04 agosto, 2013

Para pagar o buraco da parque escolar? E outros buracos colossais..



O contribuinte é constantemente vitima de: - má gestão do dinheiro público, 
- gestão danosa, 
- corrupção,  
- incompetência, 
- falta de justiça
- abuso de poder
Mas o mais grave é que na realidade é duplamente vitima, de todas as perversidades acima descritas. Por um lado porque é o contribuinte que paga cada vez mais impostos, em consequência das atitudes impunes dos políticos e amigos.
Por outro lado, e ao mesmo tempo, porque é também o contribuinte que perde cada vez mais serviços e direitos, para tapar os buracos provocados pelos crimes impunes.

O governo reconhece que o estado está falido (saqueado) e portanto decide cortar a quem consegue, aos mais fracos, para poder continuar a sustentar as PPP, as fundações, os observatórios, as rendas da EDP, os Institutos, as autarquias, as empresas municipais, etc. 
Decidiu, por exemplo, cortar o subsidio de transporte dos alunos...!
- Colocam-se alunos em risco de abandonar as escolas.
- Sobrecarregam-se as famílias dos estudantes com mais despesas escolares.
- Arrisca-se a falência de muitas empresas.
- Promove-se o desemprego.
- Sacrifica-se mais uma vez o contribuinte.

"Fim dos descontos nos passes de estudante ameaça 60 empresas. 
O fim dos descontos de 50% nos passes dos estudantes pode pôr em risco a sobrevivência de cerca de 60 empresas associadas da Associação Nacional de Transportadores Rodoviários Pesados de Passageiros. O presidente da ANTROP, Luís Cabaço Martins, explicou à Lusa que "fora das áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto os passes de estudantes com descontos de 50% estão a ser muito usados pelo transporte escolar, que é garantido pelas câmaras municipais".
Como as autarquias "estão asfixiadas com dívidas, se cortarem nos passes temo que o transporte escolar acabe e o serviço público fora das áreas metropolitanas deixe de existir", acrescentou.
O secretário de Estado das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, Sérgio Monteiro, afirmou, que "os descontos de 50% nos passes dos idosos e dos jovens estudantes acabam a 1 de Janeiro" de 2012.

Para Luís Cabaço Martins, o fim dos descontos dos passes escolares assume maior gravidade porque "há empresas de transportes rodoviário de passageiros do Interior que só vivem porque existe transporte escolar".Neste sentido, a concretização desta medida pode "pôr em causa a sobrevivência de empresas e a mobilidade da generalidade da população do Interior" do país, alertou o presidente da ANTROP
Luís Cabaço Martins estima que das 120 empresas associadas da ANTROP, "60 ou 70" estejam em risco, caso os descontos nos passes dos estudantes deixem de existir." fonte

Os cortes que vitimam os estudantes e contribuintes, servem para pagar os buracos provocados por larápios protegidos pela justiça, já que os governos teimam em não punir os verdadeiros culpados... que todos, bem conhecemos.
  1. Parque escolar... 
  2. BPN, o grandioso saque...
  3. Galilei, o camuflado dono do BPN
  4. PPP´s
  5. SWAP´s
  6. Submarinos que afundam
  7. Empresas Públicas
  8. Gestores Públicos 
  9. O caso da piscina de Braga.
  10. O caso dos candeeiros do Siza Vieira
  11. O caso do pombal escolar
  12. O caso da casa de cinema
  13. O caso do pavilhão de Viana
  14. O caso das pistas para carros (de brincar)
  15. O auditório de Viana 
  16. As piscinas da Azambuja
  17. O caso da Ilha da Madeira, elogiado além fronteiras...
  18. Os casos das câmaras mais endividadas 


2 comentários :

  1. Esta é a ferida que mais me faz doer o peito.
    Os incapazes continuam a monte, roubando e destruindo.
    É urgente mudar as leis. "Refundar" não pela óptica de PPCoelho, mas pela verdade e justiça.
    Punir sem contemplações os falsos governantes e obrigá-los a devolver ao povo e ao país tudo quanto destruíram ou venderam...
    É tempo de fazer justiça e não jogadas de amigos...

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  2. O ataque que os ladrões da finança nacional e internacional lançam sobre as economias frágeis da Europa, subjugadas a uma moeda que serve APENAS as economias fortes é, além de histórico, digno de um epípeto como o de holocausto financeiro.
    Que respostas verificamos das economias vitimizadas? A da rendição, da submissão, do alheamento. Também a da ausência de atitudes políticas ou económicas comuns, capazes de preocupar os beneficiados com o grande golpe financeira onde nos enredaram.
    Porquê?
    Porque quem controla os povos esmagados é a quinta coluna do império financeiro internacional que domina quase todo o globo.



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