Depositamos as nossas reformas nas mãos do estado e ele geriu-as à forma do costume - danosamente e irresponsavelmente.

Politicos gestão danosa criminosa
PARA AJUDAR A ESCLARECER:
1. Até 1974 NÃO EXISTIA a SEGURANÇA SOCIAL mas a PREVIDÊNCIA SOCIAL;
2. Fiz parte da 1ª e 2ª Comissões que em 1976/77 preparou a Reforma da Previdência criando a Segurança Social, o Centro Nacional de Pensões, os Centros Regionais das Segurança Social integrando-se nesses as caixas de Previdência;
3. A 2ª Comissão integrou, além de mim próprio, maria de Belém Roseira, Leonor Guimarães, Fernando Maia e Madalena Martins;
4. NÃO HOUVE qualquer nacionalização e as próprias Casas do Povo e o regime dos rurais só em 1980 foram integradas na Segurança Social;
5. O ESTADO não tinha que meter dinheiro na Segurança Social pois o seu funcionamento foi e é assegurado pelas contribuições das entidades empregadoras e trabalhadores;
6. Outra coisa tem a ver com a CAIXA GERAL DE APOSENTAÇÕES pois a mesma foi financiada exclusivamente pelas contribuições dos agentes do Estado a quem os funcionários confiaram mês a mês os seus descontos igualzinho aquilo que acontece com a conta poupança que vai capitalizando ao longo do seu período de vigência;
NÃO FIQUEM CALADOS. DIVULGEM
Muito gostava de saber o que é que o Governo e a Oposição têm a dizer sobre o que consta abaixo e sobre a real situação financeira da Segurança Social, se é que se atrevem...
Vale a pena ler, isto a ser verdade (parece que sim) agora sabemos porque não chega para todos....

Greve na Carris, quem vai pagar o buraco da austeridade?

Sócrates e Passos Coelho corruptos
Os transportes públicos perderam 16 milhões de passageiros só no primeiro trimestre deste ano, a um ritmo de 175 mil por dia. Video da noticia.
A crise, a subida dos preços e o aumento do desemprego podem explicar os números.
Quem vai tapar mais este buraco que deve trazer gigantescos prejuízos para as empresas de transportes??
O governo continua a destruir a economia do país, baixou a receita pois cada vez menos impostos entram no estado, não conseguiu baixar a despesa pois até agora não teve coragem de cortar os luxos dos amigos... e o país continua a mostrar que tanta austeridade ainda não deu beneficios a mais ninguém... senão aos que nos desgovernam.

Se os passes e os bilhetes da carris vão aumentar, o povo tem que saber porquê.
BÓNUS PARA GESTORES, AUMENTOS SALÁRIOS PARA GESTORES, 
PRÉMIOS DE MÁ GESTÃO PARA GESTORES
CARROS NOVOS PARA GESTORES...ETC
O PEC impõe o congelamento dos salários na Função Pública, assim como impoe os aumentos na electricidade, na água, nos transportes, nas taxas da saúde e nos impostos.... Para pagar os luxos deles!
É crime a ostensão de uns ás custas dos sacrifícios de outros.
Que gestão é esta?? Todo e qualquer cidadão se deve sentir ofendido quando vê os aumentos e regalias que se dão a uns, quando se pedem sacrifícios ao povo.É o mesmo que dizer: 
- Portugueses vamos lá cortar mais nas vossas economias que o sr milionário da Carris, ou da CP ou das Águas de Portugal precisa de um aumento de 65% no seu salário de 6 mil euros e precisa de um carro novo que o seu Mercedes, já tem 2 anos!!! 
Já tinha feito referencia á mesma situaçao na CP AQUI , Nas águas de Portugal. Todos estes organismos tem sido o exemplo de como se gerem em Portugal empresas do estado -  prejuízos de milhões e mesmo assim continuam no cargo os autores do "crime" e brindados com prémios, aumentos, carros etc e etc.

Em baixo podemos ver o exemplo da CARRIS e os seus luxos ...ás custas dos aumentos dos preços dos bilhetes. 
Ao longo dos últimos tempos, o que as notícias escrevem sobre a CARRIS.

CASO 1 - A Carris renovou, em 2010, a frota da administração com quatro carros de luxo, ano em que a empresa pública fechou as contas com um buraco de 775,5 milhões de euros, avança o Correio da Manhã. Alugou um Mercedes E350, um BMW 320D e dois Audi A6 2.0, no valor total de 176.182 mil euros. Com estes carros, a Carris gastou 3613 euros por mês no ano passado, escreve ainda o CM.
CASO 2 - Após os cortes salariais na Função Pública, o presidente ganha 6577 euros brutos mensais e cada vogal 5727 euros.
CASO 3 - A Carris apresentou 30 novos autocarros articulados, equipados com o serviço Carris Net Bus, fruto de uma parceria estabelecida entre a empresa de transportes lisboeta e TMN, que envolveu um investimento de 11 milhões de euros por parte da Carris. FONTE
CASO 4 - Outro exemplo é o da Carris. A empresa, que em 2009 teve cerca de 41 milhões de euros de prejuízo, viu, por decisão governamental, os ordenados dos seus gestores igualmente aumentados em  2009. O presidente ganhava 4.204 euros e passou a auferir de um ordenado mensal 6.923 euros (mais 65 por cento). Já os vogais passaram de 3.656 para 6.028 (mais 65 %). FONTE
CASO 5 - Quanto aos custos com pessoal, a administração da Carris recebeu um total de 420.556 euros em 2010, traduzindo-se num aumento nos vencimentos dos cargos de topo de quase 33 mil euros em comparação a 2009. FONTE
CASO 6 - Silva Rodrigues ( Presidente da Carris) admitiu que a Carris precisa de diminuir o pessoal, mas disse que a empresa "não tem dinheiro" para fazer rescisões. "Temos de nos endividar para o fazer [rescisões] e, neste momento, há limites ao endividamentofonte
( Esta é sem dúvida hilariante... não têm dinheiro para rescisões? Não tem dinheiro para nada... estão num buraco... mas têm dinheiro para aumentos dos chefes e para carros... que anedota.)
CASO 7 - A Refer apresentou ontem os resultados com os prejuízos de 146,5 milhões de euros em 2010. Só a dívida acumulada conjunta da CP e da Refer atinge os dez mil milhões de euros. Para Silva Rodrigues, a mobilidade é um serviço essencial a todos mas "as empresas não podem continuar a vender barato para todos". fonte

Está à vista de todos, a causa dos buracos que as empresas públicas APRESENTAM... contudo os gestores públicos e os políticos teimam em olhar para o lado e fingir que não sabem. 
- Luxos para gestores 
- Excesso de pessoal devido ás cunhas
- Salários milionários 
- Aumentos de 65% em época de crise.
- Prémios de produtividade aos que dão prejuízos de milhões (produzem prejuízo)
- Gestores mesmo com resultados negativos não são despedidos.
- Carros de luxo. 
- Caso da CP, motoristas ganham 50 mil euros 
ETC...ETC...ETC....

Cimpor, mais uma vez o governo a lesar o estado e o povo?

Cimpor Portugal pobre

Sem que ninguém os consiga deter, persistem em fazer negócios e renegociar os interesses e dinheiro do estado e do povo, mas estranhamente, lesando o estado e o povo. 

"A Cimpor controla 27 fábricas em 12 países. Nelas trabalham 830 pessoas de 33 nacionalidades. E todo este conglomerado é controlado a partir da Rua Alexandre Herculano, em Lisboa, num prédio onde trabalham 180 pessoas altamente qualificadas, dos quais um terço são engenheiros técnicos e o restante economistas, gestores, advogados, etc.
É tudo isto que está em risco a partir do momento em que o Governo e o ministro sem ministério, António Borges, impuseram à Caixa Geral de Depósitos que vendesse a sua participação na cimenteira por um preço inferior entre meio e um euro ao que poderia obter. E nada se sabe sobre as reestruturações societárias posteriores que a Camargo se propõe fazer — ou seja, o desmembramento e a colocação da sede no exterior. 
Não havia urgência para vender a Cimpor. Borges deve esclarecer porque impôs esta solução que lesa os interesses do país."(28 Abr 2012  Expresso Economia) 

E parece que se procedeu mesmo ao desmembramento... 
"Brasileiros confirmam desmantelamento da Cimpor
Camargo Corrêa vai propor que as operações que a Cimpor tem na China, Espanha, Índia, Marrocos, Tunísia, Turquia e Perú sejam entregues à Votorantim em troca das ações detidas por esta."  6 de maio de 2012- fonte

O governo aliado à EDP no saque aos portugueses... O descaramento!!

EDP corrupção lesar Portugal
A verdade sobre a demissão do Secretário de Estado, Henrique Gomes, poderia provocar uma enorme discussão, se vivêssemos num país a sério.
O estado é gerido pelo inimigo. Negoceiam contra os interesses de quem representam, cada vez é mais óbvio. O sec. de estado foi demitido, porque realizou  um relatório que fazia alguma justiça aos portugueses, mas retirava alguns milhões aos chineses e ao António Mexia. 

"O relatório do secretário de Estado da Energia que se demitiu e que foi chumbado pelo Governo, apesar de ter por base um estudo da Universidade de Cambridge encomendado pelo próprio Governo, dizia que era preciso cortar 165 milhões por ano no que a EDP cobra a mais aos consumidores na factura da luz."
Não gostaram deste relatório e  arranjaram um mais adaptado.
Foi substituído por um relatório de Carlos Moedas para a troika, onde se dizia que bastava cortar uns miseráveis 4 milhões.
Estranha-se ainda que António Mexia, que criticou o estudo dos ingleses, tenha tido acesso ao relatório  poucas horas depois de ter sido entregue ao Governo, segundo Henrique Gomes.
Mexia cumpriu bem o seu papel, ao não querer menos rendimentos para a empresa que gere. 
Estranha é a razão por que há no Governo quem defenda os interesses da EDP, sendo ela privada, e se esteja nas tintas para os interesses dos portugueses, que vêem cerca de metade do que pagam da factura da luz ir para os tais "custos políticos".

Tendências politicas manifestam-se cedo. (anedota)

Políticos criminosos
Um pai estranhava o comportamento do filho pois parecia não querer fazer nada, só queria boa vida sem esforço. Mas ao mesmo tempo metia-se em tudo. Então foi a um psicólogo que o aconselhou a fazer um teste para tentar adivinhar o que o filho seria para o futuro, diz para a mulher:
- O srº deve por uma nota de cinquenta euros sobre uma mesa bem á vista, para representar a carreira bancária, ao lado coloca uma Bíblia, representando a carreira eclesiástica, e junto uma garrafa de uísque, para representar a vadiagem 
. A seguir, escondem-se num local para observar o que ele escolhe.
O pai assim fez e chamou a esposa para assistirem juntos à revelação:
Passado uns momentos, o rapaz entrou na sala e observou os objectos arrumados sobre a mesa. Estranhando, olhou à sua volta e viu que estava sozinho. Observou a nota contra a luz, folheou a Bíblia e, depois, olhou de novo à sua volta e, rapidamente, tirou a rolha da garrafa e cheirou o conteúdo. Ao verificar que tudo era bom e não era falso, num gesto, meteu a nota na algibeira, colocou a Bíblia debaixo do braço, apanhou a garrafa pelo gargalo e saiu apressadamente da sala todo contente.
Ao ver aquilo o pai, exclama chocado:
- Meu Deus, Maria o nosso filho vai ser político!

Vantagens para o Pingo Doce, um golpe certeiro.

Pingo Doce Passos Coelho
Uma teoria facebookiana, para quem se dispuser a analisar e comentar.

"A Jogada Pingo Doce!
O Pingo Doce deve ter arrecadado à volta de 250 milhões de euros em poucas horas em capitalização de produtos armazenados. Ou seja 250 milhões que nos eram roubados, pois afinal o pingo doce deve trabalhar com grandes margens…..e andam-nos a enganar este tempo todo. 
Ora, se o Pingo Doce pedisse esse dinheiro à Banca iria pagar, digamos a 5%, em 5 anos, 25% da quantia. Assim não paga nada. O povo deu-lhe boa parte do seu ordenado a troco de géneros. Alguns vão ver-se à rasca porque com arroz não se paga a electricidade.
O resto, 75% da quantia aparentemente “oferecida”, distribuiu-se assim:

Presidente da RTP acusado pelos empregados de falta de vergonha, traição e incompetência.

Politicos mandam emigrarA RTP tem mostrado ser um mau exemplo de como ser uma empresa pública, com serviço público e ao serviço do público. 

ofereceram a publicidade, a única fonte lucrativa que existia na RTP, e que aliviava o seu parasitismo, aos concorrentes privados. Fica um sector tão rentável, como a RTP, a viver do parasitismo exclusivo dos nossos impostos.
o desmazelo e falta de competitividade típica dos parasitas, leva a que tenham quase sempre prejuízos. Aliás, as vedetas que trabalham na RTP, pagas com salários de luxo, sacados dos nossos impostos, tem o desplante de dizer numa entrevista, onde se questionava o porquê do fracasso de uma das novelas, a actriz respondeu  que " O que faço não é para agradar a ninguém mas para me divertir, e estou-me a divertir imenso a fazer esta novela, as audiências não me preocupam" (claro... quem lhe paga o salário tem que o pagar, quer goste do seu trabalho ou não)
o presidente da RTP parece querer passar mais uma rasteira aos portugueses, ao governo, aos outros gestores públicos e aos funcionários da RTP?  
a) Aparentemente Guilherme Costa quer que o governo o isente dos cortes que foram feitos aos gestores públicos. Os próprios trabalhadores da RTP acusam o seu presidente, Guilherme Costa, de falta de vergonha, ao pedir excepções nos seus próprios cortes salariais e dos seus colegas na administração, pedindo para não lhe implementarem o limite de vencimento de 6850 euros mensais. 
b) Uma vergonha também, tendo em conta a péssima gestão da administração da RTP. Que deixou o negócio da TDT "nas mãos da PT, parte interessada e suspeita", e ainda as sondagens que tem estado no centro de algumas polémicas e mentiras. 
Má gestão também pela pouca ou nula transparência" desta administração que não entregou ao Conselho de Opinião, ao Parlamento ou à CT o plano de actividades nem o relatório e contas. Para além de continuar a realizar "em tranches" a reestruturação do grupo sem divulgar os pormenores do plano.
c) Para rematar o presidente mostrou que não é um bom líder, antes uma espécie de traidor, pois os trabalhadores dizem ter entregue à administração um pedido para que requeresse junto do Governo uma excepção aos cortes salariais, como aconteceu na TAP. Mas além de não lhes ter respondido, o Conselho de Administração "tratou, pelo contrário, de pedir uma excepção para si próprio".

Se o governo continuar pela mesma linha de favores e injustiça, certamente irá ajudar esta carenciada equipa de administradores da RTP. 

Extractos da Noticia na Fonte
"Nisso não haveria nada de mal", dizem os trabalhadores, "se a gestão da RTP fosse realmente melhor do que a governação do país". O ónus da questão está agora nas mãos de Vítor Gaspar: depois de ter ouvido o ministro falar em Washington sobre "a necessidade de uma justa repartição dos sacrifícios" a CT considera que ter uma administração "a receber vencimentos superiores aos do primeiro-ministro seria um escárnio para essas declarações" e "seria, para o Governo, uma vergonha".
Na carta, a CT deixa duras críticas à actuação da equipa liderada por Guilherme Costa que, diz, "não tem estado à altura das suas responsabilidades" e por isso também não estará "à altura do privilégio que agora requereu e a que outros gestores, da CGD e da Empordef, aparentemente preferiram renunciar". Mais: os trabalhadores dizem ter entregue à administração um pedido para que requeresse junto do Governo uma excepção aos cortes salariais, como aconteceu na TAP. Mas além de não lhes ter respondido, o Conselho de Administração "tratou, pelo contrário, de pedir uma excepção para si próprio".
Entre os exemplos de má gestão está o facto de a TDT estar actualmente "nas mãos da PT, parte interessada e suspeita" em vez de ser uma "oportunidade para fazer chegar gratuitamente mais e melhor TV a mais públicos". Mas também o "processo de audimetria que desacredita o trabalho" dos profissionais do grupo público, "deflaciona o número de espectadores e prepara o caminho para a privatização a preço de saldo". E ainda a "pouca ou nula transparência" da gestão desta administração que não entregou ao Conselho de Opinião, ao Parlamento ou à CT o plano de actividades nem o relatório e contas. Para além de continuar a realizar "em tranches" a reestruturação do grupo sem divulgar os pormenores do plano.

Pingo Doce, a chacina das pequenas e médias empresas levada ao extremo.

Estado contrata obras corrupto


O Pingo Doce teve certamente prejuízo. Mas esse prejuízo trará muitos benefícios a longo prazo. Quem irá pagar? Provavelmente todos nós, com muitas empresas a falir e mais desemprego.
Mas o mais grave é que estamos a assistir a uma "poda" geral no sector empresarial. As pequenas e médias empresas tombam todos os dias ás dezenas, enquanto isso, as grandes continuam a crescer e a expandir-se, gloriosas e gratas por ter o mercado cada vez mais só para si. 
  •  - "Maiores fortunas de Portugal cresceram 18% em 2011. Os ricos de Portugal estão mais ricos, segundo a lista das maiores fortunas do País elaborada pela Revista Exame. As fortunas dos 25 mais ricos de Portugal cresceram 17,8% em 2011 face ao ano passado"fonte
  • -  "(...) a riqueza das maiores fortunas em Portugal também cresceu em 2012. Mais concretamente 13%," fonte
  • - Lucro da Sonaecom sobe 24% no 1.º trimestre para 17 milhões de euros | iOnline 
  • - Quase 6.700 empresas foram à falência em Portugal em 2012. fonte
A austeridade infligida,  tem vindo a anular a economia, sufoca as empresas, exerce uma função selectiva, onde apenas as que tem fôlego aguentarão o sufoco. Fôlego esse que se mede pela riqueza acumulada, pela dimensão, e pelo proteccionismo do estado. 
O caso do hipermercado Continente, que recentemente se aliou em promoções com a EDP, é outro exemplo... O consumo desceu abruptamente há que arrastar os consumidores que sobram, para as empresas que se pretende que sobrevivam. 
Aparentemente a polémica do Pingo Doce, vem reforçar a ideia de que se continua a pretender anular a classe média a caminho de uma nova sociedade onde apenas existirão os muito pobres e os muitos ricos. Os muito poderosos e os impotentes. Os muito folgados e os escravos. Os muito impunes e os injustiçados. Os exploradores e os demasiado explorados.
E continuamos a ceifar todos os dias dezenas de pequenas e médias empresas abrindo caminho para o engrandecimento ganancioso dos grandes oportunistas, protegidos pelo estado. 
"Mota Engil escapa à crise"... UAUAUUU QUE GRANDE FEITO!!!!!"    

Continuamos a ceifar famílias que perdem empregos, lares e dignidade. 
E basta...  basta de culpar o povo por acorrer ao Pingo Doce poupar 50% da sua despesa.
Basta de culpar o povo por usar crédito, para ter lar e família. 
Chega de cair no erro que temos sempre caído. 
Desculpabilizar os culpados. 
Desculpabilizar os que permitem este "dumping" descarado, para exibir o seu poder, atraindo o povo com migalhas e ceifando mais umas pequenas empresas à beira do abismo.
Desculpabilizar os que usaram e abusaram dos dinheiros dos portugueses e agora pedem ao povo que pague.
Desculpabilizar os que permitiram que a banca emprestasse, ou impingisse, dinheiro sem método nem rigor, apenas pela ganancia e usura, ao ponto de desestabilizar a economia do país e das famílias. 
Basta de desculpabilizar os incompetentes que tem fingindo gerir Portugal, há décadas e apenas o tem usurpado e usado para benefícios das elites politicas e amigos.
De uma vez por todas, está na hora de apontar os canhões ao alvo certo - o inimigo. 
Deixem de perseguir o vosso próprio rabo como gatos tontos, o inimigo está lá no alto, intocável... não está entre nós.
Eles divertem-se a ver o povo a guerrear; porque o vizinho tem telemóvel, o amigo tem carro, os que foram ao Pingo Doce são maus, os que se baldaram ás manifestações são traidores... Povo distraído, entretido, desgastado, enquanto eles prosseguem... intocáveis.

O caso das lojas chinesas também deveria ser ilegal... é um abuso de poder DE ALGUÉM que esconde e defende claramente interesses de alguém mas não os de PORTUGAL OU DOS PORTUGUESES
"Lojas chinesas arrasam comércio português. Governo não ajuda os portugueses.
O que está por trás de tanta loja chinesa? ANTES DE MAIS UMA CONCORRÊNCIA DESLEAL APLAUDIDA PELO GOVERNO PORTUGUÊS. E PAGA PELO GOVERNO CHINÊS. 
Artigo Completo: http://apodrecetuga.blogspot.

Outras perspectivas e noticias úteis.
"O Sindicato dos Trabalhadores acusa o Pingo Doce de dumping económico, a comercialização de produtos abaixo do preço de custo. O sindicato responsabiliza ainda o Governo e a ASAE, a Autoridade para a Segurança Alimentar e Económica.
O que é o dumping? Teoricamente, esta prática de preços predatórios consiste em um predador, uma empresa dominante do mercado, colocar os seus preços tão baixos por um período suficiente de tempo que os seus concorrentes abandonam o mercado e outros ficam impedidos de entrar, criando barreiras à entrada.
Para a predação ser racional, devem existir expectativas que as perdas actuais ou de lucros previstos vão ser compensadas com ganhos futuros. Isto implica que a empresa tem algumas expectativas razoáveis de ganhar quota de mercado no futuro após o episódio predatório e que a partir daqui os lucros vão ser suficientemente grandes para compensar as perdas no presente. "  fonte
Falta de respeito pelo dia do trabalhador
«É um ataque ao 1 de Maio. Estas grandes superfícies, aproveitando aquilo que foi, quanto a nós, uma decisão errada do Governo em permitir a abertura ao domingo. Aliás, foi do anterior Governo. Agora, é uma autêntica provocação abrir ao 1 de Maio e da maneira como o fazem, tentando atrair pessoas, obrigar trabalhadores a trabalhar. É, de facto muito mau. É muito mau que não respeitem esta data», disse João Proença à TVI." fonte



Miguel Portas acusa o parlamento europeu do despesismo. A austeridade é só para os outros.


Miguel Portas confronta os deputados com a falta de ética que pauta as suas atitudes abusadoras do dinheiro dos contribuintes. 

  1. Os deputados europeus ( tal como os portugueses) tem o direito de decidir sobre os seus próprios salários.
  2. Entre 2010 e 2011, atribuíram mais 2 mil euros por mês, a eles próprios. 
  3. São ainda os deputados que votam o tecto das despesas para eles próprios desde as ajudas de custo, os subsídios, despesas de gabinetes e até as viagens.
  4. Tem o poder absoluto...
  5. Miguel Portas pergunta se isto não é um abuso de poder. 
  6. Um debate que desqualifica os deputados aos olhos de quem lhes pede para prestar contas.
  7. Outro exemplo de abuso foi o facto de os deputados terem começado a usar voos em executiva assim que as viagens começaram a ser reembolsadas pelo valor do bilhete e não ao KM. 
  8. Miguel Portas chega a apelar ao congelamento destas despesas. 
Já sabemos que o resultado é invariavelmente o mesmo: Os senhores que detêm o poder e abusam dele, tem a capacidade inata de fazer "orelhas moucas". Ficará tudo na mesma e, tranquilos, passam a matéria à frente. O tema que eles mais gostam de discutir é a forma como conseguir, através da austeridade, sacar mais uns euros ao povo para aumentar os seus salários de luxo. 
Revejam neste video o panorama português. Pois por cá, os nossos deputados, fazem o mesmo.  

Admiro verdadeiramente a capacidade que estes senhores tem para fingirem que não se passa nada. 
Outro exemplo desta atitude de desprezo e descontracção, perante a indignação do povo e mesmo perante acusações directas sobre a sua conduta, sem moral e ética, foi aquando do discurso de Marinho e Pinto, que decidiu, perante toda a elite politica, dizer que os políticos andavam a saquear Portugal.(video)
Mas todos eles se mantiveram impávidos e serenos... como se não fosse nada com eles.
Como diz o ditado popular... "Os cães ladram e a caravana passa" 
O povo chateia mas eles continuam a encher os bolsos...  

Nação valente e imortal- Que o Dia de Camões passe a chamar-se Dia de Armando Vara.

portugueses adoram politicos criminosos
Portugal venera criminosos?

Artigo de António Lobo Antunes... Imperdivel, pela ironia e pela abrangência do caos que envolve Portugal. Enquadra bem no dia do trabalhador... aquele que sustenta toda esta palhaçada.

"Agora sol na rua a fim de me melhorar a disposição, me reconciliar com a vida. Passa uma senhora de saco de compras: não estamos assim tão mal, ainda compramos coisas, que injusto tanta queixa, tanto lamento. Isto é internacional, meu caro, internacional e nós, estúpidos, culpamos logo os governos. Quem nos dá este solzinho, quem é? E de graça. Eles a trabalharem para nós, a trabalharem, a trabalharem e a gente, mal agradecidos, protestamos.

Deixam de ser ministros e a sua vida um horror, suportado em estóico silêncio. Veja-se, por exemplo, o senhor Mexia, o senhor Dias Loureiro, o senhor Jorge Coelho, coitados.
Não há um único que não esteja na franja da miséria. Um único. Mais aqueles rapazes generosos, que, não sendo ministros, deram o litro pelo País e só por orgulho não estendem a mão à caridade.

O senhor Rui Pedro Soares, os senhores Penedos pai e filho, que isto da bondade as vezes é hereditário, dúzias deles. Tenham o sentido da realidade, portugueses, sejam gratos, sejam honestos, reconheçam o que eles sofreram, o que sofrem. Uns sacrificados, uns Cristos, que pecado feio, a ingratidão.

O senhor Vale e Azevedo, outro santo, bem o exprimiu em Londres. O senhor Carlos Cruz, outro santo, bem o explicou em livros. E nós, por pura maldade, teimamos em não entender. Claro que há povos ainda piores do que o nosso: os islandeses, por exemplo, que se atrevem a meter os beneméritos em tribunal. Pelo menos nesse ponto, vá lá, sobra-nos um resto de humanidade, de respeito. Um pozinho de consideração por almas eleitas, que Deus acolherá decerto, com especial ternura, na amplidão imensa do Seu seio. Já o estou a ver
- Senta-te aqui ao meu lado ó Loureiro
- Senta-te aqui ao meu lado ó Duarte Lima
- Senta-te aqui ao meu lado ó Azevedo
que é o mínimo que se pode fazer por esses Padres Américos, pela nossa interminável lista de bem-aventurados, banqueiros, coitadinhos, gestores que o céu lhes dê saúde e boa sorte e demais penitentes de coração puro, espíritos de eleição, seguidores escrupulosos do Evangelho.
E com a bandeirinha nacional na lapela, os patriotas, e com a arraia miúda no coração. E melhoram-nos obrigando-nos a sacrifícios purificadores, aproximando-nos dos banquetes de bem-aventuranças da Eternidade.

As empresas fecham, os desempregados aumentam, os impostos crescem, penhoram casas, automóveis, o ar que respiramos e a maltosa incapaz de enxergar a capacidade purificadora destas medidas.
Reformas ridículas, ordenados mínimos irrisórios, subsídios de cacaracá? Talvez. Mas passaremos sem dificuldade o buraco da agulha enquanto os Loureiros todos abdicam, por amor ao próximo, de uma Eternidade feliz. A transcendência deste acto dá-me vontade de ajoelhar à sua frente. Dá-me vontade? Ajoelho à sua frente indigno de lhes desapertar as correias dos sapatos.
Vale e Azevedo para os Jerónimos, já!
Loureiro para o Panteão já!
Jorge Coelho para o Mosteiro de Alcobaça, já!
Sócrates para a Torre de Belém, já! A Torre de Belém não, que é tão feia. Para a Batalha.
Fora com o Soldado Desconhecido, o Gama, o Herculano, as criaturas de pacotilha com que os livros de História nos enganaram.

Que o Dia de Camões passe a chamar-se Dia de Armando Vara.

Haja sentido das proporções, haja espírito de medida, haja respeito. Estátuas equestres para todos, veneração nacional.
Esta mania tacanha de perseguir o senhor Oliveira e Costa: libertem-no.
Esta pouca vergonha contra os poucos que estão presos, os quase nenhuns que estão presos como provou o senhor Vale e Azevedo, como provou o senhor Carlos Cruz, hedionda perseguição pessoal com fins inconfessáveis. Admitam-no.

E voltem a pôr o senhor Dias Loureiro no Conselho de Estado, de onde o obrigaram, por maldade e inveja, a sair. Quero o senhor Mexia no Terreiro do Paço, no lugar D. José que, aliás, era um pateta. Quero outro mártir qualquer, tanto faz, no lugar do Marquês de Pombal, esse tirano.
Acabem com a pouca vergonha dos Sindicatos. Acabem com as manifestações, as greves, os protestos, por favor deixem de pecar.
Como pedia o doutor João das Regras, olhai, olhai bem, mas vêde. E tereis mais fominha e, em consequência, mais Paraíso. Agradeçam este solzinho. Agradeçam a Linha Branca. Agradeçam a sopa e a peçazita de fruta do jantar. Abaixo o Bem-Estar.
(...)Para isso já há dinheiro, não é? E vocês a queixarem-se sem vergonha, e vocês cartazes, cortejos, berros. Proíbam-se os lamentos injustos. Não se vendem livros? Mentira.
O senhor Rodrigo dos Santos vende e, enquanto vender, o nível da nossa cultura ultrapassa, sem dificuldade, a Academia Francesa. Que queremos? Temos(...) literatura e os ministros e os ex-ministros a tomarem conta disto.

Sinceramente, sejamos justos, a que mais se pode aspirar? O resto são coisas insignificantes: desemprego, preços a dispararem, não haver com que pagar ao médico e à farmácia, ninharias. Como é que ainda sobram criaturas com a desfaçatez de protestarem?
Da mesma forma que os processos importantes em tribunal a indignação há-de, fatalmente, de prescrever. in Revista Visão