15 janeiro, 2012

A pobreza potencia a corrupção e crime.

zé povinho espremido dedica-se ao roubo

As dificuldades económicas que já se vão sentindo, e o pavor das que ainda estão para vir, irá potenciar a necessidade de obter rendimentos alternativos, e os actos de corrupção e assaltos serão o caminho fácil.

Como diria Paulo Morais, "Talvez por cá, como no Mundo, a melhor forma de combater a crise seja começar por travar um combate, sem tréguas, à corrupção."

Os portugueses são arrastados para a pobreza por um governo irracional, pautado por medidas injustas e desajustadas, pobreza essa que irá potenciar crimes de vária ordem.
Um governo que teima em usar os menos ricos para tapar os buracos do regabofe dos ricos.
Um governo que teima em cortar serviços sociais que serviam de amparo ás finanças caóticas de muitas famílias, seja no SNS, seja em subsídios de apoio...
E que simultaneamente teima em deixar os mais poderosos e ricos intocáveis
Permite que os boys, os políticos e gestores públicos permaneçam com benefícios intactos e ofensivos, pois os governos entendem, MAL, que cortar a despesa pública não é cortar com as suas folias e luxos, mas cortar na saúde, na educação, na SS, nas reformas, nos transportes, etc...dos outros.
Despesa pública, para eles, é apenas o que se gasta com os contribuintes, nunca o que se gasta com os vícios dos políticos e parasitas dos contribuintes!!

Video da Directora do DIAP, onde afirma que a crise poderá aumentar a corrupção.
Se antes a corrupção era quase exclusivamente um "privilégio" restrito das elites politicas, agora poderá alastrar-se aos funcionários comuns.
"A Polícia Judiciária deteve, em Lisboa, três pessoas, um funcionário e dois ex-funcionários da administração fiscal, que estão "fortemente indiciados" pela prática de crimes de corrupção passiva.
(...)teve início numa denúncia da Direcção das Finanças de Lisboa, que permitiu o desmantelamento do grupo, cuja actividade "ilícita organizada consistia na 'prestação de serviços de consultadoria fiscal', fornecimento de informação privilegiada e documentos abrangidos pelo segredo fiscal e, ainda, na viciação de documentação de natureza fiscal, com grave violação de deveres funcionais e a troco de avultadas contrapartidas económicas".
Em comunicado, a PJ adianta que as três detenções ocorreram na sequência da execução de seis buscas (domiciliárias e não domiciliárias)." JN

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