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Paulo Morais: ‘A promiscuidade entre políticos e negócios está ao nível da Mongólia’


ENTREVISTA E VIDEOS DE PAULO MORAIS.
Queria ser astrónomo mas acabou candidato à Presidência da República para combater a corrupção.
Em entrevista ao SOL, Paulo Morais afirma que não pretende ser um D. Sebastião e que tem como alvo os políticos desonestos.

Quem é Paulo Morais?
É um cidadão empenhado e preocupado que nasceu em Viana do Castelo já lá vão 51 anos. Estudei Matemática na Universidade de Ciências do Porto, porque queria ser astrónomo. Fiz uma carreira académica, fui presidente da JSD em Viana, onde vivi até aos 17 anos, fui dirigente académico no Porto, estive na Câmara do Porto e na Associação Transparência e Integridade. O que senti em todas as posições que ocupei é que invariavelmente a corrupção minava o funcionamento das instituições. E quando vejo que há necessidade de intervir e não vejo ninguém a avançar, avanço eu.

Porque se decidiu candidatar?
Porque mais ninguém a quem reconheça credibilidade teve coragem e vontade para se lançar e é fundamental ter como primeira prioridade o combate à corrupção. A corrupção é o maior problema da política portuguesa e só pode ser combatida de forma transversal, no Parlamento, com uma maioria larga de deputados, mas isso neste momento não existe, ou ao nível da Presidência da República com alguém livre de qualquer tipo de compromissos.

Tem feito várias denúncias de corrupção. Alguma já levou a investigação com efeitos práticos?
Uma coisa são denúncias em tribunal que o Ministério Público tem de investigar, não sou eu. Sempre que detectei que havia indícios de tráfico de influências, casos de potencial corrupção, apresentei queixas no local próprio, os tribunais, nomeadamente crimes urbanísticos. Se me perguntar se houve alguma condenação? Até agora, infelizmente não. Muitos não estão concluídos e muitos foram arquivados, alguns com alguma frustração minha. Depois há uma denúncia de uma promiscuidade absoluta entre a política e os negócios. Em Portugal, política e negócios são quase sinónimos, infelizmente. Essa é uma análise política e portanto não há apresentação de queixas em tribunal.

Uma das críticas que lhe fazem é lançar suspeitas sem provas...
Não entendo. Quando digo que as pessoas que estiveram na governação na área das Obras Públicas foram todas trabalhar para empresas de PPP, as provas são públicas. Em Portugal, a corrupção é tão generalizada, tão impune que as provas são públicas. Para provar que o eng. Ferreira do Amaral, que mandou construir a Ponte Vasco da Gama e hoje trabalha na concessionária, que Jorge Coelho foi trabalhar para a Mota-Engil não é preciso procurar provas, basta fazer um google.

Não é preciso buscas para detectar crime nas PPP, diz Paulo Morais basta ler o Diário da Republica, estão lá os crimes nacionais.



Paulo Morais sugere renegociar, nacionalizar ou alargar prazo dos contratos. Em todo o caso, deve-se suspender de imediato o pagamento de rendas, defende.
Paulo Morais, saúda a investigação da judiciária que já levou à realização de buscas nas casas de Mário Lino, António Mendonça e Paulo Campos, ex-governantes socialistas.
“Para concluir que as parcerias são um crime económico, não é necessário fazer qualquer tipo de busca"
 "Naturalmente que os actores que celebram um negócio que é ruinoso para o país estão, no mínimo, a incorrer num crime de prevaricação, na medida em que não estão a defender o interesse público".

Paulo Morais sugere que se verifique, em Diário da República, "a legislação que regula a matéria, os respectivos anexos e os preços das chamadas 'tarifas de disponibilidade diária' que garantem a rentabilidade às concessionárias".
Paulo Morais admite como uma possibilidade a nacionalização das parcerias público privadas.
“Só há três possibilidades: ou renegociar e pôr as rendas ao valor justo, o que neste momento me parece impossível porque os concessionários não têm manifestado vontade, ou então nacionalizar e expropriar pelo valor justo, ou então alargar o prazo dos contratos mas sempre na perspectiva em que o Estado deixa de pagar rendas.
Em qualquer dos casos o pagamento de rendas devia ser cessado já, deviam ser suspensos todos os pagamentos”. fonte

Medina Carreira, é também da opinião que um estado falido não tem obrigação de manter em dia o pagamento de rendas, muito menos estas, claramente ruinosas.

salários  queda Portugal crise" Inquérito às PPP. Quem é a mulher que também foi alvo de buscas?Ana Tomaz, 37 anos, é administradora da EP e foi adjunta de Paulo Campos. O suficiente para os investigadores suspeitarem de que podia ter documentos relevantes"  Fonte
Fazer buscas ou investigar um crime descarado, como os contratos das PPP,  que está explicito e à vista de todos, em todos os contratos, as suas condições lesivas do interesse público, e por isso criminosas, é apenas e mais uma vez deitar areia para os olhos do triste povinho que tem que sustentar estes vícios e os respectivos viciados.
Alguns temas sobre as PPP´s que todos deveríamos conhecer
  1. Renegociação das PPP, feita por deficientes ou criminosos, afirma Caiado Guerreiro.
  2. Video com a compilação dos crimes das PPP.
  3. Governo diz que fez cortes nas PPP, mas também aliviou os parasitas das PPP da manutenção das estradas, e passou essa despesa para a Estradas de Portugal, ou seja para todos nós. (exemplo: Cortou 50 milhões nas rendas, mas ás escondidas, ofereceu-se para lhes ficar a pagar a despesa da manutenção que pode ser 200 milhões. 400, quem sabe?)
  4. Tribunais especiais para legitimar contratos criminosos contra Portugal- Marinho Pinto. 
  5. Os governos contra os portugueses. 
  6. As auto estradas são o maior sorvedouro, 50 mil milhões de euros, garantidos, a pagar, ao longo dos anos.
  7. PS/ Sócrates, muda a lei para favorecer PPP´s
  8. As PPP´s da água pública, um regabofe
  9. Especialista internacional em PPP´s considera Portugal um caso raro de estupidez.
  10. PPP´s para todos os gostos e estilos, eles comem todos.
  11. Parasitas das PPP´s afirmam que agora as PPP´s são uma responsabilidade de todos nós.
  12. Até a malta do gang BPN tem direito a uma PPP.

PAULO MORAIS CONVIDA OS CORRUPTOS A TEREM VERGONHA.





GRANDE HOMEM E CIDADÃO, DAS POUCAS FIGURAS PÚBLICAS QUE SE INSURGE CONTRA A CORJA QUE ARRUÍNA PORTUGAL... COM TODA A TRANQUILIDADE EI-LO NESTE VÍDEO A CONVIDAR OS CORRUPTOS A TEREM VERGONHA ... 
Quando o entrevistador convida todos os visados a irem ao programa desmentir o que Paulo Morais afirma, Paulo Morais interrompe e diz: "E eu convido-os a terem mais vergonha... "
Paulo Morais merecia mais atenção... e os portugueses mereciam um Paulo Morais.

O video em cima faz parte do programa "Negócios da Semana" cujo video completo se ENCONTRA no final do texto explicativo do respectivo conteudo. 

OS PROBLEMAS MAIS GRAVES QUE AFECTAM OS PORTUGUESES 
Pontos em destaque no vídeo. Resumo
- Em Portugal, o estado, gasta por ano, cerca de 80 mil milhões de euros, o orçamento está completamente descompensado. Pois os juros da dívida pública representam a maior despesa do estado, 9 mil milhões, situação que deveria ser inaceitável e que o governo deveria renegociar urgentemente e de forma justa para os portugueses, pois existem alternativas que favorecem menos a banca, mas favorecem o estado português.
Em mais nenhum país civilizado se assiste a este desequilíbrio...  permitir que a divida pública seja o ministério mais dispendioso em Portugal  O "ministério da divida pública" ou devemos chamar-lhe o "ministério da banca"??? Anedótico, criminoso e ruinoso. 

PPP´s: EXTINGUIR OS CONTRATOS E PRENDER QUEM OS FORJOU.




"Parcerias? Patifaria...  Por Paulo Morais.
Aqui chegados, só há uma solução aceitável: extinguir os contratos e prender quem os forjou. Os encargos do estado com as parcerias público-privadas (PPP) são colossais, comprometem as finanças públicas por toda uma geração e hipotecam o futuro da economia do país. Mas os governos continuam a ser cúmplices destes negócios ruinosos. O atual ministro das finanças nem sequer diminuiu a despesa com as PPP, a que estava obrigado pelo memorando de entendimento assinado com a troika. Pelo contrário, os custos não cessam de aumentar.
Nos últimos quatro anos, os encargos líquidos com as PPP quadruplicaram, atingindo por ano montantes da ordem dos dois mil milhões de euros. O valor dos compromissos futuros estima-se em mais de 24 mil milhões de euros, cerca de 15% do PIB anual. Uma calamidade!
Fingindo estar a cumprir o acordo com a troika, que obrigava a "reavaliar todas as PPP", as Finanças anunciam, aqui e além, poupanças de algumas centenas de milhões. Valores ridículos, pois representam apenas cerca de um por cento do valor dos contratos.
Mas, o que é pior, Vítor Gaspar continua a proteger os privados. Já em 2012 e por decreto-lei, determinou que da nova legislação que regulamenta as PPP, "não podem resultar alterações aos contratos de parcerias já celebrados".
As rentabilidades milionárias para os privados e a sangria de recursos públicos continuam como dantes... para pior. No último relatório disponível pode apurar-se que em 2011 houve, só nas PPP rodoviárias, um desvio orçamental de 30%. Sendo as despesas correntes de cerca de oitocentos milhões de euros, os custos com pedidos de reequilíbrio financeiro são de… novecentos milhões. A variação é maior que o próprio custo! Só ao grupo Ascendi e seus financiadores foram pagos, a mais (!), quinhentos milhões de euros. Uma patifaria. As poupanças do estado com a redução salarial da função pública em 2011 foram, afinal, diretamente para os bolsos do senhor António Mota, seus associados e financiadores.
Aos acordos ruinosos das PPP, vieram, ao longo dos anos, acrescentar-se custos desmesurados, resultado de negociações conduzidas por responsáveis públicos corruptos. Aqui chegados, só há uma solução aceitável: extinguir os contratos e prender quem os forjou." FONTE

Ao ver este video percebe quem e porquê se realizaram os contratos das PPP de forma ruinosa contra o estado. Paulo Morais dá exemplos da promiscuidade dos que representavam o estado no sector das PPP, e trabalham agora nas PPP... e não é uma suspeição, afirma ele, é um facto.

A saga continua... Governo Sócrates e as PPP.
"O relatório da comissão de inquérito às parcerias público-privadas (PPP), entregue nesta segunda-feira no Parlamento e a que o PÚBLICO teve acesso, arrasa as decisões tomadas por membros do Governo de José Sócrates. A administração da Estradas de Portugal (EP) é acusada de ter sido “conivente com a opção política vigente” e o regulador dos transportes considerado “incapaz” de exercer as funções de supervisão destes contratos.
As conclusões do relatório de 500 páginas, que será divulgado publicamente na terça-feira, começam por apontar que “a utilização massiva de PPP em Portugal como forma de financiamento do Estado desvirtuou o seu objectivo fundamental: reduzir custos para o Estado e melhor satisfazer as necessidades públicas”. fonte

Mais casos relacionas com as PPP
  1. Paulo Morais, sugere a abolição imediata das PPP
  2. Tribunal afirma que lhe foram ocultados documentos
  3. PS/Sócrates mudam a lei para facilitar renegociar PPP
  4. Juiz demite-se!!!!!
  5. 50 mil milhões, do estado, para as concessionárias?
  6. Renegociações já em 2013, uma farsa
  7. Apenas respeitaram os amigos e não o povo, renegociar fingindo?
  8. Caiado Guerreiro, denuncia, renegociar, mas com os mesmos advogados?
  9. Mais algumas PPP que o estado vai comprar, por serem ruinosas
  10. A PPP dos amigos do BPN
  11. A PPP do Cavaco Silva. 
  12. PSD e PS unidos permitem este saque? 

As PPP continuam a arruinar o estado. Ninguém as consegue deter?

psd ps governos
A Troika, através de auditorias, deixou a descoberto mais um saque descarado dos (des)governantes que há décadas nos enganam e servem as grandes empresas privadas, lesando os portugueses e o estado.
Apesar de ser do conhecimento geral a inconstitucionalidade de contratos das PPP, o descaramento prossegue pois as empresas favorecidas, teimam em não abdicar das rendas de milhões, asseguradas em contratos ruinosos para o estado, inteligentemente redigidos para as enriquecer e proteger, precisamente, caso um dia tudo fosse descoberto.
O estado é portanto prisioneiro de contratos realizados por exércitos de advogados que, certamente, garantiram que em qualquer circunstancia o estado sairia a perder e os privados a ganhar. 
A troika exige que se acabe com os desvios de dinheiro do estado, que possam colocar em risco a capacidade dos portugueses para pagar os juros e a divida. Mas não tem sido fácil... Há 2 anos que o governo se debate com as negociações e os resultados são os de sempre. Os portugueses permanecem sem defesa, e os interesses instalados sobrepõem-se ao interesse nacional.

Paulo Morais
"As parcerias público-privadas (PPP) estão a arruinar as finanças do estado. A defesa do interesse colectivo obriga a uma acção incisiva e urgente, que comece por suspender de imediato todo e qualquer pagamento aos concessionários de PPP. De seguida, há que resgatar o estado destes negócios ruinosos.
Antes de mais, proceda-se à verificação da legalidade dos acordos de parceria celebrados. Alguns não terão mesmo qualquer validade, a fazer fé nas palavras do presidente do Tribunal de Contas, que diz ter sido ludibriado pelo governo de Sócrates, através da ocultação de contratos. Ora, como é sabido, contratos públicos nunca podem ser secretos. Não tendo o visto do Tribunal competente, são nulos e não vinculam quaisquer compromissos financeiros por parte do Estado.

Cortes nas PPP, teriam evitado os cortes nos salários da função pública.

O Grande Conluio, ou seja, o grande saque, das PPP, apenas possível por ser orquestrado e apoiado por alguns políticos, bancos, construtoras, consultoras e grandes gabinetes de advogados. 


O saque denunciado, por Gomes Ferreira e outros activos denunciadores da corrupção, neste video a responsabilidade do governo Sócrates, vai pesar por 25, 30, 40 anos na vida de todos os portugueses. Um valor anual de 2.800 milhões de euros, que todos vamos pagar. Secretários de Estado, ministros, Primeiro Ministro e o presidente da república, todos a par do desfalque e avisados do que se estava a fazer e ninguém travou o golpe.
Aos 2 minutos Gomes Ferreira explica como a lei em Portugal protege os corruptos e o enriquecimento ilícito.
O estado Português pode e devia invocar o estado de emergência para não cumprir estes contratos, tal como fez para cortar salários.
A situação é tão vergonhosa, a falta de vontade dos governos para fazer valer o interesse nacional, é já tão visível, que a própria Troika aconselhou o governo a pedir ajuda à opinião pública para ajudar o governo a conseguir cortar estes contratos ruinosos.
Medina Carreira explica isso mesmo neste video, o governo sabe que, pela lei, não é obrigado a cumprir os contratos ruinosos e imorais, com as PPP.

Face às afirmações contidas no vídeo, é minha convicção que:
- Há que responsabilizar os governos de Sócrates, nomeadamente ministros e secretários que contribuíram para a ruína do nosso País;
-há que responsabilizar TODOS os Partidos representados na AR por estarem calados sobre isto.
-Há que responsabilizar o actual governo por não ter esclarecido o Povo sobre tudo o que se passou desde 2005 em termos de Finanças Públicas e de Política Orçamental, incluindo as Finanças Locais e as Finanças do Sector Empresarial do Estado;
-há que responsabilizar o ex-governador do Banco de Portugal por nada controlar e ter permitido que alguns Bancos, assumissem acções crediticías prejudiciais ao País;
-há que responsabilizar o Presidente e juízes do Tribunal de Contas por não terem alertado o Povo para o descalabro que Sócrates estava a construir;
-há que responsabilizar todos os órgãos judiciais que estão assobiando para o lado, fazendo de conta que nada aconteceu;
-há que responsabilizar, e exigir a sua imediata demissão, o Prof. Cavaco Silva porque não defendeu o Povo da miséria perpetrada por algumas dúzias de meliantes políticos e financeiros, conforme estabelecido na Constituição.
Mas as responsabilizações a que me refiro, não devem ser só políticas; devem ser ESSENCIALMENTE criminais.
Se as instituições que devem proceder com isenção e rigor na determinação das responsabilidades, não o fazem, então o Povo deverá tomar a seu cargo essa função. A Nação não é composta por apenas alguns milhares de pessoas, mas por 10,5 milhões de cidadãos.

No video que se segue, Paulo Morais vai mais longe e afirma que os maiores responsáveis pela crise, estão protegidos da austeridade, pelo governo.

A corrupção sofisticou-se e fortaleceu-se. Prepara-se para dar o golpe de misericórdia na democracia.

Corrupção fatal 
A política foi capturada pela corrupção. E este fenómeno, preocupante em qualquer sociedade, assume em Portugal características dramáticas. É ostensiva e desenvolve-se à vista de todos. É muito cara e sistémica, confundindo-se com o próprio regime.
Os casos de corrupção repetem-se de forma visível: corrupção na Expo 98, no Euro 2004, na compra de submarinos, no BPN, nas parcerias público-privadas e nos ‘swaps’, no BES… tudo às claras! A corrupção esmaga-nos.
Com a força que ostenta, impõe silêncio e medo. E é cara: só o escândalo do BPN terá depauperado os cofres públicos em sete mil milhões. Os custos acumulados de todos estes casos representarão mais de 30% da dívida pública! Mas a pior das características da corrupção é que ela é sistémica, desenvolve-se no seio da própria política. No caso das PPP rodoviárias, como noutros, os políticos que em sucessivos governos lançaram os negócios foram mais tarde colaborar com as empresas que haviam beneficiado. Os ex-ministros das Obras Públicas foram trabalhar nas concessionárias privadas: Ferreira do Amaral preside à Lusoponte, Jorge Coelho administrou a Mota-Engil. Para onde foi também Valente de Oliveira.
A corrupção nacional estendeu os seus tentáculos por vários continentes.
No megaescândalo ‘Mensalão’, no Brasil, o banco de referência era o BES, a PT estava também envolvida.
Em Angola, foi também o BES um dos principais veículos de ligação entre os chineses e o poder corrupto de Luanda.
Com estas características, a corrupção compromete o nosso futuro e até o futuro dos nossos netos. Pois o estado vem celebrando negócios ruinosos com prazos de décadas: muitas das PPP prolongam-se por 40 anos; há contratos de concessão e gestão de água que garantem rendas à Mota-Engil, em Gaia, por 25 anos; ou até à DST, em Braga, por 50 anos!
A corrupção sofisticou-se e fortaleceu-se.
Prepara-se para dar o golpe de misericórdia na democracia. Paulo Morais

Visite a colecção de videos que confirmam a tragédia

Sócrates, mesmo preso, continua a ostentar o seu poder. Por Paulo Morais

5 pecados das PPP, crimes à descarada, milhões à desgarrada 
NÃO É PRECISO PEDIR PROVAS PARA SABER QUE SÓCRATES É CORRUPTO (ASSIM COMO OS OUTROS GOVERNANTES QUE ASSINARAM CONTRATOS PPP) BASTA LER O DIÁRIO DA REPUBLICA, MAS PARECE QUE HÁ PESSOAS QUE NÃO SABEM LER EM PORTUGAL, CONVÉM APRENDER A LER, PORQUE O PAÍS NÃO AGUENTA MAIS SER VIGIADO POR GENTE CEGA E IGNORANTE... BASTA LER O DIÁRIO DA REPUBLICA, PARA SE SABER QUE SÓCRATES NÃO É INOCENTE. 

A teia de Sócrates
Não será de estranhar que todos aqueles que tenham beneficiado com a estrutura do poder de Sócrates respondam à sua chamada.
José Sócrates, mesmo preso, continua a ostentar o seu poder. E insiste em chamar à cadeia de Évora, em devota peregrinação, todos os que devem favores à sua governação e que estão na teia da sua influência política. Enquanto primeiro-ministro, Sócrates usou os poderes que lhe tinham sido delegados pelo povo para beneficiar alguns grupos particulares, nomeadamente na Banca, nas obras públicas e nas parcerias público-privadas (PPP).
De tal forma os beneficiou que, para provar a corrupção dos seus governos, as autoridades nem sequer teriam de proceder a buscas. 

Paulo Morais escandalizado. Em Portugal dão-se medalhas a criminosos, em vez de algemas.





Neste video, Paulo Morais mais uma vez goza com o ridículo da impunidade em Portugal, a forma como são tratados os corruptos, afronta a inteligência e a justiça.
Relata que recentemente, assistiu na TV a uma cerimónia onde viu avançar um ex administrador da SLN (BPN), e ironiza "pensei que lhe iam dar umas algemas e fiquei admirado quando vi que era mesmo uma medalha."



Video completo refere ainda: 
Apito dourado - Um processo que envolvia de milhares de milhões de euros com casos de corrupção na construção civil, na promoção imobiliária, no Metro do Porto, nos árbitros, nas prostitutas, etc etc mas foi branqueado e disfarçado de tal forma que acabou apenas centrado em torno dos árbitros e prostitutas... e que claro não deu em nada. 
Ou seja foram limpando limpando e limpando e apenas deixaram a parte mais limpa do processo para ser investigada, que era o caos das prostitutas.
E os mais sujos ficaram totalmente ilibados. (Minuto 9 do vídeo)
Paulo Morais continua; 
"Tudo o que afirmo está nos processos, se eu o vi, o governo também o viu assim como a justiça." 
A bomba atómica dos impostos dos portugueses. A SLN e o BPN geriam várias empresas, cerca de 200. As que davam lucro ofereciam os lucros à SLN e aos accionistas as que davam prejuízo desfalcavam e deixavam buracos nas contas do BPN, pois iam-se financiar ao BPN, sem garantias, muitas vezes. 
Quando a situação  ficou insustentável, para o BPN e já o buraco era demasiado visisvel, este foi nacionalizado, ofereceram-no aos cidadãos, e a SLN seguiu a sua vida. Agora mudou de nome, chama-se Galilei, tem negócios de castanhas em trás os montes, negócios na praia dos salgados, etc etc.

Em Portugal há corrupção e muita... não há é justiça.



Olhos de Água... Momentos altos do programa, resumidos.
Neste video, Paulo Morais afirma que as manifestações de 15 de Setembro são uma clara demonstração de que existe neste momento um divórcio absoluto entre o povo e a classe politica. Já não é apenas uma guerra entre governo e oposição.
Os políticos têm mentido e não cumprido há anos e anos. Barroso prometeu baixar impostos, não o fez, Sócrates fez o mesmo, prometeu e não cumpriu, Passos Coelho reincidiu no mesmo descaramento.
É evidente que as pessoas saturam-se e aprendem. E também se sentem inseguras, pois os mais pobres nunca sabem o que está para acontecer, sabem que o governo pode tomar medidas inesperadas a qualquer momento.

Medina Carreira critica os portugueses que procuram, nas manifestações, apenas alternar entre partidos... Acreditando que se mudarem de governo se muda o caos em que se vive... é o erro de sempre.
Ele acredita que o máximo da austeridade está ligado ao auge da imoralidade que hoje caracteriza os políticos, mais que nunca.
Afirma ainda que o erro do governo foi ter partido para a austeridade sem esgotar primeiro o "tratamento" (redução) da despesa pública.... Nunca se viu uma acção real para diminuir a despesa pública.
A preocupação é apenas aumentar a receita ás custas da exterminação dos que eram a fonte de receita.
Aos 6 minutos fala do caso das PPP, que é chocante, uma imoralidade e não se percebe a dificuldade do governo em acabar com isso...  Não se entende que raio de juristas eles tem lá dentro ... Se o estado está falido, deixou de pagar os salários na totalidade...Porque razão o estado falido é obrigado a pagar as PPP e não é obrigado a pagar aos seus assalariados??
Uma entidade falida não tem que cumprir aquilo a que estava obrigado.
Quando começou a cortar as despesas tropeçava num amigo ou num poderoso e parava...

Paulo Morais aos 8 minutos refere o caso dos submarinos para criticar as afirmações de Cândida Almeida. Situação que mostra como somos realmente corruptos. Já ficou provado e julgado na Alemanha, que existiram políticos portugueses corrompidos e em Portugal continua tudo na impunidade, nem identificados foram e provavelmente desempenham altos cargos de estado.
Para mim o mais grave neste cenário é ficarmos a saber que a corrupção existe na politica e é apoiada pela corrupção da justiça.

Há acusados, condenados e presos na Alemanha e Grécia  Os tribunais alemães provaram que houve pagamento de luvas a responsáveis políticos portugueses.
O que é estranho é que os tribunais portugueses não identifiquem agora os responsáveis que, em Portugal, receberam esses subornos.
Mas verdadeiramente incompreensível é que os dirigentes políticos envolvidos nas compras, os primeiros-ministros Guterres e Barroso, a par dos seus ministros da defesa Rui Pena e Paulo Portas, não queriam ver o assunto julgado e esclarecido com urgência.
Até que se identifiquem os corruptos, é a eles, enquanto responsáveis, que devem ser assacadas responsabilidades e é a sua reputação que estará em causa.
E dado os cargos que ocupam no plano internacional, estando sob suspeita de ligações a corrupção, é também Portugal que fica mal representado.
Este caso vem demonstrar que há corrupção na política. Em termos de crimes de colarinho branco, o que não há é justiça.

Mas Paulo Morais vai mais longe e afirma que é estranho que Guterres, Barroso e Portas , se estão inocentes, e estão a dar a cara pelo crime, pois eram as figuras máximas durante o processo, não sejam eles os primeiros a querer limpar os nomes e a identificar os culpados exigindo o funcionamento da justiça... porque será?
Aos 10 minutos conclui." Em Portugal há corrupção e muita... não há é justiça."
Fala ainda do exemplo do Metro do Porto com Valentim Loureiro, ou ainda do fracasso da justiça perante Isaltino Morais.

Medina Carreira afirma que é uma vergonha que o Presidente da Republica não diga nada, o chefe do governo também nada diz, assistem a esta imoralidade que toma conta de Portugal e ninguém faz nada.

A partir do minuto 18 Paulo Morais relata mais duas das formas muito utilizadas pelos corruptos para extorquir dinheiro dos nosso impostos. 
Uma delas é o licenciamento de obras que não cumprem os requisitos e portanto obrigam a subornos, para serem licenciadas.
A outra é alterar o PDM de forma a ganhar dinheiro extra com expropriações, por exemplo, os autarcas e outros dos círculos partidários, ao terem conhecimento que vai haver uma obra pública a passar em determinados terrenos, compram-nos ainda como um terreno agrícola por 100, e depois alteram o PDM, classificando-o como urbano e passa a valer dezenas de vezes mais. O estado quando iniciar a expropriação  é assim lesado pelos que trabalhando para o estado se aproveitam do acesso à informação antecipada, e abusam do poder para conseguirem extorquir milhões ao estado, hiper valorizando terrenos.
Para termos uma ideia basta perceber que há SCUTs cujas expropriações custaram metade do custo total do investimento..
Conta ainda um caso de como com estas falcatruas se descapitalizou a banca principalmente o BPN.

Medina Carreira conclui que perante tanta impunidade a única forma de justiça contra os corruptos é a opinião pública. 
Afirma ainda que nenhum governo consegue obter credibilidade e prestigio para governar se tem a lata de cortar salários e prestações sem negociar com ninguém - chegou e cortou- e não tem a coragem de fazer o mesmo com as rendas das PPP... não tem a capacidade de tomar o problema pelas rédeas. Não há tempo a perder em negociações, onde claramente se vai colocar o estado de cócoras perante os interesses privados. 
Medina afirma que o ideal era chegar e dizer "estamos falidos e não há dinheiro para rendas..."  é um principio de direito que deveria ser usado e o único que poderia salvar esta situação. Andamos por isso a ser enganados. 

Paulo Morais revela já aos 44 minutos que não tem dúvidas nenhumas que a lei contra o enriquecimento ilícito foi deliberadamente feita de forma a ser inconstitucional para ser chumbada e desta forma o povo acreditar que eles tentam combater a corrupção.

Portugal clama por justiça... 

A corrupção consentida pelo Presidente da República, quem pactua com crime é criminoso?



Paulo Morais explica, neste video; 
- quem permite e pactua com todo o regabofe inconstitucional e promiscuo da politica em Portugal (Cavaco Silva e os outros PR)
- dá alguns exemplos de quem são os mais corruptos e como o fazem 
- explica o que está na origem de toda crise. 
- explica como ele tentou proteger os interesses dos portugueses tentando travar negócios ilegais na venda de imóveis, quando tinha poder para isso, mas descobriu que mais tarde esses negócios foram aprovados por outros... mais uma vez não adianta a luta contra o saque. 
- explica que não foram os portugueses que gastaram mal, mas sim os políticos. 
Não perca este video, onde tudo se fica a saber. 

Eis um Homem... Divulguem, partilhem, ajudem a acabar com a ignorância que afunda Portugal.
Afirmações chave do video... 
1 - O parlamento é uma grande central de negócios. Todos os deputados, que tem poder e domínio na politica e economia estão no parlamento a fazer negócios.
As comissões parlamentares que deveriam defender os interesses dos portugueses defendem os seus negócios próprios.
O caso de Miguel Frasquilho que é deputado e acompanha a assistência financeira que está a ser dada a Portugal pela Troika, e ao mesmo tempo pertence a um grupo financeiro. O grupo Espírito santo.

Governo Sócrates engana Tribunal de Contas para avançar com 6 PPP´s e lesar o país.



Neste video mais uma história interessante sobre as PPP e o desespero dos governantes por avançar com obras públicas lesivas ao interesse nacional.
Uma carta anónima encontrada pela comissão parlamentar de Inquérito (CPI) às Parcerias Público-Privadas tendo uma declaração de voto de um juiz conselheiro do Tribunal de Contas (TC)  revelou que:
O governo de José Sócrates, escondeu documentos fulcrais ao TC, em 2010, para os levar a aprovar 6 contratos de PPP rodoviárias no valor de 10 mil milhões de euros.
Em 2009, o TC recusou o visto, por causa da crise económica, a 6 concessões que lhe foram apresentadas pelo governo de José Sócrates. Pois violavam a lei por não terem oponentes para se comparar preços.
Numa segunda fase Sócrates não desiste e volta à recarga, arranjaram dois concorrentes, adversários, para respeitar a lei (da comparação), mas ambas as propostas eram mais caras que a primeira...!!!!
Perante nova rejeição o secretário de Estado, Paulo Campos, então com a tutela da EP, insistiu na apresentação de novos contratos e as concessionárias "baixaram" as suas propostas (???).
O negócio avançou.... mas agora descobriu-se que (Paulo Campos) na verdade não baixou o preço apenas enganou os portugueses e o TC, pois ele fez acordos, sem conhecimento do TC, onde garantiu que pagava ás concessionárias privadas, a diferença face às propostas que tinham sido anteriormente chumbadas pelo TC. Ou seja apresentaram um orçamento falso, para o TC dar o "sim", mas depois havia mais contratos ocultos, que obrigavam o estado a pagar muito mais do que o aprovado pelo TC.

AS 120 PPP´s O SORVEDOURO DE IMPOSTOS QUE FABRICA MILIONÁRIOS PARASITAS E EMPOBRECE CONTRIBUINTES.

O relatório preliminar da comissão de inquérito às parcerias público-privadas (PPP) só estudou as PPP rodoviárias e algumas ferroviárias.
A grande questão que se coloca é saber porque razão as restantes PPP não foram debatidas? Já que todo o país está a pagar, bem caro, as 120 PPP´s com que muitos irresponsáveis desgovernantes empenharam o futuro do país, para garantiram o futuro aos bancos que estão por trás das PPP.
Os grandes grupos financeiros utilizam dezenas de nomes diferentes para criar empresas que na verdade são sempre a mesma, mas servem para disfarçar o óbvio, Portugal está nas mãos de 3 ou 4 grupos financeiros. Por exemplo o BES disfarçado de construtora, de concessionária, de banco, de imobiliária, de clínica, etc etc, consegue ser o discreto beneficiário das rendas de muitas das PPP que nos afundam.
Como pode constatar neste video, quem são os últimos beneficiários das PPP e de outros negócios criminosos sustentados com rendas do estado.

QUEM MANDA EM PORTUGAL - A BANCA


Portugal é o país “Campeão do Mundo” em parcerias publico-privadas (PPP), com o maior gasto em PPP em relação ao PIB (quase 11%) (Fonte: Observatório PPP da Universidade Católica). As Parcerias Público-Privadas têm contribuído para um agravamento da dívida pública, com injustificadas taxas de rentabilidade para os consórcios privados que as promoveram.

Em Portugal existem pelos menos 120 parcerias publico-privadas negociadas diretamente com o Estado Central, além de centenas de outras a nível local estabelecidas com órgãos do poder local e com outras empresas do Estado. Dado o elevado número de parcerias, Portugal era em 2004 o país com maior exposição aos empréstimos do Banco Europeu de Investimento (BEI), com 2,804 milhões de euros (Cruz, C. e Marques, R. O Estado e as Parcerias Público-Privadas, 2012) Grande parte desta exposição decorre do recurso ao financiamento do BEI no quadro das PPP. Esta situação agravou-se acentuadamente desde 2004. Em 2007, o recurso ao BEI para PPP foi de 285 milhões de euros, em 2008 de 839 milhões, em 2009 de 290 milhões e em 2010 de 945 milhões. No início de dezembro de 2012, o Estado deu uma nova garantia de carteira no valor de 2,8 mil milhões de euros. 

Paulo Morais regressa à politica. Vamos votar contra a corrupção, votar Paulo Morais?


Entrevista a Paulo Morais. “Sócrates é um dos principais actores na triste peça da corrupção em Portugal”
Paulo Morais afastou-se da política. Mas vai voltar. Neste momento reflecte sobre várias formas de intervenção: poderá formar um partido para concorrer às legislativas de 2015, poderá candidatar-se às presidenciais de 2016. Tem tudo em aberto e uma certeza - não quer que o seu objectivo de combater a corrupção na política fique de fora do ciclo eleitoral que aí vem.

Há um mês disse ao meu jornal que estava a ponderar voltar à política. Como está o ponto da sua reflexão?
A leitura que eu faço - e também tem a ver com o facto de eu ser do Alto Minho - é que Portugal tem um grande potencial, excelente clima, óptima localização, tem mar, terrenos para agricultura e invariavelmente tudo isto é desperdiçado. Temos uma serra da Estrela onde se fazem desportos de neve, mas quando neva não se consegue lá chegar. Isto é a típica situação portuguesa. A forma como são montados os limpa-neves não é função do interesse público mas de interesses particulares. Entre o desperdício, a incompetência e a corrupção vão os recursos todos. Temos um potencial fantástico e depois os portugueses não usufruem do potencial de que dispõem porque aparece a política para estragar o funcionamento do país. Mudando a política, o país melhora substancialmente e o principal factor que anda a contaminar a política é a corrupção.

Então todos os políticos são maus?
A maioria dos políticos não são corruptos. Só uma pequena minoria, com uma particularidade: são os políticos que mandam mais, os que controlam 90% do orçamento. Políticos corruptos são poucos. O que acontece é que os restantes não combatem o statu quo. Em Portugal, que é um país cheio de salamaleques, os políticos têm um conjunto de mordomias absolutamente ridículas, bilhetes para o futebol, teatro, precisam de fazer obras em casa de um primo e conseguem mais rapidamente porque conhecem o presidente da câmara, têm uma sobrinha desempregada e arranjam-lhe um emprego. E para manter estes pequenos privilégios sabem que jamais poderão enfrentar os dirigentes máximos. E acabam por fazer lastro à corrupção dos outros. Há um ditado português que explica isto bem: tanto rouba quem vai à horta como quem fica à porta. Os outros políticos todos ficam à porta a olhar, assobiam para o lado, fingem que não é nada com eles.

Vai formar um partido?
Isto tem três soluções possíveis: os principais partidos fazerem um pacto, a que todos se vinculem, de combate efectivo à corrupção, como aconteceu em Itália com a operação Mãos Limpas. Ou aparecem partidos novos com discursos verdadeiramente novos ou, outra possível solução, aparece no topo do regime alguém que ponha ordem na casa.

Está a admitir candidatar-se a Presidente da República?
Estou a reflectir sobre todas essas matérias. Há tempo para tudo. A minha reflexão é sobre o que posso fazer para ser útil. Acho que uma pessoa como eu não pode ficar de fora da intervenção no ciclo eleitoral que aí vem. Ainda não sei qual é a melhor forma, quando souber digo-lhe. O objectivo é claro: ando à procura de uma forma de intervir na política portuguesa de forma a diminuir a corrupção que está a minar a política e toda a vida em Portugal. Esta é a resposta que posso dar neste momento. Quando tiver outra, também lha dou.

OCDE confirma, Portugal é um país pobre, devido à corrupção.


PORTUGAL ESTÁ DESTRUÍDO PELOS EFEITOS DEVASTADORES DA CORRUPÇÃO


Pela corrupção do PS... ou será do PSD? Talvez do CDS... é difícil decidir, afinal ela nunca parou e continua a crescer. 
Segundo os portugueses o ps, o psd e o cds, não são corruptos, são sempre os preferidos.
Os portugueses, pelo menos um milhão deles vota sempre PS, PSD ou CDS, e os outros 7 MILHÕES ficam em casa, e não votam contra eles, e por isso estes partidos, há mais de 30 anos destroem e roubam Portugal aos olhos de todos, que só sabem reclamar e não entendem que tem que votar para isto mudar. 70% dos portugueses não vota válido e esse é o único voto que pode correr com os partidos mais corruptos do país que nos desgovernam e roubam há 3 décadas.
Portanto eis-nos perante um enigma.. seremos burros cegos e obtusos e votamos em corruptos? OU nem votamos em nada e eles ganham só com meia dúzia de votos dos amigos fanáticos?
Ou a OCDE é mentirosa e somos um país rico e honesto? Ou o índice de Transparência Internacional é que é corrupto e divulga dados falsos quando afirma que Portugal foi o país do mundo, que em 10 anos, mais agravou a corrupção?

continuem a enriquecer corruptos e a destruir Portugal, votando nos partidos com cadastrados, ou NÃO VOTANDO CONTRA ELES, QUE VAI DAR AO MESMO, porque não votar dá poder e lugares na assembleia, aos que ganharem as eleições. Por isso ao não votar, estás a votar sempre PS PSD CDS E restantes ladrões que tem assento na assembleia há décadas e nada fazem. 

Scuticídio 
"Só a nacionalização das PPP rodoviárias pelo seu justo valor evitará o total descalabro das finanças públicas.

Renegociação das PPP, um sucesso... para os donos de Portugal.


EXISTEM FAMÍLIAS QUE TODOS OS ANOS, RECEBEM UMA PARTE DO ORÇAMENTO DE ESTADO - AS MÁFIAS DAS PPP
No século XIX, Portugal, estava nas mãos dos proprietários da terra e dos Banqueiros credores da Coroa. Acumulavam títulos políticos, títulos de nobreza e rendas do Estado, com as concessões.
Em pleno século XXI, Portugal está nas mãos dos proprietários de PPP’s e dos Banqueiros credores do Estado. Acumulam títulos políticos, títulos universitários e rendas do Estado, com as concessões.

Nota: para quem quiser confirmar os encargos previstos no OE 2013, no link em baixo (pág. 56, Quadro II.3.5.)  - Quadro II.3.5. Previsão dos encargos plurianuais com as PPP
Citação de parte desse relatório:
"Os encargos líquidos estimados atualizados à data da elaboração do Orçamento do Estado de 2012 para os contratos de PPP rodoviárias, apontavam para um valor estimado de 9.218 M€, resultante dum total estimado de 19.992 M€ de encargos brutos atualizados e 10.774 M€ dos proveitos previstos correspondentes.
A esta data, e considerando o efeito da redução expectável nos encargos brutos, no valor mínimo de 250 M€ no ano de 2013, (...)"
Ou seja, num abrir e fechar de olhos, se negociaram as PPP de modo a distribuir, por um punhado de esfomeados, 9.218 M€ dos nossos impostos... 
Num abrir e fechar de olhos se negociaram novamente as PPP, para distribuir mais 600 milhões, pelas concessionárias, que clamavam por mais e mais... 
De um dia para o outro, concessões rodoviárias, que custavam nicles ao tesouro público, passaram a custar 600 milhões. Quem saiu beneficiado? Uma empresa do universo Mota-Engil, essa entidade omnipresente.
De um momento para o outro, o governo do eng. Sócrates e do dr. Paulo Campos mudou a lei para beneficiar objectivamente uma construtora em total prejuízo do nosso dinheiro público. 
Como explica Marques Mendes neste vídeo... 



Foi fácil, claro, entre os verdadeiros lesados, ninguém soube, ninguém foi consultado e mudaram a lei para agilizar a coisa, e aí está... 600 milhões para somar ás offshores dos lordes. 
Entretanto o escândalo expôs o abuso. Como se relata neste artigo... 
O governo é pressionado pela Troika, a acabar com a roubalheira descarada, e todos ficamos esperançados que, os cortes nas rendas das concessionárias, iriam finalmente, ser justos e favoráveis ao interesse nacional.
Mas o governo, mais uma vez não mostrou ser eficaz, justo ou corajoso, conseguiu apenas reduzir aos chefões, uns míseros 250 milhões!!!!!
Estamos ou não estamos impressionados??? É ou não é mais uma situação ao estilo das nossas adoradas fundações? Cómica?  A troika obriga... , o governo finge que corta nas fundações nas PPP, nos boys, mas apenas finge, no entanto quando se trata de cortar aos cidadãos, aí não finge, corta a doer, e até corta mais do que o exigido pela troika. 

A Corrupção na Origem da Crise. Os vídeos que contam a história da crise em Portugal.


Pediram para partilhar a lista abaixo, onde são explicados os saques que afundaram e afundam Portugal.
Peço por isso a vossa ajuda, para ajudarem Portugal a acordar... Vamos partilhar....
A verdade vai sendo revelada, ajudem a divulga-la. Não calem a verdade.... Paulo Morais já perdeu o medo, vamos ajuda-lo a lutar por nós e contra eles.
A Corrupção na Origem da Crise: e não venham com as tretas de sempre, que a crise tem a ver com  problemas mundiais, iluminatis e outros que tais. Tretas que apenas servem para desmotivar o povo na luta contra a corrupção, a verdadeira causa das crises. Ou ainda não repararam que são os países mais corruptos que estão em crise?

Paulo Morais
"As manifestações de milhões de brasileiros nos últimos dias surpreenderam tudo e todos. 
Quando a sociedade brasileira parecia estável e quando se concretizam enormes investimentos, se renovam cidades, por via dos grandes acontecimentos que se avizinham, o campeonato mundial de futebol, a copa e os jogos olímpicos – eis que tudo se desmorona. E ainda bem! 
De súbito, as maiores cidades do Brasil encheram-se de manifestantes revoltados com um sistema que derrete milhares de milhões na organização de campeonatos de futebol e jogos olímpicos. 
Os brasileiros revoltam-se porque verificam que os serviços de educação e de saúde falham, que os transportes públicos encarecem e se deterioram, enquanto os recursos públicos são desviados pela corrupção e para projectos megalómanos. 
Estão fartos. Fartos de ver os seus impostos a serem utilizados para fins que não sejam o seu desenvolvimento e a melhoria da sua qualidade de vida. 
A grande lição a tirar destas manifestações é a de que o povo quer mais justiça e menos circo." fonte

A “Associação 25 de Abril” promoveu, em 6 de Dezembro de 2012, um debate subordinado ao tema “A Corrupção na Origem da Crise”, gravado em vídeo e posteriormente colocado no YouTube.
É importante que o maior n.º de pessoas tome conhecimento dos escândalos na política devido a comportamentos indecorosos e mesmo criminosos que, invariavelmente, não conduzem a quaisquer consequências punitivas, apesar da reprovação genérica dos cidadãos.
Acredito que a Actual Incompetente Governação Portuguesa não perca tempo a ver todas estas situações que serão mais que do seu Conhecimento, Conivência e algumas Prometidas Extinguir sem o consequente Cumprimento da Promessa, ao que também, mesmo Revoltados, nos vamos (por enquanto) habituando.
Fomos acusados de viver acima das nossas possibilidades" e as estórias que se vão sabendo dos nossos ANTERIORES E ACTUAIS "governantes" pagas pelo Zé Pagode e que o actual governo ainda não conseguiu ou não teve coragem de reverter por completo dados os interesses que estão na origem.

Gravações por temas

http://www.youtube.com/watch?v=-TmY9OS2ix4     (6.554 visualizações)
Ponte Vasco da Gama - promiscuidade com os ex-ministros das Obras Públicas

Em Portugal a escravatura coabita com a democracia e ofende os sacrifícios dos Portugueses.

Tudo serviu de pretexto para oferecer dinheiro público, ás concessionárias privadas, que exploram as PPP... conheçam o descaramento, desvendado nas palavras de Paulo Morais.

"Os contratos das parcerias público-privadas (PPP) com que o Estado se comprometeu transformaram os cidadãos em servos vitalícios de alguns grupos económicos, ou seja, em escravos.
As PPP representam um compromisso anual de vários milhares de milhões de euros, um verdadeiro cancro para as finanças públicas da atual e das próximas gerações. 
Em primeiro lugar, geram para os concessionários, em particular das PPP rodoviárias, rentabilidades anuais obscenas, da ordem dos 17%, ou até mais. O rendimento é garantido. Cada troço de autoestrada obriga o Estado a um pagamento diário… independentemente de lá passar um único carro. 

Por outro lado, o Estado ainda paga prémios pela diminuição da sinistralidade, que representam largos milhões para cada autoestrada. 
É certo que também há penalização pelo acréscimo de acidentes, mas as multas são incomparavelmente mais baixas do que os prémios, pelo que os privados ficam (como sempre) beneficiados. Favorecidos numa relação de um para cem ou até mais! 

Por último, os governos têm negociado, ao longo de anos, ruinosos acordos de "reposição de reequilíbrio financeiro". Já no início do século, na Ponte Vasco da Gama, a primeira das PPP, o Estado atribuía uma verba de 42 milhões de euros à Lusoponte, para a compensar por um aumento de taxas de juro, mas nunca a concessionária pagou quando as taxas diminuíam
Estas práticas reiteradas transferiram milhares de milhões para os concessionários. Em 2011, só nas PPP rodoviárias, para despesas correntes de cerca de oitocentos milhões de euros, os pedidos de reequilíbrio financeiro foram de… novecentos milhões

Só há agora uma forma de nos libertarmos deste jugo: abolir o negócio das PPP. Pela via da renegociação dos contratos, reconversão do modelo em concessão ou, pura e simplesmente, expropriação dos equipamentos e infraestruturas. E sem sequer consagrar direitos adquiridos aos concessionários. Em primeiro lugar, porque os contratos são leoninos, os direitos foram obtidos ilegitimamente. 
Mas sobretudo porque quando se libertam servos, como quando se procedeu à abolição da escravatura, não se podem, nem devem, manter intactos os direitos dos esclavagistas. fonte

São  muito poderosos... Entretanto atacam quem denuncia... já é hábito 
"Paulo Morais “intimado” a concretizar acusações de corrupção nas PPP" fonte

Mas neste caso não chamaram Rui Rio a concretizar... porque será? Porque querem que passe despercebido. Rui Rio descaiu-se?
Rui Rio, afirma conhecer procedimentos de conspiração gravíssimos que atentaram contra o interesse nacional, no que respeita aos milhões que confiamos à Segurança Social.
Tal é a gravidade do que eles tramaram, que ele se recusa a confessar, "enquanto os envolvidos estiverem vivos"!?
Tal é a gravidade, que ele afirma que se os portugueses a conhecessem, teriam ainda mais motivos para desconfiar dos políticos. "As pessoas ficariam abismadas" afirma mesmo. fonte


PPP - a renegociação e os atestados de estupidez aos contribuintes




Nas recentes (19 Jan 2013) novidades sobre como decorrem as renegociações das PPP, noticiou-se que mais uma vez os portugueses serão tomados por parvos, e as empresas privadas vão sair, novamente, a ganhar e o estado a perder. Um crime descarado, mas não reconhecido nem travado, negociar contra o interesse nacional.
Em resumo... o estado tem que mostrar à troika que vai fazer cortes... que vai baixar a despesa. Mas os nossos governantes, malabaristas bem treinados, sabem como fazer as coisas sem ter que lesar os amigos, calar o zé povinho e mostrar serviço à troika. 
Os cortes exigidos na despesa das PPP, têm que rondar os 163 e 166 milhões de euros.
No entanto as negociações são verdadeiros atestados de estupidez aos portugueses.

Primeiro atestado de estupidez
O corte de despesas na realidade não irá afectar 100% as concessionárias privadas. Estas sofrerão cortes que apenas representam 4% dos exigidos na despesa com as PPP?? Ou seja apenas 4% dos tais 163 milhões a cortar.
Como diz Paulo Morais, as PPP são um crime, um caso de policia.
Num estado justo e democrático acaba-se com a rapinagem, não se pede aos rapinadores para reduzirem o saque.
Segundo atestado de estupidez
Os cortes de 4%, feito nas rendas dos privados, será bem compensado, porque o estado, decidiu que vai assumir as despesas da manutenção das estradas que antes estavam ao encargo das concessionárias.  E ao que parece, nós chegávamos a pagar aos privados 53 vezes mais do que o preço real?? Privados cobravam 160.000 euros por manutenção de estrada possível por 3.000
Manutenção de estradas significavam 160.000 euros/ano por quilómetro enquanto que a Estradas de Portugal fazia o mesmo trabalho por 3.000 euros.
O secretário de Estado dos Transportes admitiu que a manutenção de estradas da parceria público-privada do Baixo Tejo estava contratualizada a 160.000 euros/ano por quilómetro e que a Estradas de Portugal faz o mesmo trabalho por 3.000 euros.
Segundo Sérgio Monteiro, o caso do Baixo Tejo foi o "mais caro" que encontrou na renegociação das parcerias público-privadas, que permitiu transferir custos de manutenção de vias dos privados para a empresa pública Estradas de Portugal.
"Quando transferimos o custo de manutenção para o nosso lado, fazemo-lo tendo em conta a informação que a Estradas de Portugal tem disponível", acrescentou o secretário de Estado dos Transportes, assegurando que os trabalhos de manutenção em causa eram rigorosamente os mesmos.
... quanto a grandes reparações, também havia uma situação "inaceitável". "As grandes reparações estavam previstas para intervalos entre oito e dez anos cada uma. Ora, a Estradas de Portugal, a informação que tem com base em dados estatísticos de gestão de mais de 10.000 quilómetros de rede [de estradas], levam a concluir que as grandes reparações não precisam de ser feitas com intervalos inferiores a 18 anos", disse, acrescentando: "o que isto é significa é que nós, por cada intervalo de 18 anos pagávamos duas grandes reparações, em vez de uma só reparação".
Sérgio Monteiro disse, ainda, que, perante este quadro, o Governo não podia deixar os custos de manutenção de estradas das parcerias público-privadas do lado dos privados.
"O que os partidos da oposição queriam era que deixássemos ficar este custo dentro dos contratos. Nós recusámo-nos a fazer isso, com base na informação estatística que existe nas Estradas de Portugal e que já existia à data [em que foram celebrados os contratos]", afirmou.
Segundo o governante, "quem tomou as decisões anteriores tem de responder por elas". CM
O zé povinho pagará a manutenção, limpeza e etc das estradas dos privados. Provavelmente e como é habitual sairemos a perder, pois os representantes das PPP sabem negociar muito bem, ao contrário dos governos. Claro que isto são tudo trocos... 
Terceiro atestado de estupidez
NÓS... Os utentes entraremos com mais 100 milhões de euros, ou 134 conforme o uso das estradas, graças a aumentos e a 15 novas portagens.
O Governo pretende, na realidade, poupar 250 milhões, sim mas 40% deste esforço sairá do lombo dos portugueses. Só através destas 15 novas portagens prevê-se que arrecadem/roubem entre 47 a 70 milhões euros.
Desde Outubro terminaram também com as isenções de portagens para o tráfego local, que resultou em um saque que rende mais 31 milhões de euros por ano.
Quarto atestado de estupidez

A cobardia do governo que sacrifica injustamente os que não possuem defesa nem fuga.



Os responsáveis pela crise continuam a ser os mais protegidos da crise.



O Orçamento de Estado, uma afronta que mostra que o governo perdeu a vergonha e o medo:

--Aumenta as despesas com as Funções de Soberania do Estado e reduzem as despesas com a Saúde e a Educação?
OE prevê menos 500 milhões para o ensino básico e secundário fonte
Ensino superior com corte de 4% fonte
SNS vai ter menos 300,4 milhões de euros no próximo ano. fonte

--Alivia a carga fiscal dos rendimentos mais altos e prevê cortes em rendimentos de 600 euros?
"A proposta de Orçamento do Estado para 2014 (OE2014) prevê um alívio da carga fiscal para os contribuintes com rendimentos acima de 80 mil euros" fonte

--Reduz o IRC das Grandes Empresas e aumenta a contribuição das PME?
"Reforma do IRC "não estimula economia, estimula lucro das grandes empresas" FONTE

-- Aumenta o desemprego, a dívida e o deficit estão descontrolados e continua a aumentar a despesa com juros, SWAPs e PPPs? 
Custos com PPP duplicam para 1645 milhões em 2014. fonte

Fraco com os fortes...
O novo pacote de austeridade anunciado na sexta-feira chega a ser uma agonia.
Mais uma vez, o governo fustiga os trabalhadores e pensionistas e poupa os grandes grupos económicos.
As medidas para reequilibrar as contas públicas em cerca de 1500 milhões de euros por ano poderiam ser outras, bem diversas.
Em primeiro lugar e de uma vez por todas, o governo tem de baixar drasticamente as rendas das parcerias público-privadas (PPP). O eventual ganho anual para as Finanças com as medidas agora anunciadas pelo primeiro-ministro pouco excede o que foi pago a mais, só num ano, em 2011, nas PPP rodoviárias.
Nos últimos quatro anos, os encargos líquidos com as PPP quadruplicaram, atingindo por ano montantes da ordem de dois mil milhões de euros.
Basta! Baixem as rendas ou, em alternativa, expropriem as PPP pelo seu justo valor.

Em segundo lugar, o governo poderia ainda conseguir poupar nos juros da dívida pública. Não é aceitável que o estado consigne ao pagamento de juros 14% dos impostos pagos por todos os cidadãos e empresas. Em 2013, à semelhança de anos anteriores, o estado pagará em juros mais do que gasta em saúde, educação ou qualquer outra atividade. Para baixar o custo do serviço da dívida, é necessário colocar parte da dívida no mercado interno a juros bem mais favoráveis, renegociar os contratos com juros mais elevados e obter períodos de carência nos pagamentos.
Não podemos ter um estado refém da sua dívida pública. Foi aliás para evitar esta situação que tivemos um resgate!

Também ao nível da receita o governo tem margem para atuar. Poderia aumentar a coleta se tributasse todos os cidadãos e não isentasse de impostos os fundos imobiliários fechados. Os maiores beneficiários da especulação imobiliária estão isentos de IMI ou IMT. Uma tributação deste património com taxas de 1% poderia representar um ganho superior a mil milhões de euros.
Claro que para tomar medidas deste tipo e outras afins há que ter coragem para enfrentar o fortíssimo "lobby" financeiro que se alimenta da dívida pública portuguesa e suga os recursos do orçamento de estado. Mas é este o nível mínimo de coragem que se exige ao chefe do governo de Portugal. Paulo Morais

Medina Carreira explica a falta de coragem do governo... não teve coragem de avançar com as medidas que protegeriam o povo, preferiu proteger os ricos e os amigos. Depois acaba por ter que cortar onde é mais fácil... nos indefesos. Vai haver mais cortes nas reformas pois vai, garante Medina.Medina explica ainda onde é que o governo deveria ter cortado, se fosse justo e se cumprisse o que a Troika exige.




Paulo Morais publica na sua página hoje...  "A ministra Maria Luís fez um longo discurso de apresentação do orçamento de estado 2014. Mas poderia ter resumido e seria assim:
“Portugueses, temos de gastar mais dinheiro em parcerias público-privadas em 2014, milhares de milhões. Por isso, temos de baixar os salários da função pública, reduzir pensões e reformas e aumentar os impostos a todos. 
Aguentem!”

Encargos com PPP vão aumentar 52% em 2014. Este aumento foi acordado e assinado entre 2007 e 2011
fonte

Neste video Passos Coelho gaba-se dos cortes que fez para proteger os portugueses. Uns míseros cortes nas PPP... inferiores aos aumentos?
Mas esses cortes são apenas uma gota de água para enganar os mais distraídos.


E sabemos que tudo o que se está a passar na sombra apenas será revelado daqui a alguns anos - ou nunca será. 
Das privatizações às futuras concessões depois da refundação, tudo passou e continuará a passar pelos dedos sujos desta gente. 
Dos interesses angolanos às empresas da rede de amigos, passando pelos confrades maçónicos e pelos escritórios de advogados que estão a ganhar milhões com a emissão de pareceres e o acompanhamento dos negócios do Governo (pelo lado do Estado e pelo lado dos privados), nada escapará, e no final teremos um Estado a ser alimentado por impostos altíssimos a servir apenas alguns e a contribuir para o aprofundamento das desigualdades sociais e da pobreza.
Não, este Governo não morreu, este Governo está mais vivo do que nunca. Subestima-o quem acha o contrário. Porque os bandidos não têm honra nem ética, e só saem do poder se forem apeados à força. Enquanto isso não acontece, vão tratando da sua vida e da dos seus. Com o alto patrocínio de sua excelência Cavaco Silva, o pai espiritual desta canalha.