06 novembro, 2014

PORTUGAL PODERÁ SER UMA NOVA ILHA FERROVIÁRIA. ESTAMOS QUASE A PERDER O COMBOIO.

Um país comandado por incompetentes gananciosos, sucessivos governos sem vergonha e sem responsabilidade, que não se preocuparam em desenvolver o país e as infraestruturas necessárias para fomentar a competitividade do país, ao facilitar a vida aos que impulsionam e economia.
Governos que nunca se preocuparam em desenvolver o país lado a lado com os parceiros europeus para permitir aos empresários portugueses, uma luta mais igual.
Um país cada vez mais isolado e menos desenvolvido.
A preocupação dos políticos portugueses visa apenas ganhar eleições e perceberam que dá menos trabalho apoiar e fomentar o parasitismo do que desenvolver o país. Dar esmolas aos pobres em vez de apoiar a economia promovendo a autonomia e sustentabilidade dos que investem e lutam por sobreviver sem parasitismo.
Dá menos trabalho dar um peixe aos pobres do que ensina-los a pescar, mesmo sabendo que o peixe ia acabar, e acabou.


Os governos optam pelo caminho mais fácil, que é por exemplo, investir em PPP´s sem racionalizar e sem se preocupar com o futuro. Decidem alcatroar o país inteiro apenas para poderem garantir rendas aos grandes grupos económicos parasitas do estado, estradas que agora o povo paga e não usa.
Ou semear universidades privadas sem regra ou limites apenas para dar subsídios a ex políticos e depois deixar os jovens descobrir que andaram a pagar cursos sem saída, porque os governantes são uns desgovernados e não regulam nada. Que emigrem os doutores, porque Portugal apenas fomenta parasitas e não empreendedores que criem emprego.
Decide ainda investir em mais 9 barragens inúteis apenas para ajudar amigos e nem importa o perigo que representam para a destruição das praias e da costa portuguesa. Estes políticos vivem o presente, o futuro não os preocupa porque as empresas amigas que eles colocaram a parasitar o estado, farão deles ricos e importantes, por muitos e longos anos.
Decide manter fundações, institutos, observatórios, e empresas públicas para ampliar os albergues dos boys parasitas, e garantir subsídios e isenções de impostos à malta amiga.
Todo este despesismo e abuso apenas para ganhar e manter o poder e assim garantir o futuro das elites politicas.
Mas não se fica por aqui para além do poder também precisam dos votos, portanto de agradar aos eleitores, e em vez de conquistarem os eleitores mostrando que são competentes, honestos, e patriotas, colocando Portugal nos TOPS dos países mais ricos, mais sustentáveis, menos corruptos, com menos desemprego, os mais felizes, melhores escolas e SNS, mais competitivo, melhores salários, etc etc,  decidem ir pelo caminho mais fácil e sujo... devastam Portugal, colocam-no nos ranks mais vergonhosos mas mesmo assim conquistam os eleitores com "rebuçados".  Como? Distribuindo impostos, que os eleitores pagam, sem qualquer controle, justiça ou rigor e assim continuar a arruinar o país, minar o estado social e empobrecer os cidadãos com uma insuportável carga fiscal.. mas o importante é ganhar votos e os eleitores, esses parece que nem pensam... por isso o jogo sujo é para continuar, porque os votantes gostam.

Os slides que se seguem são mais um dos exemplos de uma obra que deveria ser feita para o bem de todos nós, mas que parece não preocupar ninguém entre os governantes.
Segundo o estudo abaixo, Portugal está a deixar passar uma oportunidade que sairá cara a todos os portugueses.
 O Corredor ferroviário do Atlântico em bitola europeia a que Portugal tem que se ligar com urgência.
A ligação ao Corredor ferroviário do Atlântico vai ser, nos próximos anos, um dos mais importantes investimentos que Portugal terá que efetuar. Esta nova realidade poderá trazer enormes benefícios económicos.
O prazo para Portugal entregar projectos termina a 16 de Fevereiro de 2015. Os fundos europeus do Quadro 2014-2020 podem ser perdidos.


 
REDE TRANSEUROPEIA DE TRANSPORTES - RTE-T (CEF) - CORREDOR DO ATLÂNTICO from Rui Rodrigues

Ministro da Energia, Jorge Moreira da Silva, diz que esta dependência do petróleo não é sustentável
"Não me conformo com o facto de Portugal importar 7 a 10 mil milhões de euros de petróleo por ano"

TEMAS EM DEBATE 
 PREÇO DO PETRÓLEO 
 CUSTOS DO TRANSPORTE 
 PROBLEMA DA DIFERENÇA DA BITOLA 
 REDE DE BITOLA EUROPEIA 
 RTE-T 
 TRANSPORTE FERROVIÁRIO DE MERCADORIAS 
 CORREDOR DO ATLÂNTICO 
 CONCLUSÃO

@.  Preço do petróleo barato terminou 
 Em 1998, o barril de petróleo custava 12 dólares. Nos últimos anos tem superado os 100 dólares por barril e, se a economia portuguesa não estivesse ligada ao Euro, a nossa situação seria ainda pior.
 Cada acréscimo de 1 dólar por barril representa um aumento de 100 milhões de dólares por ano, na nossa economia (no total) .
 Em 1998, a fatura energética portuguesa foi de 1320 milhões de euros (264 milhões de contos) a preços correntes. Em 2008, o valor foi de 8252 milhões de euros. Uma diferença de quase 7 mil milhões de euros, o que corresponde a 7 Pontes Vasco da Gama.
@. Previsões erradas
 O Ministério da Indústria e Energia efetuou um estudo sobre o preço do Petróleo em 1996. No documento governamental publicado no mesmo ano, as previsões eram, para o ano 2000, 23 dólares por barril; para o período de 2005 até 2015, o preço ficaria estabilizado nos 28 dólares por barril!
 Outro dado interessante é que, em 2001, um litro de gasóleo custava 0,65 euros. Em 2012 atingia cerca de 1,5 euros. O salário mínimo, em 2001, era de 348 Euros e, em 2012, era de 485 Euros.
 Quando o preço do petróleo supera os 100 dólares por barril, os países industrializados entram em recessão. A maioria dos países produtores entram em crise, quando o preço do petróleo fica abaixo dos 80 dólares por barril.

@. CRESCIMENTO E ENERGIA
Crescimento económico depende do preço da energia
 Até à 1ª Revolução Industrial o PIB mundial não crescia. A energia mais utilizada era a energia animal e dos escravos. A utilização da energia do carvão e da máquina a vapor fez disparar o PIB.
 A outra energia que fez aumentar o PIB mundial foi o Petróleo.
 Na maioria dos países industrializados, as economias estão estagnadas devido ao elevado preço da energia.
@. CUSTOS DO TRANSPORTE
 Actualmente, mais de 50 % das exportações portuguesas são transportadas por rodovia. Se optarmos por uma alternativa com menores custos, estamos a criar condições para que os nossos produtos sejam mais competitivos. Fonte: Comissão Europeia

@. CUSTOS DO TRANSPORTE
As vantagens da eletrificação ferroviária
 O rendimento energético de um motor é a relação entre a quantidade de energia consumida e a energia fornecida.
 Nos motores elétricos o rendimento é cerca de 90%, enquanto nos motores de combustão interna esse valor anda à volta dos 30 a 34%.
 Em média, um comboio elétrico (que não depende do petróleo), considerando o consumo de energia por passageiro e por quilómetro percorrido, é 7 vezes ou mais eficiente que o avião e 4 vezes mais que o automóvel.

@. CUSTOS DO TRANSPORTE
Transporte de passageiros (Fonte : UIC e AIE)  Considerando a unidade de medida passageiro-quilómetro (pkm), que corresponde ao transporte de um passageiro na distância de um quilómetro, os valores de 2009, em percentagem, são:
 UE27: Carro (73,7%), Aéreo (8,1%), Ferrovia (5,9%), Marítimo (0,6%)
 EUA: Rodovia (82,1%), Aéreo (17,7%), Ferrovia (0,2%), Marítimo (0,0%)
 CANADÁ: Rodovia (91,8%), Aéreo (7,9%), Ferrovia (0,3%)
 RÚSSIA: Rodovia (28,6%), Aéreo (30,1%), Ferrovia (41,1%), Marítimo (0,2%)
 CHINA: Rodovia (54,4%), Aéreo (13,6%), Ferrovia (31,7%), Marítimo (0,3%)
 JAPÃO: Rodovia (64,9%), Aéreo (5,8%), Ferrovia (29%), Marítimo (0,3%)

@. CUSTOS DO TRANSPORTE Transporte de mercadorias
 Considerando a unidade tonelada-quilómetro (tkm), correspondente à deslocação de uma tonelada de mercadorias na distância de 1 Km, os valores de 2009, em percentagem, são:
 UE27: Rodovia, (48,2%), Aéreo (0,1%), Ferrovia (6,9%), Marítimo (38,1%)
 EUA: Rodovia, (35,8%), Aéreo (0,4%), Ferrovia (48,3%), Marítimo (15,6%)
 CANADÁ: Rodovia, (28,2%), Aéreo (0,2%), Ferrovia (67,9%), Marítimo (3,8%)
 RÚSSIA: Rodovia, (8,6%), Aéreo (0,2%), Ferrovia (88,8%), Marítimo (2,5%)
 CHINA: Rodovia, (31%), Aéreo (0,1%), Ferrovia (21%), Marítimo (47,9%)
 JAPÃO: Rodovia, (63,8%), Aéreo (0,2%), Ferrovia (3,9%), Marítimo (32%)

@. CUSTOS DO TRANSPORTE
Transporte de mercadorias (Fonte: UIC e AIE) O transporte ferroviário de mercadorias atinge quotas muito elevadas nos países de maior área, por terem uma rede homogénea e sem problemas de interoperabilidade
@. CUSTOS DO TRANSPORTE
A Europa necessita de um sistema integrado de transportes de passageiros e de mercadorias O transporte ferroviário de mercadorias na U.E.27 tem uma quota muito baixa (7%).
A resolução deste problema passa pela aposta de novos corredores ferroviários que percorram os diferentes países da U.E. Serão necessárias linhas mistas de bitola europeia para permitir o transporte de passageiros e mercadorias do nosso território para Espanha e a U.E. Os diferentes modos de transporte deverão funcionar como peças de um puzzle, que se encaixam harmoniosamente.

@. PROBLEMA DA DIFERENÇA DA BITOLA
 Disparo de custos, por contentor, devido à operação de transbordo na fronteira francesa.
 Forte limitação do número de comboios que circulam entre Espanha e França por dia.
 Um bom exemplo deste problema era o que ocorria na linha existente entre Barcelona e França onde, por dia, só circulavam 10 comboios devido ao tempo que se perdia em cada transbordo (1 hora ou mais). Se a bitola for igual, são 280.
 O transporte ferroviário de mercadorias, entre a Península Ibérica e países da U.E., além Pirinéus, é quase nulo.

@. PROBLEMA DA DIFERENÇA DA BITOLA  O Porto de Gioia Tauro (no sul de Itália) cilindrou o de Barcelona
@. MERCADORIAS - Para maiores distâncias a ferrovia é competitiva. - Transportar camiões e atrelados sobre vagões “Ferroutage” será um investimento adequado. - As empresas poderiam deslocar os seus contentores por estrada até um porto seco (terminal), utilizando a ferrovia de bitola europeia através do sistema de “Ferroutage” (camiões sobre vagões).

@. REDES TRANSEUROPEIAS
 A Rede Transeuropeia de Transportes (RTE-T) que agora se designa por Connecting Europe Facility (CEF Transport) tem por objetivo eliminar todo o tipo de constrangimentos à livre circulação de mercadorias e pessoas, entre os diferentes países da União Europeia (UE), de modo a potenciar o Mercado Único e a coesão territorial da UE.
 A ideia principal é transferir a Carga e os Passageiros para o transporte público de tração elétrica, de modo a diminuir o consumo de petróleo.
 Na U.E., estão em construção um conjunto de infraestruturas, tais como: rodovias, ferrovias, portos, canais, rios navegáveis, aeroportos, plataformas logísticas, portos secos, etc., essenciais para o funcionamento de toda uma rede de transporte de pessoas e bens que engloba os modos ferroviário, marítimo, aéreo e rodoviário.
 Além do sector dos transportes, vão existir mais outras duas redes europeias, respeitantes à energia (RTE-E) e telecomunicações (eTEN).

@. REDE - RTE-T
 No passado, a Comissão Europeia tinha definido 30 Projetos Prioritários (co-financiados) no pacote financeiro 2007-2013 e, mais outros 9, para o actual pacote financeiro 2014-2020 da RTE-T. A maioria destes projetos são ferroviários, que terão comparticipação comunitária direta e financiamento do BEI.
 Um exemplo estratégico para Portugal, financiado pelo anterior pacote financeiro 2007-2013 é o novo troço ferroviário de bit. Europeia, Poceirão-Caia, para mercadorias (25 Ton/eixo) e passageiros (AV) que faz parte do Corredor do Atlântico, que fará a ligação Poceirão-Badajoz-Madrid-Valladolid-Irun-França.
 Este corredor ferroviário vai permitir a livre circulação e sem transbordos para a U.E. de comboios de mercadorias, de tração elétrica com 750 metros de comprimento, reduzindo em 50% o custo do transporte por contentor e sem depender do petróleo.
 Os novos corredores, para mercadorias (Vel. Méd 100 Km/h) e passageiros, serão constituídos por vias duplas de Alta Velocidade e Velocidade Elevada, 25 Mil Volts (AC) e Sinalização ERTMS. As estações ferroviárias e os portos deverão ser comuns à nova e antiga rede. O porto de Barcelona, por exemplo, possui 2 bitolas, a Ibérica para servir o mercado nacional e a europeia para o tráfego internacional.
 No futuro, a infraestrutura ferroviária será utilizada por diferentes operadores, o que permitirá a livre concorrência (tal como já acontece na Aviação).

@. CORREDOR DO ATLÂNTICO
 Em território nacional, o Corredor do Atlântico, será constituído pelas novas vias duplas, em bitola europeia, Lisboa-Porto, Aveiro-Salamanca e Lisboa-Sines-Poceirão-Caia que farão a ligação direta e sem transbordos à U.E.

@. REDE - RTE-T
Exemplos de alguns corredores
 Eixo ferroviário Berlim-Verona/Milão-Bolonha-Nápoles-Messina;
 Comboio de alta velocidade Paris-Bruxelas/Bruxelas-Colónia- Amesterdão-Londres;
 Eixo ferroviário de alta velocidade do sudoeste da Europa;
 Eixo ferroviário de alta velocidade Leste (incluindo a ligação Paris-Estrasburgo/Luxemburgo);
 Caminho-de-ferro clássico/transporte combinado ou linha de Betuwe;
 Eixo ferroviário Lyon-Trieste-Divaca/Koper-Liubliana- Budapeste-fronteira ucraniana;
 Eixo de auto-estradas Igoumenitsa/Patra-Atenas-Sófia- Budapeste.

@. REDE - RTE-T
 Estes corredores são verdadeiras “autoestradas ferroviárias” para mercadorias e passageiros, com características normalizadas, com bitola, sinalização e eletrificação europeias de modo a resolver os atuais problemas de interoperabilidade.
@. REDE DE MERCADORIAS E AV
Ponto estratégico para a Região Norte: Medina del Campo, porque dá acesso à U.E., Madrid e Norte- Sul de Espanha Ponto estratégico para a Região Sul: Madrid Público Carga e Transportes Vigo
@. TRÁFEGOS DE PASSAGEIROS
Todas as cidades vão ligar-se entre si. Já existem comboios que ligam Barcelona a Sevilha sem passar por Madrid Lisboa-Madrid-Barcelona Lisboa-Madrid-Valência-Múrcia Vigo-Braga-Porto-Salamanca-Madrid Vigo-Braga-Porto-Europa Lisboa-Reg. Centro-Aveiro-Salamanca-Madrid Lisboa-Região Centro-Europa Vigo Lisboa-Porto-Braga
24. CORREDOR DO ATLÂNTICO
Após a finalização da nova rede em território nacional e em bitola europeia, o transporte de mercadorias, provenientes do Sul e Norte do nosso País, circulará de e para a Europa, através da linha Aveiro – Salamanca, via Irun, pelo Corredor do Atlântico (amarelo), tornando-se este eixo o mais importante e uma autêntica “auto-estrada ferroviária” na ligação para a U. E.
@. O QUE ACONTECERÁ SE NADA SE FIZER?
 Neste caso, Portugal ficará completamente isolado da U. E. em termos ferroviários, e as consequências económicas serão bastante graves, uma vez que será menos atraente para o investimento nacional e estrangeiro.
 Provavelmente, algumas empresas irão deslocar-se para o país vizinho, por forma a terem acesso à nova rede ferroviária, que lhes permitirá colocar os seus produtos a um custo mais baixo, nos restantes países da U. E.
@. O QUE ACONTECERÁ SE NADA SE FIZER?
Linhas de bitola Ibérica a suprimir na nossa fronteira
 Valença - 2018 Salamanca – 2015-2016 Badajoz 2016-2020 Fonte: El País 13/5/2013
@. O QUE ACONTECERÁ SE NADA SE FIZER?
Se nada for feito, Portugal ficará dependente de 3 portos secos: Galiza, Salamanca e Badajoz Connecting Europe Facility
@. O QUE SE DEVERIA FAZER?
 No Quadro Financeiro 2014-2020, Portugal tem direito a financiamento de fundos europeus com compartipação de 85%. De 2007-2013, como nenhuma obra foi executada, o nosso país perdeu as verbas a que tinha direito (centenas de milhões de euros).
 O único projeto de execução terminado é o do troço ferroviário Poceirão-Caia. A sua construção deveria ser realizada, efetuando a sua ligação ao Pinhal Novo (nó de passageiros) e do Poceirão (nó de mercadorias) aos portos de Sines e Setúbal, em bitola europeia. As candidaturas terminam a 26-02- 2015.
 Sobre o Troço Aveiro-Salamanca ainda vai ser necessário realizar o respetivo projeto de execução. Lisboa-Porto só poderá ser realizado numa próxima fase.

@@@@. CONCLUSÃO 
 A ligação ao Corredor do Atlântico é do máximo interesse para Portugal, porque vai permitir que o nosso País tenha um acesso mais competitivo à Europa, para as mercadorias.
 Várias regiões de Espanha terão uma ligação mais direta e rápida aos nossos portos de mar.
 A nova rede permitirá transferir tráfego da rodovia e do avião para a ferrovia, diminuindo o consumo de energia e os custos do transporte. A ligação ao Corredor ferroviário do Atlântico vai ser, nos próximos anos, um dos mais importantes investimentos que Portugal terá que efetuar. Esta nova realidade poderá trazer enormes benefícios económicos.




2 comentários :

  1. Excelente post, com informação sólida e detalhada para que cada um possa ter uma opinião fundamentada.
    Seria bom que aparecesse um sobre as ligações electricas tambem. Somos bem penalizados por não podermos(ibericos) a energia renovavel a toda a UE em horario de grande consumo(deles) e grande produção aqui.

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  2. Como sempre informação importante.

    Agora só falta mesmo é encontrar as soluções para mudar este marasmo em que estamos.

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