Portugal paga muito bem, para nos falirem.

Portugal paga para nos falirem.
Mais um exemplo dos "bons profissionais" que temos no governo, em Portugal,  é este caso. Regabofe.
Christine Lagarde, a nova Directora do FMI, receberá mais 10% que Dominique Strauss-Kahn, mas mesmo assim menos que o presidente da Caixa Geral de Depósitos, entre outros gestores portugueses, pelo que a senhora ainda está mal paga pelo padrão de Portugal. 
"A nova directora do FMI, Christine Lagarde, vai ter um rendimento anual líquido de 323 mil euros, a que se somam 58 mil euros para gastar em despesas. O total de 381 mil euros anuais que Lagarde vai receber (salário mais despesas) é um aumento de 11 por cento relativamente ao que recebia Dominique Strauss-Kahn." fonte
Esta senhora se realmente quer um futuro brilhante, que estabeleça amizades com o governo português para descobrir o que é ganhar bem. Em Portugal há sempre lugar e dinheiro para mais um, logo que seja amigo do politico certo.
Em Portugal a meritocracia tem sido apanágio de apadrinhamentos e cunhas, porque desde que me conheço os regimes têm sido fracos... ou muito fracos.
As coisas em Portugal que espantam, não são apenas os ordenados chorudos que superam os de muitas figuras de proa na Europa e mundo, mas o facto de mesmo assim, tendo tantos banqueiros e gestores tão bem pagos, que supostamente devem ser muito cobiçados pelo mundo, não se percebe como é que Portugal está tão desesperadamente falido. Ou talvez se perceba.
Ora aí está um bom sítio onde podemos fazer poupanças. Sem risco de perder nada...apenas ganhar.

Para que conste, retirado do site da CGD, referente a 2009 (não divulgaram os valores de 2010 nem de 2011...):
Presidente CGD - Regalias e folias
Remuneração base: 371.000,00€;
Prémio de gestão: 155.184,00€;
Gastos de utilização de telefone: 1.652,47€;
Renda de viatura: 26.555,23€;
Combustível: 2.803,02€;
Subsídio de refeições: 2.714,10€;
Subsídio de deslocação: 104,00€;
Despesas de representação: cartão de crédito onde "apenas" são consideradas despesas decorrentes da actividade devidamente documentadas com facturas e comprovativos de movimento - não quantificado...

Em suma, apenas com o vencimento base e o prémio de gestão, foram 526.184,00€!!! (a Directora do FMI foram 381€ já com despesas de representação) e depois ainda há uns gastos com telefones, combustíveis, etc., para além de um cartão de crédito de valor não quantificado!
Palavras para quê?
Portugal tem muitos ricos,  mas todas pagos com o roubo do dinheiro do povo.

AS REGALIAS E FOLIAS DE UM PAÍS FALIDO
É preciso que se saiba"... que os portugueses comuns (os que têm trabalho) ganham pouco mais  de metade (55%) do que se ganha na zona euro, mas os nossos gestores recebem, em média:
- mais 32% do que os americanos;
- mais 22,5% do que os franceses;
- mais 55 % do que os finlandeses;
 

- mais 56,5% do que os suecos"
(dados de Manuel António Pina, Jornal de Notícias, 24/10/09)

O nosso Governador do Banco de Portugal ganha mais que o seu homólogo Americano, do Tesouro Americano... mais que o Presidente Barak Obama!É esta a nossa dimensão? Somos o país com os melhores gestores??


Políticos a favor de facilitar o roubo público. Aprovadas leis que lesam a transparência.

Políticos a favor do roubo públicoAparentemente os políticos continuam empenhados em fazer de Portugal um mundo só seu, um paraíso jurídico que tudo lhes permite. As leis, pouco a pouco, desenham-se num esboço do que será o futuro de Portugal 
Paulo Morais, mostra de que forma se legisla, a favor de poderes obscuros, a favor de promiscuidades e impunidades.
APROVARAM AUMENTAR, SIMULTANEAMENTE
- o valor dos ajustes directos ( permite fazer contratos com empresas sem concurso e sem consulta)
- o valor permitido no financiamento a partidos, agora também pode ser em espécie ( impossível de quantificar. As empresas ajudam, para depois  receberem "ajudas/favores", com dinheiro do estado claro)
- Resumindo...  aprovaram leis onde, numa espécie de simbiose, se aumenta o que as empresas podem dar aos partidos, e simultaneamente, aumenta-se a margem e a liberdade do que os políticos dispõem para retribuir, nos ajustes directos. Assim é um dar e receber mais generoso.
Lei aprovada... Alguém te consultou? É o paga e cala.

"A lei de financiamento de campanhas já favorecia - e de que maneira! - a promiscuidade entre os negócios e a política. Mas a recente decisão do Governo de aumentar os montantes dos ajustes directos permitidos a governantes e autarcas constitui um verdadeiro convite ao roubo.
A legislação que regulamenta o financiamento partidário, promulgada há escassos meses, veio autorizar donativos em espécie. Os amigalhaços do partido poderão doravante pagar cartazes, umas jantaradas e até financiar umas viagens. Os valores considerados são impossíveis de quantificar e abrem a porta a todo o tipo de troca de favores e tráfico de influências. Porque os financiadores querem obviamente contrapartidas, é até legítimo que assim seja. Mas como os partidos não dispõem de meios próprios, só podem garantir essas contrapartidas com vantagens concedidas à custa de recursos e dinheiros públicos, que assim são desbaratados. No fundo, quem paga esta orgia somos todos nós.
Quando parecia que o cenário já não poderia degradar-se mais, eis o cúmulo dos cúmulos.
O Governo aprovou o decreto-lei que alarga os montantes dos ajustes directos permitidos a governantes e autarcas, garantindo assim aos partidos meios milionários (públicos!) para que estes favoreçam os empresários seus financiadores. Com as novas regras, um director-geral pode autorizar despesas até 750 mil euros, sete vezes mais do que até agora. Um ministro poderá atingir os 5,6 milhões. Um presidente de Câmara poderá autorizar até 900 mil euros, contra os anteriores 150 mil.
Um fartar vilanagem! As entidades públicas serão livres de escolher os fornecedores que muito bem entendem, no secretismo dos gabinetes, sem recurso a qualquer concurso público.
Esta recente decisão do Governo, já de si injustificável, revela-se intolerável em véspera de campanha eleitoral. Serve interesses obscuros e aumenta a opacidade. Até às eleições, as aquisições não justificadas, as encomendas de mercadoria inútil, o favorecimento a privados por despacho, não terão conta. Gastar muito, depressa e sem controlo será a regra." Paulo Morais, in JN
22 de Março de 2011, nas vésperas do governo se demitir mas a tempo das eleições, um substancial aumento dos limites dos ajustes directos.

Mais 750% Mais 600%, bastando considerar que é uma obra pública urgente Mais 150%. 5.6 milhões de euros sem concurso… é uma festa! Mais 150%. Mas porque é que o PM precisa de fazer ajustes directos até 11.2 M€?

E qual é a explicação dada pelo Ministério das Finanças? Que apenas se limitou a actualizar tectos que vinham de 1999 (no novo decreto conclui-se que se referem ao Decreto -Lei n.º 197/99, de 8 de Junho ) quando nem sequer existiam os ajustes directos introduzidos pelo governo de Sócrates em Dezembro de 2008! E que os ajustes directos não aumentam a despesa porque os limites orçamentais se mantêm. Como se fosse isto o que estivesse em causa (os ajustes directos não garantem que ganhe a melhor relação preço/qualidade).

Mas há mais.
Há casos em que simplesmente se podem fazer ajustes directos sem limites máximos. Dependendo do caso concreto, estão nesta situação:
os ministros;
o primeiro-ministro;
o Conselho de Ministros;
as câmaras municipais;
as juntas de freguesia;
os órgãos executivos das associações de autarquias locais;
os órgãos hierárquicos máximos dos serviços centrais das associações públicas;
os órgãos hierárquicos máximos das fundações públicas.

Com valores diversos, também podem fazer ajustes directos:

os conselhos directivos dos institutos públicos;
directores regionais ou equiparados;
órgãos hierárquicos máximos de serviços periféricos de cada ministério;
directores de departamento municipal;
directores municipais;
presidentes de câmara ;
conselhos de administração dos serviços municipalizados;
associações públicas.

Isto significa que os ajustes directos passam a ser a forma principal de contratação do Estado. Em plena contradição com o objectivo apresentado por Sócrates em 2008 , a saber:
«Decreto-Lei que estabelece medidas excepcionais de contratação pública, a vigorar em 2009 e 2010, destinado à rápida execução dos projectos de investimento público considerados prioritários.» (comunicado do Conselho de Ministros em 2008).

Portanto, de uma forma bem clara, desde o primeiro-ministro até uma simples junta de freguesia, toda a empresa que não esteja nas boas graças do Estado (leia-se, do partido que governe) não verá tostão em ajustes directos.
Os ajustes directos são uma total distorção do mercado e uma forma de financiamento partidário, pois não ganha o mérito mas sim as empresas amigas. Os concursos, antes dos ajustes directos, também não eram poços de virtudes. Por exemplo, quantas vezes não incluíram cláusulas que só determinado concorrente poderia satisfazer? E quantas vezes não houve propostas tão baixas que se outro ganhasse estava tramado por não ter margem de lucro? Mas depois o vencedor, por artes mágicas, via-se contemplado com um rico lote de trabalhos adicionais. Mas ao menos havia a figura do recurso da decisão. Com os ajustes directos, desaparece toda a lógica de ganhar pelo mérito. E o que é que há-de dar o ajuste directo a uma empresa em vez de o dar a outra? Pois.
Leituras:
O novo decreto dos ajustes directos: Decreto-Lei n.º 40/2011 de 22 de Março
Ajuste directo: Governo finta limites - Transparência na AP: parte 1, parte 2,

Cortar nas despesas dos políticos e amigos? Nunca!!
  1. Fundações
  2. Viagens
  3. Os protegidos
  4. Os albergues
  5. Na corrupção
  6. Nos boys
  7. Eles estão bem unidos no saque
  8. Ainda não se cansou do jogo deles?
  9. A justiça que eles não querem fazer
  10. Mas também mexeram na lei das ajudas dos privados, para facilitar a corrupção.
  11. Eles defendem-se bem.

GRÉCIA AFUNDA-SE E GOVERNO PORTUGUÊS OBRIGA-NOS A SEGUIR O MESMO CAMINHO.

AUSTERIDADE grécia afunda
ISTO É PARA CONTINUAR ? ATÉ ONDE? 
Miguel Sousa Tavares afirmou que o que o governo nos pede é que Portugal se deixe morrer e daqui a 2 anos terá de ressuscitar!
Este pedido, vindo de uns senhores em quem supostamente devemos confiar cegamente, deixa transparecer  um quadro hipotético que vai contra qualquer lógica e todas as expectativas.
Se o governo pretende que o povo aceite, pacificamente o sufoco até á morte da economia portuguesa, como poderá ela erguer-se das cinzas?
Principalmente se tivermos em conta que nem no seu estado actual, ou no anterior, tivemos a capacidade de curar a nossa economia, mesmo quando estava apenas enfraquecida e doente. O que levará estes nossos governantes a crer que, aqueles que não tem poder de curar um doente irão ter o poder de ressuscitar um defunto??? 
Nada... Nada faz crer que isso venha a ser possível... estamos condenados, verdadeiramente condenados a cair no buraco onde já se afunda a Grécia... um buraco triste, profundo e irreversivel. No entanto os nossos governantes, aqueles em quem confiamos, sabem que eles estarão acima de qualquer perigo de miséria, acima de qualquer suspeita de incompetência, nenhum tribunal os julgará por destruírem milhões de famílias e uma nação,  no entanto julgam-se no direito de exigir ao povo que permita esta "experiência"  macabra e que alinhe num homicídio irreversível.
São estes senhores políticos que serão os primeiros a arrecadar dinheiro quando ele escassear, cargos quando já não houver emprego, a abandonar o barco quando se afundar, e a sacudir a culpa para governos anteriores e seguintes, como sempre tem sido.
Nós portugueses vamos aceitar que estes senhores emagreçam o povo até ao limite (cortes, impostos) que anulará o consumo, e toda a economia será reduzida a sombras e fantasmas.
O país terá apenas empregos em cargos do estado e sustentar-se-á com impostos dos trabalhadores do estado. Fará algum sentido? Claro que não faz sentido... quando acabarem os dinheiros que nos injectam do exterior, irá ser assim que funcionará o país.
Tudo isto porque a contrastar com a AUSTERIDADE EXIGIDA AO POVO temos a bonança ofensiva de que gozam os nossos políticos, esses senhores que vivem num mundo cerrado onde não há cortes, nem impostos, nem crise, nem fome, nem desemprego.


PORTUGAL TEMOS QUE COMEÇAR AGORA A DIZER NÃO... ANTES QUE SE PERCA TODA A AUTONOMIA.
A GRÉCIA MOSTRA-NOS O QUE NOS ESPERA E MESMO ASSIM SOMOS GUIADOS ATÉ LÁ COMO CARNEIROS MANSOS?
TEMOS QUE EXIGIR O FIM DESTES GOVERNOS PARASITAS. FIM DOS CORTES AO  POVO.
MAS A ENGORDA ESTÁ PREVISTA CONTINUAR
(SE ESTAS MEDIDAS FOSSEM APLICADAS, NINGUÉM QUERIA SER POLITICO, QUAL É A PIADA DE SER POLITICO SEM ESTAS VANTAGENS TODAS?)
Medidas de austeridade na França e Itália penalizam políticos e banca, ao contrario de Portugal
Gastar em grande.

A GRÉCIA NA FASE QUE NOS ESPERA A NÓS PORTUGUESES  "Nós chegamos ao nosso limite de resistência e, o que é pior, não há um vestígio de esperança", afirmou Stathis Anestis, porta-voz da GSEE. "Queremos enviar a mensagem de que essas políticas de austeridade têm sido uma catástrofe para a Grécia."O Governo grego, pressionado pelos credores internacionais, enviou este mês ao Parlamento propostas para cortar empregos e salários no setor público, reduzir as reformas mais altas, acabar com direitos coletivos de algumas categorias e impor novos impostos aos contribuintes, entre outras medidas.Domingo, líderes europeus vão trabalhar visando uma solução abrangente para a crise da dívida do bloco. O grupo deverá também decidir se disponibiliza mais uma parcela de ajuda para a Grécia. O país necessita receber 8 mil milhões de euros da UE e do FMI nas próximas semanas, ou o governo de Atenas, segundo alegou, ficará sem fundos em meados de novembro. FONTE

Corrupção, a criar pobres excêntricos todos os dias.

Corrupção, a criar pobres

Paulo Morais, é peremptório, quando afirma que só há uma forma eficaz de combater a pobreza que se alastra em Portugal;
"Talvez por cá, como no Mundo, a melhor forma de combater a crise seja começar por travar um combate, sem tréguas, à corrupção."

Acho que se torna cada vez mais óbvio que a corrupção é a principal responsável pelo aumento do número de pobres, e pelo crescente enriquecimento dos mais ricos, já que é através da corrupção que se canalizam os recursos destinados ao país e a todos, para os bolsos de apenas alguns.
"Talvez o verdadeiro combate à fome tenha sucesso quando as Nações Unidas trocarem os programas de apoio alimentar por estratégias efectivas de combate à fraude."

Os boys de Portugal ganham mais que os bosses dos USA

Acorda Portugal

Email enviado ao blog 
"O que mais me surpreende, é a passividade que nós portugueses temos em relação aos nossos políticos, e ao governo.
Somos todos passivos e omissos.
Viva Portugal, o país dos quatro F`s
F - futebol
F - fátima
F - fado
F - floribela
Acordem portugueses !!
Verá que estes "MENINOS" sentirão a falta do seu voto.
Nossos políticos agem como se Portugal fosse um país rico, é muito fácil fazer caridade com o dinheiro dos contribuintes.
E nós como sempre, ficamos em ultimo lugar na lista de prioridades.
DIVULGUEM ESTE E-MAIL A TODOS OS SEUS AMIGOS E FAMÍLIA. MOBILIZEM-SE ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS PARA NOSSA DEMOCRACIA E PÁTRIA
ABAIXO ALGUNS TEXTOS INTERESSANTES PARA DEMONSTRAR UM POUCO O QUE SERÁ O FUTURO
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O que é isto ?
- Não, não é a América Latina, nem Angola. É Portugal no esplendor do gamanço e da cunha !!!

SALÁRIOS E REFORMAS DOURADAS NO BANCO DE PORTUGAL JANEIRO 2008
O Conselho de Administração do Banco de Portugal, composto por seis membros, que auferem salários anuais de 1,596 milhões de euros anuais ( uma média de 266 mil euros por ano ).
A este valor médio de 266.000,00 euros por ano, acresce: cartão de crédito para despesas de representação, telemóveis, viagens, carro topo de gama com motorista e segurança privada a tempo integral, etc, etc, etc ………………
A estas benesses, acresce também o facto destes senhores, no fim do mandato no Banco de Portugal, terem " direito " a uma pensão de reforma integral ( mesmo que só tenham passado 4 ou 5 anos no cargo ). Uma reforma dourada que não é acessível a mais nenhum reles mortal CONTRIBUINTE PORTUGUES.
Agora vamos aos nomes e salários pagos a estes " senhores ", tenho que ter cuidado para não dar os nomes que gostaria de chamar-lhes ( não vão estes cabrões ainda me processar por ter ofendido a honra deles – coisa que de certeza não tem !!!!!!!!!!! ).

Vitor Constâncio
Rendimentos em 2006 – 282.191,00 euros
José Agostinho Martins de Matos
Rendimentos em 2005 – 244.536,00 euros
Pedro Duarte Neves
Rendimentos em 2006 – 254.586,00 euros
Jose Silveira Godinho
Rendimentos em 2005 – 364.184,00 euros ( Salário Administrador Banco de Portugal + pensão Banco de Portugal de 139.550,00 euros).
Manuel Sousa Sebastiao
Rendimentos em 2006 – 226.081,00 euros
Vitor Manuel Pessoa
Rendimentos em 2006 – 225.240,00 euros (  Salário Administrador Banco de Portugal + pensão de 30.101,00 euros )
Em comparação com outros países, temos que na América ( EUA ), o Presidente da Federal Reserve Board - Ben Shalom Bernanke, que tem formação acadêmica na Universidade de Havard, Massachussets Institute de Stanford, New York University, Princeton Universit, entre outras mais, ganha miseravelmente uns 126.938,80 euros anuais. País pobre ! Caramba.
Nossos administradores do Banco de Portugal " merecem a melhor remuneração ", pois devem ter melhor preparação, e superior formação académica.

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BANCO DE PORTUGAL
Tutelado pelo Ministério das Finanças, o Banco de Portugal tem 1687 " trabalhadores / tachos ". O Banco de Portugal é responsável pela regulação e supervisão das instituições financeiras, e não divulgou o orçamento que teve em 2007, nem tampouco o que tem para 2008. EXPRESSO 08/03/2008
NÓS CONTRIBUINTES PORTUGUESES, NÃO PASSAMOS DE ESCRAVOS 
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PORTUGAL ESTÁ A SAQUE, VEJAM OS TACHOS QUE OS POLÍTICOS ARRANJAM, COM A CUMPLICIDADE DA BANCA. TODOS ESTES TACHOS JÁ FORAM PAGOS, E BEM PAGOS POR TODOS OS CONTRIBUINTES PORTUGUESES, COM A CRIAÇÃO DE: ZONAS FRANCAS EM Isenções DE TAXAS E IMPOSTOS, E INCENTIVOS DE IRC AO SISTEMA BANCÁRIO PORTUGUÊS.
É TUDO DELES, MANDAM NA POLITICA NA BANCA NAS EMPRESAS FAZEM O REGABOFE TODO EM COMPADRIO
* Fernando Nogueira, Ministro da Presidência, Justiça e Defesa Portuguesa / agora é Presidente do BCP Angola.
* José de Oliveira e Costa, Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais / agora é Presidente do Banco Português de Negócios (BPN)
* Rui Machete, Ministro dos Assuntos Sociais / agora è Presidente do Conselho Superior do BPN + Presidente do Conselho Executivo da FLAD
* Armando Vara, Ministro adjunto do Primeiro Ministro / agora é Vice-Presidente do BCP, antes foi Administrador da CGD com 20.000,00 euros por mes.
* Paulo Teixeira Pinto, Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros / olha onde este  esteve --- Presidente do BCP (Ex. -Depois de 3 anos de "trabalho", Saiu com 10 milhões de indemnização !!! e mais 35.000€ x 15 meses por ano até morrer…) Falir a SS...
* António Vitorino, Ministro da Presidência e da Defesa / onde esteve e onde está agora / - Vice-Presidente da PT Internacional - Presidente da Assembleia Geral do Santander Totta - (e ainda umas "patacas" como comentador RTP)
* Celeste Cardona, Ministra da Justiça / onde está agora / - Vogal do Conselho de Administraçao da CGD , com um salário mensal de 17.000,00 euros.
* José Silveira Godinho, Secretário de Estado das Finanças / agora /
- Administrador do BES
* João de Deus Pinheiro, Ministro da Educação e Negócios Estrangeiros de Cavaco Silva/ agora - Vogal do CA do Banco Privado Português.
* Elias da Costa, Secretário de Estado da Construção e Habitação / agora / - Vogal do CA do BES
* Ferreira do Amaral, Ministro das Obras Públicas (que entregou todas as pontes a jusante de Vila Franca de Xira à Lusoponte) / agora / - Presidente da Lusoponte, com quem se tem de renegociar o contrato da nova ponte sobre o Tejo.
* Manuela Ferreira Leite, Ministra da Economia / está agora / no Banco de Portugal, com um Tacho Dourado.
* Antonio Guterres, ex-primeiro ministro / tem um tacho permanente na CGD / agora está na ONU / e regressará um dia, " triunfante ", para o Tacho Dourado na Caixa Geral de Depósitos.
ETC, ETC, ETC.........................................

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TACHOS DOURADOS NA REDE ELETRICA NACIONAL 2006
Recebi juntamente com o jornal que adquiro diariamente, um exemplar do Relatório e Contas - 2006 - da REN - que brevemente avaliei e com especial interesse...as remunerações dos membros do Conselho de Administração.
Para o efeito (e os dados são publicitados como manda a Lei), de pg.s 127/8 podem retirar-se as seguintes conclusões:

1 Presidente Eng.º José Penedos (Partido Socialista)
4 Vogais (Vítor Baptista, Aníbal Santos, Henrique Gomes e Soares de Pinho)
Remunerações (anuais) do Presidente :
"Venc. base" 272 658
Plano comp. de reforma 45 443
Subs. alimentação 2 238
Desp. representação 8 529
Total geral = 328 868 (Euros)
Média mensal = 27 405 (Euros) «» 5 495 contos !
Remunerações (anuais ) de cada um dos 4 Vogais):
"Venc. base" 172 205
Plano comp. de reforma 28 701
Subs. alimentação 2 238
Desp. representação 8 529
Total geral = 211 673 (Euros)
Média mensal = 17 639 (Euros) «» 3 536 contos
Complementarmente...

"O Presidente e os Vogais têm direito à utilização de viatura da empresa, com um plafond de 75 mil euros e 65 mil euros, respectivamente, em relação ao qual não beneficiam do direito de opção de compra, nos termos da Resolução do Conselho de Ministros n.º 121/2005."
Presidente da Ren - vencimento anual = 328.868,00
4 vogais da administraçao = 211.673,00 x 4 = 846.692,00
TOTAL ANUAL = 1.175.560,00 EUROS
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ERSE – ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS
Tutelado pelo Ministério da Economia, tem 63 colaboradores. O orçamento de 2008, é de 8,1 milhões de euros, e o Conselho de Administração é nomeado por um período de cinco anos, renovável uma vez. Tal como acontece na Anacom, o salário mensal do Presidente da Erse " Vitor Martins " é de 16.300,00 euros mensais. EXPRESSO 08/03/2008
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ANACOM – AUTORIDADE NACIONAL DE COMUNICAÇÕES
Teve um orçamento de 60,7 milhões de euros em 2007, e emprega 400 pessoas ( tachos ).
Dedica-se à supervisão e fiscalizaçao no terreno do sector das comunicaçoes. É tutelado pelo ministério da obras públicas. O mandato do conselho de adminstraçao dura cinco anos, e nao é renovavel. O vencimento mensal bruto do Presidente " Amado da Silva ", é de 16.300,00 euros mensais, equivalente ao vice-governador do Banco de Portugal. EXPRESSO 08/03/2008
QUATROCENTAS PESSOAS PARA NÃO FAZEREM NADA ¡!!!!!!
ABSTENÇÃO EM FORÇA, NAO VOTEM MAIS………..

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COMISSAO DO MERCADO DE VALORES MOBILIARIOS
Sao 163 os trabalhadores / tachos. A policia da bolsa, é responsavel pela supervisao e regulaçao dos emitentes, auditores, intermediarios financeiros e fundos, tem um orçamento para 2008 de 19,8 milhoes de euros. O Presidente Carlos Tavares teve um rendimento anual de 236,9 mil euros. EXPRESSO 08/03/2008

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ROUBAR PORTUGAL SEM DÓ NEM VERGONHA



VEJA O VIDEO - os números que mostram que existe crime na renegociação das PPP. Passaram de custo zero para custo de milhões, a encargo do portugueses. 
"Dando largas a uma veia vingadora, Medina Carreira afirmou que os governantes dos últimos anos deviam ser julgados em tribunal. (...) E, depois de ver a reportagem da TVI, a minha pergunta é só uma: no meio desta embrulhada de estradas e estradinhas, o Ministério Público não encontra nada de estranho? De um dia para o outro, concessões rodoviárias, que custavam nicles ao tesouro público, passaram a custar 600 milhões. Quem saiu beneficiado? Uma empresa do universo Mota-Engil, essa entidade omnipresente.
De um momento para o outro, o governo do eng. Sócrates e do dr. Paulo Campos mudou a lei para beneficiar objectivamente uma construtora em total prejuízo do nosso dinheiro público. Perante este facto objectivo, o Ministério Público não pode actuar, não pode perguntar, não pode indagar, não pode levantar o rabo da cadeira?
Como se isto não fosse suficiente, como se não bastasse o saque organizado ao nosso dinheiro, como se não bastasse a inacção do Ministério Público, ainda temos de aturar o dr. Paulo Campos. O autor moral desta governação-amiga-da-construtora-amiga está no parlamento, aliás, está nas comissões que tratam directamente de obras públicas. Ora, quando vejo este Paulinho do Alcatrão no meu parlamento soberano, confesso que sinto os vapores populistas a subirem-me pelo corpo acima. Quando oiço este indivíduo a abrir a boca para pedir a "defesa da honra", confesso que me sinto irmanado com o dr. Medina Carreira." fonte


Empresas parasitas onde a sustentabilidade ou o lucro, nunca serão uma meta.

Paulo morais
PAULO MORAIS A...
Portugal sujo bandeira

PAULO MORAIS, Visionário  numa luta quase solitária e inglória, expõe de forma coerente e sucinta, a forma como as empresas municipais servem apenas de albergues fantasmas de "boys", que favorecem negociatas e parasitam o país.  Defende que deveria exigir-se a essas empresas serem auto suficientes, caso contrário seriam extintas.

"As empresas municipais estão hoje completamente descredibilizadas. Na sua esmagadora maioria, delapidam recursos públicos, servem para distribuir empregos pelos "boys" dos partidos e até para favorecer umas negociatas. Em apenas dez anos de existência, acumularam milhares de vícios. Chegou pois a hora de moralizar o sector empresarial local, mantendo apenas aquelas entidades que cumpram um mínimo de requisitos.
Em primeiro lugar, qualquer empresa municipal deve atingir um volume de negócios significativo. Deve ter uma carteira de clientes, pagar a fornecedores, gerar emprego, representar um factor positivo na actividade do concelho em que se integre. No contexto actual, terão razão de ser empresas municipais de habitação responsáveis pela gestão de milhares de fogos, mas já não faz qualquer sentido manter estruturas cujo objecto de negócio seja apenas um pavilhão gimnodesportivo e uma piscina, como acontece por esse país fora.
Devem extinguir-se aquelas que não são mais do que serviços administrativos municipais mascarados, como é o caso das que apenas emitem licenças ou autorizações de construção.
Por último - e esta é a questão central! - uma empresa deve sobreviver se gerar lucro e não necessitar de subsídios ou indemnizações compensatórias. Uma empresa municipal à qual seja atribuída, por exemplo, a gestão de um parque habitacional, deve garantir que as receitas provenientes das rendas pagam a conservação e manutenção dos edifícios e das habitações, a gestão dos condomínios e os próprios custos de gestão.
 As empresas municipais que cumpram as condições acima devem dispor de uma gestão profissional, não podem acolher "boys" partidários e obrigam-se a entregar os seus lucros anualmente aos municípios, para além de manterem e valorizarem o património que têm sob a sua responsabilidade.
Cumprindo estes critérios, o sector empresarial municipal ficará reduzido a menos de dez por cento, mas Portugal ficará menos pobre. E mais sério." FONTE

Ter o estado como sócio tem os seus benefícios.

corrupção e injustiça
E parece que é para continuar este modus operandi que mina a economia nacional e desanima o povo. 
Empresas arruinadas e sem futuro, são absorvidas pelo estado, ou seja ficam para o povo pagar. 
Se der lucro fica para os sócios...se der prejuízo e dividas... fica para o estado. Estado é um protector piedoso de investidores incoerentes e ruinosos? Isto é democracia? Onde e como? O povo apenas é consultado para votar e encher os cofres.
E eis mais uma empresa para o estado assumir as dividas, os funcionários, os contratos e os prejuízos... que tudo indica continuarão a chegar. Nós povo, recebemos sempre o que há de melhor em cada negócio.
 "A assembleia da EDAB, aprovou ontem por unanimidade a dissolução da empresa, que vai ser liquidada.
“A comissão tem 60 dias para fazer a liquidação da EDAB, ou seja, avaliar o passivo, os ativos e as dívidas da empresa, e para apresentar à assembleia geral uma proposta de liquidação definitiva da empresa”, criada em 2000 para construir o aeroporto de Beja.
Jorge Pulido Valente, que é acionista e preside à assembleia geral da EDAB, mostrou-se preocupado “com o facto de a EDAB estar sem dinheiro para pagar os salários dos funcionários e assegurar as despesas correntes”. Os acionistas minoritários  defendem que, “terá que ser o Estado”, enquanto acionista maioritário, “a assumir o pagamento dos salários dos funcionários e as despesas correntes” da empresa.“Não faz sentido serem os outros acionistas, que não o Estado, a entrar com capital” para pagar os salários dos funcionários e as despesas correntes da EDAB, disse Jorge Pulido Valente."
 FONTE
"A Empresa de Desenvolvimento do Aeroporto de Beja já tinha cumprido a sua função - a construção do aeroporto civil - e as suas competências na dinamização daquela infra-estrutura já foram entregues à ANA Aeroportos, a quem está agora atribuída a sua dinamização e exploração comercial. É uma empresa que não deixa grandes saudades, sempre envolta nalguma paralisia e dificuldade de realização e que os seus próprios administradores consideravam não ter razoes para continuar." fonte

Finalmente, e como a dinamização e exploração do aeroporto se revelou um negócio condenado ao fracasso, ficou para a ANA. Assim não há problemas, mesmo que apenas dê prejuízo e não se vislumbrem lucros a curto ou a logo prazo, está cá o Zé Povinho que paga tudo sem refilar. Dinheiro do Povo nunca falha. 

POLÍTICOS AJUDAM A BANCA A ROUBAR O POVO. COMPADRIO CONVENIENTE.

Banco Central Europeu ladrão
Há pessoas que sabem que existem alternativas melhores para Portugal, mas menos vantajosas para a banca, que domina os políticos e, consequentemente escraviza os países.
Pessoas que sabem que negociar dividas pode ser um negócio justo para o povo ou lucrativo para a banca, mas nunca ambas. E como o povo não é ouvido em nada, nunca será o beneficiado.
Pessoas que sabem que os políticos obedecem á banca pois é nela que garantirão o futuro após a carreira politica. Políticos portugueses que vendem Portugal a esquemas, tem garantidos lugares ao Sol em cargos das várias organizações europeias, como Victor Constâncio no BCE.
Segundo Paulo Morais..."O Governo poderia colocar dívida no mercado interno, através de títulos do Tesouro, desde que estes fossem remunerados de forma atractiva.
Mas não...  opta por recorrer a empréstimos junto dos bancos, pagando-lhes juros de 6%, quando aqueles se financiam junto do Banco Central Europeu a 1%. A consequência imediata é a de que, por causa dos juros, o défice se agrava exponencialmente. E, além disso, escasseia o financiamento para as empresas. Seca-se assim o investimento privado, provocando uma recessão na economia.Os donos do regime, bancos e construtoras, exultam. Para garantir ao sector financeiro o negócio chorudo e sem risco que é o de financiar o Estado, aumenta-se o IVA e reduzem-se os salários a centenas de milhares de portugueses."
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Não existiu a preocupação de evitar a recessão da economia de Portugal, já que o negócio mais rentável da actualidade é ter países dependentes de empréstimos, países autónomos não enriquecem a banca especuladora.
Nesta explicação acessível e básica entenda como se escraviza um país e o seu povo, vergando-os aos interesses da banca. Produzir nunca será um objectivo... Importa apenas sustentar um juro especulador e manter o país dependente disso. 

BCE explicado para que todos percebam o que nos domina.
* O Que é o BCE?

Ilusionismo e artes mágicas na governação de Portugal.

Com artes mágicas e ilusionismos, quem pretendem os nossos governantes enganar? Com medidas que apenas iludem resultados mas agravam a realidade, é assim que o nosso governo gere uma nação que se afunda aos olhos de todos... desesperadamente, disfarçada por medidas ilusionistas.
"Antes da estafada crise global já o Governo tinha aumentado a despesa corrente do Estado em mais de 12 mil milhões.

1- É óbvio que agarrar nos mais de dois mil milhões de euros do Fundo de Pensões da PT e com eles reduzir artificialmente o défice público é uma intrusão inqualificável na gestão de uma empresa privada e uma trapaça política que catapulta um enorme risco futuro para o Estado, leia-se contribuintes.
2 - É óbvio que transformar quatro mil milhões de dívida privada do BPN em dívida pública, a pagar agora pelos funcionários públicos, pelos reformados e pelos desempregados, foi mais fácil que meter na prisão os responsáveis.
3 - É óbvio que só um desmesurado despudor permite ao Governo dizer que não sabia que tinha um submarino para pagar.
4 - É óbvio que antes da crise global já o Governo tinha aumentado a despesa do Estado em mais de 12 mil milhões de euros e arrecadado, de aumento de impostos e contribuições para a Segurança Social, mais nove mil milhões.