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Empresas públicas e o caos que nos arruína.

empresas públicas roubam
O velho conceito de que as empresas existem para ser sustentáveis ou dar lucros, no estado não funciona, não se aplica e não se ambiciona.
O prejuízo é tão digno de prémios como o lucro, a má gestão garante cargos de chefia e de topo, a gestão criminosa é impune, o endividamento é apenas um procedimento normal a manter, parasitar é a razão da sua existência. Esbanjar dinheiro público é tão somente a essência que as move.
Muitas empresas públicas apresentam prejuízos elevados, no entanto os seus gestores são premiados pela má gestão, com salários muito acima dos gestores que dão lucro, premiados com aumentos, bónus e muitas regalias inerentes.
As empresas públicas não tem metas para atingir o lucro ou a poupança, têm metas de endividamento... podem desorganizar-se, esbanjar comprar muitos e muitos carros, pois  PODEM ENDIVIDAR-SE E ATÉ ULTRAPASSAR O LIMITE QUE NINGUÉM SE ESPANTA... APENAS CONSTATA.
Já podemos imaginar o chefe, das Aguas de Portugal, que ofereceu carros de luxo, mesmo após ter ultrapassado o famoso plafond de endividamento...  a falar de metas:
- Pessoal ainda estamos longe de atingir as nossas metas, o endividamento ainda não foi alcançado, vamos fazer um esforço conjunto e comprar mais uns carros...
Gestores com esta "garra", em países decentes, estavam no desemprego... em Portugal são os maiores, com carros topo de gama, salários topo de gama e metas para dar prejuízo.
Por estas e muitas outras razões, as noticias são frequentemente manchadas com o anunciar de DESFALQUES do erário público, como os que se seguem 
"Estado gasta mil milhões com 14 empresas públicas entre 1993 e 2009, onde se incluem várias Polís, Sociedades de Reabilitação Urbana (SRU) e o Grupo Parque Expo 98, refere uma auditoria do Tribunal de Contas.
A análise do Tribunal de Contas à sustentabilidade financeira de empresas públicas com a classificação de sociedades anónimas revela que das 14 seleccionadas para o estudo, apenas quatro geram receitas, ainda que manifestamente insuficientes para fazer face aos custos.
Evidenciando que a "dependência financeira deste grupo de 14 empresas públicas do Estado é muito expressiva", o relatório do Tribunal de Contas revela que o valor até agora injectado pelo Estado nestas ascendeu a mil milhões de euros.
Do grupo auditado pelo TC - onde se incluem a Gare Intermodal de Lisboa, a Sociedade Parque Expo 98, a RAVE, a NAER, a Marina Parque das Nações, várias sociedades Polís e SRU - as "empresas mais endividadas são as que pertencem ao grupo Parque Expo 98", refere o relatório. Só por si a Parque Expo 98 responde por uma dívida de 215,6 milhões de euros."

400 carros de luxo para as Águas de Portugal! Só para as chefias.




Mais uma despesa vampiresca do erário público.
400 viaturas, topo de gama, usadas para os luxos dos que gerem as Águas de Portugal.
E ainda há que juntar as despesas colossais de combustível. Só um dos funcionários gasta 7 mil euros por ano o que perfaz uma bela média de 20 euros por dia, segundo o video!!!! Escandalizem-se!!! Partilhem sejam cidadãos activos e protectores do que é nosso.
Mais... há ainda que perceber que a empresa tem uma frota que totaliza 1.190 viaturas!! 
Como justificação para este abuso descarado, a AP afirma que precisam de muitas viaturas porque têm funções de Norte a Sul de Portugal...
Alguém acreditará que isso justifique tamanha má gestão e o excesso de carrinhos pagos por todos nós?  Como é óbvio, todas as grandes empresas (públicas ou privadas) que fornecem o país de Norte a Sul certamente têm funcionários residentes e departamentos em diversas zonas de norte a sul... ou vivem todos em Lisboa e deslocam-se diariamente para o serviço, a norte e sul???
É vergonhoso todo este panorama, e incoerente a justificação. Até porque as 400 viaturas referidas são apenas as viaturas de técnicos superiores e não dos piquetes.

"Em comunicado, o grupo AdP justifica que emprega cerca de 5.300 trabalhadores «que exercem funções em praticamente todo o país, do Norte ao Sul», justificando assim o volume de viaturas ao seu dispor. O grupo conta com 1.190 viaturas de serviço, das quais 388 são automóveis atribuídos a administradores e quadros directivos. O diário afirma que existe uma frota de cerca de 400 carros de alta cilindrada ao serviço de médios e altos quadros da empresa pública, e que os gastos mensais em combustível chegam a milhares de euros por viatura. O jornal adianta que os automóveis são também utilizados pelos colaborados para fins pessoais. CDS-PP considerou «inaceitável» as práticas de aluguer de viaturas daquela empresa pública que, segundo recorda a deputada Cecília Meireles, «já ultrapassou» o limite de endividamento estipulado pelo Governo para este ano. O Governo ordena a suspensão imediata do plano de renovação da frota automóvel de todas as empresas do Grupo Águas de Portugal. A decisão do Governo surge na mesma semana em que o jornal «Correio da Manhã» noticiou que no presente ano já foram substituídas 34 viaturas de alta cilindrada. Mais...

Para finalizar, repare-se bem na frase realçada na citação "já ultrapassou o limite de endividamento", ou seja as empresas públicas não tem metas para atingir poupança ou sustentabilidade, e claro muito menos o lucro, têm metas de endividamento... podem desorganizar-se, esbanjar, comprar muitos e muitos carros, vender combustível, porque AFINAL, PODEM ENDIVIDAR-SE ATÉ ULTRAPASSAR O LIMITE, QUE NINGUÉM SE ESPANTA... é a meta!!
Já podemos imaginar o chefe a falar de metas:
- Pessoal ainda estamos longe de atingir as nossas metas, o endividamento ainda não foi alcançado, vamos fazer um esforço conjunto e comprar mais uns carros...
Gestores destes, em países decentes, estavam no desemprego ou até presos... em Portugal são os maiores, com cargos importantes em empresas vitais para o país, milhões de euros do país, com carros topo de gama, salários topo de gama e metas para dar prejuízo.

Águas de Portugal gastou 3,8 milhões de euros com viaturas
Uma auditoria do Tribunal de Contas detetou que os custos com viaturas ao serviço do grupo Águas de Portugal aumentaram entre 2010 e 2011, recomendando que a tutela e os gestores tomem medidas para reduzir esta despesa. Embora exista "maior rigor na gestão das viaturas", com o encargo a descer de 2,5 milhões de euros em 2006 para 780 mil em 2011, o Tribunal de Contas (TC) salienta que os custos têm vindo a aumentar, na sequência de um despacho de 24 de Setembro de 2010 que visava o efeito contrário. JN
Quando os cortes de pessoal e despesismo são grandes, a privatização aproxima-se.
"Águas de Portugal limpa mais de metade das suas chefias em 2014
Anúncio foi feito pelo ministro Moreira da Silva, em audição na comissão parlamentar de Ambiente. Corte atinge 55% das chefias do grupo Águas de Portugal." Ler mais: 

AS PPP DO SECTOR DA ÁGUA, LESAM O INTERESSE PÚBLICO
O Tribunal de Contas (TC) acusa a Entidade Reguladora do Setor das Águas e Resíduos (ERSAR) de negligenciar a defesa do interesse público por não promover junto dos municípios a renegociação dos contratos de concessão de água.
"A ERSAR não tomou qualquer iniciativa, direta e concreta, com o objetivo de promover, junto dos municípios concedentes, o acatamento das recomendações formuladas pelo TC, pelo que se considera uma situação não consentânea com a defesa do interesse público", revela uma auditoria do TC hoje divulgada.
As recomendações em causa constam de uma outra auditoria do TC, do ano passado, sobre 'Regulação de Parcerias Público-Privadas (PPP) no sector das águas' que incidiu sobre 19 das 27 concessões municipais em baixa (distribuição de água às populações) adjudicadas a operadores privados.
O TC avaliava de forma muito crítica os encargos públicos com concessões das águas (que atingiram os 93,4 milhões de euros em junho de 2013) e propunha um corte de 10% na remuneração acionista, além de apresentar um conjunto de recomendações ao Governo e à ERSAR, que tiveram no caso do regulador "um nível de acolhimento insatisfatório".

Na resposta ao Tribunal, a ERSAR alegou que tem promovido junto dos municípios "a adoção de todas as medidas que em cada caso se revelam mais adequadas", mas manifestou reservas em termos da concretização de algumas recomendações como a implementação de mecanismos de partilha de benefícios com os utentes e/ou concedentes, materializada nos respetivos contratos ou eliminação de cláusulas contratuais que impliquem a transferência de riscos operacionais, financeiros e de procura para o concedente.
Por outro lado, admite-se que "a recente transformação da configuração institucional da ERSAR, I.P., (para entidade administrativa independente) " reforce as suas competências como entidade reguladora e contribua para "sanar a falta de meios" e melhor defender o interesse público.
Quanto às PPP para concessões de água em baixa, o TC considera que "não obstante as falhas e insuficiências" identificadas, "o modelo de gestão concessionada pode constituir um adequado instrumento de contratação pública", desde que siga algumas regras.
Entre os "pilares-chaves" incluem-se um nível de densidade populacional que sustente o investimento programado, partilha equilibrada dos riscos entre concedentes e concessionárias, cláusulas de partilha de benefícios que permitam que o reequilíbrio financeiro funcione, também, em benefício dos municípios e dos seus utentes, por via da redução do tarifário e implementação de mecanismos de penalização e responsabilização das concessionárias por
águas de Portugal
situações de incumprimento.
"Os municípios concedentes (...) demonstraram disponibilidade para concretizar as medidas recomendadas, apesar de sublinharem a omissão da ERSAR no que respeita à promoção e divulgação das recomendações do Tribunal", sendo particularmente crítico o comentário de Barcelos, acrescenta o documento.
Os municípios concedentes são: Alcanena, Alenquer, Azambuja, Barcelos, Batalha, Campo Maior, Carrazeda de Ansiães, Cartaxo, Cascais, Elvas, Gondomar, Fafe, Figueira da Foz, Fundão, Mafra, Marco de Canaveses, Matosinhos, Ourém, Paços de Ferreira, Paredes, Santa Maria da Feira, Santo Tirso, Setúbal, Trancoso, Trofa, Valongo e Vila do Conde.
Quanto ao Governo foi "positivo o facto de este ter procedido à revisão do estatuto da ERSAR". DN





FIM ÀS EMPRESAS MUNICIPAIS - OS ALBERGUES DE PARASITAS



Entre os muitos albergues de boys, que temos que sustentar, as empresas municipais, são mais um exemplo, que serve para passar um atestado de estupidez ao contribuinte.

"Uma parte substancial da divida publica nacional provem das autarquias, convindo corrigir ou anular as batotas que levaram a esse endividamento e que todos nós somos chamados a pagar.
De há uns anos a esta parte, as autarquias com a conivência do administração central criaram as empresas municipais, mas sem nunca ter explicado ao Povo qual a necessidade dessas empresas e que benefícios trariam para as populações. Na verdade, as empresas criadas mais não passaram do que de um expediente, de uma engenharia financeira, para que os autarcas pudessem endividar os municípios com projectos megalómanos e de utilidade duvidosa sem ter em conta as reais carências dos governados.
O próprio Código dos Contratos Públicos dá ao sector empresarial do Estado uma margem de manobra maior do que às autarquias, elevando os limiares substancialmente, um regime altamente favorável para os desmandos da administração local.
A dispersão de contas por um universo empresarial, uma contabilidade habilidosa para alem de nuances legais como a anulação de transacções entre as empresas do grupo aliada à permeabilidade da contratação publica, permite às autarquias aumentarem significativamente o endividamento. Exemplo esclarecedor é o recente caso da Câmara Municipal de Portimão e da sua empresa Portimão Urbis.
E nas restantes autarquias como será? Alguma delas não terá telhados e vidro?
Em Olhão, a Câmara desde o inicio da era democrática, gerida por socialistas, criou algumas delas e já extinguiu outras e ainda participou noutras.

Corruptos podem investir dinheiro da corrupção ás claras.


O desplante dos nossos corruptos. A injustiça da nossa justiça. 
Os saqueadores de impostos, montam mega negócios no estrangeiro, com o dinheiro público que desviam à vista de todos, e ainda viajam, para tratar dos seus negócios privados, e mandam a conta para o zé povinho?
Alguma vez se questionou, porque é que, os que gerem os nossos impostos, oferecem ajuda aos países de África e não só, com dinheiro dos portugueses?
Será porque Portugal é rico e pode dar dinheiro a outros países?
Será que os governantes, que ajudam esses países com dinheiro público, receberão mais tarde ajudas, privadas, desses mesmos países?

Ou será que os nossos governantes são tão generosos que não resistem a ajudar os pobres... estrangeiros, claro. 
"Isaltino acaba de criar duas empresas em Maputo e foi lá em visita oficial.
Autarca tem como sócios nos seus novos negócios um adjunto da Câmara de Oeiras, um grande construtor civil que tem parcerias com o município, dois criadores de cavalos e três moçambicanos.
Isaltino Morais deixa a Câmara de Oeiras em Outubro, mas há muito que está preparar o seu futuro.
Em Setembro do ano passado, criou, através de uma escritura pública outorgada em Maputo, uma empresa dedicada ao turismo e à caça. 
No mês seguinte, igualmente num notário da capital de Moçambique, constituiu uma outra empresa, esta virada para a importação e exportação. Neste momento, encontra-se naquele país em visita oficial, na qualidade de presidente da Câmara de Oeiras. Na comitiva, viaja pelo menos um dos seus sócios, que é também seu adjunto no município.
(...)Na Magoco, com sede em Maputo, Isaltino tem como sócios Rui Cóias (um português que viaja com passaporte diplomático da Guiné-Bissau e que está ligado à criação de cavalos e ao sector imobiliário em Portugal), Sérgio Ngoca (empresário moçambicano), José João Ramos Diniz (criador de cavalos, empresário da construção civil com actividade em Oeiras e ex-candidato à Assembleia Municipal de Oeiras nas listas de Isaltino), Abílio Diruai (empresário moçambicano) e Emanuel Gonçalves. Este último é adjunto de Isaltino na Câmara de Oeiras e membro da administração da Aitecoeiras, uma agência de promoção do investimento criada pelo município que colaborou na preparação da actual visita de Isaltino a Moçambique.
Quanto à Messa Energia, que está sedeada no mesmo local que a Magoco, a sua actividade principal tem a ver com a comercialização de material eléctrico. Os seus sócios, além de Isaltino, Sérgio Ngoca e Emanuel Gonçalves, são Natacha Morais e Fernando Rodrigues Gouveia.

Fernando Rodrigues Gouveia, é o patrão do grupo de construção civil MRG, líder das parcerias público-privadas com os municípios portugueses e sócio da Câmara de Oeiras em duas parcerias particularmente mal sucedidas. Ambas foram objecto, em Dezembro, de um relatório do Tribunal de Contas onde se lê que a escolha da MRG (detentora de 51% do capital das duas empresas criadas com o município) "violou os princípios da transparência, da igualdade de tratamento, da prossecução do interesse público, da boa-fé e da imparcialidade". O tribunal diz mesmo que a MRG foi alvo de "tratamento privilegiado face aos demais concorrentes".
As parcerias estabelecidas por esta empresa com Oeiras e outros municípios estão a ser investigadas pelo Ministério Público desde há mais de um ano.(...)

Relvas em Maputo para apoiar cooperação
Miguel Relvas, que foi secretário de Estado de Isaltino Morais, quando este era ministro das Cidades em 2002, está em Moçambique desde quarta-feira para uma visita oficial que hoje termina.
Segundo a Lusa, Relvas manifestou ontem a disponibilidade do Governo português para apoiar a formação de autarcas moçambicanos. "Manifestei a nossa disponibilidade para ajudarmos no processo de formação de autarcas e de funcionários autárquicos. Temos uma boa experiência nessa área, temos um centro de estudos de formação autárquica, que já apresentou uma candidatura em Moçambique", disse o ministro, depois de um encontro com Adelaide Amorane, ministra moçambicana dos Assuntos Parlamentares. fonte

Câmara de Oeiras aprova indemnização de 37 milhões de euros a sócio de Isaltino!!

Álvaro Santos Pereira desvenda quem são as ovelhas negras do governo.

Se vivêssemos num país a sério, a EDP não demitiria ministros 



É urgente aprender a identificar os verdadeiros culpados, as ervas daninhas, e contribuir para as eliminar e punir, nas eleições e não só. Mas também é urgente identificar os patriotas e mostrar gratidão e reconhecimento nas eleições, censurando os media que os perseguem. Seria o mínimo que o povo poderia fazer por aqueles que contra tudo e todos, tentam lutar pelo país e por nós.
Esta é uma história real, onde Paulo Portas é desmascarado por Álvaro Santos Pereira, como sendo aquilo que todos sempre desconfiaram. Um chantagista que ganha poder com coligações e amplia o poder com chantagem de demissões, a verdadeira ovelha negra que só pensa nos seus interesses e do partido, uma pessoa mesquinha, interesseira, traidora e sem escrúpulos que repugna os que defendem a pátria.
Este é o retrato do mais recente governo, mas é também o padrão de comportamento de todos os governos, os bons são um alvo a abater, estão em minoria e não são rentáveis. Mais um que foi silenciado e o povo tudo ignora...
"O que me preocupa não é o grito dos maus, mas o silêncio dos bons." Martin Luther King

Os atritos com Gaspar e o desprezo por Portas 
Álvaro Santos Pereira, ex-ministro da Economia, publica livro sobre a sua passagem pelo Governo.
(...)É um ajuste de contas com a história, e, através do seu olhar, das suas palavras, apontamentos e memórias, somos conduzidos ao interior do executivo formado pelo PSD e pelo CDS.
Ao todo, são 420 páginas, que olham também para o futuro, o qual, diz, tem de passar por “um reescalonamento a longo prazo da dívida dos países europeus mais endividados”. Além disso, defende: “Se não baixarmos os impostos das empresas e das famílias, o país nunca conseguirá atrair investimento significativo.”

– “Reflectindo sobre o meu percurso na gestão do maior ministério da história da democracia, penso que parece óbvio que os primeiros meses acabaram por determinar um pouco o resto do meu período no Governo. O facto de ter sido um independente que entrou para o Governo sem experiência política e sem aliados políticos fez com que tivesse levado tempo a construir coligações e alianças.”
– "(…) Como fazer um contraponto ao ministro das Finanças mais poderoso desde Salazar seria sempre delicado, é de certa forma natural que houvesse uma grande impaciência nos primeiros meses em relação ao ministro da Economia e do Emprego.”
 – “Como o ministro das Finanças era quase intocável, e como o líder do segundo partido da coligação preferiu não lidar com a troika e com as razões da crise, o descontentamento sobrou facilmente para aquele que vinha de fora (o 'emigrante'), aquele que não conhecia a reali­dade do país (o 'estrangeirado'), aquele que não tinha a força política (que, aliás, nenhum outro ministro tinha) para enfrentar as Finanças e a troika.”
– “É verdade, isso sim, que eu não tive peso político para travar a saída da AICEP do Ministério da Economia, um erro que viria a ser parcialmente colmatado com a minha saída e a correspondente entrada do CDS para o ministério... Sim, é verdade que eu não tive peso político para travar a subida do IVA da restauração, até porque a troika e outros eram a favor de tal subida. Sim, é verdade que não tive peso político para, durante largos meses, convencer a troika, o Banco de Portu­gal e o Ministério das Finanças que a falta de financiamento das nossas empresas era o principal risco para o pograma de ajustamento".

– "(…) É caso para perguntar: se, sem peso político, eu e a minha equipa conseguimos tanto, o que é que aconteceria se tivéssemos tido peso político? A resposta é relativamente simples: a reforma do IRC teria culminado na taxa mais competitiva da Europa, os impostos não teriam aumentado como aumentaram em 2012 e muito menos em 2013, as rendas da EDP teriam sido cortadas ainda mais, a AICEP não teria saído do Ministério da Economia e tínhamos tido mais e melhores mecanismos de financiamento das nossas PME.”

Sobre o desemprego
– “Quando tomámos posse em Junho de 2011, já era mais do que patente que o principal problema social que teríamos pela frente era o enorme aumento do desemprego.”
– “(…) Provavelmente ninguém, nem no Governo, nem na oposição, pensaria que o desemprego iria subir tanto. Ou, pelo menos, tão depressa.”
– “Porque é que o desemprego aumentou tanto e tão rapidamente, então? Houve dois factores principais: a contracção do crédito (…) e a severidade da recessão.”
– “Como ficou rapidamente patente que as estatísticas existentes não eram muito realistas, decidimos fazer as nossas próprias estimativas para os meses seguintes, tendo em linha de conta a contracção do crédito (que, recordo, alguns negavam estar a acontecer) e o quase colapso do sector da construção.” “Quando chegaram os resultados, foi imediatamente evidente que as nossas previsões eram bastante mais pessimistas do que as estatísticas oficiais.”

Sobre a troika
– “A chegada da troika foi fundamental para evitarmos a bancarrota e cair numa situação de colapso financeiro, bancário, orçamental e económico, o que teria tido consequências sociais desastrosas.” 
“(…) Ainda assim, isto não quer dizer que tudo o que seja relacio­nado com a troika esteja certo ou deva ser aceite por nós pas­sivamente.”
– “O crédito para as PME caiu mais de 20 mil milhões de euros, o que corresponde a uma quebra de quase 15% do crédito registado no início de 2011. Uma redução brutal e brusca do financiamento, que acabou por matar muitas das nossas empresas endividadas, muitas delas desnecessariamen­te. (…) Durante meses eu e a minha equipa tentámos por todos os meios alertar a troika, o Ministério das Finanças e o próprio Banco de Portugal para a calamidade que estava prestes a acontecer. E se estes dois últimos acabaram por reconhecer o problema (até devido à grande pressão que o próprio primeiro-ministro começou a exercer), a verdade é que a troika nunca se mostrou realmente preocupada com o assunto, pelo menos até muito tarde no programa de ajustamento.”

EMPRESAS MUNICIPAIS, ALBERGUES DE LUXO PARA LIXO?


O contribuinte cá está para pagar esses desmandos....
“As empresas municipais de Braga que se encontram na situação económica e financeira mais complicada são as que pagam os salários mais elevados”, escreve o Diário do Minho, apresentando vários exemplos de salários relativos a 2009 e previsões para 2010. Das cinco empresas, apenas uma dá lucro. Há quem ganhe praticamente o mesmo salário que um Presidente da República.

1. A Empresa Municipal de Habitação de Braga paga um ordenado médio mensal superior a dois mil euros a cada um dos seus 11 funcionários. Este valor não inclui eventuais suplementos por turnos, nem horas extraordinárias nem ajudas de custo nem os encargos obrigatórios com a Segurança Social. Esta empresa tem um passivo acumulado de 1,5 milhões de euros

2. Theatro Circo. Era uma empresa municipal agora é uma sociedade anónima, detida a 100% pela Câmara. Os 21 colaboradores auferem remunerações médias mensais superiores a 1.800 euros. O financiamento camarário anual ronda os 950 mil euros. O Theatro Circo, que acumula um passivo de quase 1,2 milhões de euros, gasta cerca de 50% do seu orçamento com encargos com o pessoal.

3. O Parque de Exposições de Braga (PEB) paga aos seus trabalhadores quase 600 euros a mais que o valor do ordenado mensal que recebe cada funcionário que trabalha na Câmara Municipal. O salário base mensal médio é de 1.496 euros. Ainda assim, os custos com o pessoal traduzem uma redução de 10% face ao último exercício da gestão de Jorge Cruz, como presidente desta empresa municipal. No entanto, a passagem de Miguel Corais para o lugar anteriormente ocupado por Cruz coincidiu com um aumento de 50% dos vencimentos dos administradores.

4. Os Transportes Urbanos de Braga (TUB) tiveram de afectar 5,8 milhões de euros para cobrir os vencimentos base dos seus 332 funcionários. Os três (!) administradores custam 131.824 euros em salários.

NADA TRAVA UMA DAS PRINCIPAIS CAUSAS DA FALÊNCIA DE PORTUGAL. A BANCA GOSTA...


GOVERNO QUER AVANÇAR COM NOVAS PPP, MAS COM CUIDADO E MODERAÇÃO.
MAS AS PPP SÃO COMO O VENENO POIS MESMO CONSUMIDO COM MODERAÇÃO E CUIDADO, FAZ SEMPRE MAL.


Novas PPP´s foram adjudicadas em 2009 e vão agora avançar.70 mil milhões de euros que todos nós vamos pagar a uns chicos espertos que gostam de viver à grande e à francesa, só a receber rendas.
Neste artigo será efectuada uma descrição e análise de um documento oficial da Direcção Geral do Tesouro e Finanças, de 2010, sobre as várias Parcerias Público Privadas (PPP) e Concessões em infra-estruturas correspondente a 120 projectos, num valor superior a 70 mil milhões de Euros considerando o investimento inicial e prazos de concessão, que pode ser consultado no sítio: www.dgtf.pt

A maioria dos políticos, economistas e a grande parte da imprensa quando se refere às novas PPP só mencionam a construção do novo troço ferroviário Poceirão-Caia e raramente referem que a maior parte do investimento vai ser dirigido para novas auto-estradas, águas, saneamento, resíduos ou novas barragens. Esta é talvez a maior surpresa quando se analisa com maior atenção o documento do Governo.
A repartição do investimento total é, como se lê no gráfico 2.1 da página 6 do referido documento, é a seguinte:
corrupção apodrecetuga rodoviárias ppp
clique nas imagens para ampliar
41% para Rodovia (novas auto-estradas e vias rápidas);
19% para Ambiente (Águas, Saneamento e Resíduos)
12% para Produção de energia eléctrica (Novas Barragens);
10% Distribuição de energia eléctrica;
9% Produção e distribuição de Gás Natural;
4% Ferrovia;
4% Portos
e 1% Saúde e Segurança.

Pavilhão de Lamego, uma PPP inaugurada há pouco mais de 1 ano, e já demolida?




O pavilhão multiusos de Lamego ainda nem tinha sido inaugurado oficialmente, e já mostrava graves problemas na construção. Uma das grandes estruturas metálicas cedeu e a obra teve que ser desmantelada.
30 milhões de euros!!!! Inaugurado a 4 de janeiro de 2012 demolido a 8 de agosto de 2013, o polémico, mamarracho, teve que ser demolido!! As deficiências na estrutura eram graves. Tão graves quanto as deficiências dos que nos desgovernam. 

"Lamego: uma PPP, um pavilhão desmoronado, e muitas ilegalidades em benefício de uma empresa.
Mais um pertinente alerta de um leitor:
"A CML decidiu construir um pavilhão multiusos sem olhar a custos, realizou uma série de engenharias financeiras para o conseguir, todas estas engenharias financeiras foram arrasadas pelo Tribunal de Contas como se pode ver no relatório (no link http://www.tcontas.pt/pt/actos/rel_auditoria/2011/2s/audit-dgtc-rel002-2011-2s.pdf,) e que vai acarretar um custo de 150 mil euros mês de renda, ao abrigo da PPP realizada para exploração do dito pavilhão.
Para pouparem dinheiro, desligaram as luzes de todas as freguesias, todos os dias, durante 3 horas na madrugada. Pois a CML pensa que só os habitantes da cidade são contribuintes com direitos, estes foram poupados, e mantêm a iluminação sem cortes. Estes cortes originaram um aumento da insegurança no concelho. Resultaram numa poupança na ordem dos 650 mil euros, ou seja, quatro meses de renda do dito pavilhão."

Demolição do Multiusos de Lamego, após abatimento do tecto.
A incompetência que condena os nossos impostos e iliba os criminosos - a impunidade.
As artimanhas para ser sempre o zé povinho a pagar...
Um blog local, o "CASPER" faz a critica ao despesismo, à incompetência e irresponsabilidade... e à demolição.

"A obra de marca de Francisco Lopes & C.ª … é um escarranchamento !
O multiusos escarrachou-se !!!!
Mais de 30 milhões de euros escarrachados …..
A coisa estava tão escanrachada, que Francisco Lopes & C. ª  face da eminência de um BUM de toda a estrutura que faria Lamego pensar, que o estrondo aterrador e ensurdecedor era o rebentamento de uma bomba, não teve outro remédio ……..  demolir antes da realização das eleições autárquicas  !!!!!
Os bailados com que a Câmara de Francisco Lopes, as suas Lamego Convida e Lamego Renova andaram a encher os olhos dos Lamecenses está agora à vista … um multiusos de milhões transformado num monte de entulho!

Governo Sócrates aumentou 500% as rendas que enchem os cofres da EDP e esvaziam o dos portugueses

apodrecetuga rendas da edp corrupção socrates, henrique gomes
Governo Sócrates aumenta 500% subsídios da EDP
O gráfico é ASSUSTADOR e mostra a nossa triste realidade. A política energética de Sócrates foi uma tragédia calculada, pois usou o mesmo esquema que nas PPP, onde os aumentos do custo são diferidos, ou seja, apenas se tornaram visíveis no futuro, para assim responsabilizar os governantes que se seguissem.
CIEG - CUSTO DE INTERESSE ECONÓMICO GERAL - (É um valor que podemos encontrar nas nossas facturas por baixo de "Quantia Total" no verso. Está a letra pequena e a cinzento para disfarçar a vergonha.)
Representa, em média, quase 50% daquilo que pagamos em electricidade e nada tem a ver com a produção e distribuição de energia.
O CIEG são Rendas e já chegam aos 2500 milhões de euros por ano. Em 2005 e 2006, que se saiba, Portugal não estava às escuras! Em 2013 Portugal consumiu a mesma electricidade do que em 2006. O CIEG em 2006 era 500 milhões de euros. Em 2013, o CIEG atingiu 2500 milhões de euros. Aumentou 500%, durante o Governo Sócrates.

NESTE VIDEO A PARTIR DO MINUTO 4 VEJA OS GRÁFICOS E A EXPLICAÇÃO 


O CIEG SÃO TAXAS QUE NADA TÊM A VER COM CONSUMO
ENERGIAS FÓSSEIS - 1075 milhões de euros (Carvão e Gás Natural. Esta parcela é quase igual a 45% do CIEG)
ENERGIAS RENOVÁVEIS - 747 milhões de euros (31%do CIEG)
CÂMARAS MUNICIPAIS - 241 milhões de euros (10% do CIEG)
AÇORES E MADEIRA - 88,7 milhões de euros (3,7% do CIEG)
Esta soma corresponde quase a 90% do CIEG