26 abril, 2013

Parcerias público-privadas “foram um desastre”, diz Ferreira do Amaral




Ferreira do Amaral confessa que as PPP foram um desastre, mas difícil de prever, já que as populações estavam satisfeitas? (Artigo em baixo)
O descaramento destes senhores é realmente impressionante e já cansa. 
A lata com que fazem dos portugueses parvos é desgastante.
A falta de vergonha destes parasitas megalómanos, dá náuseas.
O desplante com que enganam e rapinam, envergonha o mais desonesto larápio de Portugal.
Será normal estes soberbos e arrogantes rapinadores de impostos, terem a coragem de dizer que as populações estavam satisfeitas com as PPP?
Já cansa, vê-los a fingir, que nós, povo, ainda não sabemos de nada...
Já cansa vê-los fingirem que se preocupam com as populações ou com o país.
Por acaso alguém informou as populações, do que eram as PPP? 
As populações foram consultadas sobre as PPP? 
As populações sabiam que estavam a ser pagas rendas parasitas e criminosas, com os impostos, para sustentar milionários das PPP? 
As populações sabiam  quanto lhes custou, custa e custará as PPP? 
Se as populações soubessem os contornos dos contratos das PPP, jamais os teriam assinando. Nem o mais burro merceeiro, aceitaria as condições negociadas, em contratos que lesam descaradamente, uma das partes - O ESTADO, o merceeiro mais burro.
Será que estes senhores, cegos de ganancia, ainda não sabem, que nós já sabemos, que as PPP não serviam para ajudar o estado, mas sim para ajudar os amigos privados, dos governos? Pois alegando que o estado não tinha dinheiro para as construir sozinho, pediam ajuda aos privados, que graças a uma contribuição menor , ficavam com a exploração e outros benefícios do negócio. Como se explica no video em cima.
E tal como afirma, Caiado Guerreiro, neste outro video, " as PPP ou foram negociadas por alguém deficiente ou criminoso." fonte
Ferreira do Amaral não gosta das PPP, acha que são uma “uma tentação irresistível” e “mau para o Estado” e defendeu uma “iniciativa legislativa para impedir este tipo de saída”, no entanto lá está ele, presidente do conselho de administração da Lusoponte, a provar que é uma tentação irresistível má para o estado, portanto boa para ele. Onde o consenso entre estado e lusoponte tem sido sempre possível. Já sabemos que sim. O estado aceita tudo. É um sócio maravilhoso, sem patrão que o defenda.

Extractos do artigo com as afirmações de Ferreira do Amaral
"Parcerias público-privadas “foram um desastre”, diz Ferreira do Amaral - 10/04/2013
Presidente do conselho de administração da Lusoponte disse que era difícil criticar as PPP quando populações e autarcas se mostravam satisfeitos com projectos que eram impossíveis com investimento directo do Estado. O presidente do conselho de administração da Lusoponte, Joaquim Ferreira do Amaral, considerou que as parcerias público-privadas (PPP) “foram um desastre”, ao darem a ideia falsa de que “tudo era possível, porque não faltava dinheiro”.
As declarações foram feitas nesta quarta-feira, na comissão parlamentar de inquérito às PPP. “O maior problema é que, no auge das PPP, era difícil falar mal das PPP. Deus me livre de falar contra as PPP”, afirmou, lembrando a satisfação das populações e dos autarcas com o avanço de projectos que eram impossíveis com investimento directo do Estado.

Já em Janeiro, quando foi ouvido na comissão de inquérito na condição de ex-ministro das Obras Públicas, Ferreira do Amaral se havia afirmado “um crítico muito grande” das PPP, defendendo uma “iniciativa legislativa para impedir este tipo de saída”. O antigo governante referiu então que, quando saiu do Governo, em 1995, não havia nenhuma PPP, considerando que este modelo de negócio é “uma tentação irresistível” e “mau para o Estado”. Na altura, afirmou também que não considerava a Lusoponte uma parceria público-privada.(...)
Ainda assim, Ferreira do Amaral considerou que a relação entre o Estado e a empresa concessionária das pontes sobre o Tejo “tem corrido bem”, acrescentando que “tem sido sempre possível chegar a consenso objectivo”. Artigo completo na FONTE

Mais alguns vídeos sobre as PPP que não são PPP
  1. 50 mil milhões para as PPP
  2. PS e os jogos da lei
  3. A renegociação das PPP
  4. Paulo Campos e a lei
  5. Tribunal reconhece prejuízo do estado
Afirmar que as populações estavam satisfeitas com as PPP, é um verdadeiro insulto. É o mesmo que apreciar a satisfação de alguém, quando se lhe oferece uma casa ou um carro, sem lhe dizer que vai ser roubado com a oferta. Brincam com gente séria...

Obras públicas prejuízos privados.
Quando um político português reclama obras públicas está-se mesmo a ver o que lhe vai na alma: a choruda comissão que vai receber do empreiteiro amigo a quem vai ser adjudicada a feitura daquelas obras por meio de um fraudulento concurso que de público só o foi de nome, realizadas durante de uma complexa e demorada empreitada com um orçamento flutuante e de duração incerta e que, no final, vai apresentar inúmeras derrapagens financeiras, muitos defeitos e com onerosos encargos perpétuos para os contribuintes.

7 comentários :

  1. Tudo começou em 1992 quando esse montanheiro cínico e vingativo, Cavaco, faz sair uma lei que permite a promiscuidade entre público e privado.
    Nunca mais o estado protegeu o interesse dos cidadãos comuns mas apenas os grandes interesses privados.
    Depois os amigos de Cavaco geriram o BPN...
    Esta quadrilha, protegida ao mais alto nivel, saqueou o país!

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  2. Anda por aí muita conversa de CONTRIBUINTE PARVO
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    -> O Contribuinte Parvo INSISTE em dar 'carta branca' aos políticos... quando... a experiência mostra que os políticos honestos (que existem de facto!) não dão, claramente, conta do recado!...
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    -> Os Parolizadores de Contribuintes (políticos e não só) falam em novo governo... blá, blá, novo governo... blá, blá, novo governo... [vulgo, 'vira-o-disco' e toca o mesmo: um sistema muito permeável a lobbys]... procurando desviar a conversa daquilo que é cada vez mais óbvio: quem paga (vulgo contribuinte) deve efectuar uma fiscalização cada vez mais eficaz das contas públicas!
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    --->>> É necessário uma campanha para motivar os contribuintes a participar... leia-se, votar em políticos, sim, mas... não lhes passar um 'cheque em branco'... leia-se: para além do «Direito ao Veto de quem paga» (ver blog «fim-da-cidadania-infantil»).... é urgente uma nova alínea na Constituição: o Estado só poderá pedir dinheiro emprestado nos mercados... mediante uma autorização expressa do contribuinte - obtida através da realização de um REFERENDO.
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    P.S.
    -> Todos pudemos assistir a uma incrível e monumental campanha [nota: a superclasse (alta finança - capital global controla a comunicação social] no sentido de ridicularizar todos aqueles que eram/são contra o 'viver acima das possibilidades'... leia-se, uma campanha no sentido de ridicularizar todos aqueles que eram/são anti-endividamento excessivo; um exemplo: no passado, Manuela Ferreira Leite foi ridicularizada por ser uma ministra anti-deficit-excessivo; mais, chegam a retratar o contribuinte alemão como novos fascistas/nazis...
    -> O discurso de qualquer 'cão/gato' anti-austeridade tem direito a amplo destaque... [nota: a superclasse (alta finança - capital global controla a comunicação social].
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    P.S.2.
    -> Um afrouxamento no controlo rigoroso das contas públicas (fim da austeridade)... proporciona oportunidades para a superclasse (alta finança - capital global)... isto é, ou seja, com tal afrouxamento, a superclasse (e suas marionetas) passam a poder CAVAR BURACOS sem fim à vista: BPN's, PPP's, SWAP's, etc...
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    P.S.3.
    -> Depois de 'cozinhar' o caos... a superclasse aparece com um discurso, de certa forma, já esperado!... Exemplo: veja-se a conversa do mega-financeiro George Soros: «é preciso um Ministério das Finanças europeu, com poder para decretar impostos e para emitir dívida»
    -> Como o contribuinte alemão está firme... o mega-financeiro George Soros defende agora um Euro sem a Alemanha... para que... a superclasse possa PROLONGAR O FESTIM proporcionado por países a endividar-se excessivamente (países a viverem acima das suas possibilidades).
    Nota: a firmeza do contribuinte alemão (não cedendo à pressão exercida internacionalmente...) é fundamental para salvar a Europa!
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    P.S.4.
    -> Um caos organizado por alguns - a superclasse (alta finança - capital global) pretende 'cozinhar' as condições que são do seu interesse:
    - privatização de bens estratégicos: combustíveis... electricidade... água...
    - caos financeiro...
    - implosão de identidades autóctones...
    - forças militares e militarizadas mercenárias...
    resumindo: uma Nova Ordem a seguir ao caos - uma Ordem Mercenária: um Neofeudalismo.
    {uma nota: anda por aí muito político/(marioneta) cujo trabalhinho é 'cozinhar' as condições que são do interesse da superclasse: emissão de dívida e mais dívida, IMPLOSÃO DA IDENTIDADE AUTÓCTONE, etc}

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    Respostas

    1. O próximo quadro de "apoio" comunitario,14-20, traz mais 20.000 milhões de €.
      Alguém me sabe dizer qual o plano de desenvolvimento nacional apoiado por este dinheiro?
      Eu sei! MAIS DÍVIDA PÚBLICA contraída aos bancos alemães!

      Cambada de porcos!

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    2. E serve ainda para aumentar o peso dos juros, que já é insuportável.

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    3. A maior verdade é essa o peso dos juros e o aumento da dívida vai ter um aumento colossal, gigantesco.
      Nós não vamos poder pagar.

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  3. As PPP foram um desastre para quem???
    Para esses senhores não me parece. Quem tem o poder, joga com o poder. Não erra, a não ser em proveito de alguém.

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