Marinho Pinto apelou ao povo para punir os corruptos, mas o povo não colaborou a 100%. E mesmo com 42% de abstenção nada estremeceu no cenário da politica, claro que ele e todos perceberam que a abstenção é inócua. Não tem consequências nem sequer o poder de os abalar ou envergonhar, que era a intenção.
SEJAMOS RIGOROSO E EXIGENTES, COM OS POLÍTICOS PEDE MARINHO PINTO
Na actual falsa democracia que nos impõem, o voto em branco, a abstenção, o voto nulo ou o válido, possuem o mesmo valor... não mudam nada...
No entanto, Marinho Pinto não sendo contra a democracia nem contra o voto, apela neste video a que se faça greve ao voto e à democracia apenas na data especifica que respeita o video, e com o intuito de punir e abalar o regime podre que nos rouba. Uma greve ao voto para punir e alertar os corruptos. Uma espécie de aviso do povo. Pedia ao povo que fizesse estremecer a paz, dos que, já tranquilamente e legitimamente, nos roubam.
Marinho Pinto sugere assim a abstenção como punição não como forma de eleger, ou evitar eleger partidos.
Neste video Manuel Monteiro, diz que os portugueses fazem “parte de um circo que de anos a anos participa nas eleições”, justificando que “quem manda em Portugal não é o povo” e que o regime democrático em que alegadamente vivemos “é (apenas) um simulacro de democracia”.
"Nunca tivemos verdadeiramente sistema feudal em Portugal. Mas hoje temos feudalismo, temos um regime de corporações não assumido mas verdadeiramente detentor do poder político.
Quem manda em Portugal não é o povo. O povo faz parte de um circo que de anos a anos participa nas eleições para vaticinar ou corroborar escolhas previamente feitas pelos grupos corporativos que realmente mandam”. Na opinião de Manuel Monteiro, o “peso” destes grupos é tal que “condicionam as lideranças políticas a admitir excepções aos sacrifícios que são impostos à maioria dos cidadãos”.
A juntar a isto, refere, “os dirigentes partidários” começaram a ser “escolhidos na óptica do treinador, para trazer resultados imediatos” e quando tal não acontece, “é-se substituído”. Opondo-se a esta ‘lógica’(...)
“Eles”, prossegue, “querem ter o dinheiro dos outros que não são políticos e portanto vendem-se” e “deslumbraram-se” mas “com isso perdeu-se a independência”, por isso, “Tenho muitas dúvidas de que a maioria da classe dirigente seja independente”.
fonte
- Manuel Monteiro explica a farsa da democracia
- O poder do voto. Voto em branco e nulo, sem poder?
- Eleições autárquicas – questões para incomodar mandarins.
- Insistir no erro, cegueira ou burrice?
- Votar é um direito ou um dever.
- Democracia de fachada



