Gomes Ferreira denuncia que a compra de aviões da TAP, é uma fonte de luvas para os partidos. Sócrates o gastador, 2,7 mil milhões em aviões.

ENQUANTO AS EMPRESAS, que eram AUTO-SUSTENTÁVEIS têm que fechar portas, devido às medidas anedóticas do governo e à falta de apoios, enfraquecendo a economia e lançando milhares para o desemprego... O governo canaliza, os nossos impostos, apenas interessado em ADIAR A MORTE DE empresas não sustentáveis, que empobrecem os contribuintes. Empresas condenadas à dependencia de ajudas do estado, parasitas e pejadas de boys e corrupção, andam milhões a pagar impostos para sustentar parasitas??? O Costa investe os nossos impostos na TAP, à grande e à francesa. 
Pois neste video vários especialistas, explicam que a TAP não tem condições para competir no mercado, porque está refém dos interesses do governo, em manter uma fonte de luvas e um albergue de boys, como afirma Gomes Ferreira no video em cima, e isso faz com que não a privatizem como todas as grandes companhias nacionais de todo o mundo, já fizeram, para se tornarem competitivas... só a TAP continua agarrada ao estado, isolada, sem parceiras, para que ninguém saiba o que por lá passa, para que o governo a possa utilizar para seu beneficio? Como se explica no video? O povo sustenta-a para os partidos terem beneficios??
A solução para a TAP está bem explicada neste video, assim como está bem explicada a razão porque não se coloca em curso, a solução... Benéfica para a TAP, para os trabalhadores, para todos os contribuintes, mas nada benéfica para o PS? 




CONVIDO-O A NAVEGAR PELO MAR DE CORRUPÇÃO ESPEREMOS QUE NÃO ENJOE, COM ESTAS VERDADES QUE CHOCAM, Só dos portugueses já recebeu 1,2 mil milhões, agora virão mais de 2 mil milhões da UE, que pagaremos mais tarde... há dois dias entraram mais 
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CORRUPÇÃO DE 25 MILHÕES, IVO ROSA NÃO VÊ, MAS O TRIBUNAL VIU? SEMPRE A LAVAR MAIS BRANCO O IVO ROSA 

Tribunal da Relação anula decisão do juiz Ivo Rosa

Estava em causa um contrato de manutenção que a Sonair assinou com a TAP em 2009. O contrato durou quatro anos, mas os serviços nunca foram prestados. Mesmo assim, os quadro da TAP receberam cerca de 25 milhões que terão sido divididos com altos quadros angolanos. Ivo Rosa tinha decidido que as provas eram fracas, mas, mais uma vez, o Tribunal da Relação de Lisboa diz que o juiz, que tem o processo Marquês a seu cargo, não tem razão.
 
TAP já recebeu a totalidade do cheque de 1,2 mil milhões de euros. 
“A TAP recebeu ainda em 2020 o total dos 1.200 milhões de euros previstos no âmbito do plano de reestruturação da companhia“. Este dinheiro é do apoio público que foi sendo dado à TAP em tranches desde o final de julho, para face às necessidades urgentes de tesouraria.  (Janeiro 2021)

Foi uma das maiores compras alguma vez realizadas pelo Estado português.

SÓCRATES REALIZOU A COMPRA MAIS CARA DA HISTÓRIA DE PORTUGAL. Ficamos logo mais tranquilos, quando sabemos que foi ele... 
Na altura, um deputado socialista, JOAQUIM VENTURA LEITE, encontrou irregularidades nesta negociata e tentou realizar uma comissão de inquérito. O Partido Socialista não só impediu a comissão de inquérito como expulsou o deputado.
«Enquanto relator o coordenador do processo [de contrapartidas] no Parlamento, agi em nome do interesse nacional», insistiu.
O Partido Socialista não só impediu a comissão de inquérito como expulsou o deputado que ousou defender o interesse nacional?? Mas quem se atreve?? Veja neste video ao minuto 4, como foi...


   


NO VIDEO: Cecilia Meireiles - Já o Partido Socialista recebeu, também em donativos, 1 milhão de euros em 2005 e 3 milhões em 2006. Seria pagamentos de luvas dos submarinos, dos doze helicópteros EH101 ou dos doze aviões da TAP?

Airbus A350 chegam à TAP em 2017 por 2,7 mil milhões de euros
A TAP recebe os primeiros cinco aviões A350-900 no primeiro trimestre de 2017, dez anos depois de Fernando Pinto ter assinado o contrato com a fabricante Airbus, em Toulouse.
A companhia aérea portuguesa encomendou 12 equipamentos e será a quarta companhia mundial a receber os aviões, a segunda da Europa, logo depois da Finnair.
Pelos doze aviões a TAP deverá pagar cerca de 2,78 mil milhões de euros, 235,1 milhões de euros por equipamento segundo o preço de catálogo da fabricante, clarificou a Airbus num encontro com jornalistas em Toulouse.
"A Airbus convidou alguns clientes para estarem aqui mas não são todos. A TAP está presente pela antiga relação que mantém com a Airbus", uma vez que é uma companhia aérea típica desta fabricante - só utiliza os seus aviões - e cujo primeiro avião adquirido à produtora ainda remonta a 1987.
A entrega dos novos 12 aviões acontecerá dois anos depois daquilo que inicialmente estava previsto para a TAP. 

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De recordar que "Fernando Pinto, presidente da TAP, assinou em 27 novembro 2007 com a Airbus uma encomenda total de 2,5 mil milhões de euros, para a aquisição de 12 aviões modelo A350 XWB, com opção para mais três unidades, e uma carta de intenções para oito aparelhos da família A320. A esta encomenda juntam-se mais cinco aviões A330-200.

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Em 2005, José Sócrates gastou 2,7 mil milhões de euros para comprar doze aviões Airbus A350, renovando toda a frota de aviões da TAP. Foi uma das maiores compras alguma vez realizadas pelo Estado português. Na altura, um deputado socialista encontrou irregularidades nesta negociata e tentou realizar uma comissão de inquérito. O Partido Socialista não só impediu a comissão de inquérito como expulsou o deputado.
Como este é ano de eleições, muito se falará sobre dois submarinos. Mas nada se ouve acerca de outros negócios bem mais volumosos, realizados pelo preso n.º 44 da cadeia de Évora.
Um bom exemplo é a renovação total da frota da TAP, com a encomenda de doze aviões Airbus A350, realizada pelo governo de José Sócrates em 2005. Trata-se de 2,7 mil milhões de euros: “a maior aquisição feita na história do país”, nas palavras de Joaquim Ventura Leite, economista e deputado socialista no primeiro governo de Sócrates.

Em Janeiro de 2009, Ventura Leite afirmou ao jornal Público que o antigo ministro das Obras Públicas Mário Lino revelou “manifesta negligência” na gestão do processo de aquisição dos novos aviões da TAP, “desperdiçando oportunidades” de obter compensações para a indústria portuguesa.

E foi muito mais longe: “a partir de certo ponto, a repetição da negligência em detrimento do interesse do país poderá ter outra explicação. (…) Tem de haver outras causas para essa negligência e é preciso saber se esta aproveita a alguém. (…) Nenhum outro país repete os mesmos erros ao longo de tanto tempo.”

O ex-deputado alerta-nos que este gigantesco negócio deve ser auditado, sublinhando que os deputados não estão “capacitados para apurar esse tipo de coisas, tem de ser uma entidade externa e independente a fazê-lo.”

MAIS...

‘Luvas’ em negócio ruinoso da TAP sob investigação
As suspeitas de crimes de administração danosa, participação económica em negócio, tráfico de influência, burla qualificada, corrupção e branqueamento levaram uma equipa do Ministério Público (MP) e de inspetores da PJ a realizarem na sexta-feira buscas às instalações da TAP e da Parpública.

MAIS

Seja por gestão danosa, por incompetência, ou seja pelo que for, o Grupo TAP dá prejuízo, é um facto. A única maneira de evitar que ela seja gerida de forma danosa e evitar que dê prejuízo, talvez seja privatiza-la. Porque é também um facto que as empresas privadas, procuram maximizar o lucro, têm incentivo em cortar custos, tentam ser mais eficientes e não compram empresas falidas, como se fez na TAP, que comprou a Portugália falida, a peso de ouro, 140 milhões (do grupo GES) e a VEM (Empresa de manutenção da falida Varig, sediada no Brasil que já custou 500 milhões). 

MAS SÓCRATES É IMPARAVEL 
Sócrates pagou mais 42% por 12 aviões da Força Aérea
O Governo anterior pagou mais 42% do que o previsto pelos 12 aviões para transporte e vigilância marítima, que vieram substituir os velhos Aviocar da Força Aérea.
Os aparelhos tinham um custo inicial de 275 milhões de euros, mas acabaram por custar 390 milhões - uma diferença que dava para comprar mais 17 aeronaves. A notícia é avançada pelo jornal “Sol”, que cita o Tribunal de Contas.
Os valores foram apurados na sequência de uma auditoria agora concluída, mas ainda não divulgada, à Defaerloc - Locação De Aeronaves Militares - uma empresa do grupo EMPORDEF.
Ainda de acordo com o semanário "Sol", as conclusões, consideradas “muito graves”, estão a ser comunicadas aos ministérios das Finanças e da Defesa, ao Presidente da República e ao Parlamento

O deputado socialista Ventura Leite, que tem lançado duras críticas ao ministro Mário Lino no processo de contrapartidas num negócio da TAP, advertiu esta quinta-feira que, se for excluído das listas de deputados na próxima legislatura, «quem será penalizado é o PS». Disse ainda que agiu «em nome do interresse nacional».

«Já recebi telefonemas à dizerem-me que, pela minha coragem, assinei também a minha sentença e que serei menos um deputado na próxima legislatura», declarou à agência Lusa Ventura Leite, deputado eleito pelo círculo de Setúbal, onde concorreu em 11º lugar nas últimas legislativas.

«Se me tirarem das listas de deputados, quem será penalizado é o PS. Mas não podia ter qualquer espécie de hesitação neste processo a pensar na minha inclusão ou não nas próximas listas de deputados», acrescentou.
Autor do relatório parlamentar sobre o processo de contrapartidas, Ventura Leite, de 58 anos e funcionário autárquico na Câmara de Grândola, apelou quarta-feira ao primeiro-ministro, José Sócrates, para que chame a si o controlo dos «dossiers» da construção da rede ferroviária de alta velocidade (TGV) e do novo aeroporto de Lisboa.
«Manifesta negligência»

Neste contexto, Ventura Leite acusou o ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações de «manifesta negligência» na aquisição de novos aviões da TAP, desperdiçando, segundo ele, uma oportunidade para obter compensações destinadas à indústria portuguesa num negócio que ascendeu a 2,5 mil milhões de euros.
Nas declarações que fez esta quinta-feira à agência Lusa, o deputado de Setúbal classificou Mário Lino como «uma pessoa extremamente afável».
«Mas, depois deste caso com as contrapartidas na aquisição dos aviões da TAP, tem Mário Lino condições para gerir os processos de construção do TGV e no novo aeroporto? Não é o Governo que assume como objectivo a criação de um cluster aeronáutico em Portugal?», questionou Ventura Leite.

«Agi em nome do interesse nacional»

Ventura Leite disse que colabora com o PS desde 1989 e que se filiou neste partido no início da década de 90. Nas eleições directas de 2004, disputadas entre José Sócrates, Manuel Alegre e João Soares, afirmou que apoiou o actual primeiro-ministro.
«Mas nunca fui uma pessoa de grupos. Em toda a minha actividade política agi sempre de acordo com os meus princípios e valores», salientou, antes de referir que está a trabalhar no processo das contrapartidas, enquanto deputado, desde 2006.
«Enquanto relator o coordenador do processo [de contrapartidas] no Parlamento, agi em nome do interesse nacional», insistiu.
Na actividade política, Ventura Martins reivindica um papel cimeiro na estratégia que levou o PS a retirar a Câmara de Grândola ao PCP nas eleições autárquicas de 2001.
«Dizia-se que era uma tarefa impossível, mas seguimos uma campanha completamente heterodoxa, através da constituição de uma equipa abrangente. No fim, o PS ganhou», observou. 
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Depois ainda há este estranho hábito do PS de comprar empresas ou negócios falidos

Em 2020, a TAP voltou ao controlo do Estado, que passou a deter 72,5% do seu capital, depois de a companhia ter sido severamente afetada pela pandemia de covid-19 e de a Comissão Europeia ter autorizado um auxílio estatal de até 1.200 milhões de euros à transportadora aérea.


2 comentários:

  1. este país está um nojo não entendo como as pessoas nem imaginam o que se passa

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  2. Aproveito para lembrar ao jornalista Gomes Ferreira uma entrevista dada pelo Cor. Costa Brás, em 2016,antes de falecer em 2019. Os dados que ele entregou na Torre do Tombo em 1993, já vão 28 anos, poderão ser úteis para futuras investigações à corrupção em Portugal

    Entrevista ao Expresso em 2016
    (…)
    Era a única entidade que tinha acesso direto às contas bancárias de toda a gente. (...) Mas nos dez anos que aquilo durou, ninguém viu cá fora nenhum fac-símile de extratos de conta, mesmo com o cabeçalho apagado, com setinhas a dizer que este dinheiro saiu daqui e foi para acolá. Nunca houve quebras de sigilo e fugas de informação por parte da Alta Autoridade. Nunca aconteceu como agora, com o que se apresenta como vindo lamentavelmente da área judicial.
    A Alta Autoridade tinha mais poderes que a Procuradoria?
    Em matéria de acesso às contas bancárias até tinha. Esses e outros acessos diretos davam também um grande poder institucional e mesmo individual, bom para quem tivesse ambições políticas. Quem exercesse as funções de alto-comissário tinha um poder potencial ou efetivo muito grande.
    Podia ser uma espécie de monstro?
    Chame-lhe o que quiser.
    Se caísse em más mãos...
    É isso que estou a dizer. Podia cair, por exemplo, em jogos partidários e de partilha de funções. Foi por isso que pedi a extinção do cargo. No dia 17 de maio de 1993 terminei as minhas funções, com o gesto muito simples de subir o elevador do Tribunal de Contas para entregar a Sousa Franco o relatório e contas até à véspera. Quando desci, já não era alto-comissário.
    Foi um órgão inútil?
    Não foi inútil. Alguns casos tiveram seguimento na área judicial, através do Ministério Público, a quem fiz cerca de 250 comunicações para efeitos penais. Além disso, enviei para diversas entidades mais de 350 memorandos de natureza administrativa e mais de 30 propostas. Não sei quantas obtiveram penalizações nos tribunais, nem quantas foram arquivadas. Lembro-me de mais do que uma acusação significativa, que levaram a julgamento e à condenação.
    Pode dar um exemplo?
    Não. Não quero dar, prefiro não o fazer. Outra coisa que recordo foram os dois suicídios, uma vez que as averiguações da Alta Autoridade terão estado nas respetivas motivações, e não me deram satisfação nenhuma. Coloquei como áreas prioritárias as autarquias, a banca - que era nacionalizada - e as alfândegas.

    ANTÓNIO PEDRO FERREIRA
    Acha que contribuiu para “limpar a casa”?
    Limpar não lhe garanto. Mas quem pensasse ir por determinados caminhos, acabava por ter de pensar duas vezes. Ninguém sabia por onde “eu” andava, ou o que estava, ou não, a ver. É a história do crocodilo na outra margem.
    Todo esse volume de informação foi entregue à Procuradoria?
    Não, para algum desconforto do procurador-geral.
    Desconforto porquê?
    Porque gostaria de o ter, e não teve. Foram cerca de dois milhões de folhas A4, todas digitalizadas, que estão na Torre do Tombo.
    Tinha más relações com o procurador-geral, Cunha Rodrigues?
    Não. Tínhamos até um bom relacionamento pessoal e mesmo familiar. Institucionalmente é que o ambiente geral no Ministério Público, e em vários casos individuais, era muito adverso à Alta Autoridade.
    O Ministério Público era muito cioso do seu poder?
    Talvez cioso demais, e muito corporativo. Estou a falar de 1983 e dos nove anos seguintes, e receio que não tenha havido grande alteração. A despropósito: gostava de manifestar a minha admiração pelo Alves dos Reis.
    O célebre burlão e falsificador do princípio do século XX?
    Claro. Tem tido alguns imitadores e vejo que está a ser vencido em qualidade, o que deploro muito.
    Depois da Alta Autoridade, voltou a Cahora Bassa.
    De 1993 a 1999, em segunda “encarnação”, como presidente. Para a pôr a funcionar de novo, ao fim de 14 anos de paralisia devido à guerra, o que foi atingido em agosto de 1998. Criei por aquilo uma paixão enorme. Foi onde senti maior plenitude de mim próprio, um misto de realização, orgulho e prazer.
    (…)

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