13 setembro, 2011

Estão explicados os €2.720,7 milhões gastos em formação.

Sócrates esbanja milhões formação
O desespero de pertencer a uma lista top de atribuição de diplomas, leva o estado a gastar 2.720,7 milhões de euros em formaçãoás cegas. Diplomas é o que importa ...  mesmo que vazios de esperança e de saber. Como evidência este estudo.
Não interessa que sejam totalmente desacreditados, profissionalmente, estes cursos.
Não interessa se levaram à obtenção ou não de empregos.
Não interessa saber que os formadores eram na sua maioria alvo de queixas de desleixo e incompetência.
Não interessa saber nada... apenas atribuir diplomas para ser glorificado pelas organizações internacionais e ficar bem na fotografia.
Se isso custou milhões aos portugueses, se isso permitiu uma falsa formação, incompatível com o mercado de trabalho?? Isso já não é questão que preocupe os governantes.
A superficialidade acima de tudo? Mesmo quando se trata de educação? Mesmo quando se trata de milhões do estado?


CITAÇÕES QUE ATESTAM O ACIMA ESCRITO.
"Novas Oportunidades" elevaram indicadores de instrução em Portugal. Empurrou Portugal para a maior taxa de obtenção de diplomas do ensino secundário no espaço da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económicos (OCDE).As Perspectivas da Educação 2011, apresentadas hoje oficialmente em Paris, salientam que Portugal tem a maior taxa de obtenção de diplomas do final do ensino secundário (96%) e apenas a Eslovénia rivaliza com uma taxa tão alta. A taxa subiu 34% de 2008 para 2009, refere o estudo da OCDE. fonte
Nuno Crato"Actualmente, a avaliação das Novas Oportunidades é «muito limitada», indicou, acrescentando que «é preciso saber o que serviu às pessoas, não só em termos de valor pessoal, mas profissional e de empregabilidade».fonte

3 comentários :

  1. O nosso léxico não tem capacidade de renovação e adapatação perante a velocidade e a profundidade com que as este tipo de práticas se refinam nos seus métodos, nos seus fins e, consequentemente, nos seus efeitos: roubo, corrupção, má gestão, abuso, vilanagem, javardice, doença mental..., não consigo definição satisfatória, muito menos exaustiva.
    Os agricultores pulverizam os batatais com remédio contra o escaravelho; não haverá nada de semelhante que alivie a sociedade, eliminando também estes bichos predadores asquerosos?...Já agora, onde estão os juízes?!!...

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    1. Gostei da sua metáfora... foi uma abordagem diferente sem dúvida.
      Inventarem um veneno anticorruptos, foi engraçado, íamos ficar era sem políticos mas esse era o mal menor.
      Os juízes estão onde lhes mandam estar... calados e quietos pois a fatia que lhes cabe é compensadora. Como se pode ver neste link os privilégios que o governo lhes concede... http://apodrecetuga.blogspot.com/2011/07/justica-bem-beneficiada-e-calada.html

      Obrigado pelo enriquecimento que proporcionou ao blog, tanto em humor como originalidade.

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    2. TEMOS OS POLITICOS QUE MERECEMOS SOMOS NÓS QUE OS MOLDAMOS
      UM POVO QUE NÃO VOTA NEM SABE USAR O VOTO JAMAIS SERÁ REPRESENTADO, TEMIDO OU SEQUER RESPEITADO E JAMAIS SABOREARÁ AS VANTAGENS DA DEMOCRACIA...
      Em Portugal vence sempre a abstenção e a ignorância e os corruptos.
      O povo não sabe que o voto não serve apenas para votar a favor dos que mais se apoiam, serve também para votar contra os que mais roubam e mentem.
      O critério decisivo da democracia é a possibilidade de votar contra os partidos que há 40 anos destroem o país
      Karl Popper, sobre democracia, responsabilidade e liberdade.
      (…)
      Inicialmente, em Atenas, a democracia foi uma tentativa de não deixar chegar ao poder déspotas, ditadores, tiranos. Esse aspecto é essencial. Não se tratava, pois, de poder popular, mas de controlo popular. O critério decisivo da democracia é – e já era assim em Atenas – a possibilidade de votar contra pessoas, e não a possibilidade de votar a favor de pessoas.
      Foi o que se fez em Atenas com o ostracismo. (…)
      Desde o início que o problema da democracia foi o de encontrar uma via que não permitisse a
      ninguém tornar-se demasiado poderoso. E esse continua a ser o problema da democracia. (…)

      ARTIGO COMPLETO: http://apodrecetuga.blogspot.com/2015/09/o-criterio-decisivo-da-democracia-e.html#ixzz3qcV7Aoi8

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