Proposta de soluções para salvar Portugal.
Carta enviada ao Blog
"Ola Zita
Nunca antes escrevi nada disto para ninguém, mas como as perspectivas são muito negativas, aqui deixo uma opinião para iniciar uma discussão:
Como muito se fala de revelações de sujeiras e impunidades, nesta data já são do conhecimento público as maiores vigarices de que não há memória neste país. Por isso penso que é urgente iniciar uma corrente de discussão e consciencialização em busca da solução para este país sair desta miséria progressiva e galopante gerada por pessoas que nunca mereceriam a menor confiança, porque nem eu nem qualquer empregador lhes daria emprego se soubéssemos os seus antecedentes.
As raras vezes que votei, sempre foi NULO, porque nunca concordei com este sistema eleitoral que se diz democrático. Teoricamente a democracia é um sistema justo, mas a prática tem provado ser cada vez mais a maior génese de corrupção:
Quem vota nos partidos, vota sempre com o sofisma de poder obter vantagens se o partido ganhar, e se pertencer ao partido, isso é mais que óbvio. Temos assim uma evidência do princípio da corrupção, porque todo o sistema eleitoral se baseia na defesa dos interesses dos eleitores. Deste modo se legitimam todas as acções dos indivíduos eleitos que passam a ter autonomia e liberdade para fazer tudo o que quiserem, porque o passam a fazer em nome do partido, e nunca em defesa do interesse nacional que vai ficando cada vez mais debilitado até falir como já também aconteceu antes do Salazar. Basta ver os arquivos existentes para enxergar os níveis de imoralidade e de corrupção que se verificaram naquelas épocas tal como acontece actualmente. Com este sistema, até a própria justiça passa a ser a maior farsa ao serviço de uma ditadura soberana, que ao nível da imoralidade supera de longe qualquer regime monárquico despótico, porque se este alimenta apenas a família real, a suposta democracia torna-se num eterno paraíso de pastagem para a infinita multidão de porcovampiros associados aos partidos que dividem privilégios entre si, para que o sistema continue a sustentar os mesmos mafiosos que se protegem mutuamente. Acerca desta protecção, temos actualmente muitas provas de que até mesmo os partidos que se dizem de esquerda são coniventes na defesa das mordomias e dos tachos atribuídos aos deputados.
Não concordo que os partidos sejam subsidiados pelos cofres do estado, e que os deputados tenham a liberdade escandalosa de poder fazer tudo o que apetece sem controlo de ninguém.
Todos os políticos deveriam ser apenas funcionários públicos ao serviço da nação. Basta perceber como funcionam os países nórdicos, onde a população mais culta, já determinou outras formas de governo baseadas na administração da defesa dos interesses nacionais. É evidente que em Portugal, esse nível cultural dificilmente será atingido nos próximos cinquenta anos, e por isso estamos condenados a continuar a ser escravizados pelo mesmo sistema, porque o governo que temos é exactamente o reflexo do nível cultural dos eleitores.
Se procurarmos uma alternativa a este sistema, este povo não a irá aceitar nem compreender, porque do mesmo modo que defendem os seus clubes de futebol, nunca irão aceitar a defesa dos interesses nacionais, porque a sua cultura é por tradição uma corrupção natural feita por criaturas incapazes de aceitar a defesa dos interesses da nação.
Costumo comparar a administração de um país com a de uma empresa, ou até mesmo com um condomínio, tal como aqueles que administro e participo, onde o administrador é eleito por merecer credibilidade e confiança, e não por defender interesses de maiorias.
Para podermos salvar Portugal terá que surgir uma administração formada por pessoas de indiscutível integridade, com provas curriculares isentas de interesses ocultos, que funcione em regime de total transparência… o que contraria totalmente todas as mafiosas organizações ligadas ao actual sistema politico.
Sei que há pessoas honestas e competentes que se têm mantido afastadas porque a actual ditadura democrática as pode aniquilar se suspeitar da sua oposição… Basta ver que até nas recentes manifestações, os organizadores aparecem sempre de cara tapada… e assim se alimenta a corrupção enquanto não surgirem pessoas determinadas a acabar com esta miséria infinita, porque esta gente está disposta a implantar a mais feroz das ditaduras e a eliminar todos os opositores só para manter os interesses que continuam a usurpar.
Deixo aqui uma proposta de discussão aberta que tenha por objectivo construtivo, a busca de uma proposta de administração nacional independente e imparcial, que possa ser legitimada para acabar de vez com a actual imoralidade, porque é urgente substituir toda a legislação cozinhada para defender as máfias existentes.
e Viva Portugal!"
António Lisboa
Partilho muito do que está escrito nesta carta, mas o cerne da questão mantém-se. Soluções existem. Não existe é forma de arrancar do poleiro, o problema. Não existe é forma de erradicar o regime instalado.
Não existe é uma solução para retirar o poder da mão dos que actualmente tomaram posse dele, se apossaram do país, dos impostos, da justiça, da constituição e da mente dos portugueses.
Alguém com soluções para este primeiro passo?
A crise não dá para disfarçar. Os números não mentem.

"A austeridade não é uma invenção ou escolha, é a realidade, é a vidinha que temos pela frente. O debate está apenas na fórmula dessa austeridade. Porque os números que se seguem são isso mesmo: números, factos, e não estados de alma.
(b). Em 2004, a dívida pública portuguesa era de 90 mil milhões; em 2011, já estava nos 174 mil milhões. Em seis anos, um primeiro-ministro quase duplicou a dívida soberana do país. 93% de aumento em apenas seis anos. Isto gerou crescimento? Não. Gerou emprego? Não. Gerou a terceira bancarrota do Estado desde 1977. Mas não faz mal: os ministros e restante canalha deste primeiro-ministro continuam na palminha da mão dos média. A culpa é da Merkel, do protestantismo, dos "neoliberais", do Bush e quiçá do degelo.
(c). E as PPP? Devido à gentileza socialista, as famosas PPP representam um encargo de 26 mil milhões entre 2012 e 2050 (mas cheira-me que este sub-buraco será maior). Isto faz disparar a dívida do Estado para 200 mil milhões.
(d) E, agora, temos a parte divertida: relacionar este buraco financeiro com o buraco demográfico. Em 2004, o Estado devia 8,500 euros por cada português; em 2011, devia 19.032 euros. Isto seria sempre mau, mas torna-se pornográfico quando sabemos que esta política económica, perdoem-me o eufemismo, não gerou crescimento.
(e). Se acha que o cenário é péssimo, o meu caro leitor deve esperar mais um pouco. As contas têm de ser feitas não com o número de cidadãos, mas com o número de trabalhadores no activo. Portanto, a nossa vidinha é assim: por cada trabalhador, o Estado devia em 2004 cerca de 18 mil euros; em 2011, devia 41 mil euros.
(f). Em 2012, o país ainda não quer olhar para a dimensão deste buraco, ainda quer pensar que a realidade é só a representação da nossa vontade." FONTE
A arrogância dos snobs que não sabem trabalhar para sustentar os seus luxos.

Decidi compilar estas imagens com citações que expressam de forma evidente a arrogância e o snobismo daqueles que:
Nunca precisaram de lutar para ter luxos.
Nunca precisaram de trabalhar para ter mérito.
Nunca precisaram de ser honestos para serem livres.
Nunca precisaram de passar dificuldades para valorizar o básico, para dar valor ao que recebem.
Nunca precisaram de ser competentes para subir na vida.
Nunca precisaram de ser sinceros para ganhar a confiança do povo.
Nunca conheceram a vergonha de serem quem são,
...de fazerem o que fazem,
...de dizerem o que dizem,
Porque vivem acima da lei, acima do povo e acima das nossas possibilidades... numa redoma de impunidade e luxo que os impede de cair na realidade.Como podem estes seres ajudar-nos se nos desconhecem?
Como podem estes seres mudar o estado das coisas, se o desconhecem?
Como podem estes seres ter vergonha, se vivem em redomas de impunidade?
Como podem estes seres sentir pena dos que sofrem, se é pela tua dor que eles enriquecem?
Aqui ficam algumas das mais recentes citações que têm feito estremecer de indignidade os portugueses mais atentos.
Espero que os marcianos que nos desgovernam meditem e se revejam no ridículo...
"Bancada socialista é a que tem mais e melhores automóveis. Só as quatro novas viaturas ao serviço dos deputados socialistas, que ontem o JN noticiou, custam aos contribuintes 3800 euros por mês." fonte
AS PROMESSAS FALSAS DO PS E PSD VERSUS AS PROMESSAS DOS PORTUGUESES.
Noticia recente, declarações do chefe do FMI, Abebe Selassie reconhece que o aumento da divida pública teve como uma das maiores causas, as negociações criminosas das PPP.
AINDA ALGUÉM TEM DÚVIDAS QUE SOMOS ARRUINADOS PELA CORRUPÇÃO?
Porque não há emprego em Portugal? (Anedota)

O ZÉ, depois de dormir numa almofada de algodão (Made in Egipt), começou o dia bem cedo, acordado
pelo despertador (Made in Japan) às 7 da manhã.
Depois de um banho com sabonete (Made in France) e enquanto o café (importado da Colômbia) estava a fazer na máquina (Made in Chech Republic), barbeou-se com a máquina eléctrica (Made in China).
Vestiu uma camisa (Made in Sri Lanka), jeans de marca (Made in Singapure) e um relógio de bolso (Made in Swiss).
Depois de preparar as torradas de trigo (produced in USA) na sua torradeira (Made in Germany) e enquanto tomava o café numa chávena (Made in Spain), pegou na máquina de calcular (Made in Korea) para ver quanto é que poderia gastar nesse dia e consultou a Internet no seu computador (Made in Thailand) para ver as previsões meteorológicas.
Depois de ouvir as notícias pela rádio (Made in India), ainda bebeu um sumo de laranja (produced in Israel), entrou no carro Saab (Made in Sweden) e continuou à procura de emprego.
Ao fim de mais um dia frustrante, com muitos contactos feitos através do seu telemóvel (Made in Finland) e, após comer uma pizza (Made in Italy), o ZÉ decidiu relaxar por uns instantes.
Calçou as suas sandálias (Made in Brazil), sentou-se num sofá (Made in Denmark), serviu-se de um copo de vinho (produced in Chile), ligou a TV (Made in Indonésia) e pôs-se a pensar porque é que não conseguia encontrar um emprego em PORTUGAL…
O Ministério da Economia estima que se cada um consumir 150€ de produtos nacionais, por ano, a economia cresce acima de todas as estimativas e, ainda por cima, cria postos de trabalho.
Mais um banco protegido pelo estado e sustentado pelo sacrifício de inocentes.
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| O BANIF é o protegido que se segue! |
A história que se segue é uma verdadeira ofensa a todos os contribuintes.
O estado, quando se trata de ajudar banqueiros falidos, não tem mãos a medir.
Os milhões jorram e aparecem sempre, nem que tenham que se sacrificar lares e famílias portuguesas. Tranquilos, os contribuintes, desconhecem por onde se esgotam os seus impostos e sacrifícios.
Vejamos mais este descaramento, o BPN foi um golpe de mestre, este, do BPP, teve outros contornos, mas o dinheiro do estado também não foi poupado.
Na Islândia deixaram falir-se os bancos, julgaram-se os banqueiros e salvou-se o país.
Na Islândia deixaram falir-se os bancos, julgaram-se os banqueiros e salvou-se o país.
# - O estado deu garantias a quem investisse num fundo para salvar o BPP, e agora vamos ter que as pagar, e custarão entre 142 milhões e 248 milhões aos cofres do estado! De mestre!?
# - Uma dessas empresas, que investiu no BPP, era uma empresa pública de tratamento de lixo, investiu mais de 15 milhões. A IGF estranha que uma empresa pública arrisque dinheiro neste tipo de negócios de risco.
#- O estado para além de dar a garantia aos clientes (250 mil euros por cada cliente) também deu uma garantia aos credores, aqueles que emprestaram dinheiro ao BPP... no valor de 450 milhões. Como o BPP não pagou, o estado teve que pagar.
É neste o regabofe que gerem os nossos impostos... tudo isto foi realizado no governo de Sócrates, mas como são todos amigos, Passos Coelho fez questão de prosseguir o saque aos portugueses!
O BANIF, outro saco para despejar impostos sem retorno... os bancos estão a falir não conseguem pagar, e o estado empresta os nossos impostos, o resultado será o de sempre, não haverá retorno, é um empréstimo sem devolução. O próprio banco está avaliado em metade do que pediu emprestado. O que temos nós de garantia? Mas quem se importa? Eles não se importam, os contribuintes fingem que não sabem de nada, nem percebem nada?!!...
"O Estado atirou 1100 milhões de euros no Banif, avaliado em metade e afundado em dívidas. Eis a nacionalização às direitas: o Estado paga e assume futuros riscos, sem quaisquer garantias. Você já viu este filme no BPN, no qual há mais três mil milhões de dívidas em incumprimento. Ou seja, o buraco pode chegar aos sete mil milhões. (...) A coisa é simples: chama-se expropriação do dinheiro dos contribuintes. Os sacrifícios que lhe estão a pedir servem para salvar bancos. O resto são trocos."
As semelhanças entre o BANIF e o BPN, em video.
As semelhanças entre o BANIF e o BPN, em video.
Citação da noticia original, sobre o BPP.
"A Inspecção-Geral de Finanças (IGF) fez as contas e estima que a garantia do Estado concedida aos ex-clientes do Banco Privado Português (BPP) vai custar aos cofres do Tesouro entre 142,9 milhões de euros e 248,6 milhões de euros.
A factura a pagar pelos contribuintes resulta do compromisso assumido em 2010 pelo governo de José Sócrates com os ex-clientes de retorno absoluto do BPP que aderiram ao Fundo de Gestão Passiva – Fundo Especial de Investimento Fechado (FEI).
O compromisso foi reiterado pelo actual executivo de Passos Coelho.
Recorde-se que a instituição de João Rendeiro entrou em processo de saneamento financeiro em Novembro de 2008, dadas as dificuldades de liquidez e a impossibilidade de cumprir as suas obrigações financeiras.
Recorde-se que a instituição de João Rendeiro entrou em processo de saneamento financeiro em Novembro de 2008, dadas as dificuldades de liquidez e a impossibilidade de cumprir as suas obrigações financeiras.
Em Abril de 2010, o Banco de Portugal revogou-lhe a autorização de exercício de actividade bancária. O Estado substitui-se ao banco, concedendo uma garantia até 250 mil euros por cada titular que aderiu ao FEI para cobrir a eventualidade de, na maturidade em Março de 2014, o fundo não render o esperado e o suficiente para devolver o dinheiro a todos os ex-clientes.
No relatório de actividades de 2011, divulgado recentemente, a IFG revela ter feito uma estimativa das responsabilidades globais do Estado com base na análise exaustiva das contas de 4152 titulares, o equivalente a mais de 915,4 milhões de euros de património dos ex-clientes. No entanto, 19,5% deste montante ficou excluído da garantia estatal por situações de não elegibilidade. Assim, o compromisso do Estado vai incidir no património global de 737,2 milhões de euros.
No relatório de actividades de 2011, divulgado recentemente, a IFG revela ter feito uma estimativa das responsabilidades globais do Estado com base na análise exaustiva das contas de 4152 titulares, o equivalente a mais de 915,4 milhões de euros de património dos ex-clientes. No entanto, 19,5% deste montante ficou excluído da garantia estatal por situações de não elegibilidade. Assim, o compromisso do Estado vai incidir no património global de 737,2 milhões de euros.
Entre os clientes que foram excluídos, as Finanças destacam uma entidade do sector público administrativo, (...) Esta empresa do sector público administrativo é uma entidade de tratamento de lixos, embora o relatório não a identifique. Em Novembro de 2008, essa empresa tinha quatro aplicações no BPP, no montante global de 15,9 milhões de euros, não elegível para o Sistema de Indemnização de Investidores, Fundo de Garantia de Depósitos e garantia do Estado, pelo que apenas será ressarcida através da eventual valorização do Fundo Especial de Investimento.
Neste caso particular, a IGF “estranha que uma entidade do sector público administrativo tenha aplicado os seus excedentes em capitais que, embora garantidos pelo banco, revelavam nas condições gerais forte exposição ao risco”, pode ler-se no relatório.
Além da garantia dada aos clientes, o Estado concedeu aval estatal ao empréstimo de 450 milhões de euros prestado por seis bancos ao BPP em 2008. Depois de revogada a licença bancária ao banco de João Rendeiro, as instituições accionaram a garantia estatal e o Estado foi obrigado a pagar esses 450 milhões de euros que continuam por reaver.
O Banif Gestão de Activos é a entidade gestora do FEI. Segundo o relatório do primeiro semestre deste ano, disponível na Comissão do Mercado de Valores Mobiliários, o Fundo regista uma valorização de 3,56% anualizada desde o início da actividade. No essencial, o património do FEI está investido em dívida financeira, dívida de crédito estruturado e acções.Actualmente, o valor das unidades de participação do FEI é de 0,9945 euros e já foram efectuadas quatro distribuições de rendimentos. Os ex-clientes vão receber, na próxima segunda-feira, um novo pagamento, que, segundo a informação da sociedade gestora, será de 0,0297 euros líquidos por unidade de participação." fonte
"Banif paga prémio milionário a gestora.
Com o banco intervencionado, a administradora Conceição Leal ganha 982,3 mil euros, mais do que qualquer outro banqueiro em Portugal. Conceição Leal recebeu o triplo do que ganhou o presidente do banco Jorge Tomé, e foi o gestor bancário mais bem pago em Portugal. Em 2012, o Estado passou a deter 99,2% do banco." fonte
Portugal não terá o mesmo destino que a Islândia?
Portugal versus Espanha, segundo Paulo Morais
"A crise é grave em Portugal e Espanha, mas, do outro lado da fronteira, beneficiam-se as pessoas, enquanto aqui se privilegiam os bancos, à custa do sofrimento da população.
Ao mesmo tempo, o Governo espanhol recusa liminarmente ajudar os bancos, razão pela qual nunca aceitou um resgate à portuguesa. A banca espanhola beneficia, de facto, de apoios europeus, a taxas bem favoráveis, de cerca de 1%, mas os apoios chegam directamente de Bruxelas aos bancos, sem comprometerem minimamente o estado espanhol.
Ao contrário do que por cá se passa, em que o Estado se endivida para depois colocar – ou melhor, enterrar – até doze mil milhões de euros na banca portuguesa." fonte
Além da garantia dada aos clientes, o Estado concedeu aval estatal ao empréstimo de 450 milhões de euros prestado por seis bancos ao BPP em 2008. Depois de revogada a licença bancária ao banco de João Rendeiro, as instituições accionaram a garantia estatal e o Estado foi obrigado a pagar esses 450 milhões de euros que continuam por reaver.
O Banif Gestão de Activos é a entidade gestora do FEI. Segundo o relatório do primeiro semestre deste ano, disponível na Comissão do Mercado de Valores Mobiliários, o Fundo regista uma valorização de 3,56% anualizada desde o início da actividade. No essencial, o património do FEI está investido em dívida financeira, dívida de crédito estruturado e acções.Actualmente, o valor das unidades de participação do FEI é de 0,9945 euros e já foram efectuadas quatro distribuições de rendimentos. Os ex-clientes vão receber, na próxima segunda-feira, um novo pagamento, que, segundo a informação da sociedade gestora, será de 0,0297 euros líquidos por unidade de participação." fonte
"Banif paga prémio milionário a gestora.
Com o banco intervencionado, a administradora Conceição Leal ganha 982,3 mil euros, mais do que qualquer outro banqueiro em Portugal. Conceição Leal recebeu o triplo do que ganhou o presidente do banco Jorge Tomé, e foi o gestor bancário mais bem pago em Portugal. Em 2012, o Estado passou a deter 99,2% do banco." fonte
Portugal não terá o mesmo destino que a Islândia?
Portugal versus Espanha, segundo Paulo Morais
"A crise é grave em Portugal e Espanha, mas, do outro lado da fronteira, beneficiam-se as pessoas, enquanto aqui se privilegiam os bancos, à custa do sofrimento da população.
Ao mesmo tempo, o Governo espanhol recusa liminarmente ajudar os bancos, razão pela qual nunca aceitou um resgate à portuguesa. A banca espanhola beneficia, de facto, de apoios europeus, a taxas bem favoráveis, de cerca de 1%, mas os apoios chegam directamente de Bruxelas aos bancos, sem comprometerem minimamente o estado espanhol.
Ao contrário do que por cá se passa, em que o Estado se endivida para depois colocar – ou melhor, enterrar – até doze mil milhões de euros na banca portuguesa." fonte
Miguel Relvas, o politico de confiança, para decidir o futuro de Portugal?
- Um puritano sem nódoas?
- Relvas já tem poema.
- Relvas o extorsionista
- Relvas e a honestidade do governo
- Relvas o abusador, capanga dos negócios sujos de Passos Coelho?
- Relvas o artista
- Relvas o licenciado
- Maçonaria em grande
Catarina Martins, deputada do BE, questionou o ministro sobre se considerava ter condições para liderar este processo e questionou Miguel Relvas sobre a participação de António Borges, dizendo que, neste processo, Miguel Relvas "se faz acompanhar mal".
"Quem não tem condições para liderar é a senhora deputada, porque os portugueses não a escolheram para essa função. O seu partido não ganhou eleições", afirmou Miguel Relvas, garantindo que a venda da RTP vai ser feita com "a maior transparência" e salientou o sucesso das privatizações já realizadas, da EDP e REN, contestando a afirmação da deputada Catarina Martins de que essas alienações públicas não tinham sido bem sucedidas. Ao tomar novamente a palavra, a deputada bloquista respondeu a Miguel Relvas: "fui eleita para fazer oposição e para o fiscalizar. Na mesma legitimidade que o senhor ministro terá para governar, eu tenho para fazer perguntas por muito incomodado que possa ficar". jornaldenegocios
Provedoria de Justiça: Mais de 120 pessoas para fazer um "elo de ligação"???
Mais um organismo repleto de cargos, , acumulando funções de outros organismos, que os nossos já parcos impostos têm que pagar.
"Vários leitores têm partilhado com o Má Despesa a sua inquietude relativamente à Provedoria de Justiça, solicitando a publicação de informação sobre esta estrutura de apoio ao Provedor de Justiça. Após consulta do site oficial do Provedor de Justiça conclui-se que os leitores têm razão.
A Provedoria de Justiça tem nada mais nada menos que (ver organograma):
E o que fazem mais de 120 pessoas? O Provedor de Justiça esclarece: "O Provedor de Justiça é, na essência, um elo de ligação entre os cidadãos e o Poder. Não tem poderes de decisão - por isso, não manda, não impõe, não constrange os poderes públicos. Mas, sugere, convence pela força da razão, persuade pela boa fundamentação das posições assumidas em defesa dos direitos fundamentais dos cidadãos."
O MDP, tal como o Provedor, "não manda, não impõe, não constrange os poderes públicos". Mas, sugere a redução desta estrutura em percentagem equivalente ao aumento de impostos aplicado aos cidadãos."
- - 1 Secretário-Geral
- - 6 Coordenadores (equiparados a Director-Geral)
- - 40 assessores
- - 1 Direcção de Serviços
- - 3 Divisões
- - 1 Repartição
- - 3 Secções
- - 1 Núcleo
E o que fazem mais de 120 pessoas? O Provedor de Justiça esclarece: "O Provedor de Justiça é, na essência, um elo de ligação entre os cidadãos e o Poder. Não tem poderes de decisão - por isso, não manda, não impõe, não constrange os poderes públicos. Mas, sugere, convence pela força da razão, persuade pela boa fundamentação das posições assumidas em defesa dos direitos fundamentais dos cidadãos."
O MDP, tal como o Provedor, "não manda, não impõe, não constrange os poderes públicos". Mas, sugere a redução desta estrutura em percentagem equivalente ao aumento de impostos aplicado aos cidadãos."
As fundações que nos afundam, ridículas e parasitas.
Este artigo de Vasco Pulido Valente, expõe o ridículo do parasitismo das fundações. A FOME DOS CIDADÃOS NÃO COMOVE OS GOVERNOS, QUE CONTINUAM SEM CORAGEM PARA DESMAMAR OS PARASITAS.
MAS MOSTRAM TODA A CORAGEM PARA EMPURRAR PARA A FOME, OS INOCENTES.
Bebés forçados a deixar de beber leite apropriado, doentes sem dinheiro para se tratar, sem dinheiro para medicamentos, crianças sem dinheiro para comer ou para os transportes, pessoas que se suicidam empurradas para a miséria sem dignidade, idosos sem dinheiro para comer, famílias sem dinheiro para as contas de luz, agua, gás rendas etc etc... mas as fundações, assim como outros parasitas, permanecem intocáveis, devastadoras e parasitas insaciáveis.
«A MÃO NO SACO»
«Uma pessoa entra no mundo das fundações (de qualquer género) e fica estupefacta com a desordem e a estranha ambiguidade a que ele chegou.
Que se trata de meter a mão no saco do Estado e no bolso do contribuinte: nenhuma dúvida. Mas não se esperava os requintes de invenção e tortuosidade da coisa.
O assunto, em que a imprensa mal tocou, merecia um livro de mil páginas não um artigo de 30 linhas.
Comecemos pela Gulbenkian.
Mas quem me explica a mim por que misteriosa razão a Gulbenkian (que é uma das fundações mais ricas da Europa) recebeu do Estado, entre 2008 e 2010, 13 483 milhões de euros? E quem me dá uma justificação aceitável do facto inaceitável de a Gulbenkian continuar a ser uma "fundação pública de direito privado", em vez de ser, numa sociedade democrática, simplesmente uma fundação de direito privado, quando com o estatuto que tem agora o governo pode, quando quiser, "designar ou destituir a maioria dos titulares dos órgãos de administração"?
E quem me explica a inexplicável existência da Fundação Caixa Geral de Depósitos (a Culturgest)? Não é a Caixa um banco do Estado? Não há no Estado uma Secretaria ou um Ministério da Cultura?
Ou a existência da Fundação Batalha de Aljubarrota (que nos gastou desde 2008 a 2010, um milhão e 900 mil euros) dedicada a "reconstruir" (palavra de honra) o "campo militar" e as "circunstâncias" (não estou a inventar) desse memorável combate (que, de resto, a tropa inglesa ganhou por nós?
Ou a da Fundação Navegar (800 mil euros no mesmo prazo), que pretende o "desenvolvimento cultural artístico e científico de Espinho"?
Ou a Fundação Carnaval de Ovar (750 mil euros), que sempre foi, como se sabe, um acontecimento mundial?
Ou dezenas de outras fantasias, quase todas sem o mais leve senso e todas sem o mais leve escrúpulo. Este espaço não basta para contar e analisar a história aberrante das fundações. Mas basta para dizer que o Estado (ou seja, a maioria dos governos democráticos) deixou crescer este monstro e o alimentou durante mais de 30 anos, sobre as costas do cidadão que hoje resolveu patrioticamente espremer.»
Vasco Pulido Valente, Público
Salários de luxo nas fundçaões
Video dos escândalos e trafulhices das fundações
Passos Coelho perdeu a pica toda
Fundação de Mário Soares.
Fundações gordurosas
Continuam a criar novas.
Mais parasitas
Fundação do Magalhães, esse caco de lixo.
Blog que compila vários artigos, sobre o caso Bragaparques.
O poder de valorizar um terreno de 11 milhões, para 55 milhões.
Carmona Rodrigues foi acusado pelo ministério público de beneficiar ilicitamente a Bragaparques, lesando em muitos milhões de euros a Câmara Municipal de Lisboa.Não obstante a presunção de inocência a que, como é óbvio, tem direito, esta é uma história que mete nojo.
Segundo o Público, tudo terá começado com a aprovação ilegal dum pedido de informação prévia, que atribuiu à Bragaparques o direito de construir 46.500 m2 no Parque Mayer, decisão que constituía uma violação do PDM.
Um terreno comprado ao estado, por 11 milhões de euros, passava assim a valer 55 milhões, nas mãos dos privados, isto é, 5 vezes mais. Não existe no mundo negócio com tamanha rentabilidade. Suponho que nem o tráfico de droga ou armas.
A sórdida tramóia prosseguiu com uma muito conveniente permuta de terrenos: a câmara fica com o sobreavaliado Parque Mayer e entrega em troca uma parte dos terrenos da feira popular, esses sim com um alto valor patrimonial.
Em seguida, a câmara atribui à Bragaparques um inexistente direito de preferência na compra da parte da feira popular que não tinha sido permutada. Esta operação terá desviado dos cofres da autarquia mais 1 milhão de euros, que passou directamente para o bolso dos empreiteiros de Braga.
O banquete continuou com uma isenção do pagamento de taxas no valor de 9 milhões de euros. Mais uma verba que escorrega directamente dos depauperados cofres da autarquia para a conta da Bragaparques. Tudo isto é de ir ao vómito.
A sórdida tramóia prosseguiu com uma muito conveniente permuta de terrenos: a câmara fica com o sobreavaliado Parque Mayer e entrega em troca uma parte dos terrenos da feira popular, esses sim com um alto valor patrimonial.
Em seguida, a câmara atribui à Bragaparques um inexistente direito de preferência na compra da parte da feira popular que não tinha sido permutada. Esta operação terá desviado dos cofres da autarquia mais 1 milhão de euros, que passou directamente para o bolso dos empreiteiros de Braga.
O banquete continuou com uma isenção do pagamento de taxas no valor de 9 milhões de euros. Mais uma verba que escorrega directamente dos depauperados cofres da autarquia para a conta da Bragaparques. Tudo isto é de ir ao vómito.
E eles continuam adiar, para ter tempo de prescrever, arquivar, corromper e prosseguir o regabofe.
"Parque Mayer julgado em 2013
"Parque Mayer julgado em 2013
O julgamento do Parque Mayer, que se deveria iniciar no dia 25 de Setembro, foi novamente adiado, desta vez para 2013. A primeira sessão do caso, no qual está em causa o negócio da troca dos terrenos do Parque Mayer pelos da Feira Popular, e onde Carmona Rodrigues, ex-presidente da Câmara de Lisboa, é um dos arguidos, está marcada para a manhã do dia 9 de Janeiro." CM
ACTUALIZAÇÃO::: 2014. O Tribunal Central de Lisboa absolveu hoje o ex-presidente da Câmara de Lisboa Carmona Rodrigues e os ex-vereadores Fontão de Carvalho e Eduarda Napoleão, acusados de prevaricação de titular de cargo político, no âmbito do processo Bragaparques. Em causa estaria o suposto favorecimento da Bragaparques em prejuízo do município.
ACTUALIZAÇÃO::: 2014. O Tribunal Central de Lisboa absolveu hoje o ex-presidente da Câmara de Lisboa Carmona Rodrigues e os ex-vereadores Fontão de Carvalho e Eduarda Napoleão, acusados de prevaricação de titular de cargo político, no âmbito do processo Bragaparques. Em causa estaria o suposto favorecimento da Bragaparques em prejuízo do município.
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