Paulo Campos distribui tachos e dinheiro público. Um caso de policia...





E mais uma vez vem à tona o nome de Paulo Campos envolvido em mais um caso que evidência a falta de respeito que exibe pelos portugueses e a sua Pátria. 
Paulo Campos, criticado, por usar e abusar do estado em seu beneficio e dos seus compinchas. Aparentemente ética e moral não faz parte do seu currículo... 
Mais conhecido pelo seu toque mágico de conseguir transformar sapos em príncipes encantados, com ou sem beijo, ou seja amigos sem currículo, em grandes gestores, distribuidor de tachos sem escrúpulos, aparece envolvido num caso onde aparentemente os interesses do estado foram novamente lesados e submetidos ao interesse do privado...  
Num contrato que já estava estabelecido e que tinha custo zero para os portugueses, a Mota-Engil decide renegociar o contrato exigindo benefícios unilaterais, até aqui tudo normal, uma empresa defender os seus interesses.
Os troços de autoestrada que eram pouco lucrativos estavam a incomodar a concessionária que perdia dinheiro pois as portagens não faziam entrar dinheiro que os satisfizesse. 
Paulo Campos resolveu-lhe o problema:
passou a pagar à Ascendi, por estradas que não custavam um cêntimo ao Estado, 1,864 milhões em rendas fixas, recebendo 1,267 milhões de portagens. Para isso mudou o Código da Contratação Pública e entregou depois (ou antes, não se sabe) a feitura do contrato a um escritório de advogados... ligado às construtoras.
Paulo Campos rouba estado
 Antes e depois da negociata. 
O resultado foi um rombo de 597 milhões anuais na despesa pública que você, leitor, e eu estamos agora a pagar à Ascendi, que é da Mota-Engil e do BES.
Contudo o estranho e nada normal, neste caso, é que o estado, representado por Paulo Campos, ex-secretário de Estado e agora deputado do PS, na comissão de Economia e Obras Públicas, governo de Sócrates, aceitou realizar este contrato totalmente desprovido de justiça ou de razão de ser. 
A única razão plausível, que Marques Mendes encontra para justificar tamanho prejuízo para o estado, só pode ser mesmo compadrio e "caso de policia" , pois trata-se de um crime. 
Infelizmente a única coisa que se vai exigir a estes personagens dolosos, é que se justifiquem, e isso no mundo da corrupção, do compadrio e da impunidade, é o mais fácil. 
O mais difícil será, mais uma vez, o povo português ter que assistir, impotente ao saque.

"Mendes fala em "caso de polícia"
O ex-líder do PSD, Marques Mendes, que renegociação de concessão de auto-estradas entre o Governo de José Sócrates e o grupo Mota (da Mota-Engil) em 2010 representam 1,4 mil milhões de euros de prejuízos para o Estado.
 "A não haver uma justificação muito clara e muito objectiva, eu diria que estamos perante um caso de polícia", avisou Marques Mendes, sustentando que a negociação não foi só para a introdução de portagens em auto-estradas sem custos para o utilizador, mas em duas grandes concessões, em Lisboa e Porto que já tinham portagens. Por isso, Mendes diz-se "estupefacto".
Os números foram apontados, a propósito da polémica com Paulo Campos, ex-secretário de Estado e agora deputado do PS, na comissão de Economia e Obras Públicas. O caso ganhou nova polémica com a empresa KPMJ a frisar que os dados que Campos usou no dia 25 de Outubro, não era da sua responsabilidade, ao contrário do que inicialmente se pensava.
Negócio de 2010 que passou de custos zero para prejuízos para o Estado de 1,42 mil milhões Euros por exigências da Mota Engil.

Para Mendes, que o Grupo Mota Engil “faça uma exigência dessas é um problema seu”, porque “está a defender o seu interesse particular”. 

“Agora, que o Governo tivesse aceitado aquela exigência isso é que é absolutamente irresponsável. Porque é suposto o Governo defender não o interesse particular mas sim o interesse público”, acrescentou.
Lembrou que os prejuízos “quase davam para pagar o subsídio de férias e de Natal que vai ser cortado aos funcionários públicos e pensionistas” (cerca dois mil milhões em termos líquidos) e falou na possibilidade de se estar perante “um caso de polícia”.
E acrescentou que ou “tudo isto é muito bem explicadinho” ou as pessoas podem ser levadas a pensar que se está perante um caso de “promiscuidade ou de negociata pelo meio”.
Assim se fez a gestão ruinosa e irresponsável de José Sócrates e Paulo Campos [ex-secretário de Estado das Obras Públicas]”, concluiu.  
fonte, fonte


“SÓ HÁ DUAS FORMAS DE GOVERNO: O QUE TEM POR OBJECTIVO O BEM DA COMUNIDADE E O QUE VISA SOMENTE A VANTAGEM PARA OS GOVERNANTES” ARISTÓTELES

2 comentários:

  1. TEMOS OS POLITICOS QUE MERECEMOS SOMOS NÓS QUE OS MOLDAMOS
    UM POVO QUE NÃO VOTA NEM SABE USAR O VOTO JAMAIS SERÁ REPRESENTADO, TEMIDO OU SEQUER RESPEITADO E JAMAIS SABOREARÁ AS VANTAGENS DA DEMOCRACIA...
    Em Portugal vence sempre a abstenção e a ignorância e os corruptos.
    O povo não sabe que o voto não serve apenas para votar a favor dos que mais se apoiam, serve também para votar contra os que mais roubam e mentem.
    O critério decisivo da democracia é a possibilidade de votar contra os partidos que há 40 anos destroem o país
    Karl Popper, sobre democracia, responsabilidade e liberdade.
    (…)
    Inicialmente, em Atenas, a democracia foi uma tentativa de não deixar chegar ao poder déspotas, ditadores, tiranos. Esse aspecto é essencial. Não se tratava, pois, de poder popular, mas de controlo popular. O critério decisivo da democracia é – e já era assim em Atenas – a possibilidade de votar contra pessoas, e não a possibilidade de votar a favor de pessoas.
    Foi o que se fez em Atenas com o ostracismo. (…)
    Desde o início que o problema da democracia foi o de encontrar uma via que não permitisse a
    ninguém tornar-se demasiado poderoso. E esse continua a ser o problema da democracia. (…)

    ARTIGO COMPLETO: http://apodrecetuga.blogspot.com/2015/09/o-criterio-decisivo-da-democracia-e.html#ixzz3qcV7Aoi8

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  2. TEMOS OS POLITICOS QUE MERECEMOS SOMOS NÓS QUE OS MOLDAMOS
    UM POVO QUE NÃO VOTA NEM SABE USAR O VOTO JAMAIS SERÁ REPRESENTADO, TEMIDO OU SEQUER RESPEITADO E JAMAIS SABOREARÁ AS VANTAGENS DA DEMOCRACIA...
    Em Portugal vence sempre a abstenção e a ignorância e os corruptos.
    O povo não sabe que o voto não serve apenas para votar a favor dos que mais se apoiam, serve também para votar contra os que mais roubam e mentem.
    O critério decisivo da democracia é a possibilidade de votar contra os partidos que há 40 anos destroem o país
    Karl Popper, sobre democracia, responsabilidade e liberdade.
    (…)
    Inicialmente, em Atenas, a democracia foi uma tentativa de não deixar chegar ao poder déspotas, ditadores, tiranos. Esse aspecto é essencial. Não se tratava, pois, de poder popular, mas de controlo popular. O critério decisivo da democracia é – e já era assim em Atenas – a possibilidade de votar contra pessoas, e não a possibilidade de votar a favor de pessoas.
    Foi o que se fez em Atenas com o ostracismo. (…)
    Desde o início que o problema da democracia foi o de encontrar uma via que não permitisse a
    ninguém tornar-se demasiado poderoso. E esse continua a ser o problema da democracia. (…)

    ARTIGO COMPLETO: http://apodrecetuga.blogspot.com/2015/09/o-criterio-decisivo-da-democracia-e.html#ixzz3qcV7Aoi8

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