OS RICOS CADA VEZ MAIS RICOS E O NÚMERO DE POBRES AUMENTA TODOS OS DIAS...
"Como é possível que se pague 23% IVA por uma sopa 6% para dormir num hotel? Como?", questiona o autarca, manifestando-se "muito desiludido com os governantes, incluindo os do PSD".
O presidente da Junta de Freguesia de Castelo do Neiva, em Viana do Castelo, eleito pelo PSD em 2009, já não passa o Natal em Portugal. O aperto da crise económica obrigou-o a procurar trabalho no estrangeiro e, precisamente no dia 24, parte para o Canadá.
"Eu tinha um restaurante, onde investi cerca de 400 mil euros, mas, devido a esta crise e à má gestão de que o nosso País tem sido alvo, vi-me obrigado a fechar as portas. Como não consigo viver com os 270 euros que ganho na junta, volto para o Canadá", afirma Augusto Bandeira.
O autarca, de 49 anos, diz que nunca pensou chegar a este ponto e espera um dia regressar novamente a Portugal. "Vim do Canadá há 18 anos para ficar na minha terra e nunca pensei que teria de voltar a emigrar", diz Augusto Bandeira, sublinhando que "as portagens da A28 e o aumento do IVA na restauração ditaram o meu destino". Augusto Bandeira já pediu suspensão do mandato. fonte
Até o Carnaval escapa à crise. O contribuinte paga milhões, e não escapa aos impostos que pagam o Carnaval?
Mais despesas típicas de um país em crise? Podem fechar escolas e até podemos arruinar o país, mas estes gestores do dinheiro público é que sabem como gastar os impostos. Não fossem eles os responsáveis por um dos maiores buracos nas finanças públicas. Esta sub espécie de gestores, analfabetos oportunistas sem um pingo de vergonha ou competência, chegam ao poleiro, apenas porque vivemos em Portugal. O resultado nem podia ser outro: Dívida das autarquias é de 8 mil milhões de euros! Continuem a votar em incompetentes e criminosos isentos de responsabilidade!2011 - Em Torres Vedras vai ser construído o Centro de Artes do Carnaval. Só o projecto de arquitectura, custou 200 mil euros.
“O edifício principal do antigo Matadouro, no qual se organizam os espaços do Centro de Artes mais directamente relacionados com o exterior – o átrio, o auditório, o centro de documentação e a sala de exposições temporárias –, é reabilitado. Um novo corpo, suspenso sobre este edifício e a ele verticalmente ligado a partir da sua charola original, acolhe a exposição permanente que, pontuada por uma sequência de vistas enquadradas para o exterior e para a cidade, se estende até ao espaço exterior esculpido pela pedreira”, descreve o vencedor do concurso de arquitectura.
2012 - Em Ovar a construção da Aldeia do Carnaval chega aos 1,5 milhões de euros. Vale a pena ler esta descrição do projecto que “é um sonho de 60 anos”: “O empreendimento pretende garantir a todas as colectividades de Ovar que se dedicam em exclusivo ao Carnaval um espaço que reúna as condições necessárias ao trabalho que desenvolvem ao longo de todo o ano – a maior parte das vezes em espaços exíguos ou, então, ao ar livre, sob condições climatéricas adversas, quando a dimensão dos carros alegóricos a isso obriga. A Aldeia do Carnaval vai nascer junto da Rua da Guiné, terá cerca de 4.000 metros quadrados de área coberta, onde vão ser erguidos 27 módulos, três dos quais destinados a oficinas. Do projecto, José Américo Sá Pinto destaca um palco para concertos e espectáculos e uma praça de 1.500 metros quadrados, e, ainda, dois outros pavilhões vocacionados para a formação.”
2012 - Madeira gastou meio milhão com o Carnaval
2014 - O município de Elvas pagou 6 mil euros ao vencedor da Casa dos Segredos 4 para ser Rei do Carnaval durante cinco dias. São 1200 euros diários para andar na folia.
Os exemplos de despesismo e má gestão, que sustentamos, continuam...
As 10 câmaras mais endividadas
O caso da piscina de Braga.
O caso dos candeeiros do Siza Vieira
O caso do pombal escolar
O caso da casa de cinema
O caso do pavilhão de Viana
O caso das pistas para carros
O auditório de Viana
As piscinas da Azambuja
O caso da Parque escolar
Piscina dos Olivais.
António Costa, faz mas desfaz?
O caso do Novo edifício da Policia Judiciária em Lisboa. A segunda tentativa.
Mais piscinas sem nadadores, só para fazer dinheiro?
Parque empresarial... sem empresas?
O despesismo do poder local
Relvados de Braga
Império de Braga
Luxos de Braga
Seixal generoso
Ajudar amigos
As birras
O abuso
O abuso continua
Vinhos, festas e afins
Festas e festejos
Computadores de diamante?
O caso da Madeira
O exagero
Enriquecer amigos
Aeroporto de Beja, ás moscas
As derrapagens criminosas
Pavilhão de Portugal, para demolir?
Madeira, por ser pobre, recebe subsidio de insularidade? Pago pelos continentais?
Se o Mundial fosse decidido por indicadores económicos e sociais, Portugal ganhava em quê?
E se o Mundial de Futebol fosse decidido não pelos golos mas sim por indicadores económicos e sociais? O Wall Street Journal respondeu ao desafio e listou os campeões demográficos, os geográficos e os demais.- Mais populoso: EUA (318 milhões de habitantes)
- Mais Starbucks per capita: EUA (3,65 cafés por cada 100.000 habitantes)
- Mais McDonalds per capita: EUA (4,48 restaurantes por cada 100.000 habitantes)
- Mais florestas: Japão (67% do território nacional)
- Mais chuva: Costa Rica (2,926 milímetros por ano)
- Mais rural: Nigéria (83,7 do território)
- Mais urbano: Bélgica (98 da população vive em zonas urbanas)
- Mais elevado: Argentina (6,960 metros – a altura do Monte Aconcágua)
- Mais mortes no trânsito: Irão (34,1 mortes por cada 100.000 habitantes)
- Mais homicídios: Honduras (90,4 por cada 100.000 habitantes)
- Menos homicídios: Japão (0,3 por cada 100.000 habitantes)
- Mais desemprego: Bósnia (44,3%)
- Menos desemprego: Suíça (2,9%)
- Maior riqueza per capita: EUA (53.101 dólares)
- Menor riqueza per capita: Costa do Marfim (1.818 dólares)
- Maior investimento na educação: Gana (8,1% do PIB)
- Mais prémios Nobel per capita: Suíça (3,1 por milhão de habitantes)
- Mais obeso: EUA (33% da população)
- Mais alcoólico: Rússia (15,1 litros por pessoa por ano)
- Mais fumador: Grécia (2795 cigarros por adulto por ano)
- Mais católico: Portugal (92% da população)
Banca colabora com governo para caçar 400 milhões, mas exigiu redução de imposto que dá 400 milhões à banca?
A economia paralela em Portugal, corresponde a 25% do PIB, (média dos países da OCDE, é de 16%) isto é, cerca de € 41000 M, pelo que tanta propaganda e esforço do governo para caçar 16 mil empresas que ocultaram 400 milhões de euros, não chega a 1% daquele total.Enquanto isso a verdadeira calamidade continua em franca expansão, sem medidas que a travem. Os 41.000 milhões continua esquecidos e à solta. (video em baixo)
O governo está empenhadissimo em caçar os 400 milhões, do peixe miúdo, porque já sabe que os tubarões estão bem protegidos e assim irão continuar.
A banca ajudou à festa, colabora com o governo
É assim uma colaboração selectiva, pois ao ficar nas mãos dos bancos, o fornecimento dos dados sobre os que devem ser perseguidos, é também uma forma de a banca continuar a encobrir os seus grandes clientes e maiores responsáveis pela verdadeira milionária, evasão fiscal.
Wikileaks revela relatório secreto americano sobre Portugal. O país que compra “brinquedos caros e inúteis” por “orgulho”
Sabia que o ministério da defesa está isento de concursos públicos? Livre para fazer as suas compras milionárias a quem der mais luvas? E não a quem faz o preço mais justo? Tudo para salvaguardar o secretismo das operações do ministério?O resultado é o que se tem visto. As compras mais escandalosas, menos transparente e mais megalómanas do estado, têm tido origem neste ministério. O caso dos submarinos, dos Pandur, dos torpedos, dos helicópteros, etc etc etc, muitos deles em investigação. Outros já provados na fonte estrangeira que houve luvas, mas em Portugal nada se faz.
Mais uma vez o oportunismo dita a lei, que por decisão deles, os beneficia a eles e lesa o interesse nacional. O concurso público é uma das regras básicas, para travar alguma corrupção mas os que nos desgovernam não gostam dessas regras? O importante é fazer muitas compras e de muitos milhões, mesmo que inúteis, servirão para fazer entrar dinheiro em partidos e em contas privadas dos envolvido? Compram inutilidades, sucata, usados, avariados, e até brinquedos para os quais não possuímos dinheiro para o combustível, para a manutenção nem recursos humanos técnicos.
Em Portugal poucos sabem, mas quem negoceia com os nossos desgovernantes, sabe algumas coisas que todos deveríamos saber.
O Wikileaks revelou um relatório confidencial que deixa a nu, algumas tramoias do Ministério da Defesa. Retirando algumas imprecisões, ficam algumas revelações.
Washington arrasa negócios do Ministério da Defesa
Relatório confidencial: O embaixador americano em Lisboa escreveu uma apreciação implacável sobre os submarinos, as fragatas e os tanques em que Portugal gastou milhões.
O pequeno parágrafo, a meio do telegrama de seis páginas, resume a coisa assim: "No que diz respeito a contratos de compras militares, as vontades e ações do Ministério da Defesa parecem ser guiadas pela pressão dos seus pares e pelo desejo de ter brinquedos caros. O Ministério compra armamento por uma questão de orgulho, não importa se é útil ou não. Os exemplos mais óbvios são os seus dois submarinos e 39 caças de combate (apenas 12 em condições de voar)."
O tom não varia muito nos outros parágrafos. O que varia é o nível do detalhe. Cruel e despojado - mas também comprometido com interesses diretos americanos e contendo erros factuais -, o telegrama enviado em 2009 para Washington pelo então embaixador dos EUA em Lisboa, Thomas Stephenson, não deveria ter chegado às mãos de um estrangeiro. Tem a classificação de NOFORN, "no foreigners". Talvez por isso seja tão declaradamente depreciativo para Portugal, para as altas chefias militares e para os últimos governos que têm estado no poder.
O telegrama (em boa verdade, um relatório) analisa o que se passa dentro do Ministério, tentando explicar porque é que as coisas, na perspetiva americana, correm tão mal. O título diz tudo: "O que há de errado no Ministério da Defesa português?"
Ser pobre hoje é não ter capacidade para influenciar o Estado. As classes com poder para vergar os governos.
![]() |
| Suplementos para todos |
"O Império do Meio
Ser pobre hoje é sobretudo não ter capacidade para influenciar o Estado. Ou seja, é estar longe do Império do Meio.
Jornal i: Sindicalistas desmarcam greve para dia de Santo António após cedência da Câmara Municipal de Lisboa- (…). A “entrada imediata” de 150 cantoneiros foi uma das principais cedências que levou o sindicato a suspender a paralisação ao trabalho extraordinário entre os dias 13 e 22, assim como a greve dos funcionários de limpeza urbana de sábado. Para a contratação dos novos funcionários, a autarquia vai investir 2,25 milhões de euros anualmente.
Observador: Há corpos especiais na função pública que não podem ter as mesmas alterações ao sistema de suplementos que a generalidade dos funcionários públicos. Esta é a posição de ministros como Miguel Macedo (Administração Interna) e José Pedro Aguiar-Branco (Defesa) que vão defender as especificidades da PSP, GNR e militares. A Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas (…) consagra aqueles profissionais como corpos especiais (…) veio determinar que as regras gerais da função pública não são “aplicáveis aos militares das Forças Armadas, aos militares da Guarda Nacional Republicana e ao pessoal com funções policiais da Polícia de Segurança Pública, cujos regimes constam de lei especial”.
Nuno Garoupa: Temos juízes a mais. Segundo estudos recentes, somos dos primeiros em termos de atrasos nos tribunais. (…) O governo nisto não tocou, porque há um problema de gestão que não se quer enfrentar. Um dos principais problemas do nosso sistema é que os juízes não têm assessores, mas eles não podem ter assessores porque nós temos mais juízes que os outros. Se em vez de termos 19 juízes, tivéssemos 11 [por cem mil habitantes como acontece em Espanha], já dava para ter oito assessores por cem mil habitantes.
Amor com amor se paga. Os boys laranja e não só envolto em trocas de amor
No dia 2 de maio, o júri da comissão de recrutamento e selecção para a administração pública, (CRESAP) de que fazia parte o engenheiro ambiental Nuno Banza, escolheu 3 nomes para presidente da agência portuguesa do ambiente, entre eles o de Nuno Lacasta (que acabou mesmo por ser o eleito). Três dias antes o júri da CRESAP, de que fazia parte Nuno Lacasta, escolhera Nuno Banza para a short-list de inspector geral do ambiente (Cargo que também já assumiu). A CRESAP, a quem o "JN" pediu explicações, diz que é "normal".Gente vai mais longe: Trata-se de uma mera coincidência, ou mesmo de várias. Afinal ambos estavam sentados ao lado do todo poderoso presidente da CRESAP, João Bilhim, ambos se chamam Nuno, ambos foram nomeados pelo Governo e não escondem a simpatia laranja.
Semanário Expresso. Secção: Gente. (20/6/2014)
"A ministra da Agricultura, Assunção Cristas, nomeou dois ex-colegas da faculdade para altos cargos no Ministério que tutela. Segundo o semanário Expresso, um dos nomeados vai para a inspecção geral da agricultura, mar, ambiente e ordenamento do território. Quanto ao outro ex-colega, que era também assessor jurídico da ministra, fica com a vice-presidência da agência portuguesa do ambiente, mais precisamente com a tutela da autoridade nacional da água.
Num esclarecimento à SIC, o Ministério de Cristas garante que os únicos critérios são a competência e capacidade de trabalho. E que se trata de pessoas com currículo profissional reconhecido." fonte
"Os dois ex-colegas de faculdade nomeados pela ministra Assunção Cristas, para altos cargos no Ministério, deviam ter sido submetidos a concurso público, mas a ministra não o fez." fonte
Cristas nomeia novo inspector do ambiente
Inspector-geral vem de uma grande sociedade de advogados (Sérvulo & Associados) e licenciou-se em direito junto com a ministra.
A ministra também nomeou, como sub-inspectores, Hugo Carolino, que já trabalhara na Inspecção-Geral de Finanças e foi adjunto de secretários de Estado nos governos de Durão Barroso (2002-2004) e Santana Lopes (2004-2005), e Nuno Banza, que nos últimos três anos foi vereador na Câmara Municipal do Barreiro, com o pelouro do ambiente. fonte
BARREIRO - Nuno Banza deixa funções de Vereador do Ambiente para «Aceitar pelouros e trabalhar em prol do efetivo interesse da comunidade»
Um caso muito semelhante que se passou no Instituto Politécnico de Coimbra, que mais parece um albergue familiar. Portugal é um caso raro de improdutividade e os especialistas, afirmam que uma das maiores causas é a cunha/nepotismo. A valorização do mérito é a forma mais eficaz de potenciar a produtividade. Li um artigo no Expresso desta semana, em que se questionava porque razão os estrangeiros não investem em Portugal já que temos mão de obra das mais baratas da Europa. E a resposta foi dolorosa. Ele afirmou que mesmo sendo das mais barata, ainda está cara, porque também somos os que produzimos menos. E terminou referindo que a cunha é a maior causa desse problema português, onde se insiste na desvalorização do mérito.
LISTA QUE REÚNE CENTENAS DE CASOS DE NEPOTISMO (BOYS,GIRLS, FAVORES, TACHOS) QUE ARRUÍNAM PORTUGAL DE DUAS FORMAS. ARRUÍNAM PORQUE GANHAM DEMASIADO E PRODUZEM POUCO. E ARRUÍNAM PORQUE OCUPAM CARGOS IMPORTANTES PARA O PAÍS E SÃO ESCOLHIDOS POR FAVORES, E NÃO PELA COMPETÊNCIA.
1 milhão para Boy sem currículo
1,2 milhões para boys vitalicios.
1,3 milhões tacho Mário Soares
1000 tachos a dividir por 20?
101 dias de trabalho, em 7 anos?
11 milhões para boys parasitas
11.600 Boys? Quem trabalha?
11.800 euros salários ocultos
110 mil indemniza motorista, boy.
110 mil, amor de Barbara Guimarães.
112 albergues de boys?
12 mil de subsidio de desemprego?
120 pessoas para fazer um elo?
13 motoristas num dia, mais...
13.740 albergues de boys de ouro
15 papa tachos, TOP.
15 tachos, Ministra da JUSTIÇA
15 tachos? Falta tempo e competência
16 mil roubados girl impune?
167 mil/mês, reforma de Jardim CONTINUAR A LONGA LISTA AQUI
SOMOS COMANDADOS POR DITADORES INCOMPETENTES. O mérito só atrapalha.
A ADSE não é só um belíssimo seguro de saúde. É também um belíssimo seguro de vida para os grupos privados da Saúde.
A troika mandou fundir os muitos subsistemas de saúde de elites, que existem em Portugal e que desrespeitam os valores da democracia na UE, que se quer igualitária.Claro que o governo percebeu que era impossível ir contra os interesses das elites. Então e como sempre faz, atacou a elite mais fraca: a ADSE. Não resolveu o problema, nem a desigualdade nem o despesismo, apenas o agravou para o lado do cidadão.
A troika mandou também cortar na despesa da ADSE, mas o governo sabia que isso iria lesar os lucros sagrados dos hospitais e clínicas privadas dos amigos do governo, onde a grande fatia de clientes são os funcionários públicos, então para evitar cortar na despesa, optou por aumentar as contribuições dos FP. Esperteza saloia!
"A ADSE é um "belíssimo seguro" para os grupos privados
Consegue o leitor imaginar o Governo a subir as contribuições sociais para evitar cortes nos apoios aos desempregados? Ou aumentar mais os impostos para evitar novos cortes no SNS? Com certeza que não. Mas foi isso que aconteceu no subsistema de saúde da Função Pública.
(...)Também na ADSE a abordagem inicial era essa. Conforme lembra a jornalista Marlene Carriço (...) o memorando da troika fixava como meta para 2016 a autosustentabilidade da ADSE. E dizia como: "através do decréscimo das contribuições da entidade empregadora e pelo ajustamento do âmbito dos benefícios de saúde".
Só havia uma forma de cumprir esta orientação: cortando nos benefícios do subsistema. Foi isso que se fez nas prestações sociais, por exemplo. Mas não foi isso que o Governo fez na ADSE. Pelo contrário, optou pelo aumento dos descontos dos funcionários públicos e dos reformados, que passaram de 1,5% para 3,5%.
Quem teria perdido com o corte nos benefícios da ADSE? Sem dúvida os funcionários. Mas não foi isso que demoveu um Governo que nem sequer pestanejou quando cortou a eito nos salários, aumentou o horário de trabalho (sem compensação pecuniária) e reduziu de forma abrupta as pensões actuais e futuras da Função Pública. O que levou o Governo, sempre tão diligente no cumprimento do memorando da troika, a evitar cortes nos benefícios prestados pela ADSE não foi a saúde dos funcionários, mas sim a saúde financeira dos grupos privados de saúde.
O Financiamento da CIA ao PS: O inicio da escravatura ao capitalismo.
PARA OS QUE AINDA TÊM DÚVIDAS QUE OS PARTIDOS QUE HÁ 40 ANOS SE SENTAM NA AR, SÃO UMA MÁFIA, CUJO OBJECTIVO ÚNICO É OBTER O POLEIRO PARA ASSIM POR E DISPOR DOS MILHARES DE MILHÕES DE IMPOSTOS DOS CIDADÃOS E COM ELES FAVORECER OS GRUPOS AMIGOS DESSA MÁFIA, ACONSELHA-SE A LER ESTE ARTIGO. E CLARO A COMEÇAR A USAR O VOTO PARA CORRER COM ESTES PARTIDOS DO PODER.
O Financiamento da CIA ao PS: Documento Inédito.
"No passado dia 13 de Maio o canal de televisão holandês Nederland 2 emitiu uma reportagem intitulada «Dinheiro Secreto Americano para os Socialistas em Portugal» («Geheim Amerikaans geld naar socialisten Portugal»). «Outros Tempos» («Andere Tijden»:
A reportagem (em holandês, com entrevistas noutras línguas) apresenta testemunhos em primeira-mão dos que, no início de 1975, estiveram envolvidos na cadeia de financiamento do PS com dinheiros da CIA. Os entrevistados são: Mário Soares ;
"No passado dia 13 de Maio o canal de televisão holandês Nederland 2 emitiu uma reportagem intitulada «Dinheiro Secreto Americano para os Socialistas em Portugal» («Geheim Amerikaans geld naar socialisten Portugal»). «Outros Tempos» («Andere Tijden»:
A reportagem (em holandês, com entrevistas noutras línguas) apresenta testemunhos em primeira-mão dos que, no início de 1975, estiveram envolvidos na cadeia de financiamento do PS com dinheiros da CIA. Os entrevistados são: Mário Soares ;
Harry van den Bergh, o «correio» clandestino, membro do PvdA, Partido do Trabalho holandês, homólogo do PS;
Hans-Eberhard Dingels, secretário de estado do governo SPD (o homólogo alemão do PS) da Alemanha da época, encabeçado por Willy Brandt
Arthur Hartman, secretário assistente de estado dos EUA para a Europa e Canadá, durante o governo de Gerald Ford e do tristemente famoso secretário de estado Henry Kissinger, o homem que deu luz verde à ocupação de Timor-Leste pela Indonésia;
José Rentes de Carvalho, escritor residente na Holanda, que fornece ao público holandês esclarecimentos sobre a revolução dos cravos.
Valia a pena a polícia abrir uma dependência dentro do BES, tendo em conta o tempo que perde a investigar o banco
Ana Gomes diz compreender “o esforço de tantos comentadores, sabichões e economistas em tentar isolar e salvar do lamaçal o BES, (...) mas a verdade é que o GES está para o BES como a SLN para o BPN”, “banco foi e é instrumento da atividade criminosa do grupo”. “Se o BES é demasiado grande para falir, ninguém, chame-se Salgado ou Espírito Santo, pode ser demasiado santo para não ir preso”, sublinha.
“Nem os empregados do BES, nem as Donas Inércias, nem os Cristianos Ronaldos se safam se o Banco de Portugal, a CMVM, a PGR e o Governo continuarem a meter a cabeça na areia, não agindo contra o banqueiro Ricardo Salgado e seus acólitos, continuando a garantir impunidade à grande criminalidade financeira, e não só, à solta no Grupo Espírito Santo”, alerta.
Ana Gomes recorda como começaram a ser investigadas as contas do grupo e afirma que o líder do BES, Ricardo Salgado, dizia não querer financiamento do resgate “para não ter que abrir as contas do grupo à supervisão do Estado, esse Estado na mão de governantes tão atreitos a recorrer ao GES/BES para contratos ruinosos contra o próprio Estado”.
(Video com as declarações de Ana Gomes)
Para além de acusar Ricardo Salgado de tentar “paralisar as tentativas de
Subscrever:
Mensagens (Atom)
