25 maio, 2015

Partidos portugueses que propõem democracia directa ou participativa e nova lei eleitoral.

Após anos a ouvir os portugueses a inventarem desculpas, sem fundamento legal ou real, para não votar, fantasiando que não votar derruba governos ou generalizando, que não adianta votar porque os partidos são todos iguais, decidi reunir, neste artigo, o enquadramento legal dos actos eleitorais e uma lista dos partidos que poderão ser uma alternativa, se os portugueses se informarem, em vez de optarem por permanecer na ignorância e em casa sem agir. Um recente estudo mostrou que os abstencionistas desconhecem a maioria dos partidos e o que eles defendem.
Na primeira lista, reuni o partidos que propõem mudanças na lei eleitoral e uma nova democracia: participativa/directa.
Reuni ainda a lista dos diversos Partidos sem representação parlamentar, isentos de responsabilidade no triste destino do país e nos saques ao país. Para dar inicio ás mudanças em Portugal, já existem alternativas, faltam apenas eleitores informados e activos, que saibam e queiram colaborar na mudança e votem diferente. Há milhões de eleitores que não votam porque rejeitam a democracia representativa e a lei eleitoral, nem se dão ao trabalho de pesquisar e fundamentar a sua inércia. É um paradoxo as pessoas criticarem tanto o estado do país mas abdicarem de votar e escolher algo melhor para o país, e eliminar o pior. Não percebem como funciona a democracia e o voto, nem estão conscientes do poder e da responsabilidade que possuem, para mudar o caos instalado no país.
Este artigo pretende reunir informações e dicas de cidadania. A compilação é longa, mas leia até onde puder, porque é importante para o destino do país e de todos que o prezam e querem salvar.

1º Partidos que defendem democracia participativa:
--PDR - Partido Democrático Republicano (Video) O PDR defende mudanças na lei eleitoral e democracia participativa através da intervenção dos cidadãos e das organizações sociais no debate político e no controlo das decisões politicas em todos os níveis do poder político e defende o recurso ao referendo. Defende também a possibilidade de os cidadãos poderem candidatar-se em listas próprias a todos os órgãos políticos. Expresso
--NOS - Nós, Cidadãos! REFORMA DO SISTEMA POLÍTICO E ELEITORAL.Moralização e responsabilização dos eleitos perante os eleitores, mediante a separação entre política e negócios, aprofundamento da democracia participativa.
--PEV – Partido Ecologista "Os Verdes"- Artigo 3º (Democracia Participativa e Descentralização)
1. É princípio fundamental do Partido que as decisões e opções deste, resultem do profundo debate e participação inequívoca de todos os coletivos de base.
--PTP/AGIR – Partido Trabalhista Portuguêso aprofundamento da democracia participativa.

17 maio, 2015

Santa Casa e os ajustes directos aos amigos do PSD, já ascendem aos 2 milhões de euros


Uma investigação levada a cabo pelo jornal Público mostra como os ajustes directos, não passam de uma teia de favores pouco transparentes, entre um circulo fechado de "amigos".  
Os casos em baixo, são em pequena escala, mas servem de exemplo para perceber como o dinheiro público serve os interesses de alguns.
"Contratos da Misericórdia de Lisboa na área da Saúde levantam suspeitas e originam inquérito interno.
Empresas ligadas a um conhecido militante do PSD de Lisboa ganharam nos últimos três anos um lugar significativo entre os fornecedores da Santa Casa. Por vezes, as empresas consultadas pertencem às mesmas pessoas. Algumas vendem simultaneamente serviços de telecomunicações, fraldas descartáveis e mobiliário.
A Misericórdia de Lisboa adjudicou, desde 2012, pelo menos 18 contratos públicos, num valor próximo dos 2 milhões de euros, a um conjunto de dez empresas quase todas acabadas de constituir.
Todas elas eram estreantes enquanto fornecedoras da instituição e todas elas pertencem a pessoas que têm participações cruzadas nessas e noutras empresas, frequentemente sedeadas nos mesmos locais. Em muitos daqueles contratos, geralmente resultantes de ajustes directos, as únicas firmas convidadas a apresentar propostas integram um grupo mais alargado de duas dezenas de sociedades pertencentes às mesmas pessoas, sendo que algumas não têm qualquer actividade conhecida.
A SCML é uma casa cujas estruturas intermédias e superiores são ocupadas, há décadas, por sucessivas camadas de clientelas dos diferentes partidos que têm governado o país. Isto porque o provedor e os restantes membros da Mesa (o órgão que administra a instituição) são nomeados pelo Governo.

11 maio, 2015

CAUSAS E CAUSADORES DA SUBIDA VERTIGINOSA DA DIVIDA PÚBLICA


Neste video Ventura Leite desvenda algumas manobras obscuras da corrupção. Explica que a divida
portuguesa é improdutiva, pois não criou retorno e isso significa que foi divida criada pela corrupção. É o caso das obras públicas rodoviárias que atingiram o seu auge no governo Sócrates, as obras públicas são um terreno fértil de corrupção e despesismo. Favorecem partidos com rendas e tachos.
Sócrates foi governo que mais fez crescer as obras públicas, até a um nível insustentável.
A média dos países da UE tem 6 a 7% do PIB para obras públicas, com Sócrates chegamos a ter 17%. Qualquer pessoa com a mínima noção da realidade perceberia que isso era insustentável e que ia acabar por criar apenas divida e desemprego. Como é possível que se tenha chegado ao descalabro de importar mão de obra para a construção civil? Já não era uma questão de investir em obras públicas para incentivar a economia ou o emprego, era apenas criar mais e mais obras públicas, para incentivar a corrupção e culminar no colapso que se seguiu. com video



Quem é o responsável pela divida pública? Qual o governo que mais endividou o país? Como esconderam a divida? Enganaram as contas públicas?
A confusão sobre os assuntos públicos de interesse vital para eleitores informados, reina e cria o caos. Vivemos num país onde não existe uma comunicação social competente e isenta, ou uma entidade pública com a obrigação de informar o país das versões correctas e factuais, sobre qualquer tema. As informações vitais para o cidadão continuam a surgir distorcidas pelos interesses dos partidos e dos grandes grupos, donos disto tudo. Prevalece a desinformação e as guerras partidárias sobre o interesse nacional e sobre a verdade. Existe uma incapacidade e/ou falta de vontade da comunicação social, de filtrar ou criticar as opiniões e corrigir as distorções, a fim de apurar a verdade. Neste video (ao minuto 3) é exposta a incompetência da comunicação social.
Na falta de estudos e factos credíveis e num oceano caótico de informação e desinformação, decidi ir contra a maré, e visitar outras versões sobre alguns assunto. (No blog existem outros artigos sobre as causas da divida) 
Todos os dias bombardeiam e afogam as TV´s e os jornais, com a dramatização do actual escandaloso e vertiginoso crescimento da divida pública. Como se tudo se resumisse a um fenómeno isolado sem passado. Ninguém especifica qual a responsabilidade do anterior governo e do actual no crescimento da divida. Porque as causas e efeitos da divida não são estanques, não começam e acabam num mandato só porque muda de governo, ou só porque se começam a tomar medidas para a travar. É um fenómeno que se prolonga no tempo fácil de começar mas difícil de travar, porque os vícios, não são fáceis de perder, e os subsídios, rendas, reformas, salários, contratos demoram a negociar e a adaptar. Mas os fanáticos por partidos querem continuar a acreditar e a fazer acreditar que tudo se resume a mandatos, sem analisar as causas e consequências a longo prazo. Importa pois analisar como se forma, como se esconde, como aparece, de que é composta, como se calcula a divida.
Segundo o actual governo a divida cresceu devido à intervenção da Troika que expôs as engenharias financeiras do anterior governo que escondia buracos de milhares de milhões de euros. E continua a subir porque graças à governação despesista de Sócrates, estamos a pagar 9 mil milhões de juros das divida, à troika. Segundo o anterior governo a divida sobe por culpa deste governo.

Por isso deixo-os com algumas explicações sobre o tema, para tentar chegar a conclusões. 
"Tudo em pratos limpos - Dívida pública: PS de acusador a condenado
Os Governos socialistas foram uma máquina de gerar dívida, cuja explosão foi a causa direta do colapso de financiamento, que acabou por ditar a inevitabilidade do resgate. Revolta ouvir ex governantes, que varreram dívida para debaixo do tapete, a acusar este Governo de aumentar a dívida.
Apesar de todo o esforço feito pelo Governo, pelos cidadãos e pelas empresas, na redução da dívida pública portuguesa, a verdade é que a oposição, e em particular o partido socialista, insistem em acusar este governo pelo aumento da dívida. Vamos então aos factos, sem cerimónia.
Com os dois últimos governos socialistas, isto é, de Março de 2005 ao resgate de 2011, a dívida pública cresceu mais do dobro do que desde o início do ajustamento até à atualidade. De facto, com os dois Governos Sócrates, a dívida pública cresceu mais do que nas três décadas anteriores (1975 a 2005). Mas importa explicar o porquê da dívida ter continuado a subir, apesar do ajustamento, se bem que entretanto esse processo estancou e está atualmente em inversão.

10 maio, 2015

Paulo Morais revela a ilegitimidade da máquina fiscal, ao serviço dos ricos.




Paulo Morais expõe os crimes fiscais impostos de forma injusta. A protecção dos ricos e a exploração dos pobres. A máquina fiscal está a colapsar porque os governos decidiram colocar o fisco a cobrar multas a favor das empresas privadas amigas, contra o cidadão. Estamos perante métodos de pagamento e de cobranças coercivas que consideramos irregulares, ilegais e nulos.
Mais de 2000 funcionários do fisco na cobrança das portagens
Sindicato dos Trabalhadores dos Impostos considera que as portagens impede direccionar recursos para tarefas de inspecção.
"Ao mesmo tempo que a máquina fiscal trabalha a todo o gás para cobrar coimas de taxas de portagem de concessionárias de auto-estradas, os tribunais fiscais enchem-se de processos de impugnação judicial, praticamente o único meio de defesa dos contribuintes quando são confrontados com a cobrança coerciva por parte das Finanças nestas situações."
ARTIGO. http://goo.gl/kVPGvT

***VIDEO COM TESTEMUNHOS E CASOS CHOCANTES DE CIDADÃOS VITIMAS DESTA PERSEGUIÇÃO DO FISCO:: 
***VIDEO -MARINHO PINTO DENUNCIA AS LEIS FISCAIS FEITAS À MEDIDA.. 
***VIDEO - Finanças agora trabalham para as PPP´s? Isto é tudo deles? 
*** Dinamarca um país com justiça fiscal -- http://goo.gl/CdnM4d

***Multas nas portagens de 1000%? DGCI faz a cobrança? PSP ajuda ao saque? É isto um estado de direito? Fisco ao serviço das empresas amigas dos partidos?
Este é sem dúvida cada vez mais o país dos ricos ... a justiça não é para todos, emigrem antes de perderem o pouco que nos sobra, é esta a mensagem que recebemos todos os dias.
O estado e as elites aliados contra o povo. Veja este video perceba o perigo que é ser cidadão em Portugal. Esta lei teve a sua origem em 2006 e tem sido alterada várias vezes, mantendo a "perseguição" ao utente...
CAPÍTULO III -Regime contra-ordenacional / Lei n.º 25/2006, de 30 de Junho, Artigo 15.º
Competência para o processo
1 - O serviço de finanças da área do domicílio fiscal do agente de contra-ordenação é competente para a instauração e instrução dos processos de contra-ordenação a que se refere a presente lei, bem como para aplicação das respectivas coimas.
ARTIGO COMPLETO: http://goo.gl/oLjQIs

***Cobrança coerciva de portagens gera milhares de impugnações
O sistema de cobrança coerciva aplicado pelas Finanças à falta de pagamento de portagens por parte dos contribuintes está a dificultar a sua contestação e a ‘encher’ os tribunais de pedidos de impugnação.
Este processo, de cobrança coerciva, pode implicar, a retenção da devolução de impostos ou a penhora de depósitos bancários, salários ou outros bens. Acresce ainda o facto de que cada portagem não paga pelo contribuinte gera (no mesmo dia ou com poucas horas de diferença) um processo autónomo por parte da concessionária, seguido de um processo por parte da administração fiscal.
Ou seja, um contribuinte individual ou empresa que passe 20 portagens sem pagar, vai ter 20 processos de cobrança coerciva (com custos administrativos e coimas para cada um) e se quiser pedir a impugnação, tem que apresentar 20 contestações sobre as quais vai pagar 20 taxas de justiça. ARTIGO COMPLETO: http://goo.gl/2nq5lK

**RERT: A LEI FISCAL PARA FAVORECER CORRUPTOS E RICOS.. http://goo.gl/oAqCC6
**CRIADO GRUPO DE APOIO E DEFESA ÁS VITIMAS DAS MULTAS PORTAGENS. http://goo.gl/vrO4n3
** Portugal tem a menor carga fiscal da Europa.... para os ricos... mas a mais pesada, para os pobres? ARTIGO COMPLETO: http://goo.gl/QZAHwS

**** IVA de uma sopa - 23%
Charutos e cigarrilhas - 20%
IVA hotéis - 6%
IVA espectáculos eróticos - 5%
IVA cantinas escolares 23%
IVA das touradas - 13%
TABACO DE LUXO 20%
ESPECTÁCULOS CULTURAIS 13%
Bagão Félix, defende a criação de uma taxa de IVA entre 30% e 40% para os artigos de luxo.
Se uma pessoa quiser ter um automóvel de luxo ou comprar uma jóia – produtos que são absolutamente dispensáveis e importados – pagaria uma taxa maior. E as pessoas perceberiam. Quem compra um carro de grande cilindrada, tanto compra com IVA a 23% como a 35%. Não faz é sentido que, para comprar um automóvel de grande cilindrada, se pague a mesma taxa que se paga na luz de casa ou na papa de bebé. ARTIGO COMPLETO: http://goo.gl/SUGger

07 maio, 2015

Entre 2008 e 2012, gastaram-se 9 mil milhões de euros, em ajustes directos: compadrio e corrupção

impostos contratação pública lei
Imagem de 2012
Nos países onde a corrupção é residual, qualquer aquisição do estado ou qualquer contratação pública está sujeita a concurso público para assim prevalecer sempre, o interesse nacional, ou seja vence a melhor proposta, entre várias, visando obter a melhor qualidade preço.
Em Portugal continua a optar-se pelo ajuste directo. A troika criticou o uso e abuso dos ajustes directos, inclusive obrigou a que se baixasse o limite máximo de dinheiro público que se pode gastar em cada ajuste directo. Mas os corruptos portugueses contornaram este limite facilmente, dividindo por vários ajustes directos. O tribunal de contas frequentemente alerta também para esta calamidade, um despesismo descontrolado e viciado, mas o regabofe continua.
Uma forma muito fácil de lesar o estado e favorecer quem selecciona (corrompido) e quem é seleccionado(corruptor).
As vantagens para ambos são grandes, e por essa razão há uma corrida louca ao "ouro" dos contribuintes. O desespero pelo dinheiro público fácil, é tanto que já nem há vergonha de descaradamente estes ajustes directos serem feitos a familiares, ou a ex colegas de trabalho, ou à empresa onde trabalham, paralelamente com o seu cargo público.
Outros atrevem-se mesmo a contratar empresas de um ramo diferente do exigido, mas que depois de ganhar o contrato, mudam de ramo. Mas o mais ultrajante são os casos de ajustes directos feitos a empresas que ainda nem existiam e foram criadas depois de celebrar o contrato. Criam-se empresas porque sabem que vão passar a poder contar com o cliente estado, porque alguém se compromete a fazer favores/ ajustes directos a essas empresas e portanto haverá sempre dinheiro a jorros.
No site do governo é fácil perceber a dimensão e a apetência dos que nos desgovernam pelos ajustes directos, sem lei nem rigor, sem concorrência e sem respeito pelo dinheiro público. Se pesquisarmos pela totalidade dos contratos, em "tipo de procedimento" desde 2008 até à data de hoje, obtemos esta informação (nrº estão sempre a ser actualizado):  Foram encontrados 519283 resultados para a sua pesquisa.
Se pesquisarmos por ajustes directos: Foram encontrados 478817 resultados para a sua pesquisa.
 92% são ajustes directos! Ou seja as recomendações da troika, do Tribunal de contas e o interesse dos contribuintes, continuam a ser desprezados e os impostos continuam a servir para enriquecer os amigos dos que nos representam.

ANTÓNIO COSTA TENTA ESCONDER O ABUSO DAS CONTAS, UM ESTRANHO DEMOCRATA ANTI ESCRUTÍNIO PÚBLICO
Em 2011, a Comissão para a Promoção das Boas Práticas criada pela Câmara Municipal de Lisboa fez recomendações ao presidente António Costa sobre a forma como as obras estavam a ser contratadas.
O texto citava um relatório feito meses antes pelos serviços, no qual se faziam críticas à Direcção Municipal de Projectos e Obras. As recomendações da comissão incidiam sobre problemas concretos: a câmara contratar repetidamente os mesmos empreiteiros; privilegiar os ajustes directos e recorrer muito à figura do “estado de necessidade”, um regime de contratação excepcional que dispensa formalismos.
Por considerar os documentos de interesse público, o PÚBLICO pediu à câmara uma cópia dos documentos. A câmara não deu resposta ao pedido. Um mês depois, o PÚBLICO apresentou uma queixa à Comissão de Acesso aos Documentos Administrativos (CADA), que funciona no âmbito da Assembleia da República e tem 11 membros, entre os quais um deputado do PSD e outro do PS. No seu parecer, a CADA concordou que os documentos eram administrativos e por isso de natureza pública e deviam ser entregues ao jornal. O PÚBLICO voltou a pedir o relatório e os anexos. De novo, silêncio.

05 maio, 2015

Governo Sócrates engana Tribunal de Contas para avançar com 6 PPP´s e lesar o país.



Neste video mais uma história interessante sobre as PPP e o desespero dos governantes por avançar com obras públicas lesivas ao interesse nacional.
Uma carta anónima encontrada pela comissão parlamentar de Inquérito (CPI) às Parcerias Público-Privadas tendo uma declaração de voto de um juiz conselheiro do Tribunal de Contas (TC)  revelou que:
O governo de José Sócrates, escondeu documentos fulcrais ao TC, em 2010, para os levar a aprovar 6 contratos de PPP rodoviárias no valor de 10 mil milhões de euros.
Em 2009, o TC recusou o visto, por causa da crise económica, a 6 concessões que lhe foram apresentadas pelo governo de José Sócrates. Pois violavam a lei por não terem oponentes para se comparar preços.
Numa segunda fase Sócrates não desiste e volta à recarga, arranjaram dois concorrentes, adversários, para respeitar a lei (da comparação), mas ambas as propostas eram mais caras que a primeira...!!!!
Perante nova rejeição o secretário de Estado, Paulo Campos, então com a tutela da EP, insistiu na apresentação de novos contratos e as concessionárias "baixaram" as suas propostas (???).
O negócio avançou.... mas agora descobriu-se que (Paulo Campos) na verdade não baixou o preço apenas enganou os portugueses e o TC, pois ele fez acordos, sem conhecimento do TC, onde garantiu que pagava ás concessionárias privadas, a diferença face às propostas que tinham sido anteriormente chumbadas pelo TC. Ou seja apresentaram um orçamento falso, para o TC dar o "sim", mas depois havia mais contratos ocultos, que obrigavam o estado a pagar muito mais do que o aprovado pelo TC.

03 maio, 2015

Por onde andam os milhões empresta(dados) pelo BES? Paulo Morais revela os nomes dos "devedores"




QUEM ANDA A GOZAR O NOSSO DINHEIRO DESAPARECIDO DO BES?
Grande parte dos três mil milhões de euros do buraco do BES ficaram na esfera do presidente angolano Eduardo dos Santos.
Começam a ser revelados os nomes de pessoas próximas ao regime angolano que beneficiaram-se de empréstimos daquela instituição financeira e que depois não assumiram os seus compromissos, NÃO PAGAM, LEVANDO A QUE O ESTADO TENHA INJECTADO NO BANCO 5 MIL MILHÕES DE EUROS, PARA SALVAR O BANCO.
PAULO MORAIS assegura que só a irmã do Presidente angolano Marta dos Santos, recebeu 800 milhões de dólares, mas a quem o banco perdeu o rasto. O PRESIDENTE DO BES GARANTE QUE NÃO SABE ONDE ANDA O DINHEIRO, PAULO MORAIS OFERECE-SE PARA LHE DAR OS NOMES E OS DESTINOS.

De acordo com o site da Rádio Renascença, de Portugal, o antigo presidente do BES Angola Rui Guerra disse ontem, 10, aos  deputados da comissão parlamentar da Assembleia da República que investiga o caso BES, que o banco não foi capaz de identificar os beneficiários de muitos dos empréstimos concedidos pela instituição.
Entretanto, Paulo Morais, vice-presidente da Associação Transparência e Integridade, contesta os argumentos de Rui Guerra e acrescenta que tem documentos capazes de provar quem são os beneficiários.
Segundo Morais, “nessa lista de empréstimos estava, à cabeça, Marta dos Santos, irmã do presidente José Eduardo dos Santos, que teve um crédito de 800 milhões de dólares, para desenvolver em Talatona um projecto imobiliário, curiosamente em parceria com o empresário português José Guilherme, que deu 14 milhões a Ricardo Salgado.”
O vice-presidente da Associação Transparência e Integridade vai mais longe e diz que “só no Comité Central do MPLA houve um conjunto de personalidades, como Roberto de Almeida, Maria Mambo Café e Ferreira Pinto, entre outros, que receberam 10 milhões de dólares para desenvolver os projectos que bem entendessem, sem terem de prestar quaisquer garantias ao banco”.
Em declarações à Rádio Renascença, de Portugal, Paulo Morais revelou que muitos dos investimentos que a elite angolana fez em Portugal, era dinheiro dos depositantes do BES e não de Angola.

01 maio, 2015

Listas de vídeos sobre escândalos de corrupção em Portugal

Em baixo organizei as listas de reprodução do youtube, com os vídeos que desmascaram a corrupção em Portugal, assim como alguns video sobre cidadania e informações relevantes para o eleitor.
Poderíamos estar dias a ler e a ver vídeos, e mesmo assim apenas conseguiríamos tomar conhecimento de uma ínfima parte do que se passa no país, da gravidade e do descaramento da corrupção, da devastação do erário público, do abuso, dos enxames de boys e girls... mas ficam aqui alguns exemplos, porque nunca é tarde para começarmos a conhecer a verdade.
Para não sofrer um ataque cardíaco, é aconselhável ver no máximo, 3 videos por dia. Principalmente os das PPP, os do BPN, dos submarinos e do Sócrates.
Clique no link para ser encaminhado para os videos sobre o tema do link. 

Henrique Neto na luta por um país e um povo melhor
Henrique Neto alerta os portugueses para o papel da sociedade civil, que deveria lutar pelo país mas que está praticamente inerte. Veja alguns vídeos deste cidadão que sempre criticou Sócrates e as suas politicas, defendendo sempre o interesse nacional, acima do interesse do Partido ou dos seus militantes. Henrique Neto, ex do PS, afirma que "Sócrates está no topo da pirâmide, dos que dão cabo disto" http://goo.gl/8ecr0l
"Sócrates representava uma bomba relógio para a qualidade da democracia portuguesa." http://goo.gl/NbtZdK
Henrique Neto acha que os eleitores portugueses exercem a cidadania como se a politica fosse "clubismo", agarram-se a um partido para a vida, de forma acrítica, façam eles os erros que fizerem, os fieis elegem sempre o "seu" partido.




Países sem crise e sem corrupção
Nesta lista reúnem-se videos que retratam a forma como se vive nos países menos corruptos do mundo. São um exemplo para todos nós percebermos o que deveria ser a democracia e como ela pode funcionar bem, em beneficio do povo. É por esta democracia que devemos lutar. São países com eleitores activos, críticos e informados que punem os maus políticos nas urnas, não apenas nas redes sociais, com insultos e palhaçadas.
Há pessoas que acreditam que a corrupção é inevitável e que o defeito é da democracia, nestes videos percebemos que o defeito é do eleitor, não da democracia nem dos politicos. Se o povo tem o poder de os punir e eliminar da politica e não o faz, como querem que a democracia funcione e a corrupção não compense?
Veja esta compilação de vídeos, para perceber como poderia ser Portugal, se os portugueses fossem menos tolerantes com os corruptos. Existem países com muito pouca corrupção, quase sem desemprego, onde as pessoas detestam receber subsídios e referendo os impostos, que pagam com agrado. Parece incrível mas é a verdade. Veja o video da Dinamarca. São Países onde os políticos são honestos, patriotas e se preocupam com o bem comum. Andam de transportes públicos e não possuem luxos nem tiques típicos de ditadores da corte, frustrados.

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Gestão danosa ou criminosa?
Esta lista reúne vídeos que expõem o despesismo e o abuso do dinheiro público, com obras inúteis e contratos ruinosos. Os políticos portugueses são impunes e imunes podem roubar e abusar. Não podem ser responsabilizados pelos seus actos de gestão criminosa ou danosa, pois podem sempre refugiar-se na desculpa de que foi erro ou incompetência. E ao abrigo desta impunidade, muitas saques grosseiros se fazem ao país, sem consequência para o criminoso e com graves consequências para as vitimas. Os portugueses permitem todo este regabofe, já que continuam a não ir ás urnas fazer uma limpeza à classe politica, votando contra os criminosos identificados que nos desgovernam e desgovernaram.