20 setembro, 2015

Corrupção espalha-se mais facilmente quando o poder está concentrado em apenas um ou dois partidos

Na Suiça, um dos países menos corruptos do mundo, onde a democracia serve o interesse do país e do seu povo, os governos são formados por 7 membros de vários partidos... 




Nos países menos corruptos do mundo, governa-se sem maiorias, no caso da Finlândia a estrutura do poder é de coligação: 
Corrupção espalha-se mais facilmente quando o poder está concentrado em apenas um ou dois partidos, é por isso que na Finlândia se promove a tomada de decisão através do debate e consenso. O Conselho de Ministros tem mais poder que o Presidente da República. A responsabilidade das decisões é dividida por vários, e não por 1 ou 2 partidos. ARTIGO COMPLETO: 

Nas verdadeiras democracias, onde não se apoia a corrupção onde o interesse nacional é protegido e o povo representado, as pessoas percebem que quanto mais dividido estiver o poder de decidir, dos governantes, mais difícil é abusar do poder, roubar e lesar o estado.
No entanto em Portugal, os 3 partidos mais corruptos do país, continuam a lesar o país e a recusar unir-se, para evitar dividir o poder com outros partidos, que poderiam travar o saque.
Apenas fazem coligações no interesse estratégico do partido e não pelo interesse do país. Primeiro porque não lhes interessa ter vários partidos no poder para terem mais liberdade e poder de decisão e segundo porque não são obrigados a isso, pois sabem que todos os outros partidos obtêm sempre poucos votos e portanto não precisam desses pequenos partidos para decidir nada, podem despreza-los.
E isso podem agradecer ao eleitorado português, masoquista, que insiste em votar apenas nos partidos mais corruptos, há 40 anos, com o argumento de que dividir votos não adianta nada, ou que tem que se votar sempre nos mais votados, ou seja os mesmos de há 40 anos.
Um eleitorado politicante iletrado que facilmente é manipulado e empurrado para o bipartidarismo, para a abstenção, para o voto branco e nulo, enganado e levado a acreditar que estas opções são protestos. Todos os dias nos deparamos com teóricos que ignoram a lei e se agarram a subjectividades, afirmando que o voto branco, nulo e abstenção são protestos ou revolução. E eles acreditam mesmo nisso. Não percebem que protestar, em democracia, contra algo ou alguém é votando válido contra os partidos que abrigam esse alguém ou praticam esse algo, que criticamos. O voto válido é o único protesto que eles temem e o único que possui poder para efectivamente expulsar qualquer partido da politica ou do poder e portanto o único temido.
Na realidade todos sabemos que o voto branco, nulo e a abstenção serve apenas para reforçar o poder dos mais votados, e esses são sempre os mesmos. Pois há 40 anos que a poderosa máquina propagandista destes partidos conquistou um exército de acéfalos e acríticos, fanáticos que nunca abdicam de votar no seu partido, como qualquer ferrenho torce pela sua equipa, por muito mal que jogue. Não é raro deparar-me com pessoas que se orgulham de dizer que votam no mesmo partido até morrerem... ou seja independentemente do que ele fizer.

Para agravar este quadro temos depois os que nunca se abstém de votar, que são os grupos favorecidos e enriquecidos há 40 anos pelos governos. Os maçons, os banqueiros, os corruptos, os empresários ricos, os amigos, os boys, a família, os militantes acéfalos e acriticos, etc. Infelizmente não existem em Portugal cidadãos com espírito cívico, literacia politica e cidadania, suficiente para sermos capazes de nos unirmos e votar contra eles, para assim contrariar este punhado de gente que vota sempre neles.
Os abstencionistas equivalem a 117 lugares vagos para deputados da Assembleia, deputados esses que poderiam ser escolhidos pelos cidadãos que criticam o PS o PSD e o CDS, mas como 60% dos portugueses não votam válido, fica nas mãos da lei, distribuir esses 117 deputados pelos partidos mais votados, ou seja abster-se ou votar nulo e branco equivale a votar e reforçar o PS e PSD.
E enquanto o povo não perceber como é que funciona a democracia e o voto, a democracia vai continuar a não funcionar, a corrupção vai continuar a avançar e o país e o nível de vida dos portugueses, a definhar.
Deixem de procurar defeitos em todos os partidos pequenos como desculpa para não votar, ninguém é perfeito, mas certamente nenhum deles fez tanto mal ao país como os que desgovernam há 40 anos, portanto mesmo que não encontre um partido perfeito e virgem imaculado para votar, vote contra os piores entre os piores, já confirmados e com provas dadas. O voto serve não apenas para eleger, mas ao votar contra serve para punir, censurar, julgar, expulsar os maus partidos.

Por Paulo Morais.
Não tem sido por falta de maiorias que o País chegou a este estado. 
Mas sim por falta de seriedade e por desrespeito pelas minorias.
As legislativas aproximam-se e são cada vez mais os atores políticos que secundam a opinião de Cavaco Silva: reclamam um resultado de maioria, que gere estabilidade governativa.
Discordo em absoluto, pois foram as maiorias que nos trouxeram à crise e a miséria. Todas as maiorias governativas são de má memória: Cavaco, Guterres, Sócrates e Passos.
Foi com Cavaco Silva no governo que se desbarataram fundos europeus sem critério, se começou a instalar a promiscuidade entre negócios e política e se assistiu à instalação da corrupção no regime. Os dinheiros do Fundo Social Europeu para formação foram desviados para o bolso de alguns.
A política era dominada por Duarte Lima, Dias Loureiro e Oliveira e Costa. Em maioria.
Foi Guterres que, apesar de prometer "no jobs for the boys", permitiu a entrada na Administração Pública de milhares de boys sem concurso. Na enxurrada, Guterres engordou a Administração. Dominavam a política socialista Jorge Coelho, Pina Moura, Armando Vara e Sócrates. Tudo gente séria, portanto. Em maioria.
Foi já a maioria absoluta de Sócrates que celebrou os contratos ruinosos das dezenas de parcerias público-privadas que comprometem as contas públicas até 2035.
Foi também Sócrates que nacionalizou o BPN, assumindo todos os prejuízos e deixando intactos os bens dos responsáveis pelo descalabro do banco.
Também Passos Coelho dispôs de uma confortável maioria, em coligação com Paulo Portas. Aproveitou esse poder absoluto para privatizar sem critério e ao desbarato a REN, a EDP, EGF, CTT, ANA e TAP.
Entregou o ouro ao bandido e fê-lo sem sentido estratégico ou patriótico. Hoje os chineses dominam a energia elétrica em Portugal, num modelo neocolonial em que os colonizados somos nós.
Os aeroportos são controlados pela mesma empresa que detém as pontes Vasco da Gama e 25 de Abril, pelo que as entradas na capital estão fora do controlo público, uma verdadeira ameaça à nossa segurança. Não tem sido, pois, por falta de maiorias que o País chegou a este estado.
Mas sim por falta de seriedade e por desrespeito pelas minorias. Paulo Morais

O PDR, Partido Democrático Republicano, de Marinho Pinto, é um dos defensores da implementação da democracia directa ou participativa. Também quer alterar a lei eleitoral. Pode não ser já a mais perfeita das democracias mas é um começo que deve ser apoiado e desenvolvido.
4. O PDR defende a democracia participativa através da intervenção dos cidadãos e das organizações sociais no debate político e no controlo das decisões em todos os níveis do poder político e defende o recurso ao referendo nos termos da Constituição e da lei. Defende também o direito dos cidadãos poderem candidatar-se em listas próprias a todos os órgãos políticos. Site
  1. Neste video Marinho Pinto explica como quer dar inicio à participação do povo na democracia e na governação, através do referendo, da democracia participativa e da abertura a candidatos independentes.
  2. Neste video Marinho Pinto defende as coligações como método a ser usado para ajudar o país e não como se tem feito, para lesar o país.
  3. Neste artigo Henrique Neto propõe as mudanças urgentes na lei eleitoral.
  4. Neste link pode conhecer mais partidos que propõem a democracia directa.
A censura aos pequenos partidos tem sido uma constante ao longo de décadas




  1. Lista e colecção de vídeos de Marinho Pinto
  2. Lista e colecção de videos de Henrique Neto
  3. Lista de video sobre cidadania e o poder do voto válido para limpar a corrupçao
OS VOTOS DESPERDIÇADOS DOS ABSTENCIONISTAS, NULOS E BRANCOS SÃO OFERECIDOS AOS PARTIDOS MAIS VOTADOS E TRANSFORMADOS EM DEPUTADOS... ELES, OS CORRUPTOS AGRADECEM. 117 LUGARES NA AR SÃO OFERECIDOS PELOS ABSTENCIONISTAS PELOS NULOS E BRANCOS...
Desta vez vota válido, ajuda a dividir o poder, ajuda a acabar com a corrupção



Vais continuar a deixar o PS e PSD, ganhar com a tua abstenção?




Esta é a lógica dos abstencionistas... 
























11 comentários :

  1. Como votar no actual sistema?
    Enquanto o sistema eleitoral não muda, o que fazer? Dado de que só votos em partidos entram nas contagens, nunca devemos votar branco/nulo; votar sempre; e sempre para a renovação do espectro partidário. Ou seja, votar em "micro-partidos", ou partidos novos. O que penaliza um partido, não é a abstenção ou votos brancos/nulos, é votar noutro partido - porque se não votarmos, não estamos estamos a negar o voto a ninguém. Estamos apenas a deixar que as decisões se concentrem num subconjunto mais restrito do eleitorado - que inclui sempre as clientelas da partidocracia.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. TEMOS OS POLITICOS QUE MERECEMOS SOMOS NÓS QUE OS MOLDAMOS
      UM POVO QUE NÃO VOTA NEM SABE USAR O VOTO JAMAIS SERÁ REPRESENTADO, TEMIDO OU SEQUER RESPEITADO E JAMAIS SABOREARÁ AS VANTAGENS DA DEMOCRACIA...
      Em Portugal vence sempre a abstenção e a ignorância e os corruptos.
      O povo não sabe que o voto não serve apenas para votar a favor dos que mais se apoiam, serve também para votar contra os que mais roubam e mentem.
      O critério decisivo da democracia é a possibilidade de votar contra os partidos que há 40 anos destroem o país
      Karl Popper, sobre democracia, responsabilidade e liberdade.
      (…)
      Inicialmente, em Atenas, a democracia foi uma tentativa de não deixar chegar ao poder déspotas, ditadores, tiranos. Esse aspecto é essencial. Não se tratava, pois, de poder popular, mas de controlo popular. O critério decisivo da democracia é – e já era assim em Atenas – a possibilidade de votar contra pessoas, e não a possibilidade de votar a favor de pessoas.
      Foi o que se fez em Atenas com o ostracismo. (…)
      Desde o início que o problema da democracia foi o de encontrar uma via que não permitisse a
      ninguém tornar-se demasiado poderoso. E esse continua a ser o problema da democracia. (…)

      ARTIGO COMPLETO: http://apodrecetuga.blogspot.com/2015/09/o-criterio-decisivo-da-democracia-e.html#ixzz3qcV7Aoi8

      Eliminar
  2. Sim, tenho plena consciência que este virar de costas dos cidadãos para a política, é resultado da sua "imundice" do seu "aparelho", da sua "porca existência". São os políticos de ontem e de hoje que mais têm contribuído para chegarmos à realidade actual de alheamento dos cidadãos da participação política. Hoje a maioria dos portugueses apenas sabem que a política não existe para servir os seus interesses, mas para servir os interesses dos próprios políticos. A história diz isso, não vale a pena tapar o sol com a peneira. Mas também temos que reconhecer que quando os eleitores não vigiam os seus politicos tal como o patrão que não vigia os empregados, encontra o caos.
    Por isso o não ir votar no dia das eleições é um perpetuar esta realidade. É dar o voto a quem vota sempre e elege os mesmos de sempre. Os mesmos que têm alternado o poder e têm conduzido o país e a descredibilização da política ao que conhecemos hoje.
    Deslocar a uma assembleia de voto não custa nada num domingo. Fazer uma cruz num boletim de voto muito menos. Se pensarmos que nunca tivemos um boletim de voto com tantos quadradinhos disponíveis, então mais fácil se torna. Idealmente vote em consciência, mas também se não tiver cosnciente de nada (mais que natural tendo em conta as manipulações diárias a que estamos sujeitos), faça uma cruz em qualquer quadrado, mas faça!
    Deixar os outros decidirem por nós é perpetuar o actual sistema, é prolongar aquilo que muitos criticam hoje. Hoje sabemos que muitos dos que promovem a abstenção nas redes sociais são pagos pelos partidos do sistema mesmo para incutir esse argumento na nossa forma de pensar, perpetuando assim a sobrevivência dos mesmos de sempre.
    Não posso aceitar que muito critiquem o actual sistema e depois no dia das eleições, quando é-lhes dada a oportunidade de poder inverter o rumo até aqui, fiquem em casa e digam de boca cheia que não querem saber disso para nada. Quem não vota, não tem o direito de criticar depois o estado do país. Deve ficar calado e resignar-se à sua condição de mera marioneta da vontade de quem foi eleito.
    Por isso abstenção não é solução. Cumpra o seu dever de cidadão, exerça seu direito. Vote em quem quiser, mas vote, para que a abstenção não seja novamente o partido mais votado, tirando legitimidade a um governo que nos irá governar sem ter sido efectivamente eleito pela maioria!
    Tal como na foto, no fundo da linha existe uma bifurcação na política actual e cabe a si tornar real outro caminho, outra direção, com o seu voto e não com a sua resignação! Seja um cidadão, não uma marioneta!

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. O voto branco e nulo, tem poder?
      As mentiras são muitas, são estratégias sujas para manter as vitimas longe do tribunal onde os seus carrascos estão a ser julgados, e poderiam ser condenados: as urnas.
      "É de respeitar a posição de quem prefere não optar, mas o voto branco não funciona para quem quer tomar posição na luta social e política.
      Uma impressionante cadeia de emails anónimos tem divulgado uma mentira.
      Um apelo ao voto branco "contra estes políticos" garantia que, "se a maioria da votação for de votos em branco, são obrigados a anular as eleições e fazer novas, mas com outras pessoas diferentes nas listas".

      Tanto circulou a mentira, que a Comissão Nacional de Eleições teve de lançar um esclarecimento sobre a lei: "Os votos em branco e os votos nulos não têm influência no apuramento dos resultados - será sempre eleito, à primeira ou segunda volta, o candidato que tiver mais de metade dos votos expressos, qualquer que seja o número de votos brancos ou nulos." A abstenção nem é digna de referencia pois todos sabem que a esta tem diversas causas, e portanto não pode ser uniformizada. Não se pode apurar que o abstencionista quer isto ou aquilo, porque na realidade o abstencionista apenas não quis ou não pode votar, porquê? Apenas se pode especular.

      Os votos brancos e nulos já atingiram percentagens importantes. Somados, em eleições presidenciais anteriores, chegaram a 2% a 3%, ultrapassando mesmo alguns candidatos. Cabe perguntar: quem o recorda? Quem se incomodou? Quem vibrou e quem tremeu? Os votos brancos e nulos são uma má opção de protesto, desde logo porque podem não ser protesto nenhum. São apenas uma expressão vazia, onde cabe o apelo autoritário, a hesitação radical (que não se decide a tempo), a desilusão do momento. É de respeitar quem prefere não optar, mas o voto branco não funciona para quem quer tomar posição na luta social e política. Jorge Costa, Jornalista

      ARTIGO COMPLETO: http://apodrecetuga.blogspot.com/2012/11/o-poder-do-voto-voto-em-branco-e-nulo.html#ixzz4YE29VO6z

      Eliminar
  3. O nome de Miguel Macedo nunca foi usado ao invés de Sócrates para estas eleições ,note-se que outros partidos que não o PSD e CDS PP não precisam de usar as nodoas pessoais do PSD R CDS PP para ganharem votos e isso é uma vergonha para os partidos do governo que tudo fazem e servem-se de tudo para mancharem os partidos da oposição ,pois não tem mais argumentos na campanha a não ser a ACUSAÇÃO ,REVIVER O PASSADO ,MENTIRAS ,E OIUTROS TRUQUES NEOLIBERAIS ,QUE FAZ LEMBRAR O TEMPO DE SALAZAR , DIVIDIR PARA GOVERNAR !!!

    ResponderEliminar
  4. Há espaço para que em Portugal, os pequenos partidos ganhem músculo, apesar da nítida defesa do couto, que tambem vemos nas corporações, seja de policias,professores, medicos...fruto do corporativismo que nãi foi derrubado como o regime em abril 74.
    A internet, o trabalho sério local, a mudança de discurso do dizer mal dos outros, para afirmar o que nós queremos, a formação de autarcas bem informados e que se preparem com profundidade, para ter opinião fundamentada sobre os problemas dos cidadãos e a forma de comunicar com eficencia.
    Nada se faz sem trabalho sério, e querer que meia duzia de frases bonitas façam um programa é infantil e o caminho para o fracasso a longo prazo.
    Andar a botar discurso sobre por exemplo, a Grecia, a Venezuela,.. num partido pequeno que ainda nem se afirmou sobre a o que fazer a corrupção ou aos reformados ou ao défice , chamo eu dar tiros nos próprios pés; passar a vida a dizer mal do governo ou dos outros partidos é poeira para tapar olhos mal abertos; trazer porta vozes sem carisma e mal preparados nas poucas aparições na tv que lhes proporcionam é de incompetente e dispensar os adversários para ser derrotado. Claro que vamos ser atacados, essa é a essencia da pequena politica a portugues, mas antes de vestir a camisola já sabíamos que é assim o campo de luta.Vir lamentar-se é uma palermice e confessar a fraqueza.

    ResponderEliminar
  5. E, é exactamente por isso é que o poder está a ser cada vez mais concentrado - primeiro num superestado europeu e depois, se as coisas correrem como planeado pelos interesses corruptos que nos governam, num Governo Mundial. (http://octopedia.blogspot.pt/2015/09/os-estados-unidos-querem-enfraquecer_16.html?showComment=1442508012033#c7513074023097509880)

    (A "União Europeia" é suposto - conjuntamente com uma "União Africana", que também já existe, "União Norte-Americana" e outras - fundir-se depois num único governo mundial, em que teremos as "Nações Unidas", com um único parlamento, a governar sobre todo o Mundo: http://ferrao.org/2008/06/daniel-estulin-clube-bilderberg-os.html)

    E, quem deixou um Primeiro-Ministro de um partido que tem a palavra "Democrata" na designação, entregar de bandeja e sem sequer convocar um referendo(!) algo de tão importante quanto a Soberania Nacional, aos maçons e alta burguesia internacional responsáveis pela construção desta "União Europeia", que destrói os países que governa, está a colher os frutos do que deixou ser plantado.

    (Ó para eles a roubar o dinheiro dos contribuintes, lá longe, em Bruxelas, onde ninguém os vê: https://euobserver.com/justice/121489, http://www.brusselsjournal.com/node/3004)

    Por isso, portugueses apáticos e cobardes, que nada fazem para impedir que o vosso país se afunde... Se é deixar as coisas "ir andado", como é vosso hábito, o que querem continuar a fazer... Bem-vindos à "Nova Ordem Mundial": https://www.youtube.com/watch?v=f1bjnkOqT8k

    ResponderEliminar
  6. Vejam o que está a acontecer com a extinção de freguesias - onde muitas vezes são eleitos independentes para as chefiar.

    É, mais uma vez, exactamente por diminuir a democracia que temos e concentrar, cada vez mais, o poder nos dois partidos dominantes, é que estamos a assistir a uma progressiva concentração do poder, em si.

    ResponderEliminar
  7. Chegou finalmente a hora de explicar porque defendo o voto nos partidos pequenos, não é por orientação parental wink emoticon nem por falta de inteligência provocada pelo calor wink emoticon.
    É pelos números das diversas eleições legislativas, que defendo o voto e não a abstenção. Se a abstenção tivesse expressão na assembleia, eu concordava, mas a verdade é que o que conta para as eleições são os votos expressos, a abstenção é posta de lado, ninguém liga. Fazem-se uns mini-debates na noite das eleições, sobre as causas do aumento da abstenção e fica tudo na mesma. A realidade é que a abstenção favorece os grandes partidos, se calhar também é por isso que há tanta dificuldade em tirar os mortos dos cadernos eleitorais (são abstenção garantida) não será?
    Eu percebo que por convicção, por não se querer dar dinheiro aos partidos, para não legitimar o sistema, etc, etc, se escolha a abstenção, mas isso é no campo da teoria, da poesia. Na prática abster-se é votar no partido vencedor (insisto em afirmar isto e jé nem está calor).
    Há uns tempos resolvi tirar os resultados das legislativas, que estão consultáveis em www.cne.pt . Imprimi as legislativas desde 1985. As autárquicas são eleições muito diferentes e as presidenciais nem vou falar, porque temos neste momento um presidente eleito com uma maioria absoluta, mas em quem 77% dos portugueses não votou, sabem porquê? Porque houve mais de 53% de abstenção o que transforma os 52% de “maioria” nos meros 23%, mais coisa menos coisa. Pergunta – Quem se absteve, quem é que ajudou a eleger??
    Vamos ás legislativas; fiz as contas nos diversos anos e tive o cuidado de analisar os anos em que existem semelhanças, neste caso comparei 1985 com 2011, em ambas houve uma vitória do PSD, mas a abstenção em 1985 foi de 25,84% e em 2011 foi de 41,97%, aumentou quase 16%... Em 1985 o PSD teve uma percentagem de 29,87% dos votos expressos, mas analisando os inscritos, passa para os 22,15%. Em 2011 o PSD teve um magnifico numero de 38,66% dos votos expressos… mas, vamos lá fazer as contas dos inscritos… passa para 22,45%. Este é um bom exemplo do que digo, em 2011 o PSD teve uma percentagem mais de 9% superior, mas na realidade foi só de 0,3% e a que se deveu isto? Ao aumento da abstenção.
    Para não ser muito aborrecido não coloco mais números, mas podem analisar as eleições de 1987/1991, dá a mesma análise, 1995/1999 com vitorias do PS, também o mesmo resultado. 2002 com 2011… Entretenham-se, eu fartei-me de fazer contas e chego sempre ao mesmo a abstenção beneficia os grandes, as maiores maquinas partidárias, os pequenos estão sempre na mesma.
    O que quero com isto tudo? Quero a divisão de votos, quero ver 10, 12, 15 partidos na assembleia, quero ver gente diferente na assembleia, quero ver os partidos a terem que se entender para conseguirem governar. É óbvio que abstenção = (R)evolução é mais bonito e poético, mas na prática se queremos mudar alguma coisa, temos de corroer o sistema por dentro e com as regras do sistema. Desvirtua-lo, mina-lo, fazer com que se destrua com as próprias regras, isso sim é possível na prática, dividindo votos.

    ResponderEliminar
  8. Há coisas que não compreendo! Este blogue defende o senhor Paulo Morais...MILITANTE DO PSD e autarca em Ponte de Lima que não denuncia a corrupção no distrito onde tem residência e lucra com uma mega-residência para idosos? É TEMPO DE AVANÇAR e dizer basta a este tipo de duplas personalidades. O autor ou autores deste blogue têm a noção do que dizem ao tomar o senhor PAULO MORAIS (cujo doutoramento não está publicado, nem sequer o Mestrado e foi dirigente da Universidade onde o senhor Relvas de licenciou?

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Paulo Morais não é do psd e denuncia a corrupção do psd. Mas claro aos protectores dos coruptos, convém desacreditar as pessoas honestas. E isso é notório em pessoas que mentem para atacar os honestos e mentem para defender corruptos

      Eliminar