15 dezembro, 2012

Advogado defende bem os interesses de alguém. (anedota)

juizes corruptos vendem sentenças anedota

Um chefe da Máfia descobriu que o seu contabilista tinha desviado milhões de dólares da caixa.
O contabilista era surdo, por isso fora admitido, pois nada poderia ouvir e, em caso de um eventual processo, não poderia depor como testemunha.
Quando o chefe foi dar-lhe um aperto sobre os milhões em falta, levou uma advogada, que sabia a linguagem de sinais dos surdos-mudos.
O chefe perguntou ao contabilista:
- Onde estão os 10 milhões que desapareceram?
A advogada, usando a linguagem dos sinais, transmitiu a pergunta ao contabilista, que logo respondeu (também em sinais):
- Eu não sei do que é que vocês estão a falar.
A advogada traduziu para o chefe:
- Ele disse não saber do que se trata.
O mafioso sacou uma pistola e encostou-a à testa do contabilista, gritando:
- Pergunte-lhe de novo e ele que responda a verdade senão mato-o!
A advogada, sinalizando, disse ao infeliz:
- Ele vai-te matar se não disseres onde está o dinheiro.
O contabilista sinalizou em resposta:
- OK, vocês venceram, o dinheiro está numa mala de couro, que está enterrada no quintal da casa do meu primo Eurico, que fica na Rua das Videiras, nrº 6, S. Domingos de Rana.
O mafioso perguntou à advogada:
- O que é que ele disse?
A advogada respondeu:
- Ele disse que não tem medo de paneleiros e que você não tem tomates para puxar o gatilho...

1 comentário :

  1. Nunca entendi bem porquê, a justiça tem de ser propriedade do estado.
    Em qualquer circunstância da vida, contractual ou não, as partes em diferendo podem, cada, nomear alguem da sua confiança e, os nomes indicados, por acordo entre si, nomearem um terceiro elemento que tenham como alguém minimamente entendido, justo e com bom-senso e decidiriam, os três, a contenda.

    E já viram os milhares de milhões que o estado - os nossos impostos - poupavam?
    E os contendores não ficavam das mãos dos esquemas mafiosos da dispendiosa máquina pública da justiça, encontrando Justiça mais rápida, económica e adequada neste circuito informal.


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