Frota automóvel de autarcas custa, a todos nós, entre 8 e 10 milhões, mas é segredo!





Sem transparência não existe democracia. São as palavras João Cravinho, neste video, um outrora, activo lutador contra a corrupção, que foi silenciado/aniquilado pelos corruptos.
Como é possível, neste país que se diz democrata, ainda ser permitido ocultar dados que revelem a forma como se gastam os impostos do País? Como é que os deixamos chegar a este ponto? Assaltam o erário público, por onde querem e podem e ainda insistem em nos manter na ignorância?
  1. - "Poiares Maduro recusa revelar salários da RTP"  fonte
  2. - "António Costa recusa mostrar contas." fonte
  3. - "Os nomes dos políticos que pedem ao Estado a atribuição da pensão mensal vitalícia passaram a ser secretos." (24/06/11) Fonte
  4. - Banco de Portugal recusa revelar salários. fonte ; NO BLOG 
  5. - "Várias dezenas de titulares de cargos políticos solicitaram nos últimos anos ao Tribunal Constitucional que o conteúdo das suas declarações de rendimentos fossem ocultadas da opinião pública. - 800 autarcas eleitos em 2005 não entregaram a declaração de rendimentos no TC no prazo de sessenta dias após a tomada de posse.- 30 deputados foram notifica-dos pelo TC, em 2005, para depositarem a respectiva declaração de rendimentos e património " fonte
As mordomias também são para ocultar? Entidades recusam revelar dados sobre as "suas" frotas automóveis... que nós pagamos.
abril de 2013
"De Volvo S60 a Renault Clio, os presidentes de câmara têm um pouco de tudo.
Os 308 municípios portugueses gastam entre 8,6 milhões e 10 milhões de euros por ano em automóveis atribuídos ao executivo camarário, incluindo apenas um motorista.
As contas foram feitas pelo jornal i depois de um inquérito a todas as câmaras do país e os números apenas podem pecar por defeito, já que nem todos os municípios quiseram responder ao questionário.

No entanto, esta é apenas uma pequeníssima parcela daquilo que é a frota automóvel de uma câmara municipal típica portuguesa, já que aos carros atribuídos a presidente e vereadores há que acrescentar uma extensa frota automóvel, que inclui motos, pick-ups, comerciais ligeiros, autocarros escolares, carros do lixo e jeeps, entre outros. O rol seria ainda mais extenso se incluíssemos aqui as empresas municipais ou participadas pelas câmaras e também os carros detidos pelas actuais 4250 freguesias.
Nem todas as entidades parecem considerar que esta informação é pública e houve mesmo câmaras que ficaram incomodadas com as perguntas e não se mostraram disponíveis para dar a informação, como Sintra, Amadora, Cascais, Oeiras ou Covilhã.

Setúbal
Maria das Dores Meira (PCP)
Volvo S60 com motorista

Manifesto pela Democratização do Regime. A Pátria Portuguesa corre perigo.



"A tragédia social, económica e financeira a que vários governos conduziram Portugal, criaram uma classe que governa o País sem grandeza, sem ética e sem sentido de Estado, dificultando a participação democrática dos cidadãos e impedindo que o sistema político permita o aparecimento de verdadeiras alternativas.
interpela a consciência dos portugueses no sentido de porem em causa os partidos políticos que, nos últimos vinte anos,
Neste quadro, a rotação no poder não tem servido os interesses do Povo. Ela serve sobretudo para esconder a realidade, desperdiçando a força anímica e a capacidade de trabalho dos portugueses, bem como as diversas oportunidades de desenvolvimento que o País tem tido, como aconteceu com muitos dos apoios recebidos da União Europeia.
A obsessão do poder pelo poder, a inexperiência governativa e a impreparação das juventudes partidárias que, com inusitada facilidade e sem experiência profissional ou percurso cívico, chegam ao topo do poder político, servem essencialmente objectivos e interesses restritos, nacionais e internacionais, daqueles que utilizam o Estado para os seus próprios fins.

Memórias de um Mário Soares desconhecido. Todos os delinquentes que nos governaram deviam ser julgados.

socrates soares delinquentes rui mateus Contos proibidos - O livro que desapareceu do mercado escrito por um ex-companheiro de partido, de Mário Soares, Rui Mateus.
O livro, que noutra democracia europeia daria escândalo e inquérito judicial veio a público nos últimos meses do segundo mandato presidencial de Soares e foi ignorado pelos poderes da República.

As revelações de Rui Mateus sobre os negócios do Presidente Soares, em Contos Proibidos, tiveram impacto político nulo e nenhuns efeitos. Em vez de investigar práticas porventura ilícitas de um Chefe de Estado, os jornalistas preferiram crucificar o autor pela "traição" a Soares. 
(NO FINAL DESTE RESUMO ENCONTRA-SE O LIVRO com as 276 páginas, QUE FOI TOTALMENTE ERRADICADO DO MERCADO.)

Joaquim Vieira, director da 'Grande Reportagem', ( texto em baixo) detida pelo grupo Controlinveste, foi despedido.
O jornalista foi igualmente informado de que a revista será fechada. As razões de tais medidas são desconhecidas. Recorde-se que Vieira tem vindo a escrever sobre o polémico livro de Rui Mateus, onde se aludia a ligações do PS de Soares ao caso Emáudio.


Grande reportagem
Em síntese, que diz Mateus ?
Que, após ganhar as primeiras presidenciais, 1986, Soares fundou com alguns amigos políticos um grupo empresarial destinado a usar os fundos financeiros remanescentes da campanha. Que a esse grupo competia canalizar apoios monetários antes dirigidos ao PS.
Que um dos objectivos da recolha de dinheiros era para financiar a reeleição de Soares. Que, não podendo presidir ao grupo por razões óbvias, Soares colocou os amigos como testas-de-ferro, embora reunisse amiúde com eles para orientar a estratégia das empresas, tanto em Belém como nas suas residências particulares. 
Que, no exercício do seu "magistério de influência" (palavras suas noutro contexto), convocou alguns magnatas internacionais - Rupert Murdoch, Sílvio Berlusconi, Robert Maxwell e Stanley Ho - para o visitarem na Presidência da República e se associarem ao grupo, a troco de avultadas quantias que pagariam para facilitação dos seus investimentos em Portugal. Note-se que o "Presidente de todos os portugueses" não convidou os empresários a investir na economia nacional, mas apenas no seu grupo, apesar dos contribuintes suportarem despesas de estada.


*Parte 2* 
publicado a 10 de Setembro de 2005, na Grande Reportagem nº 244
A rede de negócios que Soares dirigiu enquanto Presidente foi sedeada na empresa Emaudio, agrupando um núcleo de próximos seus, dos quais António Almeida Santos eterna ponte entre política e vida económica, Carlos Melancia seu ex-ministro, e o próprio filho, João. 
A figura central era Rui Mateus, que detinha 60 mil acções da Fundação de Relações Internacionais (subtraída por Soares à influência do PS após abandonar a sua liderança), as quais eram do Presidente mas de que fizera o outro fiel depositário na sua permanência em Belém, relata Mateus em Contos Proibidos. Soares controlaria assim a Emaudio pelo seu principal testa-de-ferro no grupo empresarial.
Diz Mateus que o Presidente queria investir nos média: daí o convite inicial para Sílvio Berlusconi (o grande senhor da TV italiana, mas ainda longe de conquistar o governo) visitar Belém.

Acordou-se a sua entrada com 40% numa empresa em que o grupo de Soares reteria o resto, mas tudo se gorou por divergências no investimento. Soares tentou então a sorte com Rupert Murdoch, que chegou a Lisboa munido de um memorando interno sobre a associação a "amigos íntimos e apoiantes do Presidente Soares", com vista a "garantir o controlo de interesses nos média favoráveis ao Presidente Soares e, assumimos, apoiar a sua reeleição".

Interpôs-se porém outro magnata, Robert Maxwell, arqui-rival de Murdoch, que invocou em Belém credenciais socialistas. Soares daria ordem para se fazer o negócio com este. O empresário inglês passou a enviar à Emaudio 30 mil euros mensais.
Apesar de os projectos tardarem, a equipa de Soares garantira o seu "mensalão". Só há quatro anos foi criminalizado o tráfico de influências em Portugal, com a adesão à Convenção Penal Europeia contra a Corrupção.
O então Presidente ficaria aliás nervoso com a entrada em cena das autoridades judiciais, episódio a
merecer análise própria.
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Este texto, continua em baixo, a seguir ao livro...
O livro de Rui Mateus, que foi rapidamente retirado de mercado após a celeuma que causou em 1996 (há quem diga que “alguém” comprou toda a edição), está disponível, aqui mesmo, para os mais interessados.

O Livro Contos Proibidos - Rui Mateus by Peter Storming


A culpa é dos reformados e desempregados. Cambada de malandros feios, excomungados.


AS VERDADEIRAS CAUSAS DA CRISE...



A CULPA
A culpa é do pólen dos pinheiros
Dos juízes, padres e mineiros
Dos turistas que vagueiam nas ruas
Das 'strippers' que nunca se põem nuas
Da encefalopatia espongiforme bovina
Do Júlio de Matos, do João e da Catarina

A cobardia do governo que sacrifica injustamente os que não possuem defesa nem fuga.



Os responsáveis pela crise continuam a ser os mais protegidos da crise.



O Orçamento de Estado, uma afronta que mostra que o governo perdeu a vergonha e o medo:

--Aumenta as despesas com as Funções de Soberania do Estado e reduzem as despesas com a Saúde e a Educação?
OE prevê menos 500 milhões para o ensino básico e secundário fonte
Ensino superior com corte de 4% fonte
SNS vai ter menos 300,4 milhões de euros no próximo ano. fonte

--Alivia a carga fiscal dos rendimentos mais altos e prevê cortes em rendimentos de 600 euros?
"A proposta de Orçamento do Estado para 2014 (OE2014) prevê um alívio da carga fiscal para os contribuintes com rendimentos acima de 80 mil euros" fonte

--Reduz o IRC das Grandes Empresas e aumenta a contribuição das PME?
"Reforma do IRC "não estimula economia, estimula lucro das grandes empresas" FONTE

-- Aumenta o desemprego, a dívida e o deficit estão descontrolados e continua a aumentar a despesa com juros, SWAPs e PPPs? 
Custos com PPP duplicam para 1645 milhões em 2014. fonte

Fraco com os fortes...
O novo pacote de austeridade anunciado na sexta-feira chega a ser uma agonia.
Mais uma vez, o governo fustiga os trabalhadores e pensionistas e poupa os grandes grupos económicos.
As medidas para reequilibrar as contas públicas em cerca de 1500 milhões de euros por ano poderiam ser outras, bem diversas.
Em primeiro lugar e de uma vez por todas, o governo tem de baixar drasticamente as rendas das parcerias público-privadas (PPP). O eventual ganho anual para as Finanças com as medidas agora anunciadas pelo primeiro-ministro pouco excede o que foi pago a mais, só num ano, em 2011, nas PPP rodoviárias.
Nos últimos quatro anos, os encargos líquidos com as PPP quadruplicaram, atingindo por ano montantes da ordem de dois mil milhões de euros.
Basta! Baixem as rendas ou, em alternativa, expropriem as PPP pelo seu justo valor.

Em segundo lugar, o governo poderia ainda conseguir poupar nos juros da dívida pública. Não é aceitável que o estado consigne ao pagamento de juros 14% dos impostos pagos por todos os cidadãos e empresas. Em 2013, à semelhança de anos anteriores, o estado pagará em juros mais do que gasta em saúde, educação ou qualquer outra atividade. Para baixar o custo do serviço da dívida, é necessário colocar parte da dívida no mercado interno a juros bem mais favoráveis, renegociar os contratos com juros mais elevados e obter períodos de carência nos pagamentos.
Não podemos ter um estado refém da sua dívida pública. Foi aliás para evitar esta situação que tivemos um resgate!

Também ao nível da receita o governo tem margem para atuar. Poderia aumentar a coleta se tributasse todos os cidadãos e não isentasse de impostos os fundos imobiliários fechados. Os maiores beneficiários da especulação imobiliária estão isentos de IMI ou IMT. Uma tributação deste património com taxas de 1% poderia representar um ganho superior a mil milhões de euros.
Claro que para tomar medidas deste tipo e outras afins há que ter coragem para enfrentar o fortíssimo "lobby" financeiro que se alimenta da dívida pública portuguesa e suga os recursos do orçamento de estado. Mas é este o nível mínimo de coragem que se exige ao chefe do governo de Portugal. Paulo Morais

Medina Carreira explica a falta de coragem do governo... não teve coragem de avançar com as medidas que protegeriam o povo, preferiu proteger os ricos e os amigos. Depois acaba por ter que cortar onde é mais fácil... nos indefesos. Vai haver mais cortes nas reformas pois vai, garante Medina.Medina explica ainda onde é que o governo deveria ter cortado, se fosse justo e se cumprisse o que a Troika exige.




Paulo Morais publica na sua página hoje...  "A ministra Maria Luís fez um longo discurso de apresentação do orçamento de estado 2014. Mas poderia ter resumido e seria assim:
“Portugueses, temos de gastar mais dinheiro em parcerias público-privadas em 2014, milhares de milhões. Por isso, temos de baixar os salários da função pública, reduzir pensões e reformas e aumentar os impostos a todos. 
Aguentem!”

Encargos com PPP vão aumentar 52% em 2014. Este aumento foi acordado e assinado entre 2007 e 2011
fonte

Neste video Passos Coelho gaba-se dos cortes que fez para proteger os portugueses. Uns míseros cortes nas PPP... inferiores aos aumentos?
Mas esses cortes são apenas uma gota de água para enganar os mais distraídos.


E sabemos que tudo o que se está a passar na sombra apenas será revelado daqui a alguns anos - ou nunca será. 
Das privatizações às futuras concessões depois da refundação, tudo passou e continuará a passar pelos dedos sujos desta gente. 
Dos interesses angolanos às empresas da rede de amigos, passando pelos confrades maçónicos e pelos escritórios de advogados que estão a ganhar milhões com a emissão de pareceres e o acompanhamento dos negócios do Governo (pelo lado do Estado e pelo lado dos privados), nada escapará, e no final teremos um Estado a ser alimentado por impostos altíssimos a servir apenas alguns e a contribuir para o aprofundamento das desigualdades sociais e da pobreza.
Não, este Governo não morreu, este Governo está mais vivo do que nunca. Subestima-o quem acha o contrário. Porque os bandidos não têm honra nem ética, e só saem do poder se forem apeados à força. Enquanto isso não acontece, vão tratando da sua vida e da dos seus. Com o alto patrocínio de sua excelência Cavaco Silva, o pai espiritual desta canalha.


RSI - Agência mafiosa no rendimento mínimo e a injustiça da justiça



Quantos casos existirão assim em Portugal? 
NO RSI GANHA-SE MAIS, ACEITAM-SE CANDIDATOS
Desde 2009, casal recebia o RSI a dobrar e não só, bastou mudar o numero da porta?
Gente inteligente esta que protege os impostos dos portugueses.

Um casal romeno encontrou falhas no sistema do rendimento mínimo, aproveitou-se delas e viveu mais de dois anos à custa do Estado DUPLICANDO SUBSÍDIOS, e como rendia, ainda foram buscar mais Romenos à Roménia, para juntar à festa. Para ajudar tiveram O APOIO de duas funcionárias da Câmara de Gaia e um dos CTT, conseguiram angariar mais estrangeiros para a fraude.

O primeiro requerimento foi feito em nome do homem, que declarou a mulher e um filho. Mas, como o casal se apercebeu de falhas na forma como a delegação da Segurança Social em Gaia tratava dos casos, decidiu receber duas vezes o rendimento mínimo. Assim sendo, o segundo pedido foi feito pela mulher, que declarou o mesmo agregado familiar, morador na mesma rua, mas com um número diferente de porta. E, conta o JN, tudo correu bem, tendo o casal passado a receber subsídios a dobrar do Estado português, continuando sem trabalhar. FONTE


O casal romeno acusado de liderar esta rede de corrupção e burla ao Estado no rendimento mínimo está em prisão preventiva desde Março do ano passado. Além disso, uma técnica da Câmara de Gaia e o funcionário dos CTT de Gaia foram suspensos de funções.
Quando ele e a mulher passaram a receber duas vezes Rendimento Social de Inserção (RSI) ele chamou dois irmãos e outro homem para o esquema, com a colaboração de duas funcionários da câmara de Gaia, uma técnica superior (agora suspensa de funções) e uma assistente técnica (sujeito a termo de identidade e residência), que passavam certidões de residência  e um funcionário dos CTT, que entregava os pagamentos, a troco de "luvas".
Angariavam outros emigrantes e o líder do grupo chegou a deslocar-se à Roménia para trazer mais documentos. Pessoas que nunca tinham estado em Portugal chegaram a receber RSI. FONTE

MAS NÃO É APENAS O ESTADO QUE É VITIMA DA INCOMPETÊNCIA DE QUEM NOS GOVERNA... OS CIDADÃOS QUE GOSTAVAM DE PODER TRABALHAR HONESTAMENTE, TAMBÉM SÃO VITIMAS DA JUSTIÇA INCOMPETENTE.
BURLÕES E PARASITAS RECEBEM MAIS DE RSI DO QUE FUNCIONÁRIOS DA PSP, DE SALÁRIO, EM FUNÇÕES.
E APESAR DE TEREM CENTENAS DE PROCESSOS E QUEIXAS NA JUSTIÇA, CONSEGUEM MANTER-SE APOIADOS PELO DINHEIRO DOS PORTUGUESES E AINDA PROTEGIDOS PELA INCOMPETÊNCIA DA JUSTIÇA?
4 Romenos, beneficiam do RSI e burlam há 4 anos os portugueses.
Têm entre os 30 e os 40 anos e desde 2008 que terão feito centenas de burlas em todo o País. Os quatro cidadãos, dois homens e duas mulheres de nacionalidade romena, conseguem sempre escapar impunes e vivem à conta do Rendimento Social de Inserção (RSI).
Só um dos casais recebe mais de 700 euros, a que se juntam 140 euros pelo facto de terem uma filha de três anos. Ontem à tarde, o grupo tentou ludibriar o dono de uma frutaria na avenida do Conde, em São Mamede de Infesta, Matosinhos. Foram levados pela PSP e libertados. Horas depois, foram apanhados novamente na Senhora da Hora.
A PSP de São Mamede de Infesta levou de imediato os dois casais para a esquadra. Tinham mais de 800 euros e sacos com diferentes bens, cujo valor está avaliado em mais de mil euros. Quando questionados sobre a origem dos produtos, os burlões não hesitaram: apresentaram os papéis que comprovam que recebem o rendimento mínimo e disseram aos agentes que tinham comprado tudo à conta do dinheiro que recebem todos os meses do Estado.
Sem provas, a PSP teve de os libertar mas, horas depois, aqueles foram apanhados na Senhora da Hora, Matosinhos, onde já tinham tentado um novo golpe.
Ao que o CM apurou, os quatro burlões, que actualmente vivem em Santa Maria da Feira, têm já quase uma centena de processos em várias zonas como Tavira, Faro, Barcelos, Santarém, Braga, entre outros locais.

AGENTES DA PSP RECEBEM MENOS QUE BURLÕES
Os agentes da polícia não esconderam a revolta quando viram que o casal de burlões recebe, no total, do Estado, mais de 840 euros, uma vez que nas esquadras de todo o País existem elementos que ganham muito menos de salário mensal.
Ao que o CM apurou, a filha do casal, de três anos, já nasceu em Portugal, motivo que os leva a receber o dinheiro. Nunca tiveram qualquer ocupação profissional e passam os dias a viajar por várias localidades e a enganar lojistas." fonte

"Estado subsidia traficantes ricos.
Família julgada por tráfico de droga recebe rendimento mínimo
Três veículos de luxo, entre eles dois Mercedes – um SLK e uma carrinha Sprinter –, formavam o parque automóvel da família de feirantes, à porta da moradia no Vale da Amoreira, Moita. Eram a face mais visível do luxo em que viviam pai, mãe e filho, 40, 39 e 21 anos, todos com direito a rendimento mínimo, 740 €/mês que o Estado lhes continua a atribuir apesar de estarem a ser julgados por tráfico de droga.
Célia Isabel Santos não teve problemas em assumir ao colectivo de juízes que a sua família, supostamente carenciada, ainda hoje recebe os 740 euros mensais do Estado." FONTE

"Recebia rendimento mínimo e andava em carro de luxo, DE 70 MIL EUROS?
Homem foi acusado de 20 crimes, 15 dos quais burlas a idosos e pessoas com debilidade." FONTE

"Fraude no rendimento mínimo ascende a €16,7 milhões
As fraudes no Rendimento Social de Inserção ascenderam a €16,7 milhões no último ano e meio, informa o Ministério do Trabalho." FONTE


PARA PAGAR INCOMPETÊNCIAS E ROUBOS, OS IMPOSTOS CONTINUAM A SUBIR, DISCRETAMENTE... PERSEGUINDO OS DE SEMPRE, OS QUE NÃO CONSEGUEM FUGIR, NEM DO PAÍS NEM DOS IMPOSTOS. OS TRABALHADORES HONESTOS.
Governo agrava IUC para ligeiros a gasóleo
Imposto Único de Circulação será agravado com taxas adicionais que vão desde 1,39 euros nos veículos mais antigos e de cilindrada mais baixa aos 68,85 euros para os veículos mais recentes e com cilindrada mais elevada. FONTE







Pavilhão de Portugal, mais uma obra despesista ao abandono... gestores sérios e competentes, exigem-se!


O desrespeito pelo dinheiro e pelo património público continua a ser algo desagradavelmente evidente nas atitudes de quem nos desgoverna.
O despesismo é a marca de referencia, impostos desviados e inutilizados em inutilidades que todos pagamos, já em grande sacrifício, invariavelmente exigido aos que nunca são consultados mas sempre chamados a pagar.

Um pavilhão de 23 milhões, ao abandono, e que o próprio autor acha melhor demolir.
"A solução mais lógica, depois de tantos anos passados, é demoli-lo". Álvaro Siza Vieira
antecipa um futuro sombrio para o Pavilhão de Portugal, que projectou antes da Expo 98.
Uma coisa é certa: não faz sentido deixá-lo como está, vazio e praticamente abandonado. A utilização actual do pavilhão, residual e esporádica, "aumenta ainda mais a degradação".

Quando questionado sobre a seriedade da ideia de mandar abaixo o edifício, o arquitecto reforça a intenção. "Em vez de se deixar o tempo demoli-lo, ao menos devia tomar-se a iniciativa para demolir e poupar trabalho ao tempo".
Diz não estar triste com o estado a que chegou o Pavilhão de Portugal. Diz que muitos dos seus edifícios já estão em ruínas. "Talvez seja culpa minha".
A obra de Lisboa, celebrada pela pala suspensa sobre uma praça, foi pensada sem um destino exacto. Tanto poderia albergar um conjunto de escritórios como um museu.

O pavilhão de Portugal custou 23,5 milhões de euros, agora ao abandono. Em 2010, foi classificado como monumento de interesse público, mas as portas estão fechadas ao público. com video

Uma obra megalómana há 13 anos à espera de ser útil
Edificado para a Expo’98, o edifício destinado ao pavilhão de Portugal deveria cumprir 3 funções no seu programa. Um espaço expositivo, um espaço de representação cerimonial e uma estrutura passível de desempenhar outras funções após o encerramento da exposição. Foram as linhas seguidas pelo autor, Siza Vieira, ao dividir o programa em dois espaços: um percurso expositivo interior e uma simbólica praça coberta, para os eventos oficiais.
Premiado pela sua arquitectura logo em 1998, classificado como Monumento de Interesse Público pelo IGESPAR em 2010, o edifício permanece hoje como destacado ponto turístico. A pala da praça coberta tornou-se um ex-líbris da nova cidade e as suas arcadas voltadas ao rio são usadas por turistas e transeuntes. O seu interior, desenhado por Souto de Moura, permanece contudo encerrado e sem uso desde 1998.
Os planos para a terceira fase contemplada no projecto foram já vários: Presidência do Conselho de Ministros, Museu de Arte Moderna, Agência Internacional para os Oceanos ou museu a designar, após a sua aquisição pela Câmara Municipal de Lisboa. Todos sem seguimento até hoje.

Propriedade da Parque Expo, S.A, a sua avaliação em 2004 foi de 20 milhões de euros, aquando do estudo de compra do edifício pela CML, mas a dívida prévia de 140 milhões da Câmara Municipal de Lisboa à Parque Expo liquidou o negócio. Apenas exposições esporádicas têm utilizado o edifício. Notícias recentes referem já um novo projecto de utilização “cultural e multidisciplinar” integrado na oferta turística da zona.
Será talvez um futuro para uma caixa oca, em processo de degradação do seu interior, após 13 anos sem uso. Monumento simbólico do evento que acolheu, o pavilhão de Portugal é por enquanto apenas outro cenário para postais.

Mais exemplos de despesismo e má gestão, que sustentamos
  1. As 10 câmaras mais endividadas
  2. O caso da piscina de Braga.
  3. O caso dos candeeiros do Siza Vieira
  4. O caso do pombal escolar
  5. O caso da casa de cinema
  6. O caso do pavilhão de Viana
  7. O caso das pistas para carros 
  8. O auditório de Viana 
  9. As piscinas da Azambuja
  10. O caso da Parque escolar 
  11. Piscina dos Olivais. 
  12. António Costa, faz mas desfaz?
  13. O caso do Novo edifício da Policia Judiciária em Lisboa. A segunda tentativa.
  14. Mais piscinas sem nadadores, só para fazer dinheiro?
  15. Parque empresarial... sem empresas? 
  16. O despesismo do poder local
  17. Relvados de Braga
  18. Império de Braga
  19. Luxos de Braga
  20. Seixal generoso
  21. Ajudar amigos
  22. As birras 
  23. O abuso
  24. O abuso continua
  25. Vinhos, festas e afins 
  26. Festas e festejos 
  27. Computadores de diamante?
  28. O caso da Madeira
  29. O exagero
  30. Enriquecer amigos
  31. Aeroporto de Beja, ás moscas
  32. As derrapagens criminosas
  33. Madeira, por ser pobre, recebe subsidio de insularidade? Pago pelos continentais?



Vai ser necessário um segundo resgate que nos salve do primeiro e nos ajude a criar condições para que, dentro de dois anos, possamos pedir o terceiro.


"Basta olhar para nós. Tudo está ao contrário, está de cabeça para baixo. 
Os médicos destroem a saúde, os advogados destroem a justiça, as universidades destroem o conhecimento, os governos destroem a liberdade, a grande comunicação social destrói a informação e as religiões destroem a espiritualidade".  Michael Ellner

A ironia que expõe o ridículo e a incompetência dos que nos desgovernam há décadas, por Ricardo Araújo Pereira

"Uma vez que não chegavam à Grécia Antiga notícias do Portugal Moderno, Aristóteles entreteve-se a formular, sem qualquer remorso intelectual, o princípio da identidade. Uma coisa é o que é, disse ele com leviandade e desfaçatez.
2400 anos depois sabemos que, em Portugal, uma coisa raramente é o que é.
O ajustamento desajusta, o irrevogável revoga-se, a requalificação não requalifica, o resgate não resgata e no dia do regresso aos mercados não se regressa aos mercados.
Deve ser bem pouco estimulante viver num mundo em que as coisas são meramente o que são.
Mas nós, que vivemos num mundo em que as coisas são outras coisas, não temos sabido aproveitar essa sorte. Quando a própria realidade é troca-tintas, a vida torna-se uma questão de perspectiva. E cada um pode escolher a que lhe serve melhor.
Por exemplo, o BPN não é o pior banco português, é o melhor. Em toda a história da banca portuguesa, foi a única instituição a merecer a confiança de todos - mesmo todos - os portugueses. Não há nenhum português que não tenha dinheiro depositado no BPN. Sem grandes campanhas publicitárias nem ofertas mirabolantes, conseguiram que todos os portugueses pusessem lá dinheiro. Em vez de condená-los, vamos aprender com eles.
O mesmo se passa com o chamado segundo resgate. Há dois anos, o País não conseguia baixar o défice nem controlar a dívida. Veio o primeiro resgate, fizemos sacrifícios históricos, e hoje não conseguimos baixar o défice nem controlar a dívida. Portanto, é necessário um segundo resgate que nos salve do primeiro e nos ajude a criar condições para que, dentro de dois anos, possamos pedir o terceiro.
Ora, o que eu proponho é que, falhado o programa de ajustamento, Portugal não peça agora um segundo resgate, mas sim o terceiro.
São só vantagens: ninguém estranha, porque toda a gente sabe que não somos muito bons com números; evitamos a aborrecida discussão sobre os malefícios do segundo resgate, uma vez que afinal é o terceiro; transformamos os resgates num hábito. Deixam de ser uma grave situação anormal e passam a ser um procedimento financeiro de rotina. É tempo de investir naquilo em que somos bons, e nós somos bons a falhar metas e a pedir resgates. Acumular resgates não é sintoma de falhanço económico, é gosto pelo coleccionismo. E as colecções são valiosas. Quem sabe se, no futuro, um daqueles milionários chineses não deseja comprar-nos a colecção de resgates por um balúrdio? Seria a salvação do País. Depois, bastava investir essa fortuna num banco e em várias PPP, e a seguir começar tudo de novo. E ainda dizem que não há alternativas."
Ricardo Araújo Pereira







General da Força Aérea arrasa Ministro da Defesa


        

Ex..º Sr. General Chefe do Gabinete de S. Ex.ª o Ministro da Defesa Nacional, Caro camarada:

Apresento a V. Ex.ª os meus cumprimentos.
Tomo a liberdade de me dirigir a V. Ex.ª para lhe solicitar que transmita a S. Ex.ª o Sr. Ministro a minha indignação relativamente à forma pouco respeitosa e mesmo insultuosa como se referiu às Forças Armadas, aos militares e às suas Associações representativas, no passado dia 1 de Fevereiro. De todos os governantes, o Ministro da tutela era o último que deveria proferir palavras dessa estirpe.
Sou Tenente-General Piloto-Aviador na situação de Reforma, cumpri 41 anos de serviço efectivo e possuo três medalhas de Serviços Distintos (uma delas com palma), duas medalhas de Mérito Militar (1.ª e 2.ª classe) e a medalha de ouro de Comportamento Exemplar. Servi o meu País o melhor que pude e soube, com lealdade e com vocação, sentimentos que S. Ex.ª não hesita em por levianamente em causa. Presentemente, faço parte com muito orgulho, do Conselho Deontológico da Associação de Oficiais das Forças Armadas.
Diz o Sr. Ministro que “a solução está em todos nós. Em cada um de nós”. Não é verdade! A solução está única e exclusivamente na substituição da classe política incompetente que nos tem governado (?) nos últimos 25 anos, e que nos tem levado, de vitória em vitória, até à derrota final! Os comuns cidadãos deste País, nomeadamente os militares, não têm qualquer responsabilidade neste descalabro. Como disse o Sr. Coronel Vasco Lourenço no seu livro, “os militares de Abril fizeram uma coisa muito bonita, mas os políticos encarregaram-se de a estragar…”
Diz também S. Ex.ª que as Forças Armadas estão a ser repensadas e reorganizadas. Ora, se existe algo que num País não pode ser repensado nem modificado quando dá jeito ou à mercê de conjunturas desfavoráveis, são as Forças Armadas, porque serão elas, as mesmas que a classe política vem sistematicamente vilipendiando e ultrajando, a única e última Instituição que defenderá o Estado da desintegração.
Fala o Sr. Ministro de algum descontentamento protagonizado por parte de alguns movimentos associativos. Se S. Ex.ª está convencido que o descontentamento de que fala se limita a “alguns movimentos associativos”, está a cometer um erro de análise muito sério e perigoso, e demonstra o desconhecimento completo do sentir dos homens e mulheres de que é o responsável político. Este descontentamento, que é geral, não tenha dúvida, tem vindo a ser gerado pela incompetência, sobranceria, despudor e, até, ilegalidade com que sucessivos governos têm vindo a tratar as Forças Armadas. É a reacção mais que natural de décadas de desconsiderações e de desprezo por quem (é importante relembrar isto) vos deu de mão beijada a possibilidade de governar este País democraticamente!
As Forças Armadas não querem fazer política! Não queiram os políticos, principalmente os mais responsáveis, “ensinar” aos militares o que é vocação, lealdade, verticalidade e sentido do dever. Mesmo que queiram, não podem fazê-lo, porque não possuem, nem a estatura nem o exemplo necessários para tal.
Quem tem vindo a tentar sistematicamente destruir a vocação e os pilares das Forças Armadas, como o Regulamento de Disciplina Militar, destroçado e adulterado pelo governo anterior? Quem elaborou as leis do Associativismo Militar, para depois não hesitar em ir contra o que lá se estabelece? Quem tem vindo a fazer o “impossível” para transformar os militares em meros funcionários do Estado? Apesar disso, tem alguma missão, qualquer que ela seja, ficado por cumprir? Fala S. Ex.ª de falta de vocação baseado em que factos? Não aceita S. Ex.ª o “delito de opinião”?
Não são seguramente os militares que estão no sítio errado!
Por tudo o que atrás deixei escrito, sinto-me profundamente ofendido pelas palavras do Sr. Ministro.

Com respeitosos cumprimentos de camaradagem

EDUARDO EUGÉNIO SILVESTRE DOS SANTOS
Tenente-General Piloto-Aviador (Ref.) 000229-B

P.S. – Informo V. Ex.ª que tenho a intenção de tornar público este texto.



Um desfile de despesismo para favorecer empresas amigas e lesar o interesse nacional.



Este video é um verdadeiro desfile de despesismo. Compila os vários escândalos sobre o que se fez na parque escolar... incluindo o escandaloso segredo (poucos sabem e muitos não querem saber) de que Sócrates colocou as escolas a pagar rendas à empresa PE, e Três quartos das escolas secundárias vão sair do património do Estado!!!???
Deixou também as escolas com despesas que não conseguem pagar. Mais uma brilhante manobra do genial Sócrates. Uma sangria que o governo actual também não detém.



QUE RAIO DE PAÍS ESTE QUE ESTÁ CHEIO DE FÃS DO SÓCRATES? OU DO COELHO? DIVULGUEM ESTE ESCÂNDALO PARA VER SE O POVO ACORDA... SÓCRATES COLOCOU AS ESCOLAS A PAGAR RENDAS... JÁ ANTES TINHA COLOCADO OS HOSPITAIS. 
@- "Três quartos das escolas secundárias vão sair do património do Estado  Empresa pública será proprietária de inúmeros terrenos que poderão ser alienados de forma mais fácil a partir do momento em que saírem do património do Estado. Todas as escolas que estiveram, estão ou virão a estar em obras, no âmbito do programa de modernização dos seus edifícios tutelado pela Parque Escolar, vão deixar de integrar o património do Estado para passar a ser propriedade daquela entidade pública empresarial, indicou ao PÚBLICO o seu presidente, João Sintra Nunes."
(clique na imagem para ampliar)
Quem não gostava de ter um Lexus?
Relatório de contas da PE
@- NO VIDEO Denuncia-se favoritismo de empresas de engenheiros e arquitectos,
contornaram e ignoraram as leis dos concursos de adjudicação de obras, assim como o Tribunal de contas.
Luxos que ofendem os portugueses, por ex. escolas com ar condicionado apenas usados em hotéis de 5 estrelas, barracos de 85 m2 que custaram 300 mil euros, e onde já chove. Demoliram edifícios ainda em bom estado, deitaram ao lixo material melhor do que o usado nas outras escolas... etc etc
SÓ VISTO PORQUE CONTADO NINGUÉM ACREDITA... FOI UMA FESTA, garantiu a ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues... e que grande festa!!
MAIS UM BURACO que ajudou a afundar Portugal, e serviu para oferecer luxos desmedidos a algumas poucas escolas, enquanto muitas nem o básico possuem...
Uma verdadeira ofensa À DEMOCRACIA E À IGUALDADE.
Uma verdadeira ofensa aos pais que pagam tudo isto e vêem os seus filhos a ir para escolas degradadas, sem wc, sem ginásio, sem tecto, sem janelas, enfim , todos conhecemos casos assim. ARTIGO COMPLETO 
@- Multa de 7 mil euros por prejuízos de 545 milhões de euros, dos portugueses. Justiça?!!?? Artigo completo.
@- "Parque Escolar tem evitado aplicar as normas de transparência previstas na lei  Vinte por cento dos projectos de arquitectura já adjudicados estão concentrados em 12 gabinetes. Presidente da empresa reconhece injustiças no programa. Através do recurso a três decretos-leis que contêm disposições contrárias, a empresa pública Parque Escolar tem restringido a aplicação das normas que, naqueles diplomas, visam acautelar a transparência e as regras da livre concorrência na contratação pública feita por ajuste directo." 
@- Paulo Morais explica o abuso o "erro" colossal! Terá sido erro? Claro que esta gente não erra.
"Parque Esfolar