1,2 milhões/ano em cargos da era monárquica, vitalícios.

Tachos vitalícios, cargos corrupçãoEm pleno século XXI e numa democracia, ainda há cargos vitalícios? Ainda há pessoas que independentemente da competência, independentemente da crise, independentemente da utilidade e da aptidão, independentemente de tudo, tem direito a um cargo típico da monarquia... Atípico na democracia.
O que será necessário fazer-se, para obter uma prémio tão precioso? Terão salvo Portugal de uma calamidade? Nada, não é necessário fazer nada, nem tão pouco trabalhar, basta ser amigo de alguém especial.
E claro tem que se ser incompetente e inútil para se abrigar num cargo de onde ninguém o pode tirar...
"A Empresa Pública de Urbanização de Lisboa, EPUL, tem 15 directores nomeados vitaliciamente e que custam 1,2 milhões de euros por ano (dados de 2006). O mais bem pago, que ganha 10.700,00 euros por mês, queixou-se até de que a Câmara de Lisboa sofre de "populismo esquerdista retrógrado" por não ter sido aumentado este ano.
Mais de 60 % do que cada um de nós paga em impostos vai para pagar aos funcionários públicos. É certo que os 8.339,31 euros de impostos que paguei num ano não dão sequer para pagar um mês de ordenado a um director da EPUL. Para o sustentar durante um mês tenho de trabalhar um ano e meio, ou mais, se incluir os subsídios de Natal e férias. Serviriam apenas para o alimentar e à sua família, para lhe pagar a prestação da casa e do carro e pequenos luxos do quotidiano durante apenas três semanas. Para o sustentar durante um ano com os meus impostos terei de trabalhar 18 anos. (José Júdice - Metro)

COMO FUNCIONA A ATRIBUIÇÃO DE CARGOS VITALÍCIOS.
"O presidente da CML, Carmona Rodrigues (já envolvido noutros casos de abuso de poder e dinheiro), sabia que ia continuar a ter Margarida Loureiro como sua assessora jurídica mas, mesmo assim, mandou a EPUL contratá-la como assessora da administração, equiparada a directora, com inerentes regalias, e com um vencimento bruto de 2.891 euros mensais. Esta advogada também sabia que apesar de entrar nos quadros da EPUL não teria de trabalhar um dia sequer na empresa municipal. Prova é que no mesmo dia da sua contratação, foi requisitada em tempo recorde pelo presidente da autarquia, para voltar no mesmo dia para a CML de onde nunca havia saído, e continuar como a sua assessora, função que continua a desempenhar até hoje.
A contratação da advogada pela EPUL, foi a solução encontrada por Carmona Rodrigues para assegurar um emprego 'vitalício' para a sua assessora jurídica.
Margarida Loureiro a única vez em que esteve nas instalações dessa empresa foi para assinar o seu contrato na direcção de Recursos Humanos." fonte
NA MOUCHE ... GARANTIR O FUTURO SEM FAZER NADA, É DO MELHOR QUE HÁ!!

E AINDA GANHAM PRÉMIOS ILEGAIS?
11 administradores da EPUL e empresas associadas receberam indevidamente uma verba global de 180 mil euros de prémios de "produtividade" respeitantes a 2004 e 2005. A atribuição violou uma resolução do Conselho de Ministros e foi tomada sem qualquer deliberação dos órgãos sociais ou da tutela.

Subsidiária da EPUL dividiu comissão com imobiliária privada que ainda não existia
«Relatório e Contas de 2003 da Hífen dá conta de intenção de pagamento de 570 mil euros a empresa que só seria constituída em 2004»
A imobiliária privada à qual uma subsidiária da Empresa Pública de Urbanização de Lisboa (EPUL) pagou 570 mil euros de comissão num concurso público de venda de terrenos junto ao estádio do Benfica não existia sequer quando os lotes em causa foram transaccionados.
Foi no final de 2003 que o construtor civil João Bernardino Gomes comprou à EPUL, por 35,525 milhões de euros, a área em questão, num concurso público. A venda foi efectuada através da Hífen (hoje com a designação de Imohífen), uma subsidiária da empresa pública de urbanização, que recebeu dois por cento pelos seus serviços de mediação imobiliária no negócio. Nem a Câmara de Lisboa nem a EPUL explicaram ainda por que razão foram pagas comissões num concurso público, nem por que motivo a Imohífen dividiu metade dos seus ganhos com uma mediadora imobiliária privada, a Find Land, propriedade de um piloto da TAP. Um dos administradores da Imohífen, ex-piloto da TAP, nega qualquer tratamento de favor neste caso.
Acontece que a concretização do negócio foi anunciada no final de 2003, enquanto a Find Land só é criada no início de 2004. Apesar disso, o relatório e contas da Hífen de 2003 dá já conta dos pagamentos que esta subsidiária da EPUL prevê vir a fazer à imobiliária privada - que ainda não existia. Por outro lado, a escritura de compra e venda dos terrenos, que apenas foi assinada um ano mais tarde, garante que não houve, neste negócio, "intervenção de mediador imobiliário".
Contactada pelo PÚBLICO, a EPUL negou-se a prestar quaisquer esclarecimentos sobre o caso, alegando que os irá fornecer primeiro ao seu único accionista, a Câmara de Lisboa.
A Imohífen viria a pagar mais comissões à Find Land em dois outros concursos públicos igualmente ganhos pelas empresas de João Bernardino Gomes, desta vez no Vale de Santo António. Ao todo, a mediadora imobiliária do piloto da TAP recebeu do erário público, e por conta destas transacções, 1,3 milhões de euros. Os registos da empresa, cujos responsáveis não prestaram declarações ao PÚBLICO, dão conta de que funciona em Alcântara, com quatro empregados, sendo o seu capital social de cinco mil euros.
Os terrenos junto ao estádio do Benfica eram incialmente propriedade da Câmara de Lisboa, que os entregou por um preço simbólico ao clube de futebol. O Benfica vendeu-os depois à Empresa Pública de Urbanização de Lisboa, de modo a arranjar dinheiro para o novo estádio, e só depois disso tem lugar o concurso público que torna João Bernardino Gomes seu proprietário. Mas por pouco tempo: um fundo gerido pela Fundimo, da Caixa Geral de Depósitos, o Fundicentro, compra-o por uma quantia bastante superior à que desembolsou o construtor civil. Paga 45,6 milhões de euros para ali erguer o empreendimento Benfica Stadium, composto por 424 fogos e algum comércio e escritórios, num projecto da autoria do arquitecto Francisco Xavier Olazabal.

Filhas de administrador concorrem a sorteio de empresa pública onde exerce o pai
Duas filhas de um dos administradores da Empresa Pública de Urbanização de Lisboa candidataram-se às 298 casas em Entrecampos que o programa EPUL Jovem vai sortear no próximo dia 21. As normas do concurso são omissas em relação a situações deste tipo, embora a lei proíba o pai, António Pontes, de participar em qualquer decisão que se relacione com a atribuição dos apartamentos às filhas. As jovens candidataram-se exactamente às mesmas 13 fracções, T0 e T1. Contactada pelo PÚBLICO, uma das filhas do administrador, advogada de profissão, escusou-se a prestar declarações sobre a matéria, o mesmo tendo acontecido com a EPUL, a cujas casas se candidatam sempre milhares de jovens. Amigo do presidente da Câmara de Lisboa desde os tempos da Academia Militar, o administrador da EPUL António Pontes assessorou Carmona Rodrigues em 2004, era este ministro das Obras Públicas. Ainda nesse ano, e depois de regressar à autarquia, Carmona Rodrigues colocou este licenciado em Engenharia Civil como adjunto da administração da EPUL. Três meses e meio mais tarde António Pontes sobe a vogal do conselho de administração, função em que ainda se mantém.

Dinheiro 'voou' da EPUL para empresa privada em negócios pouco claros, revelou Sá fernandes
Venda de terrenos em concurso público foi alvo de pagamento de elevadas comissões
Um milhão e 300 mil euros voaram dos cofres de uma subsidiária da Empresa Pública de Urbanização de Lisboa (EPUL) para uma firma privada a título de pagamento de comissões de mediação imobiliária no âmbito de concursos públicos de venda de terrenos.
O caso foi ontem apresentado em conferência de imprensa pelo vereador eleito pelo Bloco de Esquerda José Sá Fernandes, que põe a hipótese de ele configurar tráfico de influências ou gestão danosa. Antes de estar com os jornalistas o autarca foi à Polícia Judiciária entregar documentação sobre o assunto.
Em causa está a venda pela EPUL, entre 2003 e 2005, de três grandes parcelas de terreno através de concurso público, duas delas no Vale de Santo António e uma junto ao novo estádio do Benfica. Sá Fernandes estranha que os três concursos tenham todos sido ganhos pelas empresas de um grande construtor civil falecido este ano num acidente de viação, João Bernardino Gomes. Mas estranha ainda mais que uma sociedade anónima detida a cem por cento pela EPUL, a Imohífen, cujo objecto social é precisamente a mediação imobiliária, tenha recebido uma comissão de dois por cento em cada um dos três negócios - metade da qual entregou, sem justificação, a uma empresa privada também de mediação imobiliária, a Find Land.
Um dos administradores executivos da Imohífen, Manuel Agrellos, é ex-piloto da TAP, empresa em que o proprietário da Find Land trabalha, como comandante. Manuel Agrellos nega qualquer relação de proximidade com o comandante da transportadora aérea. "A TAP tem 500 pilotos, todos nos conhecemos uns aos outros. Mas cada um faz os seus negócios e ele tem idade para ser meu filho", refere. Considerando "normal" que os mediadores imobiliários "dividam comissões entre si", Manuel Agrellos, que é presidente da Federação Portuguesa de Golfe, remeteu mais esclarecimentos para autarquia, que se escusou a dá-los até ao fecho da edição. A Find Land teve idêntica atitude.
Outro facto bizarro relaciona-se com esta empresa só ter sido criada em 2004, contando com quatro empregados e um capital social de cinco mil euros. Mas logo em 2003 ter-lhe-ão sido pagos pela Imohífen, por conta de uma comissão de um por cento no negócio dos terrenos junto ao Benfica, 570 mil euros, segundo o vereador eleito pelo Bloco de Esquerda. O autarca ressalva que não conseguiu obter o relatório e contas da Imohífen relativo a esse ano. Logo a seguir a ter comprado esta parcela à EPUL por 35.525 euros, Bernardino Gomes vende-a a outra empresa, a Fundimo, por 45.600 - um ganho extraordinário para o qual Sá Fernandes chama também a atenção.
Já em 2004 as contas da Imohífen dão conta da transferência de 262 mil euros para a empresa do comandante da TAP, tendo no ano seguinte a Find Land ganho mais 491 mil euros à custa da empresa da CML.
A conferência de imprensa de Sá Fernandes surge após vários administradores da EPUL terem sido obrigados a devolver prémios de gestão de legalidade duvidosa (ver texto nesta página), e ficou marcada pelo inesperado aparecimento no gabinete camarário do BE, em que decorria, de duas vereadoras da maioria, Maria José Nogueira Pinto, do PP, e Gabriela Seara, do PSD. Apesar de ser responsável pela EPUL, esta última recusou-se a prestar esclarecimentos aos jornalistas, preferindo, tal como a sua colega, interpelar Sá Fernandes. O objectivo de Gabriela Seara era deixar claro que tudo aconteceu quando eram outras as pessoas à frente da Câmara de Lisboa e das empresas municipais em causa. Na realidade, no anterior mandato o actual presidente da câmara já desempenhava funções de vice-presidente e parte dos administradores da EPUL e empresas participadas são os mesmos que hoje estão à frente delas.
Nogueira Pinto Sá Fernandes optou por não denunciar o caso na reunião de câmara, algumas horas antes, preferindo fazê-lo junto dos jornalistas - embora tenha observado que, a confirmar-se o que disse o vereador, a situação é "gravíssima". E, quando Sá Fernandes alegou que os insultos que lhe dirigiu um vereador da maioria durante a reunião não permitiram que continuasse a expressar-se livremente, a autarca do PP recordou a sua experiência como deputada na Assembleia da República: "Cada um aguenta-se como pode, eu também estive quatro anos no Parlamento a levar trolha e a dar". O vereador do Bloco invocou também a ausência quer do presidente da autarquia, quer do presidente da EPUL - cuja presença solicitara - para ter optado pela conferência de imprensa.

Sá Fernandes "terrorista"
O vice-presidente da câmara, Fontão de Carvalho, acusou ontem à tarde o vereador do BE de "um comportamento terrorista" que "não obedece as quaisquer regras do respeito ou da consideração pelos outros". Fontão encerrou o briefing de ontem sobre a reunião do executivo municipal acusando o seu opositor de ter "como único objectivo a destruição do trabalho [da] câmara e a sua promoção pessoal".
Segundo o autarca da maioria, quando, na reunião, houve conhecimento de que Sá Fernandes convocara uma conferência de imprensa, em "termos indignos de um vereador", foi-lhe perguntado se pretendia ver esclarecido "em sede própria" a matéria que se propunha divulgar, o que este teria recusado. Diz quem viu que Sá e Fontão se enfrentaram de forma bastante acesa. O vereador do BE acusou a maioria de o tentar intimidar e pelo menos Carrilho corrigiu o substituto de Carmona dizendo não se sentir ofendido pela forma de se expressar do advogado lisboeta.»

«A imobiliária privada à qual uma subsidiária da Empresa Pública de Urbanização de Lisboa (EPUL) pagou 570 mil euros de comissão num concurso público de venda de terrenos junto ao estádio do Benfica não existia sequer quando os lotes em causa foram transaccionados.
Foi no final de 2003 que o construtor civil João Bernardino Gomes comprou à EPUL, por 35,525 milhões de euros, a área em questão, num concurso público. A venda foi efectuada através da Hífen (hoje com a designação de Imohífen), uma subsidiária da empresa pública de urbanização, que recebeu dois por cento pelos seus serviços de mediação imobiliária no negócio. Nem a Câmara de Lisboa nem a EPUL explicaram ainda por que razão foram pagas comissões num concurso público, nem por que motivo a Imohífen dividiu metade dos seus ganhos com uma mediadora imobiliária privada, a Find Land, propriedade de um piloto da TAP. Um dos administradores da Imohífen, ex-piloto da TAP, nega qualquer tratamento de favor neste caso.
Acontece que a concretização do negócio foi anunciada no final de 2003, enquanto a Find Land só é criada no início de 2004. Apesar disso, o relatório e contas da Hífen de 2003 dá já conta dos pagamentos que esta subsidiária da EPUL prevê vir a fazer à imobiliária privada - que ainda não existia. Por outro lado, a escritura de compra e venda dos terrenos, que apenas foi assinada um ano mais tarde, garante que não houve, neste negócio, "intervenção de mediador imobiliário".

SAQUE E EXTORSÃO NAS SCUTS E NOS JUROS AO ESTADO.

Cavaco Silva esconde saques

Para não variar o estado brinda-nos quotidianamente com as suas incompetências flagrantes e o seu saque disfarçado de luta contra a crise... que mais parece uma luta contra o povo... 
Estes são mais uns exemplos, que provam que os nossos sacrifícios não servem o nobre fim de salvar o país, servem apenas o sujo e triste projecto de enriquecer as nossas elites, os nossos políticos e ex-políticos, agora armados em gestores, como se pode ver aqui, ou aqui.
Paulo Morais expõe nas citações que se seguem, a realidade que está à vista de todos mas que muitos teimam em não ver. As SCUTS já estão pagas há muito, nós ja fomos obrigados a pagar as SCUTS pelo menos 3 vezes...senão veja

OS DONOS DO REGIME saqueiam o povo fingindo que financiam o estado. A banca e a construção civil, roubam, mas com o apoio e incentivo dos nossos governantes.

65 milhões para o Benfica. 33 milhões para o Porto. Golos mal explicados.

Santana Lopes ajuda benfica
Isto quando toca a ajudar amigos com o dinheiro do povo, somos uns mãos largas...
Quando o eleitorado não sabe usar o voto os corruptos Políticos não temem nada nem ninguém, a impunidade impera e os crimes prosseguem. Um eleitorado que dispensa o poder do voto e prefere ficar em casa em vez de ir ás urnas fazer justiça e mostrar o que pensa dos corruptos, votando contra eles, é um eleitorado que pactua com a corrupção.
E os nossos impostos são usados, sem medos, para ajudar os amigos corruptos dos eleitos corruptos. Assim é nos países onde os governos são eleitos por minorias porque as maiorias não votam.
Mas ei-los na luta, renhida a ver quem rouba mais impostos aos portugueses... e os adeptos, os otários/ contribuintes, apoiam o saque, logo que seja para o seu clube. A preocupação dos portugueses é defender o seu clube e não o seu país ou o seu dinheiro?
Para muitos portugueses, é mais importante os dirigentes de futebol e futebolistas terem um Ferrrari nem que seja pago com saques ao erário público, do que os contribuintes terem pão na mesa para os filhos.

"O Benfica encaixou 65 milhões de euros à custa do contrato-programa firmado com a Câmara de Lisboa, no âmbito do Euro 2004. Santana Lopes não é arguido, apesar de a PJ ter concluído que município, a que ele presidia, instrumentalizou a EPUL para financiar o Benfica. Já Carmona Rodrigues ( conhecido pelo gosto de distribuir cargos e milhões... públicos, claro), à data dos factos vice-presidente da autarquia, é um dos cinco arguidos constituídos durante a investigação que a PJ acaba de concluir ao investigar o Apito Dourado. Os restantes arguidos são ex-administradores da EPUL - Empresa Pública de Urbanização de Lisboa.
O acordo fixava os moldes da participação da EPUL na construção do novo Estádio da Luz, para o Euro 2004.
Um relatório da Inspecção-Geral de Finanças (IGF), que suportou o trabalho da PJ, apontou défices de transparência ao contrato-programa, referindo que as formas de apoio acordadas e atribuídas ao Benfica "consubstanciam verdadeiras comparticipações financeiras, concedidas por instâncias municipais". "O contrato contrariou os normativos legais vigentes", acrescentou a IGF, por não terem sido quantificados devidamente os encargos das entidades públicas envolvidas, em desrespeito pelos princípios da boa gestão dos dinheiros públicos. Assumir encargos directos de 18 milhões de euros na prossecução de fins estranhos ao seu objecto social. Mas, além dos 18 milhões, o Benfica encaixou mais 47, pois o contrato-programa ainda lhe permitiu vender um terreno à EPUL e receber outro da Câmara de Lisboa.
Os 18 milhões referidos decorrem de dois negócios. Num deles, a câmara decidiu que a EPUL construiria 200 fogos, em terrenos seus, no Vale de Santo António, e entregaria um terço dos lucros da sua venda. O Benfica recebeu 9,9 milhões de euros, apesar de a EPUL nunca ter construído as 200 habitações. Segundo o então presidente da EPUL, Sequeira Braga, foi Santana Lopes quem definiu que seriam dados 10 milhões de euros ao Benfica, através de um projecto imobiliário da EPUL.
A outra parcela dos 18 milhões resulta do compromisso da Câmara de pagar, através da EPUL, os ramais de ligações às infra-estruturas de subsolo para o estádio. Isto valeu ao Benfica oito milhões de euros, sendo que 80% das facturas que cobrou à EPUL respeitavam a serviços de consultoria: só 20% tinham a ver com os ramais." fonte

Câmara de Lisboa perdoa 1,8 milhões de euros ao Benfica. A Câmara de Lisboa aprovou a isenção do pagamento de taxas urbanísticas de cerca de 1,8 milhões de euros por intervenções a realizar junto ao Estádio da Luz, o que gerou críticas da oposição.
A proposta foi aprovada com os votos contra da oposição no executivo municipal (de maioria socialista) – PSD, CDS-PP e PCP – e de uma vereadora do movimento Cidadãos por Lisboa. 

FC Porto A Câmara Municipal do Porto (CMP) terá beneficiado o em 31,5 milhões de euros através da cedência de direitos de construção
O protocolo terá sido assinado pelo ex-presidente da CMP, Nuno Cardoso, que, para além do clube, cedeu 5,5 milhões de euros à construtora Soares da Costa, 1,6 milhões de euros à Jomar e 1,5 milhões de euros à Sociedade Protectora dos Animais.
De acordo com o jornal, a reconversão da zona das Antas irá custar no mínimo 100 milhões de euros ao erário público, 80 milhões a suportar pela autarquia e 20 milhões da responsabilidade do Instituto de Estadas de Portugal (IEP).
Ainda segundo o Público, Nuno Cardoso transformou a operação num projecto em que «todo o investimento é público e todos os lucros são privados». fonte

FC Porto levaria 2666 anos para pagar centro do Olival. 
Alegados favores das autarquias ao clube da terra já são tema banal, mas há outra controvérsia quando é a câmara vizinha a fazê-lo: Gaia gastou 16 milhões no centro de treinos de que recebe 500 euros de renda do FC Porto e o Seixal é acusado de ter facilitado a construção do centro de estágio do Benfica sem salvaguardar contrapartidas.
Mas há também as câmaras que se esforçam antes por bem receber emblemas vizinhos - e de impacte nacional: foi o que fizeram Gaia e Seixal, ao albergarem nos seus concelhos os centros de estágio de FC Porto e Benfica, respetivamente. A norte, os dragões pagam 500 euros mensais de renda por uma infraestrutura que custou 16 milhões de euros aos cofres públicos. E a sul, segundo rezam as crónicas, as esperadas contrapartidas benfiquistas pela construção do Caixa Futebol Campus não foram salvaguardadas pelo município. fonte

A PortoGaia, fundação criada em 1999 para construir e gerir o centro de estágios do Futebol Clube do Porto, é uma das fundações que o Governo quer extinguir. Teve uma das piores avaliações no censo efectuado pelo Governo. 84,4% das suas receitas provêm de dinheiros públicos. Edilidade refere que decisão cabe "aos órgãos competentes da autarquia e não ao Governo". Além disso, esta é uma entidade muito dependente do financiamento público: Entre 2008 e 2010, a empresa recebeu 4,234 milhões de euros em apoios financeiros públicos. fonte
Dragões consideram ser inadmissível os contribuintes pagarem por uma estátua de um dos fonte
fundadores do Benfica. Câmara lembra que a iniciativa foi votada e aprovada pelos munícipes.

Centro de estágio da corrupção em Gaia
Estado Financia a Corrupção e Adultera a verdade Desportiva. Hoje o tema a desenterrar é o da construção do Centro de Estágio do F.C. Porto obra essa suportada na totalidade pelo erário público, resumindo, toda a obra foi paga com o dinheiro dos impostos do povo português, mais uma vez o Estado que deveria combater a corrupção ajudou com o dinheiro dos contribuintes a fomentar a Corrupção. artigo longo completo






REGALIAS SEM SENTIDO NA TAP E OUTRAS EMPRESAS PÚBLICAS

"A Soflusa dá mais de 100 mil viagens grátis por ano. 
Os filhos dos sete mil trabalhadores da TAP não pagam bilhetes de avião nesta operadora aérea até aos 25 anos e alguns mantêm a regalia mesmo depois de os pais já se terem reformado. Na Carris, estar de baixa compensa porque a empresa garante ao trabalhador o salário sem descontos.
Numa altura em que um relatório revela que as empresas públicas ou controladas pelo Estado devem mais de 38 mil milhões de euros, em que as administrações têm de reduzir as despesas em 15% e cortaram 10 % nos salários, a manutenção de algumas destas benesses é considerada ainda «mais escandalosa».«Há situações que são imorais. E que têm vindo a acumular-se ao longo dos anos», afirma Marques Mendes. Muitos desses privilégios foram herdados do antigo regime, adaptados e renegociados em acordos de empresa com os sindicatos: «A maior parte das administrações destas empresas foi conivente com a situação. Foram pactuando e acrescentando regalias», recorda o ex-líder do PSD.Marques Mendes defende, por isso, que este é o momento para se alterarem certos benefícios: «A situação é de emergência e as empresas não têm condições para continuarem a manter regalias que não são financeiramente suportáveis. Se se cortam salários, porque não se cortam regalias?».fonte

Actualizado (12/11/2013) Viagens financiadas para familiares de trabalhadores dos transportes
O ministro da Economia, António Pires de Lima, esclareceu que “não vai ser sonegado aos trabalhadores e familiares das empresas de transportes o direito a puderem ser financiados nas viagens que fazem”. Pires de Lima anunciou aliás que esse subsídio vai aumentar. fonte
Para conhecer a afronta de mais regalias, consulte este link a não perder.
(Acrescento que as regalias das viagens grátis também abrangem os maridos ou "namorados", não apenas os filhos. E dessa forma há muito mais pessoas que usufruem dessas viagens grátis, basta dizer que são namorados.
A somar aos salários dos funcionários existem vários subsídios que engordam o que se recebe, por exemplo o subsidio de aterragem, ou de pernoita, que contam a dobrar aos domingos e feriados.
A TAP, possui ainda acordos com hotéis de 5 estrelas, que oferecem descontos de 50% a todos os funcionários e acompanhantes, nas férias, desconheço as contrapartidas que a TAP tem que pagar para ter o desconto.)
Quanto ganha um piloto da TAP? Pilotos da TAP têm salário médio mensal bruto de 8.600 euros. 26/09/2009
"Segundo o jornal económico, os pilotos da TAP ganham em média 8600 euro por mês. Segundo outras fontes o salário médio de uma hospedeira ronda os 4500 euro.Um piloto entra para a Lufthansa com um salário aproximado de 3000 eur e no topo de carreira chega aos 8000. Aqui importa recordar que na TAP o salário médio é superior ao topo de carreira na maior companhia do mundo. Fora outras regalias como o prémio de reforma (20000 eur), etc."

NA CP, E ESTA SERVE APENAS DE EXEMPLO, QUE PERMITE DEDUZIR AS REGALIAS DAS RESTANTES E.P.
«O salário dos maquinistas, por exemplo, engloba abonos de produção, subsídios fiscais, ajudas de custo e subsídio de agente único», explica fonte oficial da empresa pública. «Só por se apresentar ao trabalho, cada maquinista recebe mais de seis euros por dia, devido ao subsídio de assiduidade».Os diversos subsídios são resultado das negociações entre as várias administrações que têm passado pela empresa e os sindicatos de trabalhadores ao longo dos anos. Ao todo, representam mais de metade – 54,3% – dos encargos totais com salários.Apenas em subsídios de condução, a CP gasta cerca de 4 milhões de euros, aos quais se juntam 2,4 milhões de euros em prémios de condução e 3,3 milhões de euros em prémios de chefia. Já as diuturnidades (antiguidade) custam 3,3 milhões de euros à empresa e os gastos o pagamento por trabalho em dias de descanso não compensados ascendem aos 4,5 milhões de euros.
Os trabalhadores da CP dispõem de 195 itens que contribuem para ‘engordar’ a sua remuneração variável no final do ano. O número atípico de apoios, ajudas e subsídios tem contribuído para que a empresa engrosse a factura com remunerações. Em 2009 foi de 104,5 milhões de euros anuais FONTE

OS JUÍZES TAMBÉM SOFREM
"Recebem um subsídio de renda de casa no valor de 700 EUR mensais, mesmo que residam em casa própria. E, se forem casados com outro magistrado, habitando em casa própria cada um deles recebe esse subsídio (logo, 1400 EUR). A situação atinge mesmo o absurdo já que até os magistrados aposentados incorporam esse subsídio nas suas reformas, nas mesmas condições dos que se encontram no activo. Mais ainda: O subsídio de renda de casa dos magistrados está isento de IRS, após acórdão do STA, ou seja, decisões dos magistrados." FONTE
Outras regalias em empresas públicas, apesar dos resultados ruinosos.

PAULO PORTAS PERDEU A PICA TODA CONTRA O CRIME BPN



Paulo Portas, neste video, exultante, acusa Victor Constâncio de incompetência e inacção na investigação do caso BPN e afins.
Outrora PAULO PORTAS exibiu uma coerência e tenacidade que neste momento se esvaiu, onde?? 
O velho e ridículo teatro na luta desesperada pelo poleiro, esse sonho tão desejado, que equivale a muito dinheiro e poder.
Já faz parte da corja, portanto, silêncio?? 
É deveras vergonhoso o que estes senhores fazem para ganhar a confiança do povo e votos, fingem-se muito zangados com os criminosos, ralham muito com eles, puxam as orelhas, cospem discursos raivosos de ódio por aqueles que saqueiam a nação...e nada fazem para a defender...  e de repente, não se fala mais nisso... e até ajudou a vender o banco por uma bagatela, para apressar o silencio.
"O líder do Bloco de Esquerda, Francisco Louçã, acusou o ministro, Paulo Portas, de ser «mais rápido que a própria sombra» ao negociar a venda do BPN em Luanda.«Paulo Portas começou em Angola a negociar as condições para vender o BPN, ainda o Governo não tinha decidido. Louçã classificou o caso BPN como um «cambalacho» e uma das razões para a crise financeira que Portugal vive.«O Estado foi dono do BPN durante quase três anos e não cobrou ao homem mais rico de Portugal [Américo Amorim]», recordou, referindo que «não há regra nenhuma para quem tem a compreensão do Governo».«Tudo é possível. Tornar-se Américo Amorim, o mais rico de Portugal e ser em simultâneo o maior devedor de Portugal», observou. «Não é por causa dos reformados, trabalhadores, desempregados, professores, enfermeiros que há crise financeira. É da irresponsabilidade por encontrar os ladrões, é o desequilíbrio, é a sociedade do cambalacho», acrescentou Francisco Louçã." Lusa/SOL

Lucro ou extorsão? Estado rouba em todas as frentes.

Exultam-se os nossos governantes pela "fácil" gestão das empresas mais rentáveis de Portugal! Muito lucro!... mas de onde vem esse lucro? Do esforço e competência dos gestores, pagos a peso de ouro? Da inteligente estratégia de gestão? 
Não... o lucro advém de uma manobra muito mais simples e óbvia... do monopólio que detêm estas empresas, como produtoras/fornecedoras, de bens essenciais e indispensáveis  permitindo ao governo, abusar e elevar as tarifas até ao lucro ofensivo.
Bem espremidinho, o povo, tem sempre mais qualquer coisa para sacrificar e ajudar os milionários. 
Se lhe explicarem que é pela crise... pela pátria... pelo futuro, o português até acredita... mas senão acreditar paga à mesma e não bufa. E sai mais um aumento da electricidade. 
Até quando vamos tolerar isto? O povo português definha, perde poder de compra, poder de subsistência, o poder de ser autónomo e digno, perde tudo... pois eles não deixam nada.
"[…] Os 5 maiores bancos alcançaram 1700 milhões de euros de lucros em 2009, a EDP mais de 1000 milhões, a PT mais de 680 milhões, a Cimpor mais de 245 milhões, a Galp Energia mais de 210 milhões. De onde vêm estes lucros? Vêm de benefícios fiscais, de dinheiros e apoios públicos, de privatizações. Vêm de um processo de esbulho do rendimento das famílias e da asfixia financeira das pequenas e médias empresas (PME) a partir de uma política de efectiva usura no crédito. Vêm da imposição de preços elevados de bens e serviços essenciais à vida das populações e à actividade produtiva.
As empresas acima citadas, e outras, anunciam que vão distribuir parte dos lucros pelos accionistas. E, obviamente, pelos seus gestores (prémios). Como é sabido, no nosso país um gestor executivo de uma empresa do PSI 20 ganha, em média, mais de 50 mil euros brutos mensais (1666 euros por dia). Há quem, com mais sorte, chegue aos 8500 euros/dia. Para os seus trabalhadores, aqueles que, sublinhe-se, produziram esta enorme riqueza, temos apelos à solidariedade nacional e à responsabilidade, porque o país não suporta aumentos salariais. Estamos esclarecidos. 
(A Vilarigues, "Público" 16/abr)

Maior roubo ao Estado Português e Victor Constâncio afirma que não é possível trava-los. Será sempre assim.


RESUMO DO INTERROGATÓRIO A VICTOR CONSTÂNCIO- O CAIR DA MÁSCARA




Em cima o Video onde Paulo Portas, outrora um duro defensor do povo (porque estava na oposição), acusa a passividade e benevolência de Victor Constâncio, perante os vários crimes que se desenrolavam no BPN. Esta "incompetência" conveniente, perante o que devia vigiar, valeu-lhe uma promoção, agora tem o futuro garantido no BCE. Aos autores do desfalque, valeu-lhes muitos milhões.

Mas segundo Vítor Constâncio, isto é assim mesmo... é a vida, nada se pode fazer para acabar com esta vergonha. Desistam portugueses, deixem-nos roubar à vontade... há corrupção sempre só se puséssemos um policia ao lado de cada politico é que se podia acabar com a corrupção, garante o Constâncio...
"Num sistema de organização capitalista de mercado de livre iniciativa, há fraudes, há corrupção, há tudo isso, em todos os países e em todos os sectores, e não há regulação e supervisores que descubram todas essas fraudes quando elas estão a ser cometidas."
"Não há garantias absolutas em nenhum país e em nenhum sistema, nessa matéria, a menos que queiram, de facto, que se constitua uma espécie de polícia de supervisão com milhares de pessoas que se instalem ao pé de cada administração e de cada direcção de serviço dos bancos, e de outras actividades, já agora, e que controlem tudo. Não é esse o sistema em que vivemos, de facto, e, portanto, não tenham ilusões de que haverá fraudes e corrupção nestas actividades, em todos os países e também em Portugal."
Como ele pensa que os portugueses são parvos, esquece-se de referir que a falta de justiça e a cumplicidade é que fazem da corrupção um fenómeno impossível de travar.
Bastaria conhecer o caso da Islândia onde os politicos e banqueiros que se atreveram a lesar o país através da banca foram punidos e expulsos do país e dos bancos.
 Basta conhecer os Suecos que de certeza não têm um policia atrás de cada corrupto... é que nem se atrevem a ser corruptos, na Suécia. 
Ou o caso da Dinamarca onde a corrupção nem chega a ser assunto. 
Ou a Finlândia, onde a corrupção é punida de forma exemplar, por isso desaparece... O princípio da proporcionalidade nas penas de corrupção.  As multas ou sanções por violar regras é geralmente proporcional ao rendimento dos indivíduos e empresas.

E mais... Victor Constâncio tenta deitar areia para os olhos dizendo que o Oliveira e Costa era um senhor impoluto e sem cadastro, de alta confiança...  "Era impensável, para mim, que conheci já há muitos anos o Dr. Oliveira e Costa e conhecendo o percurso todo que ele teve, que houvesse um esquema com todos estes contornos no BPN." fonte

Mas este video mostra que era fácil perceber que o Oliveira e Costa era o tipo de pessoa nada digna de que se confiasse nele, principalmente à frente de um banco. 




Este Constâncio, um verdadeiro compadre mostra claramente, que se rendeu ao poder devastador da corrupção. Se o fez por conveniência ou por conformismo nunca o saberemos, mas que foi galardoado com um belíssimo cargo, após dar provas de incompetência/permissividade/compadrio, isso sabemos... Não se percebe é porque continuam a tratar o povo como parvos e a fingir que não se pode travar a corrupção, a fingir que o Oliveira e Costa tinha o cadastro limpo e a fingir que não se sabia o que se passava no BPN... quando desde 2002 havia alertas bem claro e que até foram silenciados... basta ver este video



. É assim porque os portugueses não estão informados, nem alerta. É assim porque em Portugal os políticos foram substituídos por bandidos sem escrúpulos moral ou ética.
Contudo em Portugal é este descaramento, é-se corrupto e não se teme ser descoberto, não se teme ser julgado, não se teme ser exposto à vergonha... são a nossa nova elite... ser politico corrupto, é bem e dá direito a promoção.
Vejamos estas declarações, em forma de dialogo, retiradas do site da Esquerda.net.

Que mais precisa de se saber para perceber que estamos perante um crime???
Confissões de alguém que perdeu mais de 53 milhões de impostos do povo porque sucumbiu a uma chantagem de interesses pessoais? Usou dinheiro  para comprar empresas falidas a um amigo, sem se preocupar com a segurança e o retorno!!
O Sr. João Semedo (BE): - Sr. Dr., se me permite a linguagem, [a relação com El Assir] terá sido uma coisa do género: «Eu trato-vos da venda da Redal à Vivendi e vocês tratam-me da compra das empresas de Porto Rico». É isto, ou não?
O Sr. Dr. Dias Loureiro: - Em relação a mim acho isso insultuoso!"
O Sr. Dr. Oliveira e Costa: - Ontem à noite o Dr. Dias Loureiro telefonou-me a dizer que o El-Assir tinha assumido uma posição radical: ou a compra da Biometrics ia para a frente ou desligava-se do apoio que estava a dar ao Grupo para vender a Redal. Quando regressasse a Madrid a primeira coisa que faria era avisar os seus amigos da Vivendi e de Marrocos que se tinha desligado do negócio. fonte

"Não há memória de maior roubo ao Estado Português. Feito à luz do dia, ao longo de anos, narrado nos jornais com todos os pormenores, sem que a polícia ou os tribunais lhe pusessem cobro.
O BPN/SLN foi urdido, criado e gerido, expressamente para roubar os depositantes e o Estado português. Uma associação criminosa formada por governantes do PSD, incluindo o actual Presidente da República, que, com o PS nacionalizou o banco falido, comprando só o lixo, e que agora que com o PSD o privatiza, vendendo só o que tem valor, aos mesmos apaniguados do PSD.
Um prejuízo de 10 mil milhões, para Portugal!
Um lucro de 10 mil milhões, para a gatunagem no poder!
Uma manobra de gatunos bem combinados e coordenados.
Não é o Estado que é mau gestor. São os governos do PS e do PSD que são associações criminosas dedicadas ao roubo do Estado". FONTE

Se o Banco de Portugal não cumprir o seu dever, quais as sanções que lhe são aplicadas? (ao povo já sabemos as sanções que se aplicam quando o BdP não fiscaliza como deve ser - o povo paga)
"Compete especialmente ao Banco de Portugal "velar pela estabilidade do sistema financeiro nacional,(...) Assim, o Banco exerce a supervisão prudencial das instituições de crédito, das sociedades financeiras e das instituições de pagamento.
O Banco de Portugal exerce também a supervisão da actuação das instituições na relação com os seus clientes – supervisão comportamental. Neste âmbito, o Banco de Portugal intervém no domínio da oferta de produtos e serviços financeiros – para que as instituições actuem com diligência, neutralidade, lealdade, discrição e respeito no relacionamento com os clientes – e também ao nível da procura de produtos e serviços – estimulando e difundindo informação junto dos clientes bancários, promovendo uma avaliação cuidada dos compromissos que estes assumem e dos riscos que tomam.
O Banco de Portugal produz estudos e análises da economia portuguesa, da economia da área do euro e do seu enquadramento internacional e dos mercados e sistemas financeiros. Fonte

  1. Para os mais curiosos, vídeos de Paulo Portas antes de estar no poleiro.
  2. E vídeos, com ataques como este, quando estava na oposição.
  3. E ainda a divulgação do luxo dos funcionários do Banco de Portugal, porque eles merecem? 
  4. Oliveira Costa não tem dinheiro para pagar multas do BPN? Escondeu-o 
  5. Banco de Portugal, desmascarado, fracassou nos crimes no BPN? 
  6. 50 milhões para Dias Loureiro e o amigo traficante de armas. 



Parlamento a discutir o sexo dos anjos...

Politicos fantoches ilicito"O parlamento aprovou a criminalização do enriquecimento ilícito, uma lei que abrange os titulares de cargos políticos e públicos. Todos os partidos votaram favoravelmente, à excepção do PS."  fonte
Cinismos de uma democracia doente...
Neste país onde arruinar um país inteiro é crime mas não dá prisão nem pena... 
Gerir danosamente erário público, é crime mas não dá prisão nem pena
Usar um banco e um grupo financeiro,  para enriquecer a elite politica e depois de arruinado oferece-lo ao povo é crime mas não dá prisão. 
Comprar acções de forma ilícita e que valorizam estranhamente 140% a um banco que era todo ele uma fraude e um roubo, é crime mas não dá prisão. Dá presidência... 
Ter políticos a criar buracos orçamentais e dividas colossais é crime mas não dá prisão.
Ser politico em Portugal é crime e não dá prisão.
Manipular a lei para favorecer elites é crime mas não dá prisão.
Vender património do estado para enriquecer os intermediários e lesar o estado é crime mas não dá prisão.
Oferecer a gestão de empresas públicas a gestores com carreiras pautadas pela incompetência e ilegalidades é crime mas não dá prisão.
Fazer adjudicações directas e por preços muito superiores a outros concorrentes é crime e não dá prisão.
Fazer contratos de serviços muito mais caros que o que existe no mercado é crime e não dá prisão.
Então para quê criminalizar o enriquecimento ilícito, se crime na politica não dá castigo? É apenas mais uma fantochada daqueles que fingem que trabalham e que se preocupam em defender o povo. Antes de criminalizarem o enriquecimento ilícito deveriam penalizar os crimes. Porque criminalizar sem penalizar é apenas uma hipocrisia típica numa democracia moribunda. Onde é muito difícil apanhar os culpados, mais difícil ainda, ultrapassar a barreira do compadrio que protege os políticos da justiça. 
Se temos casos como o do BPN explicitamente repleto de casos ilícitos e ninguém foi, até agora, penalizado, que adianta colocar na lista dos casos ilícitos este ou aquele crime... se no fim eles se safam sempre?
Como diz  muito acertivamente Teresa Rita Lopes
"Que gente somos nós se não entendermos que o actual Presidente, que quer continuar a sê-lo, permitirá que transformem o país num imenso BPN – um descomunal casino em que os políticos comandarão, ou cobrirão os que comandam as roletas viciadas para fazer ganhar os do clube?"

Manuel Godinho, justiça vai para a sucata. Volta a atacar a CP...


Manuel Godinho volta ao ataque
FACE OCULTA NA SUCATA
É nestas alturas que se aplica o velho ditado, "vira o disco e toca o mesmo" ou será mais certeiro "ladrão que rouba ladrão tem cem anos de perdão"?
O nosso caro, e criminalmente envolvido, Manuel Godinho, está de volta da prisão e está cheio de pressa de voltar á luta do dia a dia... à vidinha que tinha quando foi envolvido em crimes por corrupção, associação criminosa, tráfico de influências, falsificação de documentos e furto qualificado.
Já anda à caça de novos contratos milionários, e vá-se lá perceber porquê, com um cadastro de crimes GANHOU O CONTRATO... MILIONÁRIO!! Tanta gente honesta a trabalhar,  mas em Portugal ser desonesto tem mais benefícios. E muito mais clientela.... 
O caso arrasta-se, num processo que envolve altos quadros de empresas com suspeitas dos crimes de corrupção, tráfico de influência, associação criminosa e falsificação de documentos, incluindo o administrador do BCP, Armando Vara , o presidente da (REN), José Penedos, bem como o seu filho Paulo Penedos.
 No grupo económico de Aveiro, que integra a empresa O2, Tratamento e Limpezas Ambientais S.A. Vários gestores e quadros de empresas são suspeitos de favorecer a empresa aveirense na adjudicação de contratos na área da gestão de resíduos, mediante a oferta de contrapartidas económicas para quadros e gestores das empresas.

No entanto já no dia 2 deste mês o CM noticia que "Godinho ganha concurso milionário com sucata da CP, Governo trava adjudicação do contrato e abre inquérito."
Dez dias depois de ter sido libertado da cadeia de Aveiro, onde cumpriu um ano e meio de prisão, Manuel Godinho, concorreu a um concurso milionário da CP. A Raplus, empresa dele, acabou por vencer, tendo apresentado uma proposta no valor de 790 mil euros. O secretário de Estado das Obras Públicas, mandou entretanto abrir um inquérito. Em causa está também o facto de a CP ter sido uma das empresas mais lesadas pelo sucateiro de Ovar. Só quando for conhecido o resultado do inquérito é que o contrato será adjudicado.
Quatro empresas concorreram, duas delas, a Raplus e a O2, pertencem a Manuel Godinho. A segunda empresa acabou por ser excluída, pois um dos requisitos da adjudicação é que as firmas não tenham processos por fraude fiscal ou dívidas avultadas. (mas os donos podem ter todo o tipo de fraude??*) Todas as propostas foram divulgadas pelo júri em acto público de abertura de propostas. O valor da oferta mais baixa era de 310 mil euros. A Raplus, de Manuel Godinho, mais do que duplicou o valor e ofereceu 790 mil euros Venceu o concurso."
Infelizmente a corrupção é isto mesmo, fácil de ocultar, pois para que fossem feitas revelações muitas pessoas teriam que tombar, tal como uma queda em série de peças de dominó, por isso preferem corromper também a justiça e abafar tudo.
Há sempre um bode expiatório para sacrificar quando as coisas são demasiado óbvias, ao qual  se garante uma prisão tranquila breve e à saída, terá á espera muitas vantagens por ter sido 
sacrificado. Talvez o facto de ter ganho este concurso da CP seja já uma recompensa disso mesmo.
Formas de corromper em Portugal.

Em Portugal a corrupção não tem risco e dá muito lucro.

Corrupção Portugal lucroVivi na Argentina alguns anos e aprendi a ver a corrupção com outros olhos. 
Na Argentina a corrupção é mais explicita e mais perigosa, e não se limita a rapinar dinheiro público.
Na altura era o presidente Menem, quem liderava o país e o tráfico de armas, em simultâneo... Maradona junto com um famoso juiz dominava o tráfico de drogas...etc etc 
Contudo esta vivência permitiu perceber como funcionava a corrupção em união com a justiça, a politica e os negócios, todos em uníssono até alguém ser assassinado ou "queimado". Depois era o caos... 
Um dia toda a Argentina foi surpreendida com o "acto suicida" de um juiz.
Farto de tanta corrupção, ou talvez porque não aguentou a pressão, convidou um canal de TV para uma fazenda onde se escondeu, e revelou, em directo, dezenas de actos graves de corrupção, que envolviam presidente, figuras politicas, figuras da sociedade e da economia. Foi realmente um escândalo, contudo ele escondeu-se para evitar ser assassinado, mas deixou a família exposta ás represálias do acto que acabara de cometer, ele prometeu suicidar-se depois de fazer justiça, afirmando que sabia que estava condenado a partir daquele momento... mas dado que a família estava em risco, apareceu no dia seguinte... num quadro familiar enternecedor, á porta de sua casa a pedir desculpas públicas pelo que fizera, pedindo para não acreditarem em nada, pois estava alcoolizado. Os media não mais falaram do assunto e tudo ficou por aqui... como se nada fosse. 
Em Portugal, país de brandos costumes, ser corrupto é muito mais "limpo", mais "honesto" e menos perigoso. Em Portugal, basicamente, o objecto de corrupção é o dinheiro público pois os nossos corruptos não gostam de confusões. Drogas e armas faz sangue. Dinheiro do povo não tem guerrilheiros, nem capangas, nem lei que o proteja. 
São os nossos cobardes corruptos de estimação. Traficam favores, corrompem leis, valorizam ou desvalorizam imóveis, traficam cargos de luxo, manipulam a lei, desviam dinheiros públicos, roubam impostos, gerem irresponsavelmente, burlam o povo, oferecem obras públicas a quem der mais para a conta bancária privada, adjudicam contratos a amigos e família por 5 vezes mais o preço da concorrência, compram submarinos a quem der mais luvas, fazem obras megalómanas e inúteis apenas para dar trabalho a amigos e encherem a sua própria conta bancária, vendem o património do povo....  e prontos tudo muito inócuo, muito puro e civilizado.
Por vezes ouve-se dizer que determinado arguido vai fazer declarações ou que tem muito para revelar... nestas alturas recordo Buenos Aires, em que estes senhores eram muitas vezes silenciados com uma morte mal explicada. Em Portugal também temos arguidos a fazer essas ameaças, que pretendem dizer. - "Ou vocês mexem os cordelinhos e me protegem ou eu boto a boca no trombone e vai tudo ao charco."
Em Portugal silenciam-se facilmente estas ameaças, não com uma morte inexplicavel que ainda não chegamos tão longe, mas com umas promessas de recompensas e uns cordelinhos bem pagos com dinheiros públicos... sempre com dinheiro público. E o resultado é o que temos assistido, alguns ainda entram mas nenhum lá fica.
Seria bom que pelo menos a carreira de corrupto em Portugal fosse tão arriscada como na Argentina, desta forma não teríamos tantos corruptos... ou será que devo dizer,  não teríamos tantos politicos... Bem já nem sei, acho que andamos a ficar todos confusos com estes conceitos, de tanto se misturarem esbatem-se as barreiras que definem um e outro.