Aparentemente para ter direito aos melhores tachos de Portugal, politico ou gestor público, é necessário ir somando suspeitas de envolvimento em vários crimes, mentiras e incompetências.
A lista é longa, basta pesquisar na lista aqui do blog, colocam os nomes e vejam o descaramento dos criminosos reincidentes e impunes, currículos que em nada abonam pela dignidade e moral dos que governam...
Teríamos de visitar ainda os segredos de Valentim Loureiro, Isaltino Morais, Dias Loureiro, Oliveira e Costa, Armando Vara, Duarte Lima etc etc etc mas acho que já entenderam a ideia...
Paulo Portas, serve aqui de exemplo da forma injusta e tendenciosa com que se Governa Portugal, promovendo e premiando a corrupção e incompetência através do abuso da impunidade.Um Ministro que representa e serve um Ministério impunemente e irresponsavelmente.
Pois que, quando se trata de recolher os dividendos, gozar das regalias, desfrutar e abusar do poder conferido, assume-se um Ministro na sua totalidade... contudo quando se trata de assumir responsabilidades pelo que representa, pelo que recebe, pelo cargo que assumiu e pelos subordinados que gere... já não é o responsável, nem o representante máximo do ministério. Eis que contra qualquer regime democrático, contra todas as expectativas dos cidadãos lesados, contra a lógica hierárquica, contra a justiça e estado de direito, a lei pactua com isto e fecha sempre os olhos à responsabilização.
Mais um caso do Ministério de Paulo Portas.
«O Governo afirmou-se hoje "totalmente disponível para cooperar" com a Justiça relativamente a uma
eventual investigação ao processo de compra de 260 viaturas blindadas de rodas Pandur II para as Forças Armadas nacionais.»
"Esta averiguação preventiva demorou cinco anos a ser aberta o que permite pensar que estão em causa crimes graves como a corrupção para ato ilícito", admite o diário.
O contrato no valor de 364 milhões de euros para fornecimento e manutenção de 260 blindados de rodas às Forças Armadas portuguesa - com opção de mais 33 viaturas - foi assinado em fevereiro de 2005 com a empresa Steyer-Daimler-Puch, sendo então ministro da Defesa Paulo Portas. fonte
Empresa que forneceu 'Pandur' é suspeita de corrupção.
República Checa tem indícios de que a austríaca Steyr corrompeu políticos.
A polícia anticorrupção da República Checa está a investigar a empresa austríaca Steyr, que em 2004 vendeu 260 viaturas blindadas Pandur de oito rodas a Portugal, por suspeitas de subornar políticos locais (de dois partidos) envolvidos na compra do mesmo material.
O caso aparenta ser em tudo semelhante ao que ocupa as autoridades alemãs, na polémica sobre a venda de submarinos a Portugal. Segundo o jornal Prague Post, a investigação - a que se juntaram, a pedido do primeiro-ministro, os serviços de informações de segurança - "vai centrar-se em duas questões principais: o alegado suborno de políticos e as razões militares para pagar três vezes mais pelas Pandur do que Portugal".
Portugal, através do então ministro da Defesa, Paulo Portas, comprou 260 viaturas blindadas num processo também envolto em polémica pelo resultado e pelo número.
Estranha-se que tenham ido contra a comissão técnica do concurso, que tinha recomendado o já comercializado modelo Piranha - da empresa suíça Mowag - e a exclusão da Pandur.
Entre outras razões, porque a primeira passou nos testes operacionais e a segunda (as que compraram) chumbou. fonte
Paulo Portas, como Ministro dos Negócios estrangeiros perdoou aos do negócio das Pandur investimentos no valor de quase 200 milhões de euros que, salvo erro, constavam no contrato… Falta saber se aquele perdão deu origem a contrapartidas e para quem reverteram… Legitimamente é de desconfiar que se perdoe tão avultado valor…
eventual investigação ao processo de compra de 260 viaturas blindadas de rodas Pandur II para as Forças Armadas nacionais.»
"Esta averiguação preventiva demorou cinco anos a ser aberta o que permite pensar que estão em causa crimes graves como a corrupção para ato ilícito", admite o diário.
O contrato no valor de 364 milhões de euros para fornecimento e manutenção de 260 blindados de rodas às Forças Armadas portuguesa - com opção de mais 33 viaturas - foi assinado em fevereiro de 2005 com a empresa Steyer-Daimler-Puch, sendo então ministro da Defesa Paulo Portas. fonte
Empresa que forneceu 'Pandur' é suspeita de corrupção.
República Checa tem indícios de que a austríaca Steyr corrompeu políticos.
A polícia anticorrupção da República Checa está a investigar a empresa austríaca Steyr, que em 2004 vendeu 260 viaturas blindadas Pandur de oito rodas a Portugal, por suspeitas de subornar políticos locais (de dois partidos) envolvidos na compra do mesmo material.
O caso aparenta ser em tudo semelhante ao que ocupa as autoridades alemãs, na polémica sobre a venda de submarinos a Portugal. Segundo o jornal Prague Post, a investigação - a que se juntaram, a pedido do primeiro-ministro, os serviços de informações de segurança - "vai centrar-se em duas questões principais: o alegado suborno de políticos e as razões militares para pagar três vezes mais pelas Pandur do que Portugal".
Portugal, através do então ministro da Defesa, Paulo Portas, comprou 260 viaturas blindadas num processo também envolto em polémica pelo resultado e pelo número.
Estranha-se que tenham ido contra a comissão técnica do concurso, que tinha recomendado o já comercializado modelo Piranha - da empresa suíça Mowag - e a exclusão da Pandur.
Entre outras razões, porque a primeira passou nos testes operacionais e a segunda (as que compraram) chumbou. fonte
Paulo Portas, como Ministro dos Negócios estrangeiros perdoou aos do negócio das Pandur investimentos no valor de quase 200 milhões de euros que, salvo erro, constavam no contrato… Falta saber se aquele perdão deu origem a contrapartidas e para quem reverteram… Legitimamente é de desconfiar que se perdoe tão avultado valor…
Um caso muito parecido com os Submarinos, onde também houve suspeitas de luvas, mas cuja investigação foi feita pelo país que subornou, não por Portugal.
Também em comum o facto de Paulo Portas ter dado mais dinheiro do que o que era exigido.
Ainda estranhamente comum a ambos os casos, a possibilidade de recuar e ganhar muitos milhões para o estado português, por incumprimento do contrato por parte dos fornecedores. E estranhamente mais uma vez não se recorreu a esse beneficio!
Também em comum o descalabro de despesismo para um país pobre pequeno e pacato.

Só me apetece ver estes canalhas pendurados numa corda!
ResponderEliminarO que estes senhores vêem fazendo a Portugal é traição à pátria e ao povo.
EliminarEstão a destruir Portugal, a roubar o povo e a contribuir para que Portugal perca a sua autonomia e independência.
Em boa verdade estes senhores se fossem alguma vez responsabilizados pelo que tem feito creio que a forca seria pouco... mas acredito também que a prisão resolvia tudo.
Há países onde os politicos pagam pelo que fazem: "Ex-primeiro-ministro islandês julgado por negligência governativa.
Em Setembro de 2010, o parlamento islandês decidiu processar por "negligência" o antigo chefe do Governo, que liderava o país na altura em que o sistema financeiro islandês entrou em colapso, em Outubro de 2008.
Para julgar Haarde, foi criado um tribunal especial, o Tribunal Superior de Justiça (Landsdomur). O tribunal deverá confirmar a acusação, esta terça-feira, mas segundo a comunicação social islandesa o início do julgamento só deverá ocorrer depois do verão, uma vez que a instância judicial irá atribuir um prazo ao antigo governante para apresentar objecções. (JN)
E os banqueiros também estão a pagar, basta ver este link ou escrever Islândia no motor de busca aqui do blog.
Ou Finlândia, outro exemplo de luta contra a corrupção.