22 outubro, 2014

Portugueses trocaram a lealdade ao país pela lealdade aos partidos.

futebol milionários politica Há décadas que vivemos tempos muito difíceis mas continuamos a fingir que desconhecemos a causa e que não temos poder para dar inicio ás mudanças necessárias.
Milhões de portugueses perderam os laços fundamentais que os ligavam à pátria mãe e os ajudariam a proteger o país e os seus concidadãos. Por isso Portugal está abandonado por aqueles que deveriam zelar por ele.
Os oportunistas apoderaram-se dele para seu deleite e abuso.

Um povo cego e confuso graças a anos e anos de treino. 
As pessoas foram manipuladas/ treinadas pelos media e pelas campanhas eleitorais para serem fieis e cegos seguidores de partidos, transferindo o dever cívico de lealdade ao país, por uma lealdade cega aos partidos.
Para agravar este triste cenário de eleitores acriticos, temos os eleitores reféns da adrenalina criada pelo suspense de saber quem ganha e quem perde as eleições, são assim levadas a torcer para que o seu voto/clube seja vencedor, numa atitude acrítica e típica do espírito de claque, superficial, histérico, cego e injusto. Não importa quem merece ganhar, quem é melhor para o país, ou quem é mais honesto, ou menos desonesto...  interessa é que ganhe o meu partido.
A análise e avaliação responsável do desempenho e da seriedade dos partidos, é assim substituída por uma cegueira acrítica que permite eleger mesmo os mais corruptos descarados.
O voto, que deveria ser uma arma do povo para fazer justiça votando contra os piores e/ou a favor dos melhores e assim moderar o abuso dos políticos, através da punição, da avaliação, da critica e censura que o voto permite, mas o voto passou a ser usado de forma inconsequente, desfasado da
realidade e não um reflexo da realidade.
É como se se tratasse de um jogo de futebol, quer o seu clube jogue bem ou mal, o adepto fanático não muda de clube. Isso até é normal... o que não é normal é acharem que ser adepto de futebol é o mesmo que ser eleitor.
É urgente perceber que um eleitor que não pune os maus partidos, equivale a um juiz que se recusa a aplicar a pena a um ladrão ou o professor que se recusa a dar a nota aos alunos.
As decisões do eleitor, ao contrário da dos adeptos do futebol, afectam profundamente os destinos do país, e de todos nós.
A função do eleitor não é fazer ganhar o seu partido, é fazer ganhar os partidos que melhor servirão o país, ou seja, menos corruptos e menos desonestos ao mesmo tempo que fará perder as eleições, aos mais desonestos e aos mais corruptos.

O eleitor português, ao contrário dos eleitores dos países menos corruptos do mundo, ainda não possui literacia e maturidade politica. Ainda vêem os partidos como sendo apenas o seu clube do coração, mesmo que façam batota, roubem, percam ou ganhem, façam asneira ou mintam, têm que ser defendidos pelos seus adeptos, contra tudo e contra todos.
Os poucos que votam em Portugal, fazem-no com o espírito de adepto, deliram por nas eleições sentirem que podem influenciar o "jogo", para eles o seu voto é um golo, para ajudar o seu clube/ partido, a ganhar o jogo.
E com eleitores bem fidelizados aos partidos e bem treinados como fieis, cegos e acríticos, os partidos perceberam que podiam roubar, mentir, enganar, desgraçar o país e as famílias, que os clubes com mais adeptos, vencerão sempre.

O resultado para todos nós, é desolador, existem muitos países onde a corrupção é quase nula e onde as pessoas vivem bem, mas Portugal tem sido o país do mundo onde a corrupção mais se agravou (entre 2000 e 2010 baixou 10 pontos na Transparência Internacional). Mas as pessoas continuam a não parar para pensar, continuam presas à manipulação.
Ainda achas que não está na hora de acordar? Reagir e lutar por um país melhor?Vais continuar a gritar golo cada vez que um partido corrupto é eleito? Cada vez que um jovem emigra? Cada vez que um idoso morre abandonado e sem dinheiro para se tratar? Cada vez que uma escola e um hospital fecha e abrem mais e mais privados? Vais gritar golo cada vez que noticiarem que o teu partido desviou mais uns milhões a todos nós? Golo cada vez que o teu partido ajudar a salvar um banco? Golo cada vez que um partido corrupto, o teu, ganha o acesso aos milhões dos teus impostos? 
Está na hora de fazer justiça. Portugal e os pobres portugueses não pode continuar a ter o seu futuro na mão de eleitores irresponsáveis que raciocinam como adeptos fanáticos de futebol. Vote com justiça, seja responsável, não eleja partidos com rastos de corrupção. 
Não deixe que sejam apenas os adeptos cegos a votar... é urgente que todos os portugueses que desperdiçam os votos em nulos, brancos e abstenção, comecem a votar válido contra os partidos mais corruptos, só assim poderemos contrariar e vencer as escolhas irracionais dos eleitores acriticos.

Imagine Portugal sem corrupção. 
Dinamarca o país mais feliz do mundo.


O artigo que se segue é apenas uma gota de água mas basta percorrer o blog para conhecer os biliões de gotas de água. Tais como os muitos milhões que entraram na conta do CDS, que coincidia com a compra dos submarinos, ou do caso Portucale. Ou os milhões na conta de Sócrates. Ou os milhões do PSD no caso dos CTT, etc etc
"Imóveis dos partidos valem 28 milhões e não pagam IMI
O PS é o mais rico, o PCP é o que tem mais imóveis, Os Verdes já dão lucro.
Os seis partidos políticos com assento parlamentar - PSD, PS, CDS-PP, PCP, BE e PEV - têm património imobiliário avaliado em 28 milhões de euros, de acordo com as declarações entregues no Tribunal Constitucional. Como não pagam IMI (imposto municipal sobre imóveis), só aqui ficam livres de uma contribuição para o Estado no valor de 112 mil euros (a uma taxa média de 0,4%, tendo em consideração que esta pode variar entre os 0,3% e os 0,5%).
Os bens detidos pelos partidos vão muito além dos imóveis e, no caso dos seis que estão representados na Assembleia da República, ultrapassam os 71,587 milhões de euros. Ou seja, do total dos activos, mais de metade é património mobiliário - contas bancárias ou outras aplicações financeiras, automóveis, obras de arte, etc.

O PS era até há pouco o partido com mais activos, que passaram de quase 11 milhões de euros para 24,1 milhões de euros no espaço de um ano. Segue-se o PCP, com 21,8 milhões, e o PSD, com 20,8 milhões de euros.
Mas nem por isso foi fácil identificar os bens dos partidos, até porque, por lei, estes apenas são obrigados a comunicar ao Tribunal Constitucional os grandes números. Ao questionário do i responderam o PCP, o Bloco de Esquerda e o Partido Ecologista Os Verdes, enquanto PSD, CDS-PP e PS optaram por não responder.
O PCP é o partido com mais património imobiliário, avaliado em perto de 13 milhões de euros. Tem mais de 60 terrenos e 200 prédios urbanos espalhados um pouco por todo o país. A jóia da coroa é a Quinta da Atalaia, no Seixal: 250 mil metros quadrados onde todos os anos se realiza a Festa do Avante.
Ainda no início deste mês, o líder do partido, Jerónimo de Sousa, anunciou a compra de 7 hectares contíguos à Quinta da Atalaia, por cerca de 950 mil euros, prevendo uma campanha de angariação de fundos para a pagar. "Lançaremos uma campanha porque é preciso assegurar o seu pagamento completo, dirigindo-nos aos militantes e amigos do partido, aos amigos da Festa do Avante, aos democratas e patriotas, apelando para criar as condições para uma festa ainda maior e melhor", afirmou o secretário-geral comunista.
"É condição da independência política do PCP que as suas receitas resultem da contribuição dos militantes e apoiantes (seja pela actividade regular seja de uma campanha específica), tendo o PCP rejeitado sempre o financiamento por empresas", disse ao i.

Mas esta compra destoa daquela que tem sido a tendência dos partidos nos últimos anos. Desde 2008 tem havido mais desinvestimento que aquisições, no que toca a imóveis.
Na lista dos maiores detentores de imobiliário seguem-se o PS, com prédios avaliados em cerca de 8 milhões de euros (só a sede do Largo do Rato deverá valer perto de 3,5 milhões), e o PSD, com perto de 6 milhões de euros em edifícios declarados. O Bloco de Esquerda possui apenas a sede nacional, em Lisboa, avaliada em 1,488 milhões de euros. No final da cadeia aparece o CDS-PP, que tem perto de dez imóveis, com um valor global declarado abaixo dos 600 mil euros.

FIM DAS ISENÇÕES 
Os partidos políticos não pagam IMI, mas este não é o único imposto de que estão isentos. Algumas personalidades e movimentos têm vindo a questionar esta matéria e já levaram o assunto à Assembleia da República, considerando uma injustiça que, sobretudo em tempo de crise e numa altura em que se pedem e impõem ao país enormes sacrifícios, os partidos políticos não sirvam de exemplo e tenham direito a benefícios e isenções fiscais, além de subvenções estatais.
Este ano a receita de IMI já vai em mais de 2 mil milhões e ainda falta contabilizar o mês de Novembro (os números dizem respeito aos meses de Abril e Julho), o que representa já um aumento de mais de 20% em relação ao ano passado. Recorde-se que a carga fiscal aumentou 8,8% (só o IMI 27,8%) de 2012 para 2013, segundo o Banco de Portugal.
Por este motivo, o Movimento Revolução Branca chegou mesmo a exigir, no ano passado, o fim da isenção do pagamento do imposto municipal sobre imóveis para os partidos políticos e interpôs uma acção no Tribunal Administrativo de Lisboa, que aceitou o pedido.
O tribunal acabou por dar razão ao movimento e o Estado foi citado para poder contestar a decisão. O i procurou saber em que fase se encontra este processo, mas não obteve qualquer esclarecimento junto do Ministério das Finanças até à hora de fecho da edição sobre esta e outras questões.

Acerca desta matéria, o PCP disse ao jornal i que "o reconhecimento pela Constituição do papel dos partidos políticos no regime democrático se traduz em que estes não tenham um tratamento idêntico, designadamente em matéria fiscal, ao que é exigível quer a empresas, quer a particulares. Desmentindo a falsidade difundida sobre o não pagamento de impostos pelos partidos políticos, é necessário relembrar que, por exemplo, a isenção de IMI e IMT se refere ao património afecto à actividade própria de partidos. Pela sua intervenção, o PCP tem plena consciência do papel que assume no quadro do interesse público que cumpre aos partidos políticos preencher. Se outros partidos não assumem nem reconhecem na sua actividade esses objectivos, é questão de que cabe aos mesmos retirar as devidas ilações".
No entanto, além das isenções fiscais, os partidos têm direito a apoios estatais. No caso do PCP, essa subvenção foi superior a 1,135 milhões de euros, em 2013. Este é um dos temas que prometem aquecer o debate político nos próximos dias." In Verbis

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11 comentários :

  1. O povo é cego, cego, inculto e não quer ver! Nos cafés discutem futebol como se houvesse algo para discutir, tretas são tretas.

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    1. Preocupam-se em defender homens que ganham mais numa hora que eles em 1 mês. A incoerência.

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    2. Alguém, suficientemente evoluido me diz COMO SAIR DESTA SITUAÇÂO CAÒTICA ??

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    3. Dado que só votos em partidos entram nas contagens, o que penaliza um partido, não é a abstenção ou votos brancos/nulos, é votar noutro partido - porque se não votarmos, não estamos a negar o voto a ninguém. Estamos apenas a deixar que as decisões se concentrem num conjunto mais restrito do eleitorado, uma minoria - que inclui sempre as clientelas dos partidos e os clubistas acríticos.
      Temos também de esquecer o hábito da idolatria onde os maiores partidos são instituições que muitos acreditam que se devem preservar ao longo do tempo, independentemente do seu desempenho: com as regras actuais, temos sim de mostrar aos partidos que são descartáveis e têm de se esforçar para obter o apoio do eleitorado, caso contrário serão descartados.
      Num sistema que impõe o monopólio político dos partidos, é essencial que ocorra a renovação do espectro partidário para que a democracia se mantenha minimamente "fresca".
      A oportunidade de mostrar algum poder do eleitor, é não abdicar nunca do voto válido, o único que transmite uma mensagem positiva ou/e negativa.
      Convém compreender que, quanto mais fraca é a influência/vigilância do eleitorado sobre os deputados e governantes, mais forte é a influência de outras "forças" . Nunca há vazios de poder. O escrutínio dos portugueses foi sendo neutralizado devido ao aumento constante da abstenção, ao que temos que somar os votos brancos e nulos, é uma falha muito grave dos eleitores, na vigilância dos partidos que culmina no aumento da corrupção. Como os partidos não temem a critica nem a censura da maioria dos eleitores, porque esses não usam o voto válido, são os grupos de interesse que estão representados no parlamento, não os eleitores.

      Não defendo que percam o direito de se queixar só por não terem votado. Enquanto os outros, os que votam, conseguirem manter a democracia, vocês terão sempre esse direito.

      Não me convencem as vossas desculpas de que se abstiveram para protestar caladinhos em casa ou que vos é realmente indiferente quem são os legisladores que vos representam. Se não encontraram diferenças é porque não se deram ao trabalho de as procurar. Mas também não vou invocar deveres abstractos de civismo e democracia para censurar a vossa preguiça. O meu problema convosco é mais concreto.
      Gerir uma sociedade livre e justa é um berbicacho. É preciso saber o que cada um quer, entre o que querem é preciso identificar o que é justo, daquilo que é justo e desejável há que determinar o que é possível e, finalmente, perceber como o obter. E é um trabalho constante, porque há sempre muito que temos de melhorar e, sobretudo, muito que temos de impedir que piore. Para conseguirmos isto distribuímos a decisão por todos os envolvidos na esperança de que os erros e enviesamentos individuais se diluam no grande número de participantes e, assim, se encontre o melhor caminho.
      No entanto, a democracia só funciona se cada um tentar perceber os problemas, estudar as propostas, pensar nas consequências, escolher as opções que prefere e der o seu parecer.
      Dá trabalho, demora tempo e é uma chatice, mas tem de ser assim porque não há alternativas aceitáveis. Esperamos por um ditador? Atiramos a moeda ao ar? Damos tudo aos interesseiros e fanáticos? A democracia é um sistema muito mau mas os outros são todos piores.


      Acesse a Postagem Original: http://apodrecetuga.blogspot.com/2015/09/so-votos-em-partidos-entram-nas.html#ixzz4wctS0QzQ

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  2. Ainda bem que temos o nosso apodrecetuga de volta. Já estava a ficar preocupado que outras lutas a tivessem desviado. Este espaço e a intervenção civica que isso representa num país tão pobre e preso por corporações de toda a especie, não se pode de maneira nenhuma perder, nem que chova a cantaros e passemos a andar de barco no Rossio. (segundo dizem o Costa já esteve mais longe do conseguir).

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    1. A manipulação e a mentira também devem ser combatidas, e nada como aproveitar um exemplo actual para percebermos o quão profundo eles atacam com mentiras para desviar o povo do que poderia ser uma ajuda para o país

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  3. Os Portugueses são chamados a eleições legislativas no máximo de 4 em 4 anos, numa espécie de teatrinho para as "massas". Na prática quem (ainda) vota não se apercebe que está a ser alvo de um embuste. Ao votar está apenas a dar um cheque em branco e pouco mais. É certo que muita gente vota não tanto para eleger um novo Governo mas mais para expulsar o que lá está. Mas a Democracia não devia resumir-se a isso, pois não?

    A qualidade da classe dirigente é cada vez pior. A mediocridade impera nos actuais políticos, cada vez mais oriundos das "jotas", imberbes e sem qualquer currículo ou experiencia de vida. O sistema afasta o mérito e premeia a incompetência. Como se isto não bastasse, permite a criação de políticos "invertebrados", sem ética e sentido de responsabilidade, capazes de se esgueirarem com facilidade nos caminhos estreitos da opacidade e da mentira. Vivem da política e não para a política.

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    1. Pois, mas há uma triste realidade, os políticos são assim porque vieram do povo e o povo é assim, vejam o vídeo.
      http://apodrecetuga.blogspot.pt/2013/05/se-votas-reclamas-de-que-es-tu-que.html.
      Sabem onde este povo se junta? Onde haja circo! E por isso temos a imprensa que temos, é a imprensa do espetáculo que o povo gosta!

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    2. Anónimo 23:10

      Eu discordo parcialmente da sua opinião sobre o povo.
      O povo é como uma criança, que precisa de responsabilidade para se tornar responsável.
      E o problema dos regimes à escala planetária, é não incluir o povo nas decisões que deveriam pertencer a todos, por razões que são óbvias.

      Veja o exemplo das crianças que vão para escola pela 1ª vez.
      Elas querem sentir-se incluídas e não o contrário, e se atentar melhor perceberá com facilidade que crianças ou adultos (seres humanos), precisam de pertencer a um grupo, é instintivo, genético.

      No entanto compreendo a sua revolta, provocada pela impotência que todos, uns mais outros menos, sentimos.
      No fundo estamos todos à espera que alguém arranje uma solução.

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  4. Pessoal, se cada um de nós fizer um pouco, todos juntos faremos muito. Pensar e discutir é o primeiro passo para consciencializar e ajudar a mudar. Deixo aqui este projecto que é interessante.
    http://governoeasy.blogspot.pt/

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    1. Num blog que se inicia com a frase "governo sério, num país a fingir" não me admira a ausência total de comentários.
      Será de admirar?!

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