17 junho, 2012

Promiscuidade em todo o seu esplendor na politica.

promiscuidade politica povo apoia
Carlos Moedas, tem 3 empresas ligadas às Finanças, aos Seguros e à Imagem e Comunicação.
Como sócios tem, Pais do Amaral, Alexandre Relvas e Filipe de Button a quem comprou todas as quotas em Dezembro passado.
Como clientes tem a Ren, a EDP, o IAPMEI, a ANA, a Liberty Seguros entre outros. Quem não gostava de ser amigo do Governo e negociar com estas empresas?
Algo muito promiscuo para quem é adjunto de Passos Coelho!!!?
Moedas comprou as participações dos ex-sócios para "oferecer" o bolo inteiro à mulher???!!!!. Disse ele à Sábado.
Não esquecer ainda que o Carlos Moedas é um dos homens de confiança do Goldman Sachs, a cabeça do Polvo Financeiro Mundial, onde estava a trabalhar antes de vir para o Governo.
Moedas esteve ainda envolvido no escândalo do secretário de Estado da Energia, que se demitiuPorque Moedas arranjou um contrato mais favorável à EDP e mais explorador do consumidor, do que o tal secretário de estado.

Carlos Moedas, o Secretário de Estado da Troika, detém uma participação na empresa WIN World, cuja especialidade é a organização de palestras e cursos de formação para empresários. Como sócio de Moedas na WIN World encontramos: Miguel Pitté Reis Moreno, membro do Conselho de Administração da Tranquilidade Seguros (BES), seguros (BES) e Espírito Santo Saúde. Reis Moreno é, portanto, um grande conhecedor do mercado de seguros em Portugal, um conhecimento que pode ser muito útil ao seu sócio, uma vez que Carlos Moedas é o responsável pelo processo de privatização dos seguros da CGD.
Também o António Borges é outro ex – dirigente do Goldman e que agora está a (Orientar? ) As Privatizações da TAP, ANA, GALP, Águas de Portugal, etc.
Dependentes do Estado, quer para um emprego, quer para os seus negócios.

2 comentários :

  1. Eu, sinceramente quanto mais leio e mais informado estou mais fico pasmado com os homens da política e dos negócios. O que eu vejo em todo o mundo, é que o homem existe na terra só e unicamente com um objetivo, que é: Enriquecer a qualquer custo, nem que tenha que passar por cima de tudo e de todos! Claro que não é geral! Há aqueles homens, os que existem para trabalhar, se o deixarem! Que existe para servir de tapete e morrer mais pobre que quando nasceu! Mas voltando às feras, os tais que adoram o dinheiro, só quero expressar aqui a minha revolta, porque este mundo, definitivamente não é de todos, e o que eu vejo é muita hipocrisia quando oiço muita gente a condená-los, mas depois ajudam a que eles cresçam e que conquistem tudo e todos. É como se alguém nos batesse, e pedíssemos ainda mais! Então o que eu acho é que quando vivemos no inferno é pouco provável que saiamos dele, então não adianta lutar contra o diabo, porque ele vai ser sempre mais forte que nós. Gosto mais de pensar que, passar por este mundo, ou se é ladrão, ou então que seja uma passagem breve e rápida, para não termos que sofrer muito.

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  2. Caro A. Oliveira:

    Nem sempre foi dada a possibilidade ao Povo de eleger quem por ele deve decidir os destinos colectivos.
    A História universal até ao século XX, está repleta de déspotas e ditadores. Sem terem sido eleitos, muitos deles conduziram os seus países à guerra e assassinaram milhões de pessoas.

    O século XX disseminou democracias por, quase, todo o mundo.

    Hoje os povos têm a possibilidade de escolher quem os vai dirigir.
    Fá-lo-ão mal? Também acho que sim.
    Para remediar essa limitação poderemos nos ir movimentando no sentido de inserir na sociedade os mecanismos culturais e de limitação à actuação política negativa, que se impuserem como necessários e que hoje são, praticamente, inexistentes.

    Compreendo que um jovem atento se sinta mal.

    Mas, acredite, o cenário político nacional e mundial já foi muito pior.
    Há apenas 70 anos, a Europa estava destruída pela guerra.
    Havia fome e racionamento alimentar.

    Não existia qualquer tipo de apoio social.

    Ainda na década de 90, Lisboa estava rodeada por barracas de madeira que serviam de habitação a milhares de famílias.
    Apesar de tudo, incompetência, corrupção, nepotismo, chegámos até aqui.
    Compete agora aos jovens planear o futuro.
    São eles quem lá, mais tempo, viverá.
    Por exemplo,tirando partido das tecnologias imensas que entretanto se desenvolveram e potenciam uma nova esperança para todos.

    Acredite: o mundo que os seus pais hoje lhe deixam, é incomparavelmente melhor, do que aquele que os seus avós lhes proporcionaram, quando eles eram jovens...

    O que aí vem, ainda que lentamente, será melhor que o passado.
    Aos jovens, o desafio e o orgulho de o conseguir!

    Nunca desespere!

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