21 Agosto, 2014

Pinto Monteiro: "Se corrermos a Europa, não encontramos Justiça melhor do que a portuguesa"


"Duarte Marques diz que “ex-primeiro-ministro (Sócrates) não tem “vergonha na cara” por exigir explicações à Justiça sobre detenção de Ricardo Salgado. “A justiça devia dar explicações, mas sobre o facto de nunca o ter prendido a ele”.
O texto do ex-líder da JSD surge na sequência das declarações de Sócrates, na RTP, sobre o caso BES. O socialista defendeu que ”a Justiça ganhava em explicar-nos a todos porque deteve Salgado”. “Não vi até hoje nenhuma explicação que me convencesse que era necessário deter Ricardo Salgado”, disse José Sócrates.
Ao i, Duarte Marques disse que depois de “tantos casos em que esteve envolvido já merecíamos, isso sim, uma explicação sobre o facto de nunca ter sido julgado judicialmente”." IOL

Mas claro que em Portugal há justiça e do melhor que se pode arranjar.
"Pinto Monteiro afirmou hoje que a Justiça portuguesa "não está bem", mas contrapôs que não encontra na Europa sistemas melhores.
"A Justiça não está bem, mas não está tão mal como isso. Se corrermos a Europa, não encontramos Justiça melhor do que a portuguesa", disse Pinto Monteiro.(...)"

Realmente melhor que isto não há. Uma justiça paradisíaca, para os corruptos, mas um inferno para os honestos. Em baixo deixo alguns exemplos de noticias sobre a justiça portuguesa.

20 Agosto, 2014

A fome pela politica e seus esquemas, os tachos, a vida boa e inconsequente já vem do berço.

O geitinho ou a fome por estas vidas, está-lhes no sangue. E assim será por muitas e muitas gerações.
Nasceram para ter uma vida fácil e boa. Nem saberiam viver de outra forma.
Quantos sacrifícios, favores e cedências terão os seus familiares que fazer, no exercício da vida pública, para garantir aos filhos, primos e anexos, uma vida fácil de fama, dinheiro, poder e impunidade?

Filho de Durão ganha emprego por convite no Banco de Portugal. Desemprego é coisa de pobres.
Luís Durão Barroso, de 31 anos, foi contratado pela instituição de Carlos Costa. O filho do ex-primeiro-ministro ‘laranja’ tem um extenso percurso académico e chega por convite, embora por padrão o Banco de Portugal costume abrir concurso, dá conta o Jornal de Negócios.
Com 31 anos, licenciatura, mestrado e doutoramento, Luís Durão Barroso chega ao Banco de Portugal para o Departamento de Supervisão Prudencial. Conta o Jornal de Negócios que a regra na instituição é contratar por concurso. Tal só não se verifica em situações de “comprovada e reconhecida competência profissional”, explicou uma fonte da instituição adiantou ao mesmo jornal.
No seu curriculum, Luís Durão Barroso conta com a licenciatura em Direito na Nova e o mestrado e doutoramentos, tirados na London School of Economics. Desde 2012 que é docente na Universidade Católica. Antes, profissionalmente, contava apenas com dois estágios de verão nos escritórios de advocacia Linklaters e Morais Leitão, Galvão Teles, Soares da Silva & Associados. Fonte

Claro que o Banco de Portugal é um oásis criado para albergar pessoas privilegiadas... basta ver as mordomias com que brindam os seus funcionários. Há que criar paraísos dourados onde podem sempre colocar a trabalhar ex políticos, futuros aspirantes a políticos, ex governantes e claro, familiares. Podem assim garantir que estarão sempre seguros em berço de ouro, acima da lei e a salvo das misérias do mercado laboral nacional e das leis comuns dos trabalhadores. Neste link conheça as escandalosas e exclusivas mordomias que os governantes fazem questão de manter no Banco de Portugal.

19 Agosto, 2014

A nacionalização do BES através de uma vigarice a que chamam na Europa engenharia financeira.


BES SEGUE PRA BINGO 
Por Clara Ferreira Alves 

Não escrevi até este momento uma linha sobre o BES porque nunca acreditei numa palavra do que foi dito sobre a excelência da regulação, a inexistente necessidade de recorrer ao dinheiro dos contribuintes, a garantia do benzido nome de Vítor Bento como solução de estabilidade, a tremenda almofada financeira, etc., etc., etc.
Também nunca me soou bem a frase de Passos Coelho sobre os “privados “ serem obrigados a resolver os seus problemas sem intervenção política e muito menos de dinheiro público. Alinhei nesta demagogia durante cinco segundos e arrependi-me logo. Cheguei a elogiar Passos Coelho pelo modo como resolvera a crise. Sou uma imbecil.

O porta-voz Marques Mendes, fervendo de indignação contra a “anterior administração”, veio dizer que os acionistas perdiam tudo e que Ricardo Salgado e a “administração”, whatever that means, tinham desfeito 1500 milhões em dias. Estamos conversados quanto à excelência da regulação.
Se bem me recordo, essa administração era para ser mantida em funções durante mais um mês. A avaliar por estes cálculos, estoiravam mais 15 mil milhões. Enquanto a justiça ponderava deter ou não a sua ex-“testemunha” Salgado e impedi-lo de destruir caixas marcadas com papéis “para destruir”, Salgado ia destruindo o BES, soubemos pelos jornais.
Sozinho, parece. Sem dar cavaco, salvo seja. E, claro, foi-nos dito todos os dias, por reputados especialistas e a “nova gestão”, que o BES nada tinha a ver com o GES e que o BES estava bem e o GES estava mal e que o BES era sólido e tinha rácios de capital a dar com um pau.

18 Agosto, 2014

O BES bom, o BES mau? Já não temos idade para acreditar em histórias assim...

O BES bom, o BES mau e a má gestão dos dinheiros públicos

1 – A situação que há algum tempo se vem deteriorando no universo GES/BES agravou-se recentemente com a fuga de capitais do banco, em benefício dos negócios da família Espírito Santo, com todos os danos inerentes sobre a economia, os depositantes e os trabalhadores do banco. A sigla Espírito Santo tem andado nas bocas do mundo associado à palavra Portugal, pelas piores razões.
O titubear do governador do BdP e o leviano pairar do governo em todo o processo retrata o modo como o sistema financeiro mantém capturados o Estado, os governos e mesmo o aparelho judicial.

2 – Mais de 15% do empréstimo da troika, num valor de € 12000 M, foi imposto para a recapitalização da banca e incluído no valor global da dívida pública. Os encargos foram fixados em 2.95%  tendo sido entretanto utilizados por três bancos € 5400 M, sobrando hoje apenas € 1450 M que vencem juros superiores a 8%; em paralelo, sabe-se ainda que há garantias do Estado por dívidas da banca correspondentes a 10% do PIB. Assim, a parte não utilizada, hoje, da linha de crédito da troika (€ 6600 M) obriga a um pagamento anual de juros (€ 194.7 M) superior ao que os bancos, ainda devedores, pagam (uns € 116 M).
A canalização de € 4500 M (ou € 3900 M numa hipótese beta) para o Fundo de Resolução irá fazer-se aos mesmo 2.95% de taxa de juro, igual à que o Estado paga no âmbito da linha de crédito da troika. Sem ágio, sem lucro, sem garantias e com todos os riscos resultantes da natural erosão dos ativos, da fuga de depositantes, da descoberta de “imparidades” no âmbito do Novobanco, o banco bom, sem que nada se conheça sobre a viabilidade do banco recauchutado.

3 - Cabe perguntar porque não emprestou a troika, diretamente o dinheiro aos bancos com dificuldades? É que o Estado apresenta garantias de pagamento muito superiores às que bancos endividados poderiam oferecer; a punção fiscal nunca acaba e permite muita arbitrariedade). E o Estado, nos mecanismos de ordem fiscal alivia bastante os custos do seu tutelar sistema financeiro; ainda em finais de 2013 uma alteração ao imposto de selo veio a poupar este ano uns € 500 M ao sistema bancário.

15 Agosto, 2014

A maçonaria e as conectividades na Lusófona. Patrão da Lusófona chefia 36 sociedades.

Patrão da Lusófona chefia 36 sociedades.
Manuel de Almeida Damásio, presidente do conselho de administração do Grupo Lusófona, desempenhou, desde meados da década de 2000, os cargos de presidente e de gerente em 36 sociedades dos mais diversos setores de atividade. A presença de Damásio nos órgãos sociais de tantas entidades, entre empresas e cooperativas, indicia que o Grupo Lusófona seja o proprietário final dessas sociedades.
A sua filha Teresa, que foi deputada do PS na anterior legislatura, o seu filho Manuel José, o genro, Carlos Vieira, e a nora, Paula Alves, desempenham ou desempenharam também cargos nalgumas dessas entidades. A consulta dos documentos relativos a essas sociedades, através do Portal da Justiça, revela que Manuel de Almeida Damásio é o rosto principal da gestão de entidades que operam em setores tão diversos como o ensino, a saúde, os seguros, a agricultura, a produção animal, o turismo rural e a caça, o urbanismo, a formação profissional, a informática e o imobiliárioDN

O Grupo Lusófona é uma entidade portuguesa responsável pela gestão de mais de 20 instituições de ensino superior e não superior em Portugal e em outros países lusófonos, com uma rede de cerca de 45 mil alunos. O Presidente do Conselho de Administração do Grupo Lusófona é Manuel de Almeida Damásio.1
O Grupo Lusófona é constituído por cinco empresas: a Cooperativa de Formação e Animação Cultural (COFAC), a Escola Superior Ribeiro Sanches, a Real Academia de Portugal, a Cooperativa de Formação, Desenvolvimento e Solidariedade (FIDES) e a Sociedade de Estudos Superiores de Contabilidade (SESC).
A 24 de Novembro de 2011, passou a integrar o Grupo Lusófona o Grupo UNISLA, composto pelas instituições de ensino superior, Isla Santarém, Isla Gaia e Isla Leiria. (4) Wikipédia

"Miguel Relvas e Manuel Damásio, presidente do Conselho de Administração da Universidade Lusófona, pertencem ao Grande Oriente Lusitano (GOL). No momento em que o então deputado do PSD entrou na universidade já faziam ambos parte da maior obediência maçónica portuguesa. Miguel Relvas frequentava a loja Universalis, a que ainda hoje pertence. Manuel Damásio estava numa loja em que se encontravam também outros elementos da Universidade Lusófona." Sabado

Mais casos sobre a Lusófona e a maçonaria

13 Agosto, 2014

Suécia, os bons exemplos que em Portugal ninguém quer seguir. A cidade mais limpa do mundo.


O aclamadissimo e elogiadissimo Socrates, o homem das energias, nunca se lembrou desta,  talvez porque não dava lucro à EDP?

"Boras, Suécia: a cidade mais limpa do mundo.
Com cerca de 105 mil habitantes e 1.500 indústrias, a pequena cidade de Boras, no oeste da Suécia, conserva o título de cidade mais limpa do mundo.
A cidade reaproveita 99% de todos os seus resíduos de três diferentes formas: 42% são incinerados e convertidos em energia eléctrica, 30% são tratados biologicamente e transformados em biocombustível e 27% são reciclados. Apenas os restantes 1% são enterrados, devido aos elevados impostos cobrados para a utilização de aterros sanitários.
Os lucros obtidos com este sistema de recuperação de resíduos são de tal forma grandes que a cidade chega a importar lixo da Noruega, de forma a produzir mais energia limpa.
Os habitantes desempenham um papel fundamental neste sistema de sustentabilidade – através da reciclagem, por exemplo. As pessoas separam o lixo e levam-no até aos pontos de recolha, à semelhante do que acontece em Portugal com os nossos ecopontos.
Os resíduos orgânicos são guardados em sacos pretos e o restante lixo em sacos brancos. Ambos são recolhidos por camiões e então encaminhados para as fábricas de biogás, no caso dos sacos pretos, e para incineradoras com fornos não poluentes, no caso dos sacos brancos.

12 Agosto, 2014

José António Pinto deixou a medalha de ouro, ficar na Assembleia

UM AUTENTICO BANHO DE DIGNIDADE NA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA
O assistente social da Junta de Freguesia de Campanhã José António Pinto que iria receber hoje a medalha de ouro comemorativa do 50º aniversário da declaração Universal dos Direitos Humanos... deixou a medalha ficar na Assembleia.

 «Quero que os cidadãos do meu país hipotecado realizem os seus sonhos. Quero que estes governantes estanquem imediatamente este processo de retrocesso civilizacional que ilumina palácios, mas que ao mesmo tempo enche a cidade de pessoas a dormir na rua.»
 «Não quero medalhas quero que os cidadãos deste país protestem livremente e de forma digna dentro desta casa e que quando reivindicam os seus direitos por uma vida melhor não sejam expulsos pela polícia destas galerias.»

Ouvir aqui » http://tiny.cc/2izv7w

Esperemos que esta mensagem chegue aos ouvidos desta cidadã




MARGARIDA REBELO PINTO, A ESCRITORA ROSA, ACHA QUE AS PESSOAS QUE SÃO CONTRA AS MEDIDAS EXCESSIVAS DE AUSTERIDADE, SÃO POUCO INTELIGENTES, SÃO POUCO CÍVICAS, E NÃO DEIXAM O PASSOS COELHO TRABALHAR EM PAZ.
VAMOS DEIXAR O GOVERNO TRABALHAR E CONFIAR NELES, DIZ ELA, SEM SE RECORDAR QUE CONFIAR NOS GOVERNOS E DEIXA-LOS "TRABALHAR" SEM QUE NOS INDIGNEMOS COM O QUE ESTÁ ERRADO, ARRUINOU O PAÍS E OS PORTUGUESES...

11 Agosto, 2014

Milhões ao abandono há 4 anos, mas eles insistem em tornar a vida em Portugal, num inferno.

VEJA NESTE VIDEO MAIS UMA DAS FORMAS MUITO USADAS PELOS NOSSOS ELEITOS DESGOVERNANTES, PARA FALIR O PAÍS E OS CONTRIBUINTES - GESTÃO DANOSA


Com a desculpa de que é para o bem dos munícipes, os gestores incompetentes dos munícipes insistem em criar um inferno aos munícipes, Um inferno insuportável de impostos. Um caos de amontoados de obras inúteis e insustentáveis, que muitas vezes servem apenas para ajudar empreiteiros amigos e caçar subsídios.
Depois transformam-se num encargo de despesas incomportáveis e num monstro de betão inútil.
Por vezes é uma mera birra: se os outros municípios têm, eu também quero ter... as dos outros estão ao abandono? Não faz mal, o importante é ter, fazer e favorecer.
"As piscinas e a biblioteca do Tabuaço, no distrito da Viseu, foram construídas há quatro anos, custaram três milhões de euros mas estiveram sempre ao abandono. A Câmara quer agora pôr os equipamentos a funcionar mas vai ser necessário gastar mais dinheiro em obras de recuperação."
Após as obras de recuperação e as despesas inerentes, descobrem que não há interessados em frequentar os espaços e retomam ao abandono.

MAS ELES NÃO DESISTEM... 
Há por todo o país, câmaras a queixar-se que as piscinas estão ás moscas, que são um encargo insustentável, que só a manutenção das piscinas são incomportáveis, mas eles insistem... em endividar os contribuintes e em tornar a sua vida num inferno.
Porque não referendam eles estas coisas?? Porque será? Porque não perguntam aos cidadãos se preferem uma piscina ou ficar com menos dividas? Se preferem uma piscina ou um infantário?  Uma piscina ou mais um médico? Uma piscina magalomana ou pão na mesa?
Um país onde impera a corrupção, jamais se conhece a razão.
O que passa pela cabeça desta gente? Pensam que vivemos no Dubai?