05 setembro, 2012

Estado paga 11 milhões por ano a parasitas, desde 2008, que nem aparecem no serviço?

borges 11 milhões parasitas
acabar com os parasitas é que é uma urgência!!!
Os incompetentes que nos desgovernam, em 2008 criaram mais um subsidio para parasitas. Partem sempre do principio que o dinheiro do estado, dá para tudo e para todos, e criaram  um subsidio absurdo, um parasitismo descarado e declarado.
Ofereceram, a 996 funcionários públicos um subsidio de 55%  do seu salário, no mínimo, mais as regalias da função pública, mais o vinculo ao estado, a funcionários que foram trabalhar para o privado. E assim andaram e andam há anos a consumir 11 milhões dos nossos impostos, sem qualquer produtividade... em puro parasitismo. 

Mas estes casos repetem-se com outros contornos, os cargos vitalícios são outra ofensa ao estado democrático e um brinde ao parasitismo e incompetência do estado.
Ninguém consegue imaginar a quantidade de buracos por onde se esgotam os sacrifícios dos contribuintes. 
Ninguém consegue imaginar como a incompetência e má fé, dos sucessivos governos, pode destruir milhões e milhões dos nossos impostos.
Apenas porque ninguém foi capaz de mudar o que estava errado, de travar parasitismos, de rever despesas sem sentido... recentemente, fizeram-se alterações e cortes aos direitos dos trabalhadores penalizando aqueles que realmente trabalham, produzem e trabalharam décadas a fio... mas nenhuma cabecinha pensadora teve o discernimento de começar os cortes pelos parasitas, pelos que não produzem, pelos que recebem dinheiro do povo, sem qualquer lógica!?

"Segundo dados das Finanças, existem 996 licenças extraordinárias, que permitem acumular subsídio no Estado com salário no privado.
Numa altura de contenção, o Estado gasta, por ano, 11 milhões de euros com licenças extraordinárias pagas a quase mil funcionários que saíram da administração pública para trabalhar no sector privado. São pessoas que, apesar de já não exercerem funções no Estado, recebem um subsídio que podem acumular com um salário fora da esfera pública. O Ministério das Finanças não antecipa cenários, mas avisa que, no futuro, será "importante conter a despesa nesta rubrica."
O regime de licença extraordinária, que era permitido aos trabalhadores em situação de mobilidade especial (quadros de excedentários), existia desde 2008 e foi revogado este ano, com a entrada em vigor do Orçamento do Estado. Porém, as licenças que estavam já em vigor mantêm-se até ao fim do seu prazo, não podendo ser renovadas. A duração é fixada caso a caso, existindo licenças superiores a 20 anos.
A licença extraordinária foi uma das soluções criadas pelo anterior Governo para quem estava em mobilidade especial e que permitia que os funcionários públicos nesta situação aceitassem um emprego no privado, sem com isso perderem o vínculo ao Estado. Estes funcionários têm direito a uma subvenção paga 12 meses por ano, que corresponde a uma percentagem do valor ilíquido da remuneração base que receberiam se estivessem em mobilidade especial. No mínimo, será de 55% da remuneração (ver texto ao lado).
Na prática, estes funcionários acumulam a subvenção com um salário no sector privado, mantendo ainda o vínculo ao Estado, mas sem terem quaisquer obrigações ou deveres para com a administração pública. Além disso, têm direito a descontar o tempo em que estão de licença para efeitos de aposentação e podem ter acesso à ADSE (subsistema de saúde da função pública) se assim o desejarem.
Licença vale, em média, cerca de 920 euros por mês
A esmagadora maioria das licenças extraordinárias (920) situa-se no escalão máximo, a que corresponde 75% da remuneração base. Destes, grande parte (747) ganham entre os 485 e os 2 mil euros. Há ainda 118 pessoas cuja remuneração situa-se entre os 2 mil e os 3 mil euros e 29 pessoas cujo salário andará entre os 3 mil e os 4 mil euros. Por último, existem quatro pessoas que recebem mais de 4 mil euros do Estado e que estão no privado.
Para o especialista e consultor de administração pública, Luís Bento, o regime de mobilidade "precisa de ser suspenso na sua aplicação e revisto ou pura e simplesmente suprimido". O sistema foi criado "com o objectivo principal de criar uma transição suave para a saída da função pública e está transformado num sistema que favorece acumulações de salários, pensões e subvenções, que não são admitidos fora desse regime", sublinha Luís Bento.
"É imoral, numa situação de crise como a que vivemos, permitir o uso e abuso de um regime que não resolve os verdadeiros problemas de mobilidade nas administrações públicas (...), mas que sobrecarrega, desnecessariamente, a despesa do Estado com pessoal", remata o especialista. economico.

Basta de parasitas, não? 

12 comentários :

  1. Dá para divulgar os nomes desses 996 parasitas? O estado faz isso com os seus devedores, publica numa lista\site os seus nomes. E já agora, o nome de todos os que nos roubam.

    Só quando os mamões forem publicamente conhecidos é que os eleitores vão poder avaliar os partidos pela quantidade de parasitas.

    Imagino-me na época de eleições, a procurar nas listas de elegíveis apresentadas pelos partidos os nomes desses parasitas. Ao encontrar, excluo esse partido das minhas intenções de voto.

    Que isto de ir votar e apenas ter em conta as promessas eleitorais, ou o demérito dos governantes anteriores já não dá para mim.

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    1. Era interessante conhecer os nomes, mas deve ser impossivel.

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    2. DEEM-ME UMA ARMA, COM UM MILHAR DE MUNIÇOES EM CAIXAS.

      NAO TENHO NADA A PERDER.

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    3. 900 ?? PARASITAS????

      E OS MILHARES QUE SE ENCOSTARAM NO ESTADO COM REFORMAS MILIOANARIAS, SALARIOS ACIMA DA CRISE, MORDOMIAS NA SAUDE ENTRE OUTRAS, SAO O QUE???

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  2. Ora essa...isto corresponde a 11 milhões de euros de buraco nas contas por ano?

    Basta cada português pagar mais 1,1 euros por ano nos seus impostos, o que são 0,092 cêntimos por mês. Uma ninharia.

    É este pensamento triste que tem levado o nosso País e os seus habitantes ao estado em que estamos, o pensar que aumentar cêntimos não faz diferença nenhuma...

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    1. Pois.... o pensamento permissivo permitiu estes abusadores chegar a este ponto Já reparou na lista ao lado direito? É que estes 11 milhões são para somar sempre e no fim subtrair aos do costume... O zé povinho...

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  3. Este artigo está errado e é enganador.
    Primeiro é preciso frisar de que os males do país não vêm da corrupção ou de dinheiro desperdiçado pelos governos. A corrupção e o desperdício devem ser combatidos por razões morais e de justiça, não por prejudicarem a economia. Há países corruptos (Coreia do Sul, por exemplo) que são sucessos económicos.
    A razão dos problemas do país é o estarmos, na prática, sob ocupação estrangeira com a adesão à União Europeia e principalmente ao Euro.
    E isso nunca é referido, faz-me muitas vezes uma fita danada por tostões e nunca se fala nos 5 milhões de Euros que Portugal manda todos os dias (365 dias por ano) para Bruxelas! Como também não se fala dos milhões que temos de pagar à Troika para esta nos explorar nem nos juros proibitivos dos "empréstimos" que esta nos autoriza a contrair. E como não se fala de muita outra coisa... quando toca a criticar as verdadeiras causas da nossa estagnação, a União Europeia e o Euro, o assunto é tabu. Ataca-se a corrupção pois ninguém, logicamente, a pode defender.
    Mas voltando ao artigo em causa.
    Primeiro não há "licenças extraordinárias", ainda por cima remuneradas. Há licenças sem vencimento e nestas perde-se totalmente o vínculo creio que ao fim de dez anos.
    Há (ou havia) um quadro de excedentes, depois crismado de mobilidade especial em que, o governo, em vez de despedir e pagar a respectiva indemnização, mandava a pessoa embora ficando a pagar-lhe o vencimento nos três primeiros meses e depois diminuindo-o. Ao fim de um ano pagava só metade.
    A passagem à mobilidade especial, podia ser feita por decisão do Serviço ou a pedido do próprio. Houve poucos pedidos e a maior parte da parte de funcionários que tinham especialização elevada e ganhariam bastante mais na actividade privada. Esta possibilidade, depois, foi amplamente restringida, resumindo-se a passagem à mobilidade aos funcionários que, na prática, os Serviços despediam.
    Portanto, estamos perante despedimentos com o pagamento da indemnização a prestações e despedimento em que o funcionário não tem recurso ao subsídio de desemprego. Portanto estes tais 11 milhões por ano correspondem ao pagamento de indemnizações por despedimento e de subsídio de desemprego de funcionários públicos despedidos, nem mais.
    Para acabar gostaria de referir que este blog faz um mau serviço pois distraí o cidadão da principal razão que nos está a empobrecer, a exploração a que estamos a ser sujeitos pela União Europeia.
    Já agora, é de referir que o Estado português é dos mais poupados de toda a União Europeia. Os gastos do Estado Português per capita são de uns UDS$12.000 por residente, mais ou menos o mesmo que Espanha enquanto que a Holanda gasta 22 mil, a Finlândia 26 mil e a Alemanha 19 mil! Na prática a diferença é maior porque Espanha e a Alemanha têm regiões com orçamentos próprios o que empola aquele valor.

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    1. O facto de esses 5 milhões diários serem maus para a economia, não será certamente o único factor que arruína a economia nacional. São várias as figuras públicas que já reconhecem que a corrupção é o flagelo mais grave que destroi a economia a sociedade e a justiça.

      No entanto há sempre quem queira colocar o povo a olhar para outros inimigos, pois não convém nada que se comece a perceber que o saque de que somos vitimas é já excessivo e insuportavel.
      Eu proponho-me a denunciar a corrupção e os efeitos nefastos que ela tem para os portugueses. O sr é livre de divulgar outro tipo de despesismo... Portugal agradece...
      E não é por haver outros despesismos que devemos esquecer estes que divulgo.

      Também divulgo o despesismo com os juros da TROIKA, com os juros aos bancos, ao FMI e denuncio o abuso dos juros cobrados.

      Os dados que apresenta podem apenas significar que o nosso estado tem um péssimo serviço de saúde, de ensino, de apoios sociais etc etc etc. Poupa muito com o cidadão, isso já todos sabemos, mas gasta muito com eles próprios, com os seus compinchas, afilhados e CORRUPÇÃO e etc
      CLARO QUE É POUPADO, POUPAM NAS FUNÇÕES DO ESTADO PARA SOBRAR MAIS PARA O SEU SAQUE. Acho que qualquer um percebe isso.

      Aliás todos sabemos como são os sistemas sociais nos países que descreve e todos conhecemos as péssimas condições dos sistemas sociais em Portugal... Só temos que dar os parabéns aos governos que sempre souberam poupar com os cidadãos.

      Acrescento ainda que o mesmo se passa com a carga fiscal. Somos considerados os que possuem a carga fiscal mais leve da Europa... puro ilusionismo que esconde uma outra verdade
      Este é um gráfico que irá surpreender muitos. Mas, de facto, Portugal é dos países da UE com menor carga fiscal em relação ao PIB.
      Como pode ser, perguntarão indignados os que já não podem suportar tantos impostos que pagam? E a propaganda (comunicação) social dos grandes interesses serve-se habilmente desse justo sentimento, fazendo os portugueses acreditar que são uns sortudos.
      Artigo completo: http://apodrecetuga.blogspot.com/2012/07/portugal-tem-menor-carga-fiscal-da.html#ixzz25gppm9hG

      EU NÃO DISTRAIO, APENAS CHAMO A ATENÇÃO PARA A CORRUPÇÃO E O DESPESISMO.O SR É LIVRE DE FAZER O MESMO. MAS ERA INTERESSANTE QUE NÃO TENTASSE DISTORCER AS COISAS. A baixa despesa do estado com os cidadãos não contraria o despesismo que denuncio, apenas nos permite saber que esse despesismo sai caro aos cidadãos.

      http://apodrecetuga.blogspot.com/2012/06/secretario-de-estado-adjunto-acha-as.html

      http://apodrecetuga.blogspot.com/2011/10/politicos-ajudam-banca-roubar-o-povo.html

      4- Revela ainda que não existe outro país onde o estado tenha dividas da dimensão da nossa e pague tantos juros à banca, e porquê? Porque existe um evidente poder da banca sobre o estado e o governo.

      Artigo completo: http://apodrecetuga.blogspot.com/2012/07/corrupcao-descarada-do-presidente-da.html#ixzz25grTKkKv

      Em Portugal, o estado, gasta por ano, cerca de 80 mil milhões de euros, o orçamento está completamente descompensado. Pois os juros da dívida pública representam a maior despesa do estado, 9 mil milhões, situação que deveria ser inaceitável e que o governo deveria renegociar urgentemente e de forma justa para os portugueses, pois existem alternativas que favorecem menos a banca, mas favorecem o estado português.
      Em mais nenhum país civilizado se assiste a este desequilíbrio... permitir que a divida pública seja o ministério mais dispendioso em Portugal O "ministério da divida pública" ou devemos chamar-lhe o "ministério da banca"??? Anedótico, criminoso e ruinoso.

      Artigo completo: http://apodrecetuga.blogspot.com/2012/08/paulo-morais-convida-os-corruptos-terem.html#ixzz25grcxPEY

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  4. A raiva dessa cambada que está no governo tem um objectivo único, evidente e em curso: destruir as conquistas que se obtiveram depois do 25 de Abril de 1974. Essa é a determinação deles.
    Não há Constituição que o impeça, não há Tribunal Constitucional que que os pare, não há Lei que eles não atropelem.
    Há uma raiva de muitos grupos para "fazerem engolir" o alcançado em todas as áreas designadamente na educação, na saúde, na cultura, no desporto, no bem estar das populações, no capital do Estado, EDP, Petrogal, agora irá a DGD, a ANA, os Cimentos, os Corrreios, Estaleiros, o Pavilhão Atlântico, etc .
    Essa é a realidade e o Povo anestesiado, amedrontado aceita tudo, até que estivemeos a viver acima das nossa possibilidades. Esta é uma das maiores aldrabices.
    Houve dinheiro para BPN, BPP, PPP's, SWAP's, Fundações e Observatórios, esbanjamentos com todo o desnorte em Autarquias, perdão de dívidas de muitos milhões, etc.
    Onde estão os Homens da honra, da cultura, da dignidade, da coluna erecta, da competência, que se levantem!!!!

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    1. E é isso mesmo... mas o povo não acorda.

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  5. O MEU GRITO DE REVOLTA LADRÕESSSSSSSSSSSSSSS

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