- Pois muito bem! O senhor faz o quê mesmo?
- Sou arquitecto há 15 anos.
- Bom, então isto é assim: o senhor vem para cá para o meu atelier. Entra às 9h. Normalmente pode sair às 17h. Mas em época de muito trabalho, não garanto... Noitadas, meu caro. Noitadas.
O senhor apresenta o trabalho e eu assino.
- E remuneração? É remunerado?
- Bom, tem direito a almoçar na cantina e levar algum pão para casa, para jantar. E ainda ganha experiência!
Joaquim pensou e voltou a pensar. Lembrou-se do seu tio avô que da santa terrinha saiu com uma mão à frente, outra atrás. Foi ser padeiro para terras de além mar. Pensou...
"É isso! Vou ser padeiro! Bom, mas não sei é fazer pão."
- Combinado! Aceito o trabalho, mas na condição de me apresentar ao padeiro que faz esse tal pão que levarei para casa todos os dias.
Mais um crime urbanístico, para não contrariar a poderosa EDP?
Compilação de textos sobre o novo crime urbanístico (dos mais graves, dada a Má Fé de todo o processo).
Apesar de estar ainda em pleno período de discussão pública, mas já foi aprovado o tapume para a ocupação do estaleiro, a CML anda a tentar a toda a pressa viabilizar mais este favor (ver propostas).
É demasiado grave. É preciso travar a todo o custo este abuso de poder, e/ou favorecimento de uma empresa privada com capitais maioritariamente estrangeiros totalmente fraudulenta e criminosa (se fosse feita uma verdadeira auditoria às suas contas todo este teatro ruía por terra).
O licenciamento da fundação EDP está todo aqui:
http://www.cm-lisboa.pt/viver/urbanismo/licenciamento
O licenciamento da fundação EDP está todo aqui:
http://www.cm-lisboa.pt/viver/urbanismo/licenciamento
SUBVENÇÃO VITALÍCIA, DOS POLÍTICOS, DUPLICA AOS 60 ANOS.
"Lei prevê aumento de 100% no valor da subvenção vitalícia, quando o político beneficiado chegar aos 60 anos."
"Artigo 25.º - (Cálculo da subvenção mensal vitalícia)
1 - A subvenção mensal vitalícia referida no n.º 1 do artigo anterior é calculada à razão de 4% do vencimento base correspondente à data da cessação de funções do cargo em cujo desempenho o seu titular mais tempo tiver permanecido, por ano de exercício, até ao limite de 80%."
2 - Quando o beneficiário da subvenção perfaça 60 anos de idade ou se encontre incapacitado, a percentagem referida no número anterior passará a ser de 8%." FONTE
Temos que sustentar estes luxos que descaradamente afrontam os interesses do povo e da nação. Benesses obtidas por leis, leis que servem cada vez mais os interesses dos políticos, ávidos de dinheiro e poder. ATÉ APRENDEREM A IR ÁS URNAS VOTAR CONTRA ELES.
Agora já são milhões de euros, e duplicará!!!
Gaspar e Relvas, cortados do governo na primavera.
Um apelo ao afastamento de Vítor Gaspar e de Miguel Relvas, do governo.
"Era visível há muito tempo a incompetência do ministro das Finanças, o que, aliado às políticas absolutamente desastrosas da União Europeia decorrentes dos interesses e das imposições de Berlim, cujo calendário e decisões se baseiam no estrito interesse nacional alemão, conduziu o país à situação desesperada em que se encontra.
Têm sido inúmeras, quase unânimes, as opiniões dos mais credíveis economistas portugueses e estrangeiros, no sentido de classificarem como contraproducentes as sucessivas medidas tomadas pelo Governo, sem suficiente confronto e entendimento com os interesses nacionais, já que, aparentemente, o ministro com o papel principal na definição e conduta da estratégia de resolução da crise financeira que atravessamos entende serem nossos os interesses alemães que Merkel defende, o parlamento germânico impõe e o respetivo tribunal constitucional monitoriza. E não só, pois vai mesmo além daquilo que os estrangeiros nossos credores nos exigem, numa atitude de inexplicável subserviência com as instituições sob cuja tutela nos encontramos (FMI, BCE e UE). Atitude também (e tão bem) ilustrada pelo "colaboracionismo" rasteiro com os alemães, demonstrado por altos funcionários europeus, alguns deles (lamentavelmente) portugueses.
Despede, indemniza, contrata, despede... o povo paga.
![]() |
| Democracia distorcida, direitos para alguns , e deveres para os outros. |
Os nossos políticos continuam a deixar bem claro que governam apenas para os amigos e para os mandatos. Jamais para o bem dos portugueses ou do futuro do país, a longo prazo.
Acaso saberão estes senhores, gente que provavelmente nem a dispensa de sua casa sabem gerir, o quanto custa aos portugueses as suas brincadeiras inconsequentes?
Acaso saberão estes senhores que enquanto eles brincam, a rodar boys, amigos, militantes PSD, CDS, PS, e afins, sempre que mudam de governo, o povo paga cada vez mais impostos?Que temos que pagar milhões aos boys quando estão no activo, e mais milhões quando são despedidos? Sobra sempre para o mesmo...
Alguns exemplos de chorudas indemnizações
-Rui Pedro Soares
-Cristina Azevedo, em vias de...
-Um motorista rico
-Silva Lopes
-Manuel Lopes Marques...
-E muitos são chefes... ... etc etc etc
É um constante despedir e contratar, sem fim, que não dá saúde aos nossos impostos...
Não demonstram o mínimo respeito pelos contribuintes sabendo que milhares deles, já abdicam de comida na mesa, para conseguir suportar impostos?
Estes são alguns exemplos dos milhões de euros que nos custa, a brincadeira hipócrita e vã dos despedimentos, areia para os olhos, pois em breve descobriremos, que o estado, está de novo atolado e sobre lotado com as cunhas, tachos e boys. É um ciclo imparável, ninguém resiste a um bom tacho.
@"Governo prevê gastar quase 64 milhões de euros com o pagamento de indemnizações a funcionários públicos que saiam do Estado em 2013. Em regra, serão pagas compensações financeiras a professores, militares e outros funcionários públicos com contratos a prazo não renovados, a trabalhadores das empresas de transportes e a pessoas que passa à reforma com férias não gozadas." fonte
@"Função pública: cada 10 mil rescisões custam 325 milhões. Trabalhadores do universo visado pelo plano do Governo têm salário médio de 867 euros e antiguidade a rondar os 25 anos." fonte
@"A TAP pretende contratar, pelo menos, 20 técnicos de manutenção até ao final do ano, a juntar aos 14 que já empregou este ano, contou o presidente da empresa no programa do Negócios na CMTV, esta sexta-feira, 22 de Março." fonte
@"2011 - A Carris, por exemplo, precisa de diminuir pessoal "mas não tem dinheiro" para fazer rescisões. Quem o admite é o próprio presidente da transportadora pública, Silva Rodrigues, que refere ainda que "as empresas estão todas numa situação de pré-ruptura" e que "não têm quem lhes empreste nada". A empresa pública rodoviária de Lisboa precisa de 110 milhões de euros em Junho." fonte
@"Empresas de transportes públicos precisam de cortar mais 2.000 empregos.
As contradições prolongam-se... O povo paga.
- Ministério da Cultura?
- Mais Boys...
- Boys sem curriculo
- A farsa dos despedimentos troca para precários
- Para o governo, a lista infinita de contratações
- Comunidades intermunicipais
- Boys sem controle
- Boys albergados em fundações
- Boys observadores
- A lista completa da Boyada
A Manipulação das Massas. É fácil destruir, fingindo que se constrói? (Slides)
from robersonbaggio
Manipulação
Noam Chomsky desenvolveu a lista das 10 estratégias de manipulação” dos princípios sociais e económicos de forma a atrair o apoio inconsciente dos meios de comunicação para a manipulação.
1- A estratégia da distracção : .
O elemento primordial do controlo social é a estratégia da distracção que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e económicas. A técnica é a da inundação de contínuas distracções e de informações sem importância.
” Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, atraída por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar. (Citação do texto “Armas silenciosas para guerras tranquilas”).
2- Criar problemas e depois oferecer soluções:
Manipulação
Noam Chomsky desenvolveu a lista das 10 estratégias de manipulação” dos princípios sociais e económicos de forma a atrair o apoio inconsciente dos meios de comunicação para a manipulação.
1- A estratégia da distracção : .
O elemento primordial do controlo social é a estratégia da distracção que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e económicas. A técnica é a da inundação de contínuas distracções e de informações sem importância.
” Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, atraída por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar. (Citação do texto “Armas silenciosas para guerras tranquilas”).
2- Criar problemas e depois oferecer soluções:
Algo anda terrivelmente mal na nossa democracia...
Urge o debate sobre a Constituição e as Leis da República, a fim de os militares poderem concluir correctamente sobre o cumprimento do Juramento de Bandeira."• É muito evidente que Portugal precisa de reformas de grande vulto. Há cerca de dois anos, uma figura prestigiada da política portuguesa e ex-líder de um dos principais partidos políticos, considerou que (cito de cor) “em democracia não é possível fazer reformas”. Seguidamente, foi mesmo ao ponto de sugerir que “o melhor era suspender a democracia por seis meses, fazer as reformas, e regressar, depois, ao funcionamento democrático”. Ouvir uma pessoa responsável e com larga experiência governativa fazer uma afirmação deste tipo só pode significar que algo de muito grave se passa com o cumprimento da Constituição da República.
O Estatuto dos Militares das Forças Armadas (EMFAR) é um Decreto-Lei da República Portuguesa (DL 239/99, com alterações posteriores) que, no seu artigo 7.º, determina que cada militar, em cerimónia pública, preste juramento de bandeira perante a Bandeira Nacional, mediante a fórmula seguinte:
«Juro, como português e como militar, guardar e fazer guardar a Constituição e as leis da República, servir as Forças Armadas e cumprir os deveres militares. Juro defender a minha Pátria e estar sempre pronto a lutar pela sua liberdade e independência, mesmo com o sacrifício da própria vida.»
Este juramento, de carácter individual, coloca a guarda da Constituição e das Leis da República logo no primeiro lugar das tarefas juradas pelos militares, o que é o mesmo que dizer que os obriga a ter os olhos e os ouvidos bem abertos para o que se vai passando na vida pública do país.
A actividade política portuguesa vem-se caracterizando por sucessivos sinais de que o regime democrático está profundamente afectado por anomalias que, no seu conjunto, consubstanciam uma das mais graves crises da história de Portugal.
Podem apontar-se como sintomas de grave doença do sistema político nacional, desde há muitos anos a esta parte, os seguintes exemplos de todos bem conhecidos:
• O sistema partidário, colocando os partidos políticos alternadamente no poder e na oposição, não consegue fazer deles máquinas sérias de fiscalização, na oposição, e de aparelhos aptos a, rapidamente, tomarem conta da governação do país quando legitimamente para tal eleitos. Deste modo, vem-se repetindo o cenário de um partido ou uma coligação de partidos chegar ao poder e, poucas semanas depois, declarar que a situação é muito pior do que tinham imaginado. Todavia, quando em campanha eleitoral, atacam veementemente os partidos a quem disputam o poder e são capazes de considerar “um disparate” uma medida que, passado pouco tempo, logo vão pôr em prática. Assim sendo, parece que quem está no poder consegue, sistematicamente, esconder a realidade do país a quem está na oposição, pelo que as eleições redundam numa simples aposta, para não dizer numa fraude, em que as políticas anunciadas raramente são postas em prática.
• A Justiça tem-se destacado pela sua lentidão, pelas obstruções que a actual legislação consente e pela imoralidade de muitas decisões. No meio do maior escândalo nacional,
os tribunais vêm servindo, em muitos casos, para absolver a maior parte dos casos de corrupção – sobretudo os relacionados com personalidades da vida política – e tornou-se patente que, havendo dinheiro, arranja-se um bom advogado e ele tratará de tirar todo o partido da imperfeição das nossas leis, logrando obter a absolvição ou a muito conveniente prescrição.
• As nossas leis são imperfeitas e, na Assembleia da República, não se vislumbram
vontades que levem a alterar o que tem vindo a permitir o triunfo dos corruptos e a actividade política em circunstâncias de patente incompatibilidade moral.
• A violação da Lei na acção governativa tornou-se uma prática corrente, de que a confiscação dos Subsídios de Férias e de Natal a uma parte dos portugueses e a desigualdade de sacrifícios impostos aos diversos cidadãos são o exemplo mais forte e penalizante. E, o cenário de far west assentou arraiais de tal feição no panorama político português que a própria governante titular da Justiça, maltratando o princípio da separação dos poderes, admoestou preventivamente os juízes do Tribunal Constitucional para que tivessem tento no que iriam decidir a este respeito.
• Os assaltos a bancos, que antigamente se faziam de pistola na mão e máscara na cara,
fazem-se, agora, por dentro e por valores nunca dantes desviados. O Banco de Portugal, onde são pagos ordenados e reformas milionárias, alegadamente devido à elevada qualidade dos seus servidores, fracassou miseravelmente na detecção atempada do golpe do século verificado no BPN. Também neste caso, a lentidão da Justiça a todos deixa perplexos. E essa perplexidade é tanto maior quanto é evidente que o BPN foi uma criação assente em personalidades de notório passado político, muitas delas
próximas do actual PR.
• Neste, como em muitos outros casos que ainda não estão sob a alçada da Justiça,
emerge a figura do EX-MINISTRO. Ser ministro de Portugal, nos tempos que correm, já não é o coroar de uma carreira de meritórios serviços à causa pública. É, apenas, uma fase transitória de recolha de informação e de valorização pessoal perante o mundo dos negócios, em que se trata de agradar aos que, mais tarde, os premiarão com bem remunerados empregos.
• A própria sede do poder já não será aquela que a Constituição da República determina,
porque poderes semi-ocultos manobram nos bastidores da política, em relação promiscua com o mundo dos negócios. Para tornar o panorama ainda mais tenebroso, descobrem-se actuações ilícitas por parte de responsáveis dos Serviços de Informação, ligações discretas a lojas maçónicas e, finalmente, preocupante envolvimento de figuras destacadas do governo. A manipulação dos media e as pressões sobre quem neles
trabalha, pecado comum de todos os governos da actual República, faz-se, agora, ameaçando com a divulgação de pormenores da vida privada de jornalistas, o que nos permite perguntar se essa nova modalidade não terá algo a ver com um certo relacionamento do poder com os agentes transviados dos Serviços de Informação. E tudo isto acontece perante a impassibilidade do poder político e, até, com a tentativa de procurar desvalorizar a gravidade da situação.
• Numa Região Autónoma, o presidente do governo regional, figura de enorme sucesso
político graças às contribuições dos contribuintes cubanos do “Contenente”, marimbando-se para o cumprimento das suas obrigações constitucionais, resolve não estar presente na Assembleia Regional durante o debate de uma moção de censura e lança as maiores diatribes sobre os seus adversários políticos, constantemente tratados como loucos e bandidos.
• Mergulhados numa situação gravíssima, que exigiria do Supremo Magistrado da Nação uma atitude mobilizadora da sociedade portuguesa, o actual PR veio lamentar-se publicamente das dificuldades que teria em pagar as suas despesas, não parecendo aperceber-se de como estava a magoar todo o povo português, sabedor de que S.ª Ex.ª 3 vive com cerca de 20 ordenados mínimos por mês. Com a imagem degradada de que hoje usufrui – cuja caracterização me abstenho de recordar –, é legítimo duvidar que se encontre nas condições necessárias ao desempenho de tão exigente missão.
Dito isto, julgo que haverá duas hipóteses a ponderar:
1.ª Estou redondamente enganado nas considerações que fiz, sendo então muito provável que a Constituição da República esteja de boa saúde e convenientemente guardada;
2.ª Não estou (infelizmente) enganado e, então, é legítimo perguntar como é que as Forças Armadas e os seus militares acham que estão a cumprir a determinação legal contida no juramento feito e procurar abrir o indispensável debate."
Granja, 04 de Junho de 2012 - David Martelo
Em Portugal a escravatura coabita com a democracia e ofende os sacrifícios dos Portugueses.
Tudo serviu de pretexto para oferecer dinheiro público, ás concessionárias privadas, que exploram as PPP... conheçam o descaramento, desvendado nas palavras de Paulo Morais.
"Os contratos das parcerias público-privadas (PPP) com que o Estado se comprometeu transformaram os cidadãos em servos vitalícios de alguns grupos económicos, ou seja, em escravos.
As PPP representam um compromisso anual de vários milhares de milhões de euros, um verdadeiro cancro para as finanças públicas da atual e das próximas gerações.
Em primeiro lugar, geram para os concessionários, em particular das PPP rodoviárias, rentabilidades anuais obscenas, da ordem dos 17%, ou até mais. O rendimento é garantido. Cada troço de autoestrada obriga o Estado a um pagamento diário… independentemente de lá passar um único carro.
Por outro lado, o Estado ainda paga prémios pela diminuição da sinistralidade, que representam largos milhões para cada autoestrada.
É certo que também há penalização pelo acréscimo de acidentes, mas as multas são incomparavelmente mais baixas do que os prémios, pelo que os privados ficam (como sempre) beneficiados. Favorecidos numa relação de um para cem ou até mais!
Por último, os governos têm negociado, ao longo de anos, ruinosos acordos de "reposição de reequilíbrio financeiro". Já no início do século, na Ponte Vasco da Gama, a primeira das PPP, o Estado atribuía uma verba de 42 milhões de euros à Lusoponte, para a compensar por um aumento de taxas de juro, mas nunca a concessionária pagou quando as taxas diminuíam.
Estas práticas reiteradas transferiram milhares de milhões para os concessionários. Em 2011, só nas PPP rodoviárias, para despesas correntes de cerca de oitocentos milhões de euros, os pedidos de reequilíbrio financeiro foram de… novecentos milhões.
Só há agora uma forma de nos libertarmos deste jugo: abolir o negócio das PPP. Pela via da renegociação dos contratos, reconversão do modelo em concessão ou, pura e simplesmente, expropriação dos equipamentos e infraestruturas. E sem sequer consagrar direitos adquiridos aos concessionários. Em primeiro lugar, porque os contratos são leoninos, os direitos foram obtidos ilegitimamente.
Mas sobretudo porque quando se libertam servos, como quando se procedeu à abolição da escravatura, não se podem, nem devem, manter intactos os direitos dos esclavagistas. fonte
São muito poderosos... Entretanto atacam quem denuncia... já é hábito
"Paulo Morais “intimado” a concretizar acusações de corrupção nas PPP" fonte
Mas neste caso não chamaram Rui Rio a concretizar... porque será? Porque querem que passe despercebido. Rui Rio descaiu-se?
Rui Rio, afirma conhecer procedimentos de conspiração gravíssimos que atentaram contra o interesse nacional, no que respeita aos milhões que confiamos à Segurança Social.
Tal é a gravidade do que eles tramaram, que ele se recusa a confessar, "enquanto os envolvidos estiverem vivos"!?
Tal é a gravidade, que ele afirma que se os portugueses a conhecessem, teriam ainda mais motivos para desconfiar dos políticos. "As pessoas ficariam abismadas" afirma mesmo. fonte
"Os contratos das parcerias público-privadas (PPP) com que o Estado se comprometeu transformaram os cidadãos em servos vitalícios de alguns grupos económicos, ou seja, em escravos.
As PPP representam um compromisso anual de vários milhares de milhões de euros, um verdadeiro cancro para as finanças públicas da atual e das próximas gerações.
Em primeiro lugar, geram para os concessionários, em particular das PPP rodoviárias, rentabilidades anuais obscenas, da ordem dos 17%, ou até mais. O rendimento é garantido. Cada troço de autoestrada obriga o Estado a um pagamento diário… independentemente de lá passar um único carro.
Por outro lado, o Estado ainda paga prémios pela diminuição da sinistralidade, que representam largos milhões para cada autoestrada.
É certo que também há penalização pelo acréscimo de acidentes, mas as multas são incomparavelmente mais baixas do que os prémios, pelo que os privados ficam (como sempre) beneficiados. Favorecidos numa relação de um para cem ou até mais!
Por último, os governos têm negociado, ao longo de anos, ruinosos acordos de "reposição de reequilíbrio financeiro". Já no início do século, na Ponte Vasco da Gama, a primeira das PPP, o Estado atribuía uma verba de 42 milhões de euros à Lusoponte, para a compensar por um aumento de taxas de juro, mas nunca a concessionária pagou quando as taxas diminuíam.
Estas práticas reiteradas transferiram milhares de milhões para os concessionários. Em 2011, só nas PPP rodoviárias, para despesas correntes de cerca de oitocentos milhões de euros, os pedidos de reequilíbrio financeiro foram de… novecentos milhões.
Só há agora uma forma de nos libertarmos deste jugo: abolir o negócio das PPP. Pela via da renegociação dos contratos, reconversão do modelo em concessão ou, pura e simplesmente, expropriação dos equipamentos e infraestruturas. E sem sequer consagrar direitos adquiridos aos concessionários. Em primeiro lugar, porque os contratos são leoninos, os direitos foram obtidos ilegitimamente.
Mas sobretudo porque quando se libertam servos, como quando se procedeu à abolição da escravatura, não se podem, nem devem, manter intactos os direitos dos esclavagistas. fonte
São muito poderosos... Entretanto atacam quem denuncia... já é hábito
"Paulo Morais “intimado” a concretizar acusações de corrupção nas PPP" fonte
Mas neste caso não chamaram Rui Rio a concretizar... porque será? Porque querem que passe despercebido. Rui Rio descaiu-se?
Rui Rio, afirma conhecer procedimentos de conspiração gravíssimos que atentaram contra o interesse nacional, no que respeita aos milhões que confiamos à Segurança Social.
Tal é a gravidade do que eles tramaram, que ele se recusa a confessar, "enquanto os envolvidos estiverem vivos"!?
Tal é a gravidade, que ele afirma que se os portugueses a conhecessem, teriam ainda mais motivos para desconfiar dos políticos. "As pessoas ficariam abismadas" afirma mesmo. fonte
Subscrever:
Mensagens (Atom)



