01 julho, 2014

Valia a pena a polícia abrir uma dependência dentro do BES, tendo em conta o tempo que perde a investigar o banco

Ana Gomes diz compreender “o esforço de tantos comentadores, sabichões e economistas em tentar isolar e salvar do lamaçal o BES, (...) mas a verdade é que o GES está para o BES como a SLN para o BPN”,  “banco foi e é instrumento da atividade criminosa do grupo”
“Se o BES é demasiado grande para falir, ninguém, chame-se Salgado ou Espírito Santo, pode ser demasiado santo para não ir preso”, sublinha.

“Nem os empregados do BES, nem as Donas Inércias, nem os Cristianos Ronaldos se safam se o Banco de Portugal, a CMVM, a PGR e o Governo continuarem a meter a cabeça na areia, não agindo contra o banqueiro Ricardo Salgado e seus acólitos, continuando a garantir impunidade à grande criminalidade financeira, e não só, à solta no Grupo Espírito Santo”, alerta.
Ana Gomes recorda como começaram a ser investigadas as contas do grupo e afirma que o líder do BES, Ricardo Salgado, dizia não querer financiamento do resgate “para não ter que abrir as contas do grupo à supervisão do Estado, esse Estado na mão de governantes tão atreitos a recorrer ao GES/BES para contratos ruinosos contra o próprio Estado”.

(Video com as declarações de Ana Gomes)


Para além de acusar Ricardo Salgado de tentar “paralisar as tentativas de investigação judicial” em vários casos – como o dos submarinos, Furacão ou Monte Branco –, Ana Gomes argumenta que a mudança das regras da supervisão bancária a nível europeu “obrigou o Banco de Portugal a analisar as contas do GES/BES a contragosto e com muito jeitinho”. Supervisão com a consultora PMG – “uma empresa farta de ser condenada e multada nos Estados Unidos, no Reino Unido e noutros países por violação dos deveres de auditoria e outros crimes financeiros” e que “foi contratada pelo BES desde 2004, pelo menos, para lhe fazer auditoria” –, só que “a borrasca era tão grossa que nem a PMG se podia dar ao luxo de a encobrir”. FONTE

(...)Francisco Machado da Cruz acusou o presidente executivo do BES, Ricardo Salgado, de ter autorizado a manipulação das contas daquela holding. Na prática, foi ocultado um buraco de 1,3 mil milhões de euros.
A CRIMINALIDADE FINANCEIRA É A REGRA - "Estas revelações recentes sobre o GES "confirmam que a fraude e a criminalidade financeira não são a excepção. Eram e são a razão de ser do sistema de economia de casino em que continuamos a viver. 
O BES ERA O BANCO DO SISTEMA
Para a Ana Gomes, o Estado está "na mão de governantes tão atreitos a recorrer ao GES/BES para contratos ruinosos. Das PPP ao sobreiros, dos swaps aos submarinos e outros contratos de defesa corruptos. À conta de tudo isso e de mecenato suficiente para capturar políticos, Ricardo Salgado conseguiu o cognome de DDT - o Dono de Tudo Isto. E conseguiu paralisar as tentativas de investigação judicial sobre os casos submarinos, Furacão, Monte Branco e até recorrer às amnistias fiscais oferecidas pelo governo", concluiu.
O i noticiou ontem que o facto de a ESI estar a ser investigada no Luxemburgo não impede o Ministério Público de abrir um inquérito em Portugal para investigar a ocultação de parte do passivo desta holding de controlo do GES. Ricardo Salgado foi obrigado a rectificar a sua declaração de IRS em 8,5 milhões de euros - valor recebido em Angola -, 11 dias antes de ir depor no inquérito do Monte Branco.

MAIS UMA VEZ O BANCO DE PORTUGAL NEM PESTANEJAVA, SE NÃO FOSSE A INTERVENÇÃO DO PARLAMENTO EUROPEU
A eurodeputada lembra que perante tudo isto (crimes financeiros) os reguladores, o Banco de Portugal e a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários, nem pestanejaram. (nada fizeram)
Só "a mudança das regras e dos rácios bancários que foram determinados por pressão e co-decisão do Parlamento Europeu obrigaram o BdP a ter mesmo de ir analisar as contas do GES. Mas estranhamente com uma consultora suspeita envolvida em crimes internacionais e ao serviço do BES desde 2004?

ANA GOMES PROSSEGUE A LUTA CONTRA A CORRUPÇÃO
Ana Gomes, escreveu duas cartas dirigidas a Mario Draghi, presidente do Banco Central Europeu (BCE), e a Andrea Enria, presidente da Autoridade Bancária Europeia, onde denuncia "irregularidades" no Espírito Santo Financial Group (ESFG). (...)Avisando que estas "irregularidades" colocam "em risco" os sistemas bancários europeu e portuguêsAna Gomes insiste numa investigação das entidades europeias ao grupo financeiro português, mas também aos supervisores em Portugal, o Banco de Portugal e a CMVM, que "não declararam quaisquer interdições (...) contra os executivos de topo do ESFG/GES/BES"fonte

BES TENTA AGORA OBTER AJUDA DO GOVERNO, PASSOS COELHO DIZ NÃO
GES queria ajuda da Caixa, Governo recusou. Tentou que a Caixa liderasse um sindicato bancário nacional para investir na ESI e Rio Forte. Governo bloqueou a tentativa - e quer ficar fora da crise no BES.  Ricardo Salgado foi pedir a Pedro Passos Coelho que apadrinhasse a concessão créditos ao GES por um sindicato bancário liderado pela Caixa Geral de Depósitos. O primeiro-ministro negou. FONTE
Estranhamente após o não do governo.... "PT 'dá' 900 milhões a Espírito Santo e deixa CMVM desconfiada. A PT adquiriu 900 milhões da Rio Grande, uma das holding do Grupo Espírito Santo. ACMVM está a analisar a situação para ver se o negócio inclui favorecimentos entre ambas as partes. fonte

UM MAR DE CORRUPÇÃO - Mais casos anexos ao BES
"Quando se demitiu da gerência da companhia Air Luxor STP (São Tomé e Príncipe), vendendo os seus 49%, que pertenciam à Air Luxor SA, à Biorecolhe – SGPS – com capital social de 5 mil euros –, em junho de 2006, Paulo Mirpuri perdeu o direito de movimentar contas da empresa no BES. E o banco, ao longo de 6 anos, terá negado aos outros acionistas a existência de duas contas – quando, entretanto, Mirpuri já tinha dali retirado mais de 1,3 milhões de euros.
O caso deu origem a um processo-crime contra Mirpuri e o BES, que corre termos no DIAP, após queixa do procurador da Air Luxor STP – um dos credores de Mirpuri após a falência da companhia. Deu ainda origem a uma queixa ao Departamento de Supervisão Bancária do Banco de Portugal (BdP), com críticas do participante por o BES ter assento no conselho consultivo do BdP, “que o devia supervisionar”. Isto porque, segundo a queixa do ex-administrador, entre 3 de julho de 2006 e 3 de agosto de 2012, dia em que uma advogada do BES reconheceu haver duas contas da Air Luxor STP, tendo ordenado a entrega dos extratos, Mirpuri “continuou com a cumplicidade do BES a retirar elevados montantes da primeira conta – que quase esgotou – e a fazer pagamentos que no geral não estão relacionados com a empresa”. fonte

Quem tem ganho com as PPP? - A maioria das transferência de recursos públicos para o setor privado tem beneficiado apenas quatro grandes empresas (cinco, agora que a EDP foi privatizada pela chinesa Three Gorges): Mota-Engil, BES, Mello e Soares da Costa. Estima-se que o Grupo Espírito Santo beneficiará no total dos encargos brutos das PPP de 4.737 milhões de euros, a Mota-Engil em 5.083 milhões de euros, o grupo José de Mello em 3.207 milhões e a Soares da Costa em 2.877 milhões. fonte

Angola - Transferência suspeita de 85 milhões de euros para a Suíça leva justiça a questionar operação entre Sonangol e Grupo Espírito Santo.
O Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP) está a investigar as circunstâncias em que o Grupo Espírito Santo (GES) vendeu a totalidade da sua participação na Escom à Sonangol. A empresa angolana pagou a título de sinal um valor de cerca de 15 milhões de euros ao GES que terá sido depositado em Lisboa. Além deste montante, terão sido igualmente transferidos pelos angolanos mais 85 milhões de euros, cujo rasto está a ser investigado pelos procuradores do DCIAP. Este último valor terá sido depositado directamente no Crédit Suisse através da sociedade gestora de fortunas Akoya. fonte

Submarinos - Esta não é a primeira vez que a Escom aparece visada num processo judicial. Um conjunto de documentos apreendido naquela empresa, em plena Operação Furacão, desencadeou um inquérito à compra dos dois submarinos pelo Estado português à German Submarine Consortium (GSC). Em causa estavam “fortes suspeitas” de que os donativos(luvas) de 1 milhão de euros, depositados numa conta bancária do CDS-PP em Dezembro de 2004, seriam “resultado de contrapartidas conseguidas no âmbito do referido contrato de aquisição dos submarinos”.
Neste caso, a intervenção da Escom – que negociou as contrapartidas do concurso dos submarinos entre o Estado português e o consórcio alemão – suscitou suspeitas. Os investigadores recolheram indícios de que os montantes pagos pelo consórcio alemão àquela empresa terão ultrapassado os 30 milhões de euros. Um valor “com aparente desproporção face à real intervenção de tal empresa portuguesa no desenvolvimento do negócio”, na perspectiva do Ministério Público. fonte

Estaleiros de Viana - Acresce que o Grupo Martifer está em conhecidas dificuldades financeiras — piores do que os ENVC. Há com certeza bancos a quem interessa recuperar dinheiro enterrado no passivo da Martifer. Na subconcessão dos ENVC e na subempreitada dos asfalteiros, o Governo colocou ao leme da engenharia financeira dos dois contratos o Grupo Espírito Santo, que está sob investigação por variadas razões e por demasiados casos lesivos do interesse público — incluindo a aquisição dos submarinos e respectivas contrapartidas, que deviam em 52% ter beneficiado os ENVC! São numerosas e conhecidas as parcerias entre o BES e o consórcio vencedor da subconcessão dos ENVC e a sua principal accionista, a Mota-Engil: é natural que ao Grupo Espírito Santo interessasse que o negócio fosse feito com a Martifer. O que o Governo, pela mão de um Ministro da Defesa Nacional com conhecidas ligações ao GES, tratou de assegurar: aqui não se lhe pode apontar falta de transparência! (Ana Gomes)  fonte

Outros - Acresce que, como o i já noticiou, além do processo Monte Branco existem ainda mais 3 processos judiciais onde diversos administradores do BES e de empresas do Grupo Espírito Santo estão a ser investigados, tendo Ricardo Salgado sido ouvido duas vezes como testemunha. fonte

O sucessor - O sucessor escolhido por Ricardo Salgado no BES sob suspeita
Entre o final de 2009 e julho de 2011, o Banco Espírito Santo Angola (BESA) fez 12 transferências para duas contas no Crédit Suisse, num total de 27,3 milhões de dólares (perto de 20 milhões de euros), em que terão sido beneficiados o presidente demissionário do Banco Espírito Santo, Ricardo Salgado, e pelo menos o administrador-executivo por ele apontado para lhe suceder no cargo, Amílcar Pires. fonte

Favores que todos pagamos - Sócrates e Teixeira dos Santos no debate do OE 2010 na AR, PSD e CDS aprovaram que as empresas que fugiram ao fisco através de off-shores podem ser amnistiadas este ano.
A proposta tinha sido feita por Ricardo Salgado do BES e denunciada pelo Bloco, em 2009, pois vai permitir que empresas que fugiram ao fisco através de off-shores sejam amnistiadas, ficando limpas tributária e criminalmente, mediante o pagamento de uma taxa de 5%.
"Não é aceitável que se pague 5% para não pagar por um crime fiscal quando a taxa de IRS mais baixa em Portugal para as famílias mais pobres é de 11,5 por cento”, declarou o deputado bloquista que salientou: “Os impostos sobre os 12 milhões de euros de capitais portugueses que fugiram para offshores no ano passado teriam pago 10 anos de subsídio de desemprego para todos os desempregados que não recebem nada”. FONTE
O presidente do BES, Ricardo Salgado, recorreu aos três planos de ‘amnistia fiscal’ lançados pelos governos desde 2005, dirigidos a quem tem património escondido no estrangeiro.
Segundo o SOL apurou, o presidente do BES regularizou um total de cerca de 26 milhões de euros que tinha fora de Portugal e não declarara ao fisco. E pagou 2 milhões de euros de imposto – correspondentes às taxas de 5% e 7,5%.fonte

As negociatas estranhas - O BCP e o BES, principais credores da Controlinveste, devem assinar com Joaquim Oliveira o memorando de entendimento que prevê mudanças na estrutura accionista do grupo dono dos jornais DN, JN, O Jogo e da rádio TSF.
Os empresários António Mosquito e Luís Montez deverão ficar com o restante e introduzir entre 15 a 20 milhões de euros no grupo. Luís Montez é genro de Cavaco Silva.  fonte
Deixem ver se percebo:- O Joaquim Oliveira pede emprestado quase 300 milhões de euros para comprar os jornais DN, JN e a TSF, aos bancos BCP e BES!
- O Joaquim não paga, nem os juros.
- Os bancos perdoam quase 2/3 da divida!
- Outra parte convertida em capital, ficando o Joaquim com uma parte!!!!
- O BCP recebe uma ajuda do governo (isto é de todos nós) de 3 mil milhões de euros! Para tapar os buracos do BCP.
Conclusão:
- O Joaquim comprou uma grande empresa, com muita influência política.
- O Joaquim não meteu um tostão seu na compra, os bancos pagaram por ele.
- O  Joaquim Oliveira não pagou a dívida.
- Os bancos faliram.
- Não faz mal, a malta paga.
- E  Joaquim Oliveira continua sócio da empresa, com uma participação qualificada!!!!!!
Ah, esqueci-me de explicar que o Joaquim Oliveira, é dono da SportTv, que manda no futebol, e nenhum banco empenhou as acções dele!!!

João Rendeiro: Considerando que a sociedade de controlo do grupo "está, ao que tudo indica, insolvente", Rendeiro não poupa Ricardo Espírito Santo nem o seu grupo, nem a comunicação social, a comentários críticos, pontuados por alguma ironia. "Está agora, singelamente, explicado, o milagre tão profusamente propalado pelos escribas de serviço nos media sobre a genialidade putativa com que o BES escapou ao apoio do Estado na crise financeira de 2008", diz.
(...)"Diria ser impossível que uma questão deste tipo não passasse por um processo-crime e que José Maria Riccciardi e os seus colegas não tivessem que responder a uma eventual acusação do Ministério Público por "falsificação de contas", infidelidade e burla qualificada".
No entanto, "tal como o grande presidente Pinto da Costa que viu um porco a andar de bicicleta e não teve nada a ver com o apito dourado, devemos aguardar e esperar para ver", comenta. fonte

Paulo Morais: "O Grupo Espírito Santo confunde-se com o regime. No governo, ministros mantêm ou mantiveram vínculos ao grupo, como Manuel Pinho ou António Mexia. No Parlamento, monitoraram o Programa da Troika através de Miguel Frasquilho. Até Durão Barroso, a quem o BES pagou o doutoramento, aparece associado ao grupo."

O BES ERA O BANCO DO SISTEMA, A SAGA CONTINUA
  1. As escutas do BES e do CDS (video)
  2. 20 milhões, por assessoria do BES.
  3. BES e os submarinos do Portas
  4. Lusófona e o BES
  5. BES e as grandes obras da Policia Judiciária
  6. Paulo Morais denuncia
  7. As SCUT´s e o BES
  8. O BES e Almerindo Marques
  9. O BES o Mensalão e o Relvas
  10. BES e a privatização da EDP
  11. BES os juros e as PPP
  12. O BES e o desfalque nos CTT
  13. O BES na comissão que negoceia com a troika?
  14. O CDS e o depósito de 1 milhão no BES
  15. BES beneficia das PPP de Sócrates.
  16. O BES no Banco de Portugal
  17. As conquistas do BES.
  18. BES e o caso Portucale
  19. PS amigo das PPP´s e do BES
  20. O BES albergue de políticos 
  21. BES acusado de roubar empresa
  22. Gomes Ferreira explica como a Banca manda
  23. Os homens políticos do BES
  24. Prender os que enganaram o estado nas PPP
  25. Fisco aliado do BES, contra o cidadão?
PCP - "Jerónimo de Sousa quer a nacionalização do banco, para evitar que os prejuízos venham a ser imputados ao país, como aconteceu no BPP e no BPN. video na FONTE  
Vamos lá ver se a gente entende o PCP... Já quando foi do BPN, foi dito ao povo que tinha que se nacionalizar pelo perigo que representava a eminencia de um colapso financeiro do país, mais tarde veio-se a saber que foi uma mentira uma armadilha para acalmar os tumultos. O BPN era insignificante, tinha uma irrisória quota de mercado de 2,2%. Mas as pessoas ainda acreditam nos políticos.
Agora segundo se sabe o GES está para o BES como a SLN esteve para o BPN. Isto significa que o BES é um campo minado, que o GES detém todas as empresas lucrativas do grupo, e todas as dividas e buracos financeiros estão no BES. Tal como BPN, foi isto que se passou, os criminosos colocaram todos os buracos no BPN, querem portanto nacionalizar os prejuízos e as dividas do BES? Desta vez a desculpa é que se devem travar os crimes? Querem travar os crimes, prendam os criminosos, não coloquem o país a pagar os crimes deles.
 O BPN foi um buraco que começou por ser de 2 mil milhões, mas que depressa se transformou numa cratera de 9 mil milhões de euros. E que continua a crescer, apesar de pouco falarem disso. Espantosamente o PCP, quer repetir? Quer dar mais um banco falido aos portugueses? Quer ajudar os corruptos a manterem-se ricos e impunes? Será que os 10 milhões de euros, que o PCP recebe do orçamento, nas legislativas mais os restantes favores assegurados pelo PS e PSD no orçamento, o faz pensar como o PSD e o PS?



8 comentários :

  1. Querem-nos fazer ingurgitar outro BPN de forma a pedirmos emprestado milhares de milhões a juros agiotas para oferecer graciosamente aos Salgados.

    Se o BES é demasiado grande “para falir”, faça-se uma fogueira suficientemente grande para o incinerar (ao banco e aos seus accionistas).

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  2. Esqueçam, os "too big to fail" existem e estão de boa saúde, o povo pagará os milhões e é aqui que o capitalismo inicia a sua morte (já desde 2000 anunciada) preparem-se para mais um roubo à vista desarmada!

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  3. Quem foram os técnicos supervisores do Banco de Portugal nos últimos anos?

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  4. A justiça nada faz até eles colocar os bens deles em nomes de outros. é disto que a justiça está à espera.

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  5. Ainda espero, sentado, por alguma justiça.....

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