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António Costa, o demolidor, destrói obras de milhões, vende património nacional em saldo e esconde contas?

apodrecetuga antonio costa corrupto cadastro passadoAntónio Costa é tipo o personagem, Bob, mas o demolidor. Causa imensos estragos por onde impera, mas o povo parece que adora o espectáculo de destruição e pagar os seus buracos de gestão.

@ -Demoliu parte de uma obra que em 2002, nos custou 2 milhões de euros, para construir a Ribeira das Naus, a polémica obra que um dia após ser inaugurada, já precisava de ser pavimentada de novo.

@ -Não se fica por aqui, vai demolir um mercado que custou 22,8 milhões. Nada o detém, ainda se lembrou de causar mais estragos ao património nacional, decidiu vender o mercado 31 de Janeiro, que foi construído por 22,8 milhões há 17 anos, e vai ser vendido à PT por 12 milhões, para ser demolido. Como se não bastasse o abuso, autorizou a PT a fazer nessa mesma zona, (Picoas) uma torre de 27 pisos.
LUXOS DO PS socialistas corruptos apodrecetuga

@ - Andou anos a ocultar as contas da CML? Para alguns, expor as contas públicas, ao escrutínio público é sinónimo de transparência e honestidade. Para quem tem algo a esconder é perda de autonomia, diz ele? António Costa recusou mostrar as contas da CML, e andou durante 3 anos em tribunais a recorrer e a ganhar tempo, até que o tribunal deu razão ao queixoso e ele foi obrigado a mostrar as contas.
7/2014 -O revisor oficial de contas (ROC) da câmara de Lisboa levantou um conjunto de reservas sobre as contas de 2013 da autarquia, num montante superior a mil milhões de euros. Em causa estão as verbas registadas essencialmente em quatro rubricas, das quais se destacam as dúvidas em relação aos 841,5 milhões de euros de "bens valorizados desconhecidos".  artigo completo
Os favores aos amigos? A Câmara de Lisboa mais do que triplicou a sua despesa com a adjudicação de empreitadas e a aquisição de bens e serviços entre 2012 e 2013, conclusões que se retiram do relatório anual da Comissão para a Promoção das Boas Práticas (CPBP).
O município despendeu no ano passado, "um valor total de 127.725.661 euros com adjudicação de empreitadas e aquisição de bens e serviços". A ser assim, os gastos camarários subiram 235% de 2012 para 2013, ano de eleições. Aparentemente ninguém sabe ao certo, incluindo este executivo liderado por António Costa, quanto dinheiro dos munícipes é gasto pela Câmara de Lisboa.

@ -   "Lisboa isenta Rock in Rio de três milhões de euros em taxas. Próxima edição do festival não vai pagar imposto, tal como não pagaram as anteriores. António Costa diz que é um incentivo e queria estender isenção até 2014" Há que ajudar quem precisa? O povo que pague e aguente, porque os lucros de milhões da empresa privada de concertos, servem para quem gosta de viver bem sem pagar impostos, portanto ás custas dos impostos que todos pagaremos por eles  Leia mais aqui.

@ - A má gestão 
Segundo o MAPA DE PESSOAL do site da Câmara Municipal de Lisboa, o município alberga, no total 2678 técnicos superiores!!! Um exército que perfaz, na totalidade, 9445 funcionários, o dobro de Madrid ou Barcelona!
Entre outros técnicos superiores, destaco os que estão em maioria:
349 arquitectos
101 assistentes sociais
Desterro
175 gestores
79 psicólogos
32 designers
114 sociólogos
149 licenciados em marketing
268 engenheiros civis
161 historiadores
54 geógrafos 
** 316 juristas, cujo serviço se supõe que deve ser dar parecer sobre os pareceres que a CML encomenda a gabinetes de advocacia privados. artigo completo.

@ -Despesismo- A capital: população de 547 631 pessoas (últimos dados do INE), embora abrigue diariamente quase 3 milhões, distribuídos por 24 freguesias. A frota municipal é composta por 791 veículos ligeiros e pesados, mais 118 motociclos e máquinas (incluindo as viaturas da Polícia Municipal). O gabinete de comunicação diz que tem sido feito um esforço para diminuir a frota, que desde 2007 foi reduzida cerca de 25,4% (ligeiros e pesados), 61,4% só em ligeiros de passageiros (de 428 para 165). Mas nem por isso respondeu sobre quem tem carro do município, com ou sem motorista, e que custo representa para a câmara. Além dos veículos referidos, existem ainda 14 equipamentos eléctricos afectos à PM (3 GEM e 11 Segway). Ficámos também a saber que, no caso dos ligeiros de passageiros, o município recorre essencialmente à prestação de serviços de aluguer operacional de veículos (AOV). Quanto a motoristas, existem cerca de 440, com ordenados base mensais de 485,00€ acrescidos de subsídios diversos

Câmara Municipal de Lisboa ao serviço dos interesses do BES. Escândalo!!!


manuel salgado bombeiros hospital luz Primos, negócios de favor, a Câmara Municipal de Lisboa, ao serviço do BES?
Na Câmara Municipal de Lisboa a pouca vergonhice já é à descarada, mais uns favores ao BES!
Vejamos: o vereador da Câmara de Lisboa Manuel Salgado vai fechar o quartel de bombeiros mais moderno de Lisboa para vender o terreno (público) à (privada) Espírito Santo Saúde, para extensão do Hospital da Luz, cujo arquitecto projectista é o próprio... Manuel Salgado.
O Arquitecto Manuel Salgado, que é primo direito de Ricardo Espírito Santo (esse mesmo!).
"O orçamento camarário de 2014 prevê um encaixe de somente 12 milhões de euros com essa venda, contudo, o caderno de encargos e o programa da hasta pública aprovados pela Câmara especificam que o valor-base pelo qual o terreno será posto à venda é de 15,8 milhões de euros.
De qualquer forma, o valor arrecadado não deverá ser suficiente para cobrir os custos já suportados pela autarquia.
Ao valor que foi investido pela Câmara nos equipamentos – de 12,3 milhões, soma-se ainda o montante despendido na aquisição do terreno.
Por outro lado, desconhece-se o montante total que a autarquia terá de gastar para realojar os serviços que agora vão ser demolidos.
A venda dos terrenos parece, neste contexto, servir apenas os interesses da Espírito Santo Saúde - responsável pela definição e implementação da estratégia de desenvolvimento do Grupo Espírito Santo na área da saúde - que pretende adquirir este lote para proceder ao alargamento do Hospital da Luz.

Milhões ao abandono há 4 anos, mas eles insistem em tornar a vida em Portugal, num inferno.

VEJA NESTE VIDEO MAIS UMA DAS FORMAS MUITO USADAS PELOS NOSSOS ELEITOS DESGOVERNANTES, PARA FALIR O PAÍS E OS CONTRIBUINTES - GESTÃO DANOSA


Com a desculpa de que é para o bem dos munícipes, os gestores incompetentes dos munícipes insistem em criar um inferno aos munícipes, Um inferno insuportável de impostos. Um caos de amontoados de obras inúteis e insustentáveis, que muitas vezes servem apenas para ajudar empreiteiros amigos e caçar subsídios.
Depois transformam-se num encargo de despesas incomportáveis e num monstro de betão inútil.
Por vezes é uma mera birra: se os outros municípios têm, eu também quero ter... as dos outros estão ao abandono? Não faz mal, o importante é ter, fazer e favorecer.
"As piscinas e a biblioteca do Tabuaço, no distrito da Viseu, foram construídas há quatro anos, custaram três milhões de euros mas estiveram sempre ao abandono. A Câmara quer agora pôr os equipamentos a funcionar mas vai ser necessário gastar mais dinheiro em obras de recuperação."
Após as obras de recuperação e as despesas inerentes, descobrem que não há interessados em frequentar os espaços e retomam ao abandono.

MAS ELES NÃO DESISTEM... 
Há por todo o país, câmaras a queixar-se que as piscinas estão ás moscas, que são um encargo insustentável, que só a manutenção das piscinas são incomportáveis, mas eles insistem... em endividar os contribuintes e em tornar a sua vida num inferno.
Porque não referendam eles estas coisas?? Porque será? Porque não perguntam aos cidadãos se preferem uma piscina ou ficar com menos dividas? Se preferem uma piscina ou um infantário?  Uma piscina ou mais um médico? Uma piscina magalomana ou pão na mesa?
Um país onde impera a corrupção, jamais se conhece a razão.
O que passa pela cabeça desta gente? Pensam que vivemos no Dubai?

FAM: fundo de 650 milhões para ajudar as câmaras que mais mal gastaram os nossos impostos?

Os que melhor geriram o dinheiro público sentem-se injustiçados.
Estradas esburacadas. Parques de skate às moscas. Operações às cataratas em Cuba. Centro cultural com salas para centenas de pessoas em localidade de 7000 residentes.
Saneamento básico de 3º mundo...
Apenas para ganhar votos, esbanjam-se os impostos em megalomanias. 
Vale Geão em Vila Nova de Poiares, distrito de Coimbra. "Mas há casas, nas aldeias, onde é necessário retirar a janela [sic] para colocar as mangueiras, atravessar a sala de jantar e limpar a fossa", assegura o trabalhador que faz a extração. Aqui, apenas 20% do município está coberto por esgotos - a maioria da população, até mesmo na sede do concelho, depende do trator da Câmara para a cíclica limpeza das fossas. Os que as têm chegam a pagar mais pelo serviço do que os cinco euros mensais cobrados na fatura da água aos que têm esgotos.

Um dos municípios mais desequilibrados do ponto de vista financeiro, com cerca de 20 milhões de euros em dívida, Vila Nova de Poiares é um local sui generis. Tem piscina municipal, centro cultural, parque de desportos radicais, uma imponente "Alameda" onde se realizam eventos ao ar livre, uma enorme cruz no centro da localidade, um jardim com estátuas que evocam profissões tradicionais da região e um sem número de outras coisas vistosas. Mas não tem saneamento básico. Em média, cada um dos 7200 habitantes deve 2776 euros mas a Câmara só recolhe receitas de 890 euros por munícipe. Por isso, quase todos os impostos locais e taxas estão no máximo. Para Alfredo Pinto, do PCP de Coimbra, falta apurar as responsabilidades da antiga gestão. "Porque no fundo, é o povo que paga o descontrolo das câmaras".
Face à situação, este é um dos primeiros municípios a recorrer ao Fundo de Apoio Municipal, o programa do Governo para acudir às autarquias falidas. "Não estamos a fazer qualquer tipo de investimento ou quaisquer obras. Só temos os trabalhadores necessários à manutenção dos serviços mínimos essenciais. Poupamos até na luz: a partir das cinco horas, cortamos a iluminação pública", nota o presidente da Câmara, João Henriques, eleito pelo PS em 2013, depois de 37 anos de gestão do social-democrata Jaime Marta Soares.