12 setembro, 2011

Aprovada mais uma lei para facilitar roubos políticos.


politicos poupados
Políticos já não são obrigados a actualizar que rendimentos têm todos os anos-(08 Janeiro 2011) Apenas no final do mandato ou se adquirirem bens superiores a 23 mil euros.
Já há muito tempo que os  politicos se tem mostrado ferrenhos defensores dos direitos da sua classe que cada vez ganha mais poder e mais dinheiro. 
Admiramos a forma como lutam por esta causa tão nobre, de proteger os políticosquando essa protecção vai de encontro aos interesses do país e dos desgraçados que os sustentam.
É mais nobre ainda quando descobrimos que ao abrigo dessa lei se protegem comportamentos que nada tem a ver com o cumprimento da lei. 

Já agora tome nota das leis a que esta se vai somar, para favorecer os políticos. 
1 - Aprovaram a lei que obriga o estado a financiar a sua Ascenção ao poder, NÓS FINANCIAMOS AS campanhas e partidos (subvenções)? aqui, aqui.
2 - Aprovaram a lei que permite reformas precoces,  luxuosas e acumuláveis? Insustentáveis pelos seus descontos, já que descontam poucos anos, e portanto sustentadas pelo povo que desconta décadas. aqui.
3 - Aprovaram a lei que permite que mesmo quando estão entre empregos recebam um subsidio de reintegração? aqui.
4 - Apoiam a nulidade da lei que permite políticos serem gestores sem que a lei veja nisso um acto de abuso de poder?
5 - Permitem que a maioria dos actos de gestão danosa e criminosa sejam totalmente desprezados pela justiça? aquiaqui .
6 - Permitem prejuízo em empresas públicas ou mesmo esbanjamento criminoso, sem qualquer penalização para o responsável  que continua a exercer e até têm aumentos de ordenado? aqui

CITAÇÃO QUE ATESTA O ACIMA ESCRITO.
"Parlamento aprovou nova lei que faz com que, desde Novembro, os políticos que trabalham para o Estado só tenham de prestar contas no início e no fim do mandato, a menos que adquiram bens superiores a 23 750 euros.O pretexto da Assembleia da República para voltar a alterar a lei - em vigor desde 2 de Novembro de 2010 - foi precisamente tornar o controlo mais transparente. No entanto, o artigo que antes referia que os "titulares de cargos políticos e equiparados devem renovar anualmente as respectivas declarações" desapareceu. Assim, deputados, ministros ou administradores executivos de empresas públicas podem fazer várias transacções - como por exemplo, comprar carteiras de títulos, acções, carros - sem ter de as declarar, desde que não excedam este valor. A situação abre a porta a fugas ao controlo: os titulares destes cargos podem simplesmente dividir aplicações financeiras avultadas em várias parcelas, por exemplo de 20 mil euros, ficando sem a obrigação legal de as declarar.Os 17 200 euros que, por exemplo, o ministro da Agricultura, António Serrano, tem aplicados em 4000 acções na Zon Multimédia ou os 7780 euros que investiu na Sonae.com não teriam que ser públicos. Fonte

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