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BANIF MAIS UM SAQUE COMBINADO ENTRE VÁRIOS PARTIDOS E EX-POLÍTICOS.



"Banqueiros e Governo dizem que o Banif não é o novo BPN. Mas as semelhanças estão à vista: o banco foi sempre um instrumento para financiar o PSD/Madeira, enquanto acolhia ex-governantes do PSD, mas também do PS. Veja neste video as ligações entre políticos e o banco que acaba de ser salvo com o dinheiro dos contribuintes." fonte

"Banif paga prémio milionário a gestora.
Com o banco intervencionado, a administradora Conceição Leal ganha 982,3 mil euros, mais do que qualquer outro banqueiro em Portugal. Conceição Leal recebeu o triplo do que ganhou o presidente do banco Jorge Tomé, e foi o gestor bancário mais bem pago em Portugal. Em 2012, o Estado passou a deter 99,2% do banco."  fonte
É realmente uma vergonha, pois para além do prejuízo em si, acima de tudo significa que eles, políticos e banca, mesmo após tanta crise e indignação, continuam sem medo nem vergonha do povo que saqueiam e prontos para prosseguir. 

Os capitais alheios financiam 95% do BANIF. O estado colocou o nosso dinheiro no BANIF, onde antigos dirigentes do BPN passaram e os boys do PSD também.
A memória dos Portugueses não pode ser curta. São mais os membros do PSD mas os membros do PS também lá passaram. O BANIF está falido, e só não fecha porque o Governo, em finais de 2012, colocou lá 1.100.000.000 EUR. Este dinheiro injectado pelo estado é superior ao valor do banco, ou seja mesmo que que vendessem o banco, não conseguiam pagar-nos o que devem. Este valor equivale também a 1/4 do valor que o estado quer cortar ao estado social.

Pela calada , sorrateiramente , sem grandes alaridos e comentários  dos opinantes do costume , o BANIF apresentou as contas do primeiro semestre de 2014, com prejuízos de 97,7 milhões de euros!
E os prejuízos ainda seriam bem maiores se a dívida pública portuguesa não tivesse ajudado as contas!
Pois é ! A dívida pública paga por todos nós ao serviço do BANIF e de toda a BANCA isto é dos banqueiros e respectivos accionistas!
As contas do Banco foram penalizadas  pela orientação do Banco de Portugal para que as instituições reconhecessem metade da exposição a entidades do grupo Espírito Santo. As ditas imparidades , provisões para prejuízos futuros, somaram 146,2 milhões....
Mas os comentadores, mercenários de serviço vão continuar a dizer que o contribuinte está salvaguardado! Olá se está !
Os novos assaltos ao IRS, pensões, vencimentos, salários , segurança social , transportes públicos estão à vista com os sorrisos do pau mandado da ministra das Finanças , os pulinhos do ministro dos submarinos e a charlatanisse de Passos Coelho !

Banca rota (Paulo Morais)
"O país está falido, não há dinheiro para nada. Mas, para os bancos, os recursos continuam ilimitados. 

CPLP e a Guiné Equatorial -A história do ditador tirano que branqueia a imagem, subornando organizações mundiais?

A adesão da Guiné Equatorial à CPLP, é a mais recente exibição do poder corrupto do capital e de como os portugueses que se vendem a ele.
A desumanidade que grassa naquele país é uma afronta aos direitos humanos e à democracia, mas alguns portugueses poderosos e famintos de dinheiro sujo, não hesitam em o inserir na organização, mesmo violando os seus princípios. Apoiam um país que à vista do mundo inteiro, desrespeita o ser humano e a democracia, de forma cruel e reiterada.
A Guiné Equatorial não deveria ter lugar, numa organização que supostamente deve acolher apenas “nações irmanadas por uma herança histórica, pelo idioma comum e por uma visão compartilhada do desenvolvimento e da democracia” e que é regida pelos seguintes princípios: primado da paz, da democracia, do Estado de Direito, do bom governo, dos direitos humanos e da justiça social”.
A adesão da Guiné Equatorial é, inequivocamente uma descarada violação dos princípios da CPLP. O que poderá justificar ou pagar a violação dos princípios?

1 - A promiscuidade de interesses.  
Presidente do Banif “encontra-se numa situação de flagrante conflito de interesses”.
Transparência e Integridade, representante portuguesa da rede global anti-corrupção Transparency International, apelou hoje ao Governo de Timor-Leste para que anule a anunciada nomeação de Luís Amado, presidente do Banif, para vice-presidente da Comissão Preparatória da próxima cimeira da CPLP. Fonte
Luís Amado foi determinante para a adesão do país à CPLP.
No caso do Banif, prevê a entrada de um investimento que pode ir até 133,5 milhões de euros.
Amado fez a aproximação da Guiné Equatorial ao Banif, deu-se depois de anos de estreitamento das relações com Portugal, a nível diplomático e comercial. Luís Amado, hoje presidente do Conselho de Administração do Banif, teve um papel determinante na entrada da Guiné Equatorial na CPLP.
Enquanto ministro dos Negócios Estrangeiros dos governos de Sócrates, Amado presidiu ao Conselho de Ministros da CPLP, numa altura em que a entrada do país na organização passou à agenda diplomática. Fez uma visita oficial ao país com uma comitiva de empresários e recebeu em Portugal o seu homólogo da Guiné Equatorial.
Além do Banif, a Guiné Equatorial está interessada em ter uma posição no BCP. Está em estudo uma parceria com angolanos para a entrada no banco controlado pela Sonangol, através de um fundo de investimento.fonte

2 - Guiné Equatorial traz milhões para o Banif e BCP?
A CPLP passou a ser uma organização de petro-Estados?
"Dá-me ideia que a entrada da Guiné Equatorial no capital do Banif (...) é capaz de constituir a jóia de entrada na CPLP", disse Paulo Morais.
Em reação a essa decisão, Paulo Morais considerou "lamentável que uma organização como a CPLP, "que nasceu sem meios, (...) genuinamente juntando um antigo colonizador com países que foram ganhando a sua liberdade", venha a acolher "um regime ditatorial onde o desrespeito pelos direitos humanos é permanente e onde se cometem atrocidades".
Para o responsável da associação anticorrupção, "não há qualquer razão decente" para a adesão da Guine Equatorial à CPLP. "Não há razões culturais, não há razões linguísticas, não há relações económicas, e muito menos ao nível daquelas que devem ser as primeiras razões da existência deste tipo de organizações, que é a defesa do desenvolvimento, a qualidade de vida das populações, os direitos humanos", afirmou. O único motivo para esta adesão, argumentou, é "fazer da CPLP um centro de negócios para [o presidente angolano], José Eduardo dos Santos".

Mais um banco protegido pelo estado e sustentado pelo sacrifício de inocentes.

  O BANIF é o protegido que se segue!  

A história que se segue é uma verdadeira ofensa a todos os contribuintes. 
O estado, quando se trata de ajudar banqueiros falidos, não tem mãos a medir. 
Os milhões jorram e aparecem sempre, nem que tenham que se sacrificar lares e famílias portuguesas. Tranquilos, os contribuintes, desconhecem por onde se esgotam os seus impostos e sacrifícios. 
Vejamos mais este descaramento, o BPN foi um golpe de mestre, este, do BPP, teve outros contornos, mas o dinheiro do estado também não foi poupado.
Na Islândia deixaram falir-se os bancos, julgaram-se os banqueiros e salvou-se o país. 
# - O estado deu garantias a quem investisse num fundo para salvar o BPP, e agora vamos ter que as pagar, e custarão entre 142 milhões e 248 milhões aos cofres do estado! De mestre!?
# - Uma dessas empresas, que investiu no BPP, era uma empresa pública de tratamento de lixo, investiu mais de 15 milhões. A IGF estranha que uma empresa pública arrisque dinheiro neste tipo de negócios de risco. 
#- O estado para além de dar a garantia aos clientes (250 mil euros por cada cliente) também deu uma garantia aos credores, aqueles que emprestaram dinheiro ao BPP... no valor de 450 milhões. Como o BPP não pagou, o estado teve que pagar. 

É neste o regabofe que gerem os nossos impostos...  tudo isto foi realizado no governo de Sócrates, mas como são todos amigos, Passos Coelho fez questão de prosseguir o saque aos portugueses! 

O BANIF, outro saco para despejar impostos sem retorno... os bancos estão a falir não conseguem pagar, e o estado empresta os nossos impostos, o resultado será o de sempre, não haverá retorno, é um empréstimo sem devolução. O próprio banco está avaliado em metade do que pediu emprestado. O que temos nós de garantia? Mas quem se importa? Eles não se importam, os contribuintes fingem que não sabem de nada, nem percebem nada?!!...
"O Estado atirou 1100 milhões de euros no Banif, avaliado em metade e afundado em dívidas. Eis a nacionalização às direitas: o Estado paga e assume futuros riscos, sem quaisquer garantias. Você já viu este filme no BPN, no qual há mais três mil milhões de dívidas em incumprimento. Ou seja, o buraco pode chegar aos sete mil milhões. (...) A coisa é simples: chama-se expropriação do dinheiro dos contribuintes. Os sacrifícios que lhe estão a pedir servem para salvar bancos. O resto são trocos."
As semelhanças entre o BANIF e o BPN, em video.


Citação da noticia original, sobre o BPP.
 "A Inspecção-Geral de Finanças (IGF) fez as contas e estima que a garantia do Estado concedida aos ex-clientes do Banco Privado Português (BPP) vai custar aos cofres do Tesouro entre 142,9 milhões de euros e 248,6 milhões de euros.
A factura a pagar pelos contribuintes resulta do compromisso assumido em 2010 pelo governo de José Sócrates com os ex-clientes de retorno absoluto do BPP que aderiram ao Fundo de Gestão Passiva – Fundo Especial de Investimento Fechado (FEI). 
O compromisso foi reiterado pelo actual executivo de Passos Coelho.
Recorde-se que a instituição de João Rendeiro entrou em processo de saneamento financeiro em Novembro de 2008, dadas as dificuldades de liquidez e a impossibilidade de cumprir as suas obrigações financeiras. 
Em Abril de 2010, o Banco de Portugal revogou-lhe a autorização de exercício de actividade bancária. O Estado substitui-se ao banco, concedendo uma garantia até 250 mil euros por cada titular que aderiu ao FEI para cobrir a eventualidade de, na maturidade em Março de 2014, o fundo não render o esperado e o suficiente para devolver o dinheiro a todos os ex-clientes.
No relatório de actividades de 2011, divulgado recentemente, a IFG revela ter feito uma estimativa das responsabilidades globais do Estado com base na análise exaustiva das contas de 4152 titulares, o equivalente a mais de 915,4 milhões de euros de património dos ex-clientes. No entanto, 19,5% deste montante ficou excluído da garantia estatal por situações de não elegibilidade. Assim, o compromisso do Estado vai incidir no património global de 737,2 milhões de euros.
Entre os clientes que foram excluídos, as Finanças destacam uma entidade do sector público administrativo, (...) Esta empresa do sector público administrativo é uma entidade de tratamento de lixos, embora o relatório não a identifique. Em Novembro de 2008, essa empresa tinha quatro aplicações no BPP, no montante global de 15,9 milhões de euros, não elegível para o Sistema de Indemnização de Investidores, Fundo de Garantia de Depósitos e garantia do Estado, pelo que apenas será ressarcida através da eventual valorização do Fundo Especial de Investimento. 
Neste caso particular, a IGF “estranha que uma entidade do sector público administrativo tenha aplicado os seus excedentes em capitais que, embora garantidos pelo banco, revelavam nas condições gerais forte exposição ao risco”, pode ler-se no relatório.

Além da garantia dada aos clientes, o Estado concedeu aval estatal ao empréstimo de 450 milhões de euros prestado por seis bancos ao BPP em 2008. Depois de revogada a licença bancária ao banco de João Rendeiro, as instituições accionaram a garantia estatal e o Estado foi obrigado a pagar esses 450 milhões de euros que continuam por reaver.
O Banif Gestão de Activos é a entidade gestora do FEI. Segundo o relatório do primeiro semestre deste ano, disponível na Comissão do Mercado de Valores Mobiliários, o Fundo regista uma valorização de 3,56% anualizada desde o início da actividade. No essencial, o património do FEI está investido em dívida financeira, dívida de crédito estruturado e acções.
Actualmente, o valor das unidades de participação do FEI é de 0,9945 euros e já foram efectuadas quatro distribuições de rendimentos. Os ex-clientes vão receber, na próxima segunda-feira, um novo pagamento, que, segundo a informação da sociedade gestora, será de 0,0297 euros líquidos por unidade de participação." fonte

"Banif paga prémio milionário a gestora.
Com o banco intervencionado, a administradora Conceição Leal ganha 982,3 mil euros, mais do que qualquer outro banqueiro em Portugal. Conceição Leal recebeu o triplo do que ganhou o presidente do banco Jorge Tomé, e foi o gestor bancário mais bem pago em Portugal. Em 2012, o Estado passou a deter 99,2% do banco."  fonte


Portugal não terá o mesmo destino que a Islândia?

Portugal versus Espanha, segundo Paulo Morais
"A crise é grave em Portugal e Espanha, mas, do outro lado da fronteira, beneficiam-se as pessoas, enquanto aqui se privilegiam os bancos, à custa do sofrimento da população.
Ao mesmo tempo, o Governo espanhol recusa liminarmente ajudar os bancos, razão pela qual nunca aceitou um resgate à portuguesa. A banca espanhola beneficia, de facto, de apoios europeus, a taxas bem favoráveis, de cerca de 1%, mas os apoios chegam directamente de Bruxelas aos bancos, sem comprometerem minimamente o estado espanhol. 
Ao contrário do que por cá se passa, em que o Estado se endivida para depois colocar – ou melhor, enterrar – até doze mil milhões de euros na banca portuguesa." fonte

Os reformados milionários, que fizeram descontos miseráveis.

assunção reformada AR corrupção
O exemplo vem de cima. Quem pode, rouba!

SABIA QUE ASSUNÇÃO ESTEVES RECEBEU ATÉ 2012, MAIS DE UM MILHÃO DE EUROS, DA SEGURANÇA SOCIAL... MAS EM 10 ANOS DE SERVIÇO SÓ DESCONTOU 290 MIL EUROS, PARA A SS. E TEM ESTADO A SALVO DOS CORTES? DEPOIS DIZEM QUE NÃO HÁ SUBSÍDIOS DE DESEMPREGO NEM DINHEIRO PARA REFORMAS! SÓ HÁ SUBSÍDIOS MILIONÁRIO PARA PARASITAS MILIONÁRIOS?

Este artigo de Clara Ferreira Alves, deixa a nu, a forma como os corruptos que nos governam, legislam para que possam usufruir de regalias injustas, insustentáveis, inadmissíveis, vergonhosas, abusivas, sem o mínimo respeito pelo povo português.
Tudo para manterem uma vida de luxo, parasitária, desde bem cedo e até ao fim dos seus dias.
Contrastando com os restantes portugueses, que são quem na realidade, paga as reformas destes parasitas, que por vezes nem chegam a descontar mais que um ou 2 anos.
Mais uma vez Cavaco Silva, na origem de todo o mal... foi no governo dele, 1980, que se deu inicio a esta ideia brilhante de saque descarado e lesivo do bem comum, mas desde então, nenhum governo a travou ou alterou, todos gostam dos luxos que lhe proporciona.

OS REFORMADOS DA CAIXA
"A JORNALISTA Cristina Ferreira publicou um interessante artigo no "Público" sobre as reformas de três atuais presiden­tes de bancos rivais da Caixa Geral de Depósitos.
O fundo de pensões da Caixa, cito, "paga, total ou parcialmente, refor­mas a António Vieira Monteiro, do Santander Totta, Tomás Correia, do Montepio Geral, e Mira Amaral, do BIC Portugal." Três ativíssimos reformados. 
Vale a pena perceber como aqui chegá­mos.
Durante décadas, os fundos de pensões dos seguros e da banca privada foram constituídos pela capitalização das Contribuições das próprias empresas, entidade patronal, e dos seus funcioná­rios, não onerando o Estado.

Passos Coelho sujeito a avaliação de desempenho. O lado obscuro?


passos coelho cadastro justiça Recentemente Passos Coelho veio gabar-se "Eu como gestor sempre me dei bem com a avaliação de desempenho"
"Em várias empresas que administrei, a avaliação de desempenho foi sempre um critério objectivo para melhorar resultados e poupar nos resultados de exploração.”
Passos Coelho acrescentou ainda que as empresas portuguesas que “pretendam ser mais produtivas” possam também passar a utilizar processos de avaliação de desempenho. FONTE

Estas frases de Passos Coelho trouxeram-me à memória alguns artigos, do blogue "O verdadeiro lápis azul", que compilava casos obscuros sobre Passos Coelho e o PSD. Quem avaliou Passos Coelho? A justiça? O padrinho Angelo Correia? O país? 
Mas em 2011, estranhamente, este blogue, calou-se.

@ - Passos Coelho: Gestão desastrosa do New Energy Fund
Passos Coelho gaba-se da sua experiência como administrador, mas esta é um desastre. Senão vejamos, o Grupo Fomentinvest de que Passos Coelho era administrador executivo geria, por exemplo, o “New Energy Fund” que integra vários projectos empresariais (com resultados desastrosos desde a sua constituição com uma desvalorização acumulada de 17% em apenas 15 meses e diversas empresas do Grupo sobre suspeita).  É esta a sua experiência! Consulte aqui todos os investimentos do “New Energy Fund”.
passos corrupção água privatização expresso
Semanário Expresso
fonte 

Sócios no privado, "adversários" na politica? A farsa... Amigos das empresas ou do estado?





"Cenas de Senadores - por Paulo Morais

Senadores. Os políticos assim designados e aparentemente os mais credíveis são em geral os mais perigosos. Estão com um pé na política e outro nos negócios. Traficam influências.
António Vitorino, o todo-poderoso ex-comissário europeu, é o mandatário do PS às eleições europeias.
O seu principal adversário, Paulo Rangel, é seu sócio na sociedade de advogados Cuatrecasas, Gonçalves Pereira. Vitorino rejubila: seja qual for o resultado, quem ganhará nas europeias é a sua sociedade de advogados e os seus negócios.

Outro socialista, Luís Amado, participa na organização da próxima cimeira da CPLP, onde se decidirá a admissão à organização da Guiné Equatorial; cujo presidente, o ditador Obiang, será acionista de referência do Banif, banco a que preside Amado. Pela mão deste, o capital de Obiang no Banif constitui a jóia de entrada da Guiné Equatorial na CPLP.
Em todos os partidos do arco do poder há senadores. Os social-democrátas Ferreira do Amaral e Valente de Oliveira estão agora ao serviço das empresas que detêm as parcerias público-privadas rodoviárias. As mesmas PPP que eles ajudaram a criar, enquanto ministros das obras públicas, desde a ponte Vasco da Gama às famosas ex- SCUT.

Face oculta: Os condenados vão recorrer das sentenças. Usarão todas as diligências, provocarão todos os incidentes.

Neste video: Cidadão envergonha Armando Vara no tribunal: Devia ter vergonha! 

Vara à solta
Como no jogo de Monopólio, dispõem do cartão ‘Você está livre da prisão’.
Armando Vara foi condenado a cinco anos de prisão efetiva. Mas continua à solta. Impunemente. Vara e Penedos, poderosos e ex-governantes, o sucateiro Godinho e seus cúmplices foram condenados à cadeia e a restituir milhões de euros. Mas ainda não cumpriram nem um dia e não devolveram nem um cêntimo. Como no jogo de Monopólio, dispõem do cartão ‘Você está livre da prisão’.

O processo ‘Face Oculta’ constitui, apesar de tudo, um avanço neste sistema de justiça desolador. A sentença proferida pelo Tribunal resultou duma ação bem conduzida pelos investigadores da Judiciária, capitaneados pelo destemido Teófilo Santiago.
A forma cuidadosa como o Ministério Público proferiu acusação é também uma das chaves do sucesso. E, finalmente, um Tribunal corajoso proferiu uma sentença inédita, condenando corruptos e traficantes de influências. E que incorpora ainda uma fortíssima censura social à permanente promiscuidade entre a política e os negócios.

As mentiras de Sócrates continuam a exibir o seu carácter e fome de poder. Enganar tolos?


A falácia do aumento da dívida pública
Fonte: Pordata, Banco de Portugal Evolução da dívida pública
(mil milhões de Euros) e em % do PIB (%)
Uma das 3 pessoas que faz o sacrifício de ouvir o comentário de Sócrates aos Domingos na RTP, tratou de informar as redes sociais que o antigo primeiro-ministro se queixou ontem do aumento da dívida pública nos anos do governo PSD-CDS. Os números, de facto, não enganam, como podem ver no gráfico.
Evolução da dívida pública (mil milhões de Euros) e em % do PIB (%)

A tendência desde o último ano completo de governação Sócrates é de facto assustadora: subiu 53 mil milhões de euros, qualquer coisa como 35% do PIB em apenas 3 anos. Excepcionalmente, Sócrates diz a verdade. Se quisesse levar a retórica mais longe, até poderia dizer que se acumulou tanta dívida pública desde que ele deixou o governo como no total dos seus mandatos.

Claro que é de esperar que a dívida suba enquanto existirem défices públicos.
Comentadores como Sócrates que defendem metas mais fléxiveis para o défice dificilmente se poderão queixar que a dívida pública aumenta. Não podem defender ao mesmo tempo que haja défices mais altos e depois criticar que a dívida pública resultante desses défices aumente. A dívida pública é isso mesmo: o resultado da acumulação de défices.
Mas será mesmo assim? Para analisar a veracidade desta relação económica, podemos observar abaixo a evolução do défice das contas pública e o crescimento da dívida pública.

Evolução do défice das contas públicas e crescimento da  dívida
pública (mil milhões de Euros) 
Fonte: Pordata, Banco de Portugal
A relação efectivamente mantém-se. Na maior parte dos anos a dívida pública aumenta no mesmo montante do défice público com umas pequenas diferenças, os chamados ajustamentos défice-dívida. Estes ajustamento são quase sempre bastante pequenos, mas há uma notável excepção: os anos imediatamente a seguir à saída de Sócrates. Nesses anos, a dívida pública aumentou bastante mais do que o défice das contas pública, levaria a pensar.

MERKEL ACHA QUE OS CONTRIBUINTES NÃO DEVEM SALVAR OS BANCOS?


  ÚLTIMA HORA  
Vejam neste video, Chipre evita o resgate do FMI (escapa ás garras da divida) pois e como afirma a Merkel, sempre defendeu que não devem SER OS CONTRIBUINTES a salvar os bancos???
Então em que ficamos? Será que o governo disse à MERKEL QUE O BPN ERA UM HOSPITAL? OU UMA LAR DE IDOSOS, DEMENTES? OU SERÁ QUE, ANDAM A FAZER DE NÓS OTÁRIOS? 


BPN??? Não foi um resgate? Afinal quem anda a enganar quem? A Merkel não sabe que os contribuintes portugueses foram forçados a resgatar o BPN? E que ainda continuamos a resgatar os bancos de parasitas que nos afundam? 
BANIF??
BPP??
12 MIL MILHÕES PARA A BANCA??
- "Bancos pediram 56 mil milhões de euros a 1% de juros para emprestar ao estado (OTÁRIO?) a 6% e a 5%, em Março 2012. cmjornal
Porque é que a Grécia teve uma negociação de divida mais suave e justa, que nós? Mas que raio de políticos temos nós que descaradamente não nos defendem? Está a passar os limites do descaramento. A traição não dava guilhotina? 
Condições para a Grécia, segundo o video.
    PONTO 1 - A  Grécia conseguiu uma redução dos juros de 1% (6 pontos base)com a desculpa que o seu empréstimo é bilateral (Alemanha e França) 

    POLITICA SERVE DE TRAMPOLIM PARA SUCESSO E IMPUNIDADE.


    políticos cadastro publico privado
    HÁ DÉCADAS, OS MESMOS DE SEMPRE.
    Veja quantos funcionários se 
    A melhor profissão de Portugal? Politico!!! Sem dúvida.
    Os ministros após abandonarem os cargos, arranjam facilmente empregos/tachos, alguns até em áreas que tutelaram durante o período de governação.
    E de facto são vários os ex-governantes que ocuparam ou ocupam altos cargos de empresas, tanto no sector público como no privado. 
    Os currículos de ministros e secretários de Estado mostram que o Governo é um trampolim para uma carreira de sucesso.

    Pires de Lima perde 750 mil euros por ano no Governo.  2013
    O ex-presidente executivo da Unicer ganhou mais de 826 mil euros em 2012, sendo que actualmente como ministro da Economia, António Pires de Lima, vai perder, pelo menos, 750 mil euros por ano, face aos rendimentos que apresentou no ano passado. Receberá cerca de 5 mil euros por mês. fonte

    Após ler a lista escabrosa que se segue e caso queira continuar esta viagem alucinante pelo reino dos tachos, incompetências e até crimes, siga este link e ainda este.

    De políticos a gestores.
    1- Manuel Pinho ainda a recuperar da sua demissão, recebeu uma chamada do empresário Joe Berardo, se Pinho quisesse teria emprego na Fundação.
    Em Junho de 2010, Pinho viria a assumir a presidência de uma fundação, mas não a Berardo: a Arpad Szènes-Vieira da Silva.
    Pinho, que chegou a ser apelidado de "ministro das Renováveis", começou em 2010 a dar aulas na School of International and Public Affairs (SIPA) da Universidade Columbia, uma instituição que recebeu da EDP (empresa aliada do Governo na defesa das energias renováveis) cerca de 3 milhões de euros. 

    2 - Quem também encontrou emprego numa fundação, foi Maria de Lurdes Rodrigues (arguida por favorecer amigos com dinheiros públicos) - ex-ministra da Educação - que é desde 1 de Maio presidente da FLAD.

    3 - O ex-ministro das Obras Públicas, Mário Lino, tornou-se presidente do Conselho Fiscal das companhias de seguros do grupo Caixa Geral de Depósitos. Lino é engenheiro civil, não tendo currículo na banca.

    4 - O ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, António Mexia, terminou o mandato em 2005 e, no ano seguinte, foi escolhido para presidir a EDP. Antes de passar pelo governo, Mexia já contava com currículo na área, tendo ocupado cargos como CEO da Galp (durante quatro anos).

    5 - O ministro da Economia de Durão Barroso, Carlos Tavares, volta a um cargo público 1 ano após o mandato: em 2005 tornou-se presidente da CMVM (Comissão de Mercado de Valores Imobiliários). Carlos Tavares - que estudou na mesma faculdade que o ministro Fernando Teixeira dos Santos e com quem manterá boas relações - foi nomeado já durante o Executivo de José Sócrates.

    Da pasta das Finanças para cargos na banca são vários os exemplos:

    6 - Luís Campos e Cunha, para o Banif em 2006,

    7 - Guilherme d'Oliveira Martins, para o BPN Efisa em 2003,

    8 - Miguel Cadilhe, para o BPA em 1990,

    Ter um tacho não chega, a vida está cara, tem que se acumular vários rendimentos.

    Nogueira Leite ACUMULA 14 CARGOS
    Para todos perceberem que somos um povo fantoche, manipulado para proporcionar lucro e luxos aos nossos políticos e afins, eis um exemplo do uso e abuso de estratégias que permitem articular os interesses, mantendo amigos em cargos vitais e decisivos para que tudo funcione em submissão aos interesses dos políticos e amigos.

    António Nogueira Leite é apenas um exemplo, acumula 15 cargos em grandes empresas vitais para a economia do país, mas não é isso que é o importante nesta história, o que salta à vista é que são empresas "importantes" porque têm contribuído para o enriquecimento dos políticos, num compadrio de favores mútuos. 
    Senão vejamos, é comum os nossos políticos e gestores públicos, incompetentes, montarem negócios ou fundações,  mas a especialidade deles é ARRUINAR o que TOCAM,  por isso arriscam,  mas com redes de protecção, em caso de ruína, o estado avança, oferece o povo em sacrifício e paga. 
    Basta declarem insolvência que a CGD ajuda, ou pedirem, que ela entre com uns milhões... ou como "empréstimo" ou como outra legalidade ilegal. Assim convém manter ESTRATEGICAMENTE, espalhados por muitos sectores, amigos e boys, para quando chegar a hora da aflição, eles os ampararem agilizando o acesso ao dinheiro do povo.
    Este é o quadro doentio, nunca democrático, que os políticos alimentam há décadas, gerações inteiras de portugueses privadas de algum dia chegar a estes cargos, pois estão sempre reservados para os mesmos.

    António Nogueira Leite ACUMULA COM MAIS 14 CARGOS + (vice na CGD). Ser do PSD é pura coincidência... ou será por o rapaz estar desempregado?
    1 - administrador executivo da CUF,
    2 - administrador executivo da SEC,
    3 - administrador executivo da José de Mello Saúde,
    4 - administrador executivo da EFACEC Capital,
    5 - administrador executivo da Comitur Imobiliária,
    6 - administrador (não executivo) da Reditus,
    7 - administrador (não executivo) da Brisa,
    8 - administrador (não executivo) da Quimigal
    9 - presidente do Conselho Geral da OPEX,
    10 - membro do Conselho Nacional da CMVM,
    11 - vice-presidente do Conselho Consultivo do Banif Investment Bank,
    12 - membro do Conselho Consultivo da A. Portuguesa para o Desenvolvimento das Comunicações,
    13 - vogal da Direcção do IPRI.
    14 - É membro do Conselho Nacional do PSD desde 2010. 

    OS INTERESSES OBSCUROS QUE LEVAM A UE E O GOVERNO A SALVAR BANCOS E DESTRUIR O PAÍS?

    PAULO MORAIS... E NÃO SÓ, RESPONDEM...


    Neste video fique a perceber porque Portugal prossegue as operações suicidas de salvar bancos falidos e colocar o país a pagar os crimes e incompetências da banca.
    Todos os nossos sacrifícios e a austeridade têm, afinal, como único objectivo salvar os bancos, porque a Merkel e os países mais fortes, têm interesse em que os bancos falidos dos países corruptos e incompetentes, não afectem e contagiem os seus países.
    Mas nada como ver e ouvir o video e perceberá que andamos a sofrer para salvar milionários corruptos e incompetentes e assegurar a salvação da banca alemã e afins.

    Ajudas a Portugal e Grécia foram resgates aos bancos alemães.
    Philippe Legrain, foi conselheiro económico independente de Durão Barroso, presidente da Comissão Europeia, o que lhe permitiu acompanhar por dentro o essencial da gestão da crise do euro. A sua opinião, muito crítica, do que foi feito pelos líderes do euro, está expressa no livro que acabou de publicar “European Spring: Why our Economies and Politics are in a mess”.
    A tese do seu livro é que a gestão da crise da dívida, ou crise do euro, foi totalmente inepta, errada e irresponsável, e que todas as consequências económicas e sociais poderiam ter sido evitadas.

    @-Porque é que as coisas se passaram assim? O que é que aconteceu?
    Uma grande parte da explicação é que o sector bancário dominou os governos de todos os países e as instituições da zona euro. Foi por isso que, quando a crise financeira rebentou, foram todos a correr salvar os bancos, com consequências muito severas para as finanças públicas e sem resolver os problemas do sector bancário.
    Já é mau demais ter-se um patrão imperial porque não tem base democrática, mas é pior ainda quando este patrão lhe impõe o caminho errado.

    Portugal não tem dinheiro. Não tem fluxos de capital nem stocks de capital. Não tem um sistema bancário funcional.


    Clara Ferreira Alves desmascara o real caos que está a empurrar o país para mais uma bancarrota... mas os responsáveis continuam escondidos. 
    Não se pode ter uma conversa sem ouvir “a minha ideia é fazer um hostel”. As pessoas desaguam na rara atividade económica que dá algum lucro. Para arredondarem os fins de mês e as pensões ou como modo de vida no desemprego. Enquanto durar o turismo, este é o resíduo de prosperidade que um sistema fiscal brutal e uma pobreza geral autorizam.
    Portugal não tem dinheiro. Não tem fluxos de capital nem stocks de capital. Não tem um sistema bancário funcional. Não tem um crescimento económico que assegure o pagamento da dívida sem pedir mais emprestado. E não tem capacidade para sustentar o Estado social e a administração pública.

    Nos hospitais públicos falta equipamento, faltam medicamentos inovadores, faltam técnicos e as esperas são quilométricas sempre que há um surto de doenças de inverno. Os hospitais servem de asilo a velhos cujas famílias não têm meios de os cuidar. 

    Cobardes em fuga ao fisco, apoiados pelo governo.


    Excelente artigo, que denuncia como o governo pactua com os poderosos, permitindo-lhes fugir ao fisco, sem entraves, deixando o estado português impossibilitado de lhes cobrar os respectivos milhões de impostos, ao mesmo tempo que legisla para criminalizar, com penas de prisão, situações que envolvem montantes insignificantes, de impostos.
    Somos um país de cómicos? Ou de loucos?

    Dr. Barra da Costa
    "MOLHADA - Vamos lá ver se a gente se entende, de uma vez por todas:
    -O conjunto de empresas abaixo indicadas, mudou a sua sede para Holanda, Luxemburgo, San Marino e outros países, para fugir aos seus deveres de cidadania e, assim não entregar nos cofres do Estado Português milhões de euros de impostos, na precisa altura em que homens, mulheres e crianças sangram com o peso dos impostos até mais não.
    E ninguém leva presos os accionistas e administradores daquelas empresas.
    Por outro lado, foi aprovado pela A.R., em tempo oportuno, sem votos contra de nenhum deputado de qualquer partido, da esquerda à direita, um conjunto de normas fiscais, onde por uma divida de IRS, IVA, Imposto Selo, retido e não entregue, de valor igual ou superior a 7.501,00€, o cidadão é acusado de um crime lesa -majestade, punível com pena de prisão!
    Vide legislação: CIRS; CIRC; CIVA; IMPOSTO DE SELO, RGIT/Regime Geral das Infracções Tributárias e Código Penal.

    Conclusão: Não pagas 7.501,00 € és acusado de ter praticado um crime contra o Estado e podes muito bem ir parar à prisão. Não pagas milhões de milhões de euros de impostos, és recebido pelos PR, PM, Presidente da Assembleia da República, com beijos e abraços e considerado um mecenas.
    Vejam esta discriminação positiva, tu pagas cá com língua de palmo, eles não, estão isentos, por deslocalização, são as imparidades do regime dos ricos.

    Relação das empresas que fogem de cá e pagam lá:
    Cimpor - Empresa de produção de cimentos (Os donos são os nossos irmãos brazucas, não gostam nada de pagar impostos cá no burgo, gostam de entregar a colecta lá no centro da Europa.)
    • Cofina - empresa de comunicação social , é dona do “Correio da Manhã, o diário desportivo “Record”, “Jornal de Negócios”, os jornais gratuitos “Destak” e “Metro”, a revista de informação “Sábado” bem como outros títulos, entre os quais “TV , Guia”, “Flash!”, “GQ”, e “Automotor”, bem prega Frei Tomás faz o que ele diz, não faça o que ele faz, é gente patriota, só e quando o magano do dinheiro fica em cima da mesa,é que lá se vai o patriotismo)
    • Inapa - empresa de distribuição de papel
    Novabase - empresa de informática
    • ParaRede - empresa de informática
    Soares da Costa - Empresa de construção civil
    • Altri - Empresa de produção papeleira e energético
    Banco Espírito Santo - Empresa de finanças e investimentos (Capitais do Clâ Espirito Santo)
    • Banco Português de Investimento - Empresa de finanças e investimentos
    Banif - Empresa de finanças e investimentos
    Brisa - Empresa concessionária de auto-estradas
    EDP - Empresa de produção e distribuição de electricidade ( Capitais Luso/China), até os chineses gostam de não pagar impostos)
    EDP Renováveis - Empresa de produção de energias renováveis (Capitais Luso/China, até os camaradas gostam de fugir aos impostos)
    Galp - Empresa petrolífera e de combustíveis
    Jerónimo Martins -Empresa de grande distribuição maioritariamente distribuição alimentar (Capitais do clâ Soares dos Santos, o homem até comprou por 30 dinheiros o patriota do António Barreto)
    Mota-Engil - Empresa de construção civil (Capitais do clã António da Mota e o CEO é Jorge Coelho, Chief Executive Officer que designa o mais alto cargo executivo, outro grande patriota)
    • Portucel - Empresa de comercialização de papeis de alta qualidade
    Portugal Telecom - Empresa de telecomunicações e de multimédia ( Quem manda é o duo Granadeiro/Zeinal Bava, dois grandes portugueses)
    REN - Empresa de geração e de distribuição de electricidade (Luso/Chinesa, quem mandam são os chineses, pessoas de bem, democratas de rija tempera...)
    Semapa - Empresa de produção de cimentos
    Sonae Indústria - Empresa de administração de recursos próprios (Capitais do clã Belmiro de Azevedo, o Miguel Vasconcelos ao pé desta família era um santo homem, e mesmo assim foi morto pela populaça)
    • Sonae - Empresa de indústria de matéria-prima, distribuição e venda de alimentos, administração de centros comerciais, turismo construção, telecomunicações, transporte e capitais de risco (Capitais do clã Belmiro de Azevedo, grande apoiante monetário da eleição do actual Presidente da Republica) - diz-me com quem andas, dir-te-ei quem ès!
    • Sonaecom - Empresa de comunicação social, telecomunicações, Internet e informática (Capitais do clã Belmiro de Azevedo - é gente com pronuncia do Norte, gente boa, boa gente, em Angola chamam a esta gente os "Bumbas"... )
    • ZON - Empresa de distribuição de multimédia (Capitais luso-angolanos do clã José Eduardo dos Santos)
    • Media Capital - empresa de comunicação social (Aqui está a TVI , capitais luso/espanhois, bem prega Frei Tomás), detem os seguintes titulos: TVI,TVI24, TVI Internacional, TVI Ficção, TVI, Rádio Comercial, Star FM,Cidade FM,M80.,Best Rock FM,Vodafone FM,Mix FM,Cotonete; Imprensa,Lux,, Lux Woman, Maxmen; Internet, IOL,Portugal Diário,Agência Financeira, MaisFutebol.
    Resumindo: TUDO À MOLHADA E A COMER DA «NOSSA MANJEDOURA.
    Barra da Costa, com VOTOS DE FESTAS FELIZES E 2013 COM SAÚDE E PAZ, QUE O MELHOR VEM ATRÁS!" fonte

    O voto é o nosso doce, a nossa sobremesa, o nosso osso...

    clara ferreira banca bpn cayman

    Os sacrifícios e os saques a que os portugueses se sujeitam, tudo em nome de um doce, um osso - o voto!!
    O voto democrático poderia travar e punir os criminosos.
    Vamos tomar o voto a nosso favor e votar contra os que corrompem o sistema. Vamos finalmente votar e deixar-nos de mentiras e crenças falsas de que o voto nulo, branco ou abstenção, possuem algum poder ou valor.
    Os corruptos fazem tudo para levar os eleitores a acreditar que a abstenção e o voto nulo e branco, possuem um valor sentimental muito grande e poderoso... Pois mas esse valor, é apenas o que o eleitor vê, porque na realidade não possuem valor nenhum. Serve apenas para desviar e desperdiçar milhões de votos que poderiam ser usados contra eles, que são desviados para o vazio. Para a nulidade.
    Está bem explicito na lei que apenas os votos válidos possuem valor e legitimam aquele que tiver mais votos válidos, independentemente dos brancos, dos nulos, da abstenção e dos que os eleitores rabiscam com piadinhas de ódio ou de descontentamento...
    Para os políticos corruptos, enquanto o povo estiver entretido a manifestar o seu descontentamento de forma inócua, e inofensiva, eles estão tranquilos a ganhar eleições sem qualquer luta ou esforço, bastam os militantes e amigos votarem, que o poleiro está garantido... nada nem ninguém se opõe. Os eleitores continuam a brincar ás revoltinhas ilusórias pensando que estão a punir os políticos com votos nulos e com a abstenção...

    "SOU DONA DE MAIS UM BANCO
    NÃO AGUENTO MAIS BOAS NOTÍCIAS. É um arraso, como se diz na Quinta do Lago. Todos os dias sou dona de mais um banco. Todos os dias.
    Fiquei com o BPN e parece que com um banco em Cabo Verde que tem o bonito nome de Insular, Banco Insular de Cabo Verde, fiquei com o Banif, que anuncia nas Amoreiras, na parede lateral de um prédio, com um imenso cartaz desbotado pelos ventos, um amoroso cartão de crédito Hello Kitty, um sinal de maturidade financeira, ter um cartão de crédito do gatinho Hello Kitty, e agora vou ficar com o BPP.
    No problemo, como dizem os mexicanos emigrados e os gangsters, o Estado injeta mais uns milhões de euros, aí uns 400 e tal, quase 500, mais milhão menos mi­lhão, e ainda fica em casa porque o banco tem "disponibilidades".

    Mais uma fundação que vem salvar Portugal. Governo continua a financiar parasitas.

    fundações boys despesismo
    Fundações são uma forma legal de fugir aos impostos. 
    Desengane-se quem pensa que são forças da natureza que nascem para ajudar os mais desfavorecidos, ou contribuir para um mundo melhor.
    Até porque todos nós já financiarmos, secretarias de estado, ministérios, institutosobservatórios, para esse fim... mas os parasitas multiplica-se como qualquer praga, e ainda continuam a nascer mais e mais.
    Organismos parasitas que fingem cuidar de nós.

    "Acaba de ser reconhecida mais uma fundação em Portugal
    A vontade do governo em reduzir o número de fundações em Portugal está cada vez mais difícil de concretizar. Sim, o número de fundações não pára de crescer. Desta vez, é a Fundação Monte, da Póvoa do Varzim, que foi criada em 2010 e que viu o seu estatuto reconhecido precisamente no dia em que foi aprovado o doloroso Orçamento de Estado para 2013.
    E qual a missão da nova fundação? A “Fundação tem como fins primordiais a promoção da educação, o fortalecimento da solidariedade social, o apoio a entidades públicas e/ou de reconhecido interesse público e o desenvolvimento de infra-estruturas de interesse público, como sejam redes de águas e saneamento, estações de tratamento e pequenas redes viárias”, pode ler-se no Infoempresas. Sem surpresa, consta-se que por detrás desta iniciativa estão os sócios da construtora Monte Adriano, com sede na Póvoa do Varzim. fonte

    Por que é que o Grupo Ascendi esconde quem realmente é?
    Quem quiser saber quem são os accionistas da Ascendi não encontra resposta no site da empresa, mas encontra no site da Mota-Engil (a empresa do tal António Mota dos vários crimes financeiros, e gerida pelo socialista Jorge Coelho, ex-ministro das obras, precisamente, até Janeiro passado). 1)
    Um cidadão que pague portagens nas ex-Scut e que deseje saber quem é o raio da tal Ascendi que lhe saca os pagamentos, sorrirá ao encontrar no site da Ascendi o botão “Estrutura Accionista”. Mas aí só tem direito a saber que a Ascendi é detida na maioria pelo Grupo Ascendi, com participações das construtoras Hagen e Monte Adriano, Amândio Carvalho, Rosas Construtores e dos bancos Santander, Banif, Caixa e BCP. E uma empresa chamada Mospag que, procurando na internet e juntando dois mais dois, se deduz que pertença à Monte Adriano.
    Quem é o Grupo Ascendi? A resposta só a encontra quem já a souber de antemão. É entrar no site da maior construtora portuguesa, a Mota-Engil – Um Mundo de Inspiração. Aí ganha-se direito a este detalhe: «Ascendi Group é detida em 60% pelo Grupo Mota-Engil e em 40% pelo Grupo Banco Espírito Santo».

    Como todos devem calcular ainda não havia ninguém a cuidar destes "fins primordiais"!!!
    As fundações são também de grande utilidade para fugir a impostos, branquear dinheiro, albergar boys e família e são ainda um meio eficaz de ir buscar dinheiro ao estado, sem fazer nada para o merecer.

    NESTE VIDEO PAULO MORAIS REFERE A MONTE ADRIANO COMO UMA EMPRESA PROTEGIDA NA AR. ESTÁ TUDO EXPLICADO

    Paulo Morais faz um retrato assertivo, do que são na realidade e para o que servem as fundações. /Fraudes & Fundações
    "As fundações públicas devem ser extintas. 
    As fundações privadas sem recursos têm de mudar de nome. E aquelas que, embora dispondo de meios, não perseguem um fim social visível, devem perder o seu estatuto de utilidade pública. 
    Esta verdadeira limpeza levará à eliminação de centenas destas entidades. No final, restarão apenas cinco ou seis genuínas fundações.
    Uma verdadeira fundação é uma entidade cujo instituidor, dispondo de meios avultados (não do estado), de um fundo, decide disponibilizá-lo à comunidade para perseguir um dado desígnio social, um qualquer benefício colectivo.
    Nesta perspectiva, as fundações públicas nem sequer são fundações. São departamentos públicos travestidos, cujo estatuto lhes permite viverem de forma clandestina. 
    Os seus directores não estão sujeitos a regras da administração pública. Podem contratar negócios sem qualquer controlo, permitem-se ainda recrutar pessoal sem concurso. Utilizam os recursos públicos em função dos seus interesses e dos seus negócios privados.
    Já quanto às actuais fundações privadas(...)cujos instituidores são pessoas de muitas posses que registam os seus bens em nome de fundações particulares, mas que nada dão à sociedade.
    Com este esquema, ficam isentos de pagar IRC na sua actividade, os seus terrenos e prédios não pagam impostos, como o IMT e o IMI. Até alguns dos seus carros ficam isentos de pagar imposto de circulação e imposto automóvel.
    Estes cavalheiros conseguem assim um paraíso fiscal próprio, verdadeiras "off--shores" em território nacional. Retirem-lhes pois o estatuto de utilidade pública.
    Feito este expurgo, restará um restrito grupo de entidades criadas por aqueles milionários que decidiram legar parte da sua riqueza em benefício da sociedade que os ajudou enriquecer. São os casos de Gulbenkian, Champalimaud e poucos mais. Para honrar a sua memória, há que impedir que as suas organizações sejam confundidas com pseudo fundações, casas de má fama geridas por oportunistas." Paulo Morais

    Este video de José Gomes Ferreira, conta um  desses casos de ilustres milionários que usam subsídios do estado, para pseudo fundações, que serve na verdade para restaurar as suas moradias e realizar grandes festas privadas.

    Ou ainda, acedendo a este outro video, ao minuto 1,20, mais uma história interessante sobre a fundação do Montepio Geral.



    Jerónimo Martins, António Borges, Alberto da Ponte... e outras coincidências ou promiscuidades?

    Mais uma coincidência? A sequência de acontecimentos? Tudo na legalidade, afinal quem somos nós para julgar as ilegalidades deles?
    Rtp Relvas Borges tramar
    Fonte; esquerda net. 
     Clique na imagem para  ampliar 
    # “O Estado não é bom gestor, muito menos de televisão” Dizia António Borges, Conselheiro do Governo para as Privatizações.
    #  23 de Agosto de 2012 - "Angolana Newshold cria empresa para comprar canal da RTP" jornaldenegocios
    23 de Agosto de 2012 - "António Borges admite despedimentos na RTP." agenciafinanceira
    # "RTP custou mil milhões aos cofres públicos desde 2009" jornaldenegocios

    Vejam mais esta sequência de acontecimentos:
    1) A TROIKA sugere a VENDA do negócio rentável da  SAÚDE da CGD-Caixa Geral de Depósitos;
    2) O Governo nomeia ANTÓNIO BORGES como CONSULTOR para  orientar a VENDA dos negócios PÚBLICOS (privatizações);
    3) O Grupo SOARES DOS SANTOS (Jerónimo Martins) CONTRATA o mesmo ANTÓNIO BORGES como ADMINISTRADOR (mantendo este as suas funções de VENDEDOR dos negócios PÚBLICOS;
    4) O Grupo SOARES DOS SANTOS (Jerónimo Martins) anuncia a criação dum NOVO NEGÓCIO na área da SAÚDE (noticiado no início desta semana pela imprensa);
    5)  A TROIKA exige a VENDA URGENTE do negócio da SAÚDE da CGD já este MÊS (notícia de hoje na imprensa)
    6)  A TROIKA não exigiu que mais nenhum Banco abandonasse os seus negócios da saúde, obrigando-os assim a confinarem a sua actividade ao que lhes deverá ser essencial: financiar a economia.
    ... e NINGUÉM repara? 
    ... NINGUÉM diz nada?
     Claro que dirão que é o "mercado" a funcionar "se" o Grupo SOARES DOS SANTOS adquirir por uma bagatela a área de negócio rentável da SAÚDE da CGD, por ajuste directo (sem concurso).
    ...  NINGUÉM exigirá explicações?
     ... NINGUÉM fala em tráfico de influências?
     ... NINGUÉM aponta indícios de corrupção?


    Catarina Martins, deputada do BE, questionou o ministro sobre se considerava ter condições para liderar este processo e questionou Miguel Relvas sobre a participação de António Borges, dizendo que, neste processo, Miguel Relvas "se faz acompanhar mal". 
    "Quem não tem condições para liderar é a senhora deputada, porque os portugueses não a escolheram para essa função. O seu partido não ganhou eleições", afirmou Miguel Relvas, garantindo que a venda da RTP vai ser feita com "a maior transparência" e salientou o sucesso das privatizações já realizadas, da EDP e REN, contestando a afirmação da deputada Catarina Martins de que essas alienações públicas não tinham sido bem sucedidas. Ao tomar novamente a palavra, a deputada bloquista respondeu a Miguel Relvas: "fui eleita para fazer oposição e para o fiscalizar. Na mesma legitimidade que o senhor ministro terá para governar, eu tenho para fazer perguntas por muito incomodado que possa ficar".jornaldenegocios

    Governo gasta 508 milhões com a RTP. Valor é quase o dobro da verba disponibilizada para o Centro Hospitalar Lisboa Norte.
    O ministro-adjunto e dos Assuntos Parlamentares disse que o esforço financeiro do Estado com a RTP totaliza os 508 milhões de euros em 2012, o que justifica a necessidade da reformulação do grupo.
    Peso financeiro do Estado com o Centro Hospitalar Lisboa Norte - Hospital Santa Maria é de cerca de 290 milhões de euros e com o São João do Porto é de cerca de 289 milhões de euros".
    O ministro com a tutela da Comunicação Social explicou que o valor foi influenciado pela liquidação da dívida de médio e longo prazo, efectuado no primeiro trimestre, depois de analisados o valor dos juros a pagar, nas atuais condições e com o 'downgrade' da notação da República.
    Miguel Relvas explicou que o objectivo de alienar a licença de exploração de um dos canais tem como objectivo "alcançar uma forte contenção dos seus custos operacionais e financeiros". cmjornal

    Francisco Louçã, acusou o Governo de tomar os portugueses "por parvos" em casos como o do alegado duplo pagamento na Lusoponte ou da escolha de António Borges para acompanhar o processo de privatizações.
    "A Lusoponte recebeu o dinheiro dos automobilistas e o dinheiro do Estado e o Governo vem dizer numa candura infinita que não houve 2 pagamentos, mas 2 recebimentos, devem pensar que somos parvos", começou por afirmar.
    O fundador do BE referiu-se depois à polémica da nomeação de António Borges pelo Governo como consultor e da sua possível nomeação para um lugar na administração da Jerónimo Martins.
    "O doutor António Borges, ex-responsável do PSD, é convidado para um grupo do Governo para dirigir o processo das privatizações e logo depois aceita um lugar na administração do grupo empresarial que corresponde à maior fortuna que existe em Portugal, devem pensar que somos parvos", continuou Louçã.

    Ministério das Finanças disse em comunicado que não existe incompatibilidade ou conflito de interesse entre o cargo que António Borges irá assumir na administração da Jerónimo Martins (JM) e as funções de consultoria junto da Parpública.
    No mesmo sentido,  Pedro Passos Coelho, afirmou que não há "nenhuma incompatibilidade", quer legal, quer política, entre as funções que António Borges vai desempenhar na administração da Jerónimo Martins e de consultoria junto da Parpública.
    Na sua intervenção, Francisco Louçã apontou ainda o caso de Luís Amado, ex-ministro dos Negócios Estrangeiros do PS, e a sua nomeação para presidente do Banif.
    "Um ministro do PS, do Governo anterior, na mesma semana aceita a presidência de um banco privado e ao mesmo tempo entra no conselho de administração da sociedade que gere o 'offshore' da Madeira, contra o qual ele no Governo se proclamava sempre, devem pensar que somos parvos", disse.
    Para Louçã, "em todas estas questões há sempre esta conexão de facilidade, de cumplicidade, de apoios, o mistério do dinheiro, a sobreposição das decisões", em que "o povo fica sempre a perder".
    "Da Lusoponte às incompatibilidades, aos favorecimentos, às privatizações, a todos os negócios, o povo perde sempre", disse. expresso

    "Alberto da Ponte é o novo presidente do conselho de administração da RTP.
    No currículo do gestor estão também passagens pela Jerónimo Martins Distribuição como administrador (...). " fonte
    A promiscuidade destes senhores, não deixará de nos surpreender...
    Mais noticias sobre a RTP, interessantes...

    Portugal vive há décadas a trabalhar para a banca.


    Cidadã, indignada, deixa uma mensagem com duras criticas ao sector da banca, utilizando como alvo directo o arrogante atrevido e imoral Ulrich, que teima em ofender os mais fustigados pela crise.

    "Sem açúcar nem afecto, em discurso directo.
    “Maior crime que roubar um banco, é fundar um banco” 
    Brecht

    Sei que a raiva não é boa conselheira. Paciência. Aí vai.
    Havia dantes no coração das cidades e das vilas umas colunas de pedra que tinham o nome de picotas ou pelourinhos. Aí eram expostos os sentenciados que a seguir eram punidos com vergastadas proporcionais à gravidade do seu crime. Essa exposição tinha também por fim o escárnio popular.
    Era aí que eu te punha, meu glutão.
    Atadinho com umas cordas para que não fugisses. Não te dava vergastadas. Vá lá, uns caldos de vez em quando. Mas exibia-te para que fosses visto pelas pessoas que ficaram sem casa e a entregaram ao teu banco. Terias de suportar o seu olhar, sendo que o chicote dos olhos é bem mais possante que a vergasta.
    Terias, pois, de suportar o olhar daqueles a quem prometeste o paraíso a prestações e a quem depois serviste o inferno a pronto pagamento.
    Daqueles que hoje vivem na rua.
    Daqueles que, para não viverem na rua, vivem hoje aboletados em casa dos pais, dos avós, dos irmãos, assim a eito, atravancados nos móveis que deixaram vazias as casas que o teu banco, com a sofreguidão e a gulodice de todos os bancos, lhes papou sem um pingo de remorso.

    Dizes com a maior lata que vivemos acima das nossas possibilidades. Mas não falas dos juros que cobraste. Não dizes, nessas ladainhas que andas sempre a vomitar, que quando não se pagava uma prestação, os juros do incumprimento inchavam de gordos, e era nesse inchaço que começava a desenhar-se a via-sacra do incumprimento definitivo.
    Olha, meu estupor, sabes o que acontece às casas que as pessoas te entregam? Sabes, pois… São vendidas por tuta e meia, o que quer dizer que na maior parte dos casos, o pessoal apesar de te ter dado a casa fica também com a dívida. Não vale a pena falar-te do sofrimento, da vergonha, do vexame que integra a penhora de uma casa, porque tu não tens alma, banqueiro que és.
    Tal como não vale a pena referir-te que os teus lucros vêm de crimes sucessivos. Furtos. Roubos. Gamanços. Comissões de manutenção. Juros moratórios. Juros compensatórios, arredondamentos, spreads, e mais juros de todas as cores. Cartões de crédito, de débito, telefonemas de financeiras a oferecerem empréstimos clausulados em letrinhas microscópicas, cobranças directas feitas por lumpen, vale tudo, meu tratante. Mesmo assim tiveste de ser resgatado para não ires ao fundo, tal foi a desbunda. E, é claro, quem pagou o resgate foram aqueles contra quem falas todo o santo dia.

    Este país viveu décadas sucessivas a trabalhar para os bancos. Os portugueses levantavam-se de manhã e ainda de olhos fechados iam bulir, para pagar ao banco a prestação da casa. Vidas inteiras nisto. A grande aliança entre a banca e a construção civil tornavam inevitável, aí sim, verdadeiramente inevitável, a compra de uma casa para morar. Depois os juros aumentavam ou diminuíam conforme era decidido por criaturas que a gente não conhece. A seguir veio a farra. Os bancos eram só facilidades. Concediam empréstimos a toda a gente. Um carnaval completo, obsessivo, até davam prendas, pagavam viagens, ofereciam móveis. Sabiam bem o que faziam.
    Na possante dramaturgia desta crise entram todos, a banca completa e enlouquecida, sendo que todos são um só. Depois veio a crise. A banca guinchou e ganiu de desamparo. Lançou-se mais uma vez nos braços do estado que a abraçou, mimou e a protegeu da queda.

    Vens de uma família que se manteve gloriosamente ricalhaça à custa de alianças com outros da mesma laia. Viveram sempre patrocinados pelo estado, fosse ele ditadura ou democracia. Na ditadura tinham a pide a amparar-vos. Uma pide deferente auxiliava-vos no caminho. Depois veio a democracia. Passado o susto inicial, meu deus, que aflição, o povo na rua, a banca nacionalizada, viraram democratas convictos. E com razão. O estado, aquela coisa que tu dizes que não deve intervir na economia, têm-vos dado a mão todos os dias. Todos os dias, façam vocês o que fizerem.
    Por isso falas que nem um bronco, com voz grossa, na ingente necessidade de cortes nos salários e pensões. Quanto é que tu ganhas, pá?
    Peroras infindavelmente sobre a desejável liberalização dos despedimentos.
    Discursas sem pejo sobre a crise de que a cambada a que pertences é a principal responsável.
    Como tu, há muitos que falam. Aliás, já ninguém os ouve. Mas tu tinhas que sobressair. Depois do “ai aguenta, aguenta”, vens agora com aquela dos sem-abrigo. "Se os sem-abrigo sobrevivem, o resto do povo sobreviverá igualmente."
    Também houve sobreviventes em Auschwitz, meu nazi.
    É isso que tu queres? Transformar este país num gigantesco campo de concentração?
    Depois, pões a hipótese de também tu poderes vir a ser um sem-abrigo. Dizes isto no dia em que anuncias 249 milhões de lucros para o teu banco. É o que se chama um verdadeiro achincalhamento.

    Governo coloca Portugal ao serviço dos agiotas.


    Neste video, Paulo Morais garante que estamos a ser escravizados, e não resgatados.


    "Servos da dívida
    O desígnio maior das políticas do governo é o pagamento de juros.
    Os governantes reduzem assim cidadãos e empresas à condição de escravos ao serviço de agiotas.
    A intervenção externa, a que estamos condenados desde 2011, já teve por primeiro objetivo garantir que o estado português disporia de recursos para pagar os juros usurários a que se tinha comprometido ao longo dos anos, em particular nos últimos meses da era Sócrates.
    Os sucessivos empréstimos da troika não vieram resgatar o estado português, mas sim os bancos a quem este devia dinheiro.
    Com o resgate da banca veio o sequestro do estado português. A maior das despesas públicas é agora o pagamento de serviço da dívida, que orça em cerca de oito mil milhões de euros anuais. Mais do que à educação, à saúde ou à segurança social, os impostos dos portugueses destinam-se ao pagamento de dívidas mal contratualizadas ao longo dos anos.
    Gastar mais em juros do que em qualquer área social é irracional. Seria o equivalente, em termos de economia doméstica, a uma família despender mais em perfumes do que em alimentação.
    Para sustentar um orçamento monstruoso e enviesado, o governo endurece a carga fiscal, agrava o IVA na restauração, aumenta o IRS a quem ganha mil euros, baixa as pensões e as reformas. A quebra do poder de compra reflete-se na diminuição do consumo e consequente redução da riqueza do país. Fecham empresas, aumenta o desemprego. O modelo de gestão das finanças públicas destrói a economia.
    Cidadãos e empresas ficam assim sujeitos ao empobrecimento e reduzidos à condição de servidores do orçamento de estado.
    Até as verbas da segurança social são, de forma perversa, desviadas para títulos de dívida pública. Ao obrigar os pensionistas à condição de credores do estado, o governo inviabiliza qualquer renegociação de dívida. Pois doravante a redução de juros ou o alargamento da maturidade dos empréstimos virá prejudicar fortemente as reformas e pensões.
    Voltamos ao sistema feudal. Assim como na Idade Média rural os portugueses eram servos da gleba, hoje, em época de predomínio financeiro, estamos condenados à condição de meros servos da dívida." Paulo Morais

    Apenas um escravo suporta tanto abuso; 
    "Os portugueses vão precisar de trabalhar este ano mais de cinco meses, até ao dia 4 de Junho, apenas para pagar impostos e só daí em diante o salário se torna verdadeiro rendimento líquido, segundo um estudo." fonte

    Como vender os interesses de Portugal, em troca de salários de luxo para toda a vida? EDP Mais um exemplo a lesar o estado.

    aznar corrupção EDP
    Passos Coelho aprende rápido.
    A EDP é agora uma empresa privada. Fará sentido manter-se como cobradora de taxas públicas? Ou deveria assumir o seu papel de empresa  privada, fornecedoras de serviços, como tantas outras?...
    Provavelmente deveriam ter-se renegociado estes detalhes por alguém que defendesse os interesses dos portugueses.
    As privatizações continuam envoltas no suspense típico da falta de transparência com que se  negoceiam os interesses da nação, pelo governo português. Será que nos espera uma espécie de caos, como o que se gerou na Argentina?
    Os cidadãos já não acreditam na defesa dos seus interesses, graças a governos sucessivos que teimam em, descaradamente, exibir que temos razões para isso. No contexto da EDP:
    - Foi o caso da contratação dos BOYS da EDP, com especial destaque para Cartroga.
    - Depois foi o secretário de Estado da Energia que se demitiu, quando tentou defender os  interesses do estado portugues.
    - Para não restarem dúvidas dos interesses defendidos nas privatizações e outras negociatas, temos a noticia transmitida na imagem em cima, que representa uma realidade comum entre os nossos políticos, onde o PM Aznar, responsável pela privatização da "EDP" espanhola é agora acusado de ser agora, seu assessor e de os preços terem subido 80%.
    - Pagar favores com cargos é algo comum em países corruptos e arruinados. Onde a gestão das empresas públicas, é na realidade o oferecer de salários a incompetentes amigos, em vez de ser um verdadeiro acto de gestão e competência.
    - Negociar contra o estado e contra os portugueses também tem sido comum.

    A conclusão é que continuamos indefesos dos interesses dos que nos (des)governam e agora também indefesos perante a vontade da EDP. Os que nos deviam defender, aliaram-se ao "inimigo" e nós nada podemos fazer para os deter, nem neste governo nem nos próximos, pois a democracia, que eles reinventaram, permite-lhes ganhar sempre as eleições e estarem sempre no poder os 3 amigos, nossos inimigos, PS/PSD/CDS.
    Temos a factura da EDP inflacionada por despesas da empresa e não pelo nosso consumo. Pagamos taxas para a energia eólica, taxas para a investigação, taxas insularidade das ilhas, taxas para energia solar... como diz Paulo Morais, "a EDP está a exercer um poder tributário, privilégio dos estados."... mas já não é do estado!!!
    Paulo Morais acrescenta
    "A sua fúria despesista, a expensas do povo, não pára. A nova e malfadada barragem do rio Tua irá gerar lucros milionários para a EDP porque tem uma rentabilidade garantida pelo Estado, pela via do défice tarifário que todos pagamos.
    Acresce que a EDP arroga-se estar à margem da lei. Bem recentemente lançou uma campanha publicitária utilizando ilegalmente crianças, visando a venda de serviços que não têm relação directa com a sua faixa etária. O que é interdito, nos termos da lei da publicidade. A EDP emprega trabalho infantil, lesa a dignidade das crianças, mas fica impune. O que só é possível porque dispõe de uma enorme influência sobre o poder político. Eduardo Catroga, em nome do PSD, advogava a redução das rendas pagas à empresa, para logo a seguir defender, enquanto presidente da eléctrica, a manutenção do seu pagamento. 

    A ministra Assunção Cristas e o deputado Mesquita Nunes estão ligados ao escritório de advogados que assessora a sociedade nos seus maiores processos, enquanto tutelam e fiscalizam negócios em que o estado tem favorecido descaradamente a empresa. O deputado Pedro Pinto é consultor de empresas intimamente dependentes da EDP. E muitos mais.
    Há muitos políticos de duas caras. Duas caras… e muitas coroas. Por outro lado, todos quantos se opõem ao poder da eléctrica, como o ex-secretário de estado Henrique Gomes, que pretendia reduzir-lhe as rendas em 165 milhões, são convidados a "demitirem-se".
    Como a EDP beneficia de favores políticos sem limite por parte de políticos sem vergonha, estamos condenados à servidão a uma organização que já não é só uma empresa eléctrica. É um estado dentro do estado.
    CM
    Posto isto resta concluir que todos os parágrafos acima, exemplificam a forma como são defendidos os interesses das privatizações e das grandes empresas. Claramente o povo é marginalizado e lesado sem qualquer pudor ou justiça... indefeso e afastado na ignorância, resta-lhe ir esperando que Portugal definhe e os políticos e amigos enriqueçam desmesuradamente.

    Estamos ainda perante mais um triste fenómeno, que não é nada mais nada menos, que pura corrupção disfarçada de competência. Tráfico de cargos...
    Tal como Aznar, estes senhores garantem os interesses das empresas, não apenas pelo que recebem no momento, mas pelas rendas que receberão até ao fim dos seus dias... jamais detectáveis como corrupção...
    Os favores que prestaram ás empresas com dinheiro dos portugueses são retribuídos com cargos, dispersos por várias empresas, com o único intuito de acumular salários, sem fazer nada de visível em nenhuma, pois todos sabemos que um bom gestor de uma boa empresa, raramente tem tempo para o seu cargo quanto mais para 7 ou 8. Mas estes senhores tem tempo para roubar 7, 9, ou 10 empregos, acumulando-os de forma descaradamente parasitária, apenas como forma de pagamento de favores ou para exercer influencias. Como podemos ver por um mail trocado por Oliveira e Costa, a forma como eles escolhem os gestores...
    Eis o exemplo dos senhores que tem tempo e competência para 15 cargos... !!!???
    António Nogueira Leite ACUMULA COM MAIS 14 CARGOS + (vice na CGD). Ser do PSD é pura coincidência... ou será por o rapaz estar desempregado?
    1 - administrador executivo da CUF,
    2 - administrador executivo da SEC,
    3 - administrador executivo da José de Mello Saúde,
    4 - administrador executivo da EFACEC Capital,
    5 - administrador executivo da Comitur Imobiliária,
    6 - administrador (não executivo) da Reditus,
    7 - administrador (não executivo) da Brisa,
    8 - administrador (não executivo) da Quimigal
    9 - presidente do Conselho Geral da OPEX,
    10 - membro do Conselho Nacional da CMVM,
    11 - vice-presidente do Conselho Consultivo do Banif Investment Bank,
    12 - membro do Conselho Consultivo da A. Portuguesa para o Desenvolvimento das Comunicações,
    13 - vogal da Direcção do IPRI.
    14 - É membro do Conselho Nacional do PSD desde 2010.

    Faria de Oliveira
    1 - Administrador não executivo da TAP,2002/2004
    2 - Administrador do IPE 2001/2003
    3 - Presidente do conselho de administração do IPE Macau 2000/2002
    4 - Vice presidente do conselho de administração do IPE turismo 2011/2003
    5 - Vice presidente do conselho de administração do IPE estudos e projectos internacionais 2001/2003

    Luís Parreirão, após sair do governo como secretário de estado adjunto e das obras públicas, ingressou quase de imediato na Mota Engil e outras empresas ligadas a obras!
    Em 2005 era então presidente do conselho de administração das seguintes sociedades
    1 - Mota engil - concessoes de Transportes SGPS, SA
    2 - AENOR auto estradas do Norte, SA
    3 - Lusoscut auto estradas da Beira litoral, SA
    4 - Lusoscut auto estradas da costa de prata, SA
    5 - Lusoscut auto estradas do GP, SA
    6 - Operanor operação e manutenção de auto estradas, SA
    7 - Operadora Lusoscut BLA operação e manutenção de auto estradas, SA
    8 - Operadora Lusoscut operação e manutenção de auto estradas, SA
    9 - Operadora Lusoscut GP operação e manutenção de auto estradas, SA
    (Segundo o livro "Como os políticos enriquecem em Portugal" )

    Mira Amaral também tinha muitos empregos para se distrair, estes são apenas casos mais recentes
    Mira amaral tachos favores
    Segundo o livro " Como os politicos enriquecem em Portugal" ainda falta acrescentar a esta lista os cargos: Administrador da Inter Risco,SA de 2000 /2002
    Administrador do BPI ventures entre 2000/2002
    Administrador da TUtel, SA  entre 2000/2002
    Administrador da soc. portuguesa de inovação, SPI, SA desde 2000
    Membro do Conselho de supervisão do Royal Lankhorst group, na Holanda desde 2001

    António Mexia, segundo o mesmo livro, entre 2001 e 2004 dividia a sua extrema competência por 14 cargos, alguns não remunerados ... mas muito "úteis"...