07 fevereiro, 2014

FRAUDE LEVA ESTADO A PAGAR 700 EUROS POR DIA DE SUBSIDIO DE DOENÇA.


Arguidos chegavam a receber do Estado mais de 700 euros por dia em subsídio de doença. 
O técnico oficial de contas é acusado de 64 crimes de associação criminosa e burla tributária, a par de mais 53 indivíduos, alguns clientes do seu gabinete de contabilidade em Amorim, Póvoa de Varzim, e dezenas de beneficiários de apoios indevidos. Entre eles, empregados de fábricas de confeção que declaravam ordenados de craques de futebol.
Entre 2004 e 2011, a rede tirou aos cofres do Estado pelo menos 764 mil euros.
Num dos casos, a Segurança Social pagou 736 euros dia a um empregado de uma imobiliária que tinha 38 mil euros de salário. Nesse mês, o Estado pagou 28 mil euros. FONTE
Contabilista de Amorim, na Póvoa de Varzim, terá sido o cérebro das fraudes que envolviam várias empresas e uma centena de falsos trabalhadores.
O esquema envolvia um conjunto de empresas a operar na Póvoa de Varzim, Porto e Famalicão que simulavam operações para receberem diversos subsídios do Estado.
O técnico oficial de contas da Póvoa de Varzim, Carlos Manuel Dias, já se encontra preso juntamente com mais seis indivíduos.
O esquema contou com a cumplicidade de várias empresas, que declaravam um número de trabalhadores superiores aos seus efectivos ou que empolavam salários (sem entregarem os respectivos descontos na Previdência), e também com a participação de pessoas individuais que iam aos centros de Segurança Social receber prestações como o subsídio de desemprego, doença e paternidade.
O Estado terá sido lesado “na forma tentada, ascende a cerca de três milhões de euros”, revelou a Polícia Judiciária em comunicado.
A investigação decorria há mais de dois anos, e envolveu mais de 60 inspectores e vários funcionários de perícia contabilístico-financeira da Polícia Judiciária, contando com a colaboração de elementos do Instituto da Segurança Social, segundo o comunicado da PJ. fonte

AMORIM É UMA TERRA TÍPICA PORTUGUESA!! MUITO ACTIVA, NA CORRUPÇÃO.
Funcionários do centro de saúde de Amorim denunciam corrupção e são afastados??

Uma dirigente e um delegado sindical foram transferidos para um local de trabalho a mais de 30 km do Centro de Saúde onde estavam. O presidente do Sindicato dos Enfermeiros, José Azevedo, não tem dúvidas de que a mobilidade foi decretada por denunciarem irregularidades.
«Vamos levar todas as provas que temos à Polícia Judiciária. E vamos avançar com uma providência cautelar para travar a mobilidade», garante José de Azevedo, explicando que «a Constituição protege os dirigentes sindicais» pelo que a mobilidade interna que foi imposta aos dois enfermeiros do Centro de Saúde de Amorim, na Póvoa do Varzim, «é ilegal».
Fernanda Silva, dirigente sindical, e Marco Ferreira, delegado sindical, foram surpreendidos com um ofício da Administração Regional de Saúde (ARS) do Norte que lhes comunicava que se teriam de apresentar ao serviço em Barcelos.
«A enfermeira Fernanda estava há mais de 40 anos naquele serviço e o enfermeiro Marco há uns dez», sublinha José Azevedo, que não acredita que o motivo invocado pela ARS Norte, as «necessidades de recursos humanos de enfermagem» em Barcelos, seja a verdadeira razão para a transferência dos dois profissionais.

«Eles foram transferidos porque sabiam demais», afirma, peremptório o presidente do Sindicado dos Enfermeiros que já tinha compilado dezenas de documentos – entretanto entregues à Inspecção - Geral de Saúde, à ARS Norte e ao Ministério da Saúde – com provas de alegadas irregularidades detectadas no Centro de Saúde de Amorim, onde trabalhavam estes dois enfermeiros.
O Sindicato dos Enfermeiros vai agora entregar «todas as provas à Polícia Judiciária» e já agendou uma reunião com Paulo Morais, da Associação Cívica Transparência e Integridade, que se dedica ao combate à corrupção.

José Azevedo, que detectou consultas fantasmas, emigrantes inscritos como utentes activos e «médicos que atendem os doentes do privado» no Centro de Saúde de Amorim, tem denunciado estas irregularidades, alertando para o facto de aquele centro estar em vias de passar a ser uma Unidade de Saúde Familiar (USF) – um tipo de organização que atribuiu incentivos e prémios a médicos e enfermeiros pela produtividade.
As alegadas irregularidades no Centro de Saúde de Amorim foram noticiadas pelo SOL há duas semanas. Na altura, fonte oficial da ARSA Norte garantiu que todas as situações denunciadas estavam a ser «analisadas».fonte



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