15 setembro, 2015

MPT elogia Marinho Pinto que agora ataca com golpes sujos e baixos.

Para os que criticam e não compreendem porque razão Marinho Pinto saiu do MPT, e o condenam por isso, eis o video onde ele explica porque o fez. Qualquer pessoa integra e lúcida percebe que ele agiu correctamente... de tachistas e boys já todos estamos cansados, mais um partido como os outros, onde prevalecem os interesses pessoais, dispensamos. 



O número dois do Partido da Terra conseguiu o lugar porque Marinho e Pinto escolheu o MPT para entrar na vida política - é o próprio que o reconhece. Entre a preparação da campanha e a eleição, passou a admirar o ex-bastonário quase tanto como já admirava Sá Carneiro. Veja a entrevista a José Inácio Faria, líder do MPT.

Era um pequeno partido. Isso mudou?
A partir de 2011 subimos. Passámos de 16º para oitavo partido nacional e começámos a deixar de ser considerados um pequeno partido para passar a partido de média dimensão. Nestas eleições somos a quarta força.

Por causa de Marinho e Pinto?
Deve-se às ideias de Marinho e Pinto. Aquilo que ele representa. As pessoas associam-no à verdade.

Populista e judicialista são dois termos com que o acompanham.
Discordo, não acho que seja populista. Tem uma forma de falar que consegue chegar a todas as pessoas. Se quiser estar com palavras caras e no meio de intelectuais, está perfeitamente à vontade. Se quiser estar no meio da população com menos conhecimentos, também está.

O MPT foi barriga de aluguer de Marinho e Pinto?
Quem lançou isso não tinha noção do que estava a dizer. O Dr. Marinho e Pinto contactou-nos…
Quando?
Muito antes das eleições autárquicas, há um ano e tal. O MPT estava a deixar de ser um pequeno partido.
Ele já tinha recebido convites de outros partidos. Quais?
Não me compete dizer-lhe. Grandes partidos, partidos que estiveram no poder, que estão no poder. Quando nos contactou achámos que podia ser uma boa solução, não só pela figura mediática, mas porque é um bom representante do MPT. É ecologista e é humanista. Há poucas pessoas que saibam tanto de árvores e de plantas como ele. Ele sabe tudo.

Não se lhe conhece essa faceta.
Não vos posso convidar para ir à quinta dele, mas se forem lá é um deslumbre. Por onde passa, a primeira coisa que faz é olhar para tudo o que é verde. Antes de estar ligado ao MPT, talvez esta ideia não passasse para o exterior. Mas é um ecologista nato. O facto de ser um humanista e um ecologista foi o que mais pesou.

A co-adopção de crianças por casais do mesmo sexo impediu a adesão aos Verdes europeus. Revê-se na posição de Marinho e Pinto?
As nossas matrizes são humanistas e ecologistas. A essa questão nunca dediquei demasiada atenção, até porque concordo com o Dr. Marinho e Pinto.
Isto deve ser deixado à decisão do povo. É o interesse da criança que está em causa. Mas nas famílias ditas tradicionais as crianças às vezes são menos bem tratadas que as criadas por casais do mesmo sexo.
Acho que fizeram uma má interpretação daquilo que o Dr. Marinho e Pinto diz. Ele tem uma forma de se exprimir e é categórico naquilo que diz. Está correctíssimo, não pode ser assim, o povo tem de se pronunciar.
(...)
Contactos?
Trabalhei na CML em várias presidências: João Soares, Santana Lopes, Jorge Sampaio. Entrei pela mão do Dr. Alberto Laplaine Guimarães, do CDS. Nunca pertenci ao CDS. Trabalhei com o Dr. Jorge Sampaio e com o Dr. João Soares, nunca fui do PS. Fui convidado pelo engenheiro Rui Godinho para trabalhar como assessor, nunca fui do PCP. E estive no gabinete da oposição do PSD, como assessor jurídico. Percorri indirectamente todos os partidos.

Então porquê o MPT?
O arquitecto Gonçalo Ribeiro Telles é um verdadeiro político, um político da verdade. Como é o Dr. Marinho e Pinto. E sempre me fascinou a forma como colocava a suas ideias. A ecologia do arquitecto Ribeiro Telles é virada para o ser humano. É uma ecologista humanista. Senti-me enquadrado naquela ideia que ele transmitia. Era este o partido, porque, sem este partido, eu não estarei em mais nenhum.

As europeias não deveriam ter sido um ensaio para as legislativas?
Não necessariamente.
Esperavam eleger dois, ou sequer um eurodeputado?
Com o Dr. Marinho e Pinto, sim. Sem Marinho e Pinto, teríamos uma boa votação, mas nunca como a que tivemos.
O MPT espera ocupar um lugar na Assembleia nas próximas legislativas?
Obviamente que sim.
Com um resultado igual ao das europeias, ou pelo menos parecido?
Os portugueses é que vão decidir. Mas há uma grande responsabilidade minha e de Marinho e Pinto no Parlamento Europeu (PE).

A estratégia para 2015 será a mesma: encontrar uma figura que permita catapultar o resultado do partido?
Ainda nem sequer tomámos posse destas eleições. Há um congresso electivo este ano para a direcção do partido e não sei sequer quem vai estar na próxima direcção. Vamos para o PE, tomar posse e cumprir o nosso mandato.

Nunca falou com Marinho e Pinto sobre objectivos de médio prazo?
Marinho e Pinto tem um percurso e será muito mais do que é. Só por si, vale o que vale.

Reconhece em Marinho e Pinto um Presidente da República?
Vejo em Marinho e Pinto a figura de um primeiro-ministro, por exemplo. Como o vejo na figura de um Presidente da República, como em muitas outras posições. As que ele quiser assumir. Ele é uma pessoa de convicções e as pessoas sabem-no.
Diz o que tem a dizer e as pessoas encaram isso como um factor positivo.
A política está descredibilizada e as pessoas estão ansiosas por uma figura que as lidere. Penso que o povo português vê um pouco isso em Marinho e Pinto. Se tivermos o apoio dos portugueses tentaremos alterar o estado a que isto chegou.

O palco europeu não é dos mais interessantes para os eleitores portugueses.
As pessoas vão começar a perceber o que se faz em Bruxelas. Nós não vamos lá para passear e para viajar. Já me disseram que ia ter uma vida muito boa. Fico espantado. Eu não fui eleito para ter uma grande vida nem viajar. Já conheço mais de meio mundo. O meu pai era diplomata e vivi em cidades muito maiores que Bruxelas. Não me deslumbra. Quanto a dinheiros, não sou propriamente pobrezinho.

Diz-se que um eurodeputado eleito pela primeira vez precisa de um mandato para conhecer os cantos à casa.
Isso são os partidos que estão no poder há 40 anos. Nós não temos essa sorte, temos de começar já a trabalhar. Quando chegarmos, a 1 de Julho, para tomar posse, já está tudo tratado para começarmos a trabalhar.

Não antevê daqui a um ano estar em campanha para a AR?
Eu candidatei-me ao PE.

E diz o mesmo de Marinho e Pinto?
Penso que sim. Agora repare numa coisa: se me pergunta se daqui a um ano estou a pensar nas legislativas, eu já penso neste momento. Já nos estamos a preparar como projecto colectivo para as legislativas. Quem vai lá estar na altura, não sabemos ainda.

O eleitorado poderá estranhar que alguém que fala na credibilização da política abandone um mandato para que foi eleito e concorra a outras eleições.
Marinho e Pinto é uma pessoa séria.

À mulher de César não basta ser séria.
Ele é mais que a mulher de César. É um homem sério. Candidatou-se ao PE e vai tomar posse e exercer funções. Veja o que se passa no PS. Há gente que entendeu que agora era o momento de avançar e os momentos surgem.
Surgem quando surgem porque é o interesse nacional que está em causa. É perfeitamente plausível que a pessoa possa tomar uma posição, na altura. Se pensarmos que daqui a um ano o país está num estado calamitoso e que é preciso movermos todos os esforços para que o país se endireite… Nessa altura até eu, se for necessário, arregaço as mangas e venho para cá. Eu e o Dr. Marinho e Pinto. É um bocado prematuro. Mas nunca dizemos que não. O mandato europeu é para ser cumprido, mas tudo depende dos factores internos do país.
Por Pedro Rainho/ ionline

Entretanto o MPT tudo tem feito para difamar e lesar a imagem de Marinho Pinto e inclusive retirar-lhe o mandato.
Ele responde;  "Bicho da fruta Essa espécie de Dâmaso Salcede, que, em 2014, foi para o PE pendurado na minha votação, anda, agora, a lançar suspeitas caluniosas sobre mim, sobre o Partido Democrático Republicano (PDR) e sobre a Aliança de Liberais e Democratas pela Europa (ALDE), a que pertenço. Só não apanha umas bengaladas como o outro porque em breve desaparecerá submergido pela podridão que gera à sua volta." CM

Traições e difamações, Marinho Pinto incomoda aqueles que protegem o sistema que ele denuncia: A corrupção
Em 30 de março, Daniel Oliveira escreveu no Expresso: "O Partido Socialista, aliado ao partido dos animais, ao que Marinho Pinto traiu uma semana depois de chegar ao Parlamento Europeu e ao que serve de barriga de aluguer de Joana Amaral Dias, teve a mais calamitosa derrota de que há memória na Madeira." 
No que me toca, registo a perfídia com que identificou o MPT, cuja lista liderei às eleições para o Parlamento Europeu em 2014. Sempre disse, antes e depois das eleições, que eu e o MPT vivíamos uma união de facto e que as uniões de facto acabam pelo casamento ou pela separação. A nossa acabou pela separação. 
Vejamos a causa. 
Empenhei-me profundamente na união e tentei fazer do MPT um partido de expressão nacional que fosse o motor das mudanças políticas de que o País precisa. Porém, os seus dirigentes não queriam isso e tentaram sempre ganhar tempo para ir às legislativas como fôramos às europeias: eu conseguia os votos e eles decidiam. 
Repare-se que nunca soube, sequer, quanto se gastou na campanha eleitoral, nem como foi gasto, nem soube ao certo de onde veio o pouco dinheiro que ela custou. A recusa de inscrição de novos filiados e o injustificado adiamento de um congresso extraordinário que havia sido acordado para agosto, depois para setembro, depois para o início de outubro e que finalmente queriam em dezembro (como congresso ordinário) revelaram a estratégia dos dirigentes do MPT: chegar às legislativas sem que eu tivesse tempo de fundar um partido
Por ingenuidade minha, a estratégia teve sucesso quanto às eleições da Madeira e só não o teve também em relação às legislativas porque estas não foram antecipadas para março ou abril, como eles esperavam. Só desconfiei disso em fins de agosto, mas apenas em setembro tive a certeza. Fiz então (mais de três meses depois das eleições) o que tinha a fazer: fui à comissão política do MPT dizer que terminavam ali as nossas relações e que iria fundar um partido. A assembleia de fundadores do PDR realizou-se, em Coimbra, a 5 de outubro de 2014. O resto são mentiras mais ou menos pérfidas. CM

Para os que dizem que Marinho Pinto é um oportunista, aqui fica a história de um oportunista que recusou a oportunidade de ficar milionário, nos partidos oportunistas:
"Mas o que importa é que não pedi nem recebi nada do antigo primeiro-ministro, muito menos apoio financeiro para qualquer campanha eleitoral – que, aliás, aceitaria de bom grado desde que estivesse dentro da legalidade. E, já agora, devo dizê-lo também, Sócrates também nunca me pediu nada – ou melhor, a única coisa que ele me pediu foi que eu fosse candidato nas listas do PS mas eu recusei." CM
Acho que a única vez que falei com José Sócrates desde que deixou de ser primeiro-ministro foi por altura das eleições europeias porque ele me convidou para almoçar. No entanto, o próprio Sócrates anulou o convite à última hora, provavelmente pelas minhas posições públicas em favor de António José Seguro e contra a conspiração já em marcha para o substituir na liderança do PS.

Afinal quem deveria sair do parlamento Europeu? O Marinho Pinto que foi realmente quem conquistou os votos, ou o MPT que estava pendurado em Marinho Pinto e agora já não está?

José Inácio Faria já apresentou cinco queixas a pedir que se “cumpra a lei e a Constituição”, mas, na verdade não tem — nem tão cedo terá— uma resposta. Motivo? Ninguém sabe ao certo quem é a autoridade competente para tomar uma decisão e, entre as “dúvidas” dos responsáveis portugueses e a proximidade das férias, Marinho e Pinto continua no seu posto parlamentar. O eurodeputado confessa-se “tranquilo” e tem motivos para isso. Em outubro, poderá deixar Bruxelas para um lugar no Parlamento nacional. E o assunto da sua perda de mandato fica, na prática, resolvido.

Ao todo são cinco as queixas apresentadas pelo Movimento Partido da Terra (MPT) contra Marinho e Pinto. O partido alega que “ao ter promovido a criação do PDR, do qual foi o seu principal fundador e de que, agora, foi eleito presidente” o eurodeputado “perdeu o mandato de deputado ao Parlamento Europeu”. O MPT invoca a Constituição e o Estatuto do Deputado e pediu à Comissão Nacional de Eleições (CNE), à Assembleia da República, ao Tribunal Constitucional, à Procuradoria-Geral da República e ao próprio Parlamento Europeu para que fizessem cumprir a lei. “O deputado Marinho e Pinto está em situação ilegal”, garantem os dirigentes do MPT.
Por enquanto, só mesmo a CNE deu resposta às pretensões do partido, pelo qual Marinho e Pinto concorreu às Europeias e conseguiu o seu primeiro lugar de eurodeputado. Os responsáveis pelo processo eleitoral consideraram-se “incompetentes” para analisar este assunto e sugeriram ao MPT que recorresse à Assembleia. E é o Parlamento nacional que, neste momento, tem a tarefa de decidir este imbróglio jurídico. PGR e TC ainda não avançaram qualquer resposta.

“Há dúvidas”, assumiu o presidente da comissão parlamentar de Ética. Pedro Lynce quer ver o assunto resolvido o mais rapidamente possível, mas os deputados (da esquerda à direita) têm sérias reservas sobre se compete ao Parlamento tomar uma decisão nesta matéria. A tarefa de desenrolar este novelo ficou, esta quarta-feira, nas mãos do socialista Pedro Delgado Alves. O deputado está, em contrarrelógio a preparar um parecer que, no “início da próxima semana” será, de novo, posto à consideração da comissão de ética. Ao Expresso Delgado Alves, assumiu que “já foram pedidos, ao Parlamento Europeu, alguns dados”, nomeadamente sobre o levantamento de “situações similares” que tenham sido tratados por aquele órgão. Mas o calendário é demasiado apertado. Tanto a Assembleia da República como o PE estão em vésperas de fechar para férias. O tempo útil para resolver a questão é demasiado escasso, tanto mais que há eleições Legislativas em Outubro e Marinho e Pinto é um sério candidato a um lugar a deputado da Nação. As últimas sondagens dão 2,7% de intenções de votos ao PDR, o que equivale à possibilidade de ocupar dois lugares no hemiciclo.

O SENHOR QUE SE SEGUE
O imbróglio jurídico parece complicado. Apesar de a Constituição e de o Estatuto dos Deputados serem claros ao afirmarem que perde o mandato qualquer parlamentar “que se inscreva num partido pelo qual não foi eleito”, o problema está em saber quem pode fazer cumprir a lei. “É uma matéria muito complexa, com muitas lacunas e sem qualquer antecedente”, disse o deputado ao Expresso. “Estamos a ver se é aplicável aos eurodeputados a Legislação nacional, por um lado e, por outro, se a autoridade competente na matéria é, ou não a Assembleia da República”, acrescentou. A possibilidade de sugerir uma alteração legislativa está em cima da mesa. Pedro Delgado Alves promete ser “rápido” e ter “o parecer pronto na próxima semana”. A tempo da última sessão plenária do Parlamento Europeu, que ocorre já na próxima quinta-feira.

Marinho e Pinto, por seu lado, confessa-se “tranquilo” . Em declarações ao “Observador”, considerou que não cabe à  AR decidir sobre a matéria e que o MPT já conseguiu, sem sucesso, uma intervenção do Parlamento Europeu. Mas José Inácio não desiste. Sustenta que, mais do que um problema com Marinho e Pinto, esta é “uma questão política que importa resolver”. Até porque o MPT tem outra dor de cabeça pela frente: os potenciais substitutos do eurodeputado são, igualmente, dirigentes do recém-formado PDR, que entraram nas listas de candidatos às europeias em lugares elegíveis. Rosário Pacheco e Eurico Figueiredo podem, de facto, serem os “senhores que se seguem”. O MPT quer forçar a entrada da sua vice-presidente em Bruxelas. Mas, na verdade, ela está no sexto lugar da corrida.

Era tão bom que os partidos se empenhassem assim com esta raiva, a denunciar as PPP, a impunidade do caso BPN, etc etc mas não... estes partidos só são empenhados quando se trata de defender o seu umbigo e ganhar as suas guerras internas-

O problema levantado pelo MPT é inédito na história da democracia portuguesa. O Partido da Terra, do qual Marinho Pinto foi cabeça de lista nas últimas eleições europeias, alega que a Constituição Portuguesa estabelece a perda automática de mandato de todos os eleitos que se inscrevam num partido diferente daquele pelo qual foram a votos nas urnas. O estatuto dos deputados e dos eleitos autárquicos consagra este princípio constitucional, mas, na verdade, nada foi previsto para o caso dos eurodeputados. Mais ainda, "o direito da União Europeia não consagra como causa de perda de mandato dos deputados ao PE a inscrição em partido diferente", assume o parecer da comissão ética. Por isso, não pode o Parlamento nacional "intervir no procedimento". Ou seja, não há nada a fazer.
ESTÁ RENHIDA A LUTA
Afinal, as queixas já enviadas pelo MPT à Comissão Nacional de Eleições (CNE) e à Assembleia da República cairam em saco roto, por essa mesma razão. Restam ainda duas queixas que ainda estão a ser analisadas pelo Tribunal Constitucional e pela Procuradoria Geral da República. Mas tudo aponta que, também, estas possam apontar para a mesma (falta) de conclusão.

É muito difícil lutar pela verdade e pela justiça num país de políticos manipuladores corruptos e eleitores ignorantes
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5 comentários :

  1. Eu sempre desconfiei das pessoas que diziam que ele era amigo do Sócrates e do PS. E agora encontro a confirmação.
    Realmente aqueles que o acusam de oportunismo só pode ser para o difamarem, uma pessoa que recusa e perde a oportunidade de ir para um partido onde todos saem ricos, tem que ser uma pessoa honesta e integra.
    É fácil perceber que Marinho Pinto não faz parte do sistema. Para aqueles que ainda têm dúvidas, pensem:
    O que ele denuncia e a postura integra que tomou, já o fez perder a oportunidade de ingressar pelo caminho de todos, no mundo fabuloso da fama dinheiro e poder fácil.
    Ele nunca teve tachos na EDP, na PT, na CGD, no BdP, na TAP, CP, CTT, etc etc
    Nunca montou um lucrativo escritório de advogados.
    Nunca se lhe conheceram casos de corrupção, ou contas offshore. A maior parte das situações de que o acusam, são apenas distorções que facilmente se desmontam. Como o caso da homofobia, o caso do Sócrates montagens levadas a cabo pelos corruptos que ele denuncia.

    Não é fácil lutar contra a corrupção em Portugal essa é que é essa. Força Dr Marinho Pinto

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    1. 4. O PDR defende a democracia participativa através da intervenção dos cidadãos e das organizações sociais no debate político e no controlo das decisões em todos os níveis do poder político e defende o recurso ao referendo nos termos da Constituição e da lei. Defende também o direito dos cidadãos poderem candidatar-se em listas próprias a todos os órgãos políticos. http://pdr-partidodemocraticorepublicano.pt/declaracao-de-principios/

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  2. A desgraça de Portugal, que podemos ver o porquê de continuar, se olharmos para as palavras do MPT, é que em vez de fazerem um trabalho de estruturar um programa com pés e cabeças, que corresponda aos interesses e necessidades dos eleitores, usam da popularidade dum personagem(o que não está mal), mas a seguir, faltando a vedeta, não têm mais para apresentar.Triste, muito triste!!

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  3. Os artigos deste blog estão cada vez mais confusos, não percebi quem entrevistava e quem respondia!

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    1. Acho que fica bem claro que é uma entrevista ao José Inácio Faria representante do MPT está logo no titulo.

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