30 março, 2015

Metro pagou 9 milhões por terreno que valia menos de 5 milhões. Paulo Morais tentou travar negócio.

Esta é mais uma história de corrupção que todos deveriam conhecer. O caso dos Salgueiros, já é antigo mas o crime e a metodologia é bem actual, continuam a chocar-nos todos os dias, actos ilícitos de representantes do poder público. E nada como recordar aos que já esqueceram e informar os que nunca tomaram conhecimento, pois é urgente despertar um povo adormecido. Temos que entender que é também a censura e a punição politica e moral exercida pelo povo, que contribuirá para erradicar a corrupção instalada. A justiça é ineficaz mas o povo também se tem demitido do seu dever de punir e julgar tudo e todos que lesam o seu interesse.
Nas palavras de Paulo Morais:
"E os casos que denunciou, já conseguiu que algum chegasse ao fim?
Tenho uma panóplia. O Ministério Público tem apreciado e é com alguma perplexidade que vejo alguns arquivados, como o do Metro do Porto. Em determinado momento o Metro do Porto resolveu adquirir uns terrenos no Campo dos Salgueiros. Estavam avaliados na ordem dos 5 milhões de euros. Mas o Metro decidiu pagar quase 9 milhões por um terreno que sabia valer menos de 5 milhões. Fiz uma denúncia, apresentei documentos oficiais, avaliações, actas do conselho de administração do Metro, e o MP entendeu arquivar o processo porque não sabia onde estavam os 4 milhões de euros sobrantes. O povo português foi roubado em 4 milhões só naquele negócio." 

Esta forma mais habitual de desfalcar o estado para enriquecer privados, tem sido uma constante em Portugal. O estado, na pessoa que o representa, compra sempre aos privados, por valores muito acima do mercado ou das avaliações, e vende sempre aos privados, por valores muito abaixo do mercado ou das avaliações. Assim se têm criado muitos milionários em Portugal.
A PARTIR DO MINUTO 2,5 DESTE VIDEO, PAULO MORAIS EXPLICA COMO A CORRUPÇÃO NO URBANISMO ENRIQUECE O CORRUPTOS E EMPOBRECE O PAÍS

28 março, 2015

Gregos avançam com auditoria à divida, Portugueses continuam a pagar dividas alheias.

Há anos que se recolhem assinaturas, em Portugal para legitimar o avanço de uma auditoria à divida portuguesa. No entanto a tarefa é inglória, os anos passam e não se conseguem encontrar 30 mil portugueses interessados em saber quem e como esbnajaram o nosso dinheiro, e por isso não foi possível ainda recolher as 30 mil assinaturas necessárias, neste site. Os portugueses continuam desinteressados, alienados, desunidos e pouco activos.
A da Grécia "É a primeira comissão de auditoria da dívida a ser formada na Europa"
Nós portugueses somos um país muito preocupado e dedicado mas em encher o bolso ao Jorge Jesus e ao Pinto da Costa, mas muito desinteressado em travar quem nos esvazia os bolsos.
Basta um joguinho de futebol e rapidamente se reúnem milhares e milhares de portugueses dispostos a abrir a carteira e pagar dezenas de euros de bilhete para ver a bola e ajudar os pobres jogadores e treinadores de futebol a pagar os seus luxos. Mas para apoiar uma auditoria à divida, uma simples assinatura grátis, andam alguns voluntários, anos a fio para reunir 30 mil assinaturas? Tanta indignação e ódio contra os corruptos e os desfalques deles e quando alguém se propõe a pedir contas, através de uma entidade internacional, não conseguimos unirmos? Nem em algo que beneficiaria todos os cidadãos, menos os que roubaram o país?

Grécia cria comissão de auditoria da dívida coordenada por 
Eric Toussaint.
Segundo esclareceu a presidente do parlamento grego, "o objetivo é determinar o eventual caráter odioso, ilegal ou ilegítimo das dívidas públicas contraídas pelo governo grego".
"É a primeira comissão de auditoria da dívida a ser formada na Europa", lembrou, por sua vez, a deputada do Syriza Sofia Sakorafa.

26 março, 2015

A minha opinião sobre Sócrates é muito simples... Sócrates é doente...

Um texto imperdivel que resume em poucas palavras, a história dos desvarios de Sócrates 
"Antes de escrever o que quer que seja, quero referir que não me deixo levar por "teorias de conspiração", que normalmente apenas existem na cabeça de alguns "iluminados" e que felizmente raramente correspondem à realidade.
A minha opinião sobre Sócrates é muito simples... Sócrates é doente...
E como não consegue distinguir a verdade da mentira, tem um discurso coerente e credível, quer seja verdade o que diz, quer seja completamente falso...
Sócrates tem um ego gigantesco...
Acha-se um génio, e no seu desvario achou que o País lhe devia eterno reconhecimento...
Fez de Portugal o seu quintal...
E trouxe para a brincadeira os seus amigos...
Se hoje não duvido da honestidade de homens como Luís Amado, ou Teixeira dos Santos, sempre achei que só num governo comandado por um lunático, se poderiam encontrar personagens como Paulo Campos ou Maria de Lurdes Rodrigues...
Sócrates trouxe para a politica um modo agressivo e de falta de educação, que segundo os seus seguidores o definiam como o "Animal Feroz".
Para mim, e já o referi anteriormente, José Sócrates é apenas um homem que não aceita o contraditório, e é extremamente mal educado...
Que faz do insulto a sua arma...
Que faz do medo o seu "modus operandi"...
Que não hesitou em quebrar a espinha ao ministério público através de magistrados cobardes, como Cândida Almeida, Pinto Monteiro ou Noronha do Nascimento, os quais pura e simplesmente evitaram que qualquer processo que envolvesse o primeiro ministro, chegasse sequer a inquérito...
Que criou na banca uma rede de influências, através das quais manteve uma divida pública artificial, assente na compra de títulos dessa mesma divida por parte da Banca e que levou à sua total descapitalização...
Que tentou silenciar a imprensa que lhe era incómoda, nomeadamente o Sol, o Correio da Manhã e a Revista Sábado, chegando a tentar que a PT comprasse a TVI para afastar Manuela Moura Guedes e o marido...
A partir de determinada altura Sócrates confundiu tudo...
Achou-se um predestinado...
Os outros eram todos "bota baixistas"...

24 março, 2015

É possível acabar com a austeridade na Grécia? Claro se os outros a pagarem.


Se a Grécia não pagar o que deve, quem se 'lixa' é Portugal?
O futuro da Grécia e dos 322 mil milhões de euros que recebeu em empréstimos por parte de outros países europeus está na ordem do dia. O Jornal de Negócios conversou com um economista da Bloomberg que garantiu que, caso o novo Executivo grego decida não pagar o que deve, tal representaria para Portugal uma perda de 5,5 mil milhões de euros.
Assim, em termos absolutos serão os contribuintes alemães a perder mais (60 mil milhões de euros), seguidos dos francesas (46 mil milhões) e dos italianos (40 mil milhões).
Contudo, se olharmos para o que uma falência do Estado grego significa em termos de Produto Interno Bruto então Portugal será o mais prejudicado, perdendo 5,5 mil milhões de euros – o equivalente a 3,2% do seu PIB.
Segundo as estimativas do economista Maxime Sbaihi, depois de Portugal surge o Chipre (2,8%) e Eslovénia, Malta e Espanha, países nos quais as perdas iriam rondar os 2,5% dos respetivos PIB.

Para compreender melhor o artigo que se segue, veja ainda este video sobre como as grandes corporações, possuem poder e ferramentas para manipular a economia dos países e os forçar a pagar dividas ou a falir.


Um artigo interessante que nos leva a algumas reflexões.
O povo grego votou contra a austeridade e a austeridade acabou. É isso a democracia, não é?
"Na verdade, não é. A vontade, mesmo uma vontade maioritária, não se torna em realidade apenas porque existe e se manifesta. Eu não voo só porque tenho a firme vontade de voar. No caso da Grécia, como veremos, não basta a vontade do eleitorado – é preciso também dinheiro, muito dinheiro, e a questão estará em saber onde ir buscá-lo.

22 março, 2015

Sabia (ou recorda-se) que há 40 anos menos de metade das casas tinham água canalizada?


40 anos do 25 de Abril: Portugal antes e agora
Sabia (ou recorda-se) que há 40 anos menos de metade das casas tinham água canalizada? E que apenas havia um divórcio por cada 100 casamentos? e que em 2013, há 70,4 divórcios por cada 100 casamentos? Veja como mudámos




Evolucao 1974 2014 from Maria Paiva


De 1930 a 1974 , Obra efectuada na Região de Lisboa:
1) Construção de Bairros Sociais.
 (Arco do Cego; Madre de Deus; Encarnação; Caselas; Alvalade; Olivais; Bairros para Polícias).

2) Construção do Aeroporto Internacional da Portela.

3) Construção do Aeroporto Marítimo de Lisboa.
 (Hoje extinto. Na Doca dos Olivais está actualmente instalado o Oceanário de Lisboa).

4) Construção do Instituto Superior Técnico.

5) Construção da Cidade Universitária de Lisboa.
(Faculdade de Direito, Faculdade de Letras, Reitoria, Cantina e o Complexo do Estádio Universitário).

20 março, 2015

Mais de 1 milhão de abstencionistas fantasma. Governos oferecem 10% de abstenção, são uns rebeldes?

fonte:Visão 
Os eleitores fantasma, tal como o nome indica, não existem, e portanto não votam, são um mega exército de abstencionistas fixos, mantidos pelos políticos. Mas ainda há quem se atreva a dizer que os políticos têm medo dos abstencionistas, porque os abstencionistas são revolucionários e podem usar a sua poderosa arma da abstenção, e derrubar governos e regime, sem sair do sofá?
Afinal os governos também são revolucionários e andam a ajudar os que querem derrubar o governo, a derrubar o governo? Isto sim é fair play.
O medo da abstenção, é tanto que são os próprios políticos que sustentam e fomentam esta situação, apenas para receberem mais dinheiro do OE e mais tachos.
Num país com pouco mais de 10 milhões de habitantes temos 9 425 894 eleitores? E ninguém acha estranho? Ninguém exige regularizar a situação? Ninguém teme os abstencionistas? Nem fantasmas? Claro que não... deixa estar assim que dá jeito aos corruptos.

"Eleitores-fantasma valem dinheiro.
Bourdain, autor de estudos sobre comportamento eleitoral, estimou que nas legislativas de 2005 e 2009 quase um milhão dos eleitores estavam mal inscritos nos cadernos eleitorais. "Falo quase só de mortos - dez por cento."
O politólogo explica que este é um problema nacional  mas começa nas autarquias, que têm interesse em manter os cadernos. Comparando os números do último recenseamento com os do INE, o problema salta à vista: Vila Real e Bragança são dois exemplos de municípios que têm mais eleitores do que habitantes. Mesmo que menos flagrante, a história repete-se um pouco por todo o interior.
Além da vantagem no financiamento autárquico - quanto mais eleitores, mais dinheiro transferido do Orçamento -, ter um número elevado de inscritos também significa a eleição de mais deputados para a Assembleia da República pelo respectivo círculo." DN

Já imaginou? O perigo que seria, para os corruptos, se os milhões de portugueses que não fazem nada, um dia se dirigissem ás urnas e votassem contra os que odeiam, os que criticam e os que querem derrubar? Já imaginaram? Claro que é isso que eles mais temem. Que um dia sejam escorraçados do poder, que há 40 anos dominam. 
Por isso estes politicos, camuflados,  investem em campanhas de apelos à abstenção. Estás indignado? Não gostas de nós? Não gostas do sistema que nós gostamos? Não gostas de ver os ricos cada vez mais ricos e os pobres cada vez mais pobres? Não votes, vai para a praia... 
Deixem que o nosso sistema se mantenha com 2 milhões de votos, (imagem em cima) e basta, porque não há adversários, só votos a favor. Não queremos adversários a votar. 
Agora pense bem no que tem andado a fazer... está na hora de mudar, não?

Estudo demonstra que falta de actualização dos cadernos eleitorais pode “conceder a vitória ao partido errado”

18 março, 2015

Governo rápido a criar leis anti terrorismo, mas lento a travar o terrorismo da corrupção.

terrorismo portugal governo corrupçãoO terrorismo manchou de sangue a Europa, o medo instalou-se e alastrou. Mas em Portugal o medo que nos tolhe, é de outro tipo de terrorismo, somos vitimas dele há décadas, o terrorismo da corrupção, um fenómeno que comprovadamente, devasta países inteiros, mas não faz manchete nas noticias. 
Em Portugal identificaram-se uma dúzia de terroristas do Estado Islâmico, e logo o governo, invulgarmente eficiente, reagiu ao "problema", elaborando e aprovando novas leis para os combater.
Ficamos todos descansados... ou deveria dizer, alarmados, pois percebemos que a eficiência a legislar, é afinal selectiva. Portugal é devastado há décadas por centenas de terroristas camuflados de políticos e empresários/gestores e a lei continua a deixa-los circular livremente plenos de poder e dinheiro alheio. É um terrorismo que todos sentimos na pele, não é apenas uma ameaça, o terrorismo da corrupção é um terror bem real. Qual é o cidadão português, informado e vitima da corrupção, que não vive apavorado com a presença dos corruptos que impunemente têm acesso ao dinheiro e ao poder público? E utilizam todas as artimanhas enriquecerem alguns destruindo o país? Podem-nos roubar a casa, o carro, o emprego, os salários, a família e o futuro, impunemente. É uma certeza avassaladora, sabemos que houve corrupção ontem, hoje e vai continuar amanhã. Um terrorismo silencioso e legalizado, que mata por dentro mas também por fora. Morrem pessoas porque os impostos, que nos deveriam proteger, são desviados pela corrupção. O terrorismo que mais nos corrói e assusta está aí, de boa saúde, fazendo parte do quotidiano, mas contra esse, tardam as leis. Os terroristas que abusam do poder e do dinheiro público são o maior perigo para o país.
Continua a farsa, a sangria que esvai o dinheiro do povo, ninguém a estanca.

Esta seria uma ideia a seguir.
O Governo grego nomeou, pela primeira vez na história do País, um ministro anti-corrupção. Um bom exemplo para a Europa. Panagiotis Nikoloudis - que já foi procurador-geral e director da Unidade contra crimes financeiros - já entregou às autoridades 3200 ficheiros com informação de contas bancárias na Grécia e no estrangeiro, onde estará dinheiro resultante de fuga ao fisco. Paulo de Morais

A ministra da justiça moldou uma lei onde os autarcas não podem exercer advocacia, por suposta incompatibilidade, mas que permite aos deputados, que aprovam leis depois de as encomendar aos grandes escritórios de advogados, exercer essa mesma advocacia. Num grande escritório de advogados, claro. Eis a ministra do “a impunidade acabou” em todo o seu esplendor. Mas tenho que lhe reconhecer a exactidão. Com efeito, legalizado-se a incompatibilidade, nada há a punir. Voilà.

Em Portugal as urgências dos nossos políticos, não são as nossas... (A azul o meu comentário)
Terrorismo: os novos crimes aprovados pelo Governo
O Conselho de Ministros aprovou oito propostas de lei que têm como objetivo «ajustar a legislação existente» à Estratégia Nacional de Combate ao Terrorismo, também hoje divulgada pelo Governo.
Uma das propostas passa pela criação de novos tipos de crimes de terrorismo, nomeadamente a criminalização da apologia pública do crime de terrorismo, viagens para adesão a organizações terroristas e o ato de aceder ou ter acesso aos sítios da internet onde se incita ao terrorismo.
No final do Conselho de Ministros, a ministra da Justiça, Paula Teixeira da Cruz, explicou que a apologia pública do crime de terrorismo consiste em «recompensar ou louvar alguém pela prática de atos de terrorismo em reunião pública ou através de um meio de comunicação social», sendo a pena agravada caso essa apologia seja feita pela internet. 
(Era bom que também esta lei abrangesse os políticos que fazem apologia pública ao voto louvando corruptos, 
mentindo e prometendo ilusões, através de um meio de comunicação social, sendo a pena agravada caso essa apologia seja feita pela internet. Também seria crime louvar ou promover alguém, apesar dos seus actos de má governação, como é hábito em Portugal

corrupção zeinal bava cavaco medalhaA ministra adiantou que é também criminalizado «o ato de viajar ou tentar viajar para um território diferente daquele onde residem ou de onde são nacionais, com intenção de receber treino, dar treino, ou prestar apoio logístico a quem se dedica a praticar atos terroristas ou a aderir a um grupo terroristas». 
(Também podiam criminalizar os políticos e afins que viajam a fim de exercer influências no estrangeiro para obter favores para empresas privadas de amigos, sabe Deus o que eles oferecem a troco desses favores. Ou ainda os que viajam apenas para passear às custas do zé povinho, ou ainda os que viajam para negócios privados, com dinheiro público.
As pessoas que organizem, financiem ou facilitem tal viagem vão ser também punidas, disse, afirmando que é igualmente «criminalizado o ato de aceder ou ter acesso aos sítios da Internet onde se incita ao terrorismo com intenção de ser recrutado».
(E os que assinam e autorizam essas viagens, também deveriam ser punidos.)
A ministra da Justiça referiu que há «um agravamento da pena aplicada ao crime de incitamento ao terrorismo», quando for feito através da internet.
As «competências exclusivas» da Polícia Judiciária são alargadas no âmbito da investigação deste novos tipos de crimes, afirmou, esclarecendo que a moldura penal dos crimes de terrorismo pode ir dos três aos 20 anos.
(A pena para corruptos também podia ser agravada, já que os maiores criminosos do país, responsáveis por mortes e destruição, estão a ser condenados a um ou 2 anos de prisão, imaginária, ou a multas irrisórias)
Paula Teixeira da Cruz disse que é também alterada a lei da nacionalidade, criando-se um novo requisito para a concessão da nacionalidade portuguesa por naturalização.
No âmbito das propostas de lei aprovadas foram feitas alterações à lei que estabelece o regime jurídico das ações encobertas para fins de prevenção e investigação criminal, passando a incluir, nas ações encobertas, todos os ilícitos criminais relacionados com o terrorismo, nomeadamente os respeitantes ao financiamento.
São feitas também alterações à lei que estabelece medidas de combate à criminalidade organizada e económica e financeira, de modo a abranger todos os ilícitos criminais relacionados com terrorismo e ao regime jurídico de entrada, permanência, saída e afastamento de estrangeiros do território nacional, densificando os requisitos para a concessão e cancelamento de vistos e para a aplicação da pena acessória de expulsão.
(Também eram importantes medidas de combate à criminalidade organizada e económica e financeira, de modo a abranger todos os ilícitos criminais relacionados com politicos)
Paula Teixeira da Cruz disse ainda que a Estratégia Nacional de Combate ao Terrorismo hoje aprovada «não é e nem nunca será securitária».

Continuam brandos com a corrupção
"Deputados de todos os partidos saudaram hoje na comissão parlamentar a aprovação do texto, sublinhando um esclarecimento: a legislação aprovada passa a prever a faculdade de possibilidade de não aplicação de pena a quem efetivamente se arrepender da prática do crime de corrupção, se "tiver denunciado o crime no prazo de 30 dias após a prática do ato e sempre antes da instauração do procedimento criminal, desde que voluntariamente restitua a vantagem ou o respetivo valor".
A situação atual é de que esta não aplicação de pena é automática, passando agora a constituir uma faculdade, que depende da decisão de um juiz, frisaram os deputados.

O tráfico de influências passará a ter um prazo de prescrição de 15 anos, passando a ter um idêntico aos dos crimes de corrupção.O diploma eleva a moldura penal do crime de tráfico de influência, criminalizando-se o tráfico de influência ativo para ato lícito e punindo-se, inclusivamente, a tentativa da prática daquele crime.
Pela nova redação, o funcionário que ilegitimamente se apropriar, em proveito próprio ou de outra pessoa, de dinheiro ou de qualquer coisa móvel ou imóvel, pública ou particular, que lhe tenha sido entregue, esteja na sua posse ou lhe seja acessível em razão das suas funções, é punido com pena de prisão de 01 a 08 anos. O conceito de funcionário é alargado, passando a abranger agentes de organizações de direito internacional público, bem como jurados e árbitros nacionais de outros Estados, quando a infração tiver sido cometida, total ou parcialmente, em território português."

Descaradamente protegeram um dos maiores focos de corrupção? A promiscuidade dos deputados na AR! A central de corrupção onde se desviam milhões.


Ministra da Justiça preparou diploma para advogados que prevê que eleitos para cargos relacionados com o poder local não possam exercer aquela profissão.
Deputados da Assembleia da República estão fora desta proibição.
Os vereadores eleitos para as câmaras e os membros das assembleias municipais que sejam advogados vão ser proibidos de exercer a profissão enquanto estiverem nos cargos municipais. Já os deputados eleitos para a Assembleia da República podem continuar a exercer advocacia.
A exclusividade no exercício da profissão é defendida há anos pela Ordem dos Advogados. "Parece-me óbvio que um advogado que esteja com um cliente de manhã, à tarde não possa estar no Parlamento a intervir num determinado processo legislativo que possa beneficiar esse mesmo cliente", frisou ontem a bastonária Elina Fraga. (...) Apesar de Elina Fraga referir que não está "em conflito com ninguém", pede a exoneração de Paula Teixeira da Cruz admitindo que a ministra não "sabe viver em democracia" e que "nem na ditadura se assistiu a uma coisa assim!"
A maioria dos deputados à Assembleia da República são homens, com idades entre os 41 e os 50 anos e são advogados, magistrados ou outro tipo de juristas, segundo relatórios estatísticos da atividade parlamentar divulgados no ano passado. J.P.H.
"O presidente do Conselho Distrital de Lisboa da Ordem dos Advogados defendeu hoje que os deputados da Assembleia da República deviam ter o mesmo regime de incompatibilidade do exercício da advocacia a aplicar aos presidentes e vereadores das autarquias."

E os entraves à justiça prosseguem... 
A diretora do DIAP atribuiu a existência de mais casos mediáticos nos últimos tempos à maior experiência e coragem dos magistrados, mas também aos efeitos da crise financeira que se vive em Portugal. “A crise económica é como quando o mar baixa, aparece o lodo. Então houve muito lodo que ficou à vista e que possibilitou o avanço da tutela“, disse, acrescentando que a chegada da crise ajudou a explicar “como é que o dinheiro dos nossos impostos era esbanjado e como o orçamento de Estado era uma manjedoura para muita gente”. A própria dureza da crise “permite o partir do vidro e perceber o que está para além de uma paisagem aparentemente harmoniosa”.

14 março, 2015

FAM: fundo de 650 milhões para ajudar as câmaras que mais mal gastaram os nossos impostos?

Os que melhor geriram o dinheiro público sentem-se injustiçados.
Estradas esburacadas. Parques de skate às moscas. Operações às cataratas em Cuba. Centro cultural com salas para centenas de pessoas em localidade de 7000 residentes.
Saneamento básico de 3º mundo...
Apenas para ganhar votos, esbanjam-se os impostos em megalomanias. 
Vale Geão em Vila Nova de Poiares, distrito de Coimbra. "Mas há casas, nas aldeias, onde é necessário retirar a janela [sic] para colocar as mangueiras, atravessar a sala de jantar e limpar a fossa", assegura o trabalhador que faz a extração. Aqui, apenas 20% do município está coberto por esgotos - a maioria da população, até mesmo na sede do concelho, depende do trator da Câmara para a cíclica limpeza das fossas. Os que as têm chegam a pagar mais pelo serviço do que os cinco euros mensais cobrados na fatura da água aos que têm esgotos.

Um dos municípios mais desequilibrados do ponto de vista financeiro, com cerca de 20 milhões de euros em dívida, Vila Nova de Poiares é um local sui generis. Tem piscina municipal, centro cultural, parque de desportos radicais, uma imponente "Alameda" onde se realizam eventos ao ar livre, uma enorme cruz no centro da localidade, um jardim com estátuas que evocam profissões tradicionais da região e um sem número de outras coisas vistosas. Mas não tem saneamento básico. Em média, cada um dos 7200 habitantes deve 2776 euros mas a Câmara só recolhe receitas de 890 euros por munícipe. Por isso, quase todos os impostos locais e taxas estão no máximo. Para Alfredo Pinto, do PCP de Coimbra, falta apurar as responsabilidades da antiga gestão. "Porque no fundo, é o povo que paga o descontrolo das câmaras".
Face à situação, este é um dos primeiros municípios a recorrer ao Fundo de Apoio Municipal, o programa do Governo para acudir às autarquias falidas. "Não estamos a fazer qualquer tipo de investimento ou quaisquer obras. Só temos os trabalhadores necessários à manutenção dos serviços mínimos essenciais. Poupamos até na luz: a partir das cinco horas, cortamos a iluminação pública", nota o presidente da Câmara, João Henriques, eleito pelo PS em 2013, depois de 37 anos de gestão do social-democrata Jaime Marta Soares.

12 março, 2015

Carlos Martins mais um "rico" amigo de Sócrates e de visita a Évora.

Selfie colocada no facebook por Carlos Martins
Os mistérios da Covilhã e o outro amigo do Zé
Escutas:"Isto fica somente entre nós. Eu vou pedir ao Carlos Martins que te faça um telefonema. A mim, ele ajudou-me cerca de dez anos e não me ajudou apenas a mim, ajudou o Guterres, que é uma excelente pessoa para nós", terá dito o deputado Sócrates, segundo a conversa autorizada judicialmente.Carlos Martins, homem-forte do aparelho socialista e autárquico na Covilhã, poderá estar na mira da Operação Marquês. Sobre o amigo de juventude do ex-primeiro-ministro há suspeitas a propósito das suas atividades, património e papel assumido junto de Sócrates. A VISÃO investigou as relações beirãs do preso 44 de Évora
O papel de Carlos Martins junto de Sócrates, a ida para São Bento entre 2005 e 2011 a convite do amigo, e o seu património acumulado (ver no final do artigo), suscitam dúvidas. A adjudicação de um contrato de mais de 58 mil euros para a elaboração de um plano de pormenor, em agosto deste ano, à empresa Proengel, de Carlos Santos Silva, por parte do atual poder autárquico, é outro dado a ter em conta. Junta-se a isso um par de decisões camarárias envolvendo verbas avultadas, já remetidas ao Ministério Público por setores da oposição, que alegadamente beneficiam a Constrope, antiga empresa de Carlos Santos Silva, citada no famoso caso da Cova da Beira, e também o seu primo, Manuel Santos Silva, presidente da assembleia municipal da Covilhã, num negócio de terrenos.
De "homem da mala" a "homem de mão" do ex-primeiro-ministro - expressões muito usadas na Covilhã -, sobre ele correm as mais diversas teorias, nunca desmentidas ou confirmadas: já o deram como motorista, guarda-costas e "moço de recados" de José Sócrates em Lisboa, ao ponto de ir levar ou recolher os filhos do amigo à escola durante o tempo que esteve em São Bento. A sua proximidade com o ex-PM advirá, sustentam alguns, dos "segredos" que guardará sobre ele. Numa entrevista à VISÃO, em julho de 2007, Carlos Pinto, ex-autarca do PSD na Covilhã, referiu-se à existência de um "dossiê reservado" sobre José Sócrates na autarquia - que ali foi engenheiro nos anos 80 - sugerindo "o mínimo de senso" e "discrição" aos socialistas no sentido de não se porem a jeito para reavivar o assunto. Com a vitória do PS nas autárquicas de 2013, o amigo de Sócrates e vice-presidente Carlos Martins tornou-se, na prática, o guardião do suposto dossiê: entre outras funções, é o responsável pelo acesso aos documentos administrativos. 

Outras conspirações
Nos últimos tempos, outras conspirações vieram a lume, comentadas e relatadas à VISÃO por diversas fontes dos meios políticos na Covilhã sob condição expressa de anonimato, além de há muito serem alimentadas na blogosfera. Por exemplo: Carlos Martins teria, segundo essas teorias, disponibilizado contas bancárias pessoais para transferências que beneficiariam Sócrates e desempenhado, noutros tempos, o papel agora atribuído ao motorista João Perna, arguido na Operação Marquês. Ter-se-ia deslocado também a Paris no seu Mercedes 250, transportando malas com dinheiro. E, aquando da detenção de Sócrates, teria sido impedido pela polícia de entrar na residência do antigo chefe de Governo, na Rua Braamcamp, em Lisboa, para recolher documentos e computadores. A VISÃO não conseguiu confirmar estas informações: apesar das diversas tentativas de contacto com Carlos Martins e o seu gabinete na autarquia via telemóvel, mensagens e correio eletrónico, no sentido de confrontá-lo com vários elementos sobre a sua alegada relação com Sócrates, o vice-presidente da Câmara não esteve disponível para falar. Tal, de resto, não é motivo de admiração na região. Jornalistas de órgãos de informação local aguardam, há quase um ano, por respostas a pedidos de entrevista ao autarca.     

10 março, 2015

Nova escravatura: "Dêem-me o controlo do dinheiro de uma nação e pouco me importarei com quem faz as suas leis."

Não perca esta selecção de vídeos e denuncias sobre os planos obscuros da banca internacional. As verdadeiras intenções dos que criaram a urgência de pagar dividas soberanas e impuseram austeridade já estão à vista de todos.


AUSTERIDADE É DESCULPA PARA NOS ESCRAVIZAR E ROUBAR AS REFORMAS E IMPOSTOS, PARA ENRIQUECER A BANCA.
PENA OS NOSSOS COMENTADORES POLÍTICOS NÃO TEREM CORAGEM NEM INTERESSE EM DENUNCIAR ESTAS VERDADES,
PENA OS PORTUGUESES PERDEREM HORAS A OUVIR MARCELOS REBELOS DE SOUSA QUE NADA DE NOVO COMUNICAM, APENAS NOS TENTAM CONVENCER QUE TUDO O QUE SE PASSA É NORMAL E ACEITÁVEL. OU COMENTADORES DE FUTEBOL PARA NOS ALIENAR, ENQUANTO OS POLÍTICOS E A BANCA, NOS ESVAZIAM A CARTEIRA... e o cérebro ... O POVO DORME... ZZZZzzzzzz
Mayer Amschel Rothschild, no século XIX, denunciava mais do que os nossos Marcelos Rebelos de Sousa: "Dêem-me o controlo do dinheiro de uma nação e pouco me importarei com quem faz as suas leis."

Karen Hudes, Ex-jurista, demitida do Banco Mundial por ter revelado informações sobre a corrupção na instituição, explicou com detalhes os mecanismos bancários para dominar o nosso planeta.
O banco central dos bancos centrais
A cúpula desse sistema é o Banco de Pagamentos Internacionais: o banco central dos bancos centrais.
"Um organização internacional imensamente poderosa da qual a maioria nem sequer ouviu falar controla secretamente a emissão de dinheiro do mundo inteiro. É o chamado Banco de Pagamentos Internacionais [Bank for International Settlements]. Trata-se do banco central dos bancos centrais, localizado na Basileia, Suíça, mas que possui sucursais em Hong Kong e na Cidade do México.

08 março, 2015

Ex governantes aumentam rendimentos em 3000%, após saírem do governo?

salários dos politicos milionários
Veja como Jorge Coelho, Dias Loureiro e outros multiplicaram os seus ordenados.
O jornalista António Sérgio Azenha é autor do livro "Como os Políticos Enriquecem em Portugal".
Os ministros e secretários de Estado em Portugal ganham menos de 6.000 euros mensais. Mas depois de saírem do Governo, muitos passam para empresas tuteladas pelo Estado onde os salários duplicam, triplicam, quadruplicam...
Essa transferência milionária dos políticos para a esfera empresarial é legal face a um quadro legislativo permissivo. Mas será eticamente correcta? A passagem pelo Governo, em demasiados casos, não será apenas um trampolim para a riqueza? "Como os Políticos Enriquecem em Portugal" dá-nos a conhecer uma amostra representativa.
Desde 1995, os rendimentos da classe podem ser consultados no Tribunal Constitucional, e há casos em que os aumentos rondaram os 3.000% - o que equivale a, por exemplo, ganhar cerca de 22.000 € anuais antes de entrar no Governo e perto de 700.000 € anuais depois de sair.
Num trabalho de enorme rigor, António Sérgio Azenha dá-nos a conhecer o percurso de 15 casos emblemáticos. Com todos os factos, números, percursos profissionais - que afinal parecem ser apenas um, tal a perturbante semelhança entre eles. Eis um resumo da situação:
salário milionário
tachos e boys
boys e tachos

06 março, 2015

Banco de Portugal contrata 2 assessorias jurídicas por 3 milhões, em ajuste directo? Só um assessor recebe 300€/hora?

Banco de Portugal num só dia, contratou 2 assessorias jurídicas por 3 milhões de euros, sem abrir concurso público.
O regabofe dos ajustes directos continua. Uma lei muito conveniente, que criaram para poderem oferecer os negócios do estado, chorudos a quem bem lhes apetece e onde possuem interesses.
Várias auditorias do Tribunal de Contas denunciam o excessivo recurso aos ajustes directos, mas o Tribunal de Contas existe apenas para constatar a corrupção e não para a deter, ou condenar.
O Banco de Portugal possui um departamento jurídico próprio, no entanto não disponibiliza a informação do número de juristas que alberga. É portanto secreta a informação? Mas apesar de sustentar um departamento jurídico, ainda tem que recorrer a assessorias jurídicas, externas? Milionárias? Já para não falar que com tanta assessoria jurídica e tanto jurista, esta entidade "regulatória", não conseguiu evitar que Portugal fosse vitima de gigantescas e sucessivas fraudes bancárias, que se desenrolaram e agigantaram durante anos e anos, à vista de tantos, menos do Banco de Portugal?
A pagarem assessores jurídicos a 300 euros à hora, e não detectam ilegalidades? Nem infractores?
O contrato com a Vieira de Almeida & Associados - Sociedade de Advogados, RL exige pagamento base à hora:
Sócio sénior: 300€,
Sócio e counsel: 250€
Associado coordenador: 180€
Associado: 160€
Associado júnior: 130€

04 março, 2015

Paulo Morais revela os nomes dos devedores e o destino dos 3 mil milhões do BES.




Mais uma vez Paulo Morais expõe a incompetência do Banco de Portugal, dos partidos da oposição, das comissões de inquéritos, dos próprios administradores ou presidente do Banco, etc etc ... revelando mais factos do que qualquer um, dos que tem por dever, fazê-lo.
O presidente do BESA garante que não sabe onde ou com quem estão os empréstimos que desfalcaram e abalaram o BES, no entanto Paulo Morais desmascara-o e garante que sabe quem são e onde estão, inclusive revela tudo. Estranhamente, Paulo Morais, sabe coisas que mais ninguém sabe, ou queriam que não se soubesse. Sabe mais do que os próprios responsáveis pela comissão de inquérito e do que os administradores do banco. Mas mais estranho ainda é que a comissão de inquérito, só após os depoimentos dos administradores que tudo ignoram, é que decidiram chamar Paulo Morais, que já tinha garantido possuir informação importante.
Neste video limita-se a referir devedores da elite angolana, assegurando que os nomes da elite portuguesa, serão revelados numa próxima oportunidade.
“BES Angola emprestou 800 milhões a irmã de José Eduardo dos Santos”
Marta dos Santos é uma das devedoras a quem o BES Angola “perdeu o rasto”, garante Paulo Morais.
A Associação Transparência e Integridade assegura que não é difícil perceber quem são os destinatários dos empréstimos concedidos pelo BES Angola, e a que o banco alegadamente perdeu o rasto.
Rui Guerra, o ex-Presidente do BES Angola, disse aos deputados da comissão parlamentar que investiga o caso BES, que o banco não foi capaz de identificar os beneficiários de muitos dos empréstimos concedidos pela instituição e que estes já estavam em incumprimento antes de o Estado angolano conceder uma garantia. Em causa podem estar mais de 5,7 mil milhões de euros.
Mas Paulo Morais, contesta os argumentos de Rui Guerra e acrescenta que tem documentos capazes de contrariar o ex-banqueiro.

02 março, 2015

Eu também quero ser verbo de encher. O BES a encher os bolsos aos amigos


Os administradores sem responsabilidade. Um artigo interessante que expõe Godinho de Matos e as intenções obscuras que motivam as escolhas dos altos cargos das grandes empresas. 
"Nada atormenta os advogados das “senhas de presença” em tanto conselho de administração – "senhas" para eles moverem as suas influências, que no fundo é a razão profunda por que lhes pagam. 
Desde hoje de manhã que estou de boca aberta. Não sei se conseguirei fechá-la tão depressa. Tudo porque li uma entrevista como há muito, muito tempo, não lia algo de semelhante: a de Nuno Godinho de Matos ao jornal i.

Perguntarão: quem é Nuno Godinho de Matos? Pois é um advogado de Lisboa que era, até ao mês passado, administrador não executivo do Banco Espírito Santo. Uma busca na internet rapidamente nos indica que, além disso, foi fundador do Partido Socialista, trabalha há décadas com Daniel Proença de Carvalho, é atualmente vice-presidente da Ordem dos Advogados e foi durante muitos anos membro da Comissão Nacional de Eleições, lugar a que renunciou por ter representado nas últimas eleições autárquicas Moita Flores. Alguém de múltiplos talentos que, quero crer, falará com conhecimento de causa.