"As prescrições de dívidas fiscais ultrapassaram os 500 milhões de euros em 2006.Segundo o relatório da Conta Geral do Estado de 2006, divulgado esta segunda-feira pela Direcção Geral do Orçamento, o Estado perdeu 501,2 milhões de euros no último ano, por dívidas que não conseguiu cobrar, tendo mesmo caducado o direito deste a recebê-las.
Além disso quase 57% das prescrições são relativas a dívidas do Imposto sobre o Valor Acrescentado.
Com 88,5 milhões de euros, aparecem as prescrições de Imposto sobre os Rendimentos de Pessoas Colectivas (IRC) e, posteriormente, as prescrições de Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares (IRS), com 64,8 milhões de euros.
A inexistência de bens dos devedores ou dos fiadores para fazer face ao pagamento das dívidas fiscais justifica o valor de 500 milhões de euros de prescrições."
...nem sei se é bom se é mau!
ResponderEliminarSe tivessem cobrado os 500 milhões, era para serem gastos em projectos que entregam o dinheiro a uns 'patos-bravos' amigos!
Acho que ninguém devia pagar impostos, pois podia ser que ninguém quisesse ir pra político...
Pois... boa questão, mas lembre-se quem mais foge ao fisco são os mais ricos. Não há novidade nenhuma em admitir que quando se fala de verbas avultadas a serem enviadas todos os anos para Offshores estamos perante fugas massivas ao fisco. A recuperação destas verbas para a economia formal permitiria – por exemplo – ter um orçamento tem défice zero. Assim, quando o Fisco anuncia que vai chamar cerca de 600 contribuintes cujos Bancos reportaram terem transferido grandes quantias para Paraísos Fiscais e que não deveriam ter gerado tais montantes segundo as suas declarações de rendimentos estamos perante uma situação grave. Trata-se obviamente de gente muito abastada e 600 nomes representam certamente uma boa percentagem de todas as famílias “ricas” de Portugal. Tal fenómeno explica porque é que os Ricos conseguem atravessar todas as crises de forma quase imperturbável: porque arrastam a maior parte das suas fortunas na economia subterrânea.
EliminarO grande mal não está, contudo, na imoralidade dos Ricos, mas na existência de Offshores. Haverá sempre ricos imorais, mas terá sempre que haver Leis e países que toleram Offshores que servem sempre para lavagens de dinheiros da droga, do crime e do terrorismo e para que os mais ricos se furtem aos seus deveres sociais e comunitários?
Fonte:
http://dn.sapo.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=1691216
BASTAVA O POVO SABER COMO SE VOTA CONTRA OS PARTIDOS CORRUPTOS E PORTUGAL SERIA LIMPO DA CORRUPÇÃO. VOTEM EM PARTIDOS SEM ASSENTO PARLAMENTAR SÓ ISSO TEM VALOR E PUNE OS PARTIDOS CORRUPTOS. Nos paises menos corruptos do mundo a democracia funciona porque as pessoas sabem votar e usam o voto, 90% votam... aqui só temos eleitores ignorantes por isso quem não funciona são os eleitores e não a democracia.
EliminarA abstenção afinal obtém um resultado contrário, ao que pretendem os abstencionistas
Por isso, o que me chateia na vossa abstenção é a falta de colaboração num trabalho importante. Não é uma questão de direitos ou deveres cívicos em abstracto. O problema é concreto. Temos uma tarefa difícil, da qual depende o nosso futuro, e vocês ficam encostados sem fazer nada.
Isto tem consequências graves para a democracia. Quando a maioria não quer saber das propostas dos partidos, está-se nas tintas para o desempenho dos candidatos e nem se importa se cumprem os programas ou não, o melhor que os partidos podem fazer para conquistar votos é dar espectáculo. Insultarem-se para aparecerem mais tempo na televisão mentirem para agradar. Vocês dizem que se abstêm porque a política é uma palhaçada mas a política é uma palhaçada porque vocês não votam. Vocês não exercem o vosso dever de votar contra quem faz mal ao país. O vosso de dever e direito de punir os que lesam o país nas urnas.
A culpa é vossa porque não é preciso muita gente votar em palhaços para os palhaços ganharem. Basta que a maioria não vote.. Basta abanar o pano da cor certa e, se mais ninguém vota, eles ficam na maioria. Mas se vocês colaborassem e se dessem ao trabalho de avaliar as propostas, julgar e punir os partidos que há 40 anos destroem o teu país, se os responsabilizassem pelas promessas que fazem e votassem contra os que mentiram, deixava de haver palhaços, interesseiros e imbecis na política.
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