18 dezembro, 2014

Director do SEF, suspeito dos vistos gold, foi nomeado por António Costa no governo Sócrates.


Paulo Macedo não queria manter Palos quando tomou posse, mas foi o CDS, de Portas, que se opôs à sua substituição no cargo, quando este governo entrou em funções. 
Entre os 11 detidos pela PJ estão também o presidente dos Registos e Notariado e a secretária-geral da Justiça, além de três chineses. Todos são suspeitos de corrupção na atribuição de vistos gold.
Secretária-geral do Ministério do Ambiente apresentou demissão.
O director do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), Manuel Jarmela Palos, e o presidente do Instituto dos Registos e Notariados (IRN), António Figueiredo, foram detidos nesta quinta-feira na sequência de uma investigação por suspeitas de crime na atribuição de vistos gold.

Na megaoperação Labirinto, que mobilizou 200 inspectores da PJ em todo o país, foi ainda detida a secretária-geral do Ministério da Justiça (MJ), Maria Antónia Anes. A PJ interceptou-a à saída da secretaria, na Rua do Ouro, na Baixa de Lisboa.
A PJ fez também buscas na secretaria-geral do Ministério do Ambiente (MA), liderada por Albertina Gonçalves. Esta responsável, que é sócia do ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, num escritório de advogados, não foi detida. O ministro, como nenhum outro membro membro do Governo, não é visado neste inquérito, salientou já a Procuradoria-geral da República (PGR).

Uma demissão
Os inspectores chegaram ao MA de manhã cedo, aguardaram pela chegada de Albertina Gonçalves e foram com ela para o escritório de advogados do qual é sócia. Regressaram ao princípio da tarde ao ministério e durante quatro horas efectuaram buscas no gabinete. A secretária-geral apresentou depois a demissão do cargo.
No total, a PJ deteve 11 suspeitos de participarem no esquema relacionado com a atribuição de vistos. Uma outra foi detida por posse de arma proibida. Entre os detidos estão funcionários e dirigentes do IRN e três cidadãos chineses ligados a empresas que agilizam as atribuições de Autorização de Residência para Investimento (ARI), mais conhecidas por vistos gold.
A PJ realizou 60 buscas e demorou-se principalmente no IRN e em instalações dos ministérios da Justiça, da Administração Interna e do Ambiente. Centenas de documentos foram apreendidos. Ao início da noite, os inspectores analisavam ainda essas provas que podem vir a ser relevantes para consolidar as suspeitas relativas a crimes de corrupção, tráfico de influências, peculato e branqueamento de capitais. A sede do SEF em Porto Salvo, Oeiras, foi um dos locais alvo de buscas assim como a sua Direcção Regional de Lisboa, Vale do Tejo e Alentejo.

16 dezembro, 2014

Enquanto não tivermos um povo critico, com educação e um grau de exigência que exija políticos sérios, não teremos políticos sérios.

Neste video:
Henrique Neto - Os eleitores exercem a cidadania como se a politica fosse "clubismo", agarram-se a um partido para a vida, de forma acrítica, façam eles os erros que fizerem, os fieis elegem sempre o "seu" partido.
Medina Carreira - Não adianta renovar todos os partidos, fazer uma revolução e acabar com estes partidos, porque a Itália já fez isso e voltou tudo ao mesmo. Enquanto não tivermos um povo critico, com educação e um grau de exigência que exija políticos sérios, não teremos políticos sérios.



A pedagogia politica será a única forma de combater a corrupção politica, de forma eficaz e duradoura.
- E Portugal está a mudar? João Cravinho responde que sim, e diz que isso se deve também à menor tolerância e resignação da opinião pública com a corrupção.
- Maria José Morgado salientou a importância da blogosfera e de alguma comunicação social, na denúncia de "enriquecimentos súbitos de titulares de cargos políticos, esbanjamento de dinheiros públicos, crimes financeiros e porosidade entre poder político e poder empresarial".

Para aqueles que continuam a acreditar que a corrupção só se resolve com sangue, tumultos e lutas de rua, aqui ficam algumas opiniões que mostram que o combate também deve ser feito através da informação/divulgação e pedagogia de forma a despertar, naturalmente, a indignação e a intolerância do povo, à corrupção.
É fundamental expor de forma clara, a todos os cidadãos, como se processa e perpetua a corrupção em Portugal. Denunciar os crimes, a impunidade, o descaramento e descontracção dos corruptos é um acto de cidadania. 
Ao divulgar a forma como os nossos impostos e o nosso bem estar, são constantemente ameaçados pelos corruptos, as pessoas começam a perceber que os políticos foram os responsáveis por danos inimagináveis ao país e aos portugueses. A sustentabilidade e soberania do país está ameaçada, gerações inteiras empenhadas e endividadas, que viverão escravizadas, para pagar constantes saques de impostos, idosos a passarem dificuldades para pagar politicas incompetentes, adultos condenados ao desemprego e humilhação graças aos governos sem visão e sem escrúpulo que fingem que gerem o país.
O combate à corrupção começa em cada um de nós, com a nossa vigilância, com as nossas manifestações de indignação, a intolerância aos abusos e saques. A nossa desatenção, inércia e silêncio perpetua e alimenta a corrupção. 
Temos o dever de passar a palavra para que o máximo possível de portugueses conheça os contornos e a gravidade do descaramento dos corruptos, por forma a que os eleitores sejam capazes de punir nas urnas, os que merecem ser punidos e apoiar aqueles que lutam pelo povo. Só sendo justos defenderemos a democracia e o país. 
Esta é a fórmula mágica dos países onde a corrupção foi praticamente eliminada. Nos países nórdicos, as leis não são muito diferentes das nossas... a diferença está na atitude dos cidadãos, que são atentos, defendem o país e não toleram corruptos. São eleitores interessados e informados. Essa deveria ser a função de todos nós, mas nós insistimos em nos demitir da nossa principal função como protectores da democracia e justiça, pois tal como diz o povo e bem... "Patrão fora, dia santo na loja" Isto é Portugal, o povo é o patrão que está sempre ausente, os corruptos estão como querem e fazem o que querem.

14 dezembro, 2014

Vale tudo para que o poleiro não saia das mãos dos corruptos.


A CORRUPÇÃO EM ESPANHA VERSUS PORTUGAL
Novo programa de Paulo Morais e Marinho Pinto, na CMTV. Alguém acredita que o BES está falido? O BES fazia lavagem de dinheiro, um negócio que só dá lucro. 




Em Espanha já abriram os olhos e deram inicio à caça ao corrupto, para que a podridão do sistema seja varrida de raiz.
Paulo Morais e Marinho Pinto, neste video, sem papas na língua explicam porque em Portugal os políticos corruptos e outros criminosos de colarinho branco, ficam sempre impunes. A lei é feita por escritórios de advogados que dominam o parlamento. E todos se protegem porque todos têm telhados de vidro e sabem que se um for apanhado pela justiça irá arrastar com ele, muita gente importante. Denunciam ainda o caso BES e a mentira de que o BES está sem dinheiro.
Fogo contra fogo, analisa escândalo no Luxemburgo e bes
Marinho Pinto explica ainda porque é que os honestos e sérios se afastam da politica. Porque aqueles que querem combater e denunciar a corrupção são atacados pelos corruptos, pela comunicação social e até pelos cidadãos. Por isso se afastam os honestos da politica.
Tanto na justiça como na politica é difícil ser honesto e justo e fazer um bom trabalho, porque perde-se muito estar contra os corruptos, somos perseguidos atacados.
Existe em Portugal um défice elevadíssimo de cidadania, as pessoas em vez de punirem e censurarem os corruptos, elegem-nos e punem e censuram os honestos.

Em Espanha a justiça continua a prender centenas de políticos corruptos, em Portugal continuamos a ver processos atrás de processos a prescrever ou a serem inocentados.
Em Portugal tudo continua na mesma, o povinho adora o sistema podre, que há 40 anos saqueia o país. Um gang de partidos, unidos que se apoderaram do país, que se sustentam com os nossos impostos e que para manter tudo isso alimentam uma farsa onde fingem defender o povo e opor-se aos ladrões.
Mas tudo não passa de uma farsa bem montada, que em 40 anos mantém este sistema onde todos os partidos da velha guarda, saíram a ganhar e o país a perder.
Os partidos que ganham o poleiro usufruem do pote dos impostos e distribuem esses mesmos impostos para garantir a manutenção do sistema. Subsídios milionários de milhões de euros a partidos e sindicatos... que supostamente deveriam defender o povo mas têm que manter-se amigos e em paz com os governos... enfim, ainda há quem acredite que isto funciona.
Compram também a comunicação social, essa máquina impune de fazer eleitores cegos e acríticos, que facilmente fabricam cidadão que adoram o opressor e a odeiam quem os quer libertar.
Inventam qualquer coisa para derrubarem e desacreditar aqueles que lutam contra o sistema. E o zé povinho nem percebe que está a colaborar na farsa e no saque do seu próprio dinheiro e país.
Vale tudo para que o poleiro não saia das mãos daqueles que há décadas o parasitam. Incluindo empurrar os eleitores para a abstenção quando já existem alternativas de voto que oferecem a mudança.
Em Espanha "SI PODEMOS" em Portugal não poderemos, porque "si", continuaremos a cometer os mesmos erros de sempre e a esperar resultados diferentes. Os fanáticos e beneficiários dos partidos do sistema, continuarão a votar nos partidos do sistema, o que será suficiente para os legitimar, e esses mesmos partidos pagam a muita gente para convencerem os eleitores descontentes a continuarem a votar nulo, branco ou abster-se, e o país terá garantido os de sempre no poleiro.
A abstenção faria sentido se não tivéssemos alternativas, mas agora há. Si Podemos, votem diferente e em quem tem o cadastro limpo. O passado limpo. 

12 dezembro, 2014

Quem vive muito acima das suas possibilidades é o Estado, a classe política e os gestores públicos

85% da divida foi gerada pela corrupção de décadas. PS, PSD, CDS... 


Quem vive muito acima das suas possibilidades é o Estado, a classe política, os gestores públicos.
A mentira mais repetida na vida política portuguesa é a de que os portugueses vivem acima das suas possibilidades, trabalham pouco, ganham demasiado e deveriam poupar mais. Nada de mais errado: este conjunto de mitos constitui um embuste.
O primeiro mito é o de que os portugueses vivem acima das suas possibilidades, fazem férias caras e compram bens que não deviam. Um logro. Quando adquirem bens ou serviços, os cidadãos fazem-no ou com o seu dinheiro ou a crédito. No primeiro caso, estão no seu direito. Na segunda hipótese, a responsabilidade será sempre do cliente; ou, se resulta de má avaliação ou ganância por parte da banca, é por esta que deve ser assumido o prejuízo.
Muito pelo contrário, quem vive muito acima das suas possibilidades é o Estado, a classe política, os gestores públicos e todos os que comem da manjedoura que é o orçamento do estado. O português comum, esse, infelizmente, tem vivido muito abaixo do nível médio do europeu.

O segundo mito, em Portugal trabalha-se pouco. 
Uma falsidade. Os nossos trabalhadores cumprem horários semanais dos mais extensos da Europa. Estão é mal enquadrados e são mal dirigidos. Na administração pública, a gestão é fraca, os dirigentes, "boys" partidários, são, na sua maioria, habilidosos caciques e organizadores de campanhas, mas péssimos gestores.

10 dezembro, 2014

Gomes Ferreira pede à REN e GALP para ensinarem todo o país a também escapar aos impostos.


Neste video José Gomes Ferreira explica quais são os poderes e interesses que realmente comandam Portugal.


"GALP e REN não pagam contribuição extraordinária sobre o sector energético. Em causa estão 60 milhões de euros. Com a contribuição extraordinária sobre o sector energético, o Estado esperava arrecadar 150 milhões de euros."

A GALP e a REN conseguiram arranjar alçapões nas leis que lhes permitiu fugir a um imposto, ou seja lesar o estado e ganhar milhões.
Os maiores escritórios de advogados do país, pagos a peso de ouro para fazerem as leis que supostamente deveriam proteger o estado, deixam alçapões/falhas nas leis que depois vendem ás grandes empresas para lesar o estado, legalmente. Claro depois lucram milhões a trabalhar "para" o estado e ganham mais milhões a ensinar os ricos a poupar milhões, com esses alçapões deixados nas leis.
Um regabofe que nenhum governo mostrou vontade de travar.
José Gomes Ferreira, desolado com a impotência que já todos sentimos, perante a injustiça e a inércia dos que deveriam defender o estado de direito, deixa uma mensagem onde já nem apela à justiça, pelo contrário, apela aos prevaricadores que ensinem a todos os cidadãos a prevaricar.
Se está tudo perdido que roubem todos, Portugal está a saque?

Peço à Galp e à REN que façam um grande favor aos contribuintes
Exmos Srs Presidentes executivos da Galp e da REN, Engenheiro Ferreira de Oliveira e Dr. Rui Vilar:
Peço-vos encarecidamente que divulguem, o mais rapidamente possível, os pareceres jurídicos que vos levam a não pagar a contribuição extraordinária sobre o sector energético de 2014.
Será um grande favor, um verdadeiro serviço público, que farão a todos os contribuintes portugueses.

Os juristas que trabalharam para as vossas empresas, pagos a preço de ouro, são, certamente, grandes especialistas.
Tão bons especialistas que conseguem arranjar argumentos para não cumprir uma lei da República, a Lei do Orçamento do Estado de 2014, onde o imposto extraordinário está previsto.
Por favor, divulguem esses pareceres para todos nós, contribuintes portugueses, podermos deixar de pagar a sobretaxa de IRS ao Estado.
Sabem, é que os contribuintes normais não têm possibilidade de pagar estudos desses. E certamente que os argumentos invocados para não pagar a sobretaxa de IRC, são certamente utilizáveis para nós não pagarmos a sobretaxa de IRS. Basta copiá-los.

08 dezembro, 2014

O Orçamento de 2015 distribui os impostos pelos grupos económicos que capturaram a politica e finanças públicas. Paulo Morais

Paulo Morais "traduz" para linguagem criminal, o que realmente significa o Orçamento de 2015 e claro os muitos Orçamentos em Portugal. A submissão dos contribuintes, que por ordem dos governos, são obrigados a pagar impostos para sustentar o regabofe dos ricos e parasitas.

"Orçamento de esbulho
O Orçamento de Estado de 2015 (OE 2015) é um documento incompreensível para a maioria dos cidadãos. E opaco. Mas o pouco que se lhe adivinha é trágico: garante negócios milionários às empresas do regime, banca e construtores, e vem introduzir ainda mais alterações a um sistema fiscal hipercomplexo em constante mudança.

(Neste video Paulo Morais garante que o OE favorece "padrinhos")


Uma das maiores despesas será com juros da dívida pública, mais de 8 mil milhões, que consomem 60% da coleta do IRS! O estado gasta em juros mais do que gasta com todo o sistema de educação (7,7 mil milhões). Um absurdo! Esta situação, crónica, provoca uma sangria nas finanças públicas que urge estancar de uma vez por todas.

(Os juros e quem ganha com eles?) 

07 dezembro, 2014

Diogo Quintela: "O leitor tem opinião sobre o caso José Sócrates? Não tenha"

socrates preso estrangeiro
"O governante que legalizou a sua própria fraude fiscal"
O leitor tem opinião sobre o caso José Sócrates? Não tenha.
Isso configura um delito de julgamento na praça pública.
A não ser que ache que José Sócrates está a ser vítima de justicialismo.
Nesse caso, tem licença de porte de opinião.

Para não haver dúvidas, aqui vai uma cartilha com o que é admissível pensar:
  • a) Avaliar a hipótese de José Sócrates ser culpado? Não se pode.
  • b) Levantar dúvidas sobre a idoneidade do juiz Carlos Alexandre? Pode-se.
  • c) Questionar as reais motivações do procurador Rosário Teixeira? Pode-se.
Em termos de limitação à liberdade de opinião, só é proibido achar que José Sócrates pode ser culpado
  • d) Sugerir que Joana Marques Vidal orquestrou este charivari? Pode-se.
  • e) Desconfiar de um propósito tenebroso do sistema judicial? Pode-se.
  • f) Suspeitar de manipulação obscura pela comunicação social? Pode-se.
  • g) Insinuar que o Passos Coelho lucra com isto? Pode-se.
  • h) Alvitrar que Portas é que devia ir preso por causa dos submarinos? Pode-se.
  • i) Considerar que Cavaco Silva tem negócios ilícitos com os seus amigos do BPN? Pode-se.
  • j) Conjecturar que isto é tudo uma cabala montada pelo PSD para distrair dos vistos gold? Pode-se.
Em termos de limitação à liberdade de opinião, só é proibido achar que José Sócrates pode ser culpado. Quem violar esta disposição tem de se haver com a brigada de trânsito em julgado. De resto, é tudo debatível.

06 dezembro, 2014

António Costa é um email que traz consigo um insustentável anexo chamado "déjà vu".


"António Costa é do pior que há na politica" o servidor de clientelas famintas. 


Neste video Marinho e Pinto compara António Costa a "eucalipto que seca tudo à volta". O advogado dá como exemplo o que aconteceu na autarquia de Lisboa com Helena Roseta e Sá Fernandes.
Marinho e Pinto refere ainda que acredita que António Costa negociou a liderança parlamentar do PS com Ferro Rodrigues um mês antes das eleições primárias do partido.
O líder do novo Partido Democrático Republicano afirma que para ter de novo “o pântano em todo o seu esplendor” só falta agora que António Costa ganhe as eleições legislativas com maioria absoluta e que António Guterres seja Presidente da República – o que seria “a cereja sobre o bolo”.
António José Seguro dava mais garantias de honestidade política do que os atuais dirigentes do PS.

"Com os mesmos bacilos não se conseguem vacinas diferentes.

António Costa é "empratamento" novo de cozinhado requentado; altamente indigesto e propenso a intoxicações alimentares fatais; traz consigo uma legião de bactérias gulosas também elas idosas, uma verdadeira "praga parlamentar", financeira e assessora parasita.
António Costa é a continuidade da degradação nacional onde ela ainda é possível; a continuidade da mentira despudorada, o costas voltadas aos interesses nacionais; o perpetuar do banditismo organizado nas mais altas esferas do poder nacional.
António Costa é o 2º turno de Passos Coelho que foi o segundo turno de José Sócrates, e assim sucessivamente.