Presidente da Comissão Europeia envolvido em escândalo de mega fraude fiscal: Luxleaks





Luxleaks: único acusado é o jovem que denunciou a fraude.
O francês Antoine Deltour trabalhava na auditora PwC e diz ter agido "por convicção" ao denunciar os acordos fiscais secretos entre o Luxemburgo e as grandes empresas. Em entrevista ao diário francês Libération, o homem que é agora acusado no Luxemburgo por roubo, violação de segredo comercial e acesso proibido a dados da auditora PricewaterhouseCoopers (PwC) diz que não se arrepende do que fez.
"Desde o início agi por convicção, pelas minhas ideias e não porque quisesse aparecer nos jornais", afirmou o ex-funcionário da PwC.
Hoje com 28 anos, Deltour começou a trabalhar como estagiário na multinacional de auditoria e em 2008 tornou-se auditor. Dois anos depois demitiu-se, desencantado com o seu trabalho. "Fui descobrindo que a realidade do sistema é o seu radicalismo: uma prática generalizada de otimização fiscal. Não queria contribuir para isso", disse Deltour na entrevista ao Libération.

O ex-auditor diz que nunca pediu qualquer compensação em troca das informações que copiou na empresa em 2010 e depois ofereceu a várias ONG que lutam contra a fraude fiscal e pela justiça na economia. Mas só depois, quando foi contactado por um jornalista do canal France 2, é que esses documentos vieram a público. Depois da emissão do programa em 2012, a PwC apresentou queixa, mas só na quinta-feira passada o autor da fuga de informação foi ouvido pela justiça luxemburguesa.
presidente união europeia fraude corrupçãoO caso "Luxleaks" envolve o atual presidente da Comissão Europeia que foi responsável por alguns dos acordos secretos quando chefiava o governo luxemburguês. O escândalo foi publicado pelo Consórcio Internacional de Jornalistas de Investigação, que junta jornalistas de vários países, mas não conta apenas com os documentos de Antoine Deltour, que diz nunca ter contactado com o Consórcio. A investigação divulgou casos de acordos secretos promovidos pelas outras grandes multinacionais da auditoria, como a KPMG, Deloitte e Ernest & Young.

O custo da energia em Portugal, é 40% superior à de França.





De visita a Portugal, após ser empossado presidente da PSA Peugeot Citroën, Carlos Tavares estará reunido com o secretário de Estado dos Transportes, Sérgio Monteiro, para falar sobre energia e logística.
Um dos assuntos que será tratado durante o encontro será o desnível de preços da electricidade praticados pela indústria a nível europeu. "Os preços da electricidade em Portugal são 40% mais altos do que em França", afirmou Carlos Tavares durante uma mesa redonda com jornalistas portugueses.

“O custo da energia é 40% superior a França o que é uma penalidade muito grande, porque a indústria automóvel usa muita electricidade sobretudo na pintura. Os custos de energia para um país como o nosso têm de ser os mais baixos possíveis e é difícil, obviamente.”
“Este é um factor de não competitividade. Tudo o que puder ser feito para melhorar os preços da energia vai ajudar não só a indústria automóvel mas muitas outras indústrias. Temos uma força que é a nossa energia renovável, e podemos trabalhar para fazer com que a energia limpa baixe os custos para sermos mais competitivos”, salientou.
O presidente executivo do grupo de automóvel francês levantou o véu sobre os temas que discutirá com o secretário de Estado, Sérgio Monteiro, que além da energia incluirá assuntos relacionados com a logística. Neste aspecto, Carlos Tavares considera de vital importância a construção de uma linha ferroviária que permita escoar os automóveis da fábrica de Mangualde para o Porto de Vigo, onde posteriormente serão exportados.
Recorde-se que a PSA possui uma fábrica de produção automóvel localizada em Mangualde onde são produzidos os comerciais Berlingo e Partner.

EM BAIXO, OS VIDEOS QUE EXPLICAM COMO A EDP POSSUI MAIS FORÇA QUE O INTERESSE NACIONAL

António Costa a grande ilusão, que serve a rede de clientes/parasitas do estado.



Em baixo, deixo-os com algumas opiniões sobre o que António Costa fará a Portugal, quando ganhar o poleiro.
A comunicação social já tomou o seu partido, e essa opção será seguida cegamente pelos eleitores.
A comunicação social é uma máquina de manipulação que em Portugal não tem travão, pois possui a liberdade e o poder de transformar, aos olhos do povo, o mais cobarde criminoso, num herói.
“Se você não for cuidadoso, os jornais farão você odiar as pessoas que estão sendo oprimidas, e amar as pessoas que estão oprimindo.” Malcolm X
A comunicação social que como sabemos está nas mãos dos poderosos e dos partidos mais ricos, consegue fazer ganhar eleições a quem defender os interesses gananciosos das clientelas e não os interesses dos cidadãos.

"A grande ilusão
A comunicação social está a fazer um esforço tremendo para impingir António Costa ao povo português como se ele tivesse a varinha mágica para a solução dos problemas nacionais – como se ele fosse a salvação do país.
Está em marcha uma gigantesca campanha de propaganda apoiada numa imensa teia clientelar criada em torno da Câmara de Lisboa, tudo para dar a vitória ao PS nas próximas eleições legislativas.
Não importa que grande parte dos problemas políticos e financeiros com que Portugal se debate tenha sido originada por governos em que Costa participou;
não importa que o PS e um governo seu tenham criado no passado uma tal rede de promiscuidades políticas e económicas que levou à demissão do próprio líder socialista e primeiro-ministro de então.
O que importa é que o PS chegue rapidamente ao poder para distribuir pela sua clientela faminta e vingativa os milhares de lugares bem remunerados no aparelho de Estado e empresas públicas.

Gaia financia 75 bolsas de cursos de línguas a colégio privado com dividas ao fisco.

Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia, irá oferecer no dia 21 de Fevereiro (2014) 75 bolsas de estudo à empresa Lancaster College de Mitchell & Sousa Lda.
As bolsas em cursos de línguas, são destinadas a famílias carenciadas? 
Toda a gente sabe que o sonho e a urgência de qualquer família carenciada é uma bolsa para aprender línguas. Até porque isso é algo que não existe na escola obrigatória.
E é assim que assistimos ao desbaratar de dinheiro público, fingindo que se ajudam as famílias carenciadas, quando na verdade se está a ajudar empresas de amigos carenciadas/ falidas e incumpridoras?1º Esta empresa encontra-se insolvente;
2º Não tem a situação contributiva regularizada quer na Segurança Social, quer na Autoridade Tributária;
3º Não entregou o modelo de IRC e IES nos anos de 2010, 2011 e 2012 à Autoridade Tributária.

O convite do evento:




Fonte: Página Facebook Wikileaks


"Sócrates representava uma bomba relógio para a qualidade da democracia portuguesa."


Henrique Neto deixa uma mensagem de aviso a António Costa. Está na hora de mudar, começando por limpar a casa no próximo congresso. Mas se ele optar por seguir em frente, mantendo os mesmos que conduziram Portugal à falência, dentro de algum tempo rebobinaremos o mesmo filme de tráfico de influências e de promiscuidade entre a política e os negócios, colocando com isso em risco o próprio regime democrático.

Por Henrique Neto (Deputado na AR pelo Partido Socialista, 1995-1999.)

A Encruzilhada do Partido Socialista
Na manhã de sábado passado recebi, como presumo todos os militantes socialistas, uma mensagem do novo Secretario Geral do PS António Costa, iniciada como segue: “Caras e Caros Camaradas, Estamos todos chocados com a notícia da detenção de José Sócrates”.
A mensagem está muito bem escrita, mas confesso que não fiquei chocado e há muitos anos que esperava os acontecimentos do passado fim de semana, na convicção de que José Sócrates representava uma bomba relógio para o prestígio do PS e para a qualidade da democracia portuguesa.
Escrevi-o vezes sem conta, na tentativa de chamar à razão os socialistas e com o objectivo de defender o PS do opróbrio público e de proteger o regime democrático. Não por quaisquer razões de inimizade pessoal.

Por isso mesmo, não retiro qualquer satisfação pessoal com a detenção de José Sócrates, que é inocente até prova em contrário, deixando que a justiça portuguesa decida de forma justa e de acordo com os factos encontrados na investigação, se for esse o caso. Todavia, já não faço o mesmo relativamente ao julgamento político dos governos de José Sócrates e daqueles que, de forma indigente, o seguiram em muitas das decisões erradas que conduziram Portugal à ruína e ao empobrecimento dos portugueses.

TAP dá prejuízo porque foi usada para comprar empresas falidas: uma brasileira falida e uma portuguesa do GES?

Qual a sua opinião sobre a privatização da TAP? Deixo-o com algumas opiniões e factos que o podem ajudar a formar a sua.
Em baixo poderão ler alguns exemplos de gestão danosa, na TAP, que lesaram a empresa, os trabalhadores e o país. Mas o mais grave, é que após a leitura dos dados abaixo expostos, ficamos ainda mais cientes da nossa impotência como cidadãos, incapazes de travar as injustiças, os crimes e os criminosos.
E é perante essa impotência e impunidade que devemos analisar e perceber a privatização da TAP.
Esta é a minha opinião baseada nos dados fornecidos em baixo, e tendo em conta o país corrupto em que vivemos e vamos continuar a viver, já que as sondagens das intenções de voto, assim o indicam.
Seja por gestão danosa, por incompetência, ou seja pelo que for, o Grupo TAP dá prejuízo, é um facto. A única maneira de evitar que ela seja gerida de forma danosa e evitar que dê prejuízo, talvez seja privatiza-la. Porque é também um facto que as empresas privadas, procuram maximizar o lucro, têm incentivo em cortar custos, tentam ser mais eficientes e não compram empresas falidas, como se fez na TAP, que comprou a Portugália falida, a peso de ouro, 140 milhões (do grupo GES) e a VEM (Empresa de manutenção da falida Varig, sediada no Brasil que já custou 500 milhões). 
Os próprios funcionários da TAP, reconhecem que a empresa já está a ser "injusta" para os trabalhadores mas ainda não foi privatizada? Então eles querem travar a privatização para proteger quem se actualmente já:
-Não se protegem os interesses dos trabalhadores, 
-Não se protege o interesse nacional 
-Não se protege o interesse da empresa 
-Não se protege o interesse dos passageiros, 
-Não se protegem os postos de trabalho
Reconhecem portanto que a TAP está já caótica, vulnerável a mãos criminosas ou/e incompetentes, apesar de não ter sido ainda privatizada. 
O problema da TAP não é vir a ser privatizada, é estar num país onde a corrupção e a má gestão é premiada e protegida.
Os responsáveis pela má gestão ou gestão danosa, não são responsabilizados escapam sempre impunes e até são premiados. O ideal seria penalizar os responsáveis pelos negócios ruinosos da TAP, e substitui-los, mas como se pode constatar, ninguém fala sequer em responsáveis ou responsabilidade pelas compras danosas da TAP.
Neste país, os responsáveis apenas têm uma responsabilidade, que é a de receber os salários dourados e os bónus. 
Se a TAP está a ser mal gerida e a ser usada para salvar empresas falidas de "amigos", está a lesar o interesse nacional, a lesar os trabalhadores e a empresa... se a privatizarem, o que pode piorar?
Será que apenas temos duas opções? Privatizar e lesar o interesse nacional ou não privatizar e continuar a lesar o interesse nacional?
Por isso é importante perceber o que é que já está a funcionar mal, e como é que a privatização o pode melhorar ou piorar.
A defesa dos direitos dos trabalhadores e da sustentabilidade da TAP, não me parece estar ameaçada pela privatização, porque pelo que vemos, essas ameaças já existem agora. 
Lutar pelos direitos dos trabalhadores e exigir uma boa gestão é um luta que se pode travar tanto numa empresa privatizada como noutra qualquer. O problema é que a privatização da TAP, significa também perda de poder dos seus 11 sindicatos?
Esta foi a minha opinião, em baixo partilho a dos trabalhadores... Mas não se esqueça, todos os casos referidos em baixo, injustos, graves, lesivos e estranhos, se passam na TAP actualmente, ou seja, antes de ela ser privatizada..
 
- As privatizações são feitas por todo mundo, por exemplo no Reino Unido, com a venda aos privados de muitas empresas anteriormente detidas pelo Estado, designadamente a British Petroleum (BP), British Telecom (BT) e a British Airways, mas as privatizações das empresas estatais, significam também perda de poder dos sindicatos.
- Fernando Pinto, que era presidente da brasileira Varig (entretanto falida), é escolhido para liderar a comissão executiva a companhia nacional (Outubro de 2000, Diário de Notícias)
- A aquisição da VEM teve lugar sem a necessária autorização do Governo. Em causa está uma falha que poderá obrigar a que o negócio – que já custou à TAP cerca de 500 milhões de euros desde 2007 – seja nulo do ponto de vista jurídico. Ao Diário Económico, fonte oficial da TAP assegurou apenas que "todo o processo da VEM foi acompanhado pela tutela directa da TAP [Ministério das Obras Públicas à altura liderado por Mário Lino], merecendo a sua concordância".

Texto de Ricardo Garcia Pereira. 
Desafio todos os que se opõem à greve e apoiam a privatização a ler o resto do texto para que fiquem a conhecer a realidade da TAP.
Saberão certamente que esta é a segunda greve do Sindicato dos Tripulantes de Bordo em 14 anos. Desta vez juntaram-se os outros 11 sindicatos, dos 12 000 trabalhadores da TAP.
Saberão, também, que a TAP andava a ludibriar o Acordo da Empresa há anos, e não cumpria o estipulado relativamente a:
- descansos entre voos;
- ao direito a passar um a cada 7 fins-de-semana com a família;
- ao reforço de tripulações em voos maiores;
- redução de horário de mães lactantes;
- horas de voo contínuas;-etc.

Director do SEF, suspeito dos vistos gold, foi nomeado por António Costa no governo Sócrates.


Paulo Macedo não queria manter Palos quando tomou posse, mas foi o CDS, de Portas, que se opôs à sua substituição no cargo, quando este governo entrou em funções. 
Entre os 11 detidos pela PJ estão também o presidente dos Registos e Notariado e a secretária-geral da Justiça, além de três chineses. Todos são suspeitos de corrupção na atribuição de vistos gold.
Secretária-geral do Ministério do Ambiente apresentou demissão.
O director do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), Manuel Jarmela Palos, e o presidente do Instituto dos Registos e Notariados (IRN), António Figueiredo, foram detidos na sequência de uma investigação por suspeitas de crime na atribuição de vistos gold.

Na megaoperação Labirinto, que mobilizou 200 inspectores da PJ em todo o país, foi ainda detida a secretária-geral do Ministério da Justiça (MJ), Maria Antónia Anes. A PJ interceptou-a à saída da secretaria, na Rua do Ouro, na Baixa de Lisboa.
A PJ fez também buscas na secretaria-geral do Ministério do Ambiente (MA), liderada por Albertina Gonçalves. Esta responsável, que é sócia do ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, num escritório de advogados, não foi detida. O ministro, como nenhum outro membro membro do Governo, não é visado neste inquérito, salientou já a Procuradoria-geral da República (PGR).

(...)No total, a PJ deteve 11 suspeitos de participarem no esquema relacionado com a atribuição de vistos. Uma outra foi detida por posse de arma proibida. Entre os detidos estão funcionários e dirigentes do IRN e três cidadãos chineses ligados a empresas que agilizam as atribuições de Autorização de Residência para Investimento (ARI), mais conhecidas por vistos gold.
A PJ realizou 60 buscas e demorou-se principalmente no IRN e em instalações dos ministérios da Justiça, da Administração Interna e do Ambiente. Centenas de documentos foram apreendidos. Ao início da noite, os inspectores analisavam ainda essas provas que podem vir a ser relevantes para consolidar as suspeitas relativas a crimes de corrupção, tráfico de influências, peculato e branqueamento de capitais. A sede do SEF em Porto Salvo, Oeiras, foi um dos locais alvo de buscas assim como a sua Direcção Regional de Lisboa, Vale do Tejo e Alentejo.

Enquanto não tivermos um povo critico, com educação e um grau de exigência que exija políticos sérios, não teremos políticos sérios.

Neste video:
Henrique Neto - Os eleitores exercem a cidadania como se a politica fosse "clubismo", agarram-se a um partido para a vida, de forma acrítica, façam eles os erros que fizerem, os fieis elegem sempre o "seu" partido.
Medina Carreira - Não adianta renovar todos os partidos, fazer uma revolução e acabar com estes partidos, porque a Itália já fez isso e voltou tudo ao mesmo. Enquanto não tivermos um povo critico, com educação e um grau de exigência que exija políticos sérios, não teremos políticos sérios.



A pedagogia politica será a única forma de combater a corrupção politica, de forma eficaz e duradoura.
- E Portugal está a mudar? João Cravinho responde que sim, e diz que isso se deve também à menor tolerância e resignação da opinião pública com a corrupção.
- Maria José Morgado salientou a importância da blogosfera e de alguma comunicação social, na denúncia de "enriquecimentos súbitos de titulares de cargos políticos, esbanjamento de dinheiros públicos, crimes financeiros e porosidade entre poder político e poder empresarial".

Para aqueles que continuam a acreditar que a corrupção só se resolve com sangue, tumultos e lutas de rua, aqui ficam algumas opiniões que mostram que o combate também deve ser feito através da informação/divulgação e pedagogia de forma a despertar, naturalmente, a indignação e a intolerância do povo, à corrupção.
É fundamental expor de forma clara, a todos os cidadãos, como se processa e perpetua a corrupção em Portugal. Denunciar os crimes, a impunidade, o descaramento e descontracção dos corruptos é um acto de cidadania. 
Ao divulgar a forma como os nossos impostos e o nosso bem estar, são constantemente ameaçados pelos corruptos, as pessoas começam a perceber que os políticos foram os responsáveis por danos inimagináveis ao país e aos portugueses. A sustentabilidade e soberania do país está ameaçada, gerações inteiras empenhadas e endividadas, que viverão escravizadas, para pagar constantes saques de impostos, idosos a passarem dificuldades para pagar politicas incompetentes, adultos condenados ao desemprego e humilhação graças aos governos sem visão e sem escrúpulo que fingem que gerem o país.
O combate à corrupção começa em cada um de nós, com a nossa vigilância, com as nossas manifestações de indignação, a intolerância aos abusos e saques. A nossa desatenção, inércia e silêncio perpetua e alimenta a corrupção. 
Temos o dever de passar a palavra para que o máximo possível de portugueses conheça os contornos e a gravidade do descaramento dos corruptos, por forma a que os eleitores sejam capazes de punir nas urnas, os que merecem ser punidos e apoiar aqueles que lutam pelo povo. Só sendo justos defenderemos a democracia e o país. 
Esta é a fórmula mágica dos países onde a corrupção foi praticamente eliminada. Nos países nórdicos, as leis não são muito diferentes das nossas... a diferença está na atitude dos cidadãos, que são atentos, defendem o país e não toleram corruptos. São eleitores interessados e informados. Essa deveria ser a função de todos nós, mas nós insistimos em nos demitir da nossa principal função como protectores da democracia e justiça, pois tal como diz o povo e bem... "Patrão fora, dia santo na loja" Isto é Portugal, o povo é o patrão que está sempre ausente, os corruptos estão como querem e fazem o que querem.

Vale tudo para que o poleiro não saia das mãos dos corruptos.


A CORRUPÇÃO EM ESPANHA VERSUS PORTUGAL
Novo programa de Paulo Morais e Marinho Pinto, na CMTV. Alguém acredita que o BES está falido? O BES fazia lavagem de dinheiro, um negócio que só dá lucro. 




Em Espanha já abriram os olhos e deram inicio à caça ao corrupto, para que a podridão do sistema seja varrida de raiz.
Paulo Morais e Marinho Pinto, neste video, sem papas na língua explicam porque em Portugal os políticos corruptos e outros criminosos de colarinho branco, ficam sempre impunes. A lei é feita por escritórios de advogados que dominam o parlamento. E todos se protegem porque todos têm telhados de vidro e sabem que se um for apanhado pela justiça irá arrastar com ele, muita gente importante. Denunciam ainda o caso BES e a mentira de que o BES está sem dinheiro.
Fogo contra fogo, analisa escândalo no Luxemburgo e bes
Marinho Pinto explica ainda porque é que os honestos e sérios se afastam da politica. Porque aqueles que querem combater e denunciar a corrupção são atacados pelos corruptos, pela comunicação social e até pelos cidadãos. Por isso se afastam os honestos da politica.
Tanto na justiça como na politica é difícil ser honesto e justo e fazer um bom trabalho, porque perde-se muito estar contra os corruptos, somos perseguidos atacados.
Existe em Portugal um défice elevadíssimo de cidadania, as pessoas em vez de punirem e censurarem os corruptos, elegem-nos e punem e censuram os honestos.

Em Espanha a justiça continua a prender centenas de políticos corruptos, em Portugal continuamos a ver processos atrás de processos a prescrever ou a serem inocentados.
Em Portugal tudo continua na mesma, o povinho adora o sistema podre, que há 40 anos saqueia o país. Um gang de partidos, unidos que se apoderaram do país, que se sustentam com os nossos impostos e que para manter tudo isso alimentam uma farsa onde fingem defender o povo e opor-se aos ladrões.
Mas tudo não passa de uma farsa bem montada, que em 40 anos mantém este sistema onde todos os partidos da velha guarda, saíram a ganhar e o país a perder.
Os partidos que ganham o poleiro usufruem do pote dos impostos e distribuem esses mesmos impostos para garantir a manutenção do sistema. Subsídios milionários de milhões de euros a partidos e sindicatos... que supostamente deveriam defender o povo mas têm que manter-se amigos e em paz com os governos... enfim, ainda há quem acredite que isto funciona.
Compram também a comunicação social, essa máquina impune de fazer eleitores cegos e acríticos, que facilmente fabricam cidadão que adoram o opressor e a odeiam quem os quer libertar.
Inventam qualquer coisa para derrubarem e desacreditar aqueles que lutam contra o sistema. E o zé povinho nem percebe que está a colaborar na farsa e no saque do seu próprio dinheiro e país.
Vale tudo para que o poleiro não saia das mãos daqueles que há décadas o parasitam. Incluindo empurrar os eleitores para a abstenção quando já existem alternativas de voto que oferecem a mudança.
Em Espanha "SI PODEMOS" em Portugal não poderemos, porque "si", continuaremos a cometer os mesmos erros de sempre e a esperar resultados diferentes. Os fanáticos e beneficiários dos partidos do sistema, continuarão a votar nos partidos do sistema, o que será suficiente para os legitimar, e esses mesmos partidos pagam a muita gente para convencerem os eleitores descontentes a continuarem a votar nulo, branco ou abster-se, e o país terá garantido os de sempre no poleiro.
A abstenção faria sentido se não tivéssemos alternativas, mas agora há. Si Podemos, votem diferente e em quem tem o cadastro limpo. O passado limpo. 

Quem vive muito acima das suas possibilidades é o Estado, a classe política e os gestores públicos

85% da divida foi gerada pela corrupção de décadas. PS, PSD, CDS... 


Quem vive muito acima das suas possibilidades é o Estado, a classe política, os gestores públicos.
A mentira mais repetida na vida política portuguesa é a de que os portugueses vivem acima das suas possibilidades, trabalham pouco, ganham demasiado e deveriam poupar mais. Nada de mais errado: este conjunto de mitos constitui um embuste.
O primeiro mito é o de que os portugueses vivem acima das suas possibilidades, fazem férias caras e compram bens que não deviam. Um logro. Quando adquirem bens ou serviços, os cidadãos fazem-no ou com o seu dinheiro ou a crédito. No primeiro caso, estão no seu direito. Na segunda hipótese, a responsabilidade será sempre do cliente; ou, se resulta de má avaliação ou ganância por parte da banca, é por esta que deve ser assumido o prejuízo.
Muito pelo contrário, quem vive muito acima das suas possibilidades é o Estado, a classe política, os gestores públicos e todos os que comem da manjedoura que é o orçamento do estado. O português comum, esse, infelizmente, tem vivido muito abaixo do nível médio do europeu.

O segundo mito, em Portugal trabalha-se pouco. 
Uma falsidade. Os nossos trabalhadores cumprem horários semanais dos mais extensos da Europa. Estão é mal enquadrados e são mal dirigidos. Na administração pública, a gestão é fraca, os dirigentes, "boys" partidários, são, na sua maioria, habilidosos caciques e organizadores de campanhas, mas péssimos gestores.