A apresentar mensagens correspondentes à consulta MOTA ENGIL ordenadas por relevância. Ordenar por data Mostrar todas as mensagens
A apresentar mensagens correspondentes à consulta MOTA ENGIL ordenadas por relevância. Ordenar por data Mostrar todas as mensagens

Jorge Coelho e o percurso atribulado e duvidoso da Mota-Engil.

mota engil corrupção impunidade jorge coelho
Por incrível que pareça ao consultar a compilação que se segue, irá perceber que em Portugal os "suspeitos" reincidem uma e outra vez, sem pudor, o que reflecte falta de medo, de vergonha e excesso de impunidade. Sem medo nem vergonha, sem justiça e sem um povo atento, quem os trava?
Salta à vista que todos os personagens interagem em promiscuidade entre o sector público e o privado, entre a politica e os negócios, lesando o estado e esgueirando-se entre as malhas da lei, demasiado esburacada, feita para eles escaparem sempre ilesos.
Neste caso os protagonistas são Jorge Coelho, Paulo Campos e a Mota-Engil... 

António Mota é decididamente o empresário do regime.
Nos partidos do arco do poder, contrata políticos de todos os quadrantes.
A Mota-Engil controla desde esta semana mais um setor económico em Portugal, a recolha e tratamento de lixos. Como este negócio é um monopólio, os consumidores ficam à mercê deste grupo empresarial, a quem doravante pagarão uma taxa vitalícia.
António Mota é decididamente o empresário do regime. Nos partidos do arco do poder, contrata políticos de todos os quadrantes.
Já nos anos 80, Duarte Lima, enquanto líder parlamentar do PSD, representava os interesses do grupo Mota. Até aos dias de hoje, em que encontramos o ex-ministro laranja Valente de Oliveira na Administração do grupo Mota.
Também o ex-ministro Ferreira do Amaral, presidente da Lusoponte, está na sua esfera de influência. Rui Rio prestou-lhe tributo, condecorando-o. E estão agora sob investigação judicial os seus negócios com Luís Filipe Menezes...
António Mota contrata também na área socialista. Jorge Coelho, ex-governante nas obras públicas, presidiu durante anos a este poderoso grupo. A ele se juntaram outros responsáveis da governação socialista, desde o ex-secretário de Estado Luís Parreirão a Rangel de Lima, antigo presidente da Estradas de Portugal. Mota pesca também nas águas do CDS. Ao seu núcleo duro de gestão pertence António Lobo Xavier. E até Paulo Portas já foi a Angola promover as relações entre a construtora e o governo de Eduardo dos Santos.
Não é pois de estranhar que o grupo Mota seja dos que mais se alimentam da manjedoura que é o orçamento de estado. Constrói estradas e pontes, é o maior detentor de negócios na área das parcerias público-privadas rodoviárias, o que lhe dá acesso a receitas milionárias garantidas. Através da Liscont, controla o porto de Lisboa, cuja recente prorrogação de contrato obteve sem qualquer concurso público. Doravante, irá ter garantida mais uma renda permanente, proveniente do negócio dos lixos, com a atribuição que Passos Coelho lhe outorgou: a posse da Empresa Geral de Fomento.
António Mota financia campanhas políticas, relaciona-se intimamente com governantes. Cavaco Silva apadrinha e preside às suas ações caritativas. O seu grupo confunde-se com o regime. Paulo Morais
cargos favores mota engil jorge coelho corrupçao
CLIQUE NA IMAGEM PARA AMPLIAR.
MAIS COINCIDÊNCIAS ESTRANHAS...

VANTAGEM DE TER SIDO MINISTRO
VENDE-SE CARGO A TROCO DE OBRA
1- Jorge Coelho‘deu’ à Mota-Engil maiores negócios das SCUT e posteriormente tornou-se presidente executivo da Mota-Engil.
Não há ilegalidade, mas há muita promiscuidade. A construtora passou a ter dois ex-ministros e um ex-secretário de Estado das Obras Públicas na direcção.
a) - Jorge Coelho atribuiu mais de mil milhões de euros em concessões rodoviárias a consórcios liderados pela Mota-Engil enquanto ministro. E agora prepara-se para liderar aquela que é a maior construtora portuguesa- Mota Engil . Ilegal? Não. Mas levanta questões de ética e de potenciais conflitos de interesses.
João Cravinho, o antecessor de Jorge Coelho na pasta das Obras Públicas disse ao Expresso, sem querer comentar este caso em particular, que “é intolerável definir parcerias público-privadas e depois gerir esses interesses particulares”. Mas a Mota-Engil é uma empresa de ex-governantes.
b) - Durante a sua passagem pelo Ministério do Equipamento Social (Obras Públicas), 1999 e 2001, Jorge Coelho tem intervenção em duas das principais auto-estradas SCUT atribuídas à Mota-Engil: Na altura, era secretário de Estado Luís Parreirão, que há quase seis anos é um dos principais gestores da Mota-Engil e responsável pelas concessões.
c) - Com uma extensão total de 104,8 km, a SCUT IC1 foi adjudicada por 293 milhões de euros. A SCUT do antigo IP5,  foi adjudicada por 717 milhões de euros. O concurso arrastou-se e acabou por ser adjudicado um mês depois pelo seu sucessor Ferro Rodrigues, mas foi totalmente conduzido por Coelho.
d) - É também Jorge Coelho que assina o segundo acordo de reequilíbrio financeiro com a Lusoponte, onde a Mota-Engil é accionista de referência.
e) - A Mota tem tradição em contratar ex-ministros das Obras Públicas. O social-democrata Valente de Oliveira é vogal da administração da Mota-Engil, onde entrou depois de protagonizar aquele que ficou conhecido como o caso ‘Grande Porto’. Esta SCUT, com 537 milhões de investimento, acabou nas mãos da Mota depois da Ferrovial ter ganho o concurso decidido por Ferro Rodrigues e ter sido desclassificada por questões processuais. No final, o Estado desembolsou 100 milhões de euros adicionais.
f) Gestão ruinosa de Portugal ao sabor dos interesses da Mota Engil:: e que tal encher um país de estradas para a Mota Engil ficar milionária?
Portugal é o país “Campeão do Mundo” em parcerias publico-privadas (PPP), com o maior gasto em PPP em relação ao PIB (quase 11%) (Fonte: Observatório PPP da Universidade Católica). As Parcerias Público-Privadas têm contribuído para um agravamento da dívida pública, com injustificadas taxas de rentabilidade para os consórcios privados que as promoveram.
A maioria das transferência de recursos públicos para o setor privado tem beneficiado apenas quatro grandes empresas (cinco, agora que a EDP foi privatizada pela chinesa Three Gorges): Mota-Engil, BES, Mello e Soares da Costa. Estima-se que o Grupo Espírito Santo beneficará no total dos encargos brutos das PPP de 4.737 milhões de euros, a Mota-Engil em 5.083 milhões de euros, o grupo José de Mello em 3.207 milhões e a Soares da Costa em 2.877 milhões (Exame, 2011 – Quem ganha os milhões das PPP?).
g) Portugal campeão mundial em estradas, quando é para servir interesses da Mota Engil somos top? Portugal é o 4º melhor nas estradas. O relatório global do World Economic Forum de 2012 refere que Portugal tem das melhores infra-estruturas rodoviárias do mundo, é um país seguro, mas tem um longo caminho a percorrer na Justiça e um Estado que desperdiça dinheiro. À frente de Portugal está apenas a França, Emirados Árabes Unidos e Singapura.

2 - De um dia para o outro, concessões rodoviárias, que custavam nicles ao tesouro público, passaram a custar 600 milhões. Quem saiu beneficiado? Uma empresa do universo Mota-Engil, essa entidade omnipresente.
a) -  Sócrates e Paulo Campos mudam a lei para beneficiar objectivamente uma construtora em total prejuízo do dinheiro público. Perante este facto objectivo, o Ministério Público não pode actuar, não pode perguntar, não pode indagar?
b) - Paulo Campos. O autor moral desta governação-amiga-da-construtora-amiga está no
jorge coelho corrupção boys
CLIQUE NA IMAGEM PARA AMPLIAR
parlamento, aliás, está nas comissões que tratam directamente de obras públicas.
c) - "Marques Mendes afirma que renegociação de concessão de auto-estradas entre o Governo de José Sócrates e o grupo da Mota-Engil, em 2010 representam 1,4 mil milhões de euros de prejuízos para o Estado.
"A não haver uma justificação muito clara e muito objectiva, eu diria que estamos perante um caso de polícia", avisou Marques Mendes. E as pessoas podem ser levadas a pensar que se está perante um caso de “promiscuidade ou de negociata pelo meio”.
d) - Os números foram apontados, a propósito da polémica com Paulo Campos, ex-secretário de Estado e agora deputado do PS, na comissão de Economia e Obras Públicas. O caso ganhou nova polémica com a empresa KPMJ a frisar que os dados que Campos usou , não era da sua responsabilidade, ao contrário do que inicialmente se pensava.
No negócio de 2010 que passou de custos zero para prejuízos para o Estado de 1,42 mil milhões Euros por exigências (aceites) da Mota Engil.
e) - Para Mendes, que o Grupo Mota Engil “faça uma exigência dessas é um problema seu”, porque “está a defender o seu interesse particular”. “Agora, que o Governo tivesse aceitado aquela exigência isso é que é absolutamente irresponsável. Porque é suposto o Governo defender não o interesse particular mas sim o interesse público”, acrescentou.
“Assim se fez a gestão ruinosa e irresponsável de José Sócrates e Paulo Campos [ex-secretário de Estado das Obras Públicas]”, concluiu.

3 - O Ministério Público apreendeu documentos no âmbito da Operação Furacão que indiciam o envolvimento da Mota-Engil no pagamento de ‘luvas’ a decisores políticos.
Num total de seis milhões de euros a quatro decisores políticos, que directa ou indirectamente estiveram relacionados com o concurso daquela SCUT.

Ministro tem sempre tacho. Mota-Engil tem 2 ministros!



Jorge Coelho já tem tacho. Será o futuro presidente executivo da Mota-Engil.
Não vai haver concurso. Pois é... mas afinal isto é uma retribuição de favores!
Diz o Expresso: Coelho ‘deu’ à Mota-Engil maiores negócios das SCUT.
Não há ilegalidade, mas há muita promiscuidade. A construtora passa a ter dois ex-ministros e um ex-secretário de Estado das Obras Públicas na direcção.
Presidente da maior construtora portuguesa, empresa com que negociou, enquanto ministro, concessões superiores a mil milhões de euros. 

João Cravinho, também ex-ministro das Obras Públicas do PS, sem querer particularizar o caso, considera intolerável que quem define parcerias com privadas vá depois gerir esses interesses.

Com o mundo a seus pés... 
-- Mota-engil com investimentos de mil milhões no peru
-- Mota-Engil tem as suas primeiras obras no Brasil e na Colômbia
-- Mota-Engil ganha obras de 500 milhões de euros em África
-- Portuguesa Mota-Engil investe em fábrica de pregos em Angola
-- Mota-Engil ganha obra de 158 milhões na Polónia 
-- Carteira da Mota-Engil na Polónia vale 600 milhões
-- Mota-Engil cria empresa em Angola em parceria com a Sonangol
-- Mota-Engil inicia obra rodoviária em Moçambique no valor de 108 Milhões de Euros fonte
-- Mota-Engil e Visabeira ganham obra de 30 milhões em Moçambique
-- Mota-Engil compra 50% da Construtora Brasil
--Mota-Engil em destaque no primeiro dia da visita de Paulo Portas ao México
A empresa já concluiu obras orçadas em 650 milhões de euros, e possui uma carteira de encomendas de pelo menos mais 267 milhões de euros, como confirmou o responsável da empresa.
“O México tem muita coisa para fazer não apenas em termos sociais mas também em infra-estruturação, tem as ligações mas falta tudo em termos de caminhos-de-ferro (…), por isso pensamos que é um mercado a quem temos de dar prioridade, dentro da prioridade que para nós é hoje a América Latina, que engloba o México, o Peru, a Colômbia e o Brasil nesta primeira fase”, referiu o presidente da Mota-Engil.
Actualmente, a Mota-Engil é a maior empresa portuguesa a investir no México no sector da construção e está e suscitar um interesse crescente em outras áreas de actividade. No total, possui 1.300 trabalhadores no estrangeiro. fonte


Luís Filipe Menezes actor principal do GaiaGate. Um enredo a não perder

Paulo Morais neste video denuncia a corrupção dos autarcas..
Comenta os casos de Luís Filipe Menezes e de Rui Rio:

 
Menezes com reforma de 3.282 euros
Ex-líder do PSD e antigo presidente da Câmara de Gaia reformou-se com uma pensão no valor de 3.282 euros. Luís Filipe Menezes cumpriu quatro mandatos.

Menezes paga 20 mil euros por cartaz 
É mais um dado que consta no caso 'Gaiagate': Luís Filipe Menezes pagou 20 mil euros por um cartaz, que supostamente faria publicidade a uma marca de gelado. O valor é cem vezes mais do que o valor de mercado.

Câmara de Gaia dá 690 mil ao ‘JN’
Sob a presidência de Luís Filipe Menezes, o município de Gaia gastou mais de 690 mil euros em 64 inserções publicitárias no ‘JN' desde o início de 2013.
Só entre páginas de publicidade e encartes, contam-se 64 "inserções comunicacionais" da câmara de Menezes no jornal do Norte.
Ao que o CM apurou, a alegada utilização de meios da Câmara de Gaia, nomeadamente através de publicidade, na campanha de Menezes no Porto é uma das razões de uma queixa entregue à Comissão Nacional de Eleições, que aguarda a resposta do candidato do PSD no Porto. Na queixa, afirma-se ainda que foram publicados convites da Câmara de Gaia em que se apela para que se visite o site da candidatura "Porto Forte".

Financiar partidos com tostões rende sempre milhões.

Antes de ler o artigo que se segue veja este video... os maiores empresários de Portugal sobrevivem graças ao parasitismo do estado, sem ele, desapareciam....
Depois de ver o video, percebe que os financiamentos aos partidos que dominam o estado... vêm dos tais empresários protegidos pelo estado, que em troca sustentam partidos.
É uma forma de todos eles ficarem a ganhar lesando o povo. Tu das-me dinheiro para eu ir roubar o estado e depois eu pago-te com o que roubar ao estado.




A família Mota, da Mota-Engil, está no topo dos donativos. Deu o máximo permitido por lei tanto ao PS, como ao PSD e ao CDS em anos de eleições. Luís Champalimaud também foi generoso.
Os maiores financiadores dos partidos políticos são empresários, muitos com negócios com o Estado. E há mesmo quem financie mais do que um partido ao longo de vários anos.
Depois de o Presidente da República ter pedido no 5 de outubro maior transparência no financiamento partidário, o Observador consultou os processos das contas dos partidos do poder, PS, PSD e CDS, para lhe dizer de onde partem os donativos e a angariação de fundos.

A família dona da construtora Mota-Engil distribuiu cerca de 95 mil euros entre PS, PSD e CDS entre os anos de 2004, 2005, 2008 e 2009. António Manuel Mota, Maria Manuela Vasconcelos Mota, Maria Paula Vasconcelos Mota Meireles e Maria Teresa Vasconcelos Mota Neves da Costa são quatro dos dirigentes do grupo Mota-Engil que aparecem com maior frequência nos donativos aos partidos políticos.
Todos estes quatro membros da família deram dinheiro ao PS, PSD e CDS, registados no exercício dos partidos, em anos de eleições legislativas. António Manuel da Mota, chairman do grupo Mota-Engil, é mesmo um dos principais financiadores dos vários partidos, tendo doado mais de 32 mil euros aos três partidos.

Paulo Campos distribui tachos e dinheiro público. Um caso de policia...





E mais uma vez vem à tona o nome de Paulo Campos envolvido em mais um caso que evidência a falta de respeito que exibe pelos portugueses e a sua Pátria. 
Paulo Campos, criticado, por usar e abusar do estado em seu beneficio e dos seus compinchas. Aparentemente ética e moral não faz parte do seu currículo... 
Mais conhecido pelo seu toque mágico de conseguir transformar sapos em príncipes encantados, com ou sem beijo, ou seja amigos sem currículo, em grandes gestores, distribuidor de tachos sem escrúpulos, aparece envolvido num caso onde aparentemente os interesses do estado foram novamente lesados e submetidos ao interesse do privado...  
Num contrato que já estava estabelecido e que tinha custo zero para os portugueses, a Mota-Engil decide renegociar o contrato exigindo benefícios unilaterais, até aqui tudo normal, uma empresa defender os seus interesses.
Os troços de autoestrada que eram pouco lucrativos estavam a incomodar a concessionária que perdia dinheiro pois as portagens não faziam entrar dinheiro que os satisfizesse. 
Paulo Campos resolveu-lhe o problema:

Corruptos podem investir dinheiro da corrupção ás claras.


O desplante dos nossos corruptos. A injustiça da nossa justiça. 
Os saqueadores de impostos, montam mega negócios no estrangeiro, com o dinheiro público que desviam à vista de todos, e ainda viajam, para tratar dos seus negócios privados, e mandam a conta para o zé povinho?
Alguma vez se questionou, porque é que, os que gerem os nossos impostos, oferecem ajuda aos países de África e não só, com dinheiro dos portugueses?
Será porque Portugal é rico e pode dar dinheiro a outros países?
Será que os governantes, que ajudam esses países com dinheiro público, receberão mais tarde ajudas, privadas, desses mesmos países?

Ou será que os nossos governantes são tão generosos que não resistem a ajudar os pobres... estrangeiros, claro. 
"Isaltino acaba de criar duas empresas em Maputo e foi lá em visita oficial.
Autarca tem como sócios nos seus novos negócios um adjunto da Câmara de Oeiras, um grande construtor civil que tem parcerias com o município, dois criadores de cavalos e três moçambicanos.
Isaltino Morais deixa a Câmara de Oeiras em Outubro, mas há muito que está preparar o seu futuro.
Em Setembro do ano passado, criou, através de uma escritura pública outorgada em Maputo, uma empresa dedicada ao turismo e à caça. 
No mês seguinte, igualmente num notário da capital de Moçambique, constituiu uma outra empresa, esta virada para a importação e exportação. Neste momento, encontra-se naquele país em visita oficial, na qualidade de presidente da Câmara de Oeiras. Na comitiva, viaja pelo menos um dos seus sócios, que é também seu adjunto no município.
(...)Na Magoco, com sede em Maputo, Isaltino tem como sócios Rui Cóias (um português que viaja com passaporte diplomático da Guiné-Bissau e que está ligado à criação de cavalos e ao sector imobiliário em Portugal), Sérgio Ngoca (empresário moçambicano), José João Ramos Diniz (criador de cavalos, empresário da construção civil com actividade em Oeiras e ex-candidato à Assembleia Municipal de Oeiras nas listas de Isaltino), Abílio Diruai (empresário moçambicano) e Emanuel Gonçalves. Este último é adjunto de Isaltino na Câmara de Oeiras e membro da administração da Aitecoeiras, uma agência de promoção do investimento criada pelo município que colaborou na preparação da actual visita de Isaltino a Moçambique.
Quanto à Messa Energia, que está sedeada no mesmo local que a Magoco, a sua actividade principal tem a ver com a comercialização de material eléctrico. Os seus sócios, além de Isaltino, Sérgio Ngoca e Emanuel Gonçalves, são Natacha Morais e Fernando Rodrigues Gouveia.

Fernando Rodrigues Gouveia, é o patrão do grupo de construção civil MRG, líder das parcerias público-privadas com os municípios portugueses e sócio da Câmara de Oeiras em duas parcerias particularmente mal sucedidas. Ambas foram objecto, em Dezembro, de um relatório do Tribunal de Contas onde se lê que a escolha da MRG (detentora de 51% do capital das duas empresas criadas com o município) "violou os princípios da transparência, da igualdade de tratamento, da prossecução do interesse público, da boa-fé e da imparcialidade". O tribunal diz mesmo que a MRG foi alvo de "tratamento privilegiado face aos demais concorrentes".
As parcerias estabelecidas por esta empresa com Oeiras e outros municípios estão a ser investigadas pelo Ministério Público desde há mais de um ano.(...)

Relvas em Maputo para apoiar cooperação
Miguel Relvas, que foi secretário de Estado de Isaltino Morais, quando este era ministro das Cidades em 2002, está em Moçambique desde quarta-feira para uma visita oficial que hoje termina.
Segundo a Lusa, Relvas manifestou ontem a disponibilidade do Governo português para apoiar a formação de autarcas moçambicanos. "Manifestei a nossa disponibilidade para ajudarmos no processo de formação de autarcas e de funcionários autárquicos. Temos uma boa experiência nessa área, temos um centro de estudos de formação autárquica, que já apresentou uma candidatura em Moçambique", disse o ministro, depois de um encontro com Adelaide Amorane, ministra moçambicana dos Assuntos Parlamentares. fonte

Câmara de Oeiras aprova indemnização de 37 milhões de euros a sócio de Isaltino!!

Empresa de amigo de Vítor Gaspar contratada para assessorar privatização da EDP e da REN

Terá sido o próprio ministro das Finanças, Vítor Gaspar, a dar indicações à CGD para subcontratar a empresa Perella Weinberger Partners para assessorar o Estado na venda da EDP e da REN. 
Paulo Cartucho Pereira, amigo de Vítor Gaspar e sócio da Perella Weinberger Partners.
A notícia conta que os administradores da Caixa Geral de Depósitos António Nogueira Leite e Nuno Fernandes Thomaz manifestaram a sua discordância com todo o processo, que está a ser investigado pelo Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP).

"A contratação da firma norte-americana esteve desde o início envolta em polémica. Não só por se tratar de uma empresa, alegadamente, sem experiência em privatizações e sem historial de conhecimento da área da energia, mas também porque o seu nome foi posto em cima da mesa pelo ministro das Finanças", escreve o Público. 
"E já depois de ter sido elaborada uma lista restrita, com nomes de assessores financeiros, que não incluía a Perella. A exclusão dos candidatos portugueses, como o BESI (que seria contratado pelos grupos que venceram as duas privatizações), o BCP e estrangeiros, levou alguns deles a questionar a opção governamental."

POLITICA SERVE DE TRAMPOLIM PARA SUCESSO E IMPUNIDADE.


políticos cadastro publico privado
HÁ DÉCADAS, OS MESMOS DE SEMPRE.
Veja quantos funcionários se 
A melhor profissão de Portugal? Politico!!! Sem dúvida.
Os ministros após abandonarem os cargos, arranjam facilmente empregos/tachos, alguns até em áreas que tutelaram durante o período de governação.
E de facto são vários os ex-governantes que ocuparam ou ocupam altos cargos de empresas, tanto no sector público como no privado. 
Os currículos de ministros e secretários de Estado mostram que o Governo é um trampolim para uma carreira de sucesso.

Pires de Lima perde 750 mil euros por ano no Governo.  2013
O ex-presidente executivo da Unicer ganhou mais de 826 mil euros em 2012, sendo que actualmente como ministro da Economia, António Pires de Lima, vai perder, pelo menos, 750 mil euros por ano, face aos rendimentos que apresentou no ano passado. Receberá cerca de 5 mil euros por mês. fonte

Após ler a lista escabrosa que se segue e caso queira continuar esta viagem alucinante pelo reino dos tachos, incompetências e até crimes, siga este link e ainda este.

De políticos a gestores.
1- Manuel Pinho ainda a recuperar da sua demissão, recebeu uma chamada do empresário Joe Berardo, se Pinho quisesse teria emprego na Fundação.
Em Junho de 2010, Pinho viria a assumir a presidência de uma fundação, mas não a Berardo: a Arpad Szènes-Vieira da Silva.
Pinho, que chegou a ser apelidado de "ministro das Renováveis", começou em 2010 a dar aulas na School of International and Public Affairs (SIPA) da Universidade Columbia, uma instituição que recebeu da EDP (empresa aliada do Governo na defesa das energias renováveis) cerca de 3 milhões de euros. 

2 - Quem também encontrou emprego numa fundação, foi Maria de Lurdes Rodrigues (arguida por favorecer amigos com dinheiros públicos) - ex-ministra da Educação - que é desde 1 de Maio presidente da FLAD.

3 - O ex-ministro das Obras Públicas, Mário Lino, tornou-se presidente do Conselho Fiscal das companhias de seguros do grupo Caixa Geral de Depósitos. Lino é engenheiro civil, não tendo currículo na banca.

4 - O ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, António Mexia, terminou o mandato em 2005 e, no ano seguinte, foi escolhido para presidir a EDP. Antes de passar pelo governo, Mexia já contava com currículo na área, tendo ocupado cargos como CEO da Galp (durante quatro anos).

5 - O ministro da Economia de Durão Barroso, Carlos Tavares, volta a um cargo público 1 ano após o mandato: em 2005 tornou-se presidente da CMVM (Comissão de Mercado de Valores Imobiliários). Carlos Tavares - que estudou na mesma faculdade que o ministro Fernando Teixeira dos Santos e com quem manterá boas relações - foi nomeado já durante o Executivo de José Sócrates.

Da pasta das Finanças para cargos na banca são vários os exemplos:

6 - Luís Campos e Cunha, para o Banif em 2006,

7 - Guilherme d'Oliveira Martins, para o BPN Efisa em 2003,

8 - Miguel Cadilhe, para o BPA em 1990,

Corrupção a nu. Esfera dos Livros lança hoje “Os Facilitadores”, o 2º livro de Gustavo Sampaio, autor do “bestseller”- Os privilegiados


Uma obra a não perder para os que desejam conhecer, com detalhe e rigor, os meandros mais obscuros da corrupção, em Portugal.

"Trata-se de uma investigação jornalística, rigorosa e inédita, que compila os factos, faz o cruzamento de dados e compõe um retrato impressionante da triangulação de interesses entre o poder político, o mundo empresarial e os consórcios de advocacia. 
Neste trabalho o autor revela as listas de clientes das maiores sociedades de advogados, as interligações políticas e empresariais, as participações no âmbito da produção legislativa ou da actividade de regulação, apresentando casos concretos.

Sinopse: 
Ajustes directos, contratos swap, PPP (nos sectores da saúde, educação, águas, resíduos, vias rodoviárias e ferroviárias, etc.), privatizações de empresas públicas, concessões e subconcessões, contratos de exploração a meio século, auto-estradas com portagens virtuais, rendas excessivas no sector energético, mais-valias decorrentes da venda de gás natural não partilhadas com os consumidores, aumentos das taxas nos aeroportos nacionais, direitos adquiridos sobre pontes e aeroportos que ainda não foram construídos, indemnizações devidas por causa de projectos adiados, ou mudanças de sede fiscal para a Holanda ou para a Zona Franca da Madeira...
Quase todos estes contratos, negócios e direitos adquiridos foram assessorados, intermediados, aconselhados, estruturados, facilitados pelas principais sociedades de advogados que operam em Portugal.
As que mais facturam. Quer do lado do Estado, em representação do interesse público, quer do lado do sector privado, defendendo os interesses empresariais dos respectivos clientes. Ou em ambos os lados, muitas vezes em simultâneo, por entre indícios de conflitos de interesses. 

Compra propriedade ao estado por 11 milhões e vende-a logo a seguir por 21 milhões.

corrupção políticos imobiliárioO NEGÓCIO DE VENDA DE PATRIMÓNIO DO ESTADO, TEM SIDO UMA FONTE DE "RENDIMENTO", OCULTO, DE MILHÕES, PARA OS POLÍTICOS QUE SUPOSTAMENTE "GEREM" O NOSSO PATRIMÓNIO.
Neste texto irei fazer uma compilação dos roubos ou suspeitas de crimes, que a imprensa tem divulgado, como sendo um saque descarado do património da nação.
Personagens principais e reincidentes serão a Párpublica, o Estado e ainda os abusadores... esses vão variando, para chegar para todos.
Divirta-se nesta viagem abismal de uso e abuso do alheio.

1 - A Mota-Engil /Tertir, compra ao estado, por 60 milhões, 2 terrenos, quando apenas um deles, valia mais de 130 milhões. Para justificar e credibilizar tamanho desfalque o comprador/ beneficiado (para não chamar outras coisas) diz que os terrenos apenas valiam 60 milhões e foi precisamente a Parpublica ( empresa ao serviço do estado) que assim os avaliou. Ora a Parpublica, tem vindo a vender o património do estado de forma ruinosa e polémica, segundo afirmam vários especialistas neste mesmo vídeo digno de um filme da máfia italiana. 
Sendo assim, a única coisa que seria credível neste quadro escabroso deixou de o ser. Cai por terra a legitimidade de mais um negócio... digo eu que sou cidadã apenas... 
Convém ainda acrescentar que não houve concurso público pois a Mota tinha o direito de preferência...???

A noticia que levanta a polémica 

Mais uma fundação que vem salvar Portugal. Governo continua a financiar parasitas.

fundações boys despesismo
Fundações são uma forma legal de fugir aos impostos. 
Desengane-se quem pensa que são forças da natureza que nascem para ajudar os mais desfavorecidos, ou contribuir para um mundo melhor.
Até porque todos nós já financiarmos, secretarias de estado, ministérios, institutos, observatórios, para esse fim... mas os parasitas multiplica-se como qualquer praga, e ainda continuam a nascer mais e mais.
Organismos parasitas que fingem cuidar de nós.

"Acaba de ser reconhecida mais uma fundação em Portugal
A vontade do governo em reduzir o número de fundações em Portugal está cada vez mais difícil de concretizar. Sim, o número de fundações não pára de crescer. Desta vez, é a Fundação Monte, da Póvoa do Varzim, que foi criada em 2010 e que viu o seu estatuto reconhecido precisamente no dia em que foi aprovado o doloroso Orçamento de Estado para 2013.
E qual a missão da nova fundação? A “Fundação tem como fins primordiais a promoção da educação, o fortalecimento da solidariedade social, o apoio a entidades públicas e/ou de reconhecido interesse público e o desenvolvimento de infra-estruturas de interesse público, como sejam redes de águas e saneamento, estações de tratamento e pequenas redes viárias”, pode ler-se no Infoempresas. Sem surpresa, consta-se que por detrás desta iniciativa estão os sócios da construtora Monte Adriano, com sede na Póvoa do Varzim. fonte

Por que é que o Grupo Ascendi esconde quem realmente é?
Quem quiser saber quem são os accionistas da Ascendi não encontra resposta no site da empresa, mas encontra no site da Mota-Engil (a empresa do tal António Mota dos vários crimes financeiros, e gerida pelo socialista Jorge Coelho, ex-ministro das obras, precisamente, até Janeiro passado). 1)
Um cidadão que pague portagens nas ex-Scut e que deseje saber quem é o raio da tal Ascendi que lhe saca os pagamentos, sorrirá ao encontrar no site da Ascendi o botão “Estrutura Accionista”. Mas aí só tem direito a saber que a Ascendi é detida na maioria pelo Grupo Ascendi, com participações das construtoras Hagen e Monte Adriano, Amândio Carvalho, Rosas Construtores e dos bancos Santander, Banif, Caixa e BCP. E uma empresa chamada Mospag que, procurando na internet e juntando dois mais dois, se deduz que pertença à Monte Adriano.
Quem é o Grupo Ascendi? A resposta só a encontra quem já a souber de antemão. É entrar no site da maior construtora portuguesa, a Mota-Engil – Um Mundo de Inspiração. Aí ganha-se direito a este detalhe: «Ascendi Group é detida em 60% pelo Grupo Mota-Engil e em 40% pelo Grupo Banco Espírito Santo».

Como todos devem calcular ainda não havia ninguém a cuidar destes "fins primordiais"!!!
As fundações são também de grande utilidade para fugir a impostos, branquear dinheiro, albergar boys e família e são ainda um meio eficaz de ir buscar dinheiro ao estado, sem fazer nada para o merecer.

NESTE VIDEO PAULO MORAIS REFERE A MONTE ADRIANO COMO UMA EMPRESA PROTEGIDA NA AR. ESTÁ TUDO EXPLICADO

Paulo Morais faz um retrato assertivo, do que são na realidade e para o que servem as fundações. /Fraudes & Fundações
"As fundações públicas devem ser extintas. 
As fundações privadas sem recursos têm de mudar de nome. E aquelas que, embora dispondo de meios, não perseguem um fim social visível, devem perder o seu estatuto de utilidade pública. 
Esta verdadeira limpeza levará à eliminação de centenas destas entidades. No final, restarão apenas cinco ou seis genuínas fundações.
Uma verdadeira fundação é uma entidade cujo instituidor, dispondo de meios avultados (não do estado), de um fundo, decide disponibilizá-lo à comunidade para perseguir um dado desígnio social, um qualquer benefício colectivo.
Nesta perspectiva, as fundações públicas nem sequer são fundações. São departamentos públicos travestidos, cujo estatuto lhes permite viverem de forma clandestina. 
Os seus directores não estão sujeitos a regras da administração pública. Podem contratar negócios sem qualquer controlo, permitem-se ainda recrutar pessoal sem concurso. Utilizam os recursos públicos em função dos seus interesses e dos seus negócios privados.
Já quanto às actuais fundações privadas(...)cujos instituidores são pessoas de muitas posses que registam os seus bens em nome de fundações particulares, mas que nada dão à sociedade.
Com este esquema, ficam isentos de pagar IRC na sua actividade, os seus terrenos e prédios não pagam impostos, como o IMT e o IMI. Até alguns dos seus carros ficam isentos de pagar imposto de circulação e imposto automóvel.
Estes cavalheiros conseguem assim um paraíso fiscal próprio, verdadeiras "off--shores" em território nacional. Retirem-lhes pois o estatuto de utilidade pública.
Feito este expurgo, restará um restrito grupo de entidades criadas por aqueles milionários que decidiram legar parte da sua riqueza em benefício da sociedade que os ajudou enriquecer. São os casos de Gulbenkian, Champalimaud e poucos mais. Para honrar a sua memória, há que impedir que as suas organizações sejam confundidas com pseudo fundações, casas de má fama geridas por oportunistas." Paulo Morais

Este video de José Gomes Ferreira, conta um  desses casos de ilustres milionários que usam subsídios do estado, para pseudo fundações, que serve na verdade para restaurar as suas moradias e realizar grandes festas privadas.

Ou ainda, acedendo a este outro video, ao minuto 1,20, mais uma história interessante sobre a fundação do Montepio Geral.



PARQUE ESCOLAR, UMA HERANÇA DE SÓCRATES, UM BURACO ESTILO BPN.

VIDEO EXPÕE A VERGONHA DO EMBUSTE DA PARQUE ESCOLAR QUE COLOCOU OS CONTRIBUINTES A PAGAR RENDAS DAS ESCOLAS QUE ERAM DO ESTADO



O regabofe dos dinheiros públicos nas mãos de pessoas, que não foram eleitas, que não podem ser responsabilizadas, que não conhecem os problemas das escolas nacionais.
Estes são apenas alguns dos escândalos da Parque Escolar, no video encontrará mais.
Portugal tem que acordar o abuso é já insuportável, e a falta de vergonha, agrava-o.
- As escolas que eram públicas e património nosso, passaram a pagar rendas à PE?
- "Parque Escolar pagou numa única escola três milhões em obras que nunca foram feitas. Novo relatório do Tribunal de Contas é arrasador.
- Na Escola D. João de Castro as obras não eram feitas, mas eram pagas.
- Já no Liceu Passos Manuel, só retirar quadros de ardósia custou três mil euros." fonte
- Dos 2,5 mil milhões que havia para requalificar 332 escolas, apenas restauraram 180.
- Um ar condicionado de 2,5 milhões, que nem pode ser usado.
- Uma sala/barracão com 87 metros quadrados que custa mais que um apartamento de luxo, 300 mil euros, e onde já chove.
- Uma sala com 12 candeeiros, que custaram cada um 1200 euros.
- Edifícios demolidos ainda em bom estado.
- Móveis deitados ao lixo, que outras escolas aproveitaram, pois eram melhores que os que elas tinham.
- Contas da luz que não se conseguem pagar.
- Tribunal de contas não respeitado.
- Primeiro os pombos? Depois as escolas pobres?
- Derrapagens de 400%
- Lei da contratação pública, contornada.
- Gabinetes de arquitectura e engenharia beneficiados. 
Em baixo, consulte a lista dos preços das obras e dos sortudos arquitectos. Abismem... Ofendam-se, acordem e partilhem.

Cada escola remodelada paga 320 mil euros por semestre à Parque Escolar. 
As facturas das rendas da Parque Escolar começaram a chegar às escolas, tendo em 2012, em média, cada estabelecimento de ensino secundário que foi requalificado, pago cerca de 320 mil euros por seis meses de renda.
 O jornal, que refere que no ano passado a Parque Escolar arrecadou ao todo 42 milhões de rendas, acrescenta que os valores podem disparar este ano, quando estiverem concluídas as obras em 178 escolas.
Nessa altura, avança o “Sol”, a manterem-se os valores médios de renda de 640 mil euros por ano, a factura total pode ultrapassar os 113 milhões de euros.
O jornal refere ainda uma componente da renda, que pode chegar a 30 mil euros por mês, respeitante à manutenção dos edifícios, que será paga enquanto durar a Parque Escolar.

**"Uma auditoria do Tribunal de Contas considerou ilegais as obras e pagamentos feitos pela empresa Parque escolar em várias escolas: Escola do Cerco, no Porto; Escola Básica e Secundária Rodrigues de Freitas, no Porto; Escola Secundária de Sá de Miranda, em Braga.
No caso da Escola Básica e Secundária Rodrigues de Freitas (incluindo o Conservatório de Música) do Porto, realizadas pela Parque Escolar (PE), num montante superior a 17 milhões de euros." fonte
**"Parque Escolar dividiu empreitadas para evitar lançar concursos. A Parque Escolar fraccionou as empreitadas de requalificação de quatro escolas e contratou esses trabalhos por ajuste directo e consulta prévia, furtando-se ao lançamento dos concursos públicos a que estava obrigada por o valor global de cada uma das intervenções ultrapassar os cinco milhões de euros. Este entendimento é partilhado por dois advogados com experiência na área da contratação pública consultados pelo PÚBLICO.
No caso da Escola Secundária de D. Dinis, a empreitada foi dividida em pelo menos seis lotes, que somados perfazem mais de sete milhões de euros. A título de exemplo veja-se que três desses lotes, todos contratados à Mota Engil, dizem respeito ao "pavilhão central" da escola." Público
**"As obras de modernização da escola secundária Passos Manuel, em Lisboa, geridas pela empresa pública Parque Escolar, custaram mais 46,5% do que estava inicialmente previsto, devido sobretudo a uma série de “trabalhos a mais” entregues à Mota-Engil, a empresa responsável pela obra, conclui uma auditoria do Tribunal de Contas divulgada.
(...)Parque Escolar tenha pago as instalações eléctricas e de telecomunicações nesta escola “50% acima do ‘preço’ apresentado pelos subempreiteiros que procederam à execução dos trabalhos”. " Público
**"Cada intervenção da Parque Escolar por escola deveria custar 2,2 milhões de euros, mas custou 15,5 milhões de euros." fonte
**"Advogado Sérvulo Correia, autor do Código dos Contratos Públicos, vai defender a Parque Escolar num caso de ajuste directo chumbado pelo TC.
Sérvulo & Associados já recebeu 7,5 milhões de euros, por 157 contratos de ajustes directos. Muitos são contratos para defender entidades públicas com irregularidades detectadas em ajustes directos, como é o caso da Parque Escolar, que tem um contrato com a Mota Engil que o Tribunal de Contas considera ilegal." Artigo com as fontes

Mais um golpe de engenharia financeira, para ocultar despesismo, ao velho estilo de Sócrates. Colocou o estado a pagar rendas das escolas à PE, escolas que eram do estado.
"A Parque Escolar é um instrumento financeiro criado pelo anterior governo. Beneficiando da sua personalidade jurídica de tipo empresarial, distinta da das administrações públicas, o governo pôde promover um dispendioso programa de investimento na área da construção civil e contrair uma grande dívida financeira fora das malhas do Orçamento de Estado.
Assim, porque antes de 2011 os critérios do Eurostat não contabilizavam as dívidas destas entidades empresariais, o volume de endividamento contraído pela Parque Escolar não figurava nem no défice orçamental nem na dívida pública. Mas as suas dívidas, que poderão ascender a valores próximos dos três mil milhões de Euros, são bem reais e terão de ser pagas pelos cidadãos. Como?
É simples. Para além de estar encarregue pela promoção das obras, a Parque Escolar fica igualmente responsável pela gestão das escolas intervencionadas. Na prática, a P.E. fica “dona” das escolas e as entidades escolares passam a pagar uma renda à Parque Escolar.

Em 2011 o valor pago pelas escolas à Parque Escolar foi de 50 milhões de Euros, segundo dados da comunicação social.
Estas “rendas” são, em boa verdade, as prestações da dívida contraída pela Parque Escolar, que passam assim a ser pagas enviesadamente pelo Estado através do orçamento do Ministério da Educação.
Para lá de tudo isto, a Parque Escolar foi um exemplo de más práticas de gestão e corre o risco de se tornar num case-study de insustentabilidade energética e orçamental (ver programa Biosfera: Parque Escolar parte 1 e parte 2). (...)
O que uma entidade integrada no Estado nunca poderia fazer era criar uma dívida da ordem dos milhares de milhões de Euros e isso não figurar nas contas do défice e da dívida pública. Hoje sabemos bem quem andava o país a enganar com isto, por onde andam os responsáveis por estas políticas e quem está a pagar a factura. Enquanto em Portugal for possível gerir o dinheiro público desta forma e disso não decorrerem responsabilidades de âmbito criminal nunca seremos um país à altura de se considerar Europeu. E de pouco valerá fazer queixas sobre a “senhora Merkl”. fonte
Mais este... Parque Escolar tem director coordenador que é falso engenheiro.
Ordens dos Engenheiros e dos Engenheiros Técnicos esclarecem que Fernando Marques Ribeiro não é engenheiro, apesar de assinar documentos oficiais nessa qualidade. fonte



E a justiça? Multa de 7 mil euros, por prejuízos de 545 milhões, na Parque escolar? Crime compensa?

Os exemplos abaixo foram apenas "projetos" de obras de recuperação de escolas, não esqueçam.
Tal como António Barreto  afirmou no dia de PORTUGAL e CAMÕES ..." é necessário julgar quem nos levou a esta situação ", temos a OBRIGAÇÃO CÍVICA e MORAL de levar a julgamento o cidadão José Sócrates Pinto de Sousa e demais comparsas, que nos levaram à banca rota e praticamente a um estado de protectorado... por PORTUGAL  pelos nossos filhos, netos e bisnetos.
Biosfera da RTP2 onde se demonstra que as escolas "modernizadas" à conta de "toneladas" de ar condicionado, chegam a triplicar os custos energéticos....
A Parque Escolar, é a 5ª empresa pública mais endividada do país, apesar de estar a beneficiar de uma duplicação de financiamento. Recebe do estado, e agora recebe rendas que as escolas restauradas terão de pagar, por muitos anos, à Parque Escolar.
Ou seja, escolas que eram públicas e nossas, passaram a ter que pagar renda? Que mais irão eles inventar para nos despojar do que era nosso? 
Tal como se afirma, em cima no video da Biosfera, houve um só gabinete que recebeu mais de 11 adjudicações!!  E eles dizem que servia para dinamizar a economia, ou terá sido para dinamizar as contas bancárias de alguns dos amigos de sempre?
Não houve concurso público para para estes projectos, foram escolhidos a dedo - os mais dispendiosos? Os mais gastadores? Os amigos de longa data.


Pode também ver aqui, estes mesmos dados.
Mas ainda há mais... Parque escolar gasta 98 mil euros  na avaliação do Património da Parque Escolar!?

Mais engenharia para enganar o Zé Povinho
  1. NO SNS
  2. NO PATRIMÓNIO NACIONAL
  3. Paulo Morais e os advogados do Diabo. 
  4. A justiça e o poder
  5. Marinho Pinto

Ex governantes aumentam rendimentos em 3000%, após saírem do governo?

salários dos politicos milionários
Veja como Jorge Coelho, Dias Loureiro e outros multiplicaram os seus ordenados.
O jornalista António Sérgio Azenha é autor do livro "Como os Políticos Enriquecem em Portugal".
Os ministros e secretários de Estado em Portugal ganham menos de 6.000 euros mensais. Mas depois de saírem do Governo, muitos passam para empresas tuteladas pelo Estado onde os salários duplicam, triplicam, quadruplicam...
Essa transferência milionária dos políticos para a esfera empresarial é legal face a um quadro legislativo permissivo. Mas será eticamente correcta? A passagem pelo Governo, em demasiados casos, não será apenas um trampolim para a riqueza? "Como os Políticos Enriquecem em Portugal" dá-nos a conhecer uma amostra representativa.
Desde 1995, os rendimentos da classe podem ser consultados no Tribunal Constitucional, e há casos em que os aumentos rondaram os 3.000% - o que equivale a, por exemplo, ganhar cerca de 22.000 € anuais antes de entrar no Governo e perto de 700.000 € anuais depois de sair.
Num trabalho de enorme rigor, António Sérgio Azenha dá-nos a conhecer o percurso de 15 casos emblemáticos. Com todos os factos, números, percursos profissionais - que afinal parecem ser apenas um, tal a perturbante semelhança entre eles. Eis um resumo da situação:
salário milionário
tachos e boys
boys e tachos

Prometeram cortar gorduras, mas apenas cortaram a "carne" ao povo. As gorduras, deles, continuam a sorver os nossos impostos.


O que a troika mandou cortar e o governo não cortou... Preferiu dirigir os cortes para quem mais lhe convinha....
Afinal a culpa é de quem? 

Cá vai um importante contributo, para que o Ministro das Finanças não continue a fazer de nós parvos, dizendo com ar sonso que não sabe em que mais cortar.

Não subestimem o povo que começa a ter conhecimento do que nos têm andado a fazer, do porquê de chegar ao ponto de ter de cortar na comida dos filhos! Estamos de olhos bem abertos e dispostos a fazer -quase-tudo, para mudar o rumo deste abuso.

1. Reduzir as mordomias (gabinetes, secretárias, adjuntos, assessores, suportes burocráticos respectivos, carros, motoristas, etc.) dos três ex-Presidentes da República.

2. Redução do número de deputados da Assembleia da República para 80, profissionalizando-os como nos países a sério. Reforma das mordomias na Assembleia da República, como almoços opíparos, com digestivos e outras libações, tudo à custa do pagode.

3. Acabar com centenas de Institutos Públicos e Fundações Públicas que não servem para nada e, têm funcionários e administradores com 2º e 3º emprego.

4. Acabar com as empresas Municipais, com Administradores a auferir milhares de euro/mês e que não servem para nada, antes, acumulam funções nos municípios, para aumentarem o bolo salarial respectivo.

5. Por exemplo as empresas de estacionamento não são verificadas porquê? E os aparelhos não são verificados porquê? É como um táxi, se uns têm de cumprir porque não cumprem os outros? e se não são verificados como podem ser auditados?

6. Redução drástica das Câmaras Municipais e Assembleias Municipais, numa reconversão mais feroz que a da Reforma do Mouzinho da Silveira, em 1821.

7. Redução drástica das Juntas de Freguesia. Acabar com o pagamento de 200 euros por presença de cada pessoa nas reuniões das Câmaras e 75 euros nas Juntas de Freguesia.

8. Acabar com o Financiamento aos partidos, que devem viver da quotização dos seus associados e da imaginação que aos outros exigem, para conseguirem verbas para as suas actividades.

9. Acabar com a distribuição de carros a Presidentes, Assessores, etc, das Câmaras, Juntas, etc., que se deslocam em digressões particulares pelo País;.

10. Acabar com os motoristas particulares 20 h/dia, com o agravamento das horas extraordinárias... para servir suas excelências, filhos e famílias e até, os filhos das amantes...

11. Acabar com a renovação sistemática de frotas de carros do Estado e entes públicos menores, mas maiores nos dispêndios públicos.

12. Colocar chapas de identificação em todos os carros do Estado. Não permitir de modo algum que carros oficiais façam serviço particular tal como levar e trazer familiares e filhos, às escolas, ir ao mercado a compras, etc.

13. Acabar com o vaivém semanal dos deputados dos Açores e Madeira e respectivas estadias em Lisboa em hotéis de cinco estrelas pagos pelos contribuintes que vivem em tugúrios inabitáveis.

14. Controlar o pessoal da Função Pública (todos os funcionários pagos por nós) que nunca está no local de trabalho. Então em Lisboa é o regabofe total. HÁ QUADROS (directores gerais e outros) QUE, EM VEZ DE ESTAREM NO SERVIÇO PÚBLICO, PASSAM O TEMPO NOS SEUS ESCRITÓRIOS DE ADVOGADOS A CUIDAR DOS SEUS INTERESSES, QUE NÃO NOS DÁ COISA PÚBLICA.

15. Acabar com as administrações numerosíssimas de hospitais públicos que servem para garantir tachos aos apaniguados do poder - há hospitais de província com mais administradores que pessoal administrativo. Só o de PENAFIEL TEM SETE ADMINISTRADORES PRINCIPESCAMENTE PAGOS... pertencentes ás oligarquias locais do partido no poder.

16. Acabar com os milhares de pareceres jurídicos, caríssimos, pagos sempre aos mesmos escritórios que têm canais de comunicação fáceis com o Governo, no âmbito de um tráfico de influências que há que criminalizar, autuar, julgar e condenar.

17. Acabar com as várias reformas por pessoa, de entre o pessoal do Estado e entidades privadas, que passaram fugazmente pelo Estado.

18. Pedir o pagamento dos milhões dos empréstimos dos contribuintes ao BPN e BPP.

19. Perseguir os milhões desviados por Rendeiros, Loureiros e Quejandos, onde quer que estejam e por aí fora.

20. Acabar com os salários milionários da RTP e os milhões que a mesma recebe todos os anos.

21. Acabar com os lugares de amigos e de partidos na RTP que custam milhões ao erário público.

22. Acabar com os ordenados de milionários da TAP, com milhares de funcionários e empresas fantasmas que cobram milhares e que pertencem a quadros do Partido Único (PS + PSD).

23. Assim e desta forma, Sr. Ministro das Finanças, recuperaremos depressa a nossa posição e sobretudo, a credibilidade tão abalada pela corrupção que grassa e pelo desvario dos dinheiros do Estado.

24. Acabar com o regabofe da pantomina das PPP (Parcerias Público Privado), que mais não são do que formas habilidosas de uns poucos patifes se locupletarem com fortunas à custa dos papalvos dos contribuintes, fugindo ao controle seja de que organismo independente for e fazendo a "obra" pelo preço que "entendem".

25. Criminalizar, imediatamente, o enriquecimento ilícito, perseguindo, confiscando e punindo os biltres que fizeram fortunas e adquiriram patrimónios de forma indevida e à custa do País, manipulando e aumentando preços de empreitadas públicas, desviando dinheiros segundo esquemas pretensamente "legais", sem controlo, e vivendo à tripa forra à custa dos dinheiros que deveriam servir para o progresso do país e para a assistência aos que efectivamente dela precisam;

26. Controlar rigorosamente toda a actividade bancária por forma a que, daqui a mais uns anitos, não tenhamos que estar, novamente, a pagar "outra crise".

27. Não deixar um único malfeitor de colarinho branco impune, fazendo com que paguem efectivamente pelos seus crimes, adaptando o nosso sistema de justiça a padrões civilizados, onde as escutas VALEM e os crimes não prescrevem com leis à pressa, feitas à medida.

28. Impedir os que foram ministros de virem a ser gestores de empresas que tenham beneficiado de fundos públicos ou de adjudicações decididas pelos ditos.

29. Fazer um levantamento geral e minucioso de todos os que ocuparam cargos políticos, central e local, de forma a saber qual o seu património antes e depois.

30. Pôr os Bancos a pagar impostos.
31. Acabar com os consultores nas câmaras municipais, governo e empresas públicas.
32. Acabar com os estudos e planos (estratégicos, mobilidade...etc.)
33. Acabar com as ajudas de custo dos executivos camarários quando estes se deslocam pelo pais nos carros das câmaras ou quando se ausentam do pais.
34. Acabar com as fiscalizações em obras camarárias quando estas têm fiscais de obras sem terem que fazer.
35. Acabar com a decoração e flores nas câmaras e edifícios públicos.
36. Acabar com os fundos de maneio do governo, das câmaras e empresas públicas.
37. Dar a gerência das piscinas municipais, campos, pavilhões, bibliotecas, abastecimento de água, recolha do lixo, etc. ... ás câmaras.
38. Acabar com todos os institutos e empresas públicas inúteis.
39. Acabar com a entrega da cobrança de portagens a empresas tais como a ASCENDI que é da Mota-Engil. (neste ponto acho piada como é que o estado diz que paga 700 milhões € por ano pelas 7 SCUT, quando este valor dá para executar 700Km de auto-estrada com 6 vias)
40. Renegociar os contractos com as empresas concessionárias das SCUT.
41. Definir um tecto máximo de 25000€ de ordenado em empresas públicas ou com capitais públicos.
42. Subir os impostos pagos pelo sector bancário.
43. Taxar em 0.2% as transacções financeiras para paraísos fiscais.
44. Taxar em 0.2% as transacções bolsistas.
45. Tributação das mais-valias bolsistas.
46. A tributação do património imobiliário de luxo com valores acima dos 250.000€
47. Redução substancial dos membros de administração das empresas públicas ou com capitais públicos.
48. Redução dos gabinetes ministeriais.
49. Acabar com o contracto da Liscont (que é uma vergonha para o pais mais uma da Mota Engil)
50. Acabar com as transferências de dinheiro da ADSE para hospitais privados.
51. Tirar do orçamento de estado obras como o TGV que vai ser mais uma obra como a do metro do sul onde as previsões de utentes estão muito abaixo das previstas pelos estudiosos do estado e agora estamos todos a pagar mais uma vez á Mota Engil.
52. Acabar com o rendimento mínimo garantido, e o CDS que era contra e agora não se houve falar neste e outros assuntos…
53. Pôr os presidiários a limpar as matas nacionais e os baldios e a executar caminhos florestais.
54. Acabar com as viagens de membros do governo, empresas públicas ou camarários em Executiva.
55. Acabar com as deslocações dos deputados, secretários de Estado e Ministros da Madeira, Açores ou países estrangeiros.
56. Implementar a uni-dose nos medicamentos.
57. Implementar a prescrição dos medicamentos por substância activa.
58. Acabar com cursos universitários cuja saída profissional está sobrecarregada.
59. Acabar com as festas e inaugurações de obras (algumas sem começar e outras nem sequer acabadas)
60. Passar para metade os Deputados da Assembleia.
61. Acabar com a entrega da manutenção dos jardins e a limpeza das estradas municipais e nacionais a empresas privadas.
62. Acabar com os abonos variáveis /indemnizações por cessão de funções.
63. Acabar com a participação das Forças Armadas em operações no estrangeiro.
64. Legalização da prostituição e casas de lazer para que sejam tributadas.
65. Acabar com o aborto no sistema nacional de saúde. (pode ser legal, mas quem o quiser praticar pode faze-lo e fazendo-se pagar por isso)
66. Aumento do imposto de actos jurídicos.
67. Taxa de turismo (por exemplo quem viaja em turismo para Portugal á saída nos aeroportos deveriam pagar 50€ a semelhança de vários países de destinos de férias).
68. Acabar com as polícias municipais, e dar melhores condições a GNR e PSP.
69. Acabar com os Orçamentos de estado, das câmaras municipais e empresas públicas com base no anterior e executar sim orçamentos credíveis com bases sólidas e reais que é para depois não se ver o que está a acontecer que é ministérios e câmaras a executar obras e a renovar frotas, sistemas e materiais informáticos para não baixar o seu valor orçamental.
70. Acabar com todas a juntas de freguesia do país e passar as suas competências para as câmaras municipais, pois as condições agora são completamente diferentes do que eram quanto as juntas de freguesia foram criadas pois o acesso ás vilas era inexistente. ( 4650 juntas * 3 representantes * 250€ cada dá um total de 3487500€ mês e de 41850000€ por ano)

Exemplos da justiça do governo

  1. Os carros de luxo
  2. Nos grandes não corta, oferece rendas
  3. O orçamento para a AR sofreu aumentos e não cortes
  4. Cortes para os fracos, doentes, idosos, estudantes, etc
  5. As elites protegidas dos cortes
  6. O esbanjamento descarado
  7. Mais cortes nas reformas
  8. Só os cortes nas rendas ilegais das PPP, evitavam os cortes nas reformas
  9. Os cortes e a corte

Valia a pena a polícia abrir uma dependência dentro do BES, tendo em conta o tempo que perde a investigar o banco

Ana Gomes  comentadores, sabichões e economistas isolar e salvar do lamaçal o BES, verdade GES está para o BES como a SLN para o BPN”,  “banco foi e é instrumento da atividade criminosa do grupo”.Ana Gomes diz compreender “o esforço de tantos comentadores, sabichões e economistas em tentar isolar e salvar do lamaçal o BES, (...) mas a verdade é que o GES está para o BES como a SLN para o BPN”,  “banco foi e é instrumento da atividade criminosa do grupo”. 
“Se o BES é demasiado grande para falir, ninguém, chame-se Salgado ou Espírito Santo, pode ser demasiado santo para não ir preso”, sublinha.

“Nem os empregados do BES, nem as Donas Inércias, nem os Cristianos Ronaldos se safam se o Banco de Portugal, a CMVM, a PGR e o Governo continuarem a meter a cabeça na areia, não agindo contra o banqueiro Ricardo Salgado e seus acólitos, continuando a garantir impunidade à grande criminalidade financeira, e não só, à solta no Grupo Espírito Santo”, alerta.
Ana Gomes recorda como começaram a ser investigadas as contas do grupo e afirma que o líder do BES, Ricardo Salgado, dizia não querer financiamento do resgate “para não ter que abrir as contas do grupo à supervisão do Estado, esse Estado na mão de governantes tão atreitos a recorrer ao GES/BES para contratos ruinosos contra o próprio Estado”.

(Video com as declarações de Ana Gomes)


Para além de acusar Ricardo Salgado de tentar “paralisar as tentativas de

O melhor emprego, neste país, é ser ex-governante e corrupto.


Para Medina Carreira, ser corrupto é o melhor estatuto em Portugal. 


O jornalista António Sérgio Azenha é autor do livro "Como os Políticos Enriquecem em Portugal", editado pela Lua de Papel:
Os ministros e secretários de Estado em Portugal ganham menos de 6.000 euros mensais. Mas depois de saírem do Governo, muitos passam para empresas tuteladas pelo Estado onde os salários duplicam, triplicam, quadruplicam...
Essa transferência milionária dos políticos para a esfera empresarial é legal face a um quadro legislativo permissivo. Mas será eticamente correcta? A passagem pelo Governo, em demasiados casos, não será apenas um trampolim para a riqueza? "Como os Políticos Enriquecem em Portugal" dá-nos a conhecer uma amostra representativa. 
Desde 1995, os rendimentos da classe podem ser consultados no Tribunal Constitucional, e há casos em que os aumentos rondaram os 3.000 por cento - o que equivale a, por exemplo, ganhar cerca de 22.000 € anuais antes de entrar no Governo e perto de 700.000 € anuais depois de sair. 
Num trabalho de enorme rigor, António Sérgio Azenha dá-nos a conhecer o percurso de 15 casos emblemáticos. Com todos os factos, números, percursos profissionais - que afinal parecem ser apenas um, tal a perturbante semelhança entre eles. Eis um resumo da situação:

AS 120 PPP´s O SORVEDOURO DE IMPOSTOS QUE FABRICA MILIONÁRIOS PARASITAS E EMPOBRECE CONTRIBUINTES.

O relatório preliminar da comissão de inquérito às parcerias público-privadas (PPP) só estudou as PPP rodoviárias e algumas ferroviárias.
A grande questão que se coloca é saber porque razão as restantes PPP não foram debatidas? Já que todo o país está a pagar, bem caro, as 120 PPP´s com que muitos irresponsáveis desgovernantes empenharam o futuro do país, para garantiram o futuro aos bancos que estão por trás das PPP.
Os grandes grupos financeiros utilizam dezenas de nomes diferentes para criar empresas que na verdade são sempre a mesma, mas servem para disfarçar o óbvio, Portugal está nas mãos de 3 ou 4 grupos financeiros. Por exemplo o BES disfarçado de construtora, de concessionária, de banco, de imobiliária, de clínica, etc etc, consegue ser o discreto beneficiário das rendas de muitas das PPP que nos afundam.
Como pode constatar neste video, quem são os últimos beneficiários das PPP e de outros negócios criminosos sustentados com rendas do estado.

QUEM MANDA EM PORTUGAL - A BANCA


Portugal é o país “Campeão do Mundo” em parcerias publico-privadas (PPP), com o maior gasto em PPP em relação ao PIB (quase 11%) (Fonte: Observatório PPP da Universidade Católica). As Parcerias Público-Privadas têm contribuído para um agravamento da dívida pública, com injustificadas taxas de rentabilidade para os consórcios privados que as promoveram.

Em Portugal existem pelos menos 120 parcerias publico-privadas negociadas diretamente com o Estado Central, além de centenas de outras a nível local estabelecidas com órgãos do poder local e com outras empresas do Estado. Dado o elevado número de parcerias, Portugal era em 2004 o país com maior exposição aos empréstimos do Banco Europeu de Investimento (BEI), com 2,804 milhões de euros (Cruz, C. e Marques, R. O Estado e as Parcerias Público-Privadas, 2012) Grande parte desta exposição decorre do recurso ao financiamento do BEI no quadro das PPP. Esta situação agravou-se acentuadamente desde 2004. Em 2007, o recurso ao BEI para PPP foi de 285 milhões de euros, em 2008 de 839 milhões, em 2009 de 290 milhões e em 2010 de 945 milhões. No início de dezembro de 2012, o Estado deu uma nova garantia de carteira no valor de 2,8 mil milhões de euros. 

A obra do século em Portugal. A venda da ANA e o que nos espera.


AO MINUTO 16, PAULO MORAIS EXPLICA O ESQUEMA



Falemos de coisas concretas e consumadas: o casamento da ANA uma historieta que tem tudo para sair muito cara.
Passo a explicar: a ANA geria os aeroportos com lucros fabulosos para o seu pai, Estado, que, entretanto falido, leiloou a filha ao melhor pretendente.
Um francês de apelido Vinci, especialista em autoestradas e mais recentemente em aeroportos, pediu a nossa ANA em casamento. E o Estado entregou-a pela melhor maquia (três mil milhões de euros), tornando lícita a exploração deste monopólio a partir de uma base fabulosa: 47% de margem de exploração (EBITDA).**O Governo rejubilou com o encaixe...
Mas vejamos a coisa mais em pormenor.
O grupo francês Vinci tem 37% da Lusoponte, uma PPP (parceria público-privada) e assente numa especialidade nacional: o monopólio (mais um) das travessias sobre o Tejo.
Ora é por aqui que percebo por que consegue a Vinci pagar muito mais do que os concorrentes à ANA. As estimativas indicam que a mudança do aeroporto da Portela para Alcochete venha a gerar um tráfego de 50 mil veículos e camiões diários entre Lisboa e a nova cidade aeroportuária. É fazer as contas, como diria o outro...

Quilómetro da linha da Trafaria custa quase o triplo da do TGV





Ao minuto 15 deste vídeo, José Gomes Ferreira, faz referência a alguns contornos estranhos que envolvem o caso do novo negócio de milhões que o governo e os privados andam a cozinhar. A linha  da Trafaria.

Será este mais um caso de policia? Mais uma mega obra na forja! Eles não desistem.
"A anunciada linha para mercadorias entre o também anunciado terminal de contentores da Trafaria e a linha do Sul, perto do Pragal, terá um custo por quilómetro que quase triplica o da linha do TGV entre o Poceirão e Caia, que incluía uma via dupla electrificada e ainda, numa parte do seu percurso, uma terceira linha para mercadorias.
O presidente da Refer, Rui Loureiro, disse no Parlamento, que o ramal da Trafaria teria um custo de 160 milhões de euros. 
O projecto chumbado do TGV, do Governo Sócrates, custava 1359 milhões e decorria ao longo de 160 quilómetros com uma linha de alta velocidade, ao lado da qual coexistiria uma via única destinada ao tráfego de mercadorias integrada no eixo Sines-Badajoz. Rui Loureiro explicou aos deputados que a linha da Trafaria é dispendiosa, mas necessária, e que já existia um traçado bem definido que vai passar pela arriba fóssil da Costa de Caparica. Contudo, contactada pelo PÚBLICO, a Refer não quis divulgar qualquer informação sobre esse traçado." fonte

"A ligação ferroviária ao futuro porto da Trafaria vai custar cerca de 100 milhões de euros, um investimento a suportar pela Refer.
(...)A futura linha sairá do porto da Trafaria em curva larga sobre a Mata dos Franceses, em São João da Caparica, contornando depois a arriba para seguir em direção á linha do sul, junto ao Pragal. A carga contentorizada segue por ferrovia até à plataforma logística do Poceirão, que é gerida pela Mota Engil e pelo gigante brasileiro Odebrecht." fonte

Entretanto... Afinal a ferrovia é mais um erro. Mais um caso para juntar aos muitos, de gestão danosa ou criminosa? 
"Estudo encomendado pelo porto de Lisboa arrasa terminal de contentores da Trafaria. Documento elaborado pela A.T. Kearney diz que investimento só será competitivo com recurso aos transportes rodoviários. 
“O modo intermodal de/para o TCT mais interessante para os agentes económicos é a rodovia (mais barato e operacionalmente mais eficiente), não se apresentando outras soluções (ferrovia, barcaça, RoRo) economicamente competitivas”, diz o documento." Fonte

Os cenários esperados poderão ser vários... 
A obra avança favorecendo as especulações imobiliárias anexas, favorecendo os que atempadamente compraram terrenos na zona, favorecendo a banca, favorecendo construtoras, favorecendo o dono da sortuda concessionária privada que irá explorar o empreendimento, através do velho esquema das PPP, um cenário provável que habitualmente lesa o interesse nacional e os impostos, em troca de uma obra despesista e pouco útil.
Ou então a obra é travada favorecendo, mesmo assim, os acima referidos e lesando o estado e os contribuintes, não falha... Aliás basta revermos o caso do TGV, e as dúvidas dissipam-se. Quem saiu a perder?

A corrupção sofisticou-se e fortaleceu-se. Prepara-se para dar o golpe de misericórdia na democracia.

Corrupção fatal 
A política foi capturada pela corrupção. E este fenómeno, preocupante em qualquer sociedade, assume em Portugal características dramáticas. É ostensiva e desenvolve-se à vista de todos. É muito cara e sistémica, confundindo-se com o próprio regime.
Os casos de corrupção repetem-se de forma visível: corrupção na Expo 98, no Euro 2004, na compra de submarinos, no BPN, nas parcerias público-privadas e nos ‘swaps’, no BES… tudo às claras! A corrupção esmaga-nos.
Com a força que ostenta, impõe silêncio e medo. E é cara: só o escândalo do BPN terá depauperado os cofres públicos em sete mil milhões. Os custos acumulados de todos estes casos representarão mais de 30% da dívida pública! Mas a pior das características da corrupção é que ela é sistémica, desenvolve-se no seio da própria política. No caso das PPP rodoviárias, como noutros, os políticos que em sucessivos governos lançaram os negócios foram mais tarde colaborar com as empresas que haviam beneficiado. Os ex-ministros das Obras Públicas foram trabalhar nas concessionárias privadas: Ferreira do Amaral preside à Lusoponte, Jorge Coelho administrou a Mota-Engil. Para onde foi também Valente de Oliveira.
A corrupção nacional estendeu os seus tentáculos por vários continentes.
No megaescândalo ‘Mensalão’, no Brasil, o banco de referência era o BES, a PT estava também envolvida.
Em Angola, foi também o BES um dos principais veículos de ligação entre os chineses e o poder corrupto de Luanda.
Com estas características, a corrupção compromete o nosso futuro e até o futuro dos nossos netos. Pois o estado vem celebrando negócios ruinosos com prazos de décadas: muitas das PPP prolongam-se por 40 anos; há contratos de concessão e gestão de água que garantem rendas à Mota-Engil, em Gaia, por 25 anos; ou até à DST, em Braga, por 50 anos!
A corrupção sofisticou-se e fortaleceu-se.
Prepara-se para dar o golpe de misericórdia na democracia. Paulo Morais

Visite a colecção de videos que confirmam a tragédia