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Pagamos os empregados do Ulrich, e os desempregados do Ulrich? A farsa dos estágios, para ajudar empresários oportunistas.


ulrich corrupção apodrecetuga aguenta
Os banqueiros, capitalistas parasitas sem vergonha, que passaram a vida a viver à grande, ás custas do apoio dos governos, ou seja dos nossos impostos, ainda continuam a ter a lata de atirar areia para os olhos do povo, que, coercivamente, os sustenta?
Em baixo, veja a compilação de artigos que mostram a hipocrisia do sistema e deste personagem em especial. Desde 2011, o BPI já despediu centenas de pessoas, e agora tem o descaramento de se vangloriar por contratar 250 estagiários, para ajudar o país, "no âmbito da sua política de responsabilidade social" hipócrita?

"O Banco BPI vai promover 250 estágios profissionais remunerados, integrados no programa Movimento Para o Emprego, uma iniciativa conjunta da Fundação Calouste Gulbenkian e da COTEC Portugal em parceria com o Instituto do Emprego e Formação Profissional.
No âmbito da sua política de responsabilidade social, o BPI aderiu a esta iniciativa que visa combater o desemprego jovem qualificado, adianta a instituição financeira, liderada por Fernando Ulrich, num comunicado.
“Numa altura de elevado desemprego que estamos a atravessar, é muito importante que as empresas possam apostar neste tipo de processos de aprendizagem, que possibilitam uma experiência de trabalho em contexto real, promovem a aquisição de novas competências potenciadoras da empregabilidade dos jovens e são indispensáveis para um profissional que deseja estar preparado para enfrentar os desafios de uma carreira”, afirmou Fernando Ulrich, presidente do BPI.
O BPI possibilita ainda "um programa de acolhimento, integração e formação completo, moderno e compatível com as elevadas exigências do mercado, assim como acompanhamento do estágio por parte de um orientador do BPI", adianta o comunicado.
Requisitos:
Podem candidatar-se todos os licenciados, ou com grau académico superior, com idade máxima de até 30 anos. As áreas de formação preferenciais são: gestão, economia, contabilidade, direito e engenharia." fonte
Ou seja o BPI vai ter licenciados a quem pagará apenas 160 euros? Os fundos europeus muito bem empregues.
""Os estágios do Movimento para o Emprego têm a duração de um ano e são suportados por fundos europeus em 80%, sendo o remanescente financiado pelas empresas aderentes. Com uma remuneração mensal no valor de 800 euros... "" fonte

Mas também pagaremos os da EDP, SONAE, etc etc etc .... é quem quiser! SALDOS-  licenciados por menos de 300 euros, o estado paga o resto, ao abrigo do estimulo de 2013...
EDP tem estágios remunerados para 25 jovens licenciados. fonte



O governo tem usado e abusado de esquemas enganosos e dispendiosos, para deturpar os dados do desemprego e da criação de emprego, ao mesmo tempo promove a precariedade e favorece as grandes empresas. Esses verdadeiros abutres atentos que rondam os que tombam em dificuldades, vampiros sedentos de sangue alheio.
Todos devem conhecer casos como este que passo a relatar e que proliferam pelo país. As empresas despedem 7, 8, 20, ou 300 funcionários, os que lhes convier... para depois contratarem estagiários, já DESPOJADOS de direitos, e agora pagos pelos contribuintes.
Um caso para exemplo: uma clínica dentária, despediu a sua recepcionista, que realizava serviço de recepção, assistente, limpeza, contabilidade, trabalhos técnicos, etc etc... a troco do salário mínimo nacional.

Ai aguentam, aguentam... façam como o Ulrich que aguentam tudo.


É um fartar, vilanagem.
Mas para quando uma verdadeira revolução que extermine esta máfia de uma vez por todas. 
Roubam em todas as frentes. Criam bancos para roubar impostos, criam empresas para roubar subsídios, inventam fundações, institutos e observatórios para criar JOBS FOR MAIS BOYS,  roubam postos de trabalho pois só eles possuem o direito exclusivo e divino aos cargos de topo, roubam futuros aos jovens que emigram, aos idosos que morrem precocemente, ás crianças que vêem as famílias a desmoronar-se. 
Mas eles aguentam... pois aguentam, com o mal dos outros vivem eles bem. 

Ora este srº Ulrich com tantas dependências do BPI e empresas anexas, não está a precisar de uma consultora competente e de confiança como a sua esposa? Não tem uma vaga para ela? Não confia nela nem nas suas capacidades? É estranho desperdiçar uma força de trabalho e de competência, e ainda por cima, da família, num cargo da função Pública... Oh Ulrich, faz lá esse favor e arranja um tacho para a tua competente esposa e competentíssimo filho.


O banqueiro, a sua Isabelinha e o senhor Presidente.
Sabem quem é uma das «consultoras» do senhor Presidente da República? Vejam o despacho na imagem em cima...  A esposa do arrogante Ulrich, o tal que decidiu que os outros aguentam os sacrifícios, impostos ao povo, pelos quais ele é um dos responsáveis.
A estes parasitas sem escrúpulos nada lhes basta. Não lhes chegam os benefícios que obtém explorando o povo através da banca protegida pela governo, ainda têm que roubar emprego aos necessitados. Ainda têm que humilhar o cidadão comum que passa fome e não encontra emprego. O cidadão que não possui o direito de competir com os boys e girls, em igualdade de circunstancia, no mercado de trabalho, pois os jobs estão sempre reservados para os boys e girls. 

Para estes seres carenciados nunca há desemprego, é pai, mãe e filho, todos na sombra do estado, incapazes de fazer pela vida, não descolam!? Há que manter sempre uma ligação com o dinheiro público.
Que pai ingrato que não mete o seu próprio filho a ganhar uns 10 mil euros ou 20 mil a gerir uma das suas empresas ou dependências. Será que o filho não é de confiança? Ou é um inútil sem remédio? É que nesse caso está bem assim e seguro, num tacho do estado.

É por volta da altura em que se atinge este volume de impostos que se costuma oferecer ao trabalhador: umas grilhetas e um chicote.

"A algibeira é redonda
Passos Coelho e Vítor Gaspar descobriram que o limite da algibeira dos portugueses é como a linha
do horizonte
Quando, em 1917, a Mãe de Deus, Todo-Poderoso, Senhor do Universo, decidiu visitar o concelho de Ourém, toda a gente percebeu que o futuro de Portugal estava no turismo.
Se a zona centro, menos favorecida do que outras na beleza da paisagem, era capaz de atrair viajantes pertencentes àquele importante segmento do mercado turístico, que sucesso poderia ter, por exemplo, o Algarve?
Para o Governo, contudo, o turismo será uma fonte de rendimento interessante, mas não a principal.
O futuro de Portugal passa sobretudo pelos impostos, e é neles que o Governo tem aplicado toda a sua criatividade e iniciativa.
José Sócrates impôs três programas de estabilidade e crescimento, e Passos Coelho avançou com outros tantos pacotes de medidas de austeridade adicionais.
De todas as vezes que as medidas foram apresentadas, houve sempre alguém - fosse uma pessoa com influência e prestígio na sociedade portuguesa, fosse o Presidente da República - que tomou a palavra para dizer: cuidado, há um limite para os sacrifícios do povo português. E, no entanto, semanas depois, novos aumentos. E as mesmas vozes voltavam a avisar: atenção, os sacrifícios têm um limite.

Os portugueses aguentam, a sanidade mental e física, é que não.

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Os portugueses aguentam... Ou não!
Os nossos políticos despesistas, incompetentes e saqueadores, terão o descaramento de dizer isso aos portugueses que se suicidam? Que partem e que morrem, devido ao excesso de sacrifícios? Portugueses encurralados numa pobreza, pela qual não são responsáveis.
Eles que vão dizer isso aos milhares de idosos que morrem sem medicamentos, sem consultas e sem aquecimento.
14 Fevereiro 2013
"Ambos com 63 anos, Gaia, na fria madrugada de ontem o homem decidiu acender um fogareiro no quarto. O fumo, porém, foi fatal: pela manhã, o filho do casal encontrou Fernando sem vida, na cama. Estava abraçado a Maria, que sobreviveu. Ele não quis que a mulher passasse frio e aconteceu esta tragédia. " fonte
14 Fevereiro 2013
Horas antes, Sintra, um homem de 57 anos morreu, também vítima de intoxicação por monóxido de carbono – depois de se aquecer com uma braseira. Um amigo encontrou-o morto, na banheira da casa de banho, com a braseira em chamas ao lado. fonte
11 Março 2013
" Pai sufocado em dívidas atira-se a um poço com filho de 2 anos nos braços." Viana do Castelo. Fonte
26 de Janeiro 2013 
A mãe que envenenou os filhos e se suicidou de seguida, foi mais uma das vitimas da austeridade, empurrada para a morte porque não aguentou.
Os media não contaram toda a história, mas Hernani Carvalho, relatou na revista "TV Mais", que a professora, desempregada, tinha chegado a uma situação extrema e desorientadora. Vivia com os 2 filhos numa casa sem luz, água e gás. Conta que os filhos, por vezes ficavam em casa da avó e de uma das vezes, se recusaram a ir com a mãe para sua casa, devido às más condições. Situação essa que levou a mãe, desesperada, a bater nos filhos. Daqui resultou uma acusação de violência, e no dia 25 de janeiro recebeu a sentença de que perderia os filhos, dia em que se suicidou.

RESGATE DECIDIDO POR BANQUEIROS, EMPRESÁRIOS E POLÍTICOS?


É indispensável ler o artigo que se segue.. para que fique claro quem pressionou o pedido de milhões, para resgatar Portugal... ou terá sido para resgatar a banca? 
O governo, nas informações que foi cedendo à imprensa, deixa perceber que o resgate de Portugal foi decidido por aqueles que realmente estão a beneficiar com ele. Portugal está a ser comandado por um grupo de poderosos gananciosos dispostos a tudo para salvaguardar as suas empresas e o seu património pessoal, nem que para isso conduzam 10 milhões de portugueses para a escravidão dos juros, do desemprego, miséria e perda de dignidade? E ainda tem a lata de afirmar que: "Este é o momento para todos assumirmos as nossas responsabilidades"??? Tentando convencer os portugueses que eles são também responsáveis pela sua desonestidade, o ingrato teve coragem de roubar o povo e ainda tem coragem de agora o acusar do roubo?? Os contribuintes é que vão pagar as contas das rendas que ele andou a dar a empresas amigas, e os favores que ele fez a empresas amigas e ainda tem a lata de continuar a trata-los como idiotas?

"O Governo decidiu dirigir à Comissão Europeia um pedido de financiamento", disse José Sócrates esta noite, na declaração ao país. "Este é o momento para todos assumirmos as nossas responsabilidades", disse, garantindo que a decisão foi tomada de acordo com "o interesse nacional".
"A rejeição do PEC proposto pelo Governo com o apoio e voto de confiança da Europa foi o sinal mais errado para os mercados financeiros", acrescentou o primeiro-ministro. Esta terá sido a gota de água na decisão do Governo, depois de muitas recusas de um pedido de ajuda externa, que parecia inevitável aos olhos de empresários, banqueiros e políticos nacionais que, nos últimos dias, manifestaram apelos ao Governo neste sentido. (...)
Nos últimos dias, os banqueiros apelaram à necessidade de um pedido de ajuda externa imediato. Os presidentes dos principais bancos portugueses apelaram ao Executivo de José Socrates para que pedisse ajuda externa, na sequência dos cortes da banca portuguesa a empréstimos ao Governo. fonte 
(A fonte foi apagada entretanto, mas a reacção da banca prova que existiu esta teoria do Sócrates, que deve ter sido apagada, por ter sido desmentida pela banca) 

“José Sócrates só actuou quando os banqueiros saíram à cena”
Foi um comportamento irresponsável?
Absolutamente, digo-o com todo o vigor. Até às eleições de 2009 o défice era de 5,9% acabou em 9,4%, para além das correcções que agora se tornaram necessárias. Uma das grandes técnicas do Governo Sócrates/Teixeira dos Santos (convém não separar as duas personagens) foram as desorçamentações irresponsáveis que tiveram consequências desastrosas para a economia.

"Os banqueiros rejeitam a ideia de que tenha sido a banca a empurrar o Governo para um pedido de ajuda a Bruxelas. O presidente do BPI, Fernando Ulrich, acusa o Executivo de mentir. Os banqueiros rejeitam a ideia de que tenha sido a banca a empurrar o Governo para um pedido de ajuda a Bruxelas. O presidente do BPI, Fernando Ulrich, acusa o Executivo de mentir.
Recorde-se que, na sequência de uma reunião no Banco de Portugal, os principais bancos portugueses decidiram, no dia 4 (segunda-feira à noite), não dar nem mais um cêntimo ao Estado, não regressando aos leilões nos próximos meses, para comprar dívida pública. RR

Garcia Pereira explica, para onde foi o resgate.
O estado português é a muleta da banca? Os milhões que salvam a banca.
Torna-se cómico de tão triste... Sócrates afirma que o pedido de financiamento foi o momento de assumir as "nossas responsabilidades". Claro que todos sabemos quem foram os responsáveis que deveriam ser chamados à responsabilidade, e Sócrates também sabe quem são:
-Os governos que nos têm gerido incompetentemente e criminosamente,
-Os banqueiros
-Os empresários
-E toda a restante pandilha que levaram Portugal à falência, usando o país como instrumento privado de enriquecimento de bancos, empresas de construção, políticos e amigos, empresas privadas de diversos ramos, donos de fundações, institutos e observatórios, e outros  interesses instalados, que insistem e persistem, em servir-se do dinheiro público, há décadas.
  1. Paulo Morais expõe as maiores mentiras dos políticos
  2. Paulo Morais aponta alguns dos responsáveis.
  3. Paulo Morais convida os responsáveis a ter vergonha
  4. Quais os interesses dos que negoceiam com a troika?
  5. Canibalização do povo, pela dívida.
  6. Explicando porque ninguém os detém.
  7. Onde estão estes 43 mil milhões que salvariam Portugal?
  8. Todos sabemos quem viveu acima das suas possibilidades. 


Segundo este video. Os resgates são um saque para salvar a banca e as grandes empresas, e não os países.
A Alemanha pede emprestado a juros negativos, ou seja ganha dinheiro por pedir empréstimos?

Diário dos dias, nos bastidores políticos, que antecederam o resgate de Portugal.
O artigo é longo, descrevendo os vários momentos da pressão, vivida pelo governo, durante a tomada de decisão do resgate, mas deixo aqui apenas alguns extractos.
"Portugal esteve à beira do ataque de nervos nas horas que antecederam o pedido da ajuda externa. Sócrates, cada vez mais só e sob pressão, pediu a Cavaco que convencesse os banqueiros a comprar dívida, Carlos Costa mandava cartas secretas, Teixeira dos Santos agia por conta própria. (...)
Um dia, quando os documentos confidenciais ficarem acessíveis, saber-se-á com rigor por que razão o país foi forçado, pela terceira vez na sua história democrática, a procurar ajuda externa. Para já, é possível recuar um pouco no tempo e reconstituir o quadro de incerteza e dramatismo que se vivia. (...)
Nos corredores de São Bento, viviam-se horas de fim de festa. O primeiro-ministro estava condenado a enfrentar a assistência externa. Conta quem ouviu: “Sentia-se encurralado, vítima da acção dos banqueiros, do BdP e de Teixeira dos Santos.” fonte

Para os que conhecem o memorando da Troika assinado por Sócrates, a verdade é uma apenas e chocante a mentira.





"Vamos fazer estágios até sermos velhinhos?" 6 em cada 10 postos de trabalho criados correspondem a estágios.

A farsa dos estágios, para ajudar empresários oportunistas. E colocar o estado a pagar os salários dos privados. Não há dinheiro para ajudar os pobres, mas há sempre para ajudar as grandes empresas a ter empregados pagos pelos contribuintes???



"Vamos fazer estágios até sermos velhinhos? Não é solução"
Seis em cada dez trabalhos criados em Portugal são estágios.
Reativar, programa de estágios para maiores de 30.
O estágio profissional de 12 meses está prestes a terminar e Joana já sabe que não vai continuar na empresa. Os zunzuns de uma possível proposta apontam para um salário igual ao inferior ao que recebe actualmente (cerca de 690 euros brutos por mês) e não está disposta a aceitar mais essa exploração. No currículo já tem um estágio curricular não remunerado de nove meses, obrigatório para terminar o mestrado em Psicologia, e quatro meses e meio de trabalho gratuito na empresa onde está agora a terminar o estágio profissional — período em que esteve à espera da aprovação do estágio por parte do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP). Para ser aceite na Ordem dos Psicólogos, terá ainda de fazer mais um estágio profissional de um ano.

A vida de estágio em estágio de Joana (nome fictício) é semelhante à de milhares de portugueses que vêem nesta modalidade a única opção de entrada no mercado de trabalho. Segundo dados do Banco de Portugal divulgados no final de 2014, seis em cada dez postos de trabalho criados no país correspondem a estágios.
Maria Manuel acha urgente que se fale sobre o assunto e se mudem mentalidades: “As empresas tentam normalizar o assunto e apresentar o estágio como uma grande oportunidade e um privilégio que dão às pessoas. Mas estamos a falar de uma forma de exploração e precarização utilizada para suprimir postos de trabalho.” A designer de comunicação sentiu-o na pele. Em 2010, embarcou num "workshop" de Verão de três meses promovido pelo grupo Menina Design.

DIAS LOUREIRO, O INTOCÁVEL. AMIGO DE SÓCRATES? E DO TRAFICANTE DE ARMAS


O famoso video onde ele se lamenta que quase gasta um ordenando só em vestidos da esposa para os banquetes, Teve que ir roubar o BPN para pagar os vestidos? 


Anatomia de um intocável, o protegido de Cavaco e de Sócrates!
É uma das figuras mais poderosas do País. Mas sempre disse não ser um homem "do poder político".
Fez fortuna de quase nada e até além-fronteiras lhe dão tratamento VIP.
Priva com Clinton, Aznar, Durão Barroso e outros dos homens mais poderosos do planeta, alguns com actividades e práticas bastante controversas.


Mas quem é, afinal, Manuel Dias Loureiro e como personifica, para o bem e para o mal, os poderes reais e paralelos do nosso país?

Dormindo com o inimigo
Em termos comparativos, Dias Loureiro tem feito mais pela boa imagem do PS e de Sócrates do que Manuel Alegre. E já saiu em defesa do (ex)primeiro-ministro. "Se há coisa de que o Governo não pode ser acusado é de querer a todo o custo ganhar votos", afirmou.
Censurou a liderança de Marques Mendes por fazer uso do caso da licenciatura do chefe do Governo (Sócrates) e emocionou-se com O Menino de Oiro do PS, a biografia autorizada de Sócrates.
Já na sequência dos episódios do BPN, Sócrates terá pedido ao PS para poupar nas críticas a Loureiro. 
(...) Amigos há mais de 40 anos, Jorge Coelho e Dias Loureiro são praticamente da mesma terra.Tratam-se como irmãos. "Éramos uns brincalhões. Jogávamos futebol e comíamos pastéis de feijão numa casa, junto da escola", contou Coelho ao Jornal de Negócios, já este ano. "Passados 22 anos, reencontrámo-nos e estreitámos relações. Hoje, é um dos meus melhores amigos." Coelho sucedeu a Loureiro na Administração Interna.
Durante oito anos alguns dos maiores segredos do País estiveram "guardados" por esta dupla. Loureiro foi uma das primeiras pessoas a saber que Coelho tinha um cancro. Coelho confirmou, entretanto, à VISÃO que "há uns cinco anos" pediu "um empréstimo pessoal de 100 mil euros" ao BPN, na altura mais complicada da sua vida. Possui também uma conta na instituição, num balcão de Lisboa. "Já não devo nada e paguei tudo direitinho. Neste momento, sou um mero cliente e talvez dos piores." Proença de Carvalho é outro amigo de Loureiro. Até já gravaram um CD. Mais a sério, Proença foi o advogado escolhido pelo BPN para processar a revista Exame, quando Loureiro se sentiu "incomodado" com as primeiras notícias sobre o banco, em 2001.
Houve acordo e o caso foi enterrado. Com Aznar encontra-se de vez em quando, incluindo em sua casa. O genro do ex-chefe de Governo espanhol, Alejandro Agag, foi assessor do antigo ministro de Cavaco, no BPN.

Salários dourados nas fundações... e nós a pagar.

fundações parasitas impostos
Em Portugal já não basta assistirmos ao saque descarado e habitual, do erário público, levado a cabo pelos políticos, gestores públicos, boys, girls, familiares e amigos... ainda temos que sustentar mais o saque atrevido e sujo das fundações, que é, em boa verdade, um universo paralelo de albergues, criado e inventado para alargar o circulo dos saqueadores a mais pessoal, pois a politica  e a função pública, já não dispõem de espaço para encaixar tanto boy e larápio. Assim criam-se institutosfundações, empresas autárquicas, parasitas para disfarçar aquilo que já não tem disfarce. 
Mas como ter o privilégio de ter uma empresa e cargos sustentados pelos impostos alheios, não lhes parece suficientemente bom, ainda decidem abusar nos luxos e salários...   

Foram detectados "casos chocantes", como a situação de responsáveis de fundações com salários de 20 mil euros. "Com este salário, precisam de apoios do Estado?", questionou. Só 11 fundações receberam cada uma mais de 10 milhões de euros entre 2008 e 2010. As entidades analisadas começaram com um património de 1760 milhões de euros, que em 2010 já tinha quase triplicado para 5137 milhões." cm
«A auditoria feita pelo Governo às fundações identificou vários casos de salários ‘dourados’ aos seus administradores, até mesmo em casos onde o financiamento destas instituições é exclusivamente público. O seu destino está traçado: tectos salariais ou corte de financiamento.
Segundo apurou o SOL, alguns dos casos agora vistos à lupa incluem o administrador delegado da Casa da Música, Nuno Azevedo, que recebe 11.192 euros mensais; o presidente da Fundação Cidade de Guimarães, João Bonifácio Serra, 10.300 euros; o presidente da Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior, Alberto_Amaral, 9.985 euros; ou Miguel Lobo Antunes, que recebe na Culturgest, 8.550 euros.
No caso de fundações privadas, o Governo não pode obrigar a nada, mas pode moralizar os gastos, diminuindo o financiamento estatal nos casos em que considere que as instituições estão a usar o dinheiro para pagar altos ordenados aos seus administradores.
Outro caso diferente é da Fundação Maria Ulrich, onde os vencimentos chegam a 112 mil euros por ano, mas que apenas recebe 4% de apoios estatais, levando a que o Estado pouco possa – ou queira – fazer.»
 sol.

Auditorias, apenas para cumprir as exigências da TROIKA, que mandou acabar com o regabofe das fundações, mas como elas pertencem a boys protegidos, poucas irão ser encerradas e o regabofe continuará... Pois estes senhores jamais abdicarão dos milhares de impostos que parasitam aos contribuintes.
E como diz Marques Mendes, neste video, ainda têm direito a viaturas, motoristas, despesas de representação, etc...
Mas os portugueses teimam em culpar a TROIKA do estado de crise que vivemos e os políticos adoram portugueses ceguinhos que fazem da Troika o bode expiatório. Os nossos políticos defendem apenas os ricos e os amigos.
Infelizmente os nossos governantes conseguem enganar a troika, e fornecem informações erradas, como fazem também com os eleitores, e prosseguem o saque.



20 milhões por assessoria do BES, o favorito?


Bes assessoria corrupção favores"A importância do BES Investimento (BESI) e do seu presidente, José Maria Ricciardi, mede-se pela sua actividade: esteve ‘só’ envolvido nas maiores operações financeiras realizadas em Portugal nos últimos anos, desde aquisições e fusões, a Ofertas Públicas de Aquisição (OPA), privatizações e reestruturação de grupos empresariais.
Só no último ano, o BESI assessorou as OPA da Brisa e da Cimpor, as subscrições de obrigações da PT e da Zon e a reestruturação do Grupo Mello. E Ricciardi é o segundo homem-chave no Grupo Espíriro Santo, sentando-se em todas as reuniões ao lado direito do número um, Ricardo Salgado, de quem é primo direito.
Na sequência das notícias sobre os seus telefonemas para Passos Coelho e Miguel Relvas, o presidente do BESI admitiu-os, mas explicou, em comunicado: «Transmiti a vários membros do Governo a minha discordância pelo facto de o Estado ter contratado a firma norte- americana Perella por ajuste directo, quando se exigia, na observância do rigor e da ética, que se elegessem as assessorias financeiras através de concurso público».

Recorde-se que a Perella Weinberg – baseada em Londres e Nova Iorque, sendo em Portugal dirigida por Paulo Cartucho Pereira – foi contratada em Setembro de 2011, por ajuste directo, para fazer a assessoria financeira do Estado. Formalmente, a Parpública recebeu indicações para contratar a Caixa BI, tendo esta subcontratado a Perella. A decisão foi assumida pelo ministro das Finanças, que invocou o interesse do Estado e o facto de a Caixa BI constar da lista de empresas pré-qualificadas para o representar. Mas nos bastidores muito se falou do facto de Paulo Pereira (da Perella) ser amigo e antigo aluno de António Borges, consultor do Governo para as privatizações. 
Pela assessoria, as Finanças pagaram cerca de 20 milhões de euros.
«Das quatro grandes privatizações que o Governo está a levar a cabo só a EDP e a REN ‘escaparam’ ao BESI – que foi contratado para a TAP e a ANA. 
Isso mesmo constatou o presidente do BPI, Fernando Ulrich. Questionado pelos jornalistas sobre o caso do ajuste directo à Perella, respondeu: «Qual ajuste directo é que está a referir? É que quem protestou ganhou logo as privatizações seguintes, da TAP e da ANA. Valeu a pena protestar». As declarações foram consideradas «absolutamente lamentáveis» por fonte oficial do BESI citada ontem pelo Diário Económico." /sol.

Mais casos do BES



É mais facil roubar o povo que cobrar renda aos amigos.

Quem quer alugar um palácio por 2 euros???
Se soubessem gerir o 
património do estado e rentabiliza-lo.


"Lisboagate'.
Na sequência do processo de alegados favorecimentos na atribuição de casas em Lisboa, António Costa revelou aos vereadores o património da autarquia. Onde há 16 palácios, com inquilinos que pagam rendas de amigo
A Câmara de Lisboa tem 16 palácios históricos, com milhares de metros quadrados arrendados, por quantias quase simbólicas a 101 particulares, empresas e instituições. (...) os palácios Alarcão, Benegazil, Braamcamp, Cabral, da Folgosa, da Mitra, dos Condes de Figueiró, Monte Real, Relvas, Ulrich, São Cristóvão, Banhos de São Paulo, dos Távoras, Marim Olhão, Pancas Palha e o Convento das Bernardas.
Entre os inquilinos destes palácios, que pertenceram a famílias nobres portuguesas e que são hoje em dia parte do património disperso da CML, estão instituições como a Polícia de Segurança Pública, que não paga renda pela ocupação do Palácio da Folgosa, a Santa Casa da Misericórdia, que está no Palácio Monte Real, e não paga também nem um cêntimo. A Associação Nacional de Freguesias está no Palácio da Mitra, arrendado por 350 euros, o preço de um quarto em Lisboa. O Clube TAP Air Portugal está no Palácio Benegazil, onde paga 531,70 euros, e a Confederação do Turismo Português ocupa o Palácio Pancas Palha, onde paga 664,35 euros, ou seja o preço de um T1 ou T2 numa zona menos nobre da cidade.

Mas os institutos também têm direito a preços de amigo. O Instituto de Estudos Estratégicos Internacionais paga 72,30 euros pelo Palácio de São Cristóvão, onde está ainda o Gabinete Português de Estudos Humanísticos, que paga a módica quantia de 53,46 euros. A Associação de Arquitectos Portugueses está no Palacete dos Banhos de São Paulo a custo zero.
A maior leiloeira portuguesa ocupa centenas de metros quadrados no Palácio Marim Olhão, na Calçada do Combro, e paga de arrendamento o que muitas famílias pagam por um T3: 1.100,32 euros por uma das fracções. Uma firma de fixações, parafusos e outros metais chamada Pecol está no Palácio Alarcão, onde aluga duas fracções. Uma por 57,07 euros e outra por 62 euros. Um caso pouco exemplar é o do Palácio dos Távoras, na Mouraria, onde estão dezenas de inquilinos, com rendas que vão desde os 2,22 euros aos 58,89 euros.

Mas os ateliers de artistas são outros dos pratos fortes da lista que António Costa deu aos vereadores. Artistas de renome nacional e internacional têm arrendados à CML ateliers por dezenas de euros, contrastando com as centenas, e na maior parte dos casos, milhares de euros que rendem as suas obras. Gracinda Candeias, Teresa Magalhães, Eurico Gonçalves, Luís Filipe Abreu, Henrique Ruivo, Victor Belém, Isabel Laginhas, Inácio Matsinhe ou Lagoa Henriques são alguns dos beneficiados, na maior parte com arrendamentos que datam de 1990, mandato de Jorge Sampaio. Há um caso em que não há sequer lugar ao pagamento de renda. A artista Romy Castro "paga" zero de renda." FONTE

O impressionante contorcionismo económico, mudar para pior



Ricardo Araújo Pereira
No que diz respeito à economia, quando fazemos a travessia do deserto não vemos miragens, vemos viragens.

A 6 de Janeiro de 2012, Passos Coelho disse: "2012 será um ano de viragem económica para o País".
Depois, a 14 de Agosto, Passos Coelho disse: "2013 será um ano de inversão da actividade económica em Portugal".
Mais tarde, a 21 de Dezembro, Passos Coelho disse: "2013 será um ano de estabilização e de viragem que preparará o regresso do crescimento em 2014."
Ainda em 2012, a 25 de Junho, Paulo Portas tinha dito: "Queria que soubessem que, sendo 2012 um ano difícil, esperamos uma viragem de crescimento económico em 2013".
Entretanto, a 23 de Janeiro deste ano, Fernando Ulrich disse: "a emissão de dívida marca um momento de viragem na economia portuguesa".
No entanto, a 14 de Novembro de 2011, Álvaro Santos Pereira disse: "2012 certamente irá marcar o fim da crise e será o ano da retoma para o crescimento de 2013 e 2014".
Por outro lado, a 24 de Outubro de 2006, José Sócrates disse: "a economia portuguesa está num momento de mudança e viragem".
Mas a 12 de Março de 2006, José Sócrates já havia dito que o seu primeiro ano de Governo tinha sido "o ano da viragem para Portugal, marcado pelo regresso da confiança".
A 17 de Junho de 2009, José Sócrates disse: "Estou muito convencido de que a crise se inverterá já em 2010".
Dois meses depois, José Sócrates anunciou "um momento de viragem na economia portuguesa" que não era "o fim da crise, mas sim o princípio do fim da crise".
A 1 de Junho de 2010, Sócrates registou "sinais positivos da inversão da tendência do desemprego".
Dois anos depois, a 4 de Maio de 2012, Cavaco disse esperar, apoiado em indicadores positivos do nosso tecido empresarial, "uma inversão da taxa de desemprego no segundo semestre" desse ano.
Três meses antes, a 25 de Fevereiro, Cavaco tinha dito: "Em termos de ambição, seria muito importante que na parte final de 2012 já ocorresse uma inversão da tendência " recessiva.
Há cinco meses, a 6 de Março, Cavaco disse que a espiral recessiva se mantinha e acrescentou: "o ano 2013 tem de ser o ano de inversão desta tendência".
E há duas semanas, a 12 de Julho, Passos Coelho disse que já havia "sinais de viragem " na economia portuguesa.
Em menos de 10 anos, e tendo em conta apenas a opinião deste punhado de especialistas, a economia portuguesa já passou por oito viragens e cinco inversões. Aparentemente, no que diz respeito à economia, quando fazemos a travessia do deserto não vemos miragens, vemos viragens.
Fazendo a conta, creio que são safanões económicos a mais, e o problema é sem dúvida agravado pelo facto de haver um número ímpar de inversões e um número par de viragens
Para um país como Portugal que, à data do início das viragens e inversões, se encontrava em recessão, passar por um número par de viragens é prejudicial, na medida em que, terminada a última viragem, o país continua a dar por si voltado na direcção do empobrecimento.
No âmbito das inversões, aí sim, é possível dizer que a economia se encontra virada para o progresso. Uma vez que a economia vira um pouco mais vezes do que inverte, é possível que, não estando tudo na mesma, esteja ligeiramente pior. fonte





Ex-administradores da ERSE mantêm remuneração 2 anos após saírem.

edp facturas roubo
Já antes tinha aqui revelado, para onde vai o dinheiro que nos é extorquido, nas facturas da EDP.
Paulo Morais, desvenda neste artigo, mais alguns destinos do dinheiro que nos é subtraído na conta da EDP.

"Hoje, só pouco mais de metade do valor da factura corresponde a electricidade que de facto consumimos. O restante é constituído por impostos, taxas e outras alcavalas, tais como os custos dos designados serviços de interesse económico geral, os SIEG. Os SIEG são uma forma de a EDP lançar um imposto encapotado para subsidiar algumas actividades, nomeadamente enriquecer os seus parceiros das energias renováveis.
Com a energia a preços incomportáveis, as famílias mais humildes passarão frio no próximo inverno, com o frio os mais idosos verão agravados os seus problemas de saúde. Enquanto isto, muitas empresas deixarão de ser viáveis por causa dos custos de energia e terão mesmo de fechar, lançando mais portugueses no desemprego. A electricidade é hoje uma energia negativa."sapo.

Legislam para eles, para o bem deles, para que nada lhes falte. Por outro lado, vão cortando direitos aos cidadãos pois esses não têm ninguém que os defenda.
VEJAM BEM O DESCARAMENTO...
Um subsidio de desemprego de luxo?

Portugal vive há décadas a trabalhar para a banca.


Cidadã, indignada, deixa uma mensagem com duras criticas ao sector da banca, utilizando como alvo directo o arrogante atrevido e imoral Ulrich, que teima em ofender os mais fustigados pela crise.

"Sem açúcar nem afecto, em discurso directo.
“Maior crime que roubar um banco, é fundar um banco” 
Brecht

Sei que a raiva não é boa conselheira. Paciência. Aí vai.
Havia dantes no coração das cidades e das vilas umas colunas de pedra que tinham o nome de picotas ou pelourinhos. Aí eram expostos os sentenciados que a seguir eram punidos com vergastadas proporcionais à gravidade do seu crime. Essa exposição tinha também por fim o escárnio popular.
Era aí que eu te punha, meu glutão.
Atadinho com umas cordas para que não fugisses. Não te dava vergastadas. Vá lá, uns caldos de vez em quando. Mas exibia-te para que fosses visto pelas pessoas que ficaram sem casa e a entregaram ao teu banco. Terias de suportar o seu olhar, sendo que o chicote dos olhos é bem mais possante que a vergasta.
Terias, pois, de suportar o olhar daqueles a quem prometeste o paraíso a prestações e a quem depois serviste o inferno a pronto pagamento.
Daqueles que hoje vivem na rua.
Daqueles que, para não viverem na rua, vivem hoje aboletados em casa dos pais, dos avós, dos irmãos, assim a eito, atravancados nos móveis que deixaram vazias as casas que o teu banco, com a sofreguidão e a gulodice de todos os bancos, lhes papou sem um pingo de remorso.

Dizes com a maior lata que vivemos acima das nossas possibilidades. Mas não falas dos juros que cobraste. Não dizes, nessas ladainhas que andas sempre a vomitar, que quando não se pagava uma prestação, os juros do incumprimento inchavam de gordos, e era nesse inchaço que começava a desenhar-se a via-sacra do incumprimento definitivo.
Olha, meu estupor, sabes o que acontece às casas que as pessoas te entregam? Sabes, pois… São vendidas por tuta e meia, o que quer dizer que na maior parte dos casos, o pessoal apesar de te ter dado a casa fica também com a dívida. Não vale a pena falar-te do sofrimento, da vergonha, do vexame que integra a penhora de uma casa, porque tu não tens alma, banqueiro que és.
Tal como não vale a pena referir-te que os teus lucros vêm de crimes sucessivos. Furtos. Roubos. Gamanços. Comissões de manutenção. Juros moratórios. Juros compensatórios, arredondamentos, spreads, e mais juros de todas as cores. Cartões de crédito, de débito, telefonemas de financeiras a oferecerem empréstimos clausulados em letrinhas microscópicas, cobranças directas feitas por lumpen, vale tudo, meu tratante. Mesmo assim tiveste de ser resgatado para não ires ao fundo, tal foi a desbunda. E, é claro, quem pagou o resgate foram aqueles contra quem falas todo o santo dia.

Este país viveu décadas sucessivas a trabalhar para os bancos. Os portugueses levantavam-se de manhã e ainda de olhos fechados iam bulir, para pagar ao banco a prestação da casa. Vidas inteiras nisto. A grande aliança entre a banca e a construção civil tornavam inevitável, aí sim, verdadeiramente inevitável, a compra de uma casa para morar. Depois os juros aumentavam ou diminuíam conforme era decidido por criaturas que a gente não conhece. A seguir veio a farra. Os bancos eram só facilidades. Concediam empréstimos a toda a gente. Um carnaval completo, obsessivo, até davam prendas, pagavam viagens, ofereciam móveis. Sabiam bem o que faziam.
Na possante dramaturgia desta crise entram todos, a banca completa e enlouquecida, sendo que todos são um só. Depois veio a crise. A banca guinchou e ganiu de desamparo. Lançou-se mais uma vez nos braços do estado que a abraçou, mimou e a protegeu da queda.

Vens de uma família que se manteve gloriosamente ricalhaça à custa de alianças com outros da mesma laia. Viveram sempre patrocinados pelo estado, fosse ele ditadura ou democracia. Na ditadura tinham a pide a amparar-vos. Uma pide deferente auxiliava-vos no caminho. Depois veio a democracia. Passado o susto inicial, meu deus, que aflição, o povo na rua, a banca nacionalizada, viraram democratas convictos. E com razão. O estado, aquela coisa que tu dizes que não deve intervir na economia, têm-vos dado a mão todos os dias. Todos os dias, façam vocês o que fizerem.
Por isso falas que nem um bronco, com voz grossa, na ingente necessidade de cortes nos salários e pensões. Quanto é que tu ganhas, pá?
Peroras infindavelmente sobre a desejável liberalização dos despedimentos.
Discursas sem pejo sobre a crise de que a cambada a que pertences é a principal responsável.
Como tu, há muitos que falam. Aliás, já ninguém os ouve. Mas tu tinhas que sobressair. Depois do “ai aguenta, aguenta”, vens agora com aquela dos sem-abrigo. "Se os sem-abrigo sobrevivem, o resto do povo sobreviverá igualmente."
Também houve sobreviventes em Auschwitz, meu nazi.
É isso que tu queres? Transformar este país num gigantesco campo de concentração?
Depois, pões a hipótese de também tu poderes vir a ser um sem-abrigo. Dizes isto no dia em que anuncias 249 milhões de lucros para o teu banco. É o que se chama um verdadeiro achincalhamento.

Durão Barroso com pensão vitalicia de 11 mil por mês, e bom tacho para o filho

Durão Barroso de 58 anos, com pensão vitalícia de 132 mil euros por ano, 11 mil por mês ao que soma o subsídio de reintegração durante três anos. Uma espécie de subsidio de desemprego de luxo, porque está difícil arranjar emprego para esta gente, eles precisam de muito apoio. Apesar de ele afirmar que convites para trabalhar, não lhe faltam... mas não há pressa, o povo aguenta sustentar mais um.
No entanto todos devem questionar o abuso, se ele recebe a reforma de 11 mil por mês, mais um salário de 25 mil euros por mês, de origem inexplicável, porque precisa ele do subsidio de reintegração, se este serve para não deixar sem rendimentos os representantes de cargos públicos, cessantes? Ao que parece rendimentos não lhe faltam... que leis são estas?
Um desempregado normal, recebe um misero subsidio sem qualquer outro rendimento, e com os empregos precários actuais, já nem isso recebem... mas estes senhores que fazem as leis, usam e abusam delas, para parasitar o contribuinte.

Os portugueses, como rebanhos manipulados, estão desesperados por trocar o Coelho pelo Seguro...


OS PORTUGUESES VIVEM ALIENADOS DA VERDADE, GARANTE MEDINA


Como é possível os portugueses fecharem os olhos ao interesse nacional e entregarem-se de corpo e alma ás guerrinhas de partidos? Permitirem que Portugal sucumba vitima dessas guerras e interesses?
Milhares de portugueses insistem na ilusão de que mudar de governo resolveria os problemas nacionais.  (video onde Seguro explica como resolve os problemas)
Cegueira partidária e falta de visão é o que o justifica, pois todos sabemos que a seguir ao Coelho vem o Seguro, sem sombra de dúvida... portanto iríamos ter mais do mesmo, ou pior, com a agravante das perdas de milhões do estado português devido à crise politica inevitável. Mais as perdas de milhões em salários e despedimentos de Boys... porque assistiríamos à repetição do abuso habitual. O Seguro a despedir os boys do Coelho, pagar chorudas indemnizações de milhões, colocar os seus boys incompetentes como os anteriores, mas bons amigos e compinchas do PS, da maçonaria etc.
Depois iríamos assistir a um Seguro que tentaria manter e disfarçar as asneiras do PS/ Sócrates, mantendo as rendas que ele ofereceu ás PPP, à EDP, Parque Escolar, fundações e etc.

Mudar de governo apenas faria sentido se o povo tivesse a garantia que quem iria para o poleiro era alguém como competência, com mérito e honestidade comprovada, sem interesses em sustentar partidos e parasitas. Ou seja se houvesse garantias de que seria um Paulo Morais, um Marinho Pinto, um Gomes Ferreira, e outros coerentes cidadãos que temos por esse Portugal fora com provas dadas de mérito e ética.
Mas não... os portugueses deixam-se levar pelos interesses da seita do PS, que apenas quer ir para o poleiro, custe o que custar ao país, lesar o país nunca não os incomoda, o importante é que a crise está lixada e eles precisam de começar a espalhar os seus boys no poder para gamar aqui e ali, afinal o PS está falido, dizem as más línguas.
E o povo alinha, o povo quer mais do mesmo, o povo delira, sem medir as consequências, sem saber o que é melhor para os cidadãos, sem perceber que está sempre a ser o soldado numa guerra que é deles, dos partidos... onde nós só padecemos e eles saem sempre a ganhar.
Finalmente, é chegado o momento de eu reconhecer que o PSD também não é a solução, mas não é pior que gerar uma crise politica, para meter outro igual. Para que não deduzam erroneamente que sou fã do PSD, basta consultar a coluna ao lado direito do blog, para perceberem que sou apenas por Portugal. Eu sei que é um partido estranho, num país onde todos temos que pertencer a um rebanho partidário, a um rebanho de um clube de futebol, a um rebanho de uma religião... ou ao rebanho de uma das novelas... eu, por acaso não tenho feitio para rebanhos... e decidi aderir a um que tem poucos adeptos, - Portugal, justiça e verdade...

Ontem o grupo de patriotas deu o golpe final... Mário Soares e etc, como a desculpa, que querem defender a constituição, a tal que ninguém respeita? Sócrates, por exemplo não respeitou a constituição ao endividar o país ao ponto de perder soberania e colocar em causa a integridade de milhares de famílias, Sócrates fez avançar estradas no valor de milhares de milhões, sem visto do TC... Passos Coelho viola os direitos dos reformados... afinal quem respeita a constituição? Afinal quem quer esta constituição que dá tanto poder e impunidade a criminosos e anula o poder de defesa das vitimas? Uma constituição injusta, manipulada... A tal que foi feita de forma antidemocrática ao afastar do poder a vontade do povo. 
E quem se segue no poleiro? Pensem... acordem... o país é nosso, nós é que temos que o defender deles... e não deixa-los brincar com ele, como troféu das suas falsas guerrinhas de partidos. Tudo para saquearem muitos milhões e escravizarem um povo para seu luxo.

Salvação nacional 
A austeridade que nos impingiram é socialmente insuportável, injusta e está apontada aos alvos errados. O Estado português tem de pôr as contas em dia.
É verdade. Se a receita anual anda na ordem dos sessenta mil milhões e a despesa nos setenta, obviamente que este défice tem de ser diminuído ou até eliminado. O Estado tem de reduzir – e muito – as suas despesas. Mas deve penalizar os que provocaram a crise e não todos os outros.

Depositamos as nossas reformas nas mãos do estado e ele geriu-as à forma do costume - danosamente e irresponsavelmente.

Politicos gestão danosa criminosa
PARA AJUDAR A ESCLARECER:
1. Até 1974 NÃO EXISTIA a SEGURANÇA SOCIAL mas a PREVIDÊNCIA SOCIAL;
2. Fiz parte da 1ª e 2ª Comissões que em 1976/77 preparou a Reforma da Previdência criando a Segurança Social, o Centro Nacional de Pensões, os Centros Regionais das Segurança Social integrando-se nesses as caixas de Previdência;
3. A 2ª Comissão integrou, além de mim próprio, maria de Belém Roseira, Leonor Guimarães, Fernando Maia e Madalena Martins;
4. NÃO HOUVE qualquer nacionalização e as próprias Casas do Povo e o regime dos rurais só em 1980 foram integradas na Segurança Social;
5. O ESTADO não tinha que meter dinheiro na Segurança Social pois o seu funcionamento foi e é assegurado pelas contribuições das entidades empregadoras e trabalhadores;
6. Outra coisa tem a ver com a CAIXA GERAL DE APOSENTAÇÕES pois a mesma foi financiada exclusivamente pelas contribuições dos agentes do Estado a quem os funcionários confiaram mês a mês os seus descontos igualzinho aquilo que acontece com a conta poupança que vai capitalizando ao longo do seu período de vigência;
NÃO FIQUEM CALADOS. DIVULGEM
Muito gostava de saber o que é que o Governo e a Oposição têm a dizer sobre o que consta abaixo e sobre a real situação financeira da Segurança Social, se é que se atrevem...
Vale a pena ler, isto a ser verdade (parece que sim) agora sabemos porque não chega para todos....

Maçonaria, politica e banca, uma história sem fim e sem limites.


maçonaria corrupção portugal miguel sousa tavaresMiguel Sousa Tavares, desvenda alguns esquemas entre a banca, a maçonaria e a politica. O descaramento é característica mais marcante dos intervenientes. Na falta de justiça, Miguel Sousa Tavares, propõe que pelo, menos através do conhecimento público, esta passe a ser uma história julgada, por todos, pela falta de vergonha. O artigo é de 2007, mas a falta de vergonha, o compadrio, o abuso, a maçonaria, etc... continuam por esse país fora, devastadores e bem actuais. E infelizmente, ainda desconhecidos por milhões de portugueses.

"Em países onde o capitalismo, as leis da concorrência e a seriedade do negócio bancário são levados sério a inacreditável história do BCP já teria levado a prisões e a um escândalo público de todo o tamanho.
Em Portugal, como tudo, vai acabar sem responsáveis e sem responsabilidades, convém recordar os principais momentos deste "case study", para que ao menos a falta de vergonha não passe impune.

1- Até ao 25 de Abril, o negócio bancário em Portugal obedecia a regras simples: cada grande família, intimamente ligada ao regime, tinha o seu banco. Os bancos tinham um só dono ou uma só família como dono e sustentavam os demais negócios do respectivo grupo.  Jardim Gonçalves veio revolucionar isso, com a criação do BCP e, mais tarde, da Nova Rede, onde as pessoas passaram a ser tratadas como clientes e recebidas por profissionais do ofício. (...)
2 - (...)o BCP foi crescendo, crescendo, até se tornar o maior banco privado português, apenas atrás do único banco público, a Caixa Geral de Depósitos. E, de cada vez que crescia, era necessário um aumento de capital. E, em cada aumento de capital, era necessário evitar que algum accionista individual ganhasse tanta dimensão que pudesse passar a interferir na gestão do banco. Para tal, o BCP começou a fazer coisas pouco recomendáveis: aos pequenos depositantes, que lhe tinham confiado as suas poupanças para gestão, o BCP tratava de lhes comprar, sem os consultar, acções do próprio banco nos aumentos de capital, deixando-os depois desamparados perante as perdas em bolsa;
aos grandes depositantes e amigos dos gestores, abria-lhes créditos de milhões em "off-shores" para comprarem acções do banco, cobrindo-lhes, em caso de necessidade, os prejuízos do investimento.
Desta forma exemplar, o banco financiou o seu crescimento com o pêlo do próprio cão - aliás, com o dinheiro dos depositantes - e subtraiu ao Estado uma fortuna em lucros não declarados para impostos. Ano após ano, também o próprio BCP declarava lucros astronómicos, pelos quais pagava menos de impostos do que os porteiros do banco pagavam de IRS em percentagem. E, enquanto isso, aqueles que lhe tinham confiado as suas pequenas ou médias poupanças viam-nas sistematicamente estagnadas ou até diminuídas e, de seis em seis meses, recebiam uma carta-circular do engenheiro a explicar que os mercados estavam muito mal.

Empresários portugueses ignorantes? Governo ignora cortes urgentes.

ps 17 anos governo partidos saquear

Medida da TSU é inteligente" e empresários que a criticaram são ignorantes" António Borges Fonte
Mas as medidas do governo são elaboradas por doutores de "colheita" tardia... os melhores, por isso, muito inteligentes e nada ignorantes. As pessoas que estão a ficar pobres e desempregadas, devido ás medidas brilhantes deles, é que são ignorantes?... e os burros somos nós? 
Tal como os empresários que não quiseram alinhar na medida da TSU e assistir a mais falências em cadeia e consequente empobrecimento. A famosa medida que vários estudos provaram ser desastrosa... e os burros somos nós?  

Ignorantes são aqueles que fingem que o povo, ainda não sabe quem provocou a crise que estamos a pagar. E para que fins foram usados, os dinheiros roubados ao estado português.
Ignorantes são aqueles que ainda acreditam que não há mais onde cortar nem mais ninguém para sacrificar, senão os mais fracos, os mais pobres e os mais inocentes.
Há muito por onde cortar, outros países o fizeram, em Portugal ninguém tem "tomates" para o fazer. 
Foram anos e anos, vários governos a gastar à tripa forra.
Em obras inseguras como foram, por exemplo, os IP3, IP4 e IP5.
Em obras de fachada como foram os Estádios de Futebol.
Em PPP com  auto-estradas por tudo quanto foi sitio, no tempo em que o dinheiro era muito e as derrapagens orçamentais o pão-nosso de cada dia.
Recentemente mais três auto-estradas para o Porto e até da transformação de IPs, como foi o caso do IP6 em A23, e de alguns ICs em auto-estradas como é o caso do IC3 que agora é a A13 –
Anos e anos de desfalques. 
BPN 9 mil milhões
Submarinos mil milhões
Aeroporto de Beja 75 milhões
Adjudicações directas mil  milhões
Rendas das SCUT (criminosas) 50 mil milhões
545 milhões de derrapagens Parque escolar
Pareceres .... incompetências... boys... tachos... a lista não tem fim

Daí até à implantação da austeridade, que está a condenar milhões de pessoas à fome e à miséria de antigamente e a paralisar o país, foi um ápice.
- Cortes de subsídios, de vencimentos e pensões,
- aumento de impostos de toda a ordem (mesmo assim, pasme-se, a dívida aumenta todos os dias)
- o desemprego não pára de crescer,
- a economia a paralisar,
- o défice cada vez maior
E depois, sem ninguém se dar ao trabalho de nos explicar para onde se despejaram
- 8 MIL MILHÕES dos Fundos de Pensões dos Bancários
- os muitos milhões da privatização da EDP e da REN,
Insistem em ameaçar o povo, que haverá mais austeridade, porque não há dinheiro...

Assim, para que não lhes falte nada, aqui vão propostas de alternativa à austeridade que tudo está a secar, isto no que toca a CORTE DE DESPESA nas gorduras. Por isso:
-Reduzam 50% do Orçamento da AR e poupem-nos +- 43.000.000,00€
-Reduzam 50% do Orçamento do PR e poupem-nos+-  7.600.000,00€
-Cortem as Subvenções Vitalícias aos Políticos e vão poupar +- 8.000.000,00€
-Cortem 30% nos vencimentos e outras mordomias dos políticos, seus
assessores, secretários e companhia e vão poupar +- 2.000.000.00€
-Cortem 50% das subvenções aos partidos políticos e pouparão +-40.000.000,00€
-Cortem muitas das Fundações e seus  benefícios fiscais e irão poupar +- 500.000.000,00€
-Reduzam, em média, 1,5 Vereador por cada Câmara e irão poupar +-13.000.000,00€
-Renegociem, a sério, as famosas Parcerias Público Privadas e as Rendas Energéticas e pouparão +-1.500.000.000,00€
Só aqui nestas “coisitas”, o país reduz a despesa em mais de 2 MIL e CEM MILHÕES de Euros.
Mas nas receitas também se pode melhorar e muito a sua cobrança.
-Combatam eficazmente a tão desenvolvida ECONOMIA PARALELA e as Receitas aumentarão mais de 10.000.000.000,00€
-Procurem e realizem o dinheiro que foi metido no BPN e encontrarão mais de 9.000.000.000,00€
-Vendam 200 das tais 238 viaturas de luxo do parque do Estado e as receitas aumentarão +-5.000.000,00€
-Façam o mesmo a 308 automóveis das Câmaras, 1 por cada uma, e as receitas aumentarão +- 3.000.000,00€
-Fundam a CP com a Refer e outras empresas do Grupo e ainda com a Soflusa e pouparão em Administrações +- 7.000.000,00€
-Vendam os Helicópteros Pumas e os Aviões F-16 ainda encaixotados +- 35.000.000,00€
-Devolvam os Submarinos +1.000.000.000,00€
Nestas “coisitas” as receitas aumentarão mais de VINTE MIL MILHÕES DE EUROS, sendo certo que não se fazem contas à redução das despesas com combustíveis, telemóveis e outras mordomias, por força da venda das viaturas, valores esses que não são desprezíveis.
Sendo assim, é ou não possível, reduzir o défice, reduzir a divida pública, injectar liquidez na economia para que o país volte a funcionar? Há ou não alternativas?
Admite-se que com a estratégia implantada, isto possa dar algum trabalho. Mas como o querer é poder, neste caso inverta-se o ditado e diga-se então que o poder tem que querer.
Havia muito mais por onde cortar. Mas para já tudo ficava em ordem e ainda havia folga suficiente para que o crescimento se consolidasse.
Metam mãos à obra, porque amanhã será tarde.

E os ricos acham que devemos pagar mais... 
"O presidente executivo do BPI, Fernando Ulrich, afirmou que o país tem de aguentar mais austeridade" fonte
Mais de António Borges, para que todos fiquemos tranquilos.
Borges e as coincidências
Borges e a promiscuidade
Borges e as privatizações 
Borges e a Cimpor
Borges o goldman

Fartam-se de poupar nas gorduras do estado!! As fundações não fecham?

Passos Coelho farta-se de cortar na despesa provocada por parasitas.
Das 800 fundações, vai encerrar 4, ele não brinca!!! E a medo... ainda sugere mais 13!!
"O Governo anunciou a extinção de quatro fundações, recomendando também a extinção de 13 entidades do mesmo género ligadas a instituições de ensino superior público e 21 outras cuja "competência decisória se encontra cometida" às autarquias locais. De acordo com o Diário da República, a Fundação Casa de Guimarães, Fundação Museu do Douro, Côa Parque e a Fundação para a Proteção e Gestão das Salinas do Samouco serão extintas.
A Fundação Paula Rego, no município de Cascais, é uma das entidades que o Executivo pretende também extinguir.
O documento hoje revelado aponta ainda as entidades que verão o seu apoio financeiro reduzido ou o seu estatuto de utilidade pública retirado." .noticiasaominu

Apenas extinguirão 4 porque andam a gozar com quem trabalha para as sustentar, ou então estão a contar com os 22 milhões de euros (uma fartura) que Paulo Portas anda a realizar, vendendo o nosso património... Ora 22 milhões nem dá para sustentar uma fundação!!! Andam a gozar com quem afinal? Não sabem nem querem ajudar o país?
O estado corta sem dó nem piedade nos parcos salários dos que ainda trabalham, mas quando chega aos parasitasnão é homem para proceder a cortes que se vejam.

LISTA DAS FUNDAÇÕES RECENSEADAS  

  1. Abrigo Infantil de Nossa Senhora da Conceição
  2. ADIL - Associação para o Desenvolvimento Integral de Lordelo
  3. Agência de avaliação e acreditação do Ensino Superior (A3ES)
  4. ALTI Cepões

Das 700 fundações talvez fechem 11? Cortes onde? No poder de compra do cidadão, claro!

O REGABOFE 
Mais uma vez teve que ser a TROIKA a impor o controle no saque que os governos fazem ou permitem que façam, ao erário público.
Foi a TROIKA que exigiu que se acabasse com o regabofe das fundações.
Contudo o governo já está a salvar a maioria das fundações... e a sacrificar quem as sustenta...
"O memorando diz também que, até Dezembro deste ano, terá que ser publicado um levantamento de todas as entidades públicas, incluindo associações, fundações e outros organismos em todos os níveis da administração pública, que permitirá ao Governo decidir quais deverá encerrar ou manter. " jn

"Passos Coelho tinha essa medida prevista no seu programa eleitoral, manteve-a no programa do Governo e só se lamenta que possa ter sido por insistência da troika que o trabalho avançou mais depressa. (...) alguns já viam apenas como uma forma de ter regalias nos impostos, fugir ao controlo orçamental ou receber dinheiro público, e ainda empregar alguns amigos. dn
A TROIKA desconhece que o programa eleitoral do governo, não passou de um mero embuste para caçar votos, mas os contribuintes já o sabem.
A TROIKA desconhece ainda, que o levantamento será realizado com base naquilo que os organismos declaram. As avaliações também serão realizadas nessa base.