30 Euros por cheques sem cobertura? Mais um abuso da banca, sem punição

Espalhem este abuso. Partilhem. Os bancos colocam os clientes a pagar o risco? 
Um roubo que os bancos nos fazem, com cobertura legal
"Esta pergunta é para todos os deputados da Assembleia da República e para todos os administradores do Banco de Portugal:
Quando é que acabam de vez com o roubo, coberto por lei, que os bancos nos fazem quando depositamos um cheque passado por alguém e que afinal não tem cobertura?

Este fim de semana, fiquei a conhecer duas histórias de portugueses prejudicados, que ilustram bem a imoralidade desta prática dos bancos em Portugal.
Um jovem que trabalha numa empresa habituada a pagar tarde e a más horas recebeu um cheque de 500 euros referente a apenas uma parte do salário do mês.
O patrão pediu-lhe que aguardasse uns dias antes de o depositar porque não teria o valor necessário na conta. Quando o trabalhador recebeu luz verde, foi depositá-lo.
No dia seguinte, recebeu uma chamada do banco: não só o cheque não tinha cobertura como o titular da conta tinha de pagar uma comissão de 30 euros por causa disso.

Em vez de 500 euros de salário, o jovem tem agora uma conta bancária com um saldo negativo de 30 euros…
Outro caso é ainda mais surreal. No dia do casamento, uma jovem noiva recebeu várias prendas dos convidados, como é habitual nestas ocasiões. Entre as prendas estava um determinado cheque.
No dia seguinte, a jovem depositou-o na sua conta bancária.

Cigarra e a formiga um conto que se aplica ao estado de Portugal

VERSÃO MODERNA E PORTUGUESA DA FÁBULA "A cigarra e a formiga"

I A formiga trabalha arduamente, debaixo de um calor abrasador, durante todo o Verão, construindo a sua casa e armazenando provisões e mantimentos para aguentar o Inverno. A cigarra pensa que a formiga é uma tola e ri, dança e brinca durante o Verão. Chega o Inverno, e a enregelada cigarra convoca uma conferência de imprensa para denunciar a situação em que vive, pretendendo saber por que razão é permitido à formiga estar bem aquecida e alimentada enquanto outros sofrem com frio e fome.

II RTP, SIC e TVI apresentam-se em força para transmitir imagens da pobre cigarra, completamente transfigurada pelo frio e pela fome, ao mesmo tempo que passam outras imagens da formiga na sua casa bem confortável e com a mesa cheia de boa comida. O país está chocado perante este contraste. Como é possível, nos dias que correm, uma pobre cigarra sofrer tanto? Durante semanas não se fala de outra coisa.

III
O Primeiro-Ministro aparece num programa especial da RTP com um ar consternadíssimo, repetindo, vezes sem conta, que o Governo fará tudo o que estiver ao seu alcance para ajudar a pobre cigarra, a qual, como toda a gente deverá entender, está a ser vítima da má política dos anteriores governos do PS.

A abstenção afinal obtém um resultado contrário, ao que pretendem os abstencionistas


Por isso, o que me chateia na vossa abstenção é a falta de colaboração num trabalho importante. Não é uma questão de direitos ou deveres cívicos em abstracto. O problema é concreto. Temos uma tarefa difícil, da qual depende o nosso futuro, e vocês ficam encostados sem fazer nada.
Isto tem consequências graves para a democracia. Quando a maioria não quer saber das propostas dos partidos, está-se nas tintas para o desempenho dos candidatos e nem se importa se cumprem os programas ou não, o melhor que os partidos podem fazer para conquistar votos é dar espectáculo. Insultarem-se para aparecerem mais tempo na televisão ou porem o Marinho Pinto como cabeça de lista, por exemplo. Vocês dizem que se abstêm porque a política é uma palhaçada mas a política é uma palhaçada porque vocês não votam.
A culpa é vossa porque não é preciso muita gente votar em palhaços para os palhaços ganharem. Basta que a maioria não vote. Também é por vossa culpa que os extremistas estão a ganhar terreno, e pela mesma razão. É fácil pôr os fanáticos a votar. Basta abanar o pano da cor certa e, se mais ninguém vota, eles ficam na maioria. Mas se vocês colaborassem e se dessem ao trabalho de avaliar as propostas dos partidos, se os responsabilizassem pelas promessas que fazem e votassem de acordo com o que acham ser a melhor solução, deixava de haver palhaços, interesseiros e imbecis na política.

Quando opta por não votar pode estar a atingir o resultado contrário daquilo em que acredita.
Esclareça-se e compreenda porque é importante votar em consciência contra os partidos corruptos.
Faça uma escolha, opte por votar com quem mais se identifica, e quem menos o lesou, o poder é seu! Use-o para ajudar todos nós.

 

 EU VOTO, NÃO DEIXO QUE OS INCONSCIENTES DECIDAM QUEM MERECE GOVERNAR A MINHA VIDA, O MEU PAÍS E O FUTURO DE TODOS NÓS

Marinho Pinto denuncia a farsa e manipulação das campanhas que escondem a corrupção.

Campanhas eleitorais de farsantes que nem falam da corrupção. Tabu? 



Neste video, MARINHO PINTO critica o PS, PSD, CDS, PCP E BE, pela farsa das campanhas silenciosas, em determinados temas, que para eles continuam a ser tabu: a corrupção!
Todos eles e todos nós, sabemos que o maior problema de Portugal é a corrupção, mas as campanhas nem tocam nos assuntos sobre o combate à corrupção, nem sobre os corruptos que estão presos ou a ser investigados por corrupção politica, em exercício de cargos públicos. “Nenhum partido quer falar de corrupção porque todos têm culpas no cartório"
Encobrem-se uns aos outros e ninguém fala dos maiores escândalos de corrupção que abalaram Portugal, nem dos crimes que estão na justiça.
Critica ainda a comunicação social que ajuda na farsa, pois limita-se a colocar o microfone à frente dos políticos sem sentido critico nenhum, repetindo apenas o que eles dizem mesmo que sejam mentiras e nunca questionando o que é pertinente.
Os principais partidos políticos não querem debater, na campanha eleitoral para as próximas legislativas, o tema da corrupção, porque esse tema é a sua vergonha e eles querem que os eleitores os esqueçam... e infelizmente os eleitores de memória curta, esquecem mesmo.
"Não querem falar da corrupção, porque isso prejudica-os. Os grandes corruptos de Portugal estão dentro do PS, do PSD e do CDS", afirmou à agência Lusa, Marinho e Pinto.
Acusou o"PS, PSD/CDS-PP, CDU e Bloco de Esquerda, os partidos que estão no sistema", de fazerem uma "encenação grotesca" e "palhaçada eleitoral" para "distrair" os portugueses "dos problemas fundamentais".

Financiar partidos com tostões rende sempre milhões.

Antes de ler o artigo que se segue veja este video... os maiores empresários de Portugal sobrevivem graças ao parasitismo do estado, sem ele, desapareciam....
Depois de ver o video, percebe que os financiamentos aos partidos que dominam o estado... vêm dos tais empresários protegidos pelo estado, que em troca sustentam partidos.
É uma forma de todos eles ficarem a ganhar lesando o povo. Tu das-me dinheiro para eu ir roubar o estado e depois eu pago-te com o que roubar ao estado.




A família Mota, da Mota-Engil, está no topo dos donativos. Deu o máximo permitido por lei tanto ao PS, como ao PSD e ao CDS em anos de eleições. Luís Champalimaud também foi generoso.
Os maiores financiadores dos partidos políticos são empresários, muitos com negócios com o Estado. E há mesmo quem financie mais do que um partido ao longo de vários anos.
Depois de o Presidente da República ter pedido no 5 de outubro maior transparência no financiamento partidário, o Observador consultou os processos das contas dos partidos do poder, PS, PSD e CDS, para lhe dizer de onde partem os donativos e a angariação de fundos.

A família dona da construtora Mota-Engil distribuiu cerca de 95 mil euros entre PS, PSD e CDS entre os anos de 2004, 2005, 2008 e 2009. António Manuel Mota, Maria Manuela Vasconcelos Mota, Maria Paula Vasconcelos Mota Meireles e Maria Teresa Vasconcelos Mota Neves da Costa são quatro dos dirigentes do grupo Mota-Engil que aparecem com maior frequência nos donativos aos partidos políticos.
Todos estes quatro membros da família deram dinheiro ao PS, PSD e CDS, registados no exercício dos partidos, em anos de eleições legislativas. António Manuel da Mota, chairman do grupo Mota-Engil, é mesmo um dos principais financiadores dos vários partidos, tendo doado mais de 32 mil euros aos três partidos.

Sem armas nem chaimites nas ruas, Marinho Pinto quer uma revolução de mentalidades

ENTREVISTA A MARINHO E PINTO
Pergunta, resposta, pergunta, resposta. O ritmo da conversa chega a ser alucinante porque Marinho e Pinto não espera um segundo para responder ao que lhe é perguntado. Tinha chegado há poucos minutos de Bruxelas quando o gravador foi ligado. Embarcou para o Funchal assim que a conversa terminou. Esse vaivém do último ano serviu de ponto de partida a uma das entrevistas mais pessoais – e menos confortáveis – que o eurodeputado alguma vez deu.
-Se estivesse à frente deste país não teríamos chegado a este ponto?
Seguramente que não. E se tiver um dia responsabilidades ou capacidade para intervir nas políticas, vamos melhorar muito a nossa situação. Vamos cortar em despesas que não são fundamentais.

-Pensa seriamente nessa hipótese?
Penso em todas as hipóteses. Vou candidatar-me a umas eleições que dão essa possibilidade. Quem decidirá é o povo português. Não há vitoriosos à partida. Vou preparado para tudo, para ganhar e para perder. Aliás, ninguém está preparado para ganhar se, simultaneamente, não estiver preparado para perder. 
-Presta atenção às sondagens?
Não me preocupo nada com elas. Sempre me deram 1/5 dos votos que acabei por ter nas urnas, quer na Ordem dos Advogados quer nas eleições europeias.

 -A ser assim vai ter um resultado estrondoso. Dão-lhe 5 por cento das intenções.
Não estou preocupado com isso. Temos um programa e uma visão política para os problemas do país e vamos apresentá-los em plano de igualdade com os outros. O eleitorado decidirá e esperamos que não se deixe manipular pelas campanhas de informação a favor dos partidos tradicionais.

Sócrates e Vale de Azevedo, diziam verdades e mentiras exactamente com a mesma cara e a mesma convicção.





Sócrates não distingue a verdade da mentira
Há 4 anos, era José Sócrates ainda primeiro-ministro, escrevi uma crónica onde lhe chamei «o Vale e Azevedo da política».
Porquê?
Conhecia pessoalmente os dois, falei com eles em várias ocasiões, e percebi que tinham uma característica em comum: não distinguiam entre a verdade e a mentira.
Diziam verdades e mentiras exactamente com a mesma cara e a mesma convicção.
Não se podia afirmar que ‘mentiam’, pela simples razão de que os seus códigos mentais eram outros.
(...) Mas, voltando ao nosso Vale e Azevedo, quando comparei José Sócrates ao ex-presidente do Benfica não o fiz inocentemente: sem o dizer, quis sugerir que ele poderia ter o mesmo fim.
E disse-o a vários familiares, para que ficasse registado: «Depois de Sócrates sair do Governo vai ser preso, como foi Vale e Azevedo depois de sair do Benfica».
Esta previsão assentava em quê?
No conhecimento pessoal que tinha de Sócrates e no que sabia dos sucessivos casos obscuros em que o seu nome aparecia sempre envolvido.
Fora o aterro da Cova da Beira, o Freeport, o Face Oculta, o Tagus Park…, já não falando do diploma da Universidade Independente e dos mamarrachos.
No Freeport tudo apontava na sua direcção – e acabou por escapar por entre os pingos da chuva.
O Face Oculta foi uma vergonha, com a tentativa de silenciar alguns jornais e de usar a PT para comprar a TVI, para expulsar Manuela Moura Guedes e José Eduardo Moniz.
O Taguspark constituiu um escândalo que nunca foi devidamente valorizado: Sócrates ‘aceitou’ ser apoiado por Figo no mesmo dia em que este celebrava um contrato milionário com uma entidade pública!
Por estas e por outras, foi-se percebendo que José Sócrates, tal como não distinguia entre a verdade e a mentira, não destrinçava entre o bem e o mal, podendo envolver-se nas maiores trapalhices.
E a cumplicidade com pessoas que foram caindo nas malhas da justiça, como Armando Vara ou José Penedos, não ajudava nada.

Marinho Pinto exige responsabilização de Carlos Costa e Cavaco Silva, no caso BES.




NESTE VIDEO MARINHO DESCOMPÕE OS RESPONSÁVEIS PELOS LESADOS DO BES
Há pessoas que foram burladas pelos governador do Banco de Portugal, pelo presidente da Republica, e pelo governo. Pessoas que foram induzidas a injectar dinheiro no BES, por pessoas com responsabilidade pública. Essas pessoas têm que ser responsabilizadas politicamente por esse crime.
Os lesados do BES têm que ser ressarcidos pelas perdas. O dinheiro dos cidadãos que foi desviado, que foi desviado do BES, deixa rasto, hoje em dia existem registos de tudo, eles que sigam esses rastos e devolvam o dinheiro ás pessoas.

Critica ainda a estranheza de reconduzirem Carlos Costa apesar do caos que ele não evitou ou mesmo causou. Inclusive o presidente da Republica, afirmou que foi enganado por Carlos Costa. E ele é reconduzido? Premiado? Promovido? Mas nunca responsabilizado? Penalizado? Punido? Criticado?
 "Ando a pedir responsabilidades para aqueles que levaram pessoas a investir num banco, como o presidente da República, que disse que o banco estava sólido três semanas antes dele se desfazer, como o Governo, como o governador do Banco de Portugal.
O presidente da República acusou o governador do Banco de Portugal de o ter enganado e, como recompensa reconduziram Carlos Costa".
Marinho Pinto criticou o enriquecimento ilícito e aqueles que saíram a ganhar com a pobreza dos portugueses.
"Para alguns empobrecerem houve outros que enriqueceram, às ocultas, em negociatas por debaixo da mesa com os políticos e o poder político. Nós podemos combater a pobreza em Portugal, com políticas corretas em favor do povo e não a favor dos membros do BES, ou do BPN, do BCP, ou desses bancos todos, que andaram a chular o país há décadas", acusa.
Dinheiro de pequenos acionistas do BES desviado para grandes clientes, para administradores do BES e para familiares e amigos.

BES DESOBEDECE AO BANCO DE PORTUGAL E O DINHEIRO DO VAI PARAR ÁS MÃOS DOS CLIENTES RICOS?
O dinheiro colocado numa conta do Espírito Santo International, destinada a reembolsar papel comercial vendido a pequenos clientes, foi utilizado para pagar empréstimos a grandes clientes, conclui a auditoria forense pedida pelo Banco de Portugal à Deloitte.

Só os votos válidos em partidos entram nas contagens por isso o que penaliza um partido, não é a abstenção ou votos brancos/nulos, é votar noutro partido





Dado que só votos em partidos entram nas contagens, o que penaliza um partido, não é a abstenção ou votos brancos/nulos, é votar noutro partido - porque se não votarmos, não estamos a negar o voto a ninguém. Estamos apenas a deixar que as decisões se concentrem num conjunto mais restrito do eleitorado, uma minoria - que inclui sempre as clientelas dos partidos e os clubistas acríticos.
Temos também de esquecer o hábito da idolatria onde os maiores partidos são instituições que muitos acreditam que se devem preservar ao longo do tempo, independentemente do seu desempenho: com as regras actuais, temos sim de mostrar aos partidos que são descartáveis e têm de se esforçar para obter o apoio do eleitorado, caso contrário serão descartados.



Num sistema que impõe o monopólio político dos partidos, é essencial que ocorra a renovação do espectro partidário para que a democracia se mantenha minimamente "fresca".
A oportunidade de mostrar algum poder do eleitor, é não abdicar nunca do voto válido, o único que transmite uma mensagem positiva ou/e negativa. 
Convém compreender que, quanto mais fraca é a influência/vigilância do eleitorado sobre os deputados e governantes, mais forte é a influência de outras "forças" . Nunca há vazios de poder. O escrutínio dos portugueses foi sendo neutralizado devido ao aumento constante da abstenção, ao que temos que somar os votos brancos e nulos, é uma falha muito grave dos eleitores, na vigilância dos partidos que culmina no aumento da corrupção. Como os partidos não temem a critica nem a censura da maioria dos eleitores, porque esses não usam o voto válido, são os grupos de interesse que estão representados no parlamento, não os eleitores.

O perigo da abstenção eleitoral é a impunidade dos partidos e uma democracia doente.

voto branco eleições pdr O perigo da abstenção eleitoral
 Em 1976 a abstenção, foi de 35%, agora foi de 47%.
O que sucede quando a abstenção atinge estes patamares?
Haverá, sem dúvida, a consequente perda de qualidade democrática. Uma perda imputada à falta de competência dos governantes e que tenta justificar a negação do pilar cívico da democracia: o voto.
Trata-se de uma ampla perda, porque os políticos, menos pressionados pela exigência cidadã, entram
voto branco eleições gráfico
evolução da abstenção desde 1976
num processo governativo autocrático,
e porque os cidadãos, verdadeiros soberanos da democracia, já auto-desresponsabilizados, fragmentam-se em preocupações individuais e grupais, considerando todas as instâncias do Estado etéreas e até hostis.
É um processo perigoso para a democracia, uma vez que tende a evoluir em crescendo, assumindo a forma de uma espiral desvinculativa.
Não interessa depois estabelecer se é a fraca capacidade da governança que afasta os cidadãos ou se é o desinteresse dos cidadãos que fomenta a má prestação política.
voto branco eleições urnas 2015

O que se sabe é que o cidadão tem o papel fundamental na realização da higiene mínima democrática, quer porque opina soberano no ato eleitoral, seja porque permanece vigilante durante o mandato.
Se os representantes autocentrados ampliam a desvinculação da generalidade das pessoas, também é certo acontecer o contrário, isto é, a omissão cívica conduzir a uma soberba política, por ausência de contrapoderes que lhe inibam as ações desviantes.
O termo desvinculação traduz eficazmente esta ideia. O vínculo é a capacidade psicológica e emocional de nutrirmos simpatia por outrem, para que sintamos alguma responsabilidade pelo que lhe acontece.
voto branco eleições democracia 2015O vínculo cria-se entre pais e filhos, amigos, colegas, profissionais e clientes, vizinhos, enfim, entre seres humanos. Quando se esboroa esse laço destrói-se também os travões emocionais que evitam a indiferença absoluta, a instrumentalização do outro, a desconfiança ou a violência.
(...)
Aquele abstém-se porque ignora ou odeia o político, considerando-o corrupto, incompetente, snobe; e, inversamente, o governante despreza-o, tomando-o por básico, emocional, ilógico, insignificante.
voto branco inútil voto válido hondtÉ o primeiro passo da desvinculação: a indiferença e, logo imediatamente, o desprezo.
Numa segunda fase, o político entrega-se ao aparelhismo partidário e denota falta de qualidades reais de liderança, contentando-se, por um lado, em vender slogans e ter uma imagem mediática aprazível e, por outro, em jogar nos bastidores com seu pessoal-de-mão dentro do aparelho partidário.