NESTE VIDEO CONHEÇA MAIS ALGUMAS "ALDRABICES" DE SÓCRATES, QUE TODOS VAMOS PAGAR... UM HOMEM COM VISÃO, diz o Santana Lopes... mas deve ser visão curta.
VEJA O VIDEO, PORQUE CONTADO NINGUÉM ACREDITA.
EM 2010, O MINISTÉRIO DAS FINANÇAS VENDEU 466 IMÓVEIS, E OBRIGOU OS CONTRIBUINTES A PASSAR A PAGAR RENDAS, DO QUE ERA SEU. Tudo para fazer entrar milhões nos cofres do estado, e tapar buracos, porque sabem que as rendas serão uma despesa diluída que passará despercebida.
Mas segundo os cálculos, em 10 anos, o dinheiro arrecadado com as vendas, já foi gasto nas rendas, deixando assim para as gerações futuras despesas fixas insuportáveis.
Vendeu inclusivamente hospitais dos mais importantes de Lisboa, pena não ter vendido a
casa dele e a da mãe, para tapar os buracos.
Para agravar o cenário, ainda obrigaram o estado a pagar multas devido a atrasos e incompetências durante os processos de venda e venderam edifícios por valores inferiores ao seu preço.
Caiado Guerreiro, fiscalista, explica que este tipo de manobras financeiras, nem deviam ser permitidas e a UE, devia proibi-lo, pois serve apenas para ludibriar os resultados do deficit e arruinar o país.
- A venda do hospital S. José e o Curry Cabral são os casos mais chocantes ou graves. Venda realizada em 2010.
Hospital S. José pagamos de renda,
2,798 milhões/ano
Hospital Curry Cabral, aluguer de algumas partes e serviços, renda de
1,400 milhões/ano.
PREJUÍZOS DE MAIS DE 65 MILHÕES DE EUROS? JUROS DE 73 MILHÕES?
Parpública já não consegue comprar mais imóveis ao Estado - Um dos artifícios mais utilizados por Teixeira dos Santos atingiu o ponto de ruptura
Foi uma das formas encontradas pelos governos Sócrates para baixar o défice: a venda de imóveis públicos a empresas públicas. Por um lado entrava receita nos cofres públicos, por outro, e como as transacções eram feitas através de empresas do grupo Parpública, a despesa não contava para o Orçamento do Estado e, logo, contabilisticamente falando, o défice reportado a Bruxelas baixava. Só em 2009 e 2010, o Estado conseguiu encaixar mais de 600 milhões de euros a vender imóveis a si próprio – baixando desta forma o défice.