31 agosto, 2011

980 milhões de "vendas" de património do estado? E depois??...

980 milhões de "vendas" de património
Os nossos brilhantes Governos insistem em "destruir" o património nacional só para disfarçar o quanto são incompetentes, chulos e despesistas.

O estado realizou 980 milhões de euros com vendas de património que logo a seguir alugou, a ele próprio, por rendas altissimas.Em 10 ou 12 anos já terá gasto os 980 milhões das vendas,  em rendas, que depois ficará a pagar para sempre, sem qualquer retorno. E nós povo, futuro pagador destes "pecados" de má gestão e interesses obscuros... nada fazemos para os parar. Continuamos a não comparecer no dia do julgamento para punir os ladrões que nos roubam e enganam. 

Com a intenção de realizar milhões imediatos para fazer face aos buracos do estado e esconder o deficit, o estado caiu num circulo ruinoso de venda de património. Com escassos benefícios a curto prazo e prejuízos incalculáveis a longo prazo.
Entretanto o estado vai ficando mais pobre despojado do património imobiliário, e com rendas elevadíssimas fixas.
Aqui em vídeo os mesmos procedimentos ruinosos e ainda por explicar, a venda do hospital S. José e o Curry Cabral pelos quais está a pagar milhões de euros de renda. Venda realizada em 2010.
Um fiscalista explica que isto nem devia ser permitido e a UE, devia proibi-lo. Pois serve apenas para ludibriar os resultados do deficit e arruinar o país.
Termina esta curta reportagem afirmando que qualquer empresário competente, nunca procederia assim, mas o estado procede porque sabe que nunca irá responder pelos encargos futuros.
A impunidade e irresponsabilidade mais uma vez a permitir a destruição da nação.

Em baixo um artigo que explica... pouco, dada a falta de respostas do governo, os contornos obscuros que tem envolvido este processo.
"Encaixe de €980 milhões em cinco anos foi feito esmagadoramente com recurso à Parpública (Click em baixo para ler o artigo)
O Estado português é o maior proprietário de imóveis do país mas o Governo gasta milhões de euros todos os anos em arrendamentos para instalar os seus serviços. E boa parte desse valor é para pagar rendas de imóveis que pertenciam ao Estado, foram vendidos nos últimos anos (em muitos casos, a empresas do grupo Parpública) e depois alugados, para lá continuarem os mesmos serviços públicos.
Entre 2005 e 2009, o Estado encaixou €980 milhões em vendas de imóveis. O principal comprador foi a Estamo, detida pela Parpública, que se dedica à gestão imobiliária, e que foi responsável por mais de 90% da receita conseguida com estas vendas.
A mesma empresa surge agora como um dos principais senhorios do Estado. Entre as maiores rendas suportadas destacam-se várias pagas à Estamo . Desta forma, sem os imóveis saírem da esfera pública, o Estado teve uma receita que ajuda a compor o défice e vai pagando, anualmente, renda pela utilização dos espaços.

30 agosto, 2011

Carris aumenta preços, para o povo tapar os buracos dos ricos.

luxos gestores arruinamSe os passes e os bilhetes da carris vão aumentar, o povo tem que saber porquê.
BÓNUS PARA GESTORES, AUMENTOS SALÁRIOS PARA GESTORES, 
PRÉMIOS DE MÁ GESTÃO PARA GESTORES
CARROS NOVOS PARA GESTORES...ETC
Mas o PEC impõe o congelamento dos salários na Função Pública, assim como impõe os aumentos na electricidade, na água, nos transportes, nas taxas da saúde e nos impostos.... Para pagar os luxos deles!
É crime a ostensão de uns ás custas dos sacrifícios de outros.
Que gestão é esta?? Todo e qualquer cidadão se deve sentir ofendido quando vê os aumentos e regalias que se dão a uns, quando se pedem sacrifícios ao povo. É o mesmo que dizer: 
- Portugueses vamos lá cortar mais nas vossas economias que o sr milionário da Carris, ou da CP ou das Águas de Portugal precisa de um aumento de 65% no seu salário de 6 mil euros e precisa de um carro novo que o seu Mercedes, já tem 2 anos!!! 
Já tinha feito referencia á mesma situaçao na CP AQUI , Nas águas de Portugal. Todos estes organismos tem sido o exemplo de como se gerem em Portugal empresas do estado -  prejuízos de milhões e mesmo assim continuam no cargo os autores do "crime" e brindados com prémios, aumentos, carros etc e etc.

Em baixo podemos ver o exemplo da CARRIS e os seus luxos ...ás custas dos aumentos dos preços dos bilhetes. 
Ao longo dos últimos tempos, o que as notícias escrevem sobre a CARRIS.

CASO 1 - A Carris renovou, em 2010, a frota da administração com quatro carros de luxo, ano em que a empresa pública fechou as contas com um buraco de 775,5 milhões de euros, avança o Correio da Manhã. Alugou um Mercedes E350, um BMW 320D e dois Audi A6 2.0, no valor total de 176.182 mil euros. Com estes carros, a Carris gastou 3613 euros por mês no ano passado, escreve ainda o CM.
CASO 2 - Após os cortes salariais na Função Pública, o presidente ganha 6577 euros brutos mensais e cada vogal 5727 euros.
CASO 3 - A Carris apresentou 30 novos autocarros articulados, equipados com o serviço Carris Net Bus, fruto de uma parceria estabelecida entre a empresa de transportes lisboeta e TMN, que envolveu um investimento de 11 milhões de euros por parte da Carris. FONTE
CASO 4 - Outro exemplo é o da Carris. A empresa, que em 2009 teve cerca de 41 milhões de euros de prejuízo, viu, por decisão governamental, os ordenados dos seus gestores igualmente aumentados em  2009. O presidente ganhava 4.204 euros e passou a auferir de um ordenado mensal 6.923 euros (mais 65 por cento). Já os vogais passaram de 3.656 para 6.028 (mais 65 %). FONTE
CASO 5 - Quanto aos custos com pessoal, a administração da Carris recebeu um total de 420.556 euros em 2010, traduzindo-se num aumento nos vencimentos dos cargos de topo de quase 33 mil euros em comparação a 2009. FONTE
CASO 6 - Silva Rodrigues ( Presidente da Carris) admitiu que a Carris precisa de diminuir o pessoal, mas disse que a empresa "não tem dinheiro" para fazer rescisões. "Temos de nos endividar para o fazer [rescisões] e, neste momento, há limites ao endividamento. fonte
( Esta é sem dúvida hilariante... não têm dinheiro para rescisões? Não tem dinheiro para nada... estão num buraco... mas têm dinheiro para aumentos dos chefes e para carros... que anedota.)
CASO 7 - A Refer apresentou ontem os resultados com os prejuízos de 146,5 milhões de euros em 2010. Só a dívida acumulada conjunta da CP e da Refer atinge os dez mil milhões de euros. Para Silva Rodrigues, a mobilidade é um serviço essencial a todos mas "as empresas não podem continuar a vender barato para todos". fonte

Está à vista de todos, a causa dos buracos que as empresas públicas APRESENTAM... contudo os gestores públicos e os políticos teimam em olhar para o lado e fingir que não sabem. 
- Luxos para gestores 
- Excesso de pessoal devido ás cunhas
- Salários milionários 
- Aumentos de 65% em época de crise.
- Prémios de produtividade aos que dão prejuízos de milhões (produzem prejuízo)
- Gestores mesmo com resultados negativos não são despedidos.
- Carros de luxo. 
- Caso da CP, motoristas ganham 50 mil euros 





29 agosto, 2011

A China infiltra-se, toma posse, domina, avança e mete golo...

China domina
Mail enviado por uma amiga...

Há 200 anos Napoleão Bonnaparte fez uma profecia, que está a realizar-se actualmente, ao dizer:
"Deixem a China dormir porque, quando ela acordar, o mundo vai estremecer".

A China do Futuro e o Futuro é Hoje...
A verdade é que agora, tudo o que compramos é Made in China.
.......Eis um aviso para o futuro! Mas quem liga a esse aviso?
Actualmente ....Ninguém ! Agora é só  ...aproveitar E APROVEITAR ...!
E depois como será para os nossos filhos ?

EXÉRCITO ESBANJA 8 MILHÕES, COM DEFICIT DE 105 MILHÕES.





Neste Vídeo, veja a reportagem sobre o pagamento indevido de 8 milhões de euros em salários, no exército.
Apesar de o Exército apresentar um défice de 105 milhões de euros anuais em despesas com pessoal (2011) ainda se dá ao luxo de pagar 8 milhões ilegais.
A incompetência em destaque. 
O Exército já pediu um adiantamento de 7 milhões de euros para pagar os salários e suplementos do mês de Março.
As atitudes despesistas e criticadas por várias entidades tem sido comuns no exército, esta é apenas mais uma para juntar a todas estas. 

Governo a gastar a toda a velocidade. Cortes no erário público, leia-se desfalques.



Em apenas 2 meses o nosso renovado governo continua a surpreender... pela negativa. Estamos a falir Portugal a uma velocidade assustadora... E os cortes continuam por fazer...
400 carros de luxo só para os chefes das Água Portugal
- 8 milhões de euros para carros de luxo de 62 empresas públicas.
- 1 milhão de euros carros... só para o parlamento
 
Em 2 meses já distribuíram 500 cargos para o executivo...
Para completar o quadro em grande despesismo, somamos mais o seguinte "corte" eficaz na despesa: 
O estado gastou mil milhões de euros em contratos directos, sem concurso público (que permite rentáveis negócios com amigos, familiares etc). Contratos estes que apesar de serem permitidos por lei (deles) dão azo a despesas pouco transparentes e a corrupção. Foram realizados entre a demissão do Sócrates e a tomada de posse de Passos Coelho, ou seja recentemente... mil milhões????
É deveras exemplar a forma como o governo tem procedido aos cortes históricos da despesa.... ou será cortes ao erário público? Os cofres do estado devem estar a sofrer grandes cortes esse é que é o verdadeiro problema...
O dinheiro dos nossos impostos não pára de ser derramado em vão.

Noticia que atesta o acima escrito. 
 "Só neste ano, o Estado já assinou contratos directamente com o fornecedor, sem concurso público, no valor de mil milhões de euros. Quase metade foi entregue entre a demissão de Sócrates e a tomada de posse de Passos Coelho. O Tribunal de Contas admite investigar. Ao todo, são quase 27 mil os ajustes directos. Os contratos assinados pelo Estado directamente com o fornecedor estão previstos na lei, embora o TC admita que põem em causa a "concorrência, a igualdade, a transparência e a boa gestão dos dinheiros públicos", pelo que podem "agravar o risco" de corrupção. fonte

Se aprecia a sátira politica, e gosta de se divertir, apesar do caos que vai tomando conta da nação, assista a este video para entender como funciona a corrupção, nos contratos directos do estado com empresas. Ezequiel Valadas, do "Gato Fedorento" é a caricatura perfeita dos nossos políticos em Portugal. 


28 agosto, 2011

60 milhões de euros em pareceres e outras abstrações.

milhões em pareceres deputados
"O Governo prevê gastar 60 milhões de euros em «estudos, pareceres, projectos e consultadoria» em 2011. (...) apesar de o próprio Governo contar com serviços jurídicos nos ministérios e fundos autónomos."fonte

Preocupante... Apesar de estarmos a pagar aos funcionários que existem nos quadros do estado para estas funções, o estado ainda tem que desembolsar mais dos nossos impostos para externos.
Preocupante ainda são as afirmações de um ex-politico, que deixam antever o destino destes 60 milhões.
"Paulo Morais acusou os políticos de criarem "legislação perfeitamente impercetível", com "muitas regras para ninguém perceber nada, muitas exceções para beneficiar os amigos e um ilimitado poder discricionário a quem aplica a lei".
"A legislação vem dos grandes escritórios de advogados, principalmente de Lisboa, que também ganham dinheiro com os pareceres que lhes pedem para interpretar essas mesmas leis e ainda ganham a vender às empresas os alçapões que deixaram na lei", criticou." aqui
Pareceres e estudos... são no fundo uma forma de oferecer dinheiro (do povo) a uns "sortudos" advogados, para eles legalizarem os "crimes" (contra o povo), leis que os políticos precisam e encomendam à medida.
Segundo Paulo Morais neste video, outro exemplo é a forma como legislam só possível em Portugal e África. Os advogados fabricam leis com buracos e erros e passam a vida a dar pareceres sobre leis que eles fizeram mal.

Por exemplo, um escândalo... o código da contratação pública foi feito pelo escritório do Dr Servulo Correia, e só em pareceres para explicar o código que ele próprio fez, já facturou 7 milhões e meio de euros. Mas mais corrupto ainda é que estes escritórios intervém de forma inconstitucional no processo legislativo, executivo e judicial o que viola a lei da separação dos poderes, e o presidente da república, continua a ignorar o seu trabalho.
Exemplo estudos e pareceres:
- Deve-se ou não legalizar o financiamento dos partidos?...
83 milhões/ano para financiar as demagogias politicas. Pagamos o parecer que ao que parece serviu para pagarmos mais ainda...
O próprio Paulo Morais chama de "vergonhosa a lei do financiamento dos partidos".

Outros exemplos de leis e pareceres que eles tem aprovado... Certamente mais complexos, mas simplificando ficaria assim...
- Que lhe parece oferecer reformas vitalícias, aos políticos, de 4000 euros, ao fim de poucos anos de descontos? Sim...
- Que lhe parece oferecer subsidio de reintegração aos políticos quando andam a trocar de poleiros? Sim...
- Que lhe parece oferecer um ordenado de luxo a todos os chefes e deputados e ainda um bónus por se apresentarem ao serviço? (Chama-se subsidio de presença que pode ascender a 500 euros por cada vez que apareçam pelo serviço ou em reuniões). Sim ...
- Que lhe parece dar indemnizações milionárias aos gestores públicos, mesmo aos que se despedem? Sim
- Que lhe parece o intercâmbio de cargos públicos com familiares, acha que se deve proibir? Nãooooo...
- Legalize aí também a possibilidade de ter vários cargos em simultâneo seja no público ou no privado. Ok....
- Ah e já agora escreva aí umas frases que permitam aos políticos e afins, acumular reformas com outros subsídios e salários. Ok
- Meta-me também aí um parecer que pareça favorável um novo aeroporto, é que a malta comprou 6000 hectares de terras na zona para valorizar, e agora não vamos ficar de mãos a abanar! Pois...
- Bem se se lembrar de mais alguma forma discreta de enriquecer a malta... avise que o orçamento para pareceres é para ser gasto.

Se o governo fizesse justiça, não precisava de se vender Portugal.

salários de luxo a gestoresTropecei neste texto algures num forum, resolvi partilhar para os que questionam para onde vão tantos impostos. E onde deveriam ser feitos os cortes.
Porque razão se pagam salários de luxo a gestores que dão milhões de prejuízo? Porque razão estes senhores se queixam de ter as empresas públicas falidas e precisam de aumentar as tarifas da água, luz, transportes e impostos, no entanto não se envergonham de ganhar salários que chegam a ser ofensivos para o caos em que estamos e para o pobre país que temos sido.


ORDENADOS
  • - Mata da Costa: presidente CTT, 200 200,00 €
  • - Carlos Tavares: CMVM, 245 552,00 €
  • - António Oliveira Fonseca: Metro do Porto, 96 507,00 €
  • - Guilhermino Rodrigues: ANA, 133 000,00 €
  • - Fernanda Meneses: STCP, 58 859,00 €
  • - José Manuel Rodrigues: Carris, 58 865,00 €
  • - Joaquim Reis: Metro de Lisboa, 66 536,00 €
  • - Vítor Constâncio: Banco Portugal, 249 448,00 €
  • - Luís Pardal: Refer, 66 536,00 €
  • - Amado da Silva (ex-chefe de gabinete de Sócrates): Anacom, Autoridade Reguladora da Comunicação Social, 224 000,00 €
  • - Faria de Oliveira: CGD, 371 000,00 €
  • - Pedro Serra: AdP, 126 686,00 €
  • - José Plácido Reis: Parpública, 134 197,00 €
  • - Cardoso dos Reis: CP, 69 110,00 €
  • - Vítor Santos: ERSE, Entidade Reguladora da Energia, 233 857,00 €
  • - Fernando Nogueira (este não é o ex-PSD que se encontra em Angola): ISP, Instituto dos Seguros de Portugal, 247 938,00 €
  • - Guilherme Costa: RTP, 250 040,00 €
  • - Afonso Camões: Lusa, 89 299,00 €
  • - Fernando Pinto: TAP, 420 000,00 €
  • - Henrique Granadeiro: PT, 365 000,00 €

E ainda poderemos incluir no pacote a EDP, SMAS, etc... e ultrapassávamos os 50 milhões a brincar...
Claro que se recusassem poderiam tentar ganhar o mesmo ou mais em empresas 100% privadas, que se forem assim tão bons, com certeza que lhes pagariam!
Entretanto o que não faltariam seriam técnicos altamente qualificados que não se importassem de ganhar a "miséria" de 5.000€/mês para desempenhar as funções acima referidas.
Não resolvia tudo, mas ajudava. E nesse caso 100% dos portugueses apoiariam o PEC.
Haja moralidade!!!APERTEM O CINTO, APERTEM.... " fonte

Gestores do estado, dão prejuízo, mas têm carros de luxo.


Como podemos constatar, pela noticia em baixo, o estado gasta 6,4 milhões em automóveis de luxo, apenas com os gestores. (2011)

"Em 63 empresas públicas, há 224 carros para gestores. Mais de metade são da marca Mercedes, BMW e Audi. Os automóveis dos gestores das empresas públicas custam aos cofres do Estado 6,4 milhões de euros. A maioria das empresas públicas (44) optou por comprar os automóveis para administradores e vogais - foram adquiridos 158 veículos no valor total de 5,8 milhões de euros.Outras 19 empresas do Estado optaram pelo regime de aluguer. Em 2010, as prestações de 66 carros custou 604 mil euros. No conjunto das empresas públicas que compraram carros, o Centro Hospitalar de São João liderou nos gastos: comprou sete Toyota Avensis, por 35 mil euros cada. Já no caso dos alugueres, a Caixa Geral de Depósitos tem o parque automóvel mais caro: sete viaturas topo de gama, das quais quatro são Mercedes e duas Audi, num valor total de 147 mil euros por ano, escreve o jornal". fonte

Os gestores públicos têm ainda outros benefícios, como telemóvel, senhas de presença por reunião ou assembleia geral e combustíveis.
MERCEDES DA CP CUSTAM 27 MIL EUROS POR ANO
O conselho de administração da CP, liderado por Cardoso dos Reis, conta com cinco Mercedes E220 CDI, com um prestação combinada de 27 mil euros em 2010. Viaturas adquiridas para o presidente, para o vice-presidente e para três vogais no ano de 2008.
A CP encerrou o ano de 2010 com prejuízos de 195,2 milhões de euros, um agravamento de 168% face a 2009, quando tinha tido prejuízos de 76,2 milhões.
EP GASTA NOVE MIL EUROS EM COMBUSTÍVEL
Na Estradas de Portugal (EP), que em 2010 ainda era liderada por Almerindo Marques, a empresa tinha um Audi A6 para o presidente, no valor de 46 mil euros, e mais quatro Mercedes C adquiridos em 2009
no regime de Aluguer Operacional do Veículo (AOV), custando anualmente quatro mil euros. Em combustível, a EP gastou mais de nove mil euros com os seus cinco administradores. A EP tem um passivo de 1,919 mil milhões de euros.

MEIO MILHÃO DE EUROS EM COMBUSTÍVEL
Os gestores públicos gastaram 576 mil euros em combustíveis no ano de 2010, segundo informação prestada pelas próprias empresas públicas à Direcção-Geral do Tesouro e Finanças.
É uma média de 2500 euros em gasolina ou gasóleo por cada administrador, gasto num ano marcado pelas medidas de austeridade para equilibrar as contas públicas. Há mesmo casos de empresas em que o presidente apresentou 12 mil euros em despesas de combustíveis, mais do que as prestações de aluguer de alguns carros topo de gama ao serviço dos gestores estatais. Mas também nos pagamentos da Via Verde há lugar para facturas de 2300 euros.
Estes gestores têm ainda direito a outros benefícios inerentes ao cargo de topo, nomeadamente telemóvel e senhas de presença por participação em determinadas reuniões ou assembleias gerais. O valor médio por presença nestes casos ronda os 500 euros, segundo os dados das empresas públicas, que terão de reduzir os gastos, face ao que foi acordado com a troika.
AQUISIÇÃO MAIS CARA FOI NOS CTT
Das 63 empresas cuja informação consta da Direcção-Geral do Tesouro e Finanças, a aquisição mais cara documentada cabe a Estanislau Mata Costa, que em 2010 esteve à frente dos CTT. Quando Mata Costa passou de administrador para presidente dos CTT, trocou o BMW de serviço por um Mercedes S 320 CDI que os CTT tinham adquirido em 2004 por 84 mil euros. A retoma do BMW permitiu baixar este preço para os 60 mil euros. CM

  1. *Assista ainda a este video, onde se mostra que, só com o parlamento, gasta-se 1 milhão de euros em carros de luxo.
  2. *Neste video, escandalosamente constata-se que as "águas de Portugal" tem cerca de 388 carros só para os quadros superiores. E um deles gastou 7 mil euros de combustível num ano!!


Feitas as contas do TGV, ficamos a pagar 10 euros por mês para o sustentar.

Paulo portas passos coelho
"O TGV é um facto consumado. Voltar atrás ainda ficaria mais caro do que conclui-lo.»
Mentira ou piada só pode...  
Pensem nisto: se me oferecerem um telemóvel, terei de arcar com as mensalidades. Estas em um ano ou dois perfazem o custo do dito aparelho e ultrapassam-no. Eu necessito de saber, após a construção, quanto dinheiro irá para tapar os sucessivos buracos da gestão. Ninguém no seu perfeito juízo acha que o TGV será rendível, e o break-point nunca será atingido. E ninguém pensa que 1/60 da população de Lisboa se deslocaria diariamente para Madrid a 125 euros por sentido. Permitam-me o jogo de palavras, mas não faz sentido. Se eu necessito de 12300 × 2 × 125 × 365,25 por ano para equilibrar as contas do TGV, isto quer dizer que o buraco financeiro será qualquer coisa como mil, cento e vinte e três milhões de euros</i≳ anuais, subtraído das comissões da RENFE por cada passageiro não transportado abaixo dos 12300 diários. tenho o número 12300 de memória como aquele que era dado nos estudos de pessageiros ente Lisboa e Madrid para que o TGV fosse viável. Posso estar errado, e nesse caso agradeceria uma pequena correcção. As contas são, no entanto, proporcionais ao número de passageiros estimados. Ora 1.123 milhões de euros por ano são dois submarinos e uma frota de corvetas, ou, numa comparação mais socialista, o suficiente para quase um bilhete de TGV de ida a cada português para Madrid (aproveitava isso não pagando o bilhete de volta aos responsáveis pela construção daquele elefante alvo).   Cada português vai ter de pagar, utilize-o ou não, quase dez euros mensalmente para aquela abrenúncia, fora serviço de dívida na construção..Não sei se o custo de construção são os 3.500 milhões de euros que se anunciam, porque sempre haverá derrapagens (os orçamentos são feitos sempre sobre um filme de óleo). O que quero crer é que em três anos teremos duplicado os custos, porque acredito que o TGV vai estar quase sempre vazio. Indo de automóvel é, paradoxalmente, mais barato que ir no TGV, mesmo se for apenas uma pessoa.

27 agosto, 2011

Concurso obriga a comprar plasma por 70 milhões. O dos dadores de sangue tem que ir para o lixo.

incompetentes SNS ruina socrates
Milhões de euros de plasma, no lixo
Desorganizados, incapazes de gerir com competência os nossos malfadados impostos, desperdiçam 70 milhões de euros por ano e deitam ao lixo 300 mil unidades plasma!!?
O plasma, componente do sangue, que é recolhido em Portugal aos dadores, tem que ir para o lixo porque somos "obrigados" por um concurso muito conveniente, a gastar 70 milhões de euros na compra de plasma a uma "sortuda" fornecedora de plasma.
O normal seria aproveitar o que os dadores de sangue de Portugal dão, grátis, mas não se pode usar, pois existe um concurso que obriga a comprar!!! Um insulto para os dadores e uma ofensa para os contribuintes. Parece anedota mas não é.
Veja a citação em baixo do presidente do Instituto Português do Sangue e perceba os grandes e ridículos entraves que impedem os portugueses de aproveitar o plasma.

Não o podem guardar porque usaram o frigorífico próprio para arquivo de papeis e está, por isso, cheio!! A gestão típica do terceiro mundo?
E também não o podem tratar porque o governo não aprova o concurso público que é necessário, para aproveitar o plasma? Mas que cadeia de incompetências conjugadas!!!! Muito conveniente não é? A empresa que fornece o plasma agradece... os contribuintes empobrecem.
Mas a cereja no topo do bolo é que o concurso está feito de tal forma que mesmo que não se precise de tanto plasma, tem que se cumprir o contrato que obriga a comprar sempre os 70 milhões de euros de plasma mesmo, que não precisem? Lindo!!!
Quem fez este contrato ruinoso para o país? Alguém amigo do fornecedor de plasma e inimigo do dinheiro público, certamente...
Eles são incompetentes e criminosos, e o povo é que paga e cumpre a pena... Assim até dá vontade de ser criminoso!!! Não?

CP COM MAIS PODER QUE O GOVERNO? Transportes mandam!!!!

CP PODER QUE O GOVERNO
Portugal está a ser consumido por um monstro, entre outros, que consomem muito do erário público, e ao qual o estado não consegue mudar as regras, devido ás constantes greves e ao caos que provocam na vida do país. 
Os sindicatos e a CP unidos são uma óptima parelha para exigir regalias, e tem conseguido. São poucas as classes laborais que possuem este poder de negociação, e assim se faz a justiça em Portugal. Os trabalhadores conquistam direitos especiais, acima dos outros, porque se eles param o país entra num caos insustentável e os prejuízos são imensos. Ou seja os funcionários destas empresas podem exigir mais e obter mais, apenas porque sim? E assim se constroem impérios e elites, insustentáveis e promovendo a desigualdade. 
Não deveria este poder ser controlado? Não estaremos a pactuar com despesismo, com excedente de funcionários, excesso de regalias? Com a insustentabilidade das empresas Públicas?  
Se governo quer cortar excedentes de funcionários para travar os prejuízos, não pode?
Quer cortar nas regalias que chegam ao descalabro de serem 195 subsídios diferentes... e não pode? Só em salários são 104 milhões por ano.
A situação é tão caricata que próprios administradores queixam-se de não terem dinheiro para pagar rescisões, apesar de precisarem de despedir pessoal. 
"A Refer apresentou ontem os resultados com os prejuízos de 146,5 milhões de euros em 2010. Só a dívida acumulada conjunta da CP e da Refer atinge os 10z mil milhões de euros." FONTE
O governo, impotente, comodista demais para por fim ao desgoverno e anarquia que se instalou nos transportes e baixar as despesas, optou por aumentar as receitas/ preços. E o povo é indubitavelmente a sua vitima mais acessível e mansa. 
Para a CP permanecer no seu império intocável e hermético, têm os portugueses que sofrer aumentos e fornecer muitos e mais impostos?
Agora já sabemos porquê tantas greves? Eles querem manter seu e apenas seu, este império, que é nosso.

Seguem-se os dados apurados pelo jornal "Sol" com alguns exemplos das regalias.
"Há maquinistas que ganham 50 mil euros ano.
Os trabalhadores da CP que hoje estão mais uma vez em greve, têm vencimentos anuais muito acima da média portuguesa. De acordo com a folha salarial da CP a que o SOL teve acesso, um inspector-chefe de tracção recebe 52,3 mil euros, há maquinistas com salários superiores a 40 mil euros e operadores de revisão e venda com remunerações que ultrapassam os 30 mil euros por ano. No total, os trabalhadores da CP dispõem de 195 itens/suplementos  que contribuem para ‘engordar’ a sua remuneração variável no final do ano. O número atípico de apoios, ajudas e subsídios tem contribuído para que a empresa engrosse a factura com remunerações. 
Em 2009 foi de 104,5 milhões de euros anuais .
«O salário dos maquinistas, por exemplo, engloba abonos de produção, subsídios fiscais, ajudas de custo e subsídio de agente único», explica fonte oficial da empresa pública. 
«Só por se apresentar ao trabalho, cada maquinista recebe mais de 6 euros por dia, devido ao subsídio de assiduidade».
Os diversos subsídios são resultado das negociações entre as várias administrações que têm passado pela empresa e os sindicatos de trabalhadores ao longo dos anos
Ao todo, representam mais de metade – 54,3% – dos encargos totais com salários.
Apenas em subsídios de condução, a CP gasta cerca de 4 milhões de euros, aos quais se juntam 2,4 milhões de euros em prémios de condução e 3,3 milhões de euros em prémios de chefia. 
Já as diuturnidades (subsídio por antiguidade) custam 3,3 milhões de euros à empresa e os gastos o pagamento por trabalho em dias de descanso não compensados ascendem aos 4,5 milhões de euros.
Também no Metropolitano de Lisboa, outra empresa detida pelo Estado, existem vencimentos de luxo. Há uma secretária administrativa que recebeu 64,6 mil euros em 2009, dos quais 5,7 mil dizem respeito a subsídios de carreira administrativa.
No total, existem 14 técnicos superiores que ganham mais do que os vogais do conselho de administração. Um destes técnicos auferiu 114 mil euros em 2009, mais 42 mil euros do que o chairman. FONTE

Salário de 2500 euros por 3 horas de condução
Os maquinistas do Metropolitano de Lisboa recebem, em média, cerca de 2500 euros ilíquidos mensais por três horas diárias de condução de passageiros. Trata-se da classe profissional mais numerosa na empresa Metro de Lisboa, que paga ordenados acima dos mil euros a todos os seus trabalhadores, apurou o Correio da Manhã.
O facto de trabalharem no subsolo é uma das principais razões, de acordo com fontes do sector, para o valor dos salários pagos pelo Metropolitano de Lisboa, dos mais elevados nos transportes públicos e bastante acima da média nacional, que se situa nos 804 euros por mês.
Com efeito, o leque salarial ilíquido das 57 categorias varia entre os mil e os três mil e quinhentos euros, já que aos salários base tem de se somar uma componente variável, que vai desde os subsídios de alimentação até ao de turno, passando por prémios de assiduidade e de desempenho. Os horários de trabalho semanal variam, entre as 22h30 (enfermeiros) e as 39 horas (serralheiros, mecânicos), embora a média se situe nas 36 horas.
Os maquinistas constituem, entre os cerca de 1700 trabalhadores da empresa, a classe profissional mais numerosa, com 270 profissionais, sendo também uma das que aufere os salários mais elevados, segundo o um estudo realizado pelo Metro. Recebem, para além do salário base, subsídios de trabalho nocturno, subsídio de turno e subsídio de agente único (ao substituírem a antiga categoria de factor, responsável pela abertura e fecho das portas), entre outros. Com uma média etária em torno dos 40 anos e com pelo menos o 9.º ano, os maquinistas do metro transportam passageiros, no máximo, três horas por dia. Ou seja, metade do tempo de um maquinista da CP ou da Carris. O tempo restante do turno diário – de sete horas e meia, em virtude de terem um regime de folgas de quatro dias de trabalho e dois de paragem – é dedicado a manobras ou a levar comboios para manutenção ou reparação. “É um trabalho monótono, muito desgastante, em que estamos o dia inteiro a respirar limalha de ferro”, explicou ao Correio da Manhã Diamantino Lopes, maquinista e dirigente da Federação dos Sindicatos dos Transportes Rodoviários e Urbanos (FESTRU).
É frequente, por isso, os maquinistas não continuarem a trabalhar no subsolo depois dos 55 anos, dado sofrerem de problemas de saúde, relacionados com a visão e audição. GREVES PELO ACORDO As cinco greves feitas pelos trabalhadores do Metropolitano de Lisboa, assim como as próximas do dia 7 e 9 de Novembro, foram convocadas face à recusa do conselho de administração em aceitar prolongamento do actual Acordo de Empresa. O documento, com cerca de 30 anos, termina em Dezembro do próximo ano, mas os sindicatos pretendem que se estenda até 2011. Neste momento a administração do Metro encontra-se numa fase de transição, uma vez que o actual conselho, liderado por Mineiro Aires, já terminou o seu mandato mas o próximo, presidido por Joaquim Reis, ainda não tomou posse. Ao todo, são oito os sindicatos envolvidos nas negociações com a empresa, entre os quais os sindicatos dos Electricistas do Metropolitano e o dos Quadros Técnicos de Desenho.
APONTAMENTOS PASSAGEIROS
O Metropolitano de Lisboa transporta diariamente perto de meio milhão de passageiros para 48 destinos possíveis de quatro linhas subterrâneas com uma extensão total de 35,6 quilómetros. CARRUAGENS
No final de 2005 o Metro de Lisboa tinha 338 carruagens em operação que circulam com um intervalo médio de dez minutos, variando ao longo do dia e nas várias linhas do serviço. Os comboios iniciam marcha às 6h30 e só param de madrugada, à 01h00.
NÍVEL SALARIAL
O nível salarial do Metropolitano de Lisboa é o segundo mais elevado da Europa. Só os funcionários do sistema subterrâneo de comboios de Viena de Áustria ganham mais do que os trabalhadores do Metro da capital portuguesa.
 FACTORES A categoria de factor desapareceu em 1995, a função destes trabalhadores era abrir e fechar as portas do comboio a cada paragem. A tarefa foi assumida pelos maquinistas que para isso recebem um subsídio que varia entre 317 euros e 475,50 euros mensais.
METRO: DOIS TURNOS
Os maquinistas do Metro de Lisboa trabalham três horas diárias, em dois turnos, no mesmo dia. Cada dia de trabalho está dividido em dois períodos “que não podem exceder as três horas seguidas por motivos de segurança”, explica um comunicado da FESTRU em reacção à notícia publicada pelo CM. Os maquinistas do metropolitano cumprem, ainda, “no resto de cada período, as manobras com o material circulante nos términos e nos parques”, lê-se no comunicado. O sindicato sublinha que o que está em causa é a existência do acordo da empresa. Ler mais em: 


26 agosto, 2011

CP em crise grave, será por pagarmos pouco de transportes? Ou de...

CP luxos e abusos
"CARRIS PRECISA DE CORTAR PESSOAL MAS NÃO HÁ DINHEIRO PARA RESCISÕES.
O défice acumulado deste sector atinge cerca de 10 por cento do PIB, cerca de 17 mil milhões de euros.
Quem o admite é o próprio presidente da REFER Silva Rodrigues.
A Refer apresentou ontem os resultados com os prejuízos de 146,5 milhões de euros em 2010. Só a dívida acumulada conjunta da CP e da Refer atinge os dez mil milhões de euros." FONTE
"CP é líder do ranking de empresas com mais chefias com salários médios de 3,1 mil euros brutos. Segue-se a TAP e a REFER." Fonte
Comove ler estes textos de auto-comiseração, principalmente se soubermos algumas informações extras que podem complementar, estas fornecidas pelos nossos administradores públicos.
Passemos a alguns exemplos.
"De acordo com a folha salarial da CP a que o SOL teve acesso, um inspector-chefe de tracção recebe 52,3 mil euros, há maquinistas com salários superiores a 40 mil euros e operadores de revisão e venda com remunerações que ultrapassam os 30 mil euros por ano."
Para complementar;
-Aumentos chorudos para quem gere estas empresas mesmo com prejuízos?
-Despedir e contratar de novo custa 210 mil.
Se consultou os links acima já percebeu como a má gestão e despesismo, conduzem a prejuízos tão avultados.
Prejuízos que levam ao aumento dos preços...
No entanto queixam-se que não podem despedir o excedente de pessoal, porque nem há dinheiro para indemnizações!!!!!!!!!!

Salário de 2500 euros por 3 horas de condução
Os maquinistas do Metropolitano de Lisboa recebem, em média, cerca de 2500 euros ilíquidos mensais por três horas diárias de condução de passageiros. Trata-se da classe profissional mais numerosa na empresa Metro de Lisboa, que paga ordenados acima dos mil euros a todos os seus trabalhadores, apurou o Correio da Manhã.
O facto de trabalharem no subsolo é uma das principais razões, de acordo com fontes do sector, para o valor dos salários pagos pelo Metropolitano de Lisboa, dos mais elevados nos transportes públicos e bastante acima da média nacional, que se situa nos 804 euros por mês.
Com efeito, o leque salarial ilíquido das 57 categorias varia entre os mil e os três mil e quinhentos euros, já que aos salários base tem de se somar uma componente variável, que vai desde os subsídios de alimentação até ao de turno, passando por prémios de assiduidade e de desempenho. Os horários de trabalho semanal variam, entre as 22h30 (enfermeiros) e as 39 horas (serralheiros, mecânicos), embora a média se situe nas 36 horas.
Os maquinistas constituem, entre os cerca de 1700 trabalhadores da empresa, a classe profissional mais numerosa, com 270 profissionais, sendo também uma das que aufere os salários mais elevados, segundo o um estudo realizado pelo Metro. Recebem, para além do salário base, subsídios de trabalho nocturno, subsídio de turno e subsídio de agente único (ao substituírem a antiga categoria de factor, responsável pela abertura e fecho das portas), entre outros. Com uma média etária em torno dos 40 anos e com pelo menos o 9.º ano, os maquinistas do metro transportam passageiros, no máximo, três horas por dia. Ou seja, metade do tempo de um maquinista da CP ou da Carris. O tempo restante do turno diário – de sete horas e meia, em virtude de terem um regime de folgas de quatro dias de trabalho e dois de paragem – é dedicado a manobras ou a levar comboios para manutenção ou reparação. “É um trabalho monótono, muito desgastante, em que estamos o dia inteiro a respirar limalha de ferro”, explicou ao Correio da Manhã Diamantino Lopes, maquinista e dirigente da Federação dos Sindicatos dos Transportes Rodoviários e Urbanos (FESTRU).
É frequente, por isso, os maquinistas não continuarem a trabalhar no subsolo depois dos 55 anos, dado sofrerem de problemas de saúde, relacionados com a visão e audição. GREVES PELO ACORDO As cinco greves feitas pelos trabalhadores do Metropolitano de Lisboa, assim como as próximas do dia 7 e 9 de Novembro, foram convocadas face à recusa do conselho de administração em aceitar prolongamento do actual Acordo de Empresa. O documento, com cerca de 30 anos, termina em Dezembro do próximo ano, mas os sindicatos pretendem que se estenda até 2011. Neste momento a administração do Metro encontra-se numa fase de transição, uma vez que o actual conselho, liderado por Mineiro Aires, já terminou o seu mandato mas o próximo, presidido por Joaquim Reis, ainda não tomou posse. Ao todo, são oito os sindicatos envolvidos nas negociações com a empresa, entre os quais os sindicatos dos Electricistas do Metropolitano e o dos Quadros Técnicos de Desenho.
APONTAMENTOS PASSAGEIROS
O Metropolitano de Lisboa transporta diariamente perto de meio milhão de passageiros para 48 destinos possíveis de quatro linhas subterrâneas com uma extensão total de 35,6 quilómetros. CARRUAGENS
No final de 2005 o Metro de Lisboa tinha 338 carruagens em operação que circulam com um intervalo médio de dez minutos, variando ao longo do dia e nas várias linhas do serviço. Os comboios iniciam marcha às 6h30 e só param de madrugada, à 01h00.
NÍVEL SALARIAL
O nível salarial do Metropolitano de Lisboa é o segundo mais elevado da Europa. Só os funcionários do sistema subterrâneo de comboios de Viena de Áustria ganham mais do que os trabalhadores do Metro da capital portuguesa.
 FACTORES A categoria de factor desapareceu em 1995, a função destes trabalhadores era abrir e fechar as portas do comboio a cada paragem. A tarefa foi assumida pelos maquinistas que para isso recebem um subsídio que varia entre 317 euros e 475,50 euros mensais.
METRO: DOIS TURNOS
Os maquinistas do Metro de Lisboa trabalham três horas diárias, em dois turnos, no mesmo dia. Cada dia de trabalho está dividido em dois períodos “que não podem exceder as três horas seguidas por motivos de segurança”, explica um comunicado da FESTRU em reacção à notícia publicada pelo CM. Os maquinistas do metropolitano cumprem, ainda, “no resto de cada período, as manobras com o material circulante nos términos e nos parques”, lê-se no comunicado. O sindicato sublinha que o que está em causa é a existência do acordo da empresa. Ler mais em:




Passos Coelho sempre a perseguir os pobres. 0,48 euros/Km para doentes.

Passos Coelho perseguir  pobres
Ambulâncias obsoletas.

A partir de Setembro, os doentes terão de pagar as viagens dos tratamentos.
Mais uma vez os cortes vão recair sobre os mais miseráveis ou seja os pobres e os doentes, que são os que mais vão sofrer com esta medida.
Grande parte dos que usufruem deste serviço de transporte de doentes são os idosos, sem família, sem viatura própria... Mas os nossos governantes não se mostram sensíveis aos problemas dos pobres. Faz cortes ás cegas sem pensar quem leva pela frente de arrasto, para um mundo cada vez de menor dignidade, maior miséria e isolamento...
Doentes que ganhem mais de 419 euros, ou seja, pessoas com posses e com um rendimentos elevados!!!? Irão pagar pelo transporte de ambulâncias 0,48 euros por Km. Sendo que a maioria das pessoas vivem longe dos hospitais acaba por ser mais uma despesa significativa, a quem já subtraíram o imposto especial.
Enquanto os outros países apenas sujeitam ao aumento de impostos a pessoas que ganham acima da média, em Portugal massacram-se sempre os que ganham abaixo da média. Tem sido a estratégia de Passos Coelho.

Submarinos corrompidos já provado na Alemanha.Quem recebeu as luvas?

Submarinos corrompidos já provado
Na Alemanha os vendedores de submarinos "do" Paulo Portas já estão acusados de ter oferecido 62 milhões de euros em luvas para convencer os portugueses e os gregos a comprar os luxuosos submarinos. Onde estará tanto dinheiro? No bolso de quem? 
Se os alemães já desvendaram a parte deles, era suposto estar o caminho aberto para apanhar e acusar os portugueses que receberam, não?
Assistimos, neste enredo, a apenas mais uma amostra para que todos possamos entender porque razão o estado gasta 130 milhões de euros em  helicópteros, 5 milhões de euros em tanques e 35 milhões de euros em submarinos.. 
Apesar de todos enfiarmos a cabeça na areia e fingir-mos que não sabemos de nada, os negócios do estado têm a liberdade de enveredar por estes meios ... Luvas  para incentivar os nossos políticos a esbanjar o erário público mesmo que não seja preciso comprar submarinos ou mesmo que sejam demasiado caros. E Paulo Portas, como é generoso, ainda deu mais 30 milhões do que devia.

25 agosto, 2011

160 MILHÕES DE EUROS EM SOFTWARE.Contratos não visam poupar dinheiro público mas enriquecer empresas amigas.


Estado gasta 160 milhões de Euros por ano em software.
A ESOP que afirma que fácilmente o estado pode reduzir esta despesa supérflua, para menos 80 milhões, e simultaneamente promover  empresas de Portugal, em vez das estrangeiras.
Infelizmente e apesar de muitos países já terem descoberto soluções eficazes para poupar dinheiro, em Portugal, tudo que envolva competência e poupar faz alergia aos nossos governantes.
A única explicação para casos tão gritantes de incompetência só é possível por todos sabermos que no governo não temos gestores...  apenas "boys". E os contratos não visam poupar dinheiro público mas enriquecer empresas amigas.
Já outra empresa, a ANSOL, tinha apresentado um estudo semelhante.

"A ESOP examinou os dados apresentados em http://www.dgo.pt/cge/cge2009 e chegou à conclusão que a Administração Central do Estado despendeu no ano passado cerca de 160 milhões de Euros em “Software Informático”.
 A ESOP está disponível para colaborar com o Estado português num plano que permita baixar drasticamente a despesa com software na Administração Pública, através da utilização de software de código aberto – software “open-source”. Com base nos valores que constam do Catálogo Nacional de Compras Públicas a ESOP calcula que é possível atingir uma poupança de 50% a 70% na maior parte das aquisições de software do Estado. O que representa uma redução dos custos em software de pelo menos 80 milhões de Euros/ano.
O software open-source não só permite grandes poupanças, mas também a melhoria da balança comercial, com a substituição das transferências externas inerentes ao licenciamento, pelo investimento na economia nacional em formação e consultorias técnicas efectuadas por empresas portuguesas.
O software open-source é amplamente utilizado no mundo inteiro. Apenas alguns exemplos:
A Google, a Amazon e o Facebook têm toda a sua infra-estrutura baseada em software open-source
A Bolsa de Londres (“London Stock Exchange”) tem a sua infra-estrutura baseada em software open-source;  Os smartphones Android, que já lideram o mercado, são baseados em software open-source;
As administrações públicas da Espanha, Noruega, Países Baixos e França são fortes utilizadoras de software open-source;
O software open-source pode ajudar as finanças e a economia portuguesa. É esta a proposta da ESOP."




AO MINUTO 19, UM EMPRESÁRIO EXPLICA COMO É QUE O ESTADO FAVORECE EMPRESAS E LESA A LIVRE CONCORRÊNCIA



Duplicar regalias é abuso, mas duplicar salários é abuso a dobrar!


má gestão


O Presidente do Conselho de Administração dos CTT, Estanislau Mata da Costa (que se demitiu sem ter terminado o mandato) recebeu, durante cerca de dois anos, dois vencimentos em simultâneo: um pelo cargo nesta empresa, de cerca de 15 mil euros, e outro correspondente às suas anteriores funções na PT, de 23 mil euros. E isto apesar de ter suspendido o vínculo laboral com a PT.
Há cada vez mais no desemprego, e outros que recebem a dobrar. É assim a vida. fonte

COITADO DO SENHOR QUE PENSAVA QUE ISTO ERA UM PROCEDIMENTO NORMAL E
NEM SE APERCEBEU DO QUE SE PASSAVA.
A descoberta foi feita pela Inspecção-Geral de Finanças (IGF), na sequência de uma auditoria realizada após denúncias da comissão de trabalhadores dos CTT sobre actos de alegada má gestão na empresa.
A IGF classifica esta acumulação de vencimentos por parte de Mata da Costa - num valor mensal de cerca de 40 mil euros (ao todo, um milhão e 575,6 mil euros recebidos entre Junho de 2005 e Agosto de 2007) - como «eticamente reprovável, ainda que possível do ponto de vista legal». Ainda assim, a IGF decidiu encaminhar o caso para a Procuradoria-Geral da República, por ter «dúvidas quanto à legalidade» da situação.
Segundo o relatório preliminar da IGF, a que o SOL teve acesso, Mata da Costa, que era quadro da PT, foi nomeado para presidir aos CTT em Junho de 2005. Mas, em vez de se desligar desta empresa, fez um acordo de «suspensão do contrato de trabalho, embora estranhamente sem perda de remuneração.

COMPREENDE PORQUE PORTUGAL ESTÁ NAS LONAS, OU PRECISA DE MAIS EXPLICAÇÕES ?
Por favor dar conhecimento aos Portugueses porque os media andam distraídos. 
Os portugueses precisam de conhecer a laia de quem nos gere e (des)governa. 
Precisamos divulgar e informar. Só assim poderemos acabar com o abuso, quando o povo deixar de ser tolerante com estes lacaios.

Mais um caso interessante de despesismo... 
 "A empresa Max One-Material de Escritório, Lda. é uma sortuda!
O Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge,  comprou-lhe uma pequena quantia de 20.191.227€ em tinteiros e toners.
Um tinteiro em venda a retalho fica mais ou menos por 35€/unidade. Como o Instituto tem 600 indivíduos a trabalhar (entre os quais 300 doutorados), e o ano tem +- 365 dias:
20191227/35/600/365=2  
 Ou seja, cada um deles gastou 2 tinteiros por dia!?







23 agosto, 2011

França começou também a luta contra a crise.

França medidas austeridade
Já se fez aqui referência, às medidas da Itália face à crise que arrecadará milhões, subindo os impostos apenas aos mais ricos do país - aos políticos e à banca. aqui
Agora assistimos ás medidas de austeridade de mais um país onde igualmente se pautam pela mesma justiça social, fazendo recair sobre os mais ricos as maiores exigências no contributo para desagravar a crise, a França. (Citação em baixo)
Temos pena, muita pena,  que em Portugal o nosso governo esteja longe de mostrar sensibilidade para este tipo de justiça social.                                                                                  
Os nossos políticos  não mostraram também, possuir o discernimento necessário para entender que aumentar os transportes, a electricidade e subtrair subsídios indiscriminadamente, vai apenas prejudicar, e muito, os pobres. E aos ricos não fará qualquer diferença no seu orçamento.
Não se preocupam em sobrecarregar famílias que já se encontravam à beira do abismo, para as quais, este será o golpe final para caírem no abismo? 
E que essas famílias, remediadas, pobres e médias, mas em maior número, são as que sustentam o comércio e o consumo? E que sem o seu consumo também se agrava a crise?
Não perceberam que o comércio em Portugal está em agonia, devido aos apoios/isenções e falta de fiscalização que permitem aos chineses?
Arruinaram  a agricultura, as pescas, fechou-se fábricas atrás de fábricas pois os chineses fornecem tudo... e agora rematamos com o sector comercial que se esvai em esforços vãos a remar contra a maré... em concorrencia desleal com os chineses, e sem um governo perspicaz que perceba que urge mudar-se algo.
Talvez se o governo interpretasse as noticias deveria interrogar-se porque razão os chineses proliferam com as exportações a dispararem e Portugal vê os seus comércios e industrias a falir...

Retomando a noticia das medidas em França, foi de destacar a nobreza dos milionários desse país. 
Os 16 maiores milionários voluntáriamente ofereceram-se para ajudar o combate à crise. Preocupados com a pátria, atitude que não se vê em Portugal nem por parte dos que governam a pátria nem por parte dos que arrecadaram milhões ás custas dela.
Extractos da noticia: "Milionários franceses,  pediram ao Governo para lhes impor um imposto especial de modo a ajudarem a pôr fim à crise. Segundo os signatários, é por estarem conscientes de que beneficiaram do atual modelo francês e do contexto europeu que pretendem "contribuir para o preservar"."Num momento em que as finanças públicas e as perspectivas de agravamento da dívida do Estado está a ameaçar o futuro da França e da Europa, num momento em que o governo pede a todos um esforço de solidariedade, consideramos necessário contribuir para o mesmo", acrescentaram. O anúncio do pedido feito pelos milionários franceses acontece um dia antes de o governo francês apresentar as medidas destinadas a reduzir o défice, vai anunciar um imposto especial entre 1% e 2% para os contribuintes cuja rendimentos fiscais superarem um milhão de euros. O Governo estima que cerca de 30 mil pessoas sejam afetadas por esta medida, que fará o cofres do Estado arrecadar um montante suplementar de 300 milhões de euros.fonte 
Em Portugal começa por se atrofiar os pobres até ao limite.

100 milhões de euros beneficiam igreja católica, contra a lei, lesam contribuintes

Igreja restelo
 No projecto igreja do Restelo
A atribuição de Benefícios fiscais, à igreja católica, não respeita as normas democráticas impostas pela UE sobre a isenção do IVA e desrespeita as outras igrejas que não são visadas por benefícios fiscais.
Vera Jardim denunciou, "Até porque este regime de devolução existente em Portugal "é para fugir à proibição da UE de isentar a Igreja de IVA."
Os governos contornam a lei e vão contra normas europeias que protegem os contribuintes da atribuição de benefícios fiscais que signifiquem prejuízos para os contribuintes. Como não podem isentar a igreja do IVA, devolvem-lhe o IVA, que vai dar ao mesmo.
São cerca de 86 milhões do erário que deveria ficar nos cofres da nação e é devolvido á igreja, já sem contar com o que se devolve ás outras igrejas não católicas.

O exemplo do despesismo.... e do parasitismo. 
Construções megalómanas e incomodas. Começou em 2002 terminada em 2015 (actualização)
Na inauguração
"A Câmara de Oeiras, que cedeu o terreno de 2600 metros quadrados situado junto ao Dolce Vita de Miraflores e pagou um terço da obra (no total foram gastos 3,1 milhões de euros), remete explicações sobre a suspensão dos trabalhos para a paróquia. Esta, por seu lado, fecha-se em copas. “Não fazemos comentários”, afirmou o responsável pelos contactos com a imprensa. Igreja S.Francisco Xavier.

DISCRIMINAÇÃO / CONTORNO DA LEI
"Entre 2005 e 2009, o Estado devolveu quase 86 milhões de euros a instituições da Igreja Católica ao abrigo do benefício do IVA, as restantes igrejas receberam, pouco mais de 1,6 milhões de euros.
No caso da Igreja Católica, os valores devolvidos anualmente variaram entre os 12,7 milhões de 2006 até aos 22,4 milhões de 2008.
Governo anunciou querer acabar com os reembolsos do IVA às religiões e instituições não católicas, incluindo as IPSS. estimavam que representasse uma poupança de 100 milhões de euros. Vera Jardim, um dos autores da lei da liberdade religiosa de 2001, considerava mesmo a proposta inconstitucional pela discriminação religiosa que criava.
" Até porque este regime de devolução existente em Portugal "é para fugir à proibição da UE de isentar a Igreja de IVA. É um sistema um pouco esdrúxulo", disse ao PÚBLICO. fonte

OSTENTAÇÃO
"A edificar num terreno cedido a preço simbólico pela CML no tempo de Cruz Abecasis, dimensões _ 3310 metros quadrados, a Igreja de S. Francisco Xavier com a torre sineira, com uma altura de cem metros, terá no topo um miradouro servido por um elevador panorâmico.
A Igreja, atenta aos problemas quotidianos, tem «um papel insubstituível na sociedade portuguesa». A CML reconheceu-o ao oferecer 234 mil euros para o projecto. Uma ajuda para um orçamento de 4,5 milhões de euros a suportar, diz António Colimão, «pela comunidade, devotos , a que se aliarão, espera, outras «generosidades, incluindo o Governo». fonte

CONCORRÊNCIA DESLEAL
"As declarações do presidente da AAP referem-se aos benefícios fiscais às várias instituições religiosas ao nível do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) e devolução do IRS, ambas retiradas na proposta do Orçamento de Estado (OE) para 2011.
Carlos Esperança sublinha que em tempo de crise os benefícios fiscais deveriam ser retirados a todas as igrejas e não «só a algumas», pelo que exige a revogação da decisão, para que seja «reposta a igualdade» entre as várias confissões religiosas, mas também «entre todos os cidadãos». Fonte

DESPESISMO
"O Governo prevê encaixar 100 milhões de euros com a alteração aos benefícios fiscais das instituições religiosas, porque o novo Orçamento do Estado prevê que só a Igreja Católica possa pedir o reembolso do IVA.
Apesar disso, todas as instituições de cariz religioso continuarão a beneficiar da consignação de 0,5 por cento do imposto sobre o IRS, liquidado com base nas declarações anuais, para fins religiosos ou de beneficência, a uma igreja ou comunidade religiosa radicada no país". fonte



22 agosto, 2011

Expropriação da igreja ou extorsão do dinheiro público?


Ainda bem que o estado tem por hábito favorecer a igreja com dinheiro do povo e com PRIVILÉGIOS FISCAIS e outros que tais.. Porque assim, pode o estado garantir que um dia quando precisar, a igreja também irá retribuir, facilitando a vida ao estado!!!
Mas não...  vejamos este escândalo, que mais parece a igreja a extorquir dinheiro ao estado, do que uma expropriação do estado á igreja.
Pagou-se 1,2 milhões de euros por um terreno do tamanho de uma piscina!!!!...  
E o mais engraçado é que o estado paga, será que quem assinou este pagamento era temente a Deus? É que realmente somos levados a crer que pagar tão elevada quantia por tão curto terreno, só mesmo por razões que a própria razão desconhece. 
 igreja ou extorsão
Extractos da noticia:  "A Estradas de Portugal - EP, SA pagou ao Patriarcado de Lisboa uma indemnização de mais de um milhão de euros (€1 116 600) pela expropriação de uma faixa de terreno na Buraca, com mil e duzentos metros quadrados. Um valor que excede em muito o preço do metro quadrado na Avenida da Liberdade (3 mil euros) ou mesmo nos parisienses Champs Elysées (sete mil euros). (...)  EP pagou mais de 800 mil euros pela desvalorização do terreno da Igreja, Além disso, a EP pagou ainda uma indemnização de €80 mil para transformar um antigo caminho pedonal no acesso de veículos pesados à Casa do Bom Pastor. Mas não basta: a EP comprometeu-se ainda a pagar mensalmente € 10 mil como "indemnização pela não utilização da Casa.
Ora, acontece que todos estes valores foram obtidos com base numa avaliação que terá sido feita pela própria Igreja, não se sabe por que técnicos, nem com que critérios ou objectivos. Essa "avaliação", é citada no considerando C do acordo com a EP a que o i teve acesso e atribui à propriedade o valor de (6 milhões de euros). Assim se compreendem os valores pagos pela EP." 
Fonte


21 agosto, 2011

Mais uns ajustes directos a caminho do desfalque de Portugal.


desfalque de Portugal.
Governo gasta mais 5 milhões de euros em material anti-motim.
Questiona-se o porquê de uma despesa megalómana, já que existem em Portugal tanques suficientes e a palavra de ordem é poupar e cortar na despesa pública.
Mas o nosso governo padece de uma doença grave de má gestão ou mesmo de falta de ética. 
Compras por ajuste directo, sem concurso público e que envolvem milhões deixam sempre um cheirinho a esturro, de que estamos mais uma vez, perante uma situação destas.

Noticia sobre o assunto.
"O Governo decidiu comprar carros blindados, entre outro material, com o pretexto da realização da cimeira da NATO em Lisboa. Associações de profissionais da GNR contestam a compra, Bloco questiona o Governo.
Esse material será adquirido por ajuste directo, sem concurso público, e que os cinco milhões necessários para essas compras provirão de dinheiro não gasto pelo Governo Civil de Lisboa em 2009.
Duas associações de profissionais da GNR -a ANOG  e a APG  – contestaram esta compra, pelo facto da GNR ter veículos blindados que não estão a ser usados.
José Dias , presidente da direcção da ANOG, disse ao Jornal de Notícias que estava “incrédulo” com adecisão do executivo e questionou:
“É uma despesa que não se justifica. Se a Guarda tem meios disponíveis, porque é que o Estado vai gastar esta verba numa altura de aperto das finanças públicas?”O presidente da ANOG defendeu que “o mais elementar seria esgotar as capacidades de todas as forças e serviços de segurança para esta cimeira e poupar o país e os cidadãos a mais um pesado encargo”. José Dias referiu ainda que a GNR tem cerca de 20 veículos anti-motim, comprados para as missões no Iraque, e que só metade estão a ser utilizados nas missões em Timor e na Bósnia.
A deputada Helena Pinto perguntou ao Governo, através do MAI: “Porque é que o Governo vai adquirir novos veículos blindados, quando existem veículos com as mesmas características na GNR? Qual a justificação para esta despesa de vários milhões de euros?” (aceda ao texto integral da perguntafonte

O português ganhou a obra claro. Anedota

corrupção anedota
Um presidente de câmara do interior queria construir uma ponte e chamou três empreiteiros: um alemão, um americano e um português.
— Faço por três milhões de dólares — disse o alemão. — Um pela mão-de-obra, um pelo material e um para o meu lucro.
— Faço por seis milhões — propôs o americano. — Dois pela mão-de-obra, dois pelo material e dois para mim. Mas o serviço é de primeira.
— Faço por nove milhões — disse o português.
— Nove? — espantou-se o presidente — É de mais! Porquê?
— Três para mim, três para si e três para o alemão fazer a obra! 

--- Combinados... 
Portugueses são bons a fazer negócios.