico e restantes marcas) passando pelas telecomunicações, serviços financeiros, energia, infraestruturas, imobiliário e serviços. fonte

CURRÍCULO OU EXPERIÊNCIA NA ÁREA, NÃO POSSUI, POR ISSO, SE VIER A TER, SERÁ POR, TENTATIVA E ERRO. Os erros pagamos nós... o tacho e os louros, recebe ele.
Cursos de formação na RTP? Formado em história? Casa da Música? Produtos naturais? Publicidade?Turismo? Só lhe faltava ter sido relações públicas na noite do Porto, para ter um daqueles currículos estupendos, sem responsabilidade. Depois dizem que o estado social vai falir... mas alguém duvida? 

A ongoing é um polvo acolhedor... as redes que unem o pessoal da politica, são sempre as mesmas. Sempre que se mexe, descobre-se que há imenso em comum entre a malta da politica.
"Quem tem os media na mão faz a alma à nação" - e é verdade!
A gigantesca lista de tachos, boys e girls 

6 MIL MILHÕES, BURACO DAS PPP DA SAÚDE. HOSPITAL DE BRAGA MAIS CARO.



As PPP não são apenas ruinosas para o estado, pelo facto de os contratos serem negociados, com premissas que lesam os contribuintes, e recheiam bem, as contas do parceiro privado. As PPP são também uma forma de oferecer mercados apetecíveis, de forma exclusiva, a determinados grupos, que com a ajuda do estado constroem verdadeiros impérios, monopolistas e acima da lei... Com a desculpa de que o estado não possui dinheiro para fazer determinados investimentos... os privados oferecem "ajuda" , mas acaba por se verificar que na realidade os privados apenas colaboram com uma percentagem mínima, a troco do lucro máximo/total, ao mesmo tempo que se isentam de riscos inerentes ao negócio, transferindo-os para os contribuintes... essas almas penadas, nunca consultadas... ou tão pouco defendidas ou representadas. Assim se o negócio for ruinoso o contribuinte paga o prejuízo. 
As PPP servem ainda para permitir que se crie um novo regime onde o patrão pode tudo e os utentes e funcionários... nada. Com uma gestão marcada pela prepotência, e arrogância dos imperadores,  que se julgam donos de Portugal, desde há décadas. Começa assim a desenhar-se o estilo das novas sociedades, feitas à medida dos  imperadores.

Uma inspecção do estado ao Hospital de Braga detectou irregularidades na assistência aos doentes.
Relatório elaborado pela Equipa de Gestão de Contrato ao funcionamento da parceria público-privada do Hospital de Braga aponta inúmeras irregularidades neste estabelecimento. O hospital gerido pelo Grupo Mello já foi alvo de três multas.